Tirei o cabaço dela

Os meus contos são reais, não são ficção. Na verdade, tenho contos de terceiros. Mais adiante, vou relatar para os leitores.

Escrevo sobre a minha primeira esposa. Sou amigo do irmão dela e, quando nos encontramos, frequentei a casa deles.

No primeiro dia em que a vi, comecei a flertar com ela. Ela é moreninha, baixinha, tem cabelos pretos nos ombros, seios pequenos e um rabinho M.

Foi algo que me encantou, mas deu certo. Comecei a namorar em casa, esse sim um cabaço.

Levei-a para casa, vestindo-a de salinha, blusinha e chinelos. Dessa forma, não havia ninguém em casa.

Começamos a nos aproximar da sala, com beijos calmos. Minha mão entra por baixo da sainha e sinto o rabinho molhado da bucetinha. O rabinho parece um pneu cheio. Minha pica enlouquece. Ela acaricia o short e a vara doi de tão dura. Mamo os peitinhos pequenos e firmes.

É extremamente arriscado ficar nus, pois pode chegar alguém.

Sentei-me na ponta do braço do sofá, puxei a calcinha de lado e a bucetinha ficou exposta. Chupei a bichinha enquanto ela gemia e chupei-a com força, antes de quebrar o cabaço dela.

Tirei a calcinha dela e a coloquei no cantinho. Levantei-me e puxei a pica pela perna do short. Lubrifiquei-a…

Coloquei a portinha da bucetinha e fui forçando, mas o pau estava entortando e eu tentava penetrar. Até que penetrei a cabeça e ela geme de dor e diz que está doendo.

O pauzão de um macho de 1, 76m e uma mulher de 1,60m, sentado de frente para ela. Segurei as pernas dela por cima das minhas, segurei a bunda dela e puxei-a devagar para penetrar, mas o pau estava com dificuldades para entrar e a cabeça do cacete doía bastante.

Ela pulou da cabeceira do sofá e levantou a cabeça. Expliquei porque você saiu e vem.

Gostaria de comer, mas ela diz que vamos parar. Eu insisto e grudo nela por trás, grudando-a por trás e tocando a bundinha dela. Sinto meu pau entre as pernas dela.

Observo que, às vezes, ela encolhe o rabinho para frente e, ao me segurar pela cintura, a vara encaixa-se no rabo dela. Peço desesperadamente para comer. Respondo: deixa-me comer.

Ela vai me deixando conduzir a situação. Sento no sofá com a pica dura e a ajoelhei. Ela se ajoelha em cima do sofá e se encaixa em mim. Direciono a vara na bucetinha e sinto o pau entrando, segurando a cinturinha dela. Ela diz, amor, devagar.

No entanto, o desejo é tão intenso que vou forçando ela a sair. Ela diz para, para, para. Quando estou com a metade dentro, forço um pouquinho e vou até o pé. Ela então solta um aiiii.

Agora estou parado dentro dela, sem movimento. Passo por trás das coxas dela, segurando no meu pescoço, e me levanto com ela escanchada em mim. Então, ergo e abaixo ela na pica, andando na sala e fodendo.

Sem demora, senti algo na vara e bolas. Olhei e estava cheio de sangue. O cabaço dela foi pro meu cacete.

Abri o cabide e gozei dentro dele.

Ela ficou apavorada e saiu correndo, mas comi-a outras vezes, que conto em breve.

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