Categoria: Masturbação

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Rapidinha com o desconhecido na lanchonete

Olá, sou Safira, tenho 26 anos e conto um dos melhores sexos da minha vida. Desde criança, morei fora de casa porque estava fazendo faculdade em outra cidade. Não vou relevar a cidade porque sou pequena e se eu falar, alguém da cidade de linguarudos descobrirá e falará para os meus pais. Recentemente fui fazer uma prova em outro estado e comprei uma passagem de ônibus. Vi que era quase 13 horas de viagem e decidi vestir um vestido confortável. Tive uma briga com meu namorado e acabei terminando o namoro. Descobri que ele traiu uma colega de trabalho e, mesmo triste, decidi fazer a prova. Mal sabia que essa viagem me renderia a melhor foda da minha vida. O ônibus parou em uma lanchonete e eu comecei a conversar com um homem gostoso. Ele parecia ter uns 30 anos, era forte e malhado. Fiquei olhando para ele e decidi escrever meu número de telefone para que ele pudesse conversar durante a viagem. Entreguei o papel e fui para o banheiro. Quando percebi, ele me seguiu, entrou no banheiro e fechou a porta. Sem falar nada, começamos a nos beijar. Ele me pediu para chupar a rola dele. Eu amo chupar rolas e sou boa em chupar rolas. Eu obedeci e pude ver uma rola grande de 18 cm dura e gostosa. Comecei a chupar e disse a ele para chupar rápido porque o ônibus ia sair. Ele me coloca de 4 e começa a me fuder com força, batendo na minha bunda e me chamando de gostosa, eu começo a gemer e implorar pra ele ir mais rápido, e parece que meu corpo está ficando molinho. Depois de 8 ou 10 minutos de sexo intenso, ele muda de posição e pede para empinar mais um pouco, e eu fico como uma boa puta, e ele disse que vai gozar dentro de mim, sem pedir. Depois que ele goza, ele tira a roupa e sai. Eu fico no banheiro, coloco uma calcinha e um vestido e volto para o ônibus feliz e feliz.

Minha filha enlouqueceu! Real e absurdo

Meu nome é Devair e tenho 52 anos. Tenho um corpo castanho claro de 1,77m de altura e cabelos mesclados de pretos e brancos. Após 30 anos de casamento, minha esposa decidiu se separar e, atualmente, estamos separados por três meses. Ela abandonou tudo e foi morar com outro homem. Acredito que ela me traía, uma vez que foi direto morar com ele. Temos uma filha, Samara, de 29 anos, casada, que mora na cidade vizinha. Ela vem a nós a cada quinze dias para passar o fim de semana com a gente. Às vezes, ela vem com mais frequência. O marido é médico e faz plantões longos ou viaja para congressos e simpósios. Ela aproveita para nos visitar mais vezes. O meu genro, por outro lado, diz que está muito ocupado. Já pedi para ela não se preocupar com isso, uma vez que é algo que ocorre entre mim e a mãe dela e não há mudanças significativas significativas entre ela e mim. Ela admite que irá visitar a mãe, mas prefere passar o fim de semana em casa, uma vez que não aprecia o padrasto. Ela prefere ficar comigo, pois sempre foi apegada a mim, até na fase adulta. Agora, quer me levar ao cinema, aos barzinhos do shopping? É muita atividade para um senhor que só queria ficar em casa no sofá. A história que desejo relatar está completando duas semanas. Sinto-me um pouco constrangido ao relatar, mas, tendo adquirido o hábito de ler as histórias postadas aqui, acreditei que escrever e publicar aqui poderia aliviar um pouco a pressão que sinto em relação a certas ou erradas questões. Samara chegou na sexta-feira por volta das 19:00 horas. A minha residência é bem organizada, pago uma faxineira para limpar a casa toda sexta e, como sou sozinho, nada fica desorganizado. Resolvi pedir uma pizza, pois sei que Samara adora. Comemos e fomos para a sala alimentar nosso vício em novelas. Aproximadamente às 23:00 horas, Samara foi tomar um banho e, aproximadamente quinze minutos depois, ela me chamou. – Pai, perdi a toalha. Pegue-a na minha bolsa! Normalmente, ela desfaz a bolsa quando chega, mas, neste dia, ela esqueceu. Fui ao banheiro e peguei a toalha. Ocorre que o meu banheiro é grande e não é possível entregar a toalha sem entrar nele. Ao entrar, vi minha filha nua. Isso me deixou envergonhado. Samara é muito bonita, tem a pele branca e os cabelos castanhos médios. Tem seios grandes e de volume bonito. Tem quadril médio com coxas grossas e um bumbum bem redondinho. Ela costuma frequentar academias e, acredito, isso a explica o seu corpo. Ela percebeu o meu desarranjo e, tentando manter-me tranquilo, disse: – O que foi o pai para eu estar tão feia? – Não, filha, você está linda. É que está pelada, certo? Não vou ficar olhando! – Meu pai, não se importa com isso, pode olhar! Ao sair do banheiro, fui tentado a olhar novamente. A primeira vez que olhei ao entrar no banheiro foi normal, sem maldade alguma, mas nessa segunda vez foi diferente. Parecia que via cada detalhe do corpo bonito e belo. Fechei a porta e saí pelo corredor com o pinto duro. Achei muito errado olhar minha filha daquele jeito. Fui para o quarto com os pensamentos alterados. Coloquei o short do pijama e a camiseta. Arrumei a cama para deitar e dormir. Samara entrou no quarto pedindo um favor. Quando olhei, a visão foi de tirar o fôlego. Samara estava enrolada na toalha. O volume dos seios se destacava e a toalha malemá cobria o bumbum. Ela estava com um creme na mão e pediu para eu fazer uma massagem nela para relaxar. Eu engoli seco nessa hora. Ela deitou-se na cama de costas para cima e soltou a toalha, deixando o quadril dela coberto. Comecei a massagear as suas costas e ombros de forma suave, dizendo que era o que ela precisava. Acredito que se passaram cerca de 5 a 10 minutos desde que ela solicitou que eu fizesse no quadril e nas coxas. Ela pediu isso e puxou a toalha, ficando completamente nua diante de mim. Logo percebi que aquilo não era normal. Ele tinha alguma intenção com aquilo, mas, fraco, não resisti à tentação. Comecei a massagear seu quadril, passando pelo bumbum e depois pelas coxas. Era uma delícia tocar tudo aquilo. Os gemidos dela, então, eram absurdamente excitantes. Meu pau endureceu tanto que chegou a doer dentro do short. Em seguida, ela se aproximou e pediu para fazer na coxa toda. Que visão maravilhosa. Comecei a massagear as coxas observando aquele “capô de fusca lisinho”. Dava vontade de experimentar. Lutava comigo mesmo para não dar a mão ali, era errado aquilo, mas não conseguia parar e dar um basta, era impossível. Ela abriu a perna, pegou minha mão e colocou na buceta dela. E, enquanto segurava minha mão por toda a buceta, disse: – Pai, é aqui que eu mais preciso! Continuei, fazendo o que ela pediu e, logo em seguida, minha mão ficou molhada e ela gemia. – “Isso, meu pai, não cessa. Continua!” – “Vá para cima para que eu possa pegar no seu pênis!” Nesse exato momento, o meu pênis começou a se contrair dentro do short, mas tentei parar. – “Samara, não devemos prosseguir com isso, vamos parar!” – disse, mas não tirei a mão da bucetinha dela. – Pai, não deixe de vir aqui! Ela se levantou e puxou-me para perto, o que me fez ficar mais próximo. Ela enfiou a mão no meu short, pegou no meu pau e o tirou para fora, segurando-o com força. – Nossa, como está duro! Que delícia! Decidi prosseguir. Foi tão prazeroso que desejei que ela continuasse. Aumentei o carinho na bucetinha dela e ela gemeu firme segurando minha rola. – “Pai, ponha-o em mim, eu quero muito!” Não conseguia mais controlar minha vontade de meter nela. Senti tanta vontade de meter nela que tirei o short e a camiseta

Meu pai e eu na piscina – continuação 3

Antes de prosseguir, é chato, mas vou escrever algumas linhas de explicação. Peço desculpas. O que contei nos primeiros e no segundo conto é real, mas não sou escritora. Estou escrevendo como se estivesse narrando o que ocorreu, como se estivesse assistindo à cena. Estou curtindo muito fazer isso. Há aspectos que julguei desnecessários de serem descritos, uma vez que, com a sequência do conto, tudo seria explicado, sendo correto ou não minhas ações. O que ocorre é que, por ser livre de preconceitos sociais ou religiosos, tenho minha própria perspectiva sobre o que ocorreu. Para mim, sempre foi normal e prazeroso ver meu pai olhando minha bunda e todo o meu corpo e despertando desejo, o que vem de longa data. Ele mesmo me disse que batia muitas punhetas pensando no meu corpo e, ao ter relações sexuais com ele, não via isso como um “bizarro”, mas sim como algo maravilhoso. Para finalizar, gostei, estou adorando e sinto muito prazer ao fazer isso. É claro que sou educada e respeitosa, mas o que aconteceu comigo me fez perceber que posso ser uma mulher diferente e ter uma vida que me traga muito prazer, pois a vida é curta e passageira. O primeiro episódio foi um evento inesperado, talvez inevitável, mas não planejado. O segundo episódio foi planejado para ter a certeza do que eu queria para minha vida e se o próximo passo que tomaria não me traria arrependimentos, o que até aquele momento eu não havia tido e nem tive. O terceiro episódio é este, onde vou relatar o que ocorreu e as surpresas que tive neste momento. A partir de agora, acredito que não será necessário me aprofundar em explicações sobre o que aconteceu ou por que deixei acontecer. Concluo dizendo que as coisas ocorrem de forma rápida e de forma muito fácil, seja por um destino ou outra força externa, ou seja, isso, de certa forma, me causa maior preocupação, mas também me agrada. É para isso que estou aqui, portanto, vamos ao relato deste conto. Embora concorde que uma traição não é uma conduta adequada, considerei melhor conversar com Daniel e solicitar o divórcio. Na verdade, não tinha a intenção de me separar, mas, para ser mais justa com ele, seria mais adequado me afastar e viver de forma independente, sem ter a sensação de estar prejudicando Daniel. Na sexta-feira seguinte ao jantar do sexo, decidi conversar com Daniel. Estávamos na sala e disse a ele que estava querendo me separar. Ele, com um ar de preocupação, questionou-me o motivo. Informei-lhe que estava enfrentando uma mudança pessoal e desejava ter a liberdade de me relacionar com outros homens. Vou resumir de forma bem clara toda essa conversa. Não vou conseguir resumir tudo. Após ponderações de um lado e de outro, Daniel disse para ouvi-lo. – “Alessandra, cometi erros que não contei. Quando sua mãe faleceu, você quase surtou e entrou em depressão. Confesso que traí bastante você com outras mulheres, pois precisava de sexo e não estava conseguindo. Em seguida, permaneci por mais um tempo, pois estava gostando, mas, por fim, parei por conta própria.” Só agora tenho a coragem de lhe contar. – Você deseja se separar de mim porque não me ama mais e deseja ter um novo relacionamento, ou, por não estarmos transando tanto, você deseja fazer sexo com outros homens? Fiquei surpreso com tudo isso. Na verdade, travei nessa hora. Ainda sinto sentimentos por Daniel. Se é amor, não sei dizer, mas tudo está confuso com essas novas experiências que tive. O fato é que o assunto com meu pai não é apenas sexo. Gostaria de continuar com Daniel, mas também queria ter sexo livre com meu pai. Pedi o divórcio por respeito a Daniel e para tentar ser o mais correta possível. Confesso que a revelação de que Daniel havia me traído causou-me grande impacto, não por causa da traição, uma vez que eu também o traira, mas sim por ele não ter me contado e achar que não era necessário, uma vez que já havia parado com as traições. Em nenhum momento, pensei em manter Daniel transando com outro em segredo, mas, de qualquer forma, iria contar para ele. Disse a Daniel que havia sido traído por ele e, por isso, desejava o divórcio para poder ter relações sexuais com outros homens com mais liberdade. – Entendo, você me traiu, teve relações sexuais com ele? Naquele momento, gelei e o meu coração quase parou. Será que ele teve a percepção do que aconteceu com meu pai, como eu sabia? Fiquei completamente sem reação. Ele, percebendo que eu estava totalmente sem reação e tensa, continuou: – Há muito tempo percebi como seu pai olha e como você reage, então eu sabia que algo poderia acontecer. Pelo visto, aconteceu, certo? Fiquei chocada e nervosa, deixando claro para ele que estava pedindo a separação e que estava certo. A calma com que Daniel estava se pronunciando também me deixava assustada. Fiquei em silêncio e ansiosa. – Alessandra, fique calma, permita-me dizer a verdade! Nervosa e com a voz tremula, disse-lhe exatamente o que havia dito. Ele se levantou e foi à cozinha, trazendo-me um copo de água. Tomei-o completamente assustada com aquela situação. – Bem, conte-me como foi, não se envergonha! Por gentileza, informe-me sobre isso. Se você está estranhando essa conversa, imagine que, de um pedido de divórcio, a conversa estava tomando um rumo totalmente diferente. Sou sincera, estou sendo fiel ao que conversamos, sem tirar nem pôr, estou contando a verdade, mas de forma resumida. A expectativa era de que ele gritaria e esbravejaria, o que seria constrangedor, o que, normalmente, aconteceria em situações como essa, mas, ao contrário, ele parecia estar resignado com aquilo. Não sabia como lidar com aquela situação, então comecei a narrar como tudo aconteceu na piscina com meu pai. À medida que ia contando e desenrolando, fui acalmando-me e novamente tomando as rédeas do momento. Assim como contei a vocês no primeiro conto, fui

