Categoria: Suruba

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Minha Esposa Gostosa e os amigos do Trabalho 05

O segurança era um pouco mais velho que eu, mais alto, parecia medir 1,90, e era obviamente mais encorpado. Pela cara de poucos amigos que ele estava fazendo eu suspeitei que não era coincidência ele estar ali, provavelmente ele deveria estar me esperando. Segurança: Com licença, senhor. A Vendedora Layla me informou que o senhor tentou abusar dela em uma festa ontem à noite. Sinto muito, mas não vou poder deixa-lo entrar. Eu: Como é que é? Isso é uma mentira deslavada, deixa eu falar com ela. (Eu tentei entrar, mas ele se pôs a minha frente) Segurança: Eu já disse que o senhor não vai entrar. Na verdade, ela me disse que o senhor tirou fotos comprometedoras dela. O senhor poderia, por gentileza, me entregar seu celular? Essa não. Os vídeos de Emily com os caras e a prova em áudio das confissões de Pedro estavam naquele celular. Mas ele não tinha como saber que eu o gravei, a não ser. É claro, os vídeos de Emily. Nos vídeos Pedro estava bêbado quando mandou, ele nem pensou que isso poderia ser usado como prova de abuso contra ela. Agora mais sóbrio ele deve ter ligado para Layla e avisado ao segurança que se caso eu aparecesse eles deveriam destruir as provas. Esse segurança provavelmente estava com eles no esquema e seu eu entregasse com toda certeza nunca mais veria aquele celular e perderia todas as minhas provas. Eu: Eu não tenho que te entregar nada. Não tem nenhuma lei que me obrigue a isso. Segurança: (Ele se aproximou de mim) Se o senhor não me entregar o seu celular agora eu vou ter que tira-lo de você a força. Nessa hora eu suei frio. Esse cara não se importava em perder o emprego, provavelmente Pedro pagaria ele bem mais e encontraria outro lugar para ele trabalhar. Droga. Eu poderia correr, ou tentar lutar contra ele. Mas ele é maior e mais forte que eu, e provavelmente me alcançaria na corrida e me derrubaria em uma luta. Eu poderia chamar a polícia, mas até lá ele já teria pego o meu celular e o destruído. Eu não podia fazer nada. Não tinha mais nenhuma carta na manga. Mas espera um pouco. Eu não tinha nenhuma carta na manga, mas ele não sabia disso. Eu: Você quer o celular para apagar os vídeos, não é? Segurança: Como é? Eu: Não se faz de idiota. Eu sei que o Pedro te pagou para destruir meu celular. Segurança: Eu não sei o que o senhor está falando. Eu: Ah, não sabe. Bem, então você não sabe sobre os vídeos que ele me mandou. Por que se for sobre isso eu acabei de envia-los para o meu e-mail e eles estão bem seguros lá, se esse celular fosse destruído não mudaria nada. Na verdade isso serviria como prova que você é um cumplice deles, afinal você teria me impedido de denunciá-los. Nessa hora eu pude ver a expressão de medo no rosto dele. Todo mundo sabe o que acontece com estupradores na cadeia, e ele sabia que se fosse ligado a algum crime sexual com certeza não seria nada bom para ele ser preso. Eu: Olha, minha esposa sumiu e foram seus amigos que a levaram e agora ela pode estar em perigo. Pra você eu só vejo duas opções. Ou você é o segurança cumplice que ajudou a impedir o marido de encontrar a sua esposa e que vai acabar sendo preso junto com eles, ou você é o segurança herói que acabou me falando onde está a vendedora que saberia o lugar que a minha esposa foi levada. Então o que vai ser? Ele pensou um pouco, olhou para os lados, para cima e para baixo, e finalmente falou: Segurança: Ela está na área da cantina dos funcionários. Diz que o Jorge te mandou e eles vão te deixar entrar. Eu fui andando e dei as costas para ele enquanto entrava. Quando finalmente entrei na loja eu dei um suspiro longo. Meu coração estava batendo a milhão, eu estava com um puta medo do meu blefe não funcionar, mas agora eu iria encontrar a vagabunda da Layla, e ela iria me falar para onde eles levaram a minha esposa. Eu entrei na cantina e Layla estava sozinha comendo. Na hora que ela me viu ela soltou a comida e tentou correr para a porta, mas eu fui mais rápido, segurei seu braço com força, e a prensei na parede. Eu: Lembra de mim? Layla: Me solta seu maluco, senão eu vou começar a gritar. Eu: grita, vai, fica à vontade. Que se você fizer isso você vai presa, sua puta. Nisso eu contei cada detalhe e cada prova que eu tinha dela. Dos vídeos que Pedro me mandou, das filmagens da loja que a polícia poderia pedir e que acabariam com o emprego dela e que com certeza ela seria presa. Sem surpresas, assim como o segurança, Layla tremeu na base e confessou tudo que eu queria saber. Ela me contou que Emily e os caras estavam e um hotel, em uma parte mais afastada da cidade e me deu o endereço. Eu então pedi o celular dela e rapidamente tirei a bateria e troquei com a minha. (Nossos celulares eram do mesmo modelo, um comum na época) E então fui embora. Mas antes de ir, eu falei pra Layla não avisar nada a Pedro, que se ela fizesse isso eu acabaria com ela. Eu então sai da loja e peguei o meu carro e dirigi com pressa em direção ao hotel. Eu consegui dirigir por um bom tempo, mas as ruas estavam um pouco engarrafadas e o transito estava parado. Mas, com meu celular agora carregado pela bateria de Layla eu pude liga-lo. A primeira coisa que eu fiz foi mandar os áudios e vídeos para o meu e-mail, coisa que eu deveria ter feito antes, e então o mais importante. Eu veria o final do vídeo e descobriria o

Minha Esposa Gostosa e os amigos do Trabalho 4.3

Este é um relato completamente ficcional. Este é o último capítulo, o que foi uma ideia que tive a impressão de que vocês não gostaram. Infelizmente, não sei se vocês vão apreciar este capítulo, mas ele está disponível. Pressionei com força a tela do celular e, imediatamente, iniciou-se o terceiro e último vídeo. Ali, era possível observar Emily e os homens em um quarto de hotel, visto que ela estava sem roupa. A camisa transparente de antes não podia ser considerada uma roupa, mas pelo menos era uma desculpa de cobertura, e agora nem isso é mais relevante. Eu engoli seco ao ver aquilo, sobretudo sabendo que, nesse vídeo, ela iria fazer sexo com eles. No vídeo, Emily estava deitada na cama, aparentando ter um pouco de sono, mas é claro que os homens não a deixariam dormir, mesmo agora que eles finalmente conseguiram a diversão. Alan aproximou-se de Emily e começou a beijar a sua nuca, enquanto passava a mão por sua barriga e pelos seios. Emily se contorceu um pouco, mas Alan segurou seus braços. Felipe veio atrás, segurando sua cabeça e puxando o seu rosto, iniciando a beija-la. Seus beijos eram duros e desajeitados, como se ele estivesse ansioso por aquilo. Alan abraçou Emily e a puxou para longe. Emily: Pessoal, já nos divertimos bastante hoje, mas estou cansada e é melhor encerrarmos por aqui. Pedro: Mais cedo? Não podemos dormir à noite, uma vez que somos crianças. Por que, de fato, não nos divertimos um pouco? Ele disse isso quando se aproximou de Emily e deu um beijo de língua. Suas mãos percorreram o corpo e, certa vez, ele estendeu a mão pelas costas de Emily, chegando até o meio da bunda, onde ele deslizou a ponta de seu dedo levemente. Emily o empurrou, aparentando estar assustada e irritada. Emily, o que está acontecendo? Pedro: Como é que isso? Não foi o que combinado anteriormente? Não tinha a intenção de se vingar de Carlos, de dar o devido valor à sua vingança. Emily: Sim, mas apenas dei um beijo, e repetia isso novamente no carro. Pedro: Pedro, estava apenas lhe beijando. Emily: Sim, mas e essa mão na minha bunda? Pedro: Sim, essa é uma mania antiga que eu não percebi. Emily: Se ocorreu de forma inesperada, está tudo bem. É melhor dormirmos. Pedro, está tudo bem? A pessoa que estava registrando deixou o celular em uma sala para que pudesse permanecer estável e gravar o quarto todo. Em seguida, os homens começaram a tirar as suas roupas. Eles ficaram completamente nus na frente de Emily, com Alan e Felipe tendo seus pênis médios e Pedro com um enorme pênis. Emily: Que estão fazendo? Ela demonstrou uma aparente ansiedade) Pedro: Ah, Emily! O que está acontecendo com você? Estamos apenas nos preparando para dormir, o que não foi o nosso objetivo. Emily: Por que é necessário tirar a roupa? Felipe: Olá, o nosso sono é nu. Emily: Por que não trocaram os seus quartos? Felipe, estamos em nosso quarto? Kkkkkkkkkkkkkkkkkkk Pedro: Emily, reservamos um quarto de hotel, vamos dormir todos juntos nessa cama. Emily ficou chocada. Ela até tentou argumentar, mas, devido à sua bebida, não conseguia pensar direito. Alan: Emily (Ele disse, chegando perto dela e segurando seu pau duro com a mão) Só tinha visto em fotos, e acho bonito ao vivo? Emily: É bonito, mas, por gentileza, afaste-se um pouco. Alan: Por que, por que? Ele disse esfregando a mão na cabeça de Emily. Não gostou? Olhe mais de perto (ele disse puxando a cabeça dela para perto do seu pênis) Emily concorda: Não! Não, não gostaria de ver mais de perto. Pedro: Fique tranquilo, Alan. Deixe a menina respirar. Emily, há uma tarefa que você havia prometido a mim, mas não se lembra? Emily: Qual é o problema? Pedro: Lembra-se de quando enviei-lhe a imagem do meu pênis e você disse que não tinha certeza se era do Carlos ou do meu, que era maior, e que só teria certeza quando o visse ao vivo? Então, está ele aqui. Olhe bem perto e me diga. Emily: Gostaria de ver de perto. Pedro: Por favor, Emily. Você cumpriu a promessa. Eu pensei que você era uma mulher de palavra, não vai me dizer que você gosta de quebrar promessas e mentir, que nem o Carlos? Poxa, vai ser difícil trabalhar com uma pessoa mentirosa assim. Emily: Eu não sou mentirosa! Eu vou ver. Pedro: Então olha de perto. (Nessa hora Pedro se aproximou bruscamente de Emily e seu pau acabou batendo na bochecha dela. Ela afastou um pouco o rosto, mas Pedro a segurou para que ela olhasse de perto para comparar. Emily: Eu..estou vendo, por favor, para de ficar tentando esfregar no meu rosto. Pedro: É pra você enxergar melhor kkkkk Mas diz ai, é enorme não é? Emily: É, é muito grande e veiúdo, e grosso também. Pedro: Agora me diz, qual é o maior, o meu ou o do seu marido? Emily: Eu acho que….o maior é… o do Carlos. Nessa hora eu puder ver a mudança de expressão no rosto de Pedro. Ele parecia estar em choque com aquilo, e depois irritado. Bem irritado. Nessa hora eu fiquei com medo do que ele poderia fazer com Emily. Mas, quando eu iria saber o que aconteceu, o meu celular descarregou. Porra! Eu gritei, e acelerei o carro em direção a loja. Lá eu iria carregar o celular para descobrir o que tinha acontecido e dar uma dura naquela desgraçada da Layla. A única coisa que eu pensava agora era em Emily, e de como eu queria que ela estivesse bem. Eu parei o carro e estacionei na frente da loja. Eu sai do carro e fui em direção a entrada da loja, mas quando eu estava entrando senti uma mão tocando meu ombro. Eu me virei e era o segurança da última vez, e eu tinha a sensação que ele não me deixaria entrar…

