Categoria: Traição

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Minha Esposa Gostosa e a Peça de Teatro 03

Passado algum tempo desde a última apresentação de Gabi, percebi uma crescente preocupação em relação a isso. Após ouvir a conversa de Gabi com Fernando sobre ela querer “desvendar a essência” da personagem e ter cenas mais “intensas”, fiquei apreensivo. A peça foi um grande sucesso, as pessoas estavam loucas para assistir. A venda de ingressos disparou, mesmo com Fernando aumentando em 10 reais o valor, e, praticamente na mesma hora em que abriram as vendas, eles se esgotaram. Isso sem contar a outra peça, que não conseguiu competir com a nossa e acabou cancelando as apresentações devido ao fracasso na venda de ingressos. No entanto, acho que o pior era o ego de Gabi. De cem mil seguidores para quase trezentos mil, Gabi se sentia uma verdadeira atriz de Hollywood e tudo o que ela queria era se destacar cada vez mais. O problema era que a maneira encontrada por Gabi para se destacar era através de cenas cada vez mais sensuais. Dessa forma, sei que existem obras, tanto em filmes quanto em peças de teatro, que exigem uma maior entrega dos atores em cenas quentes. A Gabi mostrou-me alguns desses filmes para me convencer, como um filme da atriz Eva Green, “Os Sonhadores”, em que ela tem várias cenas de nudez BASTANTE, o que deixa claro os genitais, além de outros com cenas de sexo mais calientes. No entanto, era percetível que tudo aquilo era simulado e muito bem ensaiado, ao contrário do que acontecia no teatro, onde Fernando e Gabi estavam literalmente improvisando as cenas. Mas ela acabou convencendo-me depois de uns cinco ou seis boquetes enquanto eu via os filmes. Enfim, estava ali novamente sentado no meio da plateia de um show lotado. O local estava realmente lotado, tendo sido necessário alugar um espaço maior para acomodar todos aqueles visitantes. Ao contrário do que eu pensava, não havia apenas pessoas pervertidas no público assistindo, ou seja, homens de meia idade e adolescentes tarados, com seus celulares, à espera de uma mulher nua, mas também havia mulheres, casais e ouros tipos de pessoas que pareciam realmente interessadas na peça. Diante disso, perguntei-me se essa parada de “traição” realmente estava acontecendo ou se era apenas uma ideia minha. Após esta peça teatral, mudei de ideia. A peça teatral foi iniciada. Como de costume, houve toda uma história política na Grécia, com algumas batalhas e tramas políticas ao estilo de Game of Thrones. Sinceramente, não pude perceber se as pessoas ao meu redor estavam prestando atenção em mim, pois estava no celular, tentando enviar mensagens para Gabi, mas ela não respondeu. Era chegado o momento. Respirei fundo enquanto dirigia os olhos para o palco, contemplando a temida cena da banheira, a principal atração do espetáculo. O meu coração estava pulsando de medo, imaginando o que poderia acontecer dessa vez. Fernando apareceu no palco, usando seus shorts, e caminhou até a banheira, mas, ao invés de se sentar de frente para a plateia, se sentou de costas para o lado esquerdo dela. Nessa altura, suei frio. Se ele estivesse sentado dessa maneira, Gabi não estaria mais de costas para a plateia, mas sim de lado. Dessa forma, seria possível ver com mais detalhes os peitos dela pulando enquanto sentava nele. No entanto, os meus pensamentos foram atraídos por uma cena que só posso descrever de forma chocante para mim. Fernando, que estava sentado na banheira, repentinamente levantou a mão para baixo da água e tirou o short, deixando-o cair ao lado da banheira. Nessa altura, diversas meninas e mulheres da plateia aplaudiram e vibraram com entusiasmo. Mas eu apenas olhava aquilo sem piscar. Ainda tentava convencer que ele estava de cueca por baixo da água, mas, no fundo, sabia que ele estava nu na banheira. Foi nesse contexto que Gabi surgiu. Ela estava de novo com um biquíni branco e apertado, caminhando sensualmente pelo palco. No entanto, quando ela parou na frente do público, percebi o que iria acontecer. Não era apenas eu, mas todos os homens já haviam preparado seus celulares e câmeras. A intensidade aumentou e todos começaram a tirar fotos enquanto Gabi tirava o top do biquíni, mostrando seus lindos e apetitosos seios firmes para todos. Dessa vez, ela não se esforçou para cobrir os seios, apenas permaneceu ali, exibindo os seios para todos aqueles olhares lascivos e flashes de câmeras. Houve um momento em que a plateia demonstrou grande entusiasmo, aplaudindo, gritando e assobiando em coro. Gabi esperou que as pessoas se acalmassem antes de prosseguir com a cena, a fim de prolongar o tempo em que seus peitos estariam à mostra. Parecem dez minutos, mas tenho plena certeza de que foram menos. Quando Gabi voltou à cena, ela caminhou pelas escadas e entrou na banheira ao lado de Fernando. Enquanto fazia isso, seus seios tremiam e balançavam de uma forma que me deixou bastante excitado, e não só eu. Ela rapidamente se sentou em frente a Fernando e começou a conversar. Ele, é claro, não tirava os olhos dos peitos de Gabi. Contudo, ocorreu algo que jamais imaginaria ter acontecido na minha vida. Gabi se levantou para se aproximar dele, mas, em vez de sentar, ela permaneceu em pé, na frente de Fernando. Foi então que percebi que ele estava com as mãos nos quadris dela e subindo pelas coxas. Foi então que percebi o que ele poderia rir. Ele baixou-se com força e eu assisti enquanto suas mãos surgiam da água, cobrindo a parte de baixo do biquíni de Gabi. Ele havia deixado minha esposa nua diante de todos os outros. A plateia ficou alucinada, parecia um estádio de futebol. Todos se levantaram e gritaram, aplaudiram e tiraram fotografias. Alguns espertos tentaram subir ao palco, mas os seguranças os retiraram. Fernando jogou a parte de baixo do biquíni no chão e Gabi começou a se abaixar devagar. Era uma cena difícil de ver, minha esposa, a mulher da minha vida, estava sentada no colo do meu amigo, que também estava nu. Não conseguia

Minha Esposa Gostosa e a Peça de Teatro 02

Após Gabi me informar que teria que ficar de Topless em sua próxima apresentação, fiquei extremamente irritado. Contudo, ela disse que o público não teria acesso a nada, uma vez que ficaria de costas para a plateia, o que a tornaria invisível apenas para Fernando. Sei que ela disse isso para me tranquilizar, mas só me deixou ainda mais desconfortável. Qual seria a minha opinião a respeito? Atualmente, a maioria das obras literárias de fantasia e ficção apresenta nudez. Além de assistir a Game of Thrones ou Euphoria na HBO, The witcher ou Sex Education na Netflix ou qualquer outra série, a nudez é um dos temas mais populares atualmente. A venda de sexo é uma realidade e, por isso, não seria benéfico perder a oportunidade de realizar o sonho de Gabi por uma simples questão de entretenimento. Fiz o que era necessário e aceitei, confiante de que Gabi e Fernando seriam profissionais, afinal, não fariam nada impróprio diante de tantas pessoas. É o que eu pensava. A noite de apresentação chegou e, admito, o lugar estava bem mais lotado do que na última vez. A plateia estava entusiasmada e ansiosa para a apresentação, mas Gabi me disse que alguém espalhou, de forma inesperada, a notícia de que haveria mais nudez na peça de hoje, o que tornava possível supor o motivo do teatro estar tão lotado. A divulgação desta informação foi uma estratégia inteligente, tanto para aumentar o número de ingressos vendidos quanto para anular o destaque que a outra peça estava tendo, uma vez que, apesar de conter três cenas de sexo, nenhuma delas continha nudez. Contudo, ainda era uma situação difícil para mim, tendo em vista que todos aqueles presentes, tanto homens quanto mulheres, estavam ali para ver minha esposa sem roupa. Além disso, ela teria que se deitar com meu amigo na frente de todos. Sei que são ossos do ofício e fazem parte da profissão de ator, mas como se prepara para um trabalho desse tipo? Finalmente, a peça teatral foi iniciada. Os efeitos e figurinos pareciam ter se aprimorado. Era uma peça profissional, apesar de ter percebido que as “mudanças” apenas ocorreram na cena da banheira, e em nenhum outro momento da peça. No entanto, apesar de alguns olhares admirados, eu suspeitava que as pessoas estavam, assim como eu, à espera da famosa cena da banheira. Não é como se não houvesse nudez em todos os lugares da internet, mas, ao vivo, em um ambiente que não condiz com isso, parecia-me trazer um perigo e uma excitação diferentes. Era como assistir a um filme em casa e em um cinema, não havia comparação. A experiência foi significativamente mais intensa. Após assistir a uma longa sequência de diálogos dramáticos e melodramáticos sobre guerras, intrigas políticas e outras questões que não me chamaram a atenção, chegou a hora tão esperada. A cena começou da mesma forma que havia começado. Fernando, interpretando o príncipe, conduziu-se até a piscina após ter tirado todas as suas roupas, inclusive o shorts, e sentou-se na água. Depois disso, Gabi entrou, tirando um vestido branco e curto e revelando seu delicioso e tonificado corpo naquele mesmo biquinhinho apertado. No entanto, foi neste momento que começaram as mudanças. Em vez de entrar na banheira, ela caminhou para a frente de Fernando e, de costas para a plateia, começou a desatar o top do biquíni. Nesse momento, o meu coração começou a bater mais acelerado e o público se empolgou com diversas imagens e flashes. Apesar de não poderem ver quase nada, a euforia era maior e a visão de suas costas nuas era muito excitante. Gabi prosseguiu sua trajetória até a banheira, despindo o top e ficando bem à frente de Fernando. Não podia acreditar nisso. O meu amigo de longa data agora tinha uma visão privilegiada dos peitos da mina esposa, e o que me deixava surpreso era que eu sabia que não era só ele. Além dos auxiliares de palco nas laterais das cortinas. No entanto, o que eu realmente não esperava era encontrar aquilo tão excitante. No entanto, o que aconteceu depois me deixou chocado. Quando Gabi se sentou em seu colo, Fernando puxou-a para perto dele e beijou seus peitos. Fiquei assustado. Apesar de ela estar de costas, era possível notar que ele estava indo com vontade, apertando os seios dela, mordiscando e chupando seus mamilos. O som das chupadas era tão alto que, mesmo estando na plateia a uma distância considerável, conseguia captar o som. Gabi, ao invés de afastar-se, puxou a cabeça dele para mais perto dos seus peitos, e fazia algumas gemidinhas de vez em quando. Embora eu soubesse que Gabi era uma excelente atriz, aquilo parecia-me muito convincente. Fernando não parou por aí. Depois de um bom tempo agarrando os seios dela, as mãos de Fernando foram para trás e agarraram a bunda dela, puxando Gabi para um longo beijo molhado, enquanto ela, é claro, estava quieta no colo dele. O sexo simulado parecia ter durado mais uma vez e eu estava suando e com o coração pulsando de ansiedade, esperando que os guardas aparecessem e acabassem com aquilo. Foi então que eles surgiram, vindo correndo de trás das cortinas para cima dos dois. Gabi e Fernando fingiram surpresa, e ao se levantarem Fernando saiu novamente com a tora dura que nem pedra, mas Gabi acabou se virando por um segundo e mostrando seus grandes e belos seios para a plateia, deixando que por um segundo eles vissem seus mamilos rosados, e levemente avermelhados pelas mordidas. A plateia vibrou e aplaudiu a cena, e eu, que estava praticamente rezando para que os guardas aparecessem iria me arrepender do que tinha desejado. Pois, quando Gabi estava saindo da piscina, alguns dos guardas a puxam e ela teve que usar seus braço para se equilibrar. O problema era que esse braço estava sendo usado para cobrir seus seios, por isso enquanto ela saia da piscina todo o teatro teve uma visão em detalhes de seus apetitosos