A irmã da minha esposa!

Olá, meu nome é Carlos e tenho 43 anos. Tenho 1,80m de altura, cabelos pretos, sou magro e tenho um pouco de barriga. Tenho uma união estável de 20 anos. Minha esposa tem 40 anos, é magrinha e tem 1,68m de altura. Tenho uma filha de 18 anos. A situação ocorreu quando minha cunhada, Suzy, de 27 anos, irmã mais nova da minha esposa, branca, com 1,75m de altura, cabelos castanhos claros, seios entre pequenos e médios e quadril mediano, ofereceu-lhe um curso motivacional. Ela passaria três dias em um retiro. Durante o retiro, tive uma semana bastante atribulada e agitada no serviço. Suzy me deu a oportunidade de escrever três cartas que seriam entregues à minha esposa durante os três dias de retiro. Escrevi duas frases bem simples e mandei para ela, mas não pude escrever a terceira, pois estava muito apertado no trabalho e sua insistência me deixou muito irritado. A minha esposa foi ao retiro na sexta-feira, mas a irmã dela ficou incomodando-me, o que me fez ingratidão. Sábado, estava trabalhando e ela tentava me ligar e enviar mensagens extremamente chatas. Um dia de trabalho pesado. Cheguei em casa e vi minha filha se arrumando para ir ao shopping com as amigas dela. Desde então, ela não está mais em casa. Tomei um banho, abri uma cerveja e sentei-me no sofá. Um descanso merecido. Minha filha me beijou e saiu para o passeio. Meu celular tocou e era Suzy a chamar a minha atenção. Disse que estava organizando as cartas do domingo e que faltava apenas a minha. Disse que iria buscar, mas não tive tempo de dizer que não havia feito e ela desligou-se. Abri outra cerveja, peguei uma folha de sulfite e uma caneta e sentei-me na cadeira da cozinha para tentar escrever algo. Nesse momento, escutei uma batida no meu portão. O portão é todo fechado e não era possível ver quem era. Mal abri, Suzy entrou, falando pelos cotovelos, me criticando e invadindo a casa. Ela perguntou da minha filha e eu disse que ela havia saído. Fiquei hipnotizado com a roupa que ela estava usando em casa e, de certa forma, atazanou-me. Ela usava uma sainha bem molinha que chegava ao meio das coxas, pouco abaixo do joelho. Não sei o tecido ou o modelo, uma blusinha de alcinha larguinha e, visivelmente, sem sutiã. Era uma tentação enorme. Que coxas lindas e sexy ela estava. Meu pau foi endurecendo ao ver aquela roupa. Ela estava dentro da sala, próxima à porta, quase encostada na parede. Meu pau ardia ao extremo. Aproximei-me dela e, de imediato, a abracei e beijei a boca dela. Quando soltei, ela disse “Carlos, o que é isso?”. Então, voltei a beijar, agora enfiando a língua na boca dela e, por um breve momento, rocei a língua dela. “O que está fazendo, Carlos, porque fez isso!” Eu estava sem entender, vestido apenas com um short curto e regata. Enfiei uma mão dentro do short e tirei o meu pau para fora enquanto segurava a mão dela. “Por isso”, apertei a mão dela no meu pau, que estava duro, mas não deixei ela reagir e beijei-a novamente, enfiando a língua novamente na boca dela. Não sei se foi por impulso ou surpresa ou os dois. Ela segurou minha rola e eu movimentei a mão dela. Não demorou muito e fui puxando-a para o sofá, que estava próximo. Quando encostou no sofá, ela se sentou-se. Sem esperar, passei as mãos em sua coxa e inclinei o corpo em cima dela. Ela tentou evitar o beijo, mas as minhas mãos já estavam na calcinha dela e, sem sequer perceber, puxei-a para baixo. Não sei se foi por susto, surpresa ou outro motivo. Em nenhum momento, ela me empurrou ou tentou me puxar. Talvez, por não ter dado tempo ou espaço para que pensasse, consegui tirar a calcinha dela com uma facilidade incrível, o que me deixou surpreso. Avancei o corpo e voltei a beijar. Puxei o corpo dela para que se sentasse no sofá. Ela se deitou e, ao se deitar, abriu as pernas. De imediato, desci e dei uma chupada saborosa na buceta rosada dela. Tinha apenas um pouco de cabelos castanhos na testa. Nunca ouvi tanto o meu nome quanto naquela hora. Enfim, ela começou a gemer delicadamente e colocou a mão na minha cabeça. Sua bucetinha parecia um rio, de tão molhada. Subi e passei a cabeça da minha rola no buraquinho da bucetinha dela e penetrei forte, empurrando tudo para dentro. Ela não resistiu. Comecei a bombear firme e ela gemia docemente, sem dizer mais nada. Deitei-me sobre ela e beijei-a. Fui ao ouvido dela e perguntei: – Você é muito gostosa, posso meter dentro da sua buce Esperei o meu pau parar de pulsar e saí de cima dela. Disse-lhe que iria escrever um recadinho para a irmã dela e ela já levaria. Ela estava calma, parecendo meio apavorada com tudo. Disse apenas que iria ao banheiro se limpar. Se levantou e foi ao banheiro. Eu ajeitei o meu pau dentro do calção e me sentei na cozinha para escrever um recadinho na folha de sulfite. Ela saiu do banheiro e chegou perto de mim. Eu estava dobrando a folha. Levantei-me e entreguei-a para ela. Ela ficou olhando-me e perguntou o que havia acontecido comigo para fazer tudo aquilo. Nessa hora, engoli seco. Respondi que ela estava tão bonita vestida daquela maneira que não consegui me conter. Ela me observou por mais alguns instantes e chegou perto de mim, o que me surpreendeu bastante. – Ainda não tenho calcinha, quer aproveitar um pouco mais? Eu nessa hora fiquei totalmente sem reação, não esperava isso, meu pau por conta própria endureceu todo, ela pegou no meu calção e tirou meu pau para fora e segurou fazendo o movimento para cima e para baixo, dei um beijo gostoso de língua nela, ao terminar o beijo ela virou de costas e ergueu a saia mostrando aquele bumbum lindo, coloquei

Chantagem

Chantageado pelos meus amigos. Olá, claus. Tenho 46 anos e sou casado com Ana. Há mais de vinte anos, estamos casados e, neste período, nunca houve qualquer tipo de traição por parte das partes. Tenho plena convicção disso. Certa vez, estava numa entrevista de emprego. Cheguei quase no horário, mas a recepcionista disse-me que o encarregado já havia escolhido alguém para preencher a vaga. Quando perguntei se era eu, ela foi verificar no sistema e, por sorte, era meu nome. A recepcionista informou-me que teria que conversar com o encarregado às 16 horas, uma vez que este teria que fornecer-me todos os requisitos necessários para a minha atividade. Era 11 horas da manhã e minha residência está a mais de 49 quilômetros do centro. Dessa forma, decidi permanecer no centro até o final da manhã. Fiquei perplexo até que decidi ir a um cinema. Procurei por um que apresentasse um filme de qualidade, mas, naquele horário, não havia nada de especial, apenas cinema porno. Entrei no cinema e, logo em seguida, um jovem sentou-se ao meu lado. Parecia um homem mauricinho. Ele estava bem arrumado, era bem bonito e tinha uma cara de macho. O filme narrava uma história de traição na qual a esposa do homem estava fudendo com dois homens na cama do corno… O filme foi passando e, de repente, o meu pau despertou. Fiquei socando e o homem ao meu lado colocou a mão em cima e abriu a calça. Ele logo abocanhou e permaneceu ali mamando. Nesse exato momento, sinto um toque no meu ombro, eram dois amigos meus… Tirei o pau da boca do cara e o levantei. Ele saiu do cinema apavorado. Realizei o meu compromisso e retornei para casa. Às 20 horas, pouco antes de Ana chegar, recebi um vídeo… Era eu quem o dirigia. O homem estava chupando-me no cinema… No final do vídeo, a mensagem seguinte… Daí, meu amigo, Claus. Como está você? Gostaríamos de tomar cervejas… Quem sabe, hoje, possamos beber algumas, e, é claro, por sua conta. Estou à sua espera num bar próximo à sua residência às 21 horas. Verifique se pode comparecer ou eu vou-lhe dar um abraço e levar as cervejas. Depois, eu, Valdir e Ana vamos assistir a um vídeo muito interessante. Estou a sua espera. Tentei reagir, mas ele não atende mais o telefone. Peguei a carteira e disse à Ana que teria que sair, pois haveria uma entrevista para segurança noturna e o chefe só atenderia após as 22 horas. Dei um beijo e disse que não seria para me esperar. Peguei a minha motocicleta e fui à queima de asfalto. Quando cheguei ao bar, estavam presentes Júlio e Valdir. Julio se aproximou para me cumprimentar e eu disse de imediato: “Meu nome é Julio!” Qual será o procedimento a ser adotado? Estou tranquilo, Claus. Dessa forma, passei este vídeo para mais dois amigos que ainda não te conhecem. O que você quer, meu filho? Tem dinheiro? Não estou disposto a ir diretamente ao ponto… Sem muita conversação. Gostaria que você fizesse o que o garotão estava fazendo com você. Não, disse-me. Ele disse, alterando a voz. Gostaria que nos convidasse para irmos à sua residência e deixássemos-me seduzir a sua esposa. Enquanto eu estiver no quarto, você ficará na sala com o Valdir. Não havia como escapar desta armadilha e o único jeito seria Ana não aceitar. Chegamos à minha residência com dois fardos de cerveja, quando Ana apareceu e deu três beijos nos rapazes. Ana manteve uma conversa e disse que eles não apareciam há muito tempo. Julio anunciou que, a partir de agora, ele poderá comparecer com mais frequência. Julio retirou uma bebida da bolsa de Ana, uma mistura de soda e vodka. Ana agradeceu e começou a beber. Ana estava embriagada e bastante empolgada com os rapazes. Achei estranho, mas Valdir disse que sentia tesão de vaca na bebida. Ana estava diferente e cheia de charme com os três quando Julio pediu para Ana ver algumas imagens do passado. Ana disse que sim, mas estava no quarto e saiu para buscar. Julio foi atrás dela e fechou a porta… Passaram-se cinco minutos e já era possível ouvir gemidos. O homem já estava fudendo a Ana. Valdir solicitou que eu retirasse a roupa e permanecesse apenas de cuecas na sala. Fiz o que ele pediu e logo ele me deu uma bebida que estava na sacola. Logo me ofereceu um produto para cheirar e, a partir daí, o desejo tomou proporções alarmantes. Valdir disse que eu deveria bater nele. Neguei, mas ele disse que eu deveria fazer, caso contrário, divulgaria o vídeo. Imediatamente, aproximei-me dele e, com receio, peguei o pau dele. Julio saiu do quarto e me conduziu. Fui em direção a Ana, enquanto Julio gritava: “Eu, eu, eu”, cara. Qual é a sua pergunta? Estou com a minha gata aí,sai daí meu… E faz o seguinte,vai no bar e busca uma carteira de cigarros pra nós. Julio disse eu: cara só quero falar com a Ana. Não! Não vai falar não. Porra cara,está história está indo longe demais. E Julio: você acha? Sim acho,e bom vc parar por aqui meu. E Julio disse: ok,ok claus,então vamos fazer o seguinte: Entra no quarto e pergunta pra Ana se ela quer falar com vc. Me levantei e entrei no quarto. Ana,Ana meu amor. Você está bem… Desculpa meu amor… Perdão… E Ana se levantou me olhou e disse: Claus claus claus,eu estou adorando muito tudo isso…. Que presente meu amor… Que presente vc me deu… Ana,não te dei nada… Sim amor eu sei,o Júlio deu e deu muito bem… Então eu fiquei paralisado com aquilo e nisso Julio entra e fecha a porta. Claus vc vai fazer o seguinte: Senta na cadeira e fica olhando como se faz… Julio a Ana começaram se beijar e Ana foi agarrando ele e se grudou em seu pau e mamava feito uma cadelinha,e eu grito: Ana Ana você nunca fez isso