Minha Esposa Gostosa e os amigos do Trabalho 4.2

Este relato é um relato ficcional. O próximo vídeo teve início com eles saindo do carro e parando num posto de gasolina de beira de estrada. Emily ainda estava com as suas roupas intactas. Ela ainda estava com a camisa e a saia, e, pelo modo como ela estava amigável com os homens, apoiando-os e sorrindo um pouco, enquanto segurava uma lata de cerveja, supus que eles cumpriram o que prometeram e não a forçaram. Isso me deixou tranquilo, mas esse momento de tranquilidade logo terminaria. Emily foi filmada conversando enquanto cambaleava enquanto tentava caminhar pelo posto, tanto que só conseguia se manter em pé por estar apoiada em Pedro. No vídeo, eles entram na lanchonete do posto, que estava bastante vazia, e Alan vinha trazendo mais bebida para Emily. No entanto, foi acidentalmente que ele tropeçasse e derramasse toda a bebida, coincidentemente concentrada em uma única pessoa. As roupas de Emily estavam enchidas de bebida alcoólica. Todos os homens demonstraram surpresa e preocupação com a saúde de Emily. Alan: Emily, muito obrigada. Sinto muito, foi um acidente. Emily: Tudo bem? (Ela não conseguia pronunciar uma frase adequada devido à sua situação de sonolência) Pedro: Olha para Emily. Se você estiver com essa roupa molhada, é possível contrair uma gripe ou um resfriado. É melhor tirar essa roupa. Emily: Qual? No entanto, vou permanecer nu aqui. Felipe: Não há problema em solicitar a sua camisa emprestada. Ele estava usando uma camisa larga, que, provavelmente, poderia ser usada como um vestido curto. Emily: Não sei, pessoas. Pedro: Emily, não se esqueça de que estamos sempre viajando a trabalho. Se você ficar doente e atrapalhar as nossas reuniões, eu terá que fazer uma queixa contra você na empresa. Emily tremeu, estava bêbado e Pedro, além de ser ingênua, sabia exatamente o que significava ameaçar o trabalho. Ela, então, foi ao banheiro para trocar a roupa que estava molhada. Pedro: Deixe as suas roupas molhadas aqui para que o Felipe possa lhe entregar a camisa quando você já tiver a tirado. Emily entrou no banheiro sem hesitar e retirou suas roupas sem hesitação. Como ela era ingênua e estava bêbado, não passou pela sua cabeça de vento que Felipe só entregaria a camisa depois que ela tivesse tirado as suas roupas e jogado para fora do banheiro. Em outras palavras, seria perfeitamente possível que ele pegasse as roupas dela e a obrigasse a sair nua. Mas, como se isso não fosse o bastante, Pedro pegou a câmera do celular e olhou para o próprio rosto. Pedro: Está se sentindo bem, corninho? Prepare-se para a sua esposinha gostosa ainda hoje. Aproveite a pipoca para assistir a este filme. Naquele momento, o meu sangue ferveu de raiva, mas compreendi algumas ideias sobre Pedro. No vídeo anterior, fiquei receoso de que ele forçasse Emily a fazer sexo contra sua vontade. Contudo, isso não era o que ele desejava. Pedro era extremamente sádico. Não quer transar com ela de forma forçada, quer que ela se entregue por vontade própria, apenas para que possa me humilhar e se sentir superior. Ele quer que ela se submeta a ele e aos outros, o que resulta na manipulação e elaboração de planos mirabolantes. Dessa forma, ele vive testando os limites dela, sentindo prazer nisso. No entanto, a minha atenção voltou-se novamente para o vídeo ao ouvir a voz de Emily. Emily: Ah! A camisa traz. Ela me chamou e percebi que Alan já havia tomado posse de todas as roupas que ela havia atirado) Pedro, como está a situação? Emily: A camisa que havia sido prometido. Pedro: Como vai ser? Emily, não estamos conseguindo escuda-la adequadamente. Você terá que comparecer aqui. Emily forçou a cabeça para fora do banheiro, sem perceber, deixando os seios esquerdos à mostra e um pouco da xaninha exposta. Emily: Estou me referindo à camisa que vocês me prometeram dar. Felipe: Sim, Felipe. Você está aqui, Emily. Ao se desequilibrar um pouco para trás e mostrar um pouco mais de seu corpo nu. Foi uma situação de humilhação para ela. Pedro voltou-se para o frentista, que estava assistindo toda a situação. Pedro: Olhe para o lado, corninho. Não estamos só nos divertindo, não. Será que posso convidar este homem para desfrutar da sua esposinha com a gente? Ele, então, apontou a câmera para a porta do banheiro e, quando Emily saiu, vi uma cena que me deixou mais irritado do que nunca. Emily estava vestindo uma camisa, mas não a larga que Felipe havia prometido para ela, mas uma camiseta transparente transparente. Era possível notar o corpo escultural de Emily, com seus belos seios e mamilos salientes, sua xaninha raspadinha e o rabão gostoso que ela possuía, tudo isso descoberto e exposto para que todos pudessem apreciar. Pedro voltou a olhar para o frentista, que, por falar nisso, parecia ser muito jovem, e deu para notar que ele, de forma clara, corou com a visão que estava tendo. Não foi diferente com Alan e Felipe, que não conseguiam desviar os olhos do corpo de Emily, dando uma olhada prolongada e descabida para as partes íntimas dela. Era uma situação bastante desagradável. Emily provavelmente não percebeu que a camisa era transparente devido à sua elevada ingestão de álcool, mas aquilo era insuportável. Pedro não apenas desejava me humilhar ao ver minha esposa traindo-me, como também desejava humilhar Emily, apresentando-a como um pedaço de carne ou um troféu que havia conquistado. Perguntei-me como ele conseguiu aquela roupa transparente, mas lembrei-me que Layla esteve presente na festa ao lado dele. Como ela trabalhava em uma loja de roupas, não seria difícil que ela trouxesse para ele, uma vez que este desgraçado tem tudo planejado. Como Emily ainda estava cambaleando, Alan e Felipe foram até ela para a ajudarem a ir para o carro. Pedro ficou atrás, com a câmera mirada na bunda desnuda de Emily, sendo apalpada pelos dois. Ele também filmou a reação das pessoas na rua que viram Emily caminhando daquele jeito. Teve até um cara

Minha Esposa Gostosa e os amigos do Trabalho 4.1

Este é um relato completamente ficcional. Após horas sentados no chão do Hotel, finalmente me levantei. Apesar de estar profundamente apavorado interiormente, não poderia ficar parado sem tomar qualquer atitude, sobretudo agora que minha esposa está desaparecida em um local com um grupo de criminosos. Realizei o que era possível no momento, ligando e enviando mensagens para Emily. Precisava saber onde ela estava e se estava bem. Infelizmente, não tive resposta alguma. Então, peguei o celular e comecei a ouvir a gravação de Pedro diversas vezes. Gostaria de enviar a gravação para a polícia e prender o criminoso, mas, posteriormente, pensei em Emily. Apesar da confissão clara dos esquemas criminosos cometidos por Pedro e outros homens, o fato de Emily não estar envolvida era bastante contestado. De fato, ela assinou os documentos, e a confissão de Pedro não mencionava Emily quando disse que uma “Gostosinha ingênua” assinou documentos sem ler. Em outras palavras, não há evidências concretas de que Emily estivesse ciente das atividades ilegais dos homens, e, caso eu fosse até a polícia, há uma grande probabilidade de Emily ser presa. Estava em um impasse. Era necessário encontrar Emily e mostrar os áudios para que ela pudesse identificar quem Pedro e os homens de fato eram. Dessa forma, se ela acompanhasse-me até a polícia para denunciar, a situação poderia se tornar mais favorável para ela. Ainda assim, não tinha como saber para onde Pedro a levou. Será que havia algum problema? A cidade era bastante populosa e eu não tinha a menor ideia de onde poderia estar, mas eu conhecia um local e uma pessoa que esteve presente na festa de ontem e, com toda a certeza, sabia onde Pedro levou minha esposa. Retornei para o único lugar onde poderia encontrar uma pista, a Loja de Roupas. Peguei o carro e fui até lá, mas quase parei quando ouvi o som de uma mensagem que havia chegado ao meu celular. Era da irmã Emily. Deixei o automóvel e fui para o celular. Contudo, para minha surpresa, apesar de o contato ter sido feito pela minha esposa, não havia indícios de que ela estivesse escrevendo. “Emily”: Que corninho. Tivemos uma festa muito divertida com a sua esposa. Por favor, entre em contato para que eu possa enviar alguns vídeos de como foi. Naquela hora, engoli seco. Tenho plena consciência de que assistir àqueles vídeos poderia alterar significativamente a minha forma de ver minha esposa. Por um momento, antes de assistir aos vídeos, pensei em levar tudo à polícia e permitir que todos eles se fodesse, pois ela havia me traido e merecia isso. Mas, ao analisar os vídeos, percebi que Emily foi, provavelmente, a maior vítima em toda essa situação. O primeiro vídeo mostrava Emily, Pedro, Alan e Felipe dirigindo um carro escuro. Como era chique, o carro era provavelmente de Pedro. No vídeo, Emily demonstrava dificuldades até mesmo para se manter acordada. Ela estava sob efeito de bebidas alcoólicas e, provavelmente, não tinha muita compreensão das coisas, apenas demonstrava irritação e raiva. Pedro estava dirigindo, enquanto Alan e Felipe vinham atrás com Emily. Enquanto Alan apalpava Emily, Felipe segurava seus seios. Alan conduziu sua mão suavemente pelas pernas de Emily até tocar sua virilha. Emily soltou um suspiro e Felipe apertava os seus peitos por baixo da roupa. Felipe: Caramba, que peitão gostoso de ser pego. Estava com muita vontade de fazer isso. Alan: A melhor parte está localizada logo abaixo. Emily: Por gentileza, vamos devagar. Não sei se quero isso. Pedro: Como está, Emily. Durante a festa, combinamos que se vingaria do Carlos. Ele traiu-nos de forma aberta e ainda nos acusou de mentir sobre nós. Você disse que gostaria de receber o reembolso. Emily: A troca era de um beijo, e eu já fiz isso na festa. Estou cansada e acho que gostaria de voltar para casa. Ela se mostrou um tanto tonta) Alan começou a esfregar com mais força a virilha de Emily, até que sua mão escorregou pela vagina e tocou em um local que fez com que o corpo de Emily se contorcesse um pouco. Dessa forma, Alan encontrou seu clitóris. Emily suspirou um pouco e tentou tirar Alan dali, mas Felipe a segurou. Alan, qual será o seu clitóris? Emily: Por favor, pare por um momento. Alan: Ah, Emily, você não pode esperar que eu pare por aqui. Pedro parou o carro e se juntou à “festa”. Pedro: Também quero curtir. Deixe-me ver a sua xaninha, Emily. Emily: Não, Emily. Pedro: Olha, Emily. Ninguém aqui vai te obrigar a fazer nada que você não queira. Vamos fazer assim, você deixa a gente dar uma olhada e depois a gente vai pra casa. Emily: Só uma olhada, e depois a gente vai pra casa. E vocês tem que prometer não tocar. Pedro: A gente promete, agora deixa a gente ver essa bucetinha. Emily: Só uma olhada rápida. Nessa hora Felipe, que estava atrás dela, a segurou pelas costas, segurando sua perna esquerda enquanto Alan segurava sua perna direita. Abrindo suas pernas enquanto a seguravam. Emily: O que vocês estão fazendo? Pedro: A gente só vai dar uma olhada, não foi esse o combinado? Emily: Eu nunca disse que vocês poderiam abrir minhas pernas assim e me segurar. Eu quero levantar, por favor. Pedro: Olha, Emily, o nós estamos cumprindo a nossa parte do acordo, a gente só vai olhar e vamos embora. Ou você vai dizer agora que não confia na gente? Emily: Eu…eu confio, só vamos rápido e vamos embora. Nessa hora Pedro se aproximou de sua saia e a levantou, junto com sua calcinha, expondo sua vagina depilada para os três homens no carro. Alan: Nossa! Essa é a bucetinha mais linda que eu já vi na vida. Felipe: E ainda tá depiladinha, caralho, meu pau tá durasso agora. Pedro: É uma xota linda mesmo, meu pau também tá duro que nem pedra, dá até água na boca de ver uma coisa gostosa dessas. (Ele disse isso aproximando seu rosto da

Minha Esposa Gostosa e os amigos do Trabalho 04

Este é um relato completamente ficcional. O terceiro dia de viagem começou cedo. Emily acordou animada após o dia divertido que tivemos ontem, especialmente devido ao fato de termos passado a maior parte do dia longe daqueles homens. Mas, logo após tomarmos o nosso café, fui cobrar da Emily para que fizéssemos o que havia prometido fazer ontem, conversar com os homens. Estava ansioso por isso. Esses crápulas haviam ultrapassado todos os limites e agora finalmente eu poderia confrontá-los e Emily estaria ao meu lado. Saímos do quarto e descemos pelo elevador até a área dos restaurantes, onde eles estavam almoçando. Emily e eu caminhamos até as mesas e logo fomos recebidos com um sorriso, mas minha expressão estava séria. Emily e eu nos sentamos na parte de trás da mesa, e eu, já nervoso devido à minha ansiedade, dei a resposta imediata para eles. Eu: Olha, rapazes, precisamos conversar de forma séria. Carlos: Carlos, irmão. Está tudo certo? Eu: Não, não está tudo bem, irmão. Estou aqui para conversar sobre o que está acontecendo entre vocês e Emily. Não estou gostando e isso tem que parar. Alan: Carlos, se você está se referindo às imagens que Emily enviou de Topless, isso é apenas uma questão de percepção. Não estou me limitando a este assunto, estou me referindo aos seus comentários em relação à minha esposa. Vendo esses papinhos, passando a mão nela e enviando fotos nuas. Pedro: Espera, o que é isso? Você pensa que estamos dando em cima da sua esposa? Carlos, da mesma forma, você nos ofende. Vocês estão oFENDIDOS? Você se deteve na BUCETA DA ESPOSA. Nessa altura, perdi o controle e fui gritando e atraindo a atenção das pessoas do local) Emily: Carlos, por gentileza, fale baixo. As pessoas estão assistindo. Pedro: É um tipo de acusação insultante. Nós do escritório somos uma família e criamos um laço de amizade profundo com sua esposa. A mão foi inserida na vagina dela, mas com o único objetivo de proteger a intimidade dela. Mas, se você não percebe isso, não vou ficar aqui e ser acusado de forma injusta. Vamos embora, rapazes. Em determinado momento, Pedro levantou-se e Alan e Felipe seguiram-no. Emily: Aguardem, por gentileza. Emily: Conversamos anteriormente. Emily: Carlos, viemos aqui para esclarecer algumas dúvidas e, de fato, fizemos isso. Pedro já explicou que tudo não passou de um mal-entendido. Podemos esquecer tudo isso e continuar sendo o que sempre fomos. Você concorda em continuar? Esses homens me prenderam em uma sala e me deixaram ver eles passar a mão em você. Felipe: Acho que isso é bastante prejudicial, uma vez que você está nos acusando de um crime. Peço desculpas, Emily, pelo término desta conversa. Foram, então, embora irritados. Emily se levantou para ir atrás deles, mas não deixei, então ela permaneceu sentada comigo. Fiquei impressionado com o quão dissimulados e mentirosos aqueles homens eram, mas Emily, por outro lado, se sentiu péssima por ter acusado-os “injustamente”. Ela pegou o telefone e percebeu que havia sido dispensada do grupo de trabalho. Nesse momento, seus olhos começaram a marejar. Ela demonstrou profunda tristeza ao enviar mensagens privadas, mas não obteve resposta positiva. Emily: Analise o que você fez. Ela disse, com lágrimas nos olhos) Agora eles me odeiam. Vai ser como qualquer outro trabalho. Ela não me deixou responder e foi direto para o quarto para se deitar. Confesso que, naquele momento, o meu coração ficou um pouco acelerado. Como já havia mencionado anteriormente, o emprego anterior de Emily era considerado insustentável. As pessoas lá são extremamente egoístas e agressivas, além de a carga horária ser extremamente estressante. Emily desenvolveu depressão e precisou se consultar com um psicólogo por alguns meses. Foi uma experiência dolorosa para ela, e eu não gostaria que isso se repetiria. Fui até o nosso quarto e encontrei-a deitada na cama, chorando bem devagar. Não preciso dizer que me senti um lixo. Fui até a sala e sentei-me no sofá, refletindo sobre tudo o que havia acontecido. Existe a possibilidade de Emily estar certa? A ideia de Pedro ter elaborado um plano com a vendedora e o segurança de uma loja para fazer Emily ir até lá e me prender em uma sala para passar a mão nela é um tanto absurda. Uma pessoa não deveria ter um nível de sangue frio tão elevado. Embora as mensagens tenham ultrapassado um pouco os limites, parece-me que não se tratou apenas de uma amizade. Fiquei em dúvida se isso não era apenas fruto de minha imaginação. Todas as ações tomadas até o presente momento têm demonstrado ser amigáveis, inclusive comigo. Realizaram um churrasco para comemorar a venda da minha esposa e me convidaram. Nunca falaram mal de mim, e Pedro até se ofereceu para comprar uma roupa nova para Emily. Eu amava demais minha esposa, e não queria vê-la triste, principalmente por ideias absurdas de um ciúme doentio meu. Então, decidido a dar um voto de confiança a ela eu fui em direção ao quarto dos caras. Lá eu tive uma conversa franca e me desculpei. Eles foram incrivelmente compreensivos, Pedro até me abraçou e falou que estava tudo bem, que eu só estava tentando proteger a Emily. Nessa hora eu realmente me senti mal, talvez eu fosse um pouco ingênuo, mas eles realmente conseguiram me convencer. Para fazer as pazes de forma definitiva os caras aproveitaram que hoje não teriam mais reuniões e convidaram eu e Emily para ir a uma festa que aconteceria em uma casa próxima dali. Eu admito que fiquei um pouco preocupado, mas eles me prometeram que não fariam nada que passasse dos limites com a Emily de novo. E eu acreditei. Grande erro. Fui até o quarto e contei tudo para Emily. E sério, o sorriso que mina esposa deu aqueceu meu coração. Ela pulou da cama de tanta alegria e me abraçou forte. Eu sei que estou me arriscando demais, só que eu amo a Emily e mesmo que confiar nesses caras seja perigoso eu