Minha Esposa Gostosa e a Peça de Teatro 01

Qual é o limite para a traição? Apenas pensar em sair com outra pessoa já é considerado um ato de traição? Você poderia sair com outra pessoa ou beijar-la? Mas, se for um beijo técnico, ainda assim é considerado uma traição? Não há sentimentos, apenas algo que é feito em nome da arte. No que se refere ao sexo técnico. Será que isso não seria apenas um ato artístico ou seria uma forma de crime? Talvez, no final desta história, encontremos a resposta. Meu nome é Thiago e trabalho há cerca de quatro anos em um estabelecimento comercial, um restaurante que abri quando juntei todas as minhas economias. Era um negócio arriscado e todos os meus amigos me advertiram para não abrir, exceto a minha linda e querida esposa, Gabi. Gabi era magnífica, tanto por dentro quanto por fora. Ela era uma jovem, com um bundão e peitinhos maravilhosos, além de um rosto angelical. Gabi sempre me apoiou muito com o meu negócio, foi a única que me incentivou a abrir o restaurante, mesmo contra tudo e todos, e, no final, o restaurante se tornou um grande negócio. Ganhei bastante dinheiro e vivo muito bem. As pessoas que me haviam criticado agora vêm me parabenizar e dizer que sempre acreditaram em mim, mas, no fundo, eu sabia que a única pessoa que realmente estava ao meu lado era ela. Por causa disso, sempre quis retribuir o apoio que Gabi me deu. Ela trabalhava em uma empresa de publicidade, mas seu grande sonho era atuar como publicitária. Ela se formou em teatro e participou de algumas peças teatrais durante a graduação, mas, infelizmente, a carreira não teve êxito e ela teve que trabalhar com publicidade. O emprego não era ruim, mas simplesmente não era aquilo com que ela sonhava desde a infância. Ela contava histórias de como sempre sonhou em se apresentar em um grande teatro e, eventualmente, ser convidada para fazer um grande filme ou uma grande apresentação na Broadway. Gabi era uma sonhadora e foi por isso que me apaixonei por ela. Gabi sempre foi fanática por peças como Cats ou Tik Tik boom. Mas, infelizmente, nunca conseguiu realizar o seu sonho. Ela dizia que estava tudo bem, que nem sempre as coisas dão certo e que não precisava se preocupar com ela, mas eu sempre via seus olhos brilhando quando ela falava em atuar. Devido a isso, não conseguia dormir tranquilo. Eu desejava muito dar isso a ela. Foi então que tive uma ideia trágica, que, na época, eu não tinha consciência, mas que mudaria para sempre as nossas vidas. Entrei em contacto com Fernando, nosso velho amigo que também se dedica ao teatro e que, inclusive, me apresentou a Gabi. Fernando estava desenvolvendo um projeto em conjunto com uma faculdade de teatro que previa a apresentação em um teatro. A apresentação seria sobre uma peça teatral grega, cujo enredo é composto por dramas e batalhas, o que é bastante semelhante à história da guerra de Tróia. No entanto, Fernando precisava de investidores para prosseguir com o projeto. Além de ter obtido uma quantia considerável com o restaurante, também tinha uma quantia considerável em poupança. Decidi investir como investidor anônimo no teatro e financiar a peça, desde que Gabi conseguisse um papel de destaque. Fernando, ao ouvir isso, quase pulou de alegria e confirmou imediatamente, mas pediu para que não contasse para Gabi. Na noite seguinte, levei-a para jantar e ela sorriu de alegria ao me contar as novidades, que uma nova peça de teatro iria estrear e que estava em processo de definição de elenco. Ela estava entusiasmada quando Fernando a convidou para tentar um papel. Já tinha consciência de que ela estava praticamente aceita e em um papel grande. Pena que esse sorriso não duraria muito tempo. Alguns dias depois, Gabi me convidou para comparecer à apresentação da peça teatral e conhecer os seus papéis. O teatro era bem maior do que eu imaginava, a produção era realmente profissional, com luzes, maquiagem, efeitos e figurinos de alta qualidade. Gabi, então, mostrou-me alguns papéis com o roteiro e as falas de sua personagem. Peguei os papeis e fiquei um pouco surpreso ao ler. A peça teatral apresentava uma atmosfera bastante intensa, com diálogos bem elaborados, mas havia algo na personagem de Gabi que me incomodava. Além de outras personagens femininas relevantes na peça, como uma princesa grega que participaria das discussões, ou uma guerreira amazona que protagonizaria cenas de combate, Gabi seria uma deusa. Normalmente, isso seria benéfico, uma vez que era um papel relevante e de destaque, como eu havia solicitado. No entanto, isso ainda me causava certo desconforto, sobretudo pelo nome da deusa. Afrodite, deusa do amor e da fertilidade, é a deusa da fertilidade. Apesar de ser uma peça teatral, tive a consciência da influência que Afrodite tinha nos mitos gregos e, admito, fiquei um pouco preocupado. Contudo, Gabi demonstrou tranquilidade ao informar que, no roteiro, a personagem não teria cenas explícitas. Ao examinar o roteiro com mais atenção, percebi que não havia cenas de beijos. A história era mais focada no drama e na ação, e a única cena que havia no roteiro era a em que Afrodite vai até o palácio de um príncipe e tem relações sexuais com ele em sua banheira. Não conseguia deixar de ficar incomodado com aquela cena, apenas uma na peça, mas, ainda assim, era uma cena de sexo. Gabi novamente me tranquilizou, dizendo que a cena seria rápida, pois os guardas do palácio entrariam e impediriam que o ato fosse realizado. Na verdade, ela nem precisaria tirar o vestido, apenas simular um pouco e sair. Ela disse-me que cenas como essas contribuem para o aumento das vendas de ingressos, uma vez que a maioria dos espectadores aprecia cenas quentes. Tive a certeza de que Gabi realmente desejava fazer aquela peça, pois era uma grande oportunidade para ela. Como tudo estava seguro e não havia chances de ocorrerem outros eventos, aceitei prontamente e ela sorriu com

Minha Esposa Gostosa e os amigos do Trabalho 4.3

Este é um relato completamente ficcional. Este é o último capítulo, o que foi uma ideia que tive a impressão de que vocês não gostaram. Infelizmente, não sei se vocês vão apreciar este capítulo, mas ele está disponível. Pressionei com força a tela do celular e, imediatamente, iniciou-se o terceiro e último vídeo. Ali, era possível observar Emily e os homens em um quarto de hotel, visto que ela estava sem roupa. A camisa transparente de antes não podia ser considerada uma roupa, mas pelo menos era uma desculpa de cobertura, e agora nem isso é mais relevante. Eu engoli seco ao ver aquilo, sobretudo sabendo que, nesse vídeo, ela iria fazer sexo com eles. No vídeo, Emily estava deitada na cama, aparentando ter um pouco de sono, mas é claro que os homens não a deixariam dormir, mesmo agora que eles finalmente conseguiram a diversão. Alan aproximou-se de Emily e começou a beijar a sua nuca, enquanto passava a mão por sua barriga e pelos seios. Emily se contorceu um pouco, mas Alan segurou seus braços. Felipe veio atrás, segurando sua cabeça e puxando o seu rosto, iniciando a beija-la. Seus beijos eram duros e desajeitados, como se ele estivesse ansioso por aquilo. Alan abraçou Emily e a puxou para longe. Emily: Pessoal, já nos divertimos bastante hoje, mas estou cansada e é melhor encerrarmos por aqui. Pedro: Mais cedo? Não podemos dormir à noite, uma vez que somos crianças. Por que, de fato, não nos divertimos um pouco? Ele disse isso quando se aproximou de Emily e deu um beijo de língua. Suas mãos percorreram o corpo e, certa vez, ele estendeu a mão pelas costas de Emily, chegando até o meio da bunda, onde ele deslizou a ponta de seu dedo levemente. Emily o empurrou, aparentando estar assustada e irritada. Emily, o que está acontecendo? Pedro: Como é que isso? Não foi o que combinado anteriormente? Não tinha a intenção de se vingar de Carlos, de dar o devido valor à sua vingança. Emily: Sim, mas apenas dei um beijo, e repetia isso novamente no carro. Pedro: Pedro, estava apenas lhe beijando. Emily: Sim, mas e essa mão na minha bunda? Pedro: Sim, essa é uma mania antiga que eu não percebi. Emily: Se ocorreu de forma inesperada, está tudo bem. É melhor dormirmos. Pedro, está tudo bem? A pessoa que estava registrando deixou o celular em uma sala para que pudesse permanecer estável e gravar o quarto todo. Em seguida, os homens começaram a tirar as suas roupas. Eles ficaram completamente nus na frente de Emily, com Alan e Felipe tendo seus pênis médios e Pedro com um enorme pênis. Emily: Que estão fazendo? Ela demonstrou uma aparente ansiedade) Pedro: Ah, Emily! O que está acontecendo com você? Estamos apenas nos preparando para dormir, o que não foi o nosso objetivo. Emily: Por que é necessário tirar a roupa? Felipe: Olá, o nosso sono é nu. Emily: Por que não trocaram os seus quartos? Felipe, estamos em nosso quarto? Kkkkkkkkkkkkkkkkkkk Pedro: Emily, reservamos um quarto de hotel, vamos dormir todos juntos nessa cama. Emily ficou chocada. Ela até tentou argumentar, mas, devido à sua bebida, não conseguia pensar direito. Alan: Emily (Ele disse, chegando perto dela e segurando seu pau duro com a mão) Só tinha visto em fotos, e acho bonito ao vivo? Emily: É bonito, mas, por gentileza, afaste-se um pouco. Alan: Por que, por que? Ele disse esfregando a mão na cabeça de Emily. Não gostou? Olhe mais de perto (ele disse puxando a cabeça dela para perto do seu pênis) Emily concorda: Não! Não, não gostaria de ver mais de perto. Pedro: Fique tranquilo, Alan. Deixe a menina respirar. Emily, há uma tarefa que você havia prometido a mim, mas não se lembra? Emily: Qual é o problema? Pedro: Lembra-se de quando enviei-lhe a imagem do meu pênis e você disse que não tinha certeza se era do Carlos ou do meu, que era maior, e que só teria certeza quando o visse ao vivo? Então, está ele aqui. Olhe bem perto e me diga. Emily: Gostaria de ver de perto. Pedro: Por favor, Emily. Você cumpriu a promessa. Eu pensei que você era uma mulher de palavra, não vai me dizer que você gosta de quebrar promessas e mentir, que nem o Carlos? Poxa, vai ser difícil trabalhar com uma pessoa mentirosa assim. Emily: Eu não sou mentirosa! Eu vou ver. Pedro: Então olha de perto. (Nessa hora Pedro se aproximou bruscamente de Emily e seu pau acabou batendo na bochecha dela. Ela afastou um pouco o rosto, mas Pedro a segurou para que ela olhasse de perto para comparar. Emily: Eu..estou vendo, por favor, para de ficar tentando esfregar no meu rosto. Pedro: É pra você enxergar melhor kkkkk Mas diz ai, é enorme não é? Emily: É, é muito grande e veiúdo, e grosso também. Pedro: Agora me diz, qual é o maior, o meu ou o do seu marido? Emily: Eu acho que….o maior é… o do Carlos. Nessa hora eu puder ver a mudança de expressão no rosto de Pedro. Ele parecia estar em choque com aquilo, e depois irritado. Bem irritado. Nessa hora eu fiquei com medo do que ele poderia fazer com Emily. Mas, quando eu iria saber o que aconteceu, o meu celular descarregou. Porra! Eu gritei, e acelerei o carro em direção a loja. Lá eu iria carregar o celular para descobrir o que tinha acontecido e dar uma dura naquela desgraçada da Layla. A única coisa que eu pensava agora era em Emily, e de como eu queria que ela estivesse bem. Eu parei o carro e estacionei na frente da loja. Eu sai do carro e fui em direção a entrada da loja, mas quando eu estava entrando senti uma mão tocando meu ombro. Eu me virei e era o segurança da última vez, e eu tinha a sensação que ele não me deixaria entrar…

Meu marido não me satisfaz, então dei para o Taxista.

Olá, meus amores. Fico contente que tenham gostado dos meus contos. Tenho recebido muitas mensagens e comentários. Continuem comentando e isso me motiva muito a escrever mais contos. Hoje vou relatar para vocês a terceira vez que traí o meu marido, não a terceira, mas sim a terceira vez, depois que Gabriel e Paulo me fizeram descobrir essa nova vida. No início, não queria aceitar isso. Tentei voltar a me relacionar com meu marido. Cheguei antes dele chegar do serviço e me preparei. Coloquei a mesma lingerie que usei naquele dia no sítio para ele. Deixei os meninos com a irmã para ficarmos só nós em casa. Ele chegou. Ele chegou e ficou surpreso comigo. Perguntou o que estava acontecendo. Respondi que queria ele de novo, pois fazia muito tempo que não estávamos juntos em casa. Ele disse que iria tomar um banho antes, devido ao trabalho. Pensei, hoje tem. Após tomar banho, enviei-lhe um vinho. Tomamos o vinho e ele veio me beijar. Fazia um tempo, uma vez que não nos beijamos assim. Foi uma experiência agradável? Sim foi, mas não foi a mesma coisa do Gabriel e Paulo, ele não tem a pegada que eu gostei de receber dos dois, antes esse jeito dele me satisfazia, hoje nao me satisfaz mais, ele me chamou pra cama e eu fui, fiz um boquete nele o melhor que eu pude, deixei ele louco, ele mesmo disse que nunca tinha chupado ele assim, agora eu conseguia colocar seu pau todo na boca, coisa que nunca tinha feito antes, mas também depois de chupar aquelas duas anacondas o dele era de menos, como já disse em outros contos, ele tinha 14cm de pau, depois de chupar muito pedi ele para me chupar, ele disse que depois faria que eu tinha deixado ele doidinho que ele precisava me comer, eu concordei, ele veio pra cima de mim, tava indo relativamente bem, até porque se eu não gostasse de transar com ele antes não teria casado, mas aí ele gozou com menos de 5 minutos de sexo, foi bem brochante, quando eu estava começando a entrar no clima ele gozou, não quis nem tentar uma segunda vez, falou que ficou cansado, eu fiquei num fogo danado, eu tentei me aliviar sozinha, mas só isso nunca me satisfez, agora então menos ainda. Demorei para dormir e pensei até em sair com Gabriel no dia seguinte. Na hora do almoço, liguei para Gabriel. Ele disse que também estava com vontade, mas não poderia, pois teria que ficar com os filhos à noite e, portanto, não teria a oportunidade de sair. Uma mulher que não se satisfaz com o sexo e fica à vontade acaba se tornando um perigo. Liguei para o Paulo, mas ele é casado e não teria condições de fugir de casa durante a semana à noite. Pensei em fazer a mesma coisa essa noite com meu marido, mas um pouco mais apertada na chupada. Mas eu queria algo a mais, queria uma pegada diferente, uma pessoa que estivesse com vontade de me comer. Como já havia mencionado em outro conto, tenho três lojas em Belo Horizonte, mas não passava todos os dias na loja onde o Gabriel trabalhava. Quase todos os dias, estava em uma. O tempo foi passando e eu não conseguia mais suportar. Nas duas vezes em que fui ao banheiro, tive que fazer um carinho para tentar relaxar, mas, como disse anteriormente, isso não foi suficiente para mim. Fiquei o dia todo na loja da Afonso Pena. O tempo foi passando e, quase na hora de fechar, fui até uma lanchonete que tinha algumas lojas logo após a minha. No entanto, na frente da minha loja havia um ponto de táxi. Às vezes, conversava com um ou outro motorista que eu conhecia. Até que, quando saí, vi dois que eu conhecia, Pedro e Márcio. Eles me comprimentaram e perguntaram se eu havia sumido. Brincaram perguntando se eu tinha abandonado a loja. Respondi que não, que tive que resolver alguns problemas na outra. Mal sabia Informei que iria à lanchonete e o Pedro veio me acompanhar. Ele sempre me cantava, mas eu nunca dei bola para isso. É coisa de homem, de sempre ficar insistindo para ver se rola, mas nunca foi inconveniente. Ele disse que eu estava mais bonita do que o normal e perguntou o que havia acontecido. Ele perguntou: é o casamento? Está se movendo de vento em popa. Quando a mulher está tão radiante quanto você, é sinal de que está tudo bem. Apenas sorri para ele e falei, é claro. Não sei se ele ficou surpreso com a minha resposta, ou se apenas dei um sorriso safado para ele sem perceber. No entanto, ele disse: imagino que, se tivesse uma mulher assim, como você, seria um homem muito feliz. Respondi-lhe, rindo. Sou bem normal, não tenho nada mais do que ele. Você é linda, acho muito sexy, sempre usando esses vestidos que valorizam seu corpo, não é vulgar, mas deixa você muito linda. Para não dizer outra coisa, eu que já estava morrendo de vontade, vi ali uma oportunidade e falei: que tal? Ele começou a falar e, de início, ficou meio sem graça. Nunca havia dado essa abertura para que ele chegasse a esse ponto, e, por isso, acredito que tenha dado uma pausa e disse: “Não, não.” Não quero que você fique irritado comigo e não quero faltar com respeito por você. Gosto muito de conversar e não quero perder a sua amizade. Desculpe-me, mas fiquei curiosa. Gosto de saber o que pensam de mim. Dei um sorriso para ele. Ele foi cauteloso ao dizer, mas disse, com todo respeito, que eu acho você muito, mas muito gostosa. É o tipo de mulher que eu adoro. Sabe ser sexy sem ser vulgar, como já disse. Se eu tivesse uma oportunidade, fosse casada ou namorado, sorriria novamente. Olhei para ele e falei: posso fazer o que? Tenho a impressão de que a minha pergunta

