Categoria: Sexo anal

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Minha Esposa Gostosa e os amigos do Trabalho 03

Este relato é um relato ficcional. Estimados leitores, olá. Estou de volta para contar mais uma parte da história que ocorreu comigo, minha esposa e seus amigos do trabalho. O que vou relatar neste momento é o que penso ser o ponto crucial desta história, a viagem. Foi aqui que tudo mudou. A viagem foi longa e durou uma semana, portanto, vou tentar ser fiel aos fatos e descrever de forma detalhada como tudo ocorreu. Dessa forma, iniciaremos o primeiro dia. Era por volta das cinco da manhã quando acordei. Estava um pouco cansado, mas ao olhar para a cama ao meu lado, percebi que Emily não estava ali. Ela havia acordado e estava arrumando as malas para a viagem. Eram poucas, pois iria durar apenas uma semana. Ela trouxe algumas roupas casuais e duas formais para reuniões, mas, dada a intensa movimentação durante a semana, apenas uma das peças estava limpa. Emily não se importou com isso, logo que chegasse ao hotel, solicitaria aos funcionários que os lavassem. Alguns minutos depois, já era uma das seis da manhã. Ouvimos o ruído emitido pelo carro de Pedro. Ele, juntamente com Alan e Felipe, ofereceu uma carona para Emily, uma vez que todos estavam indo ao mesmo destino. Emily saiu correndo, toda alegre, e cumprimentou os caras. Todos eles estavam, é claro, muito entusiasmados para viajarem sozinhos com minha esposinha. Pedro pediu logo que as malas dela fossem colocadas no carro, pois eles teriam duas reuniões ainda hoje. Realmente, este momento foi um dos melhores da viagem. Qual foi o motivo pelo qual foi eleito o melhor? Muitos devem estar se perguntando. Pois, quando ele perguntou isso para Emily, eu apareci atrás dela e disse: Ah, já chegaram. É gratificante que possamos comparecer. Eles se olharam confusos e Felipe perguntou: “Podemos fazer isso?” Eu disse: Sim. Acredito que tenha me esquecido de avisar. Estou também. Eles, naturalmente, não ficaram satisfeitos e Pedro logo disse: Pedro: Ok, Pedro. Sinto muito, mas esta é uma viagem de negócios restrita aos funcionários. Estou de férias, mas o problema é que estou de férias e, por incrível coincidência, vou passar as férias justamente na cidade onde vocês estarão. Ficou bem claro, certo? Dessa forma, aproveito para ficar no Hotel com a minha esposa. Tenho plena certeza de que vocês não se importarão. O olhar de desagrado estampado na cara deles foi impagável, e o que mais surpreendeu foi ver eles forçando um sorriso amarelo para confirmar que não havia problema. Dava para perceber a raiva que sentiam por mim naquele momento. Nunca me senti tão bem quanto naquela ocasião, prejudicando os planos daqueles babacas. Emily, então, chamou-me, pedindo para que fossemos logo, para não atrasarmos as reuniões. Fui, mas, antes de seguir, olhei o carro de Pedro. Os bancos estavam repletos de malas. O passageiro da frente estava com uma grande mala, assim como os três de trás. Em outras palavras, havia apenas espaço para dois lugares atrás. Senti um sorriso naquele momento. Aqueles arrojados já haviam usado essa desculpa para obrigar Emily a permanecer no seu colo durante toda a viagem. Mais um de seus planos fracassou e eu consegui proteger minha esposa pela primeira vez nessa viagem. É lamentável que esta não seja a última e, infelizmente, foi uma das raras oportunidades em que tive êxito. Em suma, dirigimos por algumas horas e chegamos ao hotel por volta do meio-dia. Fui até a portaria e fizemos o Check-in. Peguei a chave do meu quarto e da minha esposa, mas percebi que os rapazes apenas tinham a chave. Questionei-me se seria possível solicitar a reserva de mais quartos, mas eles responderam que havia reservado um único para todos. Fiquei surpreso ao ouvir aquilo. Pensei que, caso não tivesse agido