Minha Esposa Gostosa e os amigos do Trabalho 3.5

Este é um relato completamente ficcional. Excelentes leitores. Estou de volta, queira ou não. Talvez não seja tão fácil derrubar alguém. Enfim, o motivo pelo qual voltei foi que, depois de apagar a história aqui, me senti muito mal pelo que fiz. Foi um desrespeito com as pessoas que leram e gostaram da minha história, simplesmente apagando-a assim e fugindo como um covarde. Dessa forma, retornei e, desta vez, não permaneço fora. Peço desculpas pelo meu medo e pelo seu envolvimento em uma montanha russa de emoções. Tenho plena certeza de que isso não se repetirá. Os capítulos que foram apagados já estão disponíveis para leitura, se assim desejarem. Enfim, vou-lhes apresentar mais um capítulo, mas, como aconteceu algo extremamente relevante para o progresso dessa história, não poderia deixar de lado isso. Esta ocorrência ocorreu no segundo dia de nossa viagem. Emily e os homens não participaram de nenhuma reunião neste dia, portanto, aproveitamos para relaxar. Tive a iniciativa de pegar Emily e levá-la para conhecer a cidade, longe dos parasitas do Hotel. No entanto, antes de sairmos, enquanto ela estava se arrumando, percebi que ela estava olhando para o espelho e tirando algumas fotografias. Ao me deparar com a sua roupa, percebi que ela aparentava estar fazendo isso há algum tempo. Questionei Emily o motivo pelo qual ela estava tirando aquelas fotografias e ela respondeu que eram para os homens do trabalho. Na verdade, não me dei por surpreendido, já esperava que ela me dissesse algo semelhante, mas, ainda assim, fiquei curioso quanto à desculpa. Emily disse-me que os rapazes ficaram curiosos com a roupa nova que havia comprado, então ela tirou algumas fotos e enviou para eles. Peguei o celular dela para ver e encontrei algumas imagens dela de corpo inteiro, mas também havia imagens focando nos seios e na bunda. Emily: Ah, amor. Ele insistiu para ver se o caimento estava adequado em todas as partes. Como se não tivessem visto ela com atenção enquanto apalpavam-na na loja de roupas) Então, abaixando as mensagens, pude ver algumas imagens de Emily de Lingerie. Fiquei irritado e questionei Emily, mas ela respondeu que o sutiã e a calcinha estavam marcando a roupa apertada e os rapazes queriam saber se as marcas eram da roupa ou do sutiã. Desculpe-se, de verdade, pela ingenuidade da Emily. Embaixo, haviam algumas mensagens apagadas. Perguntei a Emily do que se tratava e ela, um pouco sem jeito e com dificuldade para manter o contato visual, disse que eram apenas fotos repetidas que ela havia enviado. A questão é que haviam mensagens deles apagadas, o que causou uma pulga na minha orelha. Sentei-me com ela e conversamos sobre o que havia acontecido na loja de roupas. De como fui levado pelo segurança, de como pensava que tinha sido algo do Pedro, e, o principal, de como os homens a seguraram e a apalparam. Emily foi franca comigo e disse que não concordava com a minha teoria de que Pedro estaria envolvido em todos os eventos, planejando os eventos. Sinto muito decepcionado pelo fato de minha esposa acreditar mais em um estranho do que em mim, mas logo Emily disse algo que me despertou a esperança diante da situação. Ela me disse que ficou bastante constrangida com a forma como os rapazes a seguraram pelo corpo, e, sobretudo, por Pedro ter tocado sua vagina sem sua permissão. Ela ainda acreditava que tudo era um acidente e que ele apenas queria ajudar, mas, ainda assim, ficou claro que ela se sentiu incomodada. Após uma conversa, convenci Emily a conversar com os homens e demonstrar o seu desconforto com toda essa situação, o que, na verdade, já estava planejando fazer. Ela concordou, mas, ao perceber que ela estava um pouco estressada e talvez até abalada com tudo o que havia acontecido, ofereci que conversaríamos com elas em outro dia e que, hoje, só saíssemos para nos divertirmos. Pedi a ela para se arrumar que eu iria na frente para pegar o carro. Fui, peguei o elevador e fui até a entrada do Hotel. No entanto, percebi que, distante da área das piscinas, Pedro, Alan e Felipe conversavam e sorriam bastante, além de mostrarem os celulares uns para os outros demonstrando grande interesse. Se fosse para adivinhar, diria que eles estavam se vangloriando pelas imagens de Emily, mas, para minha desgraça, era algo mais do que isso. Alan: Caramba, essa mulher é muito bonita. Felipe: Concordo plenamente. Ela desperta o meu interesse. A última mina com quem conversei tinha pouco peito e o mamilo era escuro. No entanto, a Emily, com seus peitões e mamilos rosados, dá vontade de morder. Esses arrombados estavam falando sobre Emily, é claro que estavam. Mas aguarde, eles estavam olhando para o celular enquanto falavam dos peitos da Emily. Como eles tinham fotos dos peitos dela? Quais seriam as imagens registradas na piscina? Achei que sim, mas algo em mim indicava que não era. Pedro: Claro, meu amigo. Quem sabe, em breve, não seja possível realizar o seu desejo. Felipe: Acho que não. Com o marido dela por aqui, é difícil tentar qualquer coisa, e você também está fudendo com tudo. Que ideia foi essa de passar a mão na xota dela? Não sei como você não levou um tapa na cara por ter estuprado a menina. Pedro: Não é nada, cara. Você parece não me conhecer, sei o que estou fazendo. Além disso, vai dizer que ficar passando a mão naquela raba gostosa também não seria assédio? Alan: Isso é diferente, cara. Apenas estávamos percebendo o tecido. Felipe responde: Kkkkkkkkk Pedro: kkkkkkkkk Os filhos da puta estão fazendo piada com toda a situação. O meu sangue estava quente, mas o pior aconteceu agora. Pedro: Mas vocês não sabem o melhor. Quando eu coloquei minha mão na xaninha dela, caralho, minha mão saiu encharcada, serião, tava uma cachoeira lá embaixo kkkkk Alan: Caralho, que safada kkkk Felipe: Ai sim, porra. Eu sabia que essa Emily tava querendo sentar no pau. O foda é

Dando Para Três Moleques Novinhos

Olá, amores, está tudo bem com vocês? Hoje vou relatar uma experiência sexual que tive com três homens, ou melhor, três garotos, que deixei que abusassem de mim. Antes de iniciar, gostaria de informar que o conto é extenso, como é do conhecimento de todos. Gosto de detalhes e pensei em dividir em duas partes, mas vou finalizar tudo de uma vez só. Isso ocorreu há algum tempo. Tenho uma irmã chamada Helena, mas a chamo de Helen. Se, mais para frente, eu a chamar de Helen ou He, será a mesma pessoa. Não se assustem. Sou muito adepta da leitura, gosto de, antes de dormir, folhear um livro, mesmo que seja apenas uma ou duas páginas. Esse é um hábito que tenho desde criança e não consigo ficar sem. Num certo dia, chegou-me o livro famoso, cinquenta tons de cinza, gente do céu. Adorei. Fiquei viciada no livro. Li-o depressa e procurei saber mais sobre os outros. Logo comprei os outros. Eu, que sou um pouco taradinha, como vocês sabem, fiquei daquela forma. Enviei os livros para Helen, que gostou. Ela disse que ela e Eduardo, seu marido, leram juntos e que o livro pegou as ideias que ela tinha. Essa era a intenção. Minha irmã e eu compartilhamos quase tudo, uma coisa ou outra que eu escondo, ou pelo menos escondia, até que eu pudesse contar para vocês o que aconteceu depois. Há cerca de três ou quatro anos, vi o lançamento do filme. Gostaria de assistir. Convidei o meu marido para assistirmos. Enviei o livro para ele ler antes de assistir ao filme. Ele ficou interessado, apesar de ter ainda não ter lido o livro, mas disse que gostou do que havia lido até então. Helen ficou com vontade de ir, mas o Edu não era muito chegado ao cinema. Então, compramos apenas três ingressos para o dia. É claro que iríamos na estréia. Fiquei ansiosa durante toda a semana. Iríamos ao shopping no centro de Belo Horizonte, pegaríamos a Helen na casa dela. Acontece que, dois dias antes, meu marido desistiu de ir. Tivemos um desentendimento por pouco tempo. Ele disse que não iria mais, inventou que isso era um filme de mulher. Algum amigo deve ter dito algo do tipo para ele, para que ele não desistir assim de repente. Fiquei irritada, mas deixei passar. Não rendi muito, até porque minha irmã iria comigo. Um dia antes, com raiva, liguei para um amigo que, de vez em quando, nos encontrava e ficamos juntos até a noite. Ele estava tão acesa que não conseguiu apagar o meu povo. Foi gostoso, mas a vontade de sexo não diminuiu, pelo contrário, só aumentou. No dia seguinte, fiz o mesmo que o meu marido faria. Passei na casa da Helen e a peguei. Chegámos um pouco mais cedo para comprar o que comer antes, uma vez que naquela época, em cinema, era comum comer pipoca. Além disso, compramos alguns salgadinhos, uma garrafinha de refrigerante e demos uma voltinha no shopping, para não parecermos duas mulheres apavoradas, sendo as primeiras da fila. Compramos uma casquinha de sorvete e conversamos sobre o que esperávamos do filme. Após um tempo, subimos para o último andar, que era o do cinema. Noteimos que a fila estava aumentando e, por isso, decidimos entrar nela. Havia comprado duas cadeiras no meio da sala, mas num canto. Helen sentou-se na última cadeira do canto e eu ao meu lado. Ao meu lado, sentaram-se três rapazes e uma menina. Percebi que estavam juntos, mas percebi que eles estavam se divertindo, dizendo que vieram para tomar conta dela, pois ela estava necessitada, essas coisas típicas de adolescentes. A maioria das mulheres presentes na sala, na verdade, era composta por mulheres. Havia um ou outro homem que trouxe a namorada, mas cerca de 80% era composta por mulheres. O início do filme parecia promissor, mas não foi exatamente o que eu esperava. Tive uma expectativa muito elevada e, por isso, tive uma experiência decepcionante. Não foi ruim, mas esperava algo mais. Helen e eu sempre conversamos sobre as cenas que aconteciam no filme. Às vezes, as mulheres ficavam excitadas com uma cena mais picante. É claro que eu também entrava no clima. Já que já estava pegando fogo na noite anterior, fiquei ainda mais excitada. Após uma cena em que todos estavam em pânico, o rapaz ao meu lado começou a puxar conversa comigo e comentou sobre a diferença entre o filme e o livro. A partir daí, começou-se a conversar sobre a diferença entre o filme e o livro. Percebi, então, que ele também já havia lido e tinha a mesma opinião que eu em relação ao filme. Em determinado momento, ele disse-me: “O filme não é tão bom quanto o livro, mas é um espetáculo”. Eu, que já estava no ponto, respondi: “O filme tem cenas maravilhosas”. Não tenho certeza se sou a única pessoa que é extremamente tara ou se são todos os homens que são dessa natureza, mas parece-me que essas características me perseguem em lugares e pessoas que eu não esperava, o que acaba acontecendo. Podem pensar que isso é mentira minha, mas não é. Não sei o motivo. Talvez eu tenha dito algo sem perceber ou se ele era apenas um rapaz mais jovem. Mas quando ele chegou mais perto de mim, disse assim. É verdade. No entanto, para mim, que sou solteiro, é extremamente frustrante assistir a esses filmes no cinema, pois desperta uma vontade imensa. Já para a senhora, que é casada, isso é mais fácil. Nisso a minha irmã me cutucou e perguntou, o que esse menino tá falando com você aí baixinho ? Eu olhei pra ela e pedir pra ela esperar que eu ia contar. Eu fui e voltei a cabeça pro lado dele, acho que ele entendeu que era pra continuar, e eu realmente queria saber o que ele tinha para falar. Ele continuou, como eu falei, pra quem é casado é mais fácil depois de

Mãe e filho e algo mais!