Traindo meu marido pela primeira vez, com o segurança negão da minha loja

Estimados leitores, vou escrever um ou dois contos por semana sobre a minha vida. Vou descrever minha vida, me chama Luana, hoje tenho 45 anos, casada a 25 anos, mãe de três filhos, 24, 20 e 18, três homens, o mais velho já é casado e dentista, o do meio e formado em administração e está noivo, o mais novo começou a pouco tempo a faculdade de engenharia, meu marido trabalha na Fiat a anos, hoje sou dona de casa, mas já tive lojas de roupas no centro de BH, Afonso pena, Savassi e Barro preto, somos relativamente bem de vida, fico vendo os contos aqui, as mulheres escrevendo que são super gostosas, rsrs gente coloquem na cabeça de vocês, esse tipo de mulher não perde tempo aqui escrevendo contos rsrs, sou morena, cabelos lisos até a metade das costas, 1,70 de altura, uma certa barriga pela idade e pelos filhos, mas ultimamente tenho feito caminhadas e comecei na academia, não espero ficar gostosa, apenas manter a saúde, tenho 95cm de bunda e seios médios. Tudo começou quando eu tinha 12 anos de casado. Quando chegamos a esse período de casamento, as coisas não são mais as mesmas. Para nós mulheres, não é tão fácil quanto para os homens que vão ao puteiro e conseguem uma transa casual. Para nós mulheres, é mais difícil. A culpa que sentimos é a de não encontrar uma pessoa confiável e pensar que a culpa é nossa por não ter rolado. Há mais de um ano, meu marido e eu não tínhamos qualquer tipo de vínculo afetivo, apenas nos deitamos para dormir. Nesse período, ouvimos algumas cantadas na rua, alguns papinhos de clientes e representantes que nos fazem sentir bem de vez em quando, o que é benéfico para o nosso ego. A minha loja do Barro preto havia sido assaltada nos últimos dois meses e, pelo que as meninas falavam, eram os mesmos bandidos. Então, decidi contratar um segurança para inibir um pouco mais a ação dos bandidos. Coloquei o anúncio no jornal e, em pouco tempo, começaram a aparecer alguns ou outros durante a semana. Preferi conversar e saber quem seria o responsável por administrar a minha loja. Precisava escolher um para trabalhar na semana seguinte e, na quinta-feira, um negro de 1,90m, com um sorriso muito bonito, não era forte, mas era bonito. Disse-me que já havia trabalhado em alguns shoppings e boates à noite, mas que queria voltar a ser segurança. Vi o anúncio no dia anterior e decidiu tentar novamente. Conversamos sobre assuntos que, inicialmente, não me parecem relevantes. Gostei dele. Ao mesmo tempo em que aparentava uma expressão fechada e séria, ele exibia um sorriso malicioso e safado. Gostei muito da conversa. Disse que ligaria caso o escolhesse, mas já tinha a certeza de que seria ele. No sábado, liguei para dizer que, na segunda-feira, ele poderia ir à loja, que precisava fazer o exame admissional, essas coisas todas. Na quarta-feira, ele começou a trabalhar na loja. Após mais de um mês de trabalho, só conversamos sobre o que era relevante para a loja, uma vez que eu tinha outras duas lojas e não ficava apenas nessa, então mantinha pouco contato com ele. Na semana seguinte, decidi que passaria a semana toda praticamente nessa loja. Almocei em um restaurante próximo e o cumprimentei por educação. Perguntei se ele não queria sentar-se comigo. Ele concordou. Conversamos bastante e fiquei sabendo que ele era divorciado e tinha um casal de filhos gêmeos. Brinquei, sem nenhuma intenção de maldade, sobre gêmeos. Na verdade, não sei o motivo pelo qual disse isso. Nunca tive a oportunidade de conversar e ter liberdade com nenhum funcionário, apenas sai. Ele me olhou com uma expressão bastante safada e perguntou-me quanto tempo eu estava casada. Respondi-lhe que estava casada há 12 anos. Ele disse-me que era bastante tempo, o casamento já não é mais o mesmo. Há homens que, após esse tempo, deixam de ser homens. sorriu. Eu não respondi nada, mas pela cara que eu fiz, deu para entender que ele estava certo, ele continuou, e não sei como esses caras conseguem, com todo respeito, mas eu com uma mulher feito a senhora, não daria sossego e sorriu novamente, eu apenas disse, já tenho três filhos o corpo muda e perdem o interesse né, eu estava caindo no papo dele sem perceber, ou percebi e estava gostando, ele retrucou, muda mesmo, muda para melhor, eu por exemplo, não gosto dessas meninas magrinhas demais, novinhas, prefiro uma mulher mais experiente, madura, inteligente, com conteúdo, tanto físico quanto intelectual, aquele homem estava me levando no papo e eu estava adorando a investida dele, me fez me sentir mulher novamente, e saber que um homem daquele tamanho me queria me deixava excitada. Não descrevi meu marido, ele era um pouco maior que eu, 1,73, branco, 6 anos mais velho, com uma barriguinha de cerveja que tomava quase todos os dias e uma entrada na cabeça. O nosso encontro naquele dia foi bastante proveitoso, mas o tempo passou e o nosso horário terminou. Voltámos para a loja e para nossos compromissos. Nos dias seguintes, repetiram-se as conversas, com muita flerte. Eu, como estava gostando, retribuía. Comecei a me vestir melhor durante a semana, variando entre saltos, vestidos mais curtos e decotados ou calças mais justas no corpo, a fim de que ele me olhasse com os olhos quando estava na porta da loja. Em seguida, partia do escritório para a loja. Na quinta ele me fez um convite, perguntou se eu bebia, eu respondi que socialmente, que fazia algum tempo que eu não saia para beber, eu falei que não sabia, pois o que eu falaria para o meu marido, que sairia com outro homem para beber, e se mentisse alguém poderia me ver e contar pra ele. Que absurdo, esqueci de falar o nome do segurança, ele se chama Gabriel, ele me disse que se eu não se importasse, poderia ir em um barzinho que ele sempre

Como salvei meu casamento!

Saudações! Sou Silvia, de 32 anos, 1,62 de altura, branca, cabelos castanhos, seios pequenos e quadril médio, coxas medianas normais. Nos últimos dois anos, tive uma situação estranha e diferente, mas encontrei meu caminho recentemente. Quero contar um pouco sobre isso aqui. Acho que é difícil para muitas mulheres e para mim foi difícil, mas finalmente tudo deu certo. Sou casada há seis anos com Augusto, 35 anos, moreno, 1,78 de altura, magro, dedicado. Tudo começou há dois anos e eu acho que já havia percebido sinais antes disso. Comecei a namorar Augusto aos 18 anos, ele tinha 21, era meu primeiro namorado e eu acredito que era a primeira namorada dele. Sou evangélico e não seguia mais a igreja, mas ainda queria casar virgem. Augusto vinha de família católica, mas não ia na igreja, é bem-educado e respeitador. Quando disse que só queria sexo depois do casamento, ele concordou comigo e aceitou minha imposição. Depois de um ano de namoro feliz, notei que Augusto ficou mais frio e se afastou um pouco, mas não parou de fazer sexo. Eu o vi abraçando com ele e percebi que ele estava duro. Eu sabia que era por causa do vestido que eu usava na época. Ele nunca tentou ou pediu, era cavalheiro, mas eu sabia que queria, mas era normal não ter sexo. Eu já gostava muito dele e sabia que ele também gostava de mim, então decidi não transar com ele, mas sim aliviar o desejo dele de uma forma que ele gostasse e não precisasse ter sexo. Num belo sábado, beijei-o e passei a mão na bermuda dele, ele ficou quieto, abri o botão e o zíper dele, tirei o meninão dele e comecei a fazer sexo oral nele. Pauzão grande e grosso quase não conseguia engolir, adorava o que eu fazia. Ele ejaculou ou, como muitos dizem, “gozou” na minha boca, estava preparada para isso, fui engolindo e chupando até o pau dele parar de pulsar, depois fui ao banheiro lavar a boca para continuar meus beijos. Voltei para a sala e vi ele radiante, mais eufórico. Disse que se ele se comportasse, faríamos aquilo mais vezes. Sempre fazia sexo oral (boquete kkk) nele. Ele adorava, até melhorou o nosso namoro. Para mim era algo sem sabor, fazia mais porque gostava, mas também não tive frescura, chupava e deixava ele gozar na minha boca sem ter nojinho. Isso deu certo porque ele chegou em casa com alianças de noivado. Ainda era cedo para isso, mas ele me pediu em casamento para meus pais, que ficaram muito felizes. Depois de casar, começamos a nos preparar financeiramente para casar. Durante sete anos de namoro, só fizemos masturbação e sexo oral, nada mais. Quando nos casamos, o pastor e o padre celebraram nosso casamento. Logo, o sexo começou a rolar, nunca recusei uma boa trepada em algum cômodo da casa e no quintal. Descobri que era infértil, então decidimos deixar como estava e não buscar ter filhos. Começamos uma situação que virou uma bola de neve. Desde que nos casamos, eu não gosto muito de fazer sexo, mas às vezes fazíamos. O Augusto é muito fogoso e eu não podia negar. Sempre fazíamos, porque quem come bem em casa não come lanchinho na rua. Fica a dica. Tinha dias que fingia ter um orgasmo e enlouquecia para fazer Augusto gozar mais rápido, o que funcionava. Augusto fica muito tempo no sexo. Às vezes, ele fica mais tempo do que eu. Eu considero as preliminares, como chupada no pau dele e chupada na minha bucetinha. Não se esqueçam, mas no “pega pra torar” ele consegue dar duas vezes em menos de 10 minutos. Comecei a não querer fazer sexo, como antes. Comecei a dar desculpas, sentir dores de cabeça, ficar cansada e por aí vai. Às vezes rezava para Augusto gozar logo, mas não tinha muita motivação. Augusto percebeu esta mudança, e conversamos muito sobre isso, porque eu acreditava que aquilo não era normal, procuramos ajuda de profissionais terapeutas e psicólogos, fizemos muitas coisas que foram sugeridas por eles, que às vezes até dava uma esquentada, mas depois voltava à estaca zero. Fiz baterias de exames e tudo dava normal, consultas aos montes, fizemos viagens de relaxamento e descontração, para sair da rotina, e nada de melhorar, ao ponto de Augusto perguntar se eu não o amava mais, ele dizia que me amava muito e não entendia o motivo daquilo, eu chorava muito e me sentia muito mal, nada ajudava e transar nessa situação era só dor. Só para completar, era uma situação muito íntima nossa como casal, Augusto e eu não queríamos que nossas famílias soubessem, medo de sermos julgados e vergonha, isso acrescentava mais peso ainda na situação. Contei de forma resumida pois não quero me ater a isso gente, de preferência esquecer. Mas faz uns dois meses que começou a mudar, absolutamente inesperado e através de algo que nunca se passaria na nossa cabeça se não tivesse acontecido, mais ainda, aconteceu no momento certo em que eu estava receptiva a algo novo que me ajudasse com este problema. Dia de sábado, Augusto e algumas pessoas do trabalho dele organizaram uma festa, seria numa chácara, eu não estava com pique de ir mais para dar um pouco de alegria a Augusto e não ficar em casa remoendo nossa dificuldade, decidi ir, ele também ajudou a organizar eu não quis ser a chata. Fomos para a chácara umas 19:00 horas, ele de bermuda jeans e regata, eu vesti um vestido branco cheio de detalhes amarelinhos bem lindinho que vem até uns três dedos do joelho, sou uma mulher bem feminina e adoro ser assim. Festa bem legal e bem descontraída, tão boa que até deu para esquecer um pouco dos problemas. Algumas moças bem legais do escritório de Augusto e as esposas dos homens, não eram muitas pessoas mais todos muito animados e extrovertidos, fazia tempo que não participava de algo assim. Quando foi por volta das 23:00 horas alguns

A irmã da minha esposa!