e ido atrás com minha esposa, provavelmente ela teria que dormir no mesmo quarto que um número considerável de homens. Emily foi resgatada mais uma vez. Em seguida, deixámos as nossas bagagens no quarto e fomos almoçar no Hotel. Nós conversamos sobre diversas questões, uma delas foi a quantidade de roupas que trouxemos. Emily riu-se do número de malas que haviam trazido, alegando que precisavam estar preparados para tudo, mas eu sabia que eles apenas queriam encher o carro e fazer Emily ficar no colo durante toda a viagem. Sinto muito por esses mentirosos. Alan perguntou se Emily havia trazido roupas o suficiente. Emily respondeu que sim, mas que trouxe apenas duas roupas sociais para ir às reuniões, e que uma delas estava lavando. Todos os homens se olharam por um segundo e pude perceber um sorriso vindo deles. Aquilo estava me causando desconforto, parecia-me que eles estavam planejando algo, mas ainda não tinha certeza do que se tratava. Após um tempo, por volta da uma e meia da tarde, Emily e os rapazes foram à reunião. O evento ocorreu em uma empresa privada da cidade. Acompanhei minha esposa, com a desculpa de que desejava ficar mais tempo com ela e, também, conhecer o local. Infelizmente, tive que esperar Emily na entrada enquanto eles iam para a reunião. Nessa hora eu fiquei um pouco preocupado, era a primeira vez na viagem que Emily ficaria sozinha com eles. Mas depois eu me acalmei, afinal era um local de trabalho, não tinha como eles fazerem nada nesse tempo. Devo admitir que me achei muito esperto na hora, e esse foi meu erro, subestimar a inteligência daqueles miseráveis. Um tempo depois Emily voltou, junto deles, mas havia algo diferente. Sua roupa estava com uma enorme mancha marrom. Emily estava um pouco nervosa e me explicou que Pedro derrubou um pouco de café na roupa dela, mas que o café estava frio e que foi sem querer (Sei, é claro que foi) Mas ela estava nervosa por eu eles teriam uma reunião daqui a uma hora e ela precisava trocar de roupa. Voltamos ao hotel e pasmem, Emily achou a roupa dela totalmente estragada. Parece que alguém foi até a máquina e acidentalmente colocou água sanitária nas roupas

Minha Namorada gosta de Apanhar

A todos, obrigado. Venho apresentar mais uma das minhas histórias, pois parece que vocês parecem gostar quando as conto. Como é habitual, todos os nomes de pessoas e lugares foram alterados em respeito à privacidade dos envolvidos. Em seguida, vamos à história. O meu nome é Carlos e este é um relato de um relacionamento que tive anos antes de conhecer minha atual esposa, Emily. A história se passa no período em que eu estava cursando uma faculdade. Havia uma jovem na minha sala que vou chamar aqui de Gabi. Gabi era uma morena baixinha gostosa, do tipo em que a falta de altura é compensada pelo rabão, como diziam meus amigos. Aquilo era uma delícia, fico com água na boca só de pensar. Além disso, ela ainda tinha uns coxões que, só de olhar, já dava vontade de enfiar a mão no meio das pernas dela e ser apertado por eles. Gabi era, sem dúvida, muito mais do que um rosto bonito. Ela era bolsista e, provavelmente, a pessoa mais inteligente da nossa sala. Ela conseguia as melhores notas, era confiante e proativa. Confesso que, como jovem recém-saído do ensino médio, apaixonei-me de imediato por ela. Eu não tinha ideia do que ela estava escondendo. Durante um tempo, conversamos e, um mês depois, começamos a namorar. Por ter sido criado por uma mãe solteira e em uma casa repleta de mulheres, e por ter ouvido frases como “Não se deve bater em mulher”, eu sempre evitava fazer qualquer coisa mais dura com ela, pois homens não batem em mulheres. Será que isso está de acordo? Continuando, quando transavamos, o sexo básico era, na maioria das vezes, papai-mamãe e, ocasionalmente, quatro mulheres. Não que isso fosse ruim, pelo