Minha esposa passou três ou mais noites com meu amigo.

Minha esposa passou três ou mais noites em minha residência com um amigo. Olá a todos, tudo certo? Meu nome é Claus e estou casado há mais de 20 anos com Ana. Ana é uma mulher belíssima de 47 anos, de cor clara clara, possui um metrô e pesa 65,58 quilos. Tenho 48 anos, sou atlético, 1 metro e 77,79 quilos. Tenho 12 cm ereto. Nossa residência é bem legal, tem piscina e segurança 24 horas. Há câmeras espalhadas por tudo e algumas discretas que até mesmo Ana não tem conhecimento. Certo dia tive que viajar por três dias e ficar em um hotel. Sempre ligava para ela à noite, mas, antes de ir, fazia uma brincadeira erótica com Ana. Disse para ela que, quando eu estivesse trabalhando, chamaria alguém para ficar com ela… Tudo inusitado. Entretanto, devido à necessidade de me ausentar com urgência, fiquei com a “pulga atrás da orelha”. Eu insinuava que ela chamava Valdir, meu amigo de sempre, e ela gozava muito. Mas, como falei da ” pulga atrás da orelha”, fiquei imaginando o que ela faria na realidade. Após ela ligar,eu imaginava que ela tivesse ele na minha cama, besteira minha… Será que é isso? Após desligar o telefone, eu ligava para Valdir. Então, Valdir, como está você? E ele sempre respondia que estava bem e rebatia a questão para mim. Eu me esforçava para ouvir e compreender onde ele estava, mas sempre havia ruídos de veículos, pratos, conversas, enfim, nunca o vi entrando em minha residência. Contudo, solicitei ao Júlio outro amigo que passasse em minha residência para conversar com Ana por pelo menos cinco minutos, e ele o fez durante os três dias seguintes. Assim, fiquei tranquilo ao saber que Valdir não estava presente, e que Júlio a visitava todos os dias para ver como ela estava. Ele me ligava quando eu chegava e, cinco minutos depois, me ligava avisando que estava tudo bem e que já estava saindo. Ana não sabia que eu tinha pedido para Júlio vigiar ela, pois, se ela desconfiasse, eu ouviria muitas merdas ditas por ela. Viajei no dia 6 e voltei no dia 9, mas houve alguns problemas que me obrigaram a permanecer por mais três dias. No terceiro dia, lembrei que tinha as câmeras escondidas e pedi para a companhia de segurança passar o código para que eu pudesse monitorar. A empresa me pediu duas horas e logo me informaram como entrar no sistema. Assim sendo, eles me deram o código e me informaram que eu poderia monitorar meu celular e acessar vídeos de dez dias anteriores pelo sistema deles. Assim que entrei no sistema, comecei a examinar os vídeos salvos… Começarei a contar a partir do dia 26,8 da manhã… Dei um beijo nela e parti. Às oito e 55, Ana atendeu uma ligação e seu rosto estava repleto de alegria e euforia. No 9 e no 30. Júlio chega de carro na minha residência. Ela o encontra na porta e olha para os lados procurando por algo. Júlio vai ao banheiro, onde não há câmeras. Júlio deixa o banheiro sem uma camisa. Júlio agarra Ana pelas costas e dá um beijo em seu pescoço. Ele segura as costas dela e logo levanta seu belo pênis sem esperar muito. Ela rebola como uma mulher desesperada por sexo. Júlio a coloca em cima da mesa de jantar, levanta suas pernas e a mete por mais de 20 minutos. Em seguida, ele a pega no colo e a leva para a sala. Lá, ele a coloca de quatro, passa um gel e começa a enfiar lentamente em seu cuzinho. Ele chupa com uma velocidade que me deixa inquieto. Ele não gritava, ela apenas gemia. Quando ele foi gozar, ele gozou nos seus peitinhos e ela espalhou tudo como se fosse um creme hidratante raro… Logo ele se gruda no pau dele, chupa com vontade e deixa o seu pau bem limpo. Ela lambe e sorri para ele, como se fosse o homem mais importante da Terra. Diz: Você é incrível, completamente diferente… Eu desejo-te sempre dentro de mim… Entretanto, Estava tímido,com ódio,com raiva,mas com tesão. Júlio ia até minha casa todos os dias após minha saída do trabalho. Júlio chega em casa às 12 horas e 30 do dia 06, quando eu parti. Ana estava de calcinha e ela havia servido um almoço saboroso, com vinho, sobremesa, arroz de forno e saladas… Depois, deitaram-se no sofá e ele meteu-a de costas… Eles permaneceram ali por um longo período… Dia 07 por volta das 20 horas: Júlio chega à residência pela segunda vez ao dia. Larga a sua moto na garagem e entra na residência. Ana estava tomando banho no banheiro. Julio pega o celular e liga, ri muito e aperta o botão. Eles estão bebendo e a campainha toca. Ela está surpresa e assustada quando ele entra e sai às 21 horas. No banheiro, não há câmeras. 21 e 20. Júlio vai pro meu quarto e se deita no lado em que eu durmo, mas se deitou pelado. Logo Ana aparece e se senta ao seu lado. Eles ficam no celular e foi quando liguei para ela: Oi amor,como vc esta? Nisso Júlio meche nó celular dele e surge um som,o som era de novela. Falo com ela e vejo ele chupando seus seios,seus não,meus seios. A conversa acaba e logo ligo pro Júlio: O celular toca e ele demora pra atender,mas nisso Ana liga uma gravação de buzinas nó trânsito. -dai Julião,tudo bem? E ele: sim,e vc? bem. Onde vc esta,disse eu. Ele: Claus estou no trânsito. E eu: a sim,estou ouvindo o barulho. E a Ana? Vc foi lá hoje? E ele: sim. Nisso vejo na câmera Ana chupando ele. E ela como está Júlio? Ele está bem. E eu disse: Júlio,eu vou ter que ficar até o dia 12,vc pode ficar indo lá? E ele: sim,sim,mas será se ela não vai desconfiar,digo isso pelo fato de estar indo todos os dias lá? E

A História de João e Joana! Capítulo 1

Joana era uma jovem sonhadora, com uma vida intensa e que conheceu João. João, ao contrário de Joana, não era tão sonhador, mas era uma pessoa inteligente. Era o único CDF da turma, o garoto de primeira carteira que se contentava com pouco. Joana se interessou por João, pois era bastante falante e gostava de se impor, de se expressar e de ser a bambambam. Ela tinha um defeito, não gostava do ditado que diz que Deus nos deu dois ouvidos e uma boca. Ela gostava de se expressar, e não de ser ouvida. Dessa forma, João era o rapaz ideal. Namoraram por dois anos e tiveram sua primeira relação aos 17 anos, algo que foi prazeroso para Joana, mas não é o mesmo para João. João demonstrava interesse por jogos eletrônicos, gostava de segurar a mão de Joana, mas detestava, por exemplo, encostar na sua bunda. Joana era mandona e dominadora, ditando o ritmo da relação. João aceitava ficar calado e submisso. Aos 18 anos, João se inscreveu no vestibular para direito, em uma famosa cidade de Curitiba, e seguiu para lá. Apesar de ser considerado inquieto, talvez o campo profissional de direito não seja particularmente a sua área de atuação, mas seria uma boa formação para se candidatar a um concurso público e ter uma vida de “estabilidade”. Joana, embora menos inteligente que João, mas mais sonhadora, passou em um vestibular concorrida para uma universidade federal de medicina. Embora se distanciassem, mantiveram a relação, ele em Curitiba e ela em outro estado. O relacionamento estava sendo bem-sucedido para ambos. João foi o único a suportar Joana. Durante o sexo, João resolveu experimentar coisas novas. Ele começou beijando o pescoço de joana, deixando-a arrepiada, depois desceu para os seios (de tamanho médio), depois para a barriga, até que deu uma puxadinha no umbigo dela. Em seguida, entrou em um oral delicioso que fez Joana delirar de prazer. Depois disso, João a beijou apaixonadamente, mordendo os lábios, algo que ele nunca havia feito. Antes de meter nela, saiu da posição tradicional de papai e mamãe e colocou a namorada de quatro, cravou firme, fundo e detalhe (sem camisinha). Namoravam há anos, sabiam que ela tomava anti e optou por fazê-lo dessa forma. Era algo surpreendente, João não era assim até então. Ele estava agressivo, voraz, bombeou dezenas de vezes, arrancou orgasmos múltiplos de Joana. Parecia algo sobrenatural, até que terminou por gozar dentro de sua namorada, que já estava cansada pela performance. A partir daí, o relacionamento melhorou ainda mais. Dizem que a distância é benéfica, certo? Talvez a coisa não seja tão simples assim. Em outro encontro, João apresentou uma mudança significativa em sua forma de se comunicar, demonstrando mais falante, deixando de conversar sobre games através de uma rede social com Joana (método de comunicação a distância) e começando a enviar nudes, demonstrando um comportamento cada vez mais agitado. Joana, embora fosse a dona do espaço, ainda pensava que era a dona do espaço. Não tinha dúvidas sobre a mudança de João, pois conhecia o homem que estava ao seu lado. Em outro encontro, João fez o mesmo, mas dessa vez foi mais agressivo, com tapinhas, puxões de cabelo (joana era morena), mordidas que deixaram marcas… Após castigar a namorada de forma dura, João a colocou na posição de frango assado, com as pernas em seu ombro, e “judiou” a namorada, bombando-a centenas de vezes, até Joana pedir “arrego”. Após o arrego, que durou pouco mais de cinco minutos, João foi direto e grosso ao dizer: EU NÃO GOZEI. Joana ficou surpresa com a performance e voltou às preliminares, mas desta vez joão beijou o rabinho, até então virgem e intacto. Depois de muitas queixas por parte de Joana, ela respirou fundo e disse: VAI SEM PENA. Joana chorou e gritou, mas, em nenhum momento, pediu para João parar. Ele demonstrava ter pena da namorada e solicitava que ela a retirasse, mas ela sempre negava e pedia mais e mais. Joana, do nada, viu seu namoro com o CDF se transformar num relacionamento forte e imponente, o sonho de toda mulher. Joana era dominadora e, talvez, essa postura do João não fosse a sua preferida, ou talvez não fosse o João que ela conheceu… Condicionada!