Olá, meu nome é Carlos e tenho 43 anos. Tenho 1,80m de altura, cabelos pretos, sou magro e tenho um pouco de barriga. Tenho uma união estável de 20 anos. Minha esposa tem 40 anos, é magrinha e tem 1,68m de altura. Tenho uma filha de 18 anos. A situação ocorreu quando minha cunhada, Suzy, de 27 anos, irmã mais nova da minha esposa, branca, com 1,75m de altura, cabelos castanhos claros, seios entre pequenos e médios e quadril mediano, ofereceu-lhe um curso motivacional. Ela passaria três dias em um retiro. Durante o retiro, tive uma semana bastante atribulada e agitada no serviço. Suzy me deu a oportunidade de escrever três cartas que seriam entregues à minha esposa durante os três dias de retiro. Escrevi duas frases bem simples e mandei para ela, mas não pude escrever a terceira, pois estava muito apertado no trabalho e sua insistência me deixou muito irritado. A minha esposa foi ao retiro na sexta-feira, mas a irmã dela ficou incomodando-me, o que me fez ingratidão. Sábado, estava trabalhando e ela tentava me ligar e enviar mensagens extremamente chatas. Um dia de trabalho pesado. Cheguei em casa e vi minha filha se arrumando para ir ao shopping com as amigas dela. Desde então, ela não está mais em casa. Tomei um banho, abri uma cerveja e sentei-me no sofá. Um descanso merecido. Minha filha me beijou e saiu para o passeio. Meu celular tocou e era Suzy a chamar a minha atenção. Disse que estava organizando as cartas do domingo e que faltava apenas a minha. Disse que iria buscar, mas não tive tempo de dizer que não havia feito e ela desligou-se. Abri outra cerveja, peguei uma folha de sulfite e uma caneta e sentei-me na cadeira da cozinha para tentar escrever algo. Nesse momento, escutei uma batida no meu portão. O portão é todo fechado e não era possível ver quem era. Mal abri, Suzy entrou, falando pelos cotovelos, me criticando e invadindo a casa. Ela perguntou da minha filha e eu disse que ela havia saído. Fiquei hipnotizado com a roupa que ela estava usando em casa e, de certa forma, atazanou-me. Ela usava uma sainha bem molinha que chegava ao meio das coxas, pouco abaixo do joelho. Não sei o tecido ou o modelo, uma blusinha de alcinha larguinha e, visivelmente, sem sutiã. Era uma tentação enorme. Que coxas lindas e sexy ela estava. Meu pau foi endurecendo ao ver aquela roupa. Ela estava dentro da sala, próxima à porta, quase encostada na parede. Meu pau ardia ao extremo. Aproximei-me dela e, de imediato, a abracei e beijei a boca dela. Quando soltei, ela disse “Carlos, o que é isso?”. Então, voltei a beijar, agora enfiando a língua na boca dela e, por um breve momento, rocei a língua dela. “O que está fazendo, Carlos, porque fez isso!” Eu estava sem entender, vestido apenas com um short curto e regata. Enfiei uma mão dentro do short e tirei o meu pau para fora enquanto segurava a mão dela. “Por isso”, apertei a mão dela no meu pau, que estava duro, mas não deixei ela reagir e beijei-a novamente, enfiando a língua novamente na boca dela. Não sei se foi por impulso ou surpresa ou os dois. Ela segurou minha rola e eu movimentei a mão dela. Não demorou muito e fui puxando-a para o sofá, que estava próximo. Quando encostou no sofá, ela se sentou-se. Sem esperar, passei as mãos em sua coxa e inclinei o corpo em cima dela. Ela tentou evitar o beijo, mas as minhas mãos já estavam na calcinha dela e, sem sequer perceber, puxei-a para baixo. Não sei se foi por susto, surpresa ou outro motivo. Em nenhum momento, ela me empurrou ou tentou me puxar. Talvez, por não ter dado tempo ou espaço para que pensasse, consegui tirar a calcinha dela com uma facilidade incrível, o que me deixou surpreso. Avancei o corpo e voltei a beijar. Puxei o corpo dela para que se sentasse no sofá. Ela se deitou e, ao se deitar, abriu as pernas. De imediato, desci e dei uma chupada saborosa na buceta rosada dela. Tinha apenas um pouco de cabelos castanhos na testa. Nunca ouvi tanto o meu nome quanto naquela hora. Enfim, ela começou a gemer delicadamente e colocou a mão na minha cabeça. Sua bucetinha parecia um rio, de tão molhada. Subi e passei a cabeça da minha rola no buraquinho da bucetinha dela e penetrei forte, empurrando tudo para dentro. Ela não resistiu. Comecei a bombear firme e ela gemia docemente, sem dizer mais nada. Deitei-me sobre ela e beijei-a. Fui ao ouvido dela e perguntei: – Você é muito gostosa, posso meter dentro da sua buce Esperei o meu pau parar de pulsar e saí de cima dela. Disse-lhe que iria escrever um recadinho para a irmã dela e ela já levaria. Ela estava calma, parecendo meio apavorada com tudo. Disse apenas que iria ao banheiro se limpar. Se levantou e foi ao banheiro. Eu ajeitei o meu pau dentro do calção e me sentei na cozinha para escrever um recadinho na folha de sulfite. Ela saiu do banheiro e chegou perto de mim. Eu estava dobrando a folha. Levantei-me e entreguei-a para ela. Ela ficou olhando-me e perguntou o que havia acontecido comigo para fazer tudo aquilo. Nessa hora, engoli seco. Respondi que ela estava tão bonita vestida daquela maneira que não consegui me conter. Ela me observou por mais alguns instantes e chegou perto de mim, o que me surpreendeu bastante. – Ainda não tenho calcinha, quer aproveitar um pouco mais? Eu nessa hora fiquei totalmente sem reação, não esperava isso, meu pau por conta própria endureceu todo, ela pegou no meu calção e tirou meu pau para fora e segurou fazendo o movimento para cima e para baixo, dei um beijo gostoso de língua nela, ao terminar o beijo ela virou de costas e ergueu a saia mostrando aquele bumbum lindo, coloquei

Minha esposa passou três ou mais noites com meu amigo.

Minha esposa passou três ou mais noites em minha residência com um amigo. Olá a todos, tudo certo? Meu nome é Claus e estou casado há mais de 20 anos com Ana. Ana é uma mulher belíssima de 47 anos, de cor clara clara, possui um metrô e pesa 65,58 quilos. Tenho 48 anos, sou atlético, 1 metro e 77,79 quilos. Tenho 12 cm ereto. Nossa residência é bem legal, tem piscina e segurança 24 horas. Há câmeras espalhadas por tudo e algumas discretas que até mesmo Ana não tem conhecimento. Certo dia tive que viajar por três dias e ficar em um hotel. Sempre ligava para ela à noite, mas, antes de ir, fazia uma brincadeira erótica com Ana. Disse para ela que, quando eu estivesse trabalhando, chamaria alguém para ficar com ela… Tudo inusitado. Entretanto, devido à necessidade de me ausentar com urgência, fiquei com a “pulga atrás da orelha”. Eu insinuava que ela chamava Valdir, meu amigo de sempre, e ela gozava muito. Mas, como falei da ” pulga atrás da orelha”, fiquei imaginando o que ela faria na realidade. Após ela ligar,eu imaginava que ela tivesse ele na minha cama, besteira minha… Será que é isso? Após desligar o telefone, eu ligava para Valdir. Então, Valdir, como está você? E ele sempre respondia que estava bem e rebatia a questão para mim. Eu me esforçava para ouvir e compreender onde ele estava, mas sempre havia ruídos de veículos, pratos, conversas, enfim, nunca o vi entrando em minha residência. Contudo, solicitei ao Júlio outro amigo que passasse em minha residência para conversar com Ana por pelo menos cinco minutos, e ele o fez durante os três dias seguintes. Assim, fiquei tranquilo ao saber que Valdir não estava presente, e que Júlio a visitava todos os dias para ver como ela estava. Ele me ligava quando eu chegava e, cinco minutos depois, me ligava avisando que estava tudo bem e que já estava saindo. Ana não sabia que eu tinha pedido para Júlio vigiar ela, pois, se ela desconfiasse, eu ouviria muitas merdas ditas por ela. Viajei no dia 6 e voltei no dia 9, mas houve alguns problemas que me obrigaram a permanecer por mais três dias. No terceiro dia, lembrei que tinha as câmeras escondidas e pedi para a companhia de segurança passar o código para que eu pudesse monitorar. A empresa me pediu duas horas e logo me informaram como entrar no sistema. Assim sendo, eles me deram o código e me informaram que eu poderia monitorar meu celular e acessar vídeos de dez dias anteriores pelo sistema deles. Assim que entrei no sistema, comecei a examinar os vídeos salvos… Começarei a contar a partir do dia 26,8 da manhã… Dei um beijo nela e parti. Às oito e 55, Ana atendeu uma ligação e seu rosto estava repleto de alegria e euforia. No 9 e no 30. Júlio chega de carro na minha residência. Ela o encontra na porta e olha para os lados procurando por algo. Júlio vai ao banheiro, onde não há câmeras. Júlio deixa o banheiro sem uma camisa. Júlio agarra Ana pelas costas e dá um beijo em seu pescoço. Ele segura as costas dela e logo levanta seu belo pênis sem esperar muito. Ela rebola como uma mulher desesperada por sexo. Júlio a coloca em cima da mesa de jantar, levanta suas pernas e a mete por mais de 20 minutos. Em seguida, ele a pega no colo e a leva para a sala. Lá, ele a coloca de quatro, passa um gel e começa a enfiar lentamente em seu cuzinho. Ele chupa com uma velocidade que me deixa inquieto. Ele não gritava, ela apenas gemia. Quando ele foi gozar, ele gozou nos seus peitinhos e ela espalhou tudo como se fosse um creme hidratante raro… Logo ele se gruda no pau dele, chupa com vontade e deixa o seu pau bem limpo. Ela lambe e sorri para ele, como se fosse o homem mais importante da Terra. Diz: Você é incrível, completamente diferente… Eu desejo-te sempre dentro de mim… Entretanto, Estava tímido,com ódio,com raiva,mas com tesão. Júlio ia até minha casa todos os dias após minha saída do trabalho. Júlio chega em casa às 12 horas e 30 do dia 06, quando eu parti. Ana estava de calcinha e ela havia servido um almoço saboroso, com vinho, sobremesa, arroz de forno e saladas… Depois, deitaram-se no sofá e ele meteu-a de costas… Eles permaneceram ali por um longo período… Dia 07 por volta das 20 horas: Júlio chega à residência pela segunda vez ao dia. Larga a sua moto na garagem e entra na residência. Ana estava tomando banho no banheiro. Julio pega o celular e liga, ri muito e aperta o botão. Eles estão bebendo e a campainha toca. Ela está surpresa e assustada quando ele entra e sai às 21 horas. No banheiro, não há câmeras. 21 e 20. Júlio vai pro meu quarto e se deita no lado em que eu durmo, mas se deitou pelado. Logo Ana aparece e se senta ao seu lado. Eles ficam no celular e foi quando liguei para ela: Oi amor,como vc esta? Nisso Júlio meche nó celular dele e surge um som,o som era de novela. Falo com ela e vejo ele chupando seus seios,seus não,meus seios. A conversa acaba e logo ligo pro Júlio: O celular toca e ele demora pra atender,mas nisso Ana liga uma gravação de buzinas nó trânsito. -dai Julião,tudo bem? E ele: sim,e vc? bem. Onde vc esta,disse eu. Ele: Claus estou no trânsito. E eu: a sim,estou ouvindo o barulho. E a Ana? Vc foi lá hoje? E ele: sim. Nisso vejo na câmera Ana chupando ele. E ela como está Júlio? Ele está bem. E eu disse: Júlio,eu vou ter que ficar até o dia 12,vc pode ficar indo lá? E ele: sim,sim,mas será se ela não vai desconfiar,digo isso pelo fato de estar indo todos os dias lá? E

Meu amigo indicou sua esposa para ser minha faxineira

Meu amigo sugeriu-me a sua mulher para ser minha faxineira. Boa tarde, pessoal. Como estão? Felizmente, existem mulheres de diversos tipos, mas, desta vez, foi o marido quem criou a situação. Tenho um amigo casado que é extremamente interessante, divertido, feliz e bem casado. Tenho um divórcio há quatro anos. Certo dia, meu amigo, Claus, veio até minha residência para jogar cartas na casa dele. Ao chegar, sua linda e prestativa esposa, Ana, estava preparando um café e já me ofereceu. Já pensaram em um café maravilhoso, que dá vontade de beber de jarra? Eu, Paulo, João e Valdir estávamos jogando cartas quando Claus disse à sua esposa: Que atividades você terá na sexta-feira próxima? Ela fez: Não estou ciente. Julio, estaria disposto a realizar uma limpeza no seu cafofo? Pessoal, a minha residência não tem uma limpeza adequada há 4 anos. Todos os meus amigos que vão lá reclamam da sujeira. Falei para Claus: É bem provável que a Ana faça a limpeza daquela área. Ele ficou: Pagando bem…que mal há? Os outros responderam: “Bem, você precisa dar um trato nisso, parecendo o lixão da cidade”. De acordo com Ana: Julio, eu trabalho sim. João e Valdir concordaram que ajudariam a pagar pelo trabalho, apenas para que pudessem tomar umas cevas e terem um ambiente limpo e agradável. Cada um deu 50 reais. Todos rimos e Ana disse que cobraria 300 reais e deixaria um brinco. Concordei e, na quinta-feira, dei-lhe 400 reais, referentes ao serviço e aos produtos de limpeza. A sexta-feira chegou e Ana bateu à porta. Boa tarde, Julio. Como vai? Estou em paz… Não sei de você após terminar. Ela: precisará trazer um container? Kkkkkkkkkkk Respondi: provavelmente. Ana, faça o que for possível, e o que achar que deveria ser jogado no lixo, o fará. Ana entrou e há começou a pegar as coisas no chão. Passaram-se três horas e Ana entrou no meu quarto e disse: Julio, agora quero entrar aqui. Você pode me permitir sair? Eu disse que sim. Fui para a sala e não conseguia acreditar que aquilo fosse uma sala. A cozinha está perfeita, o banheiro está ótimo e já deu vontade de tomar uma ducha decente. Ana foi recolhendo os lençóis e os colocando em um saco… Ana, vou tomar um banho. Você se importaria? Ela disse que não, é bem capaz. Fui ao banho e me flagrei que não tinha levado cueca e nem toalha. Da minha janela, gritou: Ana,Ana,vc pode me alcançar uma toalha e uma cueca? E ela: Já estou levando,só um minuto. Logo Ana bate na porta e eu só coloco o braço pra fora,mas na parede havia um espelho que dava pra porta do banheiro e Ana me viu peladão. Fechei a porta e gritei dizendo: Obrigado Ana. Me aprontei e fui para o quarto pegar uma bermuda e camiseta. Oi Ana,só vou pegar uma bermuda e uma camiseta. Peguei e fui saindo em direção da sala,foi quando ela disse: Não não não vai pra sala,passei cera no chão,foi pra cozinha,e ela : também não! E ela: troca aqui mesmo e já me dá está toalho molhada que vou colocar na máquina. Fiquei Pensando e ela: vamos vamos,não tenho todo tempo do mundo Então,tirei a toalha e ela ficou me olhando com uma cara de assustada pelo volume na cueca. Julio diz ela,você está com quantas cueca? E eu: como assim Ana? Vc está vestindo quantas cuecas? E eu: uma só? Porque? Ela regalou os olhos e disse: credo Julio,foi por isso que vc está sem esposa todo este tempo. Eu ri e disse: Bem capaz Ana… E ela: o do Claus não laceia a cueca como vc. E eu disse: Eu acho ele pequeno,muito pequeno. E ela: pequeno? Meu deus… Sai pra lá seu cavalo,kkkk Cavalo Ana? Sim vc parece um cavalo. Então sai e fui para o novamente para o banheiro para escovar os dentes. Logo ouvi Ana gritando: O que foi Ana? E ela: uma,duas…três baratas.. Ela estava em baixo da ducha pois estava usando a água do chuveiro para limpar a lajota. Matei as baratas e disse: Tudo bem agora Ana,estão mortas. Ela se abraça e mim e disse: Eu…odeio …barata… Odeio… Nisso meu pau deu sinal. Ela largou meu pescoço e disse: olha só Julio,estás malditas baratas me fizeram entrar de roupa no chuveiro … Aí que nojo deste bicho. E agora como vou terminar a limpeza toda molhada? E eu: Eu posso ir na tua casa buscar roupas pra vc? E ela: não,vou ficar assim mesmo. Mas Ana,vc já ficar doente. E ela: o que vou fazer,não adianta… Vou ficar assim mesmo. Mas se vc tivesse roupa de mulher aqui eu poderia usar. Mas eu não tenho! Mas Ana,vc pode trocar a parte de cima,e usar minha camiseta,pode ser? Sim Julio,por favor. Peguei uma camiseta e dei pra ela,e ela ali mesmo tirou sua blusa e eu vi seus lindo seios saltando do sutiã. Fiquei paralisado olhando. E Ana disse: o que vc está olhando? Tem outra barata em mim? Me diz! Me diz.. ela estava apavorada achando que eu estava olhando uma barata nela e nisso ela se joga nos meus braços ele diz: tira tira por favor!!! Pessoal,nesta hora eu não resisti e apertei ela nos meus braços e já dei uma encostada nela. Ela: Julio,Julio,vc está com o …. E eu: sim! Desculpa. E ela: porque desculpa? E normal. O Claus não fica assim a meses,kkkk. E eu: sério? Sim Julio,ele não me procura a uns três meses ou mais. E vc Ana,o que faz? Eu? Nada,só fico esperando. E vc não sente vontade? Há sim diz ela,sinto muita mas ele não quer. Mas eu também Ana,estou a muito tempo sem nada,não curto prostitutas, não gosto. Nos olhamos por alguns segundo e nos beijamos e fomos se agarrando com uma fúria de dois vulcões e eu fui levando ela aos beijos para o quarto e ela foi tirando minha roupa e eu a dela e