contrário, mas também nunca foi excecional, apesar de termos transado bastante. Gabi nunca foi considerada uma feminista, mas sempre demonstrou uma severa crítica à forma como a sociedade trata as mulheres. Por diversas vezes, ela reclamou do fato de, nos filmes de horror, as mulheres estarem sempre nuas e servindo de objeto sexual. Dessa forma, nunca tentei dar uma estocada mais intensa, pois tinha a impressão de que ela não se importaria e começaria a brigar comigo. Aí, eu estava enganado. Tudo mudou durante uma noite em que eu estava na cozinha lavando os pratos, uma atividade que era habitual entre nós dois. Um dia eu lavava e outro dia ela lavava. Já estava cansado e faltava uma grande quantidade de panelas, quando Gabi apareceu e deixou um prato sujo de bolo que ela estava comendo. Quando vi isso, fiquei irritado, mas não tanto, mas deu uma raivinha. Reclamei com ela, mas ela deu a habitual risada marota de sempre e voltou para a sala. Não sei explicar o motivo, talvez seja por causa da raiva, mas, por algum motivo, quando ela se virou, dei um tapa na bunda dela. Isso era incomum para mim. Gabi ficou surpreso e, inclusive, parou para me encarar. Apesar de não ter sido tão forte, eu já estava ansioso para o sermão que ela iria me dar. No entanto, ela não disse nenhuma palavra, apenas prosseguiu caminhando para a sala. Pensei que ela não tivesse dado atenção, mas ainda pensava que ela estaria irritada na sala e poderia ter uma discussão comigo mais tarde. Ela entrou na cozinha, pegou outro pedaço de bolo e foi para a sala, sem olhar nos meus olhos. Tenho plena convicção de que ela estava irritada. Tentei lavar os pratos com rapidez, mas ele voltou à cozinha e deixou o prato de bolo sujo na pia. O prato estava completamente sujo, ela nem sequer havia comido e, além disso, deixou o copo também. Parecia-me que ela havia feito aquilo de propósito. Gabi: Está tudo bem. É preferível manter tudo em ordem. Sinceramente, quando ela disse isso, fiquei surpreso. Sempre brincavamos um com o outro, mas o tom que ela usou parecia ter sido intencional para me deixar irritado. Em determinado momento, não consegui suportar e tomei a iniciativa de dar um tapa na bunda gostosa. Contudo, logo me arrependi. Gabi deu um grito e eu sabia que havia batido um pouco mais forte do que o planejado, tanto que estava de shortinho curto e pude perceber que uma parte da região da bunda dela havia ficado levemente vermelha. Naquele momento, só conseguia pensar: “Droga, acho que fui longe demais”. Gabi andou depressa para a sala e, quando acabei de chegar, percebi que ela não estava ali e já havia ido para o quarto dormir. Fui até lá e, ao adentrar, vi Gabi deitada e enrolada na cama, virada para a posição contrária à minha. Deitei-me devagar e me sentia muito culpado. Pensei que havia causado danos a ela e, agora, ela estava irritada comigo. Esta é uma das raras vezes que eu fico feliz ao dizer que estava errado. Cheguei perto dela para me desculpar e, de repente, essa mulher saltou para cima de mim. Ela estava nua e nem me deixou dizer nada, logo foi puxando minha roupa e avançando contra mim. Sem conseguir me levantar, Gabi simplesmente montou em cima do meu pau e começou a cavalgar. A bucetinha dela estava molhada de uma forma que eu nunca havia visto. Esta foi a primeira vez que tivemos uma relação sexual nessa posição, com ela cavalgando em cima de mim, e, com toda a certeza, não será a última. Quando acordei no dia seguinte, não encontrei Gabi ao meu lado. Fui até a cozinha e a peguei para preparar o café da manhã. Ela havia feito o meu prato favorito e, ao me ver, pulou em cima de mim para me beijar. Nunca havia sido tão carinhosa comigo e nem preciso dizer que tivemos uma relação sexual novamente na cozinha. Enquanto estava tomando meu café, olhava para Gabi. Creio que a causa dessa mudança repentina de comportamento e do nosso sexo incrível tenha sido a agressão física que lhe dei, mas Gabi não se deteve sobre isso. Era excessivamente