Procurando Cuckold

Sempre fui patricinha, menina de familia, discreta e comportada. Mas depois de algumas experiencias que ja contei aqui no site, passei a ficar viciada num negão e numa rola preta Estou procurando um corninho cuckold que curta uma loirinha entrando na pica de um negão. Quero alguem carinhoso, que me banque e me dê o lado afetivo. E que aceite que o lado sexual vai ficar na mão de um monte de macho [email protected] Quero mandar no meu corno, quero ser mimada e só fazer o que eu gosto. Quem for um cuckold obediente pode me mandar mensagem. nao adianta achar que vai me comer. nao, voce nao vai. Mas eu deixo voce assistir outros machos me comerem. É assim que vai ser Quero te contar como um monte de negros comeram gostoso a sua loirinha. E voce vai ficar so na punheta escutando. [email protected] Mas mande mensagem agora, porque estou entediada e se amanha eu tiver ocupada, não vou te responder mais. Pra voce já ir se acostumando a fazer as minhas vontades. Quero um corno branquelo, e um macho negro de pau grande pra eu chupar a pica na frente do meu cuckold. E adivinha quem vai pagar o jantar? Sou completamente viciada em chupar uma piroca de negão e meu corninho tem que aceitar isso Não sei explicar porque. Não tenho mais noção do quao pervertido isso é pra voces. Eu sou realmente uma menina normal e de familia no dia a dia Mas na cama eu sou completamente viciada e submissa em chupar a pica de um negão e ser fodida gostoso por um macho pirocudo Eu acho que nunca vou entender o quao pervertido é na cabeça de voces uma patricinha de familia se ajoelhar pra chupar a rola de forma submissa, mas é assim que eu sou e busco um corno que aceite isso. Sem me julgar e sem eu julgar seu lado corno Julgada so gosto de ser pra ser xingada e chamada de piranha rs Tenho tinder e não vou desfazer ele, se voce for um cuckold bonzinho, deixo voce me ajudar a escolher meus machos Estou entediada nessa tarde chuvosa, me mandem mensagens e sejam submissos a submissa kkk

Gang Bang no intercambio 4

O bikine fio dental está completamente enfiado na bunda, com saltos nos pés e cerveja nas mãos. Era assim que eu andava pelo quintal do King Kong, enquanto ele fazia um churrasco americano nas grelhas eletricas. Rebolando com força num bikine brasileiro, ao lado dos amigos dele. Sou a única mulher entre os homens. Eu era a única negra no grupo de recusados. Recebendo tapinhas na bunda, risadas e puxadas para sentar no colinho. Eram quatro machos e todos ali já haviam me comido. Realizava, de fato, as minhas maiores ambições de realizar o fetiche de ser a bitch da negada. Foram três meses de filmes pornográficos e uma viagem que marcou a minha vida. A [email protected] é uma brasileira de 20 anos, loira de Florianópolis, snow bunny ou coelhinha branca, como os niggas me chamavam, e vou relatar um pouco mais sobre o meu intercâmbio com a negada nos Estados Unidos. Se há uma coisa que as brasileiras têm e as estrangeiras não têm, é a bunda. Em geral, as latinas e negras apresentam quadril maior do que as branquelas. A visão de uma snow bunny branquinha com traços de brasileira despertava o desejo dos homens. Outro aspecto relevante eram meus bikinis. Bikine americano é um modelo fraldão que cobre toda a bunda. O fio dental é considerado um tabu na língua espanhola. Parece-me uma espécie de stripper, pois uma menina que usa fio dental é considerada uma piranha. Gostaria de ser considerada uma piranha. Ali no jardim, com a raba de fora, no meio dos machos, sentada no colinho, tomando cerveja. A vizinhança olhava-me com um olhar julgador. Nigga está de volta. O pedido de piranha foi negado. Era exatamente assim que todos me encaravam. Estava num bairro de negros, o que tornava a presença de uma branquela ainda mais tabu, ainda mais sendo uma bunny novinha com fio dental no meio dos homens. Senti o olhar de julgamento e desejo dos vizinhos sobre mim. Senti um olhar de vitória. É como se os homens da rua sentissem a impressão de que os irmãos negros estavam penetrando a loirinha dondoca. No fundo, sentia-me atraído pelo clima de piranha loirinha na mão da negada. Ele colocou um cordão de ouro no meu pescoço. Isso não era um presente, era uma posse. Isso significava que eu era a piranha dele. O Boss e a Bunny Bitch. A comunidade inteira tinha consciência disso e me respeitava por isso. Pelo menos mantinha os homens afastados, pois ninguém queria se envolver com a mulher do chefe. O churrasco estava em andamento quando um dos homens nos puxou pela mão para fumarmos algo dentro da residência. Confesso que, durante o meu intercâmbio na casa do King Kong, passei a maior parte do tempo chapada e a outra metade comendo pica. Em muitos casos, as duas coisas estavam juntas. Sentada no sofá, a fumaça e a onda batendo na cabeça. Os outros homens chegaram e eu já estava tímida e risonha, sem me dar conta de que estava de bikinezinho no meio de quatro black bulls que estavam prestes a meter a rola na coelhinha branquinha. Eu realmente vivia em um filme de sexo explícito. A minha memória não me permite mais narrar com clareza tudo o que aconteceu naquele dia. No entanto, em determinado momento, o homem que estava no sofá se aproximou e começou a me empurrar para baixo. Vocês têm consciência do motivo pelo qual… Enquanto o cachimbo passava pelas mãos e bocas dos meus negões, outra coisa passava pela minha boca. Grande, grosso e resistente. A mão do meu compadre apertou a minha cabeça, forçando-me a subir e descer naquela rola. Os vizinhos estavam certos, eu era a Nigga ́s Bitch daquela casa. Deitado no sofá, com uma rola preta na boca, percebi que outro homem estava se aproximando, beijando minha bunda e desenterrando o bikine do meu rabo. Ele apertava a minha bunda com as mãos e metia a mão na minha xota e no meu cuzinho. Eu estava completamente chapada de ervas e não conseguia compreender tudo ao mesmo tempo. Outras rolas surgiram na minha cara. Sentia muito tesão, achava-me uma atriz porno mamando três ou quatro caralhos pretos de uma só vez. Os xingamentos em inglês deixavam-me em um clima de filme pornô. Senti a força dos Niggas na minha cabeça, forçando minha cabecinha loira a engolir uma quantidade considerável de rola preta. Aquilo demonstrava uma total dominação. Uma mulher branca dondoca ajoelhada mama a piroca de um black bull. Pelo menos era isso o que alimentava os desejos na minha cabeça. O King Kong me deu um cachimbo para fumar mais um pouco. Ele queria deixar-me completamente chapada. Perguntou-me se eu havia apreciado o churrasco e a comida gratuita oferecida. Os homens rindo, todos chapados. Mas foi quando o King Kong falou que estava na hora de pagar pelo churrasco. Eu estava ajoelhada mamando a pica de um dos caras que estava sentado no sofa. O King Kong por tras de mim, foi se abaixando e beijando as minhas costas. Se encaixando como um touro negro atras de mim. Eu tava muito, muito chapada mesmo. Cheia de tesão com toda aquela putaria e com a cabeça viajando nas nuvens com toda aquela fumaça. Eu acho que demorei pra entender o que tava acontecendo. As risadas, o King King. Os caras me segurando mais firme. Um cara sentado no sofa, na minha frente, uma piroca na minha cara. A mão segurando firme a minha cabeça. Um gorila gordo se encaixando atras de mim. Um caralho preto se encaixando no meio da minha bunda. Foi assim que eu demorei pra entender o que estava acontecendo. A cabeçona preta forçando o meu cuzinho rosinha. Acho que eu já tava com metade da pica quando me dei conta que ele tava empurrando no meu rabo. Completamente dominada, chapada, cheia de tesão, mamando outra rola. Não era mais o fio dental, era um caralho preto enfiado na raba. A liorinha dondoca

Gang Bang no intercambio 2

Após chupar a rola do King Kong, segurando-me pela cabeça e dando uma surra na cara, fiquei pirada de tesão. Senti-me num filme pornográfico, mamando aquele caralho preto. Um negão dominador me segura a cabeça e me chama de bitch. Submetendo-me a chupar a rola preta dele. A Big Black Black Cock. Acho que o fato de estar nos Estados Unidos e do tarado me xingar em inglês, me levou diretamente para os milhares de filmes pornográficos que já havia assistido. Senti muito desejo de sentir essas atrizes loiras na mão de um negão daquele tamanho. Ele me xingava com gosto, costumava me chamar de Snow Bunny e enfatizava que eu estava chupando um caralho de um negro negro. Ele falava com tanto tesão com tanto revanchismo na fala dele, que eu estava completamente dominada por isso. Apanhando de pau na cara da forma mais pervertida que eu nunca tinha feito na vida. E estava adorando ser uma piranha atriz porno na mão do King Kong. Olá, eu sou a Bunny, tenho 20 anos, sou de SC, e vou continuar contando como eu fui completamente fodida e dominada pelos niggas da black street. Pra quem quiser um papo safado [email protected] – E pra quem quiser só saber o final da historia, vamos a ela… Num sofá velho, com um negão pesado em cima de mim. Eu desaparecia debaixo daquele mamute. Tava rolando um frango assado, em que só a minha cabeça sobrevivia pra fora do corpo do negão, e minhas perninhas em volta da sua cintura balançavam a cada pirocada que ele socava na minha bucetinha. Um caralho grosso, diferente dos que eu estava acostumada, minha xaninha de princesa se alargava pra aguentar tanta coisa dentro dela. A respiração quente no meu pescoço, os xingamentos na minha orelha, o sofá chegava a tremer tamanha era a fúria que o King Kong socava na sua coelhinha. Ele fazia questão de me chamar de coelhinha branquinha, fazia questão de perguntar se eu gostava de um preto me comendo. Nos EUA o racismo e segregação estão num nível 300 vezes pior que no Brasil. Eu sentia nos olhos dele, as taras mais profundas de comer uma branquinha. Era a conquista do Black Lives Matter enquanto o King Kong metia a pica na Snow Bunny que ele tinha acabado de capturar. Esses caras eram claramente caçadores de branquinhas, dava pra perceber a tara que eles tinham em levar a gente pro abatedouro deles. E não demorou pros amigos do King Kong começarem a sair dos quartos. Se sentando em poltronas pela sala, com as minhas amigas sentadinhas no colo de cada um. E todo mundo me assistindo sendo jantada. Um Black Bull enorme em cima de mim, cravando pica sem parar, minhas perninhas balançando, meus gemidos manhosa no ar e a galera em volta incentivando e batendo palmas. Os amigos dele mandando o cara meter mais pica na branquinha. As minhas amigas rindo e me incentivando pra aguentar. Era tanta coisa acontecendo naquela sala, que a mina mente saiu do meu copro. Eu não era mais a patricinha de santa catarina e já tinha virado a vadia dos negões. Eu gozei, e já nao enxergava mais nada. A sala girava, o sofa balançava e um gorila de mais de 100 kg todo montado em cima de mim, fazendo uma farra na coelhinha branca que ele tava fodendo. Eu fui fodida por um nigga. Em clima de farra. Como um troféu. E tava adorando aquela putaria. Isso nunca mais seria desfeito, eu seria pra sempre a branquinha trofeu que o king kong passou a pica. Isso mexia tanto com a minha cabeça que não sei descrever quanto tesão eu sentia debaixo daquele gorila. O fato de estar viajando, de ninguem ali me conhecer e saber que nunca mais veria aquelas pessoas, me dava a inconsequência pra falta de pudor. Não teria ressaca moral, entao que se foda. Eu ia virar o papo de pedreiro, o dia que os caras comeram as 3 branquinhas riquinhas. Que tesão pensar nisso… Só errei na parte de achar que nunca mais veria aquelas pessoas. A pegada do negão foi tão forte que eu viciei naquela porra. Eu realmente gostei de ser a bitch do boss. Cai na rotina de trabalhar a semana toda, e voltar pra casa dos niggas nos meus dias de folga. o intercambio foi longo, mas isso eu conto num próximo conto. Beijos para os punheteiros  