Levei Chifre e Acabei Levando No Cu

Olá, meu nome é Gustavo e já escrevi um conto chamado humilhado por ter um pau pequeno (https://www.casadoscontos.com.br/texto/). Nele, contei o início do meu drama devido ao tamanho do meu membro. Tenho vinte anos e moro em São Paulo, capital, onde faço faculdade à noite e trabalho de manhã como promotor de vendas. Aqui conheci Julia, uma garota maravilhosa com quem comecei a sair há algum tempo e que acabamos nos tornando noivos. Minha vida estava em plena expansão, finalmente consegui um emprego que não era particularmente promissor, mas já me permitia manter-me, além de uma noiva maravilhosa e um casamento que estava por vir. Certa vez, durante as visitas aos supermercados da minha rota, o carro da empresa quebrou o motor. Passei metade da manhã esperando o guincho chegar para levar o carro ao estacionamento da empresa para reparo, mas fui informado de que, como não havia outro carro disponível, eles me dariam uma carona até em casa. Decidi, então, fazer uma surpresa para minha noiva. Fui até seu apartamento para preparar um café da manhã, tendo em vista que ela costuma levantar tarde. Ao adentrar o edifício, encontrei um velho amigo nosso no corredor. Ele residia em dois andares abaixo e costumava nos encontrar com sua namorada. cumprimentei-o e entrei no apartamento. Comecei a quebrar os ovos para uma omelete enquanto não conseguia imaginar o que Marcelo estaria fazendo aqui em cima. Apesar da dúvida, prossegui com a preparação de um suco e pão na chapa com manteiga. Julia saiu do quarto apenas de calcinha e me olhou com surpresa. Pedi então que ela se sentasse para comer. Julia, então, puxa uma cadeira e se senta enquanto eu sirvo a comida. Enquanto comíamos, contei-lhe o que havia acontecido no trabalho e sobre ter encontrado Marcelo no corredor. Ela também estranhou isso. Após terminarmos, ela se sentou no meu colo e começou a me beijar, o que me deixou eximido. Percebendo isso, pegou meu mau por baixo da bermuda e acariciou-o, o que me deixou alucinado. Peguei-a no colo e a levei para o seu quarto. Ao chegar lá, percebi um cheiro de sexo no ar que me deixava incomodado, mas só terminou quando vi um pacote de camisinha jogado no chão. Fiquei furioso e perguntei o que era aquilo. Ela, calmamente, respondeu que deveria ser de algum dia em que nos transamos, uma vez que ela não limpava o quarto há muito tempo. Então, ela veio me beijar e eu tentei acreditar, entregando-me aos braços dela, mas meu pau não concordava com isso. Por mais que ela tentasse chupá-lo ou brincar com ele, ele estava murcho e tão pequeno que parecia apenas uma pele. Após muito tentar, desistimos e eu fui para casa com a desculpa de um trabalho da faculdade que tinha que entregar. Enquanto estava em casa, não sabia o que pensar. Não conseguia compreender como minha noiva, a mulher que amava, poderia estar fazendo isso. Com raiva, entrei em um grupo de bate-papo na internet e comecei a procurar uma mulher para me vingar, mas nenhuma demonstrou interesse em mim. A maioria dos homens procura um homem bonito, forte, de ombros largos e um pênis grande, mas eu nunca tive essa sorte. Após descrever-me, poucas pessoas mantinham uma conversa, enquanto a maioria simplesmente parava de responder. Foi quando um homem me chamou. Seu nome era DomHxH. Ele não estava à procura de um homem, mas já havia perdido todas as esperanças e, na terceira mensagem, acabei respondendo. Ele se apresentou, perguntou-me quem eu era e o que estava procurando. Contei minha história e ele demonstrou grande interesse. Ele insistiu em me convidar para ir à sua residência à noite. Disse que não poderia comparecer devido à faculdade, mas, na verdade, não sabia se gostaria de ficar com um homem. Por fim, aceitei o convite para que ele me procurasse na universidade. Às 10:40, recebi uma ligação no exato momento em que soa o sinal de saída. A voz grossa disse que estava esperando por mim embaixo do ipê amarelo, apesar de estar anoitecendo. Conhecia a arvore e fui direto para lá. Havia uma S10 vermelha com os faróis acesos. Bati no vidro escuro e fui autorizado a entrar. Ao entrar, encontrei um homem de 38 anos, vestindo uma camisa e calça social. Apesar da idade, aparentava-me muito jovem e exibia um sorriso que me atraiu. Durante o trajeto, conversamos e ele contou-me que era dono de uma empresa na cidade e sempre gostou de pegar um garoto como eu para transformar em cadelinha. Essa última parte me deixou assustado. Tentei desviar os olhos, mas ele continuou a fazer perguntas. Quando chegamos à sua residência, fiquei surpreso pelo tamanho. Era uma verdadeira mansão dentro de um condomínio fechado. Ao entrarmos, tentei beija-lo, mas ele desviou o olhar. Ele então me levou para um grande quarto com uma cama de 2 metros quadrados, onde se sentou e mandou que eu tirasse a roupa. Com grande vergonha, fui retirando a roupa até estar apenas de cueca. Ele ordenou que eu retirasse, o que fiz com receio. Ele começou então a desabotoar a camisa, revelando um peitoral e abdomem definidos, além de braços grandes e fortes. Quando pensei que ia tirar a roupa, ele veio até mim e me observou com uma gravata, dizendo que, se eu não tirar, vou embora. Obedeci e senti sua boca quente tocar a minha. Levei minhas mãos até seu peito enquanto sentia seu corpo me levar para a cama. Percebi então que as luzes se acenderam e fiquei assutado, mas ele disse-me que gostava de ver a cadelinha dele. Essa palavra me deixou frio na espinha. Ele beijou-me novamente, desta vez com força e acariciamento do meu saco. Na mesma hora, fiquei de pau duro, o que o fez rir. Em seguida, ajoelhou-se sobre mim e pude ouvir o som do zíper se abrindo. Com os lábios molhados de saliva, sinto a cabeça do seu pau esfregar na minha boca. Em sinal

Novinho Pauzudo Comeu Até Meu Cuzinho

O presente conto teve início no domingo, dia 4 de fevereiro, em um clube do qual eu e meu ex-namorado nos tornamos sócios recentemente e frequentamos regularmente nos feriados e finais de semana, devido ao seu ambiente acolhedor e acolhedor. A lanchonete fica próxima à piscina. Ele não gosta de mergulhar na piscina, então, enquanto ele está tomando cerveja, vou para a piscina tomar um pouco de Sol para aumentar a minha marquinha de biquini. Como tenho bumbum grande, uso biquini com a parte de trás bem pequena, pois acho que meu bumbum grande com marquinha pequena excita mais os homens com quem saio para transar. Apenas um aviso de que o nosso relacionamento terminou e que continuamos amigos, amigos na verdade, amigos desde antes de um relacionamento. Naquele dia, estava deitada de costas ao sol quando um rapaz Moreno de corpo escultural e corpo bem jovem entrou na piscina. Em pouco tempo, ele saiu e sentou-se na cadeira ao meu lado, fixando-se na minha bunda. De forma disfarçada, percebi que, além de ser um gato, também era pauzudo devido ao tamanho do volume na sunga dele. Como é do conhecimento de todos, sempre tive preferência por sair com homens casados e mais velhos, mas comecei a sentir atração pelo modo como o rapaz estava sendo observado. Avaliei a lanchonete e notei que o meu ex estava distraído. Aproveitei para fazer algumas provocações, fazendo com que percebesse que estava dando a oportunidade para ele perceber que também estava interessado em algo a mais. Ele parecia ter um pouco de medo, então me levantei e comecei a conversar por uns 10 minutos. Disse que estava solteira e mostrei meu ex para ele. De forma disfarçada, peguei o telefone que estava ao meu lado e perguntei se poderia-me fornecer o seu contato. Nos despedimentos, perguntei se poderia conversar com a noite. Respondi que sim. Ao chegar em casa, entrei em contacto com ele e, depois de um bom tempo conversando, marcamos um encontro na segunda-feira. Levantei-me e fui me arrumar para vestir depois de um longo banho. Utilizei uma calcinha de tecido de qualidade, uma blusinha básica e um shortinho jeans desfiado, daqueles que deixam mais da metade da minha bunda exposta. Peguei o carro e fui encontrar com ele no local combinado. Este foi um dos raros encontros em que não utilizei maquiagem ou maquiagem. Logo que ele entrou no carro, fomos direto para o motel, pois já combinamos na nossa conversa à noite. Nem bem entramos pro quarto já começamos a nos pegarmos nos beijamos em seguida me virei de costas esfregando minha bunda na piroca dele, sentindo o que eu iria ter que aguentar na minha ppk, comecei a sentir muito tesão, anciosa pra dar logo pra esse menino, falei pra ele ficar de pé me ajoelhei, abri o zíper e comecei a chupar aquela vara grande e bem grossa, aos poucos comecei a ir engolindo, fui deixando ela bem babada pra facilitar e quando entrou, comecei a lacrimejar sentido as bolas batendo em minha carinha de safada, e quando percebi que ele estava quase gozando parei de fazer garganta profunda, tiramos nossas roupas começamos fazer um 69 e não me aguentando de tanto tesão pra sentir a rola dele me socando coloquei a camisinha usando minha boca, falei que se deitasse e fui sentado e entrou todinho com muita facilidade, pq já sou muito experiente com rola grande e grossa das inúmeras que eu já dei antes. Com a rola todinha enterrada, comecei a rebolar com tanto desejo que não sentia com outros homens com quem já havia transado anteriormente. Comecei a sentir e já comecei a gozar. Continuei dando com muita intensidade, chupando meus peitões, enquanto cavalgava naquela vara deliciosa. Virei de costas para ele. Após mostrar o seu rabo branquinho para Marquinha, ele começou a meter a rola novamente com força e, quando fiquei de quatro, ele metia com tanta força que eu mal conseguia sentir a rola dele, de tal forma que minha buceta ficou arregaçada e melada. Há algum tempo que não conseguia fazer com que minha buceta ficasse tão larga quanto fiquei com este rapaz mais jovem. Disse que queria dar o meu cuzinho sem preservativo. Lubrifiquei a rola dele e o cuzinho. Fiquei na posição preferida para fazer sexo oral. arrebitei a bunda para entrar mais facilmente e senti aquela cabeça enorme entrando. O safado meteu sem pena, fazendo-me gritar, sentindo um pouco de ardência e um grande tesão, até que comecei a sentir o seu leite no meu cuzinho. Terminamos juntos. Na nossa primeira experiência sexual, tivemos um número significativo de gostações e tivemos múltiplos gostos.