Minha Esposa Gostosa e os amigos do Trabalho 2.5

Este é um relato completamente ficcional. Boa tarde, pessoal. Primeiramente, gostaria de expressar minha gratidão por todas as mensagens de incentivo recebidas. Sei que todos desejam saber o que aconteceu na viagem que Emily fez, e podem ter certeza de que aconteceu muita coisa. Contudo, gostaria de relatar um evento ocorrido alguns dias antes, que não causou grande impacto, mas, ainda assim, me deixou bastante preocupado. Dessa forma, apesar de ser breve, achei que seria benéfico compartilhar. Em uma tarde qualquer, alguns dias antes da viagem, estava assistindo TV com Emily. Assistia a um programa que ela apreciava muito, uma série de comédia que ela apreciava muito. No entanto, quando a virei para Emily, ela estava distraída pelo celular. Às vezes, ela sorria, mas, em determinado momento, fazia uma cara de surpresa que me deixou curioso. Após assistirmos Emily, Emily preparou algo para nós. Fiquei no sofá, mas, é claro, a curiosidade não me deixou tranquilo. Então, peguei o celular para dar uma olhada. Emily tinha diversos nomes, mas eu sabia exatamente onde procurar, no grupo de trabalho. Ingressei no grupo e, aparentemente, não havia nada de extraordinário. Há algumas brincadeiras, outras besteiras, mas a maioria é assunto do trabalho, como números de vendas e outras coisas. Todavia, de repente, havia uma fotografia do pênis de Alan. Fiquei surpreso ao constatar que a imagem estava com uma boa qualidade e muito próxima, mas o pênis dele era claramente menor do que o meu. As mensagens estavam abaixo. Alan: Sinto muito, vocês. Enviei errado. Era para a loirinha gostosa que estou com muita vontade de pegar. O fato de Emily ser loira me deixou irritado, mas não era possível que ele dissesse isso dela de forma tão clara. Será que era isso mesmo? Felipe: Olá, Felipe. Há uma moça no grupo. Emily não tem a capacidade de visualizar essas coisas. Emily: Está tudo em ordem. Se houve um acidente, não há problemas. Alan: Por favor, Emily. Nunca houve um tamanho tão grande quanto este. Emily: De fato, vi que o do meu marido é bastante maior. Apesar de toda a situação com minha esposa, ver a foto do pau de outro homem me deu uma grande satisfação. Era como se eu estivesse marcando território com aqueles babacas. Nunca me sentia tão bem, mas é claro que a minha alegria durou pouco tempo. Pedro, o que é maior que este aqui? Pedro enviou uma foto do pênis dele, que estava trincado, duro e enorme. Não sei ao certo, mas parecia ter cerca de 20 centímetros. Não era possível determinar quem era o maior, eu ou ele, mas era, sem dúvida, o maior. Pedro: Emily, está bem? Qual é o tamanho maior? Emily: Sabemos que o primeiro nude foi um acidente, mas sou casada. Tenho dificuldade em troca-los. Pedro: Nossa Emily esteve mal. Dado que somos tão amigos, achei que não haveria problema em brincar desse tipo. Ok. Se não se sentir confortável, podemos criar um grupo para conversarmos mais à vontade, sem você. Você pode também deixar o grupo. Emily respondeu: Não. Por gentileza, pensei que essa imagem tivesse intenções escusas, mas, como foi uma brincadeira entre amigos, não há problema. Por gentileza, não é necessário utilizar este produto. Peço desculpas por pensar assim em vocês. Minha esposa estava com medo de ser excluída do emprego anterior. Mas ela era ingênua o bastante para não perceber a manipulação que o arrojado Pedro estava realizando. Ele não queria criar outro grupo nem excluir ela, apenas queria que ela pensasse nisso e desse mais liberdade para ele. Além disso, ainda fez com que ela visse a foto do pau dele e pedir desculpas para ele. Esse filho da puta sabia exatamente