Gang Bang no intercambio

Acho que, devido à experiência de assistir alguns filmes pornôs americanos, sempre tive a curiosidade e o fetiche de me imaginar numa cena dessas. Uma turma de homens, falando inglês, e um clima de putaria como nos filmes. Acredito que, por ser loira, o desejo por negros aumentava ainda mais o clima de filmes pornô. Quando fui para o exterior, tive a oportunidade de fazer essas taras secretas… Sentada em cima dos meus calcanhares. Entre as pernas de um gorila negro que estava no sofá. Senti uma mão pesada empurrando minha cabeça para baixo. Uma fumaça e um aroma característico de maconha tomam conta da sala. Um black bull americano com um cordão de ouro e me xingando em inglês. Pareceu uma cena de filme pornô, mas era o meu intercâmbio nos Estados Unidos. Eu subia e desceria minha cabeça engolindo um caralho grosso, aniquilando todas minhas ambiguidades e desejos. Olá, sou a Bunny, [email protected], tenho 20 anos, sou de Santa Catarina e vou contar como realizei todas as minhas fantasias num intercâmbio da putaria. Fui estudar e trabalhar nos Estados Unidos com mais duas amigas, como a maioria das garotas da minha bolha faz para aprender inglês e ganhar experiência de vida nessas viagens. Eu sempre vivi em uma atmosfera de conforto e seria a minha primeira experiência em morar fora da residência dos meus pais. Aquela vontade de aproveitar para fazer tudo o que sentia, mas tinha que fazer escondido para não dar merda e morar. Fui residir numa espécie de república com outros brasileiros. Trabalhamos durante toda a semana e, durante a nossa folga, aproveitamos para beber, fumar e desfrutar da liberdade em liberdade. Numa balada em um clube, eu e mais duas amigas brasileiras dançamos na pista quando notei que uma das garotas já estava se agarrando a um homem. Ele estava devidamente preparado com um arsenal de doces e cigarrinhos, já partilhando com essa amiga. Não levou muito tempo para que mais dois amigos dele se juntassem a nós, formando três casais. Havia diversos tipos de substâncias ilícitas disponíveis para agitar a noite, e a vontade de desfrutar da liberdade longe dos meus pais acabou me permitindo enfiar o pé na estrada com os zé-drogas que encontramos. Os três eram negros, com cara de bad boy de filme americano. Eu sou uma mulher loira e minhas duas amigas são morenas. Acho que isso deixou o clima mais putaria, com os caras querendo fazer uma farra nas branquinhas e a gente querendo provar o pirulito de chocolate. Nunca tinha ficado com um negro e, sentada no colo de um dos caras, completamente chapada, e com as girias de negão do gueto em inglês, me sentia em um filme porno. A atmosfera do black gangsta vai me consumir completamente. No meio da madrugada, eles nos convidaram para uma comemoração na residência do seu chefe. Só deles dizerem “Boss” já deixou muito mais clima de putaria e filme de gueto. Eles disseram que ali teriam mais liberdade para fumar o que quisessem, pois na boate a gente tinha que dar uma pitada escondida, a todo custo. Quando todos estavam chapados e excitados, senti uma piroca dura roçando na minha bunda enquanto me sentava no colo do meu companheiro. Eu deixei que todos me carregassem para a tal festa. Entramos no veículo deles e fomos até a residência do Boss. Chegamos e não se tratava de uma comemoração. Havia apenas dois indivíduos e uma outra jovem fumando na sala. Os dois eram negros e a garota era latina, possivelmente mexicana ou algo do tipo. Nessa hora, tive um pouco de medo, mas, ao mesmo tempo, muito tesão, pois tive a certeza de que estava numa cena de filme porno. Quando chegamos, os amigos nos apresentaram ao chefe, quase que entregando uma mercadoria. “Olha o que fizemos na boate”. O tal Boss de nome era King Kong. Sim, era exatamente assim que chamavam o homem. Alto, largo, meio gordo e meio forte, com cordão de ouro, bebendo uma cerveja e recebendo as 3 branquinhas que chegavam na residência. Eu era a única loira da casa e talvez por isso, o King Kong sorriu tacanhamente para mim e logo parabenizou os amigos, dizendo algo como “Jungle Bunny”, ou seja, uma coelhinha selvagem. Nos Estados Unidos a segregação é bastante forte, nem se compara ao Brasil. Se misturar ao bairro dos negros é um tabu muito grande. São conhecidas como snow bunnys as coelhinhas brancas e jungle bunnys as coelhinhas mais raras, como se fosse uma caça mais selvagem para se obter. E foi exatamente o que aquele gorila negro me rotulou: uma Jungle Bunny. Já passando a mão na minha cintura e dizendo aos meus amigos que eu seria ele. A partir daí, a casa começou a ter música alta, bebidas e maconha liberadas. Eu tinha plena convicção de que seriamos completamente consumidas pelos black bulls, e em vez de receio, eu já experimentava um fogo que nunca havia sentido antes. Por estar com amigas, sinto-me mais segura. Devido à minha condição física, me senti insegura. Por estar fora do país, eu sentia a liberdade de ser a maior piranha de Santa Catarina sem que ninguém que eu conheça fosse saber disso. Sentia-se a liberdade. E eu só queria ser a jungle bunny da negada e, pelo menos naquela noite, me sentir uma vagabunda sendo fodida por todos aqueles caras. Enquanto fumava, eu me entorpecia fumando para me anestesiar da surra de piroca que seria levada. Minhas amigas foram embora para os quartos, até que me encontrei sozinha no colo do King Kong enquanto ouvia uma música hip hop de putaria que estimulava o sexo no sofá. Ele enfiava um dedo na minha boca e me pedia para chupar. A coelhinha selvagem que está sendo devorada pelo king Kong. Não demoro pra ele botar outra coisa pra fora e me mandar chupar também… Ajoelhada sentada por cima dos meus próprios calcanhares. Entre as pernas de um gorila negro que estava

Putinha Do Irmão- Humilhado Pelo Irmão e Uma Menina

Olá, meu nome é Gustavo. Tenho 27 anos e vou relatar a história que ocorreu durante a minha adolescência. Guilherme não perdia uma oportunidade para me humilhar e tirar sarro pelo meu tamanho. Passei a ser praticamente um empregado dele. Passava o dia fazendo suas tarefas na escola e em casa, além de ter que servi-lo de outras maneiras. Dado que dividiremos o quarto, passamos o dia todo trancados ali. Devido ao silêncio na casa, nossos pais não dão a mínima importância e, apesar de ter vontade de contar para eles o que o Gui está fazendo comigo, sei que, caso essa história seja ouvida pelos colegas da escola, minha vida terminará, pois continuará servindo aos seus desejos mais sádicos. Num certo dia, estava arrumando as camas durante a tarde quando Guilherme chegou ao quarto acompanhado de uma menina. Na hora, quis deixar o quarto, mas ele pediu que eu permanecesse. Continuei a arrumar as camas enquanto os dois se acomodavam no sofá, local habitual para jogar video-game. Quando terminei, fui me virar para sair, mas fiquei surpreendido com a cena. Guilherme chupava a sua buceta com vontade, fazendo-a tremer a perna que estava sobre o ombro enquanto a outra se apoiava no sofá. Fiquei um tempo olhando aquilo, excitado e curioso. Guilherme me viu e me mandou ir até lá. Assustado e com receio, aproximei-me dos dois enquanto via de perto aquela bucetinha rosada e molhadinha. Vamos, coloque a camisinha no meu pau- disse ele, com autoridade. Fui até o guarda-roupa, peguei uma camisinha e abri. No entanto, seu pênis ainda estava dentro da cueca, o que me deixou esperando que ele o retirasse. Está esperando o quê? O seu pênis está para fora da calça. Examina-se. Qual o motivo para ela não tirar? Vocês vão ter relações sexuais. Porque você é a minha putinha e deve obedecer-me. “Está ouvindo?”, perguntou ele, agarrando-me pelo pescoço, o que despertou ainda mais a excitação da menina que estava ao meu lado. Abri o ziper e tirei o pau dele. Ele estava pulsando de tão duro e pude notar que era ainda maior que a última vez que o vi. Nossa, que pauzão. Você gostou, princesa? Amei- ela disse sorrindo. Está percebendo, Gu, que as mulheres não são capazes de resistir a um pênis grande. Apresente o seu trabalho para ela também. Não quero revelar. Você lembra-se do que aconteceu na última vez? – Com receio de apanhar, abaixei a minha calça e eles caíram juntos na gargalhada. A menina veio em minha direção, pegou no meu pau com a ponta dos dedos e perguntou quanto era, o que respondi que não sabia. Gui foi até a mesa e pegou uma régua para medir, mas o meu pau estava mole. Ela então começou a bater uma punheta para mim, com a ponta dos dedos, acariciando e apertando a ponta do meu pau. Foi uma sensação incrível, ninguém tinha tocado no meu pau antes. Apesar da vergonha e da humilhação presentes naquele momento, quando ela encostou a língua no meu pênis, quase gozei. Ela então mediu o meu pinto, que tinha 8,5cm, enquanto o do gustavo tinha 20cm. Após me zombarem mais uma vez, Gu me mandou esperar na sala, onde passei a tarde inteira ouvindo os gemidos daquela menina e me masturbando pensando no que deviam estar fazendo.

O treinador – Parte IV – Casa livre e corninho domesticado

Acordei cansado pela noite agitada, cheguei atrasado na casa do Seu Lucas e pra minha sorte sua mulher tinha ido para o spa e não estaria lá até a segunda feira. Quando cheguei fui para a sala e liguei o video game do garoto e fiquei jogando, Lucas chegou então pronto para mim usar, de biquine e cinto de castidade. Passei a manhã aproveitando para descansar pois mesmo sem a Patrícia em casa, iria aproveitar a tarde, bolei então um beck e fumei enquanto Lucas foi buscar o almoço ainda com o cinto de castidade, almoçamos enquanto conversávamos e acabei descobrindo que seu filho mesmo não parecendo tinha quase a minha idade, foi então que comecei meu novo plano. Levei minha cadelinha até a piscina e fiz ele ficar lambendo meu pé enquanto eu tomava sol e bebia uma cerveja, aproveitei a oportunidade para torturá lo ao máximo, dizia pra chupar meus dedos igual a mulher dele chupava meu pau, mas ele parecia gostar. Decidi me aproveitar ainda mais e mandei que ele tirasse o cinto de castidade, na hora ele ficou animado, mas puxei sua cabeça na direção do meu pau e encostei minha perna no seu pintinho, mandei então que ele mamasse o pau do macho dele enquanto eu fumava um cigarro. No começo ele parecia desconfortável, engolia só a cabecinha, mas eu fui deixando e logo ele se soltou e estava mamando como o viadinho que ele é, ele batia uma pra mim enquanto chupava minhas bolas me arrancando suspiros, foi quando senti seu pauzinho ficando duro encostado na minha perna. Dei uma joelhada no saco do corninho e enfiei o pau ate o fundo da garganta dele enquanto apertava suas bolas, fiz ele continuar me mamando enquanto se contorcia de dor, foi então que gozei na boca dele o fazendo meber tudo. Para minha surpresa quando levantei ouvi ele dizer obrigado. Ao olhar seu pau ainda duro, disse que ele poderia bater uma punheta, enquanto ele fazia isso, fui até a cozinha e preparei seu prato de comida, ao voltar peguei no pau dele e comecei a punheta-lo, era como quando era criança, conseguia pegar aquele pauzinho com a ponta dos dedos. Quando percebi que ele estava prestes a gozar, mandei que gozasse dentro do prato de comida e comesse depois, o que ele fez com receio, mas não ousaria me contrariar. Enquanto ele almoçava eu fui nadar e acabei ficando mais tempo do que deveria, quando sai Lucas estava vestido e esperando pra me levar para o trabalho. Confiante disse que não: _ Vou até a garagem e irei escolher um dos carros para passar o final de semana e diga a seu filho que um amigo vai passar o final de semana aqui pra caso eu venha fazer hora extra. _ Tudo bem meu senhor. Sai de lá ansioso para que a noite terminasse logo e empolgado pois sabia que aquele final de semana prometia. Continua…