Agradecemos aos leitores. Apresentarei uma história real que ocorreu recentemente entre mim e minha mãe. Decidi alterar os nomes para evitar problemas e permitir uma maior liberdade de comunicação. Sou Ricardo, tenho 29 anos, 1,76m de altura, cabelos castanhos e pele parda. Sou magro e engenheiro civil. Há três anos, ele está casado com Raíssa, de 30 anos, e é gerente de qualidade de uma multinacional. Minha mãe, Vania, tem 56 anos e 1,72 de altura. Apesar da idade, está muito bem. Não é uma beldade, mas está bem e tem uma bunda que chama a atenção. Tem seios grandes já caidinhos, quadril mediano e coxas normais. É uma mulher bonita, viúva há três anos e mora sozinha na cidade vizinha. Minha esposa já se cansa de insistir para vir morar comigo, mas ela não quer, diz que vai tirar a nossa privacidade e que também não quer deixar a casa que construiu junto com meu pai. Tenho uma residência de dimensões consideráveis, adquirida através da herança deixada pelo meu pai. Sou filho único e minha mãe não quis receber nada da herança, apenas a casa que eles construíram. A casa é composta por uma piscina e vários quartos. Minha mãe vem uma vez por mês nos visitar e, uma vez por mês, vamos à casa dela para passar o fim de semana e aproveitamos para visitar minha sogra, que mora na mesma cidade que minha mãe. Minha esposa iria viajar na sexta-feira para participar de um treinamento promovido pela empresa dela. Minha mãe chegou perto da hora do almoço e almoçamos juntos. Às 15:30 da tarde, levámos Raíssa ao aeroporto. Ela embarcou às 16:00 horas. Saímos do aeroporto e fomos ao mercado. Pedimos cerveja e vinho, pois minha mãe aprecia vinho, e fomos para casa. Estive sob um forte calor e sugeri que entrassemos na piscina. Ela achou uma ótima ideia. Vesti a minha sunga e a dela um biquíni. Partimos para a piscina para nos divertirmos. Após nadar um pouco e conversar, decidi colocar uma música. Saí da piscina, peguei a minha caixinha de som e adicionei um “Fala Mansa” para tocar. A maioria das vezes que a minha mãe vem à minha residência, ela participa de um baile de forró na cidade. Além disso, minha esposa também aprecia esses eventos. Tomei um vinho e uma cerveja para mim e, enquanto caminhava para a piscina, percebi que minha mãe estava saindo. Coloquei as bebidas e participei da dança, pois a música é muito boa. Minha mãe é extremamente talentosa na dança, muitas vezes sendo ela quem me conduz à prática. Iniciámos a dança ali perto da piscina. Minha mãe é daquelas que cola o corpo na gente, eu de sunga e ela de biquíni. Os nossos corpos se esfregaram bastante, até nas coxas. Foi automático. Meu pau endureceu todo, ficou bem duro. Dava para sentir, mas ela ignorou e continuou dançando. Quando terminamos a música, soltamos-nos e ela disse: – Que maravilha! O seu filho mais novo despertou-se com a nossa dança. Tenho orgulho da minha mãe e sinto-me orgulhoso por isso. Quando era mais jovem, bateva muitas punhetas pensando na bunda dela e nos seios. Expliquei: – Concordo plenamente. Vou saltar na água para ver se está sossegada! Naquele momento, pulei na piscina. Ela pegou uma lata de cerveja e um corpo de vinho e os colocou na borda da piscina. Ele chegou até mim. – E aí, esse menino já está dormindo ou ainda está acordado? – ela me questionou com seriedade. – Está acordado! Ela se aproximou com rapidez e passou a mão no meu pênis por cima da sunga. – Nossa, tudo isso apenas com um bate-boca daqueles? – respondi que sim. Ela se aproximou, enfiou a mão dentro da minha sunga e pegou nele. A pegada gostosa que ela deu me deixou ainda mais excitado. – Nossa, como está difícil! Ric, que delícia, Ric! – disse, puxando-o para fora e acariciando-o com carinho. – “Há muito tempo não seguro uma rola dura assim!” Não vou disfarçar ou disfarçar, vou dizer abertamente. Naquele momento, eu realmente estava querendo comer ela, um desejo antigo. Não recuaria, pelo contrário, avancei. – “Mãe, acho melhor nos divertirmos na piscina, pois será mais prazeroso.” Tenho um grande apreço por esses jogos, que demonstram uma ausência de acontecimentos significativos e, ao mesmo tempo, provocam a ocorrência. – Ric, se eu tirar o biquini e nadarmos como deseja, você sabe o que pode acontecer, certo? – “Sim, é exatamente o que quero!”, respondi sem hesitar. Ela me olhou por alguns instantes e, repentinamente, disse: – “Tem certeza”, meio baixo e temeroso, mas com um certo tesão envolvido. – Tenho a certeza de que será maravilhoso e só nós dois sabemos disso, será nosso segredo íntimo! Estava extremamente excitado, louco para foder a buceta dela com gosto, mas não conseguia controlar. O momento era de deixar acontecer. Foi um negócio estranho, de um simples banho de piscina para uma excitação e uma vontade absurda de trepar com ela. Ela me olhou por mais alguns instantes e, repentinamente, vi que ela retirou o top do biquini, deixando os seios maravilhosos à mostra. Aproveitei e tirei a sunga enquanto ela tirava a parte de baixo do biquini. Vi sua buceta toda depilada. Puxei-a e dei-lhe um beijo de língua bem saboroso. Apertei a mão em suas costas e acariciei sua bunda. Ela se virou de costas, coloquei meu pau entre as pernas dela e subi a mão para acariciar os seios dela enquanto acariciava embaixo. Ela começou a gemer e, com uma voz doce e cheia de desejo, disse: – Ric, será que devemos mesmo fazer isso? – “Sim devemos” coloca ele pra dentro!” – respondi doido para socar gostoso nela. Ela abriu um pouco as pernas e colocou ele na portinha e de imediato a cabeça do meu pau entrou, empurrei e entrou inteiro, ela gemeu e eu também. – “Ric, como entrou gostoso, que delícia!” Comecei a meter e que

Liberei minha esposa

Liberei minha mulher para dois homens. Olá, sou claus de 46 anos, casado com Ana de 47. Quando conheci o meu lado voyeur. A minha esposa, Ana, e eu estamos casados há vinte anos e felizes. Ela é uma amante extraordinária, brilhante e apaixonada por todas as formas de sexo. Ela tem longos cabelos avermelhados escuros e é extremamente bonita, apesar de não ter plena confiança em si mesma devido ao fato de estar um pouco acima do peso. Após beber alguns drinques com amigos, o assunto nunca se tornou sexo, apenas brincadeiras. Ana deixou escapar que sua fantasia final era estar com dois homens ao mesmo tempo. Fiquei bastante surpreso e, quando chegamos em casa, falei isso para ela. Fiquei muito magoado com o comentário dela, mas, ao mesmo tempo, fiquei muito excitado. À medida que percebia a possibilidade de acontecer isso, comecei a assistir filmes pornográficos. Ao imaginar que minha amada Ana estava entre os dois pênis duros do filme, tive uma ereção intensa. Contei à Ana sobre as minhas fantasias, que estavam de acordo com as dela. Pensei que ela não estava muito entusiasmada, dizendo que nem todas as fantasias deveriam ser concretizadas, mas, após um tempo, ela concordou e deixou todos os arranjos para mim. Fiquei mais excitado com a ideia de assistir do que atuar, um voyeur, então meu plano agora era conhecer dois homens, já que essa era a minha fantasia. Além disso, utilizei um site de “contato” para pesquisar homens com potencial para transar com ela. Em breve, tive a surpresa de encontrar dois homens de 40 e 41 anos, ambos brancos, com cabelos castanhos, cavanhaque e peludos. Eles estavam situados a apenas 10 quilômetros de distância de nossa residência. Pensei: que sorte. Na primeira pesquisa, encontrei estes homens atraentes, sexys, virils e próximos… Não poderia ter sido melhor. Após entrar em contato com o número, falei com Valdir e contei-lhe as nossas fantasias. Gostaria de participar, pois ele me ofereceu um amigo. Julio poderia se juntar a mim e Ana em minha residência. Mas gostaria que fosse na sua… Terminado… A noite finalmente chegou. Com a câmera completamente carregada e alguns drinks para Ana, partimos para uma noite memorável. Ana ainda não tinha ideia de que seria fodida e amada por dois homens que não eu. Ana havia tomado o seu banho e realizado a depilação. No entanto, ela não demonstrou a calcinha que iria usar. Chegamos por volta das 20 e 30 e fomos recebidos na porta por Valdir. Ele era um homem de cabelos claros, de fala mansa, de 40 anos e pesando cerca de 90 quilos. Usava óculos com ares de professor. Ele nos conduziu até a sala, onde sentamos-nos no sofá e conversamos por um tempo. Ele nos ofereceu bebida, e nós concordamos. Ele estendeu a mão e reduziu a intensidade das luzes. Em apenas cinco minutos, Valdir me perguntou se eu gostaria de conhecer a mansão… Disse-lhe que poderia ir para qualquer lugar que desejasse. Nesse momento, eu e Valdir saímos e disse a Valdir: “vamos contar a Ana sobre a surpresa”. Ele acenou com a cabeça, demonstrando calma, e disse-nos: “Fiquem à vontade, já volto”. Ele desapareceu por cerca de 10 minutos e, posteriormente, retornou para nos apresentar Julio. Julio tinha 40 anos, era um pouco rechonchudo e pesava cerca de 85 quilos. Era alto, tinha 1 e 80 de altura, cabelos lisos e sorria bastante. Ana pareceu bastante perdida por alguns segundos, então um sorriso irônico se espalhou pelo rosto, pois ela sabia que também teria uma boa visão. Terminamos as nossas bebidas e perguntamos se seria possível dançar… Ana respondeu: É claro que gostaria. Levei Ana pela mão, mas Julio a pegou e eu retornei ao sofá. Enquanto Valdir e eu assistimos ao dançar, Valdir disse: vamos até o quarto para você conhecer. Então, deixámos os dois sozinhos na sala e fui com Valdir para o quarto. A Analista Ana Julio e Julio entraram no quarto, trancando a porta. Ana sentou-se na ponta da cama, enquanto eu ia para a sala pegar a câmera. Voltei e sentei-me em uma cadeira ao lado da cama. Quando Júlio e Valdir se aproximaram da cama, Ana se levantou e os puxaram para perto deles. Ela mantinha um braço em volta de cada um deles, enquanto eles acariciavam os seios através de uma blusa. Isso não perdurou por muito tempo, pois Julio a beijou intensamente. Ana estava bem vestida para a noite, com um belo vestido roxo e preto, que revelava seus enormes seios. Eu podia ver que os homens estavam gostando muito dela e, com um sorriso conhecido, um elogiou o outro. Valdir, então, puxou a saia de couro para baixo, revelando a calcinha branca. Julio sorriu novamente. Pensei que Ana acariciava os seus seios duros através de suas calcas. Ana se sentou na cama e abriu o zíper da calça de Julio. Acredito que ele era o seu favorito. De lá, saiu um pau grosso, reto, de aproximadamente 25 centímetros. A cabeça estava brilhando levemente. Ela lentamente levou a boca ao encontro do pau que estava à sua frente. Ana olhava para mim e sorria. Seu rosto acariciava o pau de Julio. Logo, a linha de Ana começou a lamber suavemente o prepúcio, depois chupando suas bolas enormes e caidas. Com a outra mão, ela estava desabotoando a calça jeans de Valdir. Ele a puxou para baixo, revelando seu pênis, um pouco menor que o de Julio, mas mais grosso. Fiquei de cara fechada durante a filmagem. Julio retirou a camisa e as calças, enquanto Valdir continuava a chupar o pênis dele. Ana se sentou no meio da cama. Eu tinha plena consciência do desejo que ela sentia de ser penetrada. Os homens, é claro, sabiam o que estavam fazendo. Julio logo estava na buceta e sua língua estava sondando sua buceta molhada e clitóris. Valdir manobrou para que Ana tivesse acesso ao seu pau duro. Ela não precisou perguntar duas vezes quando o pegou

Minha esposa passou três ou mais noites com meu amigo.