o que estava fazendo. Pedro: Está bem, uma vez que você pediu com jeito, vamos deixá-lo. Em primeiro lugar, você deve determinar quem é o maior pênis, eu ou seu companheiro? Emily: Não sei. Tenho plena certeza. Não é possível ter certeza apenas através de uma imagem. Emily era, além de ser tímida, sincera. Qualquer pessoa poderia mentir, mas ela não conseguia esconder a verdade. Essa foi uma das razões que me levaram a me apaixonar por ela. Pedro: Bom, se não dá pra ver só pela foto acho que você vai ter que ver ao vivo. Na viagem eu te mostro kkkkk Brincadeira kkkkk Alan: kkkkkk Felipe: kkkkkk Emily: kkkkkkkkkkkkkkkkk Apesar do tom de brincadeira eu estava seriamente preocupado que ele fosse fazer realmente isso. Emily geralmente nunca ri com tantos “kkkk” eu sabia que ela só estava rindo para agradar seus colegas e por que estava com medo de ir contra a “piada” de novo. Eu fiquei muito irritado lendo aquilo, o modo como eles fizeram a cabeça dela e viraram o jogo para fazer com que ela saísse como errada no final me deixou puto. Eu queria falar com Emily sobre isso, mas eu já sabia o que ela ia dizer “É só brincadeira” “É coisa de amigos” “Foi só por foto” e outras dessas desculpinhas fracas. Obviamente ela estava animada com a viagem e não iria querer arrumar briga com os caras para estragar isso, afinal eles estavam tão animados para essa viagem quanto ela. (Eu sabia que eles estavam bem mais animados) Por isso eu não falei nada, não queria que ela viajasse com esses marmanjos com raiva de mim. Mas o que posso dizer é que essa viagem não vai ser tão agradável quanto eles esperavam…

Dando no meu escritório para o meu segurança negão

Olá, queridos e queridas leitores, vou continuar o que aconteceu após a nossa transa no chão da loja. Para quem não leu os dois contos anteriores, entre na minha página e leia o início do meu relacionamento com Gabriel. Após as nossas transas, sentia-me completamente morta e adorava isso. Gostava da sensação de me sentir assim por causa do sexo, algo que nunca havia ocorrido em minha vida. Chegava em casa e só queria saber se conseguia dormir. Após a última vez, não tivemos mais a oportunidade de transar novamente. Na semana seguinte, saí com meu marido para jantar, bebemos um pouco e, quando chegamos em casa, depois de muito tempo, voltámos a nos amar. Não vou dizer que foi ruim, que não gostei. Foi bom, até melhor do que as últimas vezes que fizemos, mas não senti a mesma coisa que o Gabriel. Ele me preenchia, me dominava e me controlava. Adorei isso. Já com o meu marido, sou eu quem toma conta da situação na maioria das vezes. Ele chegou a dizer que eu estava mais safada na cama, que nunca tinha me visto tão safada. Há mais de quinze dias que não tive relações sexuais com Gabriel e quase uma semana com o marido. Resolvi ir à loja para passar os dois próximos dias, mas, devido ao volume de tarefas que teria que cumprir, não pude comparecer ao almoço. No horário do almoço, não pude comparecer. Uma das meninas foi até o meu escritório para saber se eu não poderia ir ao almoço. Respondi que faria o possível para poupar tempo. Para poupar tempo, se ela fosse almoçar e sobrasse um tempo, poderia trazer uma marmita. Ela trouxe o dinheiro para mim e perguntei se ela poderia fazer o mesmo comigo no dia seguinte. Ela concordou e eu já o entreguei. No entanto, ela almoça quase uma hora depois de mim. Nesse dia, apenas tivemos algumas trocas de olhares, mas nada mais. No dia seguinte, aconteceu o mesmo. Agarrei e não tive tempo de ir embora. Quando estava cerca de 20 minutos do meu horário de almoço, Gabriel entrou na sala com a marmita na mão. Perguntei o que ele estava fazendo ali. Ele contou que viu a Patrícia levando a marmita no dia anterior e perguntou para ela. Ela explicou-lhe o que havia pedido e, como ele almoçava no mesmo