O treinador – Parte III – Festa acabou em boquete e maconha

A minha rotina nas próximas semanas foi a seguinte: treinava no clube, depois ia à casa do Seu Lucas para comer a Dona Patricia. Quando chego em casa, bato uma e durmo para manter o foco, mas às vezes ainda consigo comer uma novinha do meu bairro entre fuder a patroa pela manhã e “ser fodido” no trabalho. Com o decorrer dos dias, fui tomando mais liberdades com Seu Lucas, o que me deixava cada vez mais confiante. Comecei a pegar mais minas. Numa festa do clube, uma coroa de 10/10 chegou até mim: Olá, menino. Como vai? Como está o meu estado? “Chamo-me Rose.” – disse ela, com um sorriso safado. Certo? Como está, Rose? A situação está melhor agora em sua companhia. Agradecemos antecipadamente. Você trabalha aqui, correto? Sim, mas, atualmente, sou sócio. Já observei-o algumas vezes na piscina. Você tem quantos anos? Apesar de ter 19 anos na época, cometi uma mentira. Tenho 21 anos, e você, 21? Não é educado perguntar a idade de uma mulher, mas tenho 40 anos. Senhora, peço desculpas, Rose. Você não parece tão velha. Obrigado. Você aprecia a figura de um coroa? Ah, não dá para dispensar, certo? – Parecia-me a umidade que percebia ao ouvir aquelas palavras. Fomos até o carro dela, que estava em um estacionamento. Como o local estava completamente deserto, resolvemos permanecer por ali. Logo entramos no carro e ela começou a me agarrar. Puxei o meu pau para fora e ele estava duro como ferro. Ela o agarrou e foi mamar, mas puxei sua cabeça em minha direção e disse que não. Ela ficou inicialmente chocada com a minha atitude, mas logo a beijei e ela se entregou por completo. Enfiei a mão por baixo do seu vestido e percebi que a safada já estava sem calcinha. Puxei-a para o meu colo e enfiei o pau na sua bucetinha quente. Imediatamente, ela começou a cavalgar com toda a força enquanto eu chupava seus grandes seios de mamilos rosados. Após algum tempo sentado naquela posição, pedi cinco reais para a coroa e pedi para o manobrista, que eu já conhecia de longa data, me arrumar maconha. Dessa forma, finalmente deixei que ela mamasse no meu pau. Julio, ao se deparar com aquela cena, ficou chocado e um pouco curioso. Para minha surpresa, Rose o convidou para comparecer à festa, o que ele prontamente concordou. Confortamos-nos no banco de trás e, com um beck aceso, colocamos-lhe para mamar os nossos paus, o que ela achou gratificante, uma vez que Julio é um homem que descobri ter um pênis quase do tamanho do meu. Gozamos juntos na boca dela e fomos para o salão. Ao chegar lá, ela viu o seu marido e disse que precisava ir, mas, antes que ela fosse, pedi para que beijasse o seu marido, ainda com a língua ainda suja de nossa transa. Ela sorriu e seguiu em frente. Após me deliciar com essa cena, ainda fui para casa de madrugada e estava morto de medo de ter que trabalhar de manhã. Ainda hoje…

Me Vinguei de Minha Noiva e Acabei Virando Escravo

Após a noite memorável que tive, decidi deixar Julia sair com qualquer um e eu me divertiria também. Depois da faculdade, fomos ao cinema e ela me mamava gostoso enquanto eu dirigia. Apesar de tudo, as coisas estavam bem. Até o momento em que deixei-a em casa e vi uma mensagem no meu celular, fiquei bastante entusiasmado, esperando por uma nova noite.Quando abri, encontrei um vídeo meu mamando-o e a mensagem: Você é minha cadelinha. Em estado de choque, fui para sua residência, batendo diversas vezes ao longo do caminho. Ao chegar, o segurança não me permitiu entrar, uma vez que não tinha conhecimento do seu nome. Entrei em contato com ele, que prontamente me recebeu. Ao chegar à casa dele, fui insistentemente xingando-o. Como você pode fazer isso comigo? Tenho plena confiança em você. Calma, cadelinha, não fiz nada de extraordinário, apenas pedi uma garantia. Como não realizou nenhuma ação relevante? Enquanto eu estava vendado, você filmou-me. Se você for uma cadelinha obediente, não acontecerá nada. Nessa altura, tomado pelo ódio, fui para cima dele com um soco que ele defendeu, segurando-me em um mata-leão. Ele então começou a rir, me soltou e, enquanto se levantava do chão, disse-me: Você não tem a capacidade de me puxar. Se não cumprir o que for solicitado, publicarei, na internet, todos os vídeos que fiz, bem como um link para o seu Facebook e um número de telefone. Não é permitido fazer isso. Desejo que você se sinta satisfeito. Tenho planos para você no final de semana. Te pegarei na sexta-feira depois da aula. Não estarei presente. Tenho uma namorada. Mas, neste final de semana, será a minha cadelinha obediente. Tive medo e decidi deixar o local. Até a sexta-feira, fiquei pensando em tudo aquilo e se seria capaz de me submeter a essa situação. Qual seria a opinião da minha noiva em relação a mim? Mas nada que ele fizesse poderia ser pior do que o que meus irmãos já haviam feito comigo, então decidi aceitar. Na sexta-feira, antes da aula, tomei um banho delicado e me preparei. Quando saí da aula, ele estava embaixo da mesma árvore. Entrei e ele dirigiu em silêncio por muito tempo. Saímos da cidade e caminhamos por quase meia hora em uma estrada de terra até chegarmos a uma porteira que ele abriu e me levou para dentro de seu sítio. Dentro da casa, ele, sem dizer nada, tirou minha roupa e me mandou ajoelhar. Pensei que ia mamar, mas ele me mandou ficar de quatro e amarrou uma corda em meu pescoço, amarrando-me aos pés para que eu me enforcasse se tentasse esticar as pernas. Ele me arrastou até o canil, de onde saiu um homem de quatro braços. Era estranho para mim, pois tinha a impressão de já tê-lo visto antes. Então, ele correu em direção ao homem que o havia ordenado e sentou-se como se fosse um cão. Muito bem, trouxe um amigo para você brincar. Finalmente, minha cadelinha terá uma cachorrinha exclusiva para ela.- Disse isso, deixando-me com um outro homem que reconheci como um colega de trabalho, Pedro. Pedro, então, veio em minha direção, montando-se em mim e metendo forte o seu grande pau preto. Após alguns minutos, ele começou a dar socos nas minhas costas e peito. Ao se levantar, deu dois chutes no meu saco e um nas minhas costelas. A dor é tão intensa que comecei a me contorcer, mas isso só me fez apertar a corda. Enquanto me debatia, ele começou a mijar em mim e, como se nada tivesse acontecido, voltou a meter no meu cu. Dessa vez, ele estava de frango assado e pude perceber a raiva em seus olhos. Após mais alguns minutos, ele gozou no meu cu e me levou para dentro da residência. Lá chegando, me levou ao banheiro e me deu um banho, sem me permitir sair da posição de quatro. Por fim, nos levou ao nosso proprietário, que nos aguardava sentado no sofá da sala. Você gostou da putinha? Amanhã você será minha. Agora, você vai dormir. Paulo me levou para o canil e sentou-se ao meu lado, com os olhos fechados. Parecia ter despertado imediatamente, mas não tive a mesma sorte e passei a noite chorando pela dor das pancadas e pelo remorso das minhas escolhas.

Levei Chifre e Acabei Levando No Cu

Olá, meu nome é Gustavo e já escrevi um conto chamado humilhado por ter um pau pequeno (https://www.casadoscontos.com.br/texto/). Nele, contei o início do meu drama devido ao tamanho do meu membro. Tenho vinte anos e moro em São Paulo, capital, onde faço faculdade à noite e trabalho de manhã como promotor de vendas. Aqui conheci Julia, uma garota maravilhosa com quem comecei a sair há algum tempo e que acabamos nos tornando noivos. Minha vida estava em plena expansão, finalmente consegui um emprego que não era particularmente promissor, mas já me permitia manter-me, além de uma noiva maravilhosa e um casamento que estava por vir. Certa vez, durante as visitas aos supermercados da minha rota, o carro da empresa quebrou o motor. Passei metade da manhã esperando o guincho chegar para levar o carro ao estacionamento da empresa para reparo, mas fui informado de que, como não havia outro carro disponível, eles me dariam uma carona até em casa. Decidi, então, fazer uma surpresa para minha noiva. Fui até seu apartamento para preparar um café da manhã, tendo em vista que ela costuma levantar tarde. Ao adentrar o edifício, encontrei um velho amigo nosso no corredor. Ele residia em dois andares abaixo e costumava nos encontrar com sua namorada. cumprimentei-o e entrei no apartamento. Comecei a quebrar os ovos para uma omelete enquanto não conseguia imaginar o que Marcelo estaria fazendo aqui em cima. Apesar da dúvida, prossegui com a preparação de um suco e pão na chapa com manteiga. Julia saiu do quarto apenas de calcinha e me olhou com surpresa. Pedi então que ela se sentasse para comer. Julia, então, puxa uma cadeira e se senta enquanto eu sirvo a comida. Enquanto comíamos, contei-lhe o que havia acontecido no trabalho e sobre ter encontrado Marcelo no corredor. Ela também estranhou isso. Após terminarmos, ela se sentou no meu colo e começou a me beijar, o que me deixou eximido. Percebendo isso, pegou meu mau por baixo da bermuda e acariciou-o, o que me deixou alucinado. Peguei-a no colo e a levei para o seu quarto. Ao chegar lá, percebi um cheiro de sexo no ar que me deixava incomodado, mas só terminou quando vi um pacote de camisinha jogado no chão. Fiquei furioso e perguntei o que era aquilo. Ela, calmamente, respondeu que deveria ser de algum dia em que nos transamos, uma vez que ela não limpava o quarto há muito tempo. Então, ela veio me beijar e eu tentei acreditar, entregando-me aos braços dela, mas meu pau não concordava com isso. Por mais que ela tentasse chupá-lo ou brincar com ele, ele estava murcho e tão pequeno que parecia apenas uma pele. Após muito tentar, desistimos e eu fui para casa com a desculpa de um trabalho da faculdade que tinha que entregar. Enquanto estava em casa, não sabia o que pensar. Não conseguia compreender como minha noiva, a mulher que amava, poderia estar fazendo isso. Com raiva, entrei em um grupo de bate-papo na internet e comecei a procurar uma mulher para me vingar, mas nenhuma demonstrou interesse em mim. A maioria dos homens procura um homem bonito, forte, de ombros largos e um pênis grande, mas eu nunca tive essa sorte. Após descrever-me, poucas pessoas mantinham uma conversa, enquanto a maioria simplesmente parava de responder. Foi quando um homem me chamou. Seu nome era DomHxH. Ele não estava à procura de um homem, mas já havia perdido todas as esperanças e, na terceira mensagem, acabei respondendo. Ele se apresentou, perguntou-me quem eu era e o que estava procurando. Contei minha história e ele demonstrou grande interesse. Ele insistiu em me convidar para ir à sua residência à noite. Disse que não poderia comparecer devido à faculdade, mas, na verdade, não sabia se gostaria de ficar com um homem. Por fim, aceitei o convite para que ele me procurasse na universidade. Às 10:40, recebi uma ligação no exato momento em que soa o sinal de saída. A voz grossa disse que estava esperando por mim embaixo do ipê amarelo, apesar de estar anoitecendo. Conhecia a arvore e fui direto para lá. Havia uma S10 vermelha com os faróis acesos. Bati no vidro escuro e fui autorizado a entrar. Ao entrar, encontrei um homem de 38 anos, vestindo uma camisa e calça social. Apesar da idade, aparentava-me muito jovem e exibia um sorriso que me atraiu. Durante o trajeto, conversamos e ele contou-me que era dono de uma empresa na cidade e sempre gostou de pegar um garoto como eu para transformar em cadelinha. Essa última parte me deixou assustado. Tentei desviar os olhos, mas ele continuou a fazer perguntas. Quando chegamos à sua residência, fiquei surpreso pelo tamanho. Era uma verdadeira mansão dentro de um condomínio fechado. Ao entrarmos, tentei beija-lo, mas ele desviou o olhar. Ele então me levou para um grande quarto com uma cama de 2 metros quadrados, onde se sentou e mandou que eu tirasse a roupa. Com grande vergonha, fui retirando a roupa até estar apenas de cueca. Ele ordenou que eu retirasse, o que fiz com receio. Ele começou então a desabotoar a camisa, revelando um peitoral e abdomem definidos, além de braços grandes e fortes. Quando pensei que ia tirar a roupa, ele veio até mim e me observou com uma gravata, dizendo que, se eu não tirar, vou embora. Obedeci e senti sua boca quente tocar a minha. Levei minhas mãos até seu peito enquanto sentia seu corpo me levar para a cama. Percebi então que as luzes se acenderam e fiquei assutado, mas ele disse-me que gostava de ver a cadelinha dele. Essa palavra me deixou frio na espinha. Ele beijou-me novamente, desta vez com força e acariciamento do meu saco. Na mesma hora, fiquei de pau duro, o que o fez rir. Em seguida, ajoelhou-se sobre mim e pude ouvir o som do zíper se abrindo. Com os lábios molhados de saliva, sinto a cabeça do seu pau esfregar na minha boca. Em sinal