Minha esposa passou três ou mais noites em minha residência com um amigo. Olá a todos, tudo certo? Meu nome é Claus e estou casado há mais de 20 anos com Ana. Ana é uma mulher belíssima de 47 anos, de cor clara clara, possui um metrô e pesa 65,58 quilos. Tenho 48 anos, sou atlético, 1 metro e 77,79 quilos. Tenho 12 cm ereto. Nossa residência é bem legal, tem piscina e segurança 24 horas. Há câmeras espalhadas por tudo e algumas discretas que até mesmo Ana não tem conhecimento. Certo dia tive que viajar por três dias e ficar em um hotel. Sempre ligava para ela à noite, mas, antes de ir, fazia uma brincadeira erótica com Ana. Disse para ela que, quando eu estivesse trabalhando, chamaria alguém para ficar com ela… Tudo inusitado. Entretanto, devido à necessidade de me ausentar com urgência, fiquei com a “pulga atrás da orelha”. Eu insinuava que ela chamava Valdir, meu amigo de sempre, e ela gozava muito. Mas, como falei da ” pulga atrás da orelha”, fiquei imaginando o que ela faria na realidade. Após ela ligar,eu imaginava que ela tivesse ele na minha cama, besteira minha… Será que é isso? Após desligar o telefone, eu ligava para Valdir. Então, Valdir, como está você? E ele sempre respondia que estava bem e rebatia a questão para mim. Eu me esforçava para ouvir e compreender onde ele estava, mas sempre havia ruídos de veículos, pratos, conversas, enfim, nunca o vi entrando em minha residência. Contudo, solicitei ao Júlio outro amigo que passasse em minha residência para conversar com Ana por pelo menos cinco minutos, e ele o fez durante os três dias seguintes. Assim, fiquei tranquilo ao saber que Valdir não estava presente, e que Júlio a visitava todos os dias para ver como ela estava. Ele me ligava quando eu chegava e, cinco minutos depois, me ligava avisando que estava tudo bem e que já estava saindo. Ana não sabia que eu tinha pedido para Júlio vigiar ela, pois, se ela desconfiasse, eu ouviria muitas merdas ditas por ela. Viajei no dia 6 e voltei no dia 9, mas houve alguns problemas que me obrigaram a permanecer por mais três dias. No terceiro dia, lembrei que tinha as câmeras escondidas e pedi para a companhia de segurança passar o código para que eu pudesse monitorar. A empresa me pediu duas horas e logo me informaram como entrar no sistema. Assim sendo, eles me deram o código e me informaram que eu poderia monitorar meu celular e acessar vídeos de dez dias anteriores pelo sistema deles. Assim que entrei no sistema, comecei a examinar os vídeos salvos… Começarei a contar a partir do dia 26,8 da manhã… Dei um beijo nela e parti. Às oito e 55, Ana atendeu uma ligação e seu rosto estava repleto de alegria e euforia. No 9 e no 30. Júlio chega de carro na minha residência. Ela o encontra na porta e olha para os lados procurando por algo. Júlio vai ao banheiro, onde não há câmeras. Júlio deixa o banheiro sem uma camisa. Júlio agarra Ana pelas costas e dá um beijo em seu pescoço. Ele segura as costas dela e logo levanta seu belo pênis sem esperar muito. Ela rebola como uma mulher desesperada por sexo. Júlio a coloca em cima da mesa de jantar, levanta suas pernas e a mete por mais de 20 minutos. Em seguida, ele a pega no colo e a leva para a sala. Lá, ele a coloca de quatro, passa um gel e começa a enfiar lentamente em seu cuzinho. Ele chupa com uma velocidade que me deixa inquieto. Ele não gritava, ela apenas gemia. Quando ele foi gozar, ele gozou nos seus peitinhos e ela espalhou tudo como se fosse um creme hidratante raro… Logo ele se gruda no pau dele, chupa com vontade e deixa o seu pau bem limpo. Ela lambe e sorri para ele, como se fosse o homem mais importante da Terra. Diz: Você é incrível, completamente diferente… Eu desejo-te sempre dentro de mim… Entretanto, Estava tímido,com ódio,com raiva,mas com tesão. Júlio ia até minha casa todos os dias após minha saída do trabalho. Júlio chega em casa às 12 horas e 30 do dia 06, quando eu parti. Ana estava de calcinha e ela havia servido um almoço saboroso, com vinho, sobremesa, arroz de forno e saladas… Depois, deitaram-se no sofá e ele meteu-a de costas… Eles permaneceram ali por um longo período… Dia 07 por volta das 20 horas: Júlio chega à residência pela segunda vez ao dia. Larga a sua moto na garagem e entra na residência. Ana estava tomando banho no banheiro. Julio pega o celular e liga, ri muito e aperta o botão. Eles estão bebendo e a campainha toca. Ela está surpresa e assustada quando ele entra e sai às 21 horas. No banheiro, não há câmeras. 21 e 20. Júlio vai pro meu quarto e se deita no lado em que eu durmo, mas se deitou pelado. Logo Ana aparece e se senta ao seu lado. Eles ficam no celular e foi quando liguei para ela: Oi amor,como vc esta? Nisso Júlio meche nó celular dele e surge um som,o som era de novela. Falo com ela e vejo ele chupando seus seios,seus não,meus seios. A conversa acaba e logo ligo pro Júlio: O celular toca e ele demora pra atender,mas nisso Ana liga uma gravação de buzinas nó trânsito. -dai Julião,tudo bem? E ele: sim,e vc? bem. Onde vc esta,disse eu. Ele: Claus estou no trânsito. E eu: a sim,estou ouvindo o barulho. E a Ana? Vc foi lá hoje? E ele: sim. Nisso vejo na câmera Ana chupando ele. E ela como está Júlio? Ele está bem. E eu disse: Júlio,eu vou ter que ficar até o dia 12,vc pode ficar indo lá? E ele: sim,sim,mas será se ela não vai desconfiar,digo isso pelo fato de estar indo todos os dias lá? E

Ensaios Blog Últimos Arquivo Rankings Temas Listas Publique Painel Procurar na Casa Coloquei um programa espião no celular da minha mulher e ouvi ela dando o cu no banheiro do trabalho

Olá à todos. O que vou narrar aconteceu no dia 20 de março de 2024. Estou morando com uma jovem de 28 anos, que é deliciosa e safada. No primeiro encontro, ela me mamou e engoliu minha porra. Hoje, estamos juntos há quase um ano e meio. Nesse período, desconfiei que ela me traía, mas nunca fiz nada. Então, resolvi instalar um programa espião no celular dela. Ela ocupa uma sala comercial isolada na parte de trás de um edifício. Há apenas uma escada, uma sala pequena e um banheirinho. No dia seguinte ao instalar, apareceram mensagens de um homem de manhã. Parece que ele comia frequentemente, já que foi bastante objetivo: – Olá, mulher. Tenho o cu hoje à tarde. Você está bem? Ao ler aquilo, fiquei surpreso. A resposta dela foi ainda pior: – Olá, cara. Você deseja arregaçar meu cu hoje? Venha nesse período que é bom. Ele rebateu: – Coloque uma calcinha de puta que vou chupar esse cu dela com ela. Ela retrucou: – Ui animal! com um ar de diabinho ao lado. A puta agenda a comida pelo WhatsApp e, pelo jeito que o cara tratou, ela é vagabunda dele há tempos! Quando ela chegou ao meio-dia, peguei o telefone dela e as mensagens estavam apagadas. Temos uma bolsa com calcinhas e objetos sexuais. Ouvi ela pegar a mala e, quando ela saiu, fui até lá e vi que ela tinha pegado uma minicalcinha preta que tinha escrito “safada” em dourado e um vestido curto. Compreendi que a intenção era simplificar a experiência, mas não expliquei nada. Eu acionei o programa espião para monitorar o ambiente através da câmera. Havia uma mensagem no seu aplicativo de mensagens dizendo: Estou indo cadela. Prepare seu cuzinho. Ela enviou uma imagem somente com a calcinha para ele. Eu abri o vídeo e a gravação e aguardei junto com ela. O indivíduo chegou e não fez nenhuma declaração. Ela agradeceu e ele disse: Caia mamando sua cadela! Ele a agarrou pelos cabelos e a fez gemer, mas eu não conseguia enxergar o celular sobre a mesa. Apenas ouvia ela sugar o pau dele e ele gemendo. Ele afirmava: Isso é uma mentira. Mulher boba. Viciada na minha rola, não é piranha? E batia na cara e na língua dela. Durante cerca de cinco minutos, meu coração batia acelerado. Ele a afogava com o pau, batia na cara dela com o pau. Era tratada como uma vadia mesmo. A maneira como ela se comporta é a pior possível. Não perdi e comecei uma punheta. Assim, ele disse: levante-se e arregale o cu. Ela disse: Espere eu fechar a porta do trabalho. Ao voltar, percebi que ele a pegou com força e ela gritou e pediu: “Me agarra empinada na pia”. Ouvi ele dizer (acho que quando ela empinou o vestido e ele levantou o vestido): Colocou a calcinha que eu gosto! Eu prefiro aquela com a inscrição “Esposinha de Corno manso” (que ela adquiriu na internet e disse que era para que nós brincassemos) Ela disse: na próxima vez eu coloco ela. Porra, ela dava direto para aquele cara! Inclusive com as nossas calcinhas. Eu ouvi ela gemer e solicitar que ele fosse devagar, enquanto ele empurrava o pau. Ele respondeu: Nossa, esse cuzinho é sempre apertado. Ela afirmou: O seu pau é de cavalo. Ele riu e foi socando e ela gemendo. Deu tapas na bunda dela e chamava de puta, vagabunda. Ela pedia: – Mete forte no meu cu. Arregaça meu cuzinho. Me deixa com o cu frouxinho. Aí veio a parte que eu gozei a primeira vez. Ele disse: – Adoro vc porque é puta de corno. O manso nem imagina que eu enrabo você direto. E ela entregou o jogo: – Eu dei ontem para o gerente do banco. Hoje é pra vc e amanhã vai ser o dentista do meu chefe que vem aqui receber e sempre me come. Ele chamou ela de vagabunda e eu percebi que se antes tinha sido corno, agora então era muito chifrudo. Ele fodia e ela gemia alto pedindo rola no cu. Que piranha! Dando o cu no trabalho! Ele comeu o cu dela uns 15 minutos e quando foi gozar falou para ela abaixar e gozou na boca, urrando e falando que puta tinha que tomar porra, engolir leite, coisas assim. Pior que o cara é tão sacana que se vestiu e falou. Semana que vem te mando mensagem de novo vadia. E foi embora. Quando fui buscar ela no trabalho ela tinha porra seca no pescoço. Não falei nada. Quando chegamos em casa pedi para comer o cu dela e ela me disse que não dava pq tava doendo. Achava que era cólica. Fiz ela mamar e gozei gostoso na boca dela lembrando. E agora. Conto para ela que sei? Ou deixo ela continuar assim? Ou me separo?

Gang Bang no intercâmbio 6

Estados unidos, 2020, pandemia…. Já havia sofrido uma perda de emprego devido ao lock down causado pela pandemia. Precisava me virar para pagar o aluguel, mas acabei caindo de vez na casa do King Kong e seus filhos. Para aqueles que não me conhecem, sou a Bunny. Este é o sexto conto sobre como minha vida mudou quando fui fazer um intercâmbio nos Estados Unidos. Fiz um e-mail para quem quiser acompanhar melhor e comentar sobre os contos @bunnyblond2 ou um e-mail para quem quiser deixar um recado para [email protected]. Sou caracterizada por ser patricinha, loirinha e filhinha de pai rico. A experiência de viajar me fez pensar que era “pobre” pela primeira vez. Após a pandemia, perdi o meu emprego e ainda teria meses para voltar ao Brasil. Foi a primeira vez que perdi o controle financeiro e tive que recorrer aos safados que já estavam me comendo há algum tempo. A incidência do racismo nos Estados Unidos é significativamente superior à do Brasil. Lá, há segregação e as pessoas não se misturam. Fui morar em um bairro de negros e, praticamente, era a única branquinha que andava pelas ruas. As pessoas me fitavam de uma forma estranha e sorriam, porque, no fundo, todos sabiam que eu havia me tornado a bunny dos niggas. Bunny é um termo racista que tem o significado de bitchs, mas tem um apelo racial. Como se a piranha branca estivesse sendo submissa aos negros. Uma versão dos spades, mas algo mais dominador. Relaciona a posse. Virei um objeto deles, a pet dos negociantes. A coelhinha branca mora em uma residência com 4 niggas. Tenho um grande apreço por isso. Os safados me deram uma tiara com orelhinhas de coelha para usá-la. Aquilo era de grande importância. Certa vez, fui à farmácia próxima usando esta tiara. Tinha uma missão: comprar um gel lubrificante. Acreditem, eu realmente precisava de um grande volume daquele gelzinho. Eles me deram um punhado de dólares, mas, sob uma condição: eu teria que andar na rua usando aquela tiara de orelhinha de coelhinha. Fui eu, toda loira, vestida de bitch, com uma tiara de orelhinha de bunny, andando pelas ruas com dois negões atrás de mim, me escoltando e rindo pelo caminho. As pessoas nas ruas me olhavam com cara de tesão e risinho no rosto de ver a branquinha sendo feita de pet pelos niggas do bairro Aquilo me dava um tesão do caralho!!!! Eu nem tava pelada, nem tava de roupa mais ousada, mas so de andar com uma simples orelhinha de coelha pelas ruas, o significado daquilo, mexia demais com o meu tesão De vestidinho pink bem patricinha, salto alto e orelhinhas de coelhinha. Desfilando pelas ruas de um bairro negros, sendo exibida como pet de estimação de uns negões tarados em comer uma loirinha. Era aceitar a dominação, ser a coelhinha submissa dos negões me expondo assim pelas ruas. Todo mundo sabia que eu chupava a piroca aqueles niggas dominadores. E isso sempre me deu muito tesão. Cada piroca preta que eu chupei, cada gozada na cara que eu levei, representava que eu aceitava aquela dominação. Aceitava a minha posição de inferioridade Eu sempre fui patricinha mimada, sempre fui burguesinha, tive tudo na mão. Experimentar a inferioridade mexia com as minhas fantasias mais profundas Eu me sentia num filme porno, morando numa casa com 4 negoes pirocudos, fumando maconha e chupando rola o dia inteiro. Fazia lanche e cuidava da casa. Era o total inverso da vida mimada que eu sempre tinha tido Saber que seria uma coisa temporária, só até o fim do meu intercâmbio sempre me deixou tranquila de realizar essas fantasias. Saber quem ninguem me conhecia ali, tirava qualquer peso de ressaca moral, então me dava liberdade de fazer qualquer coisa Então por isso que eu estava la rebolando pelas ruas, com orelhinha de coelha, sendo exibida como trofeu pro bairro inteiro Me dava muito tesão ser esse trofeu. A loirinha que entra na vara da negada, Esse era o recado que estava sendo passado E eu adorava isso…. Entrei na farmácia, com os 2 negoões alguns passos atrás de mim, eles me mandaram comprar camisinha e lubrificante Mais do que isso, eu teria que perguntar algumas coisas pro vendedor. Era tudo um showzinho pra me humilhar ainda mais E descobri que morro de tesão de ser humilhada assim… Peguei uma caixa de camisinhas e perguntei pro balconista se aquelas eram tamanho extra large. O vendedor foi simpático e tentou tratar tudo com normalidade. Eu insistia apontando pra trás pros negões me escoltando e fazia o gesto com as mãos, com as duas mãos espalmadas, mostrando o tamanho do caralho que eu tava aguentando – Mas tem que servir pra uma pica assim ó E eu abria as mãos espalmadas mostrando um tamanho enorme. O vendedor segurava o risinho ou a cara de tesão e só confirmava que sim Eu ainda me virei fazendo joinha de positivo pros niggas atrás de mim. Daí fiz o golpe final Botei o tudo de lubrificante no balcão e perguntei na maior cara de pau – E esse gelzinho, serve pra anal? Pensem na situação: Uma branquinha no meio do bairro dos negros, loirinha, usando orelhas de coelhinha, perguntando o tamanho da camisinha. Eu tinha acabado de mostrar o tamanho das pirocas que eu tava levando. E daí em seguida perguntei se o gel era bom pra anal Os caras atrás de mim não se aguentavam mais e ja estavam rindo na maior cara de pau O vendedor ligou o foda-se e sem ser muito indelicado, apenas disse que sim e me desejou “good luck” boa sorte pronto, o bairo inteiro sabia que a bunny loirinha tava levando ferro na bundinha branca. fofoca de putaria sempre corre rápido demais. E foi exatamente isso que aconteceu quando chegamos em casa. Ainda de orelhinhas de coelhinha, fui jogada em cima da mesa da cozinha. Em pé nos meus saltos, com os cotovelos na mesa, uma mão pesada nas