horário, disse-me que ele mesmo comprava e trazia para mim, mas que isso era apenas um protesto para beijar minha boca. Ele fechou a porta e começou a me agredir. Pedi para parar, mas ele não ouvia e eu não podia gritar alto. Ele então me beijou e colocou a mão dentro da calça, esfregando minha pepeca, dizendo-me que não teriamos muito tempo para brincar. Eu apenas disse “para” bem devagar, mas era apenas um “para” para que ele continuasse. Já estava ensopada só de pensar nisso. Ele retirou a minha calcinha, molhou o membro e começou a pressionar a minha pepeca. Apesar de não poder gritar, pareceu-me que doeu mais. No entanto, não queria parar. Estava de costas empinadas e não queria entrar. Pedi para que ele sentasse na minha cadeira. Fui sentando lentamente, com dificuldade, mas consegui entrar. Ele me segurava forte pela cintura e me forçava com toda força para sentar forte no seu pau. Eu segurava a mão na boca para não gemer Em um rápido movimento, ele se levantou e voltou à posição em que estávamos anteriormente. Eu empinava de costas para ele. O safado colocou as mãos no meu ombro e estocava forte, mas com intervalos maiores para não fazer muito barulho. Eu via estrelas a cada estocada do meu negao. Era isso que eu precisava, era isso que eu queria, aquilo que me completava, que me fazia gozar. Ele avisou que eu iria gozar. Quando me dei conta, estávamos transando sem preservativo. Pedi para que ele não me deixasse entrar no quarto. Ele me mandou abaixar-me. Fiz o que ele ordenou e gozei na boca. A quantidade de líquido que saiu foi muito grande, caindo no meu rosto, nos olhos e na boca. Tentei engolir tudo, mas fiquei com o rosto todo sujo pelo leitinho do meu parceiro. Peguei guardanapos que encontrei no escritório e limpei-me. Apesar de ter sido uma visita rápida, foi extremamente gratificante. Antes de ir embora, ele disse-me o seguinte: Verifique se inventa alguma desculpa para o seu marido, uma vez que você estará comigo à tarde e retornará tarde. Tenho uma surpresa muito grande para você e tenho a certeza de que você irá adorar. Não tive tempo de perguntar, fiquei muito curiosa e pensando no que diria para o meu marido. Contudo, este será um conto para o próximo. Espero que tenham gostado. Foi uma história breve e não tive a oportunidade de escrever sobre ela. O próximo conto, com toda a certeza, será um conto bastante extenso, dividido em duas ou uma grande história. Vou analisar e, até quarta-feira, publicarei. Contem o que acham e votem também.

Viciei no meu segurança negão dei no chão da loja

Primeiramente, gostaria de expressar minha gratidão a todos vocês. Fiquei impressionada com a repercussão que o meu conto teve, com muitos comentários aqui e diversos e-mails que recebi. Ainda não respondi a todos, mas vou responder. É falta de tempo mesmo pelos compromissos. Por gentileza, leia o meu conto anterior com antecedência, intitulado “Traindo meu marido pela primeira vez, com o segurança negão da minha loja”. A partir de agora, vou continuar relatando o que ocorreu. Após a nossa estadia na residência do Gabriel, despedimos-nos. Peguei o meu carro e fui para minha residência, sem ter certeza de como entraria. Encontrava-me com o colo todo marcado, um vestido amassado e sem calcinha. Apesar de o meu filho mais velho ter apenas 12 anos no momento do ocorrido, ele não tinha a menor compreensão sobre isso. Se visse-me toda marcada, poderia comentar com o meu marido. Apesar de não termos qualquer tipo de relação sexual, ninguém suporta ser traído. Eu estacionei o meu carro, subi correndo para o quarto, entrei no banheiro e fui tomar um banho de banheira para relaxar, quando eu entrei que eu fui ver o tanto que eu estava acabada, me bateu um cansaço que eu nunca havia sentido, parecia que eu tinha dado duas voltas na lagoa da Pampulha, de tão cansada, eu