Sir Big- Flor De Sangue

A noite tomava conta dos corredores da grande fortaleza, enquanto a tocha oscilava conforme a leve brisa do inverno soprava nas grandes cortinas vermelhas bordadas com o brasão da coruja dourada. Enquanto todos ali dormem, o silêncio ensurdecedor era interrompido pelos passos dos soldados que faziam rondas regulares. Ao longe, ouviu-se um grito. Todos os guardas despertaram imediatamente e partiram para a muralha situada ao norte do castelo, onde o grito teve origem. Ao se aproximarem, observou-se que havia sangue escorrendo pela boca do velho que tentava se comunicar. A sua lingua havia sido cortada e alguém havia entrado no castelo. Um jovem guarda caminhava pelos corredores frios da fortaleza quando se deparou com uma figura misteriosa espreitando nas sombras. Imediatamente, desembainhou a espada. O jovem partiu para cima do vulto, mas foi surpreendido por uma mulher que correu assustada das sombras em sua direção, com os braços apoiados nos seios, revelando o fino tecido verde que o vento fazia esforçar. Seus olhos de azul profundo se destacavam pela palidez de seu rosto fino, coberto por mechas loiras tão claras quanto os raios do luar. Ao levantar o rosto para encarar o guarda-luz das tochas, a linha cintilante de lagrimas percorria a pele clara, revelando um semblante de desespero. Ouvi gritos, o que é isso? Me lady não deveria ter se levantado da cama, pois um guarda foi morto em uma das salas de vigia da muralha. Como é que alguém chegou aqui? Vocês já se encontraram? Não, estamos rondando o castelo, mas, aparentemente, a pessoa que fez isso não entrou, apenas quis mandar um recado.- disse o soldado, enquanto devolvia a espada para a bainha. Qual é o tipo de recado? Muito bem… Não pude ver o corpo devido ao tumulto, mas o que ouvi foi que sua lingua foi arrancada. Que desordem. Que tipo de ser humano asqueroso faria algo desse tipo? Não temos certeza absoluta, mas, pela manhã, creio que vossa excelência tomará as medidas necessárias. Poderia, por favor, me acompanhar? Sinto-me cansada e não me sinto bem caminhando sozinha pela vasta extensão deste castelo. “Seria uma honra”, disse o jovem, se curvando em sinal de respeito. Os dois então caminharam pelos sombrios corredores rumo ao quarto que ficava próximo à torre sul, no último andar do castelo. Nas paredes, os estandartes da casa balançam com o vento fresco da noite. Ela sempre amou essa parte do dia, enquanto os criados e a família dormem. Um silêncio tranquilo toma conta de todas as salas e quartos daquele lugar. Finalmente, era possível ouvir o canto dos grilos vindos do jardim. Enquanto a luz tocava o rosto do soldado, Cass podia perceber a beleza do jovem. Seu corpo escondia cachos de mel que escapavam pela viseira. A malha de aço marcava um peitoral largo e forte, o que condizia com sua expressão fechada e provocava arrepios. Ao se aproximarem da porta de madeira, o jovem se despede, mas, ao se virar, é interrompido pela mulher. Fique comigo, me sentiria muito mais segura se tivesse você aqui para me proteger. Enquanto caminhava para o jovem, Cass escorria pelos braços finos as alças do vestido que caiu ao chão, revelando seu corpo nu. Assustado e envergonhado, o jovem desvia o olhar, mas era o alvo da garota. Ela, então, caminha em sua direção e, segurando sua grande mão, o leva para a cama, onde ele se senta e ela retira seu elmo. Sob o elmo, revela-se um jovem de aparência e juventude superiores ao esperado. O rosto esbanja sensualidade, enquanto acaricia seu cabelo ao olhar nos seus olhos. Em um movimento súbito, ela retira a calçola do soldado, revelando um grande pênis branco de quase vinte centímetros e a grossura do braço. Em um gesto de satisfação, ela se curva diante do jovem e diz -sou seu rei.- enquanto se aproxima dele com a boca. O garoto afundou a cabeça entre as macias almofadas, enquanto Cass lambia a cabeça rosada, coberta pela pele branca da fimose, o que provocou suspiros no garoto. Ela, então, começou a engolir o máximo possível enquanto masturbava o jovem, sem conseguir segurar a mão ao redor daquele grande membro.

Uma Renata Especial Na Minha Vida

Há um nome feminino bastante frequente em minha vida, as Renatas. Conheci diversas Renatas ao longo da minha vida, tendo ficado com quase todas elas e, em algumas delas, tivemos relações sexuais. Mas há uma Renata que ocupa um lugar especial na minha vida. Desde a adolescência, sempre há intervalos, muitas vezes de anos. Contudo, nunca perdemos o carinho que temos um pelo outro. Desde já, estamos disponíveis para nos encontrarmos. Sou um homem que aprecia sexo com intensidade e pegada intensa, mas sempre com carinho. Não sou romântico, sobretudo no que diz respeito ao sexo, mas, por algum motivo, ela desperta esse lado mais romântico em mim. Os nossos encontros são sempre extremamente prazerosos e intensos. Renata é uma mulher que gosta de sexo, embora não seja muito anal, mas o meu desejo por ela é sempre intenso. Renata tem uma altura média de 1,73, é magra, tem cabelos compridos e cacheados, seios redondos e macios, deliciosos de chupar. Ela tem muito desejo nos seios. Suas pernas não são grossas nem finas, mas acompanham a proporção corporal. Sua bunda é pequena, mas redonda e bonita. Moramos em diferentes cidades, aliás, estamos situados nos extremos. Eu vivo no norte fluminense e ela no sul fluminense. Em uma das vezes em que fui visitar minha família, marquei de me encontrar com ela. Chegando o dia, fui ao seu encontro. Ela estava simplesmente maravilhosa. Nos cumprimentamos com um abraço forte e um beijo com muitas saudades. Ela estava em um bar com amigos quando fui apresentado, cumprimentei todos e, logo em seguida, ela se despediu de todos e fomos para um quarto. Ao chegarmos ao quarto, nos beijamos com muita vontade e também com muita saudade. Estivemos nos beijando e nos alisando. Nossas mãos se cruzavam, segurava sua nuca e, com a outra mão na cintura, puxava-a para mim. Ela rebolava devagar, roçando a bunda no meu pau, que já estava bastante duro. Tiramos as nossas roupas, deitei-me em cima dela e continuamos a nos beijar, mas agora eu apertava um dos seus peitos e acariciava com força. Subi até chegar à sua buceta. Que buceta deliciosa, sempre molhada, bem carnuda (que adoro), peluda, com pêlos aparados e muito bonita. Chupava sua buceta carnuda, abria a buceta com os dedos e lambia do cuzinho até a buceta. Brincava com a ponta de língua em seu clitóris. Ela segurava meu cabelo, puxando-me para dentro, como se quisesse que eu entrasse inteiro nela. Chupei até que ela gozasse. Bebi todo o seu mel. Que buceta cheirosa, sabor delicioso. Subi e demos mais um beijo, bem molhado, deixando-me lambuzado pelo seu gozo. Ela foi descendo, segurando o meu pênis e chupando com muita vontade. Da base à cabeça, passava a língua inteira na boca, com carinho e vontade ao mesmo tempo. Estava quase gozando e pedi para que ela parasse. Sentei-me na cama e puxei-a para mim, que logo se sentando e encaixando o meu pênis na sua buceta. O pau entrou até o talo. Cruzei as pernas atrás dela e começamos a nos beijar, num abraço gostoso, cheio de carinhos e carícias. Ela rebolava num ritmo muito gostoso, com o meu pau enterrado na sua buceta. Gosto de foder desta forma. Alteramos a posição. Coloquei-a de lado, mas não fiquei atrás dela. A perna de cima foi dobrada para a frente e a perna de baixo foi deixada esticada. Sentei-me nela e enfiei meu pau na sua bucetinha. Fazia um movimento lento, apertando seus seios, o que me deixava louco. Trocamos de novo, agora eu estava deitado e ela me cavalgava muito bem. Subia até quase sair do meu pau, descia e rebolava com o pau todo dentro! Que pariu, que delícia. Além disso, ela se vira e fica de costas para mim. Apertava a bunda dela com as mãos, controlando o movimento de elevação e descida, introduzindo o dedo no seu cuzinho. Ela gemia com isso, apesar de não gostar de sexo anal. Já estávamos fodendo há mais de uma hora. Eu estava com vontade de gozar. Ela já havia gozado três vezes. Coloquei-a deitada, puxei suas pernas e a coloquei nos ombros. Ela pegou no meu pau e colocou na entrada da sua buceta. Apenas empurrei e comecei a dar estocadas fortes. Queria gozar. Era uma penetração gostosa, firme, com beijos e chupas nos seios dela. Anunciei o gozo e ela pediu para eu gozar nos seus seios! Tirei o pau dela e gozei muito nos seus seios. Tomamos um banho, conversamos e partimos para o segundo round. A noite foi proveitosa. Deixe a sua opinião sobre este conto e leia os outros.