Gang Bang na Comunidade

Amores punheteiros, estou de volta para contar uma história que rolou comigo outro dia. Sou a Bunny, uma coelhinha loira que é especialista em negócios. Conversei com um negão safado que conheci no tinder. Já tive a oportunidade de conversar com ele em ocasiões anteriores. Era sempre uma das melhores trepadas que tivemos atualmente. Safado, pirocudo, com uma pegada firme e negão do jeito que gosto. Penso que sou mais uma mulher mandona no dia a dia, mas, na cama, gosto de me sentir dominada por um macho que me vira do avesso, me manda e me xinga. Contudo, sentia a falta de algo a mais. Ele me come muito bem, basta mandar uma mensagem para que eu abane o rabo como uma cachorrinha. No entanto, eu sentia falta de algo mais hard core que havia experimentado no meu intercâmbio. Sentia falta de um gang bang e de ver-me numa roda de rola na minha frente. Não tinha contado a ele a minha experiência no intercâmbio (que já contei em contos anteriores), mas disse que assisti a alguns filmes interraciais. Tinha a fantasia de ficar com um número significativo de homens de uma só vez, como é demonstrado nos filmes. Ele ficou tarado com essa conversa e eu respondi, perguntando se ele não tinha amigos para que nós combinasse uma festa. Ele não acreditaria de primeira, mas eu dei muita corda até que ele percebesse que era sério. Apenas deixei uma condição: só pode chamar o cara. Tenho a impressão de que isso aumentou sua perspetiva. A dondoquinha loira solicitando um gang bang com cinco negros mexeu com a cabeça pervertida do meu safado do tinder. Passamos umas duas semanas conversando e ele encontrou um amigo que morava sozinho na comunidade dele. Seria mais fácil marcar a festa lá. Foi quando me caiu a ficha de que não seria apenas o gang bang, eu iria até a comunidade ser completamente devorada pelos tarados. Não tinha a mínima ideia de qual roupa vestir em um momento como esse. Voltei a sentir o gosto de andar pelas ruas do bairro negro em que morei, e ser a coelhinha branca no meio dos black brothers. Fiz uma preparação completa no salão. A depilação, o cabelo e as unhas. No dia marcado, escolhi um vestidinho periguete chique para chegar à piranha, mas deixei claro que era da classe alta. Peço desculpas se isso parecer ofensivo, mas acho que parte do meu fetiche sempre foi chegar toda madame e ser feita de vadia pelas mãos desses negros tarados. O meu contador do tinder informou-me que seriam 5 safados, sendo que, como havia solicitado, todos eles eram negros tarados e uma loirinha. Não tinha conhecimento prévio sobre os indivíduos. Peguei um uber do bairro nobre até a entrada da comunidade, levando-a toda produzida para ser maceada por um grupo de machos selvagens. Apenas isso já despertava o meu interesse pela putaria que estava prestes a realizar. Um táxi me pegou na entrada da comunidade e, ao longo do caminho, descobri que o motoboy era um dos homens que me fodiam depois. Na verdade, apenas compreendi que ele era um dos convidados da festa. Pirocudo só descobri na hora da brincadeira. Encontrei-me abraçada, agarrada ao motoboy que iria me dar a pica (adoro pensar e dizer essas coisas em termos vulgares). Fui escoltada até o abatedouro, repleto de machos para me comer. Ele pilotava de forma rápida até o local, e o que mais me chamou a atenção foi o fato de eu ser extremamente cheirosa. Concordo com isso, mas prefiro elogios mais vulgares para este momento (e apenas esse momento) Apenas quando cheguei à residência, após ser recebida de forma individualizada, recebi os elogios que desejei. O meu contato mantém-me firme, apresentando-me aos amigos e estimulando-me a dar uma voltinha pelos corredores. Senti um clima de silêncio estupefaciente no ar. Os suspiros, as risadas, mas ninguém conseguia dizer nada. Na vida real, não ocorre o mesmo fenômeno, pois os homens tendem a ser tarados, mas não se intimidam ao tomar determinadas decisões. Precisei cobrar atitudes e elogios dos meus comedores. – E não gostaram? Vocês são bastante tímidos. Disse isso dando uma volta com as mãos na cintura e virando a bunda para eles. Todos os homens têm um grande desejo pela bunda, e eu sempre tive uma grande vaidade em relação à minha bunda. Os homens demonstraram uma certa liberdade de expressão e começaram a tecer elogios muito respeitosos. Diziam que eu era muito bonita ou coisas mais sóbrias. O meu amigo precisou dar-me um belo tapa na bunda, que estalou no meio da sala. PLAFT – É bonita e safada também… Ri, com os dedos na boca. – Sou safada, mas gosto de safados… Aos poucos fui rompendo o gelo e fazendo com que os tarados se soltassem. O meu amigo foi o responsável pelas ações, e foi passando a mão para os caras. Recebi um abraço e um beijinho de cada um para me apresentar. Era uma fila de tarados na minha frente, me dizendo o nome, me dando um abraço e eu dava um selinho. Eu me apresentava como Bunny, pra evitar saberem qualquer coisa sobre mim. – Prazer, Kleber, sou a Bunny… Mas pode me chamar de coelhinha se quiser. E um selinho na boca do safado que iria me fazer gozar horrores naquela noite. O funk começou a rolar, as bebidas e pedi até um baseado pra me soltar de vez e me anestesiar por tanto de pica que eu ia levar naquela festinha. Eu sentada no colinho do meu contatinho, já com a alça do vestidinho abaixada, um dos meus peitinhos pra fora e um clima de putaria na conversa com aquele monte de macho safado. Meu amigo contando pra eles que eu gostava de ver porno de loirinhas com negão, e queria realizar essa fantasia. Eu só sorria sonsa confirmando que sim com a cabeça. O caras tavam muito tarados, mas em choque. Paralisados com aquela reação

Gang Bang no intercambio 5

Era uma tarde qualquer, estava na sala da minha residência nos Estados Unidos. Uma mulher negra sentada na poltrona. Eu estava deitada sobre ele, nua, com os braços entrelaçados ao redor do pescoço dele e a bunda encostada na vara. Subindo e descendo, quicando na pica, apoiando os braços em volta do pescoço do meu negão, eu subia e descia na pica com velocidade, vontade e prazer. Apertava e gemia ao mesmo tempo. A minha respiração convulsiva e os meus gemidinhos manhosos se espalharam pelo ambiente. Sentava-me com vontade, pois a piroca era grossa e a minha xaninha era pequena, mas eu desejava sentir tudo aquilo dentro de mim. Gostaria de me sentir como uma bitch rebolando na vara do meu parceiro. Estou baixa, morena e tenho a pele branquinha, o que contrasta com um negro de aproximadamente 1,90. Enquanto eu subia e descea na pica, beijávamos. A televisão estava ligada e mais três homens estavam na sala, fumando maconha e conversando de forma dispersa. Subia e desceu num caralho preto sem a menor vergonha de estar assistindo. Isso já era uma rotina para mim, era a minha nova rotina no intercâmbio. Todos os moradores daquela residência já haviam me alimentado. Esta foi uma das minhas viagens mais marcantes. Olá, sou a Bunny. [email protected]. Tenho 20 anos, sou loirinha, brasileira e vou contar mais um pouco sobre o meu intercâmbio com os BBCs estrangeiros. Tenho uma personalidade normal, de classe média, e tive poucas experiências sexuais. Até eu ter conhecido os Big Black Cocks nos Estados Unidos. Já escrevi aqui em contos anteriores, acho que deveria aproveitar para me soltar e viver o que nunca havia vivido. Aprofundar minhas aptidões sexuais e senti-me num filme de sexo explícito. Após a pandemia, deixei de lado o emprego no intercâmbio e me mudei para a casa do King Kong, onde moravam quatro negrões tarados numa casa branca. Eles me chamavam de Bunny, uma referência às coelhinhas branquinhas. Era mais uma forma de me impor, de me tratar como a coelhinha de estimação deles, a mascote da casa. E eu deixava, pois aquilo me dava tesão. Sentada naquela poltrona, eu subia e desceria cavalgando num cavalo preto. Um Big Black Cock causou-me uma sensação semelhante à que eu já havia experimentado anteriormente. Não era possível não me sentir num filme pornô. O clima, as conversas entre os homens, a presença de mim sozinha no meio, a conversação em inglês e as ofensas em inglês. Bunny liorinha sentando na pica na frente de todos e aquele era mais um dia normal na minha viagem. Informei ao meu pai que ainda estava dividindo uma residência com outros brasileiros. O meu trabalho ainda está em andamento. Mas a verdade é que eu passava o dia chupando rola preta e sendo devorada por um grande número de black bulls tarados. Com os meus amigos, descobri o sexo oral. As americanas não possuem bundas. Pelo menos para as pessoas de cor branca. Quando tive a oportunidade de ver uma Bunny loira com uma bunda de brasileira, os homens não me permitiram mais sair daquela casa. Senti o desejo de penetrar no rabo de uma branquinha. A segregação e o racismo dos estados unidos se resumem a uma piroca preta enfiada até as bolas na minha bundinha. Aprendi a apreciar aquele clima perverso. Entorpecia-me com ervas para ficar chapada e dar a bunda para os jornalistas. No sofá da sala, na cama do quarto, deitada em posição de quatro. Chateada ou com gritos de desespero. Acredito que nunca mais vou levar tanta picada quanto tive nos últimos três meses na casa do King Kong. Para aqueles que me observam hoje, uma mulher com aparência de mimada, não têm noção da quantidade de pica que tive por trás. Ela foi montada por um negrão de filme pornô. Ao retornar ao Brasil, tive que realizar um tinder para tentar realizar o meu desejo. Arrumar alguns BBCs para satisfazer a minha carência em uma piroca preta. Não há o mesmo clima, acho que nunca haverá o mesmo ambiente de Bitch loirinha de filme porno na mão dos negros dominadores. Enquanto assistia basquete, chupava o pau de forma ajoelhada. O meu pai, pelo menos, ficará satisfeito em saber que a filha dele aprendeu novas línguas. Embora a minha língua fosse presa a uma rola preta. Nada é mais dominador que levar uma gozada na cara, como se eu fosse uma atriz de filme pornô. Em meio a uma roda de rolamento, fui atingido por uma bola de rola. Não, sou apenas uma menina de classe média que segue uma vida sexual dentro dos padrões que a sociedade impõe. O intercâmbio proporcionou-me a experiência de ser a vadia pervertida que toda patricinha sonha em ser um dia. Enquanto outro Black Bull aguarda com a mão na mão a vez de violar o meu cuzinho cor de rosa. Sodomizada, fiquei estirada na cama devido ao tamanho do caralho que aguentei na bucetinha ou na bunda. No entanto, era na bunda que eles se concentravam mais. Era na bunda que me sentia a piranha da turma. Ou uma Anal Whore, como eles chamam-me. Eu só queria desabafar um pouco isso, e tentar provocar os punheteiros do site.

Sendo Feita de Puta Pros Traficantes

Aproveito para relatar um pouco mais das minhas experiências durante a minha estadia nos Estados Unidos. Há alguns meses, residia na residência do King Kong. Ele era um pequeno revendedor de drogas local. Eu era a única negra a habitar o bairro dos negros, o que já me chamou a atenção e todos sabiam que eu era a coelhinha branca do Kong. Essa foi uma das coisas que mais me viciaram nessa viagem, virar um bandido e andar pelas ruas com todos os olhos fixos. A [email protected] é uma brasileira de 20 anos, loira de Florianópolis, snow bunny ou coelhinha branca, como os niggas me chamavam, e vou relatar um pouco mais sobre o meu intercâmbio com a negada nos Estados Unidos. Deitou-me de costas na cama, esmagada por baixo do King Kong, levando a minha rotina de piroca diária… No bumbum… Kong costumava me puxar pela cintura, o que demonstrava o seu desejo de dominação de uma loirinha. Gostava de ser dominada pelos niggas que moravam na casa do Kong. Logo após o término, Kong apareceu para me dar um baseado para fumar e começou a explicar-me que, naquela noite, receberia dois intermediários que trariam mercadorias para ele. Achei isso normal, pois já havia acontecido outras vezes. Em geral, quando isso acontecia, eu ficava no quarto para não me envolver com os negócios do Kong. No entanto, desta vez, ele disse que precisava da minha ajuda. Tem alguma ajuda? Não poderia ser diferente. Em suma, ele solicitou que eu providenciasse um pouco do meu mel para preparar um agradinho para os convidados. Eu residia com o King Kong e mais três parentes dele naquela residência. Passei o dia todo sendo alimentado pelos quatro, mas a relação sempre foi de dependência entre eles. Foi a primeira vez que o King Kong solicitou que eu doasse brinquedos para outras pessoas. Na verdade, ele não mencionou a oferta, mas fiquei paralisada por alguns segundos ao assimilar a ideia de ser prostituída daquela forma. Kong continuou falando de forma safada, me mandando tomar um banho, vestir um vestidinho rosa que havia comprado para mim e aparecer na sala quando os convidados chegarem. O safado ainda me tranquilizava dizendo que seriam todos irmãos negros e que nunca resistiriam a uma coelhinha branca. Ele disse isso, apertando e dando um tapa na minha bunda. O negão aparentava um ar de safadeza que despertava o meu desejo de ser uma piranha de bandidos. Apenas fumava o baseado e começava a curtir essa ideia. Tomei o banho com cautela, usando uma lingerie mais elaborada, o vestidinho rosa de laycra que Kong havia me dado, e um salto mais alto. A laycra do vestido apertava meu quadril, o que destacava minha bunda. O decote na frente permitia uma ampla distribuição dos meus peitos. Olhava para o meu reflexo e me parecia uma stripper indo para um pimp club. Os convidados chegaram e um dos integrantes do King Kong veio-me avisar. Kong ainda está negociando com eles, e eu seria a última moeda de troca. Se eu estava gostando de ser a bitch do King kong, seria a primeira vez que me tornaria uma puta de verdade, sendo oferecida a homens que nunca tinha visto na vida. Foi a primeira vez que solicitei uma balinha antes de ver os rapazes. Estava completamente tomada de medo e adrenalina, só tomando um aditivo para enfrentar aquela situação. Sempre fui de família rica no Brasil. Ir para os Estados Unidos para ser chamada de puta pelos niggas era um desejo único para ser realizado. Isso causava grande impacto no meu comportamento. O King Kong me chamou na sala, pegou-me pela mão e me levou até os caras. Apresentando uma mercadoria, solicitando que eu dê uma voltinha e, ainda, dizendo: Não avisei vocês? Dois negros sentadas no sofá, com aparência de filme de máfia ou de filme pornô, rindo, fumando e avaliando-me enquanto eu era oferecida como uma moeda de troca. Que coelhinha bonita você tem aqui! Não tinha noção do nome deles, mas os homens riram, dizendo que você é uma coelhinha bonita. Era o ponto culminante da minha experiência sexual naquela viagem. O King Kong me forçou a sentar-me no colo de um dos convidados. Disse que iria contar todas as mercadorias e me deixar à vontade com os dois convidados. Em uma sala com todos na mesma sala, Kong e um dos parças sentados à mesa conversavam sobre os negócios, enquanto eu no sofá jogava no meio de dois negrões com cara de tarados doidos para chupar a bunnyzinha loira no meio deles. Eles me fitavam, riam, pegavam minha mão e a colocava por cima da calça de um deles. O volume da lâmina dura era tentador. O efeito da balinha já estava presente em minha mente e eu só pensava em segurar aquele objeto com força na minha mão. Com beijos no pescoço e mãos por todos os lados, já segurava uma rola de cada lado sem ter consciência do que estava fazendo. Continuei a me tornar uma prostituta e estava viajando para assistir a uma série de filmes pornográficos. Uma mão apertou a minha cabeça para que eu caisse de boca numa piroca preta, enquanto eu empinava de quatro com a bunda na cara do outro safado. Já não pensava mais, apenas engolia aquilo, com direito a uma plateia sentada na mesa me assistindo. A piadinha de SC caiu de vez na mão da negada nos Estados Unidos. Gosto muito disso… Fui arrastada pelo sofá, caindo de joelhos no chão, na frente de dois homens tarados que estavam com o pau na minha cara. Apanhava de pau na cara pela direita e da esquerda. Não sei se era efeito das drogas ou se gostava mesmo disso, mas não conseguia mais controlar o meu desejo no meio daquela surra de pica que a negada dava na minha cara. As mãos pesadas que seguram minha cabeça causam-me a morte. Ele é extremamente dominador e sacana, e eu fico completamente