coloquei a mão na minha pepeca, senti completamente inchada, até para urinar eu sentia um incômodo, mas também, 24cm entrando com toda força dentro de mim, não poderia ser diferente, eu saí do banho e tive que passar maquiagem para disfarçar, mandei a Grazi (minha doméstica) servir a janta dos meninos mais cedo, para não levantar suspeitas e alguém perceber alguma coisa, eu também deitei mais cedo e meu marido nem se deu conta. Pensei seriamente em não trabalhar no sábado, mas o desejo de o ver novamente falou mais alto. No sábado, usei uma roupa mais justa, uma blusinha decotada e um perfume que só usava quando ia para algum lugar importante com meu marido. Fui. Cheguei e o cumprimentei como se nada tivesse acontecido, ele também se comportou da maneira que deveria, o dia passou e eu fiquei no meu escritório, como de costume, sempre na hora de fechar eu e a Tamires, minha gerente, fechava-mos a loja e ele esperava para ir embora também, nesse dia eu dispensei a Tamires mais cedo, falei que ficaria até um pouco mais tarde, que teria que resolver um problema que deu com as notas, e ela acabou saindo, ele fez que foi embora para ninguém desconfiar, passado alguns minutos, ele bateu na porta da loja, eu abri e ele entrou, assim que eu fechei, ele me deu um beijo molhado, disse que já sentia saudades de mim, que o meu perfume estava exalando em toda a loja durante o dia e isso o deixava louco. Apesar do desejo que eu sentia, não conseguiria fazer nada naquele dia. Ainda estava inchada e sentindo incômodos na minha pepequinha. Ele não se conformava e disse-me que eu seria toda dele, apenas dele. Ele me beijou com muita vontade e eu mamei novamente, com mais vontade que na primeira vez. Aproveitei a chupada e ele gozou muito na minha boca, fazendo-me engolir. Ficamos namorando um pouco e, logo depois, fomos embora. Como já havia mencionado no conto anterior, eu tinha mais duas lojas em Belo Horizonte, logo, não podia permanecer em uma única loja por toda a semana, tendo que alternar entre elas. Só voltei à loja na sexta-feira devido a problemas nas outras lojas e ao fato de meu filho ter brigado no colégio, o que me impediu de comparecer na quarta-feira. Na sexta-feira, cheguei, cumprimentei todos e subi. Como não havia muita coisa para fazer no escritório e a loja estava vazia devido ao fim do mês, desci. As meninas conversavam perto do caixa da loja e eu fui até elas. Cheguei e perguntei qual era o assunto. Sim, Gabriel. Perguntei o motivo pelo qual elas estavam conversando. Tamires respondeu que acreditamos que o negão aqui não aprecia a fruta. Rimos. Perguntei o motivo pelo qual elas achavam isso. Ela me disse que quase todas ali tentaram dar uma investida nele, mas ele não deu a mínima importância. Ela disse que a esposa havia se divorciado porque descobriu que ele era gay. Pensei, então, quer dizer que meu filho é fiel a mim e não quer mais ninguém? As meninas eram mais jovens e até mais atraentes que eu. Isso despertou mais o meu desejo pelo meu negro. Já estava totalmente recuperada e pronta para aguentar sua anaconda de novo, mas Grazi ligou-me dizendo que meu filho mais novo estava com febre. Dessa forma, tive que sair mais cedo e não pude aproveitar o final do expediente. No sábado, vesti um vestidinho curto, daqueles que não usava há tempos. Quando cheguei à loja, as meninas brincaram: “A senhora tá que tá em, o maridão hoje tem”, e riram, mesmo sabendo. Coloquei uma calcinha marrom, bem pequena. Durante a semana, recebi alguns e-mails com queixas sobre o atendimento das meninas na loja. Realizei uma reunião com elas no final do expediente e Gabriel ficou ali esperando que elas fossem embora. Logo que chegaram, ele veio com tudo. Disse que eu não deveria ir à loja, pois ele não está se sentindo bem. Já me beijou, apertando a minha bunda. Eu estava completamente