Priscila Amiga do bate papo

Há alguns anos, utilizava com frequência as salas de bate-papo da UOL. As visitas a essas salas foram bastante proveitosas para mim. A partir de hoje, vou abordar a Priscila. Uma gorda maravilhosa, extremamente sensual e, o melhor, extremamente safada. Ela é uma mulher gorda e atraente, com uma bunda redonda e grande, seios médios, firmes e rosados. Ela é bastante clara, sem marcas de biquini. A buceta é carnuda, lisa e tem um perfume delicioso. Como a maioria dos frequentadores, iniciamos a conversa com o mesmo enredo. Seu nome, sua residência, sua atividade profissional e a pergunta que sempre fiz de forma direta: o que procura? Ela se apresentou, respondeu às perguntas mais banalizadas e, sem cerimônias, disse que também era casada e estava à procura de aventuras. Conversamos novamente e trocamos o MSN. A conversa prosseguiu e provocamos um ao outro. No mesmo dia, marcamos de nos encontrar. Não tenho um veículo, apenas uso uma moto. Cheguei ao local combinado. Assim que parei a moto, pude vê-la caminhando com muita vontade em minha direção. Tirei o capacete e nos apresentamos com um beijo no rosto. Ela subiu na moto, se ajeitou e fomos em direção a uma praia deserta quase toda a semana. Ao chegarmos à praia, partimos imediatamente para as pedras, para a parte mais escondida. Começamos a nos beijar, um beijo delicioso, intenso, repleto de desejo e vontade. Nossas mãos começaram a deslizar pelo corpo, pressionando o peito dela com uma das mãos, a outra atrás do pescoço, segurando o cabelo e puxando-me com força (adoro fazer isso) Ela logo segurava o meu pau, que estava muito duro. Estávamos sentados na pedra ao lado um do outro. Ela estava usando um biquíni, uma camiseta e uma mini-saia por baixo. Puxei-a em minha direção, que compreendeu. Ela estendeu a perna sobre mim, sentou-se no meu pau e rebolava de maneira sensual, ao ritmo do nosso beijo. Levei a mão à buceta, que estava muito molhada. Deixei a calcinha do biquini de lado e enfiei os dedos na buceta. Ela gestava baixo e rebolava com frequência. Apertava sua boca e apertava sua bucetinha encharcada, chegando a escorrer. Parei de beija-la, passei a língua na orelha e ela arrepiou toda. Fui descendo pelo pescoço. Tirei o biquini e pude ver um seio lindo, pontudo, branquinho e rosado, com aréola pequena e enrrugadinha de desejo. Chupei forte o seu peito. Chupei um após o outro, dando mordidas leves leves e ela adorou. Já estava alucinado de desejo, queria chupar a sua bucetinha. Concentramos a canga na pedra e ela se deitou. Acabei de tirar sua roupa e deixei-a deitada. O risco de que alguém passasse por ali e nos pegasse aumentava ainda mais. Chupei os seus peitos novamente e fui descendo até chegar às coxas. Alisei com a ponta dos dedos a parte interna das coxas, passei os dedos na buceta e caí de boca. Chupei com muita intensidade, passava a língua por toda a buceta, descendo até chegar ao cuzinho e lambendo-o. Ela rebolava ainda mais, demonstrando satisfação. Enfiei um dedo na bunda e outro no cuzinho, sem parar de lamber e chupar (gosto muito de chupar buceta, fico até puto quando não deixam). Fiquei com a cara toda lambuzada de seu mel. Uma delícia. Chupei-a por um tempo, até que ela pediu para chupar o meu pênis. Chupou com muita vontade, lambendo a cabeça até a base, voltando a lamber e engolindo quase todo o pau. Uma boca deliciosa chupava meu pau, como se estivesse fodendo sua boca. Ela alternava, às vezes chupava mais devagar, outras mais rápido e deixava o meu pau muito babado. Chupava até o pau chegar à garganta e tirava. Quase gozei dentro dela nessa hora. Pedi para parar e ela se deitou na cama. Passei a cabeça do pau na buceta dela, que já estava engolindo toda a pica, de tão molhada que estava. No entanto, começou a chover e tivemos que sair dali, uma vez que não era possível chegar em casa com as roupas molhadas. Utilizamos um quiosque localizado na praia. Conversamos por um tempo, mas os dois estavam excitados pelo fato de terem que interromper a nossa relação sexual. Em seguida, fui ao banheiro, que é bastante amplo. Olhei ao redor e chamei para que ela viesse logo, pois já havia compreendido a minha intenção. Ele já entrou no banheiro, beijando-me e segurando o meu pênis. Se ajoelhou, beijou e começou mais uma chupada deliciosa. Chamava-a de safada, que olhava para cima com o pau na boca, segurava em seus cabelos e dava tapas na cara. Chamava-a de safada, de vagabunda e ela adorava. Chegava a sorrir quando levava tapa na cara. Puxei-a pelos cabelos, nos beijamos e a coloquei virada para a frente, com a bunda empinada. Dei um tapa na bunda dela e, então, fui chupar com força. Abri a bunda com as mãos e chupei a buceta, emendando com o cuzinho, que já estava todo molhado, de tanto escorrer. Lambia tudo com a língua bem macia e pegueava a sua bucetinha e cuzinho. Levantei-me, coloquei o pau da entrada e enfiei com força na sua buceta, dando uma estocada firme. Ela gesticulou e insistiu pedindo por mais estocadas. Aquilo me deixou ainda mais excitado. Eu segurava seus cabelos, bem perto da nuca, puxava, dava tapas em sua bunda linda, chamava-a de safada, gostosa, vagabunda e metia o pau com muita vontade, rápido e forte. Ela adorava e pedia mais. A buceta ficou mais molhada e ela anunciou que estava gozando. Ela gemia alto nessa hora, pedindo para não parar. Quando anunciei que iria gozar, ela se ajoelhou e me beijou até que eu gozasse bem gostoso na sua boca. Gozei muito e muito, gemendo alto, sem conseguir controlar. Ela engole tudo, se levanta, nos beijamos. Depois disso nos arrumamos e fomos embora. Essa foi a primeira vez que fodemos bem gostoso. Deixe sua opinião sobre esse conto e leia tb os outros.

Diário De Uma Escrava Sexual – Parte 2

Leia as instruções antes de começar a contar! 1- Trata-se de uma narrativa de ficção. 2- Esse conto é uma continuação, então se não leu as partes anteriores, recomendo ler na sequência. Se você não gosta de sexo, não leia essa história. Acordei com a mão da Laís nos ombros, enquanto ela me alertava. Cidadão, Cecília. O alarme de despertar tocou há dez minutos e eles estarão aqui para a inspeção matinal. Sem saber o que significava, levantei e olhei ao redor. Todas as meninas estavam em pé, encostadas em uma parede, formando uma fila. Eu e Laís ficamos juntos. Minha companheira me explicou que todas as manhãs faziam uma inspeção nas garotas para ver as condições físicas de seus corpos e, com isso, determinar em qual baia ficariam durante a noite. Havia muitas baias diferentes. Além da primeira noite, tinha outra em que os clientes faziam sexo oral em nós. Nós fazíamos sexo com os clientes nas baias. Os dois homens chegaram. O primeiro se aproximou e começou a inspeção. Enquanto isso, o outro vigiava as moças e vigiava qualquer movimento delas. Ele tinha uma arma e não tirava o coldre. Aquilo era ruim e humilhante. O funcionário verificava cada centímetro das mulheres. Às vezes colocava um ou dois dedos dentro da buceta sem motivo aparente. Depois de inspecionar uma pessoa, ele dava um copo de água e dois comprimidos e observava se elas seriam ingeridas. Laís disse que um dos comprimidos era um anticoncepcional e o outro era um estimulante sexual à base de hormônios, que provocava uma lubrificação nas partes íntimas, pois a situação degradante não nos excitava e consequentemente a lubrificação natural, necessária para aguentar tantas horas de sexo todos os dias. A última fila era a última. O homem verificou que minha buceta estava machucada e determinou que eu fosse para a baia 8, onde passaria a noite fazendo sexo oral nos clientes. Fiquei chocada, mas as outras mulheres pareciam conformadas. Não estavam preocupados. Era um dia normal para elas. A inspeção foi encerrada e os funcionários foram embora. As outras meninas já sabiam o que fazer e foram caminhando até a sala das baias. Eu as segui sem pensar muito. Chegando lá, vi muitos produtos de limpeza, como baldes, panos, vassouras e rodos. Laís foi até uma das salas e me disse: “A baia 8”. Cada pessoa limpa a baia durante a noite. Depois, limparemos a área comum juntas. Agradeci pela informação e fui buscar alguns produtos de limpeza. Para entrar na baia 8, você precisava se arrastar pelo chão porque havia uma abertura na base. Passei os materiais de limpeza antes de entrar na casa. Ao fazer isso, os bicos dos meus seios caíram no chão, me fazendo lembrar que estava completamente nua e sem proteção. Era uma tortura psicológica, pois nos fazia lembrar que éramos submissas e indefesas. Essa era bem diferente da anterior. Pequena, mas projetada para passar a noite ajoelhada. Na cela, havia um buraco redondo que era bom para colocar o pênis e dois buracos mais altos, que eu imaginei que fossem para os braços entrarem. Havia algemas e correntes no interior. Não me prenderam. Afinal, não podia escapar. Por fim, havia uma porta no fundo do lugar onde os funcionários podiam acessá-la para prender ou soltar as algemas. Eu tentei abrir a porta, mas ela estava fechada. Depois de perceber o ambiente, comecei a limpar. O espaço era pequeno, mas demorei para limpar, devido à quantidade de porra seca. Aparentemente, aquele tipo de baia era onde a maioria dos homens ejaculava e isso me deu arrepios, só de pensar que teria que encarar aquilo durante a noite. Quando finalmente terminei, tratei logo de sair daquele lugar claustrofóbico. Algumas das demais colegas já haviam finalizado a limpeza de suas baias e começado a limpar o ambiente comum. Não avistei Laís, mas de qualquer forma, fui até o centro da sala, peguei uma vassoura e comecei a ajudar na limpeza. Enquanto eu esfregava aquele chão imundo, me distraí em meus pensamentos, lembrando da minha casa, do meu trabalho e da minha faculdade. Estava tudo tão distante. Será que alguém sentiria minha falta? Pouco provável. Eu não era muito próxima de ninguém, tanto no trabalho quanto na faculdade. Certamente notariam minha falta, mas na faculdade iriam pensar que apenas abandonei o curso. No trabalho iriam me procurar com mais afinco, mas duvido muito que chegariam a ponto de avisar a polícia. E mesmo se alguém fizesse, de que adiantaria? Não havia pistas sobre meu paradeiro e esse local deveria ser muito bem isolado e escondido. Pelo menos não via outra possibilidade de um local daquele existir sem ser escondido. Minha família com certeza chamaria a polícia, mas era possível que demorassem várias semanas para suspeitarem de algo, pois não mantínhamos contato com tanta frequência. Eu estava perdida e sem esperança alguma de um dia sair dali. Fui tirada de meus devaneios quando ouvi alguém me chamando. “Ei, novata. Tudo bem aí?” Respondi que tudo bem, reparando em quem havia me chamado. Era uma das nossas companheiras. Ela era muito bonita. Seios fartos e quadril largo. Seus cabelos eram pretos e cacheados e seu rosto tinha feições delicadas. Me apresentei e descobri que ela se chamava Aline. Ela então continuou. Eu estou muito triste com o que aconteceu com você. Todas nós passamos por isso e precisamos da ajuda de outras pessoas para continuarmos fortes. Eu agi com a cabeça. Não me disseram palavras boas, então eu fiquei quieto. Depois da limpeza, teremos tempo livre depois. Se quiser, faço uma massagem relaxante. Eu faço massagem. Ou melhor, costumava ser antes de vir aqui. Agradeço pela gentileza de Aline e disse que aceito a oferta. Laís saiu da baia e nos juntou. Passamos um bom tempo ali até terminar de limpar tudo. Nós pegamos nossos produtos de limpeza e fomos para o quarto. A comida estava na mesa. Pães e alguns vegetais. Como descobri, as refeições eram coisas que supririam o nosso