Gang Bang no intercambio 4

O bikine fio dental está completamente enfiado na bunda, com saltos nos pés e cerveja nas mãos. Era assim que eu andava pelo quintal do King Kong, enquanto ele fazia um churrasco americano nas grelhas eletricas. Rebolando com força num bikine brasileiro, ao lado dos amigos dele. Sou a única mulher entre os homens. Eu era a única negra no grupo de recusados. Recebendo tapinhas na bunda, risadas e puxadas para sentar no colinho. Eram quatro machos e todos ali já haviam me comido. Realizava, de fato, as minhas maiores ambições de realizar o fetiche de ser a bitch da negada. Foram três meses de filmes pornográficos e uma viagem que marcou a minha vida. A [email protected] é uma brasileira de 20 anos, loira de Florianópolis, snow bunny ou coelhinha branca, como os niggas me chamavam, e vou relatar um pouco mais sobre o meu intercâmbio com a negada nos Estados Unidos. Se há uma coisa que as brasileiras têm e as estrangeiras não têm, é a bunda. Em geral, as latinas e negras apresentam quadril maior do que as branquelas. A visão de uma snow bunny branquinha com traços de brasileira despertava o desejo dos homens. Outro aspecto relevante eram meus bikinis. Bikine americano é um modelo fraldão que cobre toda a bunda. O fio dental é considerado um tabu na língua espanhola. Parece-me uma espécie de stripper, pois uma menina que usa fio dental é considerada uma piranha. Gostaria de ser considerada uma piranha. Ali no jardim, com a raba de fora, no meio dos machos, sentada no colinho, tomando cerveja. A vizinhança olhava-me com um olhar julgador. Nigga está de volta. O pedido de piranha foi negado. Era exatamente assim que todos me encaravam. Estava num bairro de negros, o que tornava a presença de uma branquela ainda mais tabu, ainda mais sendo uma bunny novinha com fio dental no meio dos homens. Senti o olhar de julgamento e desejo dos vizinhos sobre mim. Senti um olhar de vitória. É como se os homens da rua sentissem a impressão de que os irmãos negros estavam penetrando a loirinha dondoca. No fundo, sentia-me atraído pelo clima de piranha loirinha na mão da negada. Ele colocou um cordão de ouro no meu pescoço. Isso não era um presente, era uma posse. Isso significava que eu era a piranha dele. O Boss e a Bunny Bitch. A comunidade inteira tinha consciência disso e me respeitava por isso. Pelo menos mantinha os homens afastados, pois ninguém queria se envolver com a mulher do chefe. O churrasco estava em andamento quando um dos homens nos puxou pela mão para fumarmos algo dentro da residência. Confesso que, durante o meu intercâmbio na casa do King Kong, passei a maior parte do tempo chapada e a outra metade comendo pica. Em muitos casos, as duas coisas estavam juntas. Sentada no sofá, a fumaça e a onda batendo na cabeça. Os outros homens chegaram e eu já estava tímida e risonha, sem me dar conta de que estava de bikinezinho no meio de quatro black bulls que estavam prestes a meter a rola na coelhinha branquinha. Eu realmente vivia em um filme de sexo explícito. A minha memória não me permite mais narrar com clareza tudo o que aconteceu naquele dia. No entanto, em determinado momento, o homem que estava no sofá se aproximou e começou a me empurrar para baixo. Vocês têm consciência do motivo pelo qual… Enquanto o cachimbo passava pelas mãos e bocas dos meus negões, outra coisa passava pela minha boca. Grande, grosso e resistente. A mão do meu compadre apertou a minha cabeça, forçando-me a subir e descer naquela rola. Os vizinhos estavam certos, eu era a Nigga ́s Bitch daquela casa. Deitado no sofá, com uma rola preta na boca, percebi que outro homem estava se aproximando, beijando minha bunda e desenterrando o bikine do meu rabo. Ele apertava a minha bunda com as mãos e metia a mão na minha xota e no meu cuzinho. Eu estava completamente chapada de ervas e não conseguia compreender tudo ao mesmo tempo. Outras rolas surgiram na minha cara. Sentia muito tesão, achava-me uma atriz porno mamando três ou quatro caralhos pretos de uma só vez. Os xingamentos em inglês deixavam-me em um clima de filme pornô. Senti a força dos Niggas na minha cabeça, forçando minha cabecinha loira a engolir uma quantidade considerável de rola preta. Aquilo demonstrava uma total dominação. Uma mulher branca dondoca ajoelhada mama a piroca de um black bull. Pelo menos era isso o que alimentava os desejos na minha cabeça. O King Kong me deu um cachimbo para fumar mais um pouco. Ele queria deixar-me completamente chapada. Perguntou-me se eu havia apreciado o churrasco e a comida gratuita oferecida. Os homens rindo, todos chapados. Mas foi quando o King Kong falou que estava na hora de pagar pelo churrasco. Eu estava ajoelhada mamando a pica de um dos caras que estava sentado no sofa. O King Kong por tras de mim, foi se abaixando e beijando as minhas costas. Se encaixando como um touro negro atras de mim. Eu tava muito, muito chapada mesmo. Cheia de tesão com toda aquela putaria e com a cabeça viajando nas nuvens com toda aquela fumaça. Eu acho que demorei pra entender o que tava acontecendo. As risadas, o King King. Os caras me segurando mais firme. Um cara sentado no sofa, na minha frente, uma piroca na minha cara. A mão segurando firme a minha cabeça. Um gorila gordo se encaixando atras de mim. Um caralho preto se encaixando no meio da minha bunda. Foi assim que eu demorei pra entender o que estava acontecendo. A cabeçona preta forçando o meu cuzinho rosinha. Acho que eu já tava com metade da pica quando me dei conta que ele tava empurrando no meu rabo. Completamente dominada, chapada, cheia de tesão, mamando outra rola. Não era mais o fio dental, era um caralho preto enfiado na raba. A liorinha dondoca

Gang Bang no intercambio 2

Após chupar a rola do King Kong, segurando-me pela cabeça e dando uma surra na cara, fiquei pirada de tesão. Senti-me num filme pornográfico, mamando aquele caralho preto. Um negão dominador me segura a cabeça e me chama de bitch. Submetendo-me a chupar a rola preta dele. A Big Black Black Cock. Acho que o fato de estar nos Estados Unidos e do tarado me xingar em inglês, me levou diretamente para os milhares de filmes pornográficos que já havia assistido. Senti muito desejo de sentir essas atrizes loiras na mão de um negão daquele tamanho. Ele me xingava com gosto, costumava me chamar de Snow Bunny e enfatizava que eu estava chupando um caralho de um negro negro. Ele falava com tanto tesão com tanto revanchismo na fala dele, que eu estava completamente dominada por isso. Apanhando de pau na cara da forma mais pervertida que eu nunca tinha feito na vida. E estava adorando ser uma piranha atriz porno na mão do King Kong. Olá, eu sou a Bunny, tenho 20 anos, sou de SC, e vou continuar contando como eu fui completamente fodida e dominada pelos niggas da black street. Pra quem quiser um papo safado [email protected] – E pra quem quiser só saber o final da historia, vamos a ela… Num sofá velho, com um negão pesado em cima de mim. Eu desaparecia debaixo daquele mamute. Tava rolando um frango assado, em que só a minha cabeça sobrevivia pra fora do corpo do negão, e minhas perninhas em volta da sua cintura balançavam a cada pirocada que ele socava na minha bucetinha. Um caralho grosso, diferente dos que eu estava acostumada, minha xaninha de princesa se alargava pra aguentar tanta coisa dentro dela. A respiração quente no meu pescoço, os xingamentos na minha orelha, o sofá chegava a tremer tamanha era a fúria que o King Kong socava na sua coelhinha. Ele fazia questão de me chamar de coelhinha branquinha, fazia questão de perguntar se eu gostava de um preto me comendo. Nos EUA o racismo e segregação estão num nível 300 vezes pior que no Brasil. Eu sentia nos olhos dele, as taras mais profundas de comer uma branquinha. Era a conquista do Black Lives Matter enquanto o King Kong metia a pica na Snow Bunny que ele tinha acabado de capturar. Esses caras eram claramente caçadores de branquinhas, dava pra perceber a tara que eles tinham em levar a gente pro abatedouro deles. E não demorou pros amigos do King Kong começarem a sair dos quartos. Se sentando em poltronas pela sala, com as minhas amigas sentadinhas no colo de cada um. E todo mundo me assistindo sendo jantada. Um Black Bull enorme em cima de mim, cravando pica sem parar, minhas perninhas balançando, meus gemidos manhosa no ar e a galera em volta incentivando e batendo palmas. Os amigos dele mandando o cara meter mais pica na branquinha. As minhas amigas rindo e me incentivando pra aguentar. Era tanta coisa acontecendo naquela sala, que a mina mente saiu do meu copro. Eu não era mais a patricinha de santa catarina e já tinha virado a vadia dos negões. Eu gozei, e já nao enxergava mais nada. A sala girava, o sofa balançava e um gorila de mais de 100 kg todo montado em cima de mim, fazendo uma farra na coelhinha branca que ele tava fodendo. Eu fui fodida por um nigga. Em clima de farra. Como um troféu. E tava adorando aquela putaria. Isso nunca mais seria desfeito, eu seria pra sempre a branquinha trofeu que o king kong passou a pica. Isso mexia tanto com a minha cabeça que não sei descrever quanto tesão eu sentia debaixo daquele gorila. O fato de estar viajando, de ninguem ali me conhecer e saber que nunca mais veria aquelas pessoas, me dava a inconsequência pra falta de pudor. Não teria ressaca moral, entao que se foda. Eu ia virar o papo de pedreiro, o dia que os caras comeram as 3 branquinhas riquinhas. Que tesão pensar nisso… Só errei na parte de achar que nunca mais veria aquelas pessoas. A pegada do negão foi tão forte que eu viciei naquela porra. Eu realmente gostei de ser a bitch do boss. Cai na rotina de trabalhar a semana toda, e voltar pra casa dos niggas nos meus dias de folga. o intercambio foi longo, mas isso eu conto num próximo conto. Beijos para os punheteiros  