entregue a aquele negro, arranhava suas costas e mordia seu pescoço. Sentia fome de sexo quando ele estava por perto. Chamei-o para o escritório, mas ele disse-me que gostaria de me encontrar ali mesmo, no meio da loja, e que havia pensado nisso durante toda a semana. Ele me colocou deitada no chão, retirou a alçinha do meu vestido e engoliu os meus seios com muita vontade. Ele sabia o que fazer com aquela boca. Como chupava bem, eu ficava alucinada a cada mordida que ele dava. Prendi as minhas pernas atrás da sua cintura. Queria aquela boca na minha, morder aqueles lábios

Amigo da faculdade

Olá, sou Ysabel, morena, 1,65, peso 56 kgs, tenho 21 anos, não sou magra, tenho um pouco de bunda e um pelo par de seios. Nunca fiquei com muitos meninos, gosto mais de namorar com alguém sério. Faço administração e, desde que entrei, fiz amizade com um menino chamado Guilherme, que mora no mesmo bairro que eu, e logo depois que as aulas começaram, ele sempre me dava carona, o que fez nossa amizade crescer. Nasci na faculdade há 2 anos, gostava do meu namorado, mas com o tempo as coisas foram ficando monotonias. A minha amizade com o Gui só ia aumentando, ele me contava suas experiencias sexuais, pois ele era safado. Gui era tipo um filho de papai, forte, branco, tatuado, tinha 3 tatuagens e gostava bastante de academia, então era um pedaço de mal caminho, todas as meninas da sala e de outros cursos ficavam doidas pra ficar com ele, e ele aproveitava isso sempre pegando o maior número de meninas. Ele me tratava muito bem, me respeitava muito e eu confiava nele como se fosse meu irmão. Um dia, eu estava brigando com meu namorado e fui falar com o Gui para desabafar. Ele me chamou para sair, mas eu não vi nada de errado no convite dele. Ele me levou pra casa dele, pra beber umas cervejas e conversar. Comecei a reparar como ele era gostoso, não sei se pelo álcool ou pela carência, mas ele percebeu e até brincou comigo, mandando eu me concentrar e parar de olhar pra ele. Eu chamei ele para dançar para ver se ele estava melhorando. Durante a dança, eu fui chegando mais perto dele e esfregando ele devagar. Senti o corpo dele e vi que estava esfregando a bunda dele. – Se começar Ysabel, vou esquecer que somos amigos e te beijar- pensei que eu ia dar pra ele. Virei para ele e beijei, ele retribuiu meu beijo, começou colocando a mão na minha nuca e na bunda, sentia a língua e o desejo no beijo, sentia o membro dele ficando duro, tirei a blusa e coloquei a mão no short dele, percebi que o pau dele era bem maior que o do meu namorado e punhetei. – Vem me chupar, vadia. Ele me pegou e me levou para o quarto dele, tirou toda minha roupa e começou a chupar minha buceta. Nunca tinha recebido uma chupada tão boa quanto a dele, acredito que gozei em menos de 3 minutos. Virei pra ele e falei me fode. Ele colocou o pau na minha buceta e foi metendo devagar e me beijando. Eu gemi muito. – Me mata, me come, vaaaaaaai. – Vou te matar, puta. Ele me dava tapas na cara e eu ficava feliz ao ver ele me xingando e dando tapas na cara. Ele me botou de 4 e começou a fuder rápido, eu sentia ele dentro de mim, puxando meus cabelos e me batendo. Gozei de novo. – A putinha goza de novo? Hoje a mulher vai levar uma surra de pica, a primeira de muitas – ele me disse. – Eu só gritava e pedia mais, mas estava fora de mim. Ele disse que ia gozar e eu pedi para ele gozar na minha boca. Ele disse que era puta e eu chupei sua cara. Ele gozou na minha cara como nunca tinha visto antes. Ele me levou ao banheiro para lavar o rosto e, enquanto lavava a pia, colocou a pica na minha buceta. Eu não sabia que ia começar o segundo round no banheiro. Ele era muito bom e eu estava tremendo. Ele me jogou na parede do banheiro e empinei a bunda. – Vou fuder esse teu cu gostoso- ele falou, pegando champoo e colocando no pau