Minha Esposa Quis Dar Para o Ex e Eu Ainda Assisti

Bom dia! Sou Rafael, casado há 4 anos com Julia. Nós somos um casal quente e sem pressas. Somos abertos a fantasias sexuais um do outro e isso torna o relacionamento incrível. Hoje vou falar sobre como Julia me pediu algo inesperado. Ela queria sexo com o ex namorado. Para alguns casais é inimaginável, assim como para outros é excitante. Não estamos enquadrados nessas categorias. Eu nunca quis ser corno, mas aceitei o pedido da minha esposa, porque se era uma fantasia dela, eu ficaria feliz em ajudar. Conversamos sobre o assunto antes de fazer qualquer coisa. Definimos os limites e só nos preocupamos em acertar os detalhes para o dia. Nós combinamos que eu estaria presente na transa e poderia ver tudo. Julia me disse que o ex dela é um cara solteiro que não quer compromisso com ninguém e não tem vergonha de fazer sexo comigo, então ele não teria problemas em assistir. Mas não vou participar. Não era para ser menage, estava ali para assistir a foda dos dois. Não havia restrições quanto ao ato. Julia podia fazer o que bem entendesse durante o sexo, desde o beijo até o cu. Por fim, decidimos que o melhor lugar para realizar essa fantasia seria em nossa casa, para que ninguém saiba e evitar rumores. Julia e eu concordamos com os termos propostos, então combinamos que ela convidaria o ex para comer uma pizza em casa, depois do trabalho. Quando chegou o dia certo, fui para casa. Eu cheguei antes da Julia e já fui tomar banho. Julia estava entrando em casa depois de tomar banho. Me beijou e já foi tirar a roupa para o banho, pois logo o nosso convidado chegaria. Pouco tempo depois, ela tocou o interfone. O porteiro anunciou o Mariano. Eu pude entrar. Julia pediu para o receber, pois ainda iria demorar no banho. Só conhecia o nome dele. Julia nunca viu seu ex e nunca o viu em fotos. Quando tocou a campainha do apartamento, me prontifiquei a abrir a porta. Cumprimentei o rapaz e disse para ficar à vontade. Ele sentou no sofá e eu fui pegar duas cervejas. Eu disse que Julia estava no banho e iria se juntar a nós. Começamos a conversar sobre coisas banais, como se nenhum dos dois soubesse o que iria acontecer naquela noite. Vou reparar na aparência do Mariano. Ele era alto e forte, mas não era muito forte. Usava uma regata que deixava os braços expostos. Não demorou para o chuveiro parar. Julia apareceu em cena de cabelo molhado, usando uma camiseta mais solta e calcinha vermelha na parte de baixo. Ela era muito bonita. Mariano ficou em pé para cumprimentá-la e, quando ela chegou perto dele, ele beijou sua bochecha. Ela se juntou ao nosso sofá e conversamos, como se fossemos todos amigos. Fui buscar mais cervejas e pedir pizza pelo Ifood. O papo estava bem. Mariano era muito simpático. Depois fiquei sabendo que eles terminaram porque Julia queria algo mais sério e ele não quis se comprometer, o que fez sentido, pois se o cara era simpático e bom de cama, não conseguia pensar em qual seria o motivo para eles terem terminado. O tempo passou e o interfone tocou novamente. Julia disse que ia buscar a pizza e que deixaria pronta quando eu voltasse. Meu prédio ficava longe da portaria, então eu levei cerca de 10 minutos para pegar a pizza e voltar. Quando cheguei em casa, tive uma surpresa. Julia e Mariano beijaram-se no sofá. Ele estava sentado e ela estava em cima dele, ajoelhada com uma perna de cada lado. Sentada no pinto dele. Mariano ainda estava vestido, mas Julia só usava calcinha. Ela interrompeu o beijo e pediu para eu deixar a pizza e assistir. Fiz o pedido. Os dois se encontraram de novo. Mariano estava muito excitado e segurando Julia com força. Me acomodei no outro canto do sofá e desabotoei a bermuda, pois estava começando a pressionar o meu pau, que começou a endurecer com a performance da minha esposa. Os dois pararam de se beijar e Julia tirou a camiseta de Mariano. Assim como nos braços, haviam várias tatuagens no peito dele e outro detalhe que se destacava eram os piercings nos mamilos. Julia começou a lamber os mamilos, brincando com os piercings usando a língua. Depois foi descendo, acariciando e lambendo toda a extensão do abdome, até chegar no volume que estava nas calças do ex namorado. Nesse ponto, meu pau já estava duro de excitação, então puxei ele pra fora da cueca e comecei a me masturbar, lentamente. Mariano abriu o zíper da calça e com a ajuda de Julia, se livrou da calça e da cueca de uma só vez. Seu pau era ligeiramente maior que o meu e estava tão duro quanto, transbordando o tesão que ele estava sentindo em foder Julia novamente. Minha esposa então segurou aquele cacete com uma das mãos e começou a chupar com vontade. Mariano segurou seu cabelo com uma das mãos e ajudava com os movimentos de vai e vem, puxando a cabeça de Julia no ritmo daquele delicioso boquete. Continuei a me masturbar e apreciar a cena. Eu podia ver no rosto de Mariano a expressão de desejo e tesão que ele estava sentindo naquele momento. De repente, vi o amante puxar Julia pelos cabelos, interrompendo o sexo oral. Ele mandou ela se sentar e Julia atendeu prontamente. Mariano então se ajoelhou entre as pernas da minha esposa e retribuiu o boquete, chupando com vontade a buceta dela, que já escorria de tanto tesão. Eu observava a cena e acelerava cada vez mais o ritmo da minha punheta. Quando sentia que estava prestes a gozar, parava de me masturbar, com o intuito de prolongar o tesão do momento. Era uma cena deliciosa de se ver. Minha esposa gemendo e se contorcendo na boca do seu ex namorado. Mariano, sem parar de chupar, colocou dois dedos na buceta de Julia e iniciou um movimento

Uma Visita Inusitada

Em uma sexta-feira de dezembro, fui com amigos para uma festa. Fomos ao bar e ficamos tomando cerveja e caipirinhas. Ficamos conversando até o bar fechar. Eu queria beber e conversei com Murilo, que me daria uma carona na ida e na volta. Murilo me chamou para ir embora quando já era quase meia noite. Eu e Murilo continuamos conversando e contando histórias da faculdade, quando nos conhecemos. Quando ele estacionou perto de casa, ele disse: – Está pronto, Edu! Acaba! – Murilo! – Não tem problema se eu subir? Eu não fui ao bar e estou com dificuldade para ir ao banheiro. – Claro que não, né? “Mi casa és minha casa” – brinquei – vamos! Entramos no prédio em silêncio porque era tarde e fomos até meu apartamento. Destranquei e abri a porta com cuidado, pois tinha grandes chances de Rebeca dormir e eu não queria acordá-la. Mas não estava lá. Quando abri a porta, vi Rebeca nua no sofá, se masturbando com um pinto de borracha. Quando percebemos, Rebeca pegou um cobertor no sofá e se cobriu completamente. Murilo, meio sem jeito, pediu desculpas e foi ao banheiro. – Eduardo, caralho, Eduardo! Como deixa o amigo subir sem me avisar? – Desculpe, meu amor. Eu achava que ele estava dormindo. – Que situação chata! – Pode ser pior. Não é como se o Murilo te vi pelada. – Eu não esperava isso antes. Você não quis. – Desculpa. Eu vou pedir desculpas ao Murilo assim que ele sair do banheiro. – É muito bom. Eu só vou me desculpar se você me fazer gozar gostoso porque você me interrompeu. – Deixe comigo, amor. Assim que Murilo for embora… Rebeca disse: – Não chama ele pra te ajudar? Meu pau ficou duro quando ouvi a minha esposa pedir algo safado. Eu fui até ela, dei um beijo apaixonado e sussurrei no seu ouvido. – Que ideia boa, gatinha. Rebeca jogou o cobertor de lado, pegou o caralho de borracha e se masturbou lentamente. Fui até o quarto, abri uma gaveta e peguei um pacote de camisinhas. Ouvi o barulho da descarga e fui falar com Murilo. Assim que ele saiu, me desculpou. – Muito obrigado, Edu. Não imaginava isso. – Murilo, imagine. Desculpe. Eu te deixei em uma situação difícil sem você querer. – Vish, está difícil? Ficou brava? – Apenas um pouco. O problema é que paramos o que ela estava fazendo e agora ela quer nossa ajuda para terminar. – “PUTA QUE PARIU”, ele gritou. – Vamos, não será a primeira vez e eu sei que gostou da última… Eu voltei para a sala e Murilo estava atrás de mim. Encontramos Rebeca deitada, com as pernas abertas e aquele consolo todo enfiado na buceta, fazendo uma cara de safada para nós dois. Murilo beijou ela e apertou seus seios com força. Já eu, me ajoelhei e comecei a beijar os pés da minha esposa. Ver os dois se beijando me deixou muito excitado. Continuei com as carícias e beijos, que foram subindo dos pés, pelas pernas de Rebeca, até chegar próximo do seu quadril. Senti as mãos de Rebeca acariciarem meus cabelos e olhei novamente para eles, que continuavam em um beijo fogoso, até que Murilo se ajoelhou e começou a se despir. Rebeca olhava fixamente para aquele corpo sarado enquanto Murilo tirava a roupa. Até eu fiquei de olho apreciando a cena. Quando tirou a bermuda, vislumbrei aquele cacete enorme, duro feito pedra e babando de tesão. Assim que ele ficou completamente pelado, Murilo voltou a beijar Rebeca, que acariciava seus braços musculosos enquanto era praticamente devorada pelo amigo. Eu assistia a cena, com o tesão a mil. Peguei uma camisinha no bolso da minha calça e abri a embalagem. Segurei o pau do Murilo, que estranhou e parou de beijar Rebeca para olhar o que estava acontecendo, mas assim que viu minhas intenções, não disse nada e voltou a se pegar com minha esposa. O pau dele era grosso, quente e pulsava em minhas mãos. Coloquei a camisinha nele, como manda o manual, e então guiei aquele caralho até a buceta de Rebeca, que já estava mais do que pronta para ser penetrada. Sem perder tempo, Murilo começou a meter. Aproveitei para ficar em pé e tirar minha roupa. Rebeca, em meio a gemidos ofegantes, fez sinal para que eu me aproximasse dela. Fiz como ela desejava, então ela segurou meu pau com uma das mãos e começou a bater uma punheta pra mim enquanto Murilo a fodia. Ela conhece o marido corno que tem, então enquanto manuseava meu pau e levava rola na buceta, começou a gemer: – Isso, Murilo. Fode essa putinha… Arromba essa buceta na frente do meu corninho. Os estímulos da fala de Rebeca me excitaram tanto que quase gozei. Arrisco dizer que só não atingi o orgasmo ali mesmo pois os movimentos da mão de Rebeca saíram do ritmo, ao passo que Murilo acelerava as estocadas. Os gemidos aumentaram e Rebeca parou de mexer a mão que estava no meu pau, porém sem soltá-lo, gemendo intensamente, num delicioso orgasmo. Murilo não parou de meter, mas antes que pudesse gozar, Rebeca se recompôs e deu uma ordem: – Murilo, enfia essa pica no meu cu. Quero sentir sua porra dentro de mim. Sem questionar, ele retirou o pau da buceta encharcada de Rebeca e puxou a camisinha. Sem soltar meu pau, Rebeca levou sua outra mão até a buceta e começou a massageá-la, intercalando com leves pinceladas daqueles dedos lubrificados na entrada do seu cu. Murilo enfiou vagarosamente aquele caralho no cu de Rebeca, que soltou gritinhos abafados ao sentir aquela rola pulsante a penetrar. Quando se acostumou com o volume dentro de si, ela olhou nos olhos de Murilo e sussurrou, sensualmente: – Fode. Soca esse cacete na minha bunda até você gozar, seu gostoso. Ele obedeceu e começou a bombar, de forma acelerada. – E você, corninho, pegue aquele caralho de borracha e coloque na minha buceta.

O Aniversário do Corno Parte 2/2

Rebeca entrou no quarto e pegou um homem alto, vestindo um terno preto. Arthur, o Arthur do restaurante. Disse com vigor: – PUTA QUE PARIU, NÃO AGUENTO mais, PRECISO TE COMER! Os dois ignoraram-me. Fingiram que não estava ali. Arthur tirou a camisa de Rebeca e a abraçou por trás, massageando seus seios com uma das mãos e deslizando pela calcinha dela. Tentei. – Eu não quero mais falar sobre isso, preciso ganhar mais tempo! Rebeca se abaixou para tirar a última peça de roupa. Ele chegou perto de mim, enrolou sua calcinha e beijou minha boca. Eu senti o gosto da buceta quente que encharcou a lingerie. Ela disse calmamente aos meus olhos. – Fique calmo! Fique calmo e aproveite o seu presente de aniversário! Vai ser inesquecível. Tentei, mas não consigo. Tentei me movimentar, mas não conseguia. Então, assisti minha esposa sendo fodida muito. Aproveitei! O que aconteceu a seguir ainda está na minha mente. Rebeca se posiciona de quatro e empina a bunda, ficando de perfil para minha visão. Arthur beijou Rebeca e a beijou, deixando uma marca vermelha na mão e fazendo ela gemer. Ele sentou atrás dela e colocou a cabeça do pau na entrada da buceta encharcada. Enfiou tudo em uma só estocada. Com as duas mãos no quadril de Rebeca, ele começou a dançar muito rápido e a música foi interrompida pelos gemidos que começaram a aumentar e depois pararam em um grito de prazer da minha esposa. Arthur a colocou na cama e sentou-se em cima dela, colocando seu pau na buceta inchada de Rebeca. Ela olhava nos olhos do amante e gemia. – É isso mesmo. Arthur, o Arthur… Deixa… Fode a sua namorada… Coloca esse pau gostoso em mim. Mostra como é! Senti que iria gozar ao ver minha esposa sendo fodida daquele jeito e imerso em um transe provocado pelos gemidos. Tentei desviar o olhar, mas me vi amarrado e submisso ao passar os olhos pelo espelho na parede. Eu gozei sem tocar no meu pênis. Arthur sentou-se na beirada e pôs Rebeca de joelhos no chão, puxando sua cabeça em um boquete. Arthur segurou a cabeça da minha esposa e jorrou tanto esperma que a boca de Rebeca não segurou, fazendo com que filetes de porra escorressem pelo queixo e caíssem nos seios. Ela pensou em sumir, mas as mãos do comedor a forçaram a comer tudo. Rebeca levantou-se e veio em minha direção. Pensei que ela me soltaria para trepar, mas ela tirou a calcinha e beijou-me antes de falar qualquer coisa, fazendo com que eu sentisse o gosto da porra do Arthur. – Felicidade, corninho. Espero que goste. Eu fiquei chocado e respondi. – É uma vadia arrombada. Uma loucura. Essa sensação me fez gozar sem nada tocar meu pau. – Acho que gostou – ela concluiu, se afastando do painel, e vou te deixar aí mais um pouquinho. Não podia acreditar, mas não podia fazer nada. Meus braços e pernas ficaram doloridos por ficarem tão tempo na mesma posição, mas eu não falei nada. Arthur e Rebeca ficaram até acabar a garrafa de champagne. Eu olhava para os dois no espelho. Ouvia algumas palavras trocadas pelos dois ao som das músicas. Vi que minha esposa cavalgou dentro da hidromassagem. Não podia ver com clareza as expressões dela, pois estava escuro, mas tive certeza que Rebeca havia gozado novamente quando vi seu corpo se contorcendo e ouvi gemidos mais altos. Depois do segundo orgasmo, ela saiu da água e foi tomar banho. Arthur não a seguiu, mas ficou na cama. Eu estava com dor nos braços e pernas e pedi ajuda para ele. – Por favor, Arthur, me solta dessas correntes. Sem parar. Ele, rindo, veio até mim e soltou as quatro algemas. Desabei e sentei no chão, ali mesmo onde estava. Antes que eu pudesse me recuperar, Arthur prendeu meus braços novamente, mas dessa vez nas algemas mais próximas do chão, onde estavam minhas pernas. Não argumentei, estava preso novamente, mas pelo menos estava sentado e meus braços e pernas teriam uma folga. Arthur chamou Rebeca e prendeu-a na parte superior do painel. Gotas de água escorriam dos cabelos molhados da minha esposa, deslizando pelo seu corpo nu e pingando em mim. Eu e Rebeca concordamos com os desejos do homem. Arthur abriu as pernas de Rebeca e a segurou pelos quadris, deixando seu corpo suspenso pelas cordas. Eu vi de perto o caralho entrando e saindo da minha esposa. O cheiro de sexo era muito bom. Ele não parou de meter até atingir o orgasmo e, quando terminou, tirou o pau da Rebeca, deixando parte da porra cair sobre mim e parte da porra escorrer pela buceta e pernas da minha esposa. – Eduardo vai tomar um banho enquanto limpa a casa da esposa. Só soltarei vocês quando estiver limpa. Eu não perguntei nada. Eu me contorci para pegar o esperma de Rebeca com a língua. Sentia ela se arrepiar ao tocar minha língua no seu corpo. Fiz o ordenado com dificuldade. Quando Arthur saiu do banho, não havia mais porra, eu lambi e engoli tudo. Ele se vestiu, beijou Rebeca e soltou as mãos dela do painel. Rebeca me beijou e tomamos banho juntos. De barriga para cima, exaustos, um ao lado do outro. Abriu o silêncio. – E aí, amor? Você gostou do presente? – Puta, não sei o que dizer. Foi um dia louca. Gozei horrores, mas não sei se quero repetir isso um dia. De onde tirou isso, Rebeca? – Não é isso que você pensa, gatinho. Arthur é um profissional muito bom. Eu nunca tinha tido com ele antes. Eu contratei o serviço e tudo foi feito por ele. Ele me perguntou qual era seu desejo mais forte e eu disse que era ser corno. Ele me contou tudo e combinamos a história. – Ah. Isso explica algumas coisas. Ele é bom… – E fode bem – completou Rebeca, safado. – Eu percebi isso. Ele não te machucou