Gang Bang no intercambio

Acho que, devido à experiência de assistir alguns filmes pornôs americanos, sempre tive a curiosidade e o fetiche de me imaginar numa cena dessas. Uma turma de homens, falando inglês, e um clima de putaria como nos filmes. Acredito que, por ser loira, o desejo por negros aumentava ainda mais o clima de filmes pornô. Quando fui para o exterior, tive a oportunidade de fazer essas taras secretas… Sentada em cima dos meus calcanhares. Entre as pernas de um gorila negro que estava no sofá. Senti uma mão pesada empurrando minha cabeça para baixo. Uma fumaça e um aroma característico de maconha tomam conta da sala. Um black bull americano com um cordão de ouro e me xingando em inglês. Pareceu uma cena de filme pornô, mas era o meu intercâmbio nos Estados Unidos. Eu subia e desceria minha cabeça engolindo um caralho grosso, aniquilando todas minhas ambiguidades e desejos. Olá, sou a Bunny, [email protected], tenho 20 anos, sou de Santa Catarina e vou contar como realizei todas as minhas fantasias num intercâmbio da putaria. Fui estudar e trabalhar nos Estados Unidos com mais duas amigas, como a maioria das garotas da minha bolha faz para aprender inglês e ganhar experiência de vida nessas viagens. Eu sempre vivi em uma atmosfera de conforto e seria a minha primeira experiência em morar fora da residência dos meus pais. Aquela vontade de aproveitar para fazer tudo o que sentia, mas tinha que fazer escondido para não dar merda e morar. Fui residir numa espécie de república com outros brasileiros. Trabalhamos durante toda a semana e, durante a nossa folga, aproveitamos para beber, fumar e desfrutar da liberdade em liberdade. Numa balada em um clube, eu e mais duas amigas brasileiras dançamos na pista quando notei que uma das garotas já estava se agarrando a um homem. Ele estava devidamente preparado com um arsenal de doces e cigarrinhos, já partilhando com essa amiga. Não levou muito tempo para que mais dois amigos dele se juntassem a nós, formando três casais. Havia diversos tipos de substâncias ilícitas disponíveis para agitar a noite, e a vontade de desfrutar da liberdade longe dos meus pais acabou me permitindo enfiar o pé na estrada com os zé-drogas que encontramos. Os três eram negros, com cara de bad boy de filme americano. Eu sou uma mulher loira e minhas duas amigas são morenas. Acho que isso deixou o clima mais putaria, com os caras querendo fazer uma farra nas branquinhas e a gente querendo provar o pirulito de chocolate. Nunca tinha ficado com um negro e, sentada no colo de um dos caras, completamente chapada, e com as girias de negão do gueto em inglês, me sentia em um filme porno. A atmosfera do black gangsta vai me consumir completamente. No meio da madrugada, eles nos convidaram para uma comemoração na residência do seu chefe. Só deles dizerem “Boss” já deixou muito mais clima de putaria e filme de gueto. Eles disseram que ali teriam mais liberdade para fumar o que quisessem, pois na boate a gente tinha que dar uma pitada escondida, a todo custo. Quando todos estavam chapados e excitados, senti uma piroca dura roçando na minha bunda enquanto me sentava no colo do meu companheiro. Eu deixei que todos me carregassem para a tal festa. Entramos no veículo deles e fomos até a residência do Boss. Chegamos e não se tratava de uma comemoração. Havia apenas dois indivíduos e uma outra jovem fumando na sala. Os dois eram negros e a garota era latina, possivelmente mexicana ou algo do tipo. Nessa hora, tive um pouco de medo, mas, ao mesmo tempo, muito tesão, pois tive a certeza de que estava numa cena de filme porno. Quando chegamos, os amigos nos apresentaram ao chefe, quase que entregando uma mercadoria. “Olha o que fizemos na boate”. O tal Boss de nome era King Kong. Sim, era exatamente assim que chamavam o homem. Alto, largo, meio gordo e meio forte, com cordão de ouro, bebendo uma cerveja e recebendo as 3 branquinhas que chegavam na residência. Eu era a única loira da casa e talvez por isso, o King Kong sorriu tacanhamente para mim e logo parabenizou os amigos, dizendo algo como “Jungle Bunny”, ou seja, uma coelhinha selvagem. Nos Estados Unidos a segregação é bastante forte, nem se compara ao Brasil. Se misturar ao bairro dos negros é um tabu muito grande. São conhecidas como snow bunnys as coelhinhas brancas e jungle bunnys as coelhinhas mais raras, como se fosse uma caça mais selvagem para se obter. E foi exatamente o que aquele gorila negro me rotulou: uma Jungle Bunny. Já passando a mão na minha cintura e dizendo aos meus amigos que eu seria ele. A partir daí, a casa começou a ter música alta, bebidas e maconha liberadas. Eu tinha plena convicção de que seriamos completamente consumidas pelos black bulls, e em vez de receio, eu já experimentava um fogo que nunca havia sentido antes. Por estar com amigas, sinto-me mais segura. Devido à minha condição física, me senti insegura. Por estar fora do país, eu sentia a liberdade de ser a maior piranha de Santa Catarina sem que ninguém que eu conheça fosse saber disso. Sentia-se a liberdade. E eu só queria ser a jungle bunny da negada e, pelo menos naquela noite, me sentir uma vagabunda sendo fodida por todos aqueles caras. Enquanto fumava, eu me entorpecia fumando para me anestesiar da surra de piroca que seria levada. Minhas amigas foram embora para os quartos, até que me encontrei sozinha no colo do King Kong enquanto ouvia uma música hip hop de putaria que estimulava o sexo no sofá. Ele enfiava um dedo na minha boca e me pedia para chupar. A coelhinha selvagem que está sendo devorada pelo king Kong. Não demoro pra ele botar outra coisa pra fora e me mandar chupar também… Ajoelhada sentada por cima dos meus próprios calcanhares. Entre as pernas de um gorila negro que estava

Me Vinguei de Minha Noiva e Acabei Virando Escravo

Após a noite memorável que tive, decidi deixar Julia sair com qualquer um e eu me divertiria também. Depois da faculdade, fomos ao cinema e ela me mamava gostoso enquanto eu dirigia. Apesar de tudo, as coisas estavam bem. Até o momento em que deixei-a em casa e vi uma mensagem no meu celular, fiquei bastante entusiasmado, esperando por uma nova noite.Quando abri, encontrei um vídeo meu mamando-o e a mensagem: Você é minha cadelinha. Em estado de choque, fui para sua residência, batendo diversas vezes ao longo do caminho. Ao chegar, o segurança não me permitiu entrar, uma vez que não tinha conhecimento do seu nome. Entrei em contato com ele, que prontamente me recebeu. Ao chegar à casa dele, fui insistentemente xingando-o. Como você pode fazer isso comigo? Tenho plena confiança em você. Calma, cadelinha, não fiz nada de extraordinário, apenas pedi uma garantia. Como não realizou nenhuma ação relevante? Enquanto eu estava vendado, você filmou-me. Se você for uma cadelinha obediente, não acontecerá nada. Nessa altura, tomado pelo ódio, fui para cima dele com um soco que ele defendeu, segurando-me em um mata-leão. Ele então começou a rir, me soltou e, enquanto se levantava do chão, disse-me: Você não tem a capacidade de me puxar. Se não cumprir o que for solicitado, publicarei, na internet, todos os vídeos que fiz, bem como um link para o seu Facebook e um número de telefone. Não é permitido fazer isso. Desejo que você se sinta satisfeito. Tenho planos para você no final de semana. Te pegarei na sexta-feira depois da aula. Não estarei presente. Tenho uma namorada. Mas, neste final de semana, será a minha cadelinha obediente. Tive medo e decidi deixar o local. Até a sexta-feira, fiquei pensando em tudo aquilo e se seria capaz de me submeter a essa situação. Qual seria a opinião da minha noiva em relação a mim? Mas nada que ele fizesse poderia ser pior do que o que meus irmãos já haviam feito comigo, então decidi aceitar. Na sexta-feira, antes da aula, tomei um banho delicado e me preparei. Quando saí da aula, ele estava embaixo da mesma árvore. Entrei e ele dirigiu em silêncio por muito tempo. Saímos da cidade e caminhamos por quase meia hora em uma estrada de terra até chegarmos a uma porteira que ele abriu e me levou para dentro de seu sítio. Dentro da casa, ele, sem dizer nada, tirou minha roupa e me mandou ajoelhar. Pensei que ia mamar, mas ele me mandou ficar de quatro e amarrou uma corda em meu pescoço, amarrando-me aos pés para que eu me enforcasse se tentasse esticar as pernas. Ele me arrastou até o canil, de onde saiu um homem de quatro braços. Era estranho para mim, pois tinha a impressão de já tê-lo visto antes. Então, ele correu em direção ao homem que o havia ordenado e sentou-se como se fosse um cão. Muito bem, trouxe um amigo para você brincar. Finalmente, minha cadelinha terá uma cachorrinha exclusiva para ela.- Disse isso, deixando-me com um outro homem que reconheci como um colega de trabalho, Pedro. Pedro, então, veio em minha direção, montando-se em mim e metendo forte o seu grande pau preto. Após alguns minutos, ele começou a dar socos nas minhas costas e peito. Ao se levantar, deu dois chutes no meu saco e um nas minhas costelas. A dor é tão intensa que comecei a me contorcer, mas isso só me fez apertar a corda. Enquanto me debatia, ele começou a mijar em mim e, como se nada tivesse acontecido, voltou a meter no meu cu. Dessa vez, ele estava de frango assado e pude perceber a raiva em seus olhos. Após mais alguns minutos, ele gozou no meu cu e me levou para dentro da residência. Lá chegando, me levou ao banheiro e me deu um banho, sem me permitir sair da posição de quatro. Por fim, nos levou ao nosso proprietário, que nos aguardava sentado no sofá da sala. Você gostou da putinha? Amanhã você será minha. Agora, você vai dormir. Paulo me levou para o canil e sentou-se ao meu lado, com os olhos fechados. Parecia ter despertado imediatamente, mas não tive a mesma sorte e passei a noite chorando pela dor das pancadas e pelo remorso das minhas escolhas.

Zoo Em Floripa

Olá, meu nome é Eros (nome fictício) e moro em Floripa/SC. Sou um homem de meia idade, sem filhos, com 1.80m de altura, 85kg e 18cm de pica. O que vou descrever neste momento é a mais pura verdade dos fatos, e não um conto fictício criado por uma ficção. A vida e o destino me levaram a me tornar um apaixonado por mulheres Hotwife e praticantes de zoofilia. Os eventos que vou mencionar a seguir ocorreram há um certo tempo e, é claro, será necessário alterar os nomes reais a fim de proteger e manter a privacidade das pessoas envolvidas (incluindo eu) Tudo começou quando eu era adolescente e percebi um grande desejo por assistir/visualizar materiais pornográficos que mostravam mulheres transando com animais, especialmente cães, cavalos e pôneis. Com o decorrer do tempo, minhas fantasias e desejos foram aumentando de forma absurda até que eu não conseguia mais suportar apenas as minhas fantasias e fui obrigado a procurar uma parceira que tivesse as mesmas necessidades e desejos que eu para tornar tudo isso realidade. Iniciei a pesquisa e a leitura de diversos materiais sobre a prática, inclusive alguns poucos guias de zoofilia que encontrei disponíveis. Antes de iniciar a busca pelo parceiro ideal, procurei um cão peludo para alcançar os meus objetivos. Isso se concretizou num belo Buldogue Americano azulmelo, que se chamava Zeus e morava comigo em minha residência (na época eu estava sozinho) e ganhou um canil com uma linda casinha. Apesar de estar muito ansioso, contive o meu impulso e levei a situação com calma e dentro do tempo necessário. Zeus crescia rapidamente e, assim que ele atingiu a maturidade sexual (quando as bolas descem), iniciei a busca por uma parceira que atendesse às minhas aspirações. Fiz isso através de meios disponíveis na época, que fossem eficientes, seguros e discretos em relação à manutenção da minha privacidade. Em pouco tempo, minha busca começou a surtir efeito e iniciei contatos com algumas mulheres que me deram retorno. Algumas delas se relacionaram exclusivamente com Zeus, enquanto outras se relacionaram comigo e comigo, mas uma em particular se destacou. Sandra era uma mulher de média estatura, com alguns anos a menos do que eu, sem filhos, com cabelos negros, longos e lisos, olhos castanhos, boca com lábios carnudos, seios médios e pontudos, bunda arrebitada, coxas roliças e um apetite sexual intenso. A mulher era uma verdadeira tarada e viciada em qualquer tipo de sexo e picas. Era uma máquina de foder! Sua primeira vez com Zeus foi algo digno de um filme pornô. Ela se vestiu toda e apareceu do banheiro com uma maquiagem forte e carregada, usando um corpete negro, cinta-liga sem calcinha e meias de cor preta, além de sandálias negras de salto extremamente alto. Zeus parecia ter consciência de que seria devorado por ela e, para evitar arranhões, pus meias grossas nas patas dianteiras e as prendi com uma fita adesiva. Sandra caminhou de forma sensual até nós dois, abaixou-se na minha frente, ficou de joelhos, tirou o pau para fora da bermuda e mamou com muita vontade. Imediatamente sentei no sofá. Ela ficou de quatro e eu soltei a guia de Zeus. Ele, como um raio, partiu para as costas dela, montou e começou a meter a pica em seus buracos. Estava ansioso e não conseguia acertar o alvo. Até que ela arqueou um pouco o corpo, ficando numa altura melhor para ele. Após mais algumas tentativas, Zeus acertou a entrada de Sandra não conseguiu mais me chupar, pois o seu corpo balançava ao ritmo das estocadas de Zeus, enquanto gritava: “Vai, fode-me com vontade, faça-me uma cadela, mete tudo, mete na minha buceta, mete fundo.” Iniciei uma punheta frenética próximo ao seu rosto, enquanto ouvia ela gritar dezenas de putarias. Era uma cena deliciosa acontecendo ali na minha frente. Ela segurava a borda do sofá enquanto Zeus socava a pica em sua buceta e eu ali na punheta, pronto para ajudar em qualquer eventualidade. Em determinado momento, ela grita que está gozando e, pouco tempo depois, Zeus para de acelerar as estocadas e começa a ficar quietinho e arriar a cabeça no ombro de sua cadela humana. Sandra dizia que estava sentindo os jatos de porra sendo injetados no fundo de sua buceta. Finalmente ela percebeu que estava engatada com Zeus e que o nó estava inchando dentro de sua buceta. Não aguentei mais de tesão e anunciei minha gozada e esporrei gostoso em sua boca. Ela engoliu cada gota Após alguns minutos de engate, Zeus começou a demonstrar sinais de que está tentando desengatar. Imediatamente, realizo uma manobra com ele, deixando-o bunda a cara com Sandra. Ela, logo em seguida, começa a gritar e o pau dele força a saída até que salta para fora de sua buceta. Um rio de porra escorre pela xota escorrendo pelas coxas e ensopando o colchonete que pus no chão da sala. Peguei o bicho e o trouxe para perto dela. Segurei a pica vermelha como um batom de tamanho família e falei para ela mamar. Sandra imediatamente caiu de boca no pau e mamou com vontade, babando no caralho que escorria porra. Sandra se deliciava mamando naquela pica e fez isso por cerca de 15 minutos, sorvendo toda aquela porra líquida e quase incolor com grande prazer e satisfação! Foi uma das melhores experiências e uma das melhores trepadas que tive na vida, pois, após ela se envolver com Zeus, tivemos uma ótima trepada! A atração e a identificação entre nós se deram de imediato. Vivemos juntos por três anos, seguindo a filosofia Cuckold/Hotwife, praticando Menage Masculino, Surubas, Orgias, Gang-Bang, Bukake, Dogging, Sexo Interracial e muito Zoo. No entanto, problemas externos à nossa vontade nos impediram de nos casar e concordei que ela ficasse com Zeus. Fiquei um longo período afastado desse estilo de vida, mas, atualmente, estou planejando retomar essa proposta. Para isso, tenho um cão da raça Pitbull (red nose) e estou à procura de uma parceira (Hotwife), que seja uma mulher determinada