O Aniversário do Corno Parte 1/2

Era uma manhã ensolarada e Rebeca me acordava com um beijo e um apertão na bunda, por cima da cueca. – Boa tarde, gatinho! Feliz ano novo! Ainda sonolento, abri os olhos e retribui com um sorriso. – Olá amor da minha vida! Que bom acordar com um beijo desse! Nunca há presente melhor! – Ela disse que tem uma surpresa para o jantar. Isso é um presentão! – disse Rebeca, sorrindo. Passei o dia todo esperando pelo jantar e curiosa para saber o que seria. No fim do trabalho, eu fui correndo para o estacionamento, peguei meu carro e levei a Rebeca para o trabalho dela. Logo que ela entrou, eu gritei: – Oi, gatinha! Qual o melhor plano? – Eduardo, boa noite! Disse em tom irônico. – O seu dia foi bom? – Obrigado, amor. Estou muito feliz e o pessoal do trabalho comprou um bolinho para mim. – Eu garanto que vai ficar melhor. Vamos para casa para nos arrumarmos. Fui reservar em um restaurante em São Paulo, então é melhor não esperar. Chegando em casa, fomos ao banho, cada um com um chuveiro para agilizar. Moramos em uma cidade a 100km da capital, mas o trânsito é complicado. Eu terminei o banho antes de Rebeca e escolhi minha camisa, calça jeans e meu time favorito. Depois de me vestir, eu fiquei esperando na sala. Rebeca demorou mais um pouco, mas valeu a pena esperar. Ela estava com um vestido vermelho que mostrava suas curvas e era sensual. Nós pegamos a estrada. A viagem durou uma hora e meia, conversando sobre o dia. Chegando lá, deixei as chaves do carro com o motorista e fomos para a recepção, onde demos os dados da reserva e um atendente nos levou até nossa mesa. Via vários olhares na direção de Rebeca, sua beleza chama a atenção da maioria dos homens. Um deles sorriu e acenou para ela, que sorriu e me puxou. Reparei no sujeito enquanto nos aproximavamos. Tinha uns 40 anos, cabelo e barba pretos e alguns cabelos grisalhos. Ele estava usando um terno. Eu pensei: “Esse cara deve fazer sucesso com as mulheres”. Meus pensamentos começaram quando ouvi ele dizer: – Olha só quem está circulando pela cidade! Você está cada vez mais linda. – Só venho em ocasiões especiais. – respondeu Rebeca, corando um pouco por causa do elogio – Viemos comemorar o aniversário do Eduardo. Arthur é um amigo, amor. Ele levantou e cumprimentou Rebeca com beijos. Nos cumprimentamos com um aperto de mãos. – Arthur está muito feliz! – O prazer é meu – respondeu, esboçando um sorriso e dando uma entonação de destaque em “todo meu” – e feliz aniversário! Obrigado, fomos para a mesa. Não sei se era para me provocar, elogiando minha esposa, mas, como bom corno, aquilo me atiçou. Me acomodei em uma das cadeiras para o Arthur ficar no meu campo de visão e Rebeca se sentou de frente para mim, dando as costas ao amigo. Rebeca gritou antes que eu pudesse falar algo. – A coincidência! Há muitos restaurantes na cidade e encontrei um cara que te fez de corno no seu aniversário. – Isso explica as brincadeiras dele enquanto conversamos. Mas e aí, qual dos chifres? Nós nos conhecemos há quase um ano. Rebeca me contava seus casos, mas eu não conseguia lembrar quem era o Arthur. – Eu vim para cá com a Camila. Ele é diferente de você. É selvagem, bruto, dominador. – Hmm, acho que lembro de um cara assim… A noite seguiu e o jantar foi incrível. A comida era muito boa e o vinho ainda melhor. Ficamos conversando sobre o tal dia em que a Rebeca tinha trepado com o Arthur. Deve ter sido muito bom, afinal ela lembrava de vários detalhes que nem eu lembrava. Percebi olhares do Arthur para a Rebeca durante a noite toda, o que por si só já seria motivo suficiente para me deixar excitado, mas depois de saber que ele já tinha fodido ela todinha, meu tesão estava à mil. Fiquei de pau duro a noite toda e isso não passou despercebido pela minha esposa, que por várias vezes me fez carícias com o pé por baixo da mesa, encostando os pés descalços no meu pau, por cima dos jeans, provocando ainda mais este pobre corno. Quando terminamos a garrafa de vinho, Rebeca se levantou, dizendo: – Gatinho, vou ao banheiro. Vai pagando a conta que quando eu voltar vou te levar para o Motel, quero dar logo seu presente! Mais que depressa, chamei um garçom, paguei a conta e fiquei aguardando minha esposa voltar do banheiro. Assim que ela chegou, saímos de mãos dadas e fomos até o carro. Percebi que Rebeca deu uma piscadinha para o Arthur, um jeitinho de se despedir dele e me provocar ao mesmo tempo. Enquanto aguardávamos o manobrista buscar o carro, Rebeca me mandou pelo WhatsApp o endereço de um Motel que ficava nas proximidades. – É para este que vamos, amor. Deixei reservado. – Você pensou em tudo, hein, amor! Obrigado, estou adorando meu aniversário. – Você nem imagina o quanto eu pensei em tudo – disse em tom de gargalhada – espere e verá! Fiquei meio intrigado, mas resolvi não ficar perguntando para manter a surpresa. Chegando no motel, pedi pela reserva em nome de Rebeca. Ao pegar as chaves, a atendente informou que o período da reserva era de 12 horas. A noite seria longa e eu pretendia aproveitar muito. Subimos as escadas juntos e ao abrir a porta, fui pego de surpresa. Era uma suíte linda, toda em tons escuros. A luz era avermelhada e de pouca intensidade, dando um ar diabólico para o lugar. Os lençóis brancos que cobriam a cama à esquerda da porta contrastavam com os pisos negros. Uma das paredes ao lado da cama era totalmente revestida de espelhos, dando uma sensação de que o quarto era gigantesco. Na parede oposta ao espelho, havia um painel de estofado vermelho em

Levando Chifres e Se Acostumando

Tinha acabado de começar um novo relacionamento e estava muito contente. Ela era uma gata maravilhosa, companheira, boa conversadora e, sobretudo, muito atraente. Havia uma chama na cama que me deixava alucinado. Treinamos bastante, em todos os lugares. Uma vez transamos na porta da sua residência à noite – o medo de sermos flagrados nos deu mais desejo. Após um ano, tiramos férias juntos. Acertamos que iríamos para uma praia meio isolada no litoral norte de São Paulo, e alugamos um chalé barato de uma amiga dela. Como era época de férias, estava bem vazia a praia. Três chalés adiante tinha um outro casal que também estava curtindo as férias. A nossa rotina era trepar à noite, acordar cedo, ir à praia, almoçar no chalé e descansar até uma próxima rodada de trepadas. Houve um dia em que precisei ir ao centro da cidade para comprar um remédio. Ela disse que ficaria no chalé esperando-me. Como fomos de ônibus, tive que ficar na estrada aguardando o circular municipal para chegar ao centro. E isso exigiu um grande tempo para ir e voltar, de tal forma que cheguei ao chalé no final da tarde. Aproveitei para adquirir alguns itens para a nossa família, como comida, bebidas e artigos de higiene. Ao chegar perto do chalé, percebi que ele estava bastante silencioso e pensei que minha namorada estivesse dormindo. Ao adentrar o chalé, deparei-me com uma situação inesperada. Ela estava de quatro e sendo enrabada pelo homem que estava no outro bar mais adiante. Enquanto ele chutava o pau dele no cu da minha namorada, ela gemia e dizia: “isso come meu cu, meu macho. Adoro dar chifres no meu namorado, ele nem desconfia que eu adoro cornear ele”. Acendi a luz e ela me viu e olhou fixamente para mim sem me incomodar, quase me desafiando. Antes disse: “oi, meu amor, está doendo muito o chifrinho? Vem aqui beijar a sua putinha”. Não sei o que ocorreu, mas decidi seguir em frente e acariciei profundamente enquanto o indivíduo continuava a comer seu cu. Em seguida, ele retirou o pênis da minha parceira e me forçou a chupá-lo, e eu pude sentir o gosto amargo do cu dela. Ela disse: “Que delícia de corninho e viado eu tenho!” e começou a chupar meu pau, que já estava duro. Depois, ela deitou no frango assado e eu soquei meu pau na sua boceta. O cara veio atrás de mim e enfiou no meu cu. Ficamos assim por um tempo até que ele acelerou e sento jatos de esperma em meu cu e eu gozei na boceta da minha namorada. Descansamos e ficamos abraçados enquanto o homem se vestia e ia embora sem se pronunciar o nome dele. A noite conversamos sobre o que ouvimos mais tarde, quando a flagrei dando o cu para o cara. Ela disse que era verdade. Ela disse que me amava mas que não resistia em trepar com outros homens. Como eu tinha curtido a experiência combinamos que ela estaria liberada para trepar com outros homens e alguns até chegaram a me comer na frente dela. E foi assim que durou nosso namoro por um bom tempo.

Apenas um Sonho – Descobrindo o Fetiche Cuckold Capitulo 2

Chegamos em casa depois de trabalhar por muito tempo. Chega a sexta tão esperada. Rebeca já se atirou no sofá. – Amor, preciso de 5 minutos. Se eu não recarregar a bateria, não vou conseguir dormir bem! – Faça isso, gatinha. Preparei algo para comer e tomamos um banho juntos! Estou animado apesar do cansaço. Nossa filha iria dormir fora e tínhamos bons planos para a noite. Eu fiz dois bolos e chamei a Rebeca para comer. Já estava sentindo o frio na barriga, então perguntei: – Tá animada? – Eu não sei dizer. Eu estou muito nervoso. – Você vai gostar, amor. – Eduardo, você realmente quer isso, Eduardo? Tem medo de estragar tudo. – Sim, eu tenho. Já te disse, quero experimentar, minha gatinha. Estou com vontade. – É doido. Mas, já que insiste, vou pedir ajuda para me arrumar! Fomos juntos tomar banho. Rebeca ficou quieta e pensou. Comecei a tocar suas costas e sussurrar em seu ouvido. – Você é gostosa, amor! Vai arrasar! Senti que ela ficou muito arrepiada. Não perdi tempo e comecei a beijar seu corpo. Me demorei nos seios macios enquanto encoxava ela devagar, deslizando meu pau pelas suas pernas, roçando na buceta sem penetrar. – Você sabe como me deixar louca, né? – Não. Eu gosto muito disso. Virei-a, puxei pela bunda e dei um beijo gostoso. Segurava firme nas nádegas, do jeito que sei que ela gosta. Senti que ela estava ficando excitada e então me afastei dela e disse: – Vamos terminar logo esse banho, Rebeca, senão vou acabar te comendo. Comecei o banho e ela me pede: – Gatinho, pega uma gilete para eu? Já que é pra ficar bonita, vou fazer o serviço! A insegurança dela diminuiu e abriu espaço para malícia e safadeza. Deixei a gilete no banho e fui ao quarto. Separei o look da minha esposa: um salto, um vestido preto curtinho, uma lingerie sexy e uma meia arrastão. Rebeca estava deliciosa, completamente nua e com a toalha presa na cabeça. – O que você achou, amor? Eu mudei meu visual um pouco. Ela se depilava. Não via sua bucetinha lisinha há muito tempo. – Obrigado! Ficou uma delícia, dá até água! – Pode tirar a chuva. Você disse que comer me estraga o passeio? Babando. Ela me provocou novamente. Não a deixava encostar. Começou a fazer movimentos estranhos e deitou na cama com o corpo inclinado, apoiado nos braços e as pernas levemente flexionadas. São um tesão! – Eu gostei da sua roupa, amor! Por favor, me ajude a colocar. Fui beijar a buceta daquelas pernas, mas Rebeca me empurrou com os pés. Boa sorte. Entendi o recado. Obediente, comecei pela calcinha, o sutiã e a meia arrastão. Era uma sensação estranha, mas muito excitante, estar ali, vestindo minha esposa. Puxei-a pelos braços até que ela ficasse sentada na beirada da cama. Beijei seus pés, colocando cuidadosamente os saltos. Por fim, tirei a toalha da cabeça e coloquei o vestido em Rebeca. – Muito bem, gatinho, eu assumo daqui. Pode se sentar aí e me observar enquanto eu termino de me arrumar. Sentei na cama e fiquei observando aquela Deusa. Ela foi até o banheiro, secou os cabelos com secador e se maquiou: rímel, sombra, base e um batom vermelho, combinando com suas unhas. Voltando ao quarto, escolheu um lindo par de brincos de prata com ônix. Ela estava deslumbrante. Linda, sexy, gostosa, irresistível. – Hora de ir! Eduardo, sua última chance. Você tem certeza? – Sim, certeza absoluta! Vai, aproveite o vale-night, meu amor! Dance, paquere, beije! Ache um cara que te coma gostoso e te faça gozar muito, do jeito que você merece! – Então tô indo, sem hora pra voltar. Não vou te beijar para não borrar meu batom. Ahh e enquanto eu estiver fora, vê se arruma a casa. Amanhã vou acordar tarde e se tiver que fazer faxina não vai sobrar tempo pra gente.” Ouvi-la falando daquele jeito me deu um frio na barriga. – Seu desejo é uma ordem! Acompanhando-a até a porta, dei um beijo de despedida em uma das mãos. – Eu te amo, minha gostosa! – Eu também te amo, gatinho. Rebeca se dirigiu ao elevador sem olhar para trás. Fiquei observando até que ela desapareceu. Eu estava muito excitado com aquela situação. Assim que ela partiu, eu não perdi tempo. Eu precisava arrumar a casa depois de uma semana corrida. Fiquei tão concentrado na limpeza e arrumação que não pensei em mais nada até que a casa estivesse em ordem. Fiquei cansado, tomei banho e me deitei no sofá. Passavam das onze horas e os pensamentos vieram. Rebeca saiu de casa muito bonita e gostosa. Não acredito que dei beijo antes dela ir. Ela está agora? Você está feliz? O que vai acontecer agora? Será que fiz alguma coisa errada? Tesão, dúvida, ciúme e mais. Uma mistura de emoções. Se não gostar? E se ela gostar de você? Ou alguém descobrir? Um turbilhão se formou na minha cabeça. Eu fiz o que? Tá bem? Vou responder uma mensagem… Não, não posso estragar a noite dela. Ela está se divertindo, não fazendo besteira. Tudo é sexo. Ela vai me amar ainda mais porque pode fazer sexo com quem quiser e o marido ainda a apoia. Ela sabe que amo. E se ela se apaixonar novamente? Não faça besteira. Escolhemos fazer isso com alguém desconhecido pra evitar isso. Vai dar certo. Ela dança agora. Não encontrou ninguém. É claro que encontrou uma coisa bonita assim. Todos os caras ficaram olhando para ela com os olhos. Isso é muito legal. Você não levou tantos apertões hoje? Será que tem alguém dando um beijo na minha esposa? Que tal gelar a barriga e arrepiar a nuca? Ela vai se casar hoje. Onde? Quer um carro? Você está na balada? Três? Minha mente sempre pensava em coisas novas e me preocupava. Pensei em cenas, posições sexuais, locais e pessoas. Não conseguia dormir nem pensar em nada. Eu

O Amigo da Minha Namorada

Eu sempre fui atraído por menus. Acho extremamente interessante transar a três, seja menage masculino ou feminino. É uma maneira de aprimorar ao máximo o prazer corporal. Em algum momento, namorava Lúcia, que também adorava essa prática. Dentre os vários menages que fizemos, um deles ficou marcado pela amizade que fizemos com um cara que conhecemos em uma festa. Depois ficamos sabendo que ele trabalhava em uma companhia da qual a minha então namorada era cliente. Dessa forma, fizemos amizade e, com o tempo, fomos descobrindo nossas afinidades sexuais. Lúcia teve uma relação sexual com ele em um fim de semana em que eu estava fora. Ela me disse que ele era bem carinhoso e educado, além de muito gostoso. Com gentileza, ela persuadiu-o a ter relações sexuais com nós dois. Passaram-se quatro meses desde que nos conhecemos na balada até que Lúcia se tornou amiga dele no trabalho. O nosso amigo Carlos, que vou chamá-lo de Carlos, chegou à residência de Lúcia – que residia sozinha em um apartamento muito confortável – com uma garrafa de vinho tinto de excelente qualidade. Já havia preparado uma mesa com petiscos e posto uma música ambiente. Lúcia recebeu Carlos com um grande beijo e ele também me deu um beijo no rosto. Durante algum tempo, conversamos sobre assuntos afetivos, incluindo o tema do sexo. Carlos afirmou que estava noiva, mas sua esposa, Juliana, estava viajando para o exterior em um intercâmbio. Deveriam voltar em alguns meses e, assim, já iriam se casar. A distância da noiva o estimulava a buscar por sexo, e ele havia combinado com Juliana que ambos estariam livres para experimentar os prazeres enquanto estivessem distantes. Depois, conversariam a respeito de se manteriam uma relação aberta ou não. Eu e Lúcia sempre tivemos uma relação aberta, mas sempre demos preferência a relações a dois, três e eventualmente quatro. Após conversarmos, fomos para o quarto. Carlos se despiu e mostrou o corpo belo que tinha, frequentava academia e tinha os músculos tonificados. Seu pênis era relativamente grande, pouco maior do que o meu, mas sem excessos. Lúcia também mostrou seu belo corpo, suas pernas torneadas e sua bunda empinada, resultado da atividade física na academia. Eu também tirei minha roupa e exibi meu corpo, que estava um pouco acima do peso, mas que era constantemente elogiado por Lucia e algumas mulheres que eu comia. Lucia me puxou, me beijou e chupou meu pênis com a habilidade habitual. Ao meu lado, Carlos foi massageado e punhedado pelas mãos delicadas de Lúcia. Na cama, havia um vibrador pequeno que eu costumava usar em Lucia, mas, desta vez, ela tomou a iniciativa e o usou para massagear as minhas bolas, ora as bolas de Carlos. Aos poucos, Lucia direcionava o vibrador para massagear o períneo e o cu de Carlos com o vibrador. Depois, ela inverteu e passou a chupar o pênis de Carlos, enquanto massageava minhas bolas, o períneo e o meu cu com o vibrador, que estava em alta velocidade. Nós rimos com o prazer proporcionado pelas técnicas de Lúcia. Ao perceber que nosso pênis estava bem rijo, Lúcia se deitou na beira da cama e me puxou para penetrar sua boceta, que já estava molhada. Enquanto eu penetrava na bunda da minha namorada, Carlos a beijava na boca. Peguei o vibrador e continuei a massagear o cu de Carlos. O beijo de Carlos na minha namorada me excitava ainda mais e comecei a dar mais estocadas nela. Mas não queria gozar naquele momento, então, retirei o meu pau da boceta dela. Lucia então puxou Carlos pela mão e o fez penetrar o seu pau na sua boceta. Ela notou a diferença, já que o pênis dele era maior do que o meu. A voz dela foi o indicador disso. Foi minha vez de beijar minha namorada e ela ficou punhetando levemente o meu pau de maneira que me deixava excitado, mas sem gozar. Na primeira rodada, Lucia teve dois orgasmos. Levantou-se da cama e nos beijamos três vezes, cada um massageando os órgãos sexuais do outro. Um beijo cheio de tesão e cumplicidade. Eu e Lucia para homenagearmos nosso novo companheiro, ficamos ajoelhados e chupamos o pau dele. Alternávamos, ora eu colocava o pau de Carlos na minha boca, ora Lúcia. Procuramos também excitá-lo ao máximo sem deixá-lo gozar. Invertemos os papéis: primeiro Lúcia ficou como a nossa “rainha” com sua boceta e cu chupados por nós dois que nos revezamos nos buracos dela e depois foi a minha vez de ter o pau e o cu chupado por Carlos e Lúcia. Tentamos depois uma dupla penetração em Lúcia. Como o pau de Carlos era maior, ele se deitou de barriga para cima na cama e Lúcia sentou nele, arqueando-se para frente e me oferecendo o seu cu. Lubrifiquei-o com o gel que tinha na mesa de cabeceira e fui enfiando o meu pau lentamente na porta traseira de Lúcia, que soltou um gemido alto ao ter os seus dois orifícios preenchidos. Não é fácil fazer DP, a posição exige uma certa mobilidade e o desconforto dificulta o relaxamento para aproveitarmos plenamente. Mas pelo curto tempo que fizemos foi uma boa experiência e vimos que vale a pena treinar mais. Lúcia se desengatou de Carlos, ficou de quatro e eu continuei enrabando-a até gozar. Ela já estava tendo o seu quarto orgasmo massageando o seu clitoris. Depois foi a vez de Carlos, com alguma dificuldade, conseguir penetrar o cu de Lucia. Mas ela não aguentou muito tempo e ele ainda não tinha gozado. Lúcia chupou o pau dele, pegou o gel e lubrificou o meu cu e colocou o pau de Carlos na minha entrada traseira. Doeu um pouco no inicio, mas fui me acostumando principalmente com a habilidade que Carlos demonstrou em comer um cu. Ele acelerou um pouco as suas estocadas e acabou gozando, enchendo-me de esperma. O meu pau ficou duro novamente com isto e Lúcia me aliviou com uma bela chupada que me fez gozar

Jogando Com a Amiga Da Namorada – Verdade Ou Desafio 4

Continuação… Depois de ser desafiada pela amiga a receber o entregador de pizza sem roupa e desafiar-a a fazer o mesmo, fiquei extremamente excitada e o cheiro de safadez pairava no ar. Lee estava completamente nua e desejava fazer sua amiga perder completamente o controle. Apesar de demonstrar grande desejo e estar um pouco animada pela bebida, Helen ainda exibia momentos de medo em fazer algo tão safado. Lee: Vou tirar sua camiseta e ficar peladinha para receber a pizza comigo. Helen: Amiga, não tenho coragem, tenho medo, e se o entregador me conhecesse? (embora seu corpo demonstrasse o desejo e o desejo de fazer isso) No momento, recebi uma mensagem do aplicativo informando que a pizza havia sido entregue e que levaria alguns minutos para o entregador chegar em nossa sede. Ao receber a mensagem e com a insegurança de Helen, me veio um minuto de calma, pois iria deixar minha namorada receber um entregador em nossa residência, totalmente nua. Também fiquei com medo de que o entregador conhecesse a gente, pois tinha alguns amigos que faziam este tipo de entrega. Além disso, poderiam marcar o nosso endereço, contar para outras pessoas ou até fazer algo com a Lee enquanto eu estava trabalhando. Muitas coisas começaram a surgir na minha mente… Apesar de sentir muita vontade de exibir minha namorada e ver minha amiga se exibindo, os riscos eram maiores, então resolvi pedir para mudarmos os obstáculos… Lee, é extremamente perigoso, pois pode ser alguém conhecido e ainda pode marcar nosso endereço. Podemos modificar esses obstáculos, seria vantajoso usar uma camiseta, como a da Helen, para que não fique tão evidente… Quando começamos a revelar nossos desejos em público e até mesmo nossos relacionamentos com outras pessoas, concordamos que ela não faria isso com um conhecido ou amigo nosso. As exibições sempre foram pontuais e para pessoas aleatórias que não nos conheciam. A única exceção foi Helen, que era uma das melhores amigas de Lee. Depois de eu argumentar, Lee, com uma aparência de safada e muito sensual, veio em minha direção e se aproximou de mim. Ele se abaixou, colocou a mão no meu pênis e começou a me provocar. Lee: É claro que não quer nós duas nos exibindo para o entregador, mas imagine se o Marcos vier fazer isso. Marcos era um amigo de longa data que trabalhava como entregador e costumava se divertir com a Lee durante churrascos e festas, sempre demonstrando interesse nela e ela adorava provocá-lo. Lee sempre comentava que ficava olhando para sua bunda e os seios enquanto estava de biquíni ou quando a via na rua. Ele disse que até já fez alguns elogios ao seu corpo, dizendo que sou um homem de muita sorte. Então, ela, com a mão no meu pau, continua me provocando… Lee: Imagine se ele vier até nós, Helen e você, e observe todo meu corpo, minha bochecha e, em seguida, conte para todos no estádio que viu sua namorada e sua amiga nuas, e que você estava com nós duas… Ele ficará maluco e não terá controle sobre isso. Neste momento, ela apertava meu pau e alisava. Deixe eu me exibir peladinha, não é? Vamos enfrentar este perigo, pode ser que nem seja ele… Seu pau está me falando que você quer… Você quer que seus amigos saibam que sua namorada é uma vagabunda… Apesar de ter muito medo, pois pensei em como isso poderia acontecer na cidade e todo mundo saber de nossas aventuras, ela sabia meu ponto fraco, como sentia tesão ao ver uma vagabunda safada. Helen: Não vou ficar peladinha, eu fico assim de camiseta, mas não tenho coragem de ficar peladinha… Olá Lee, quero ver se terá coragem de ficar peladinha, mas tem que parecer um erro. Helen abre a porta só de camiseta e recebe o entregador. Fica no quarto até o dia em que o entregador chegar. Se for um conhecido, você aparece de camiseta, mas se for um desconhecido, poderá vir peladinha, deixar ele ver rapidinho, fingir que não percebeu que ele estava ali e se cobrir para voltar para o quarto. Lee: O jogo era eu e Helen peladas, então, depois, terei o direito de punir cada um de vocês. Você ficará escondido no quarto, vamos deixar um celular filmando tudo e só vai poder assistir depois. Lee tinha terminado de dizer e o interfone tocou. Colocamos o celular e filmamos. Helen atendeu e deixou o entregador subir. Enquanto isso, eu e Lee fomos para o quarto e deixamos a porta entreaberta. Enquanto isso, Lee me instruiu a me sentar na cama e ficar quieto. Enquanto isso, continuei pelada e acariciando minha bocetinha, como se estivesse com muita excitação. Em seguida, ouvimos Helen abrir a porta e chamar o entregador para entrar e fechar novamente. Ele olhava atentamente pelo vão da porta, esfregando minha bocetinha e me fitando com uma expressão que já conhecia. Como se quisesse aprontar, eu não conseguia enxergar nada. Eu ouvia Helen conversando com o entregador, mas não conseguia distinguir quem era. Lee: é o Fernando, aquele da academia. Você se lembra de que te contei que ele costumava cantar e exaltar meu corpo, causando ciúmes em você? Max: (sussurrando): Lembro (Eu não conhecia Fernando, ele fazia academia na mesma academia da Lee, mas ela sempre me dizia que era um cara de pau e ficava cantando ela, o que me deixava com ciúmes, mas, às vezes, na hora de nos transar, ela me contava como ele a cantava e isso me dava tesão. Ela sabia que, de certa forma, sentia tesão em saber que ela era tão desejada) Ela, com uma cara bem safada, chega perto de mim e começa a me provocar novamente, sussurrando no meu ouvido… Lee: Vai me deixar sair peladinha para ele me ver e ficar com mais vontade ainda de me comer? Eu desejo deixar ele com vontade de foder sua namorada, mas não será capaz. Por favor, permita que eu mostre minha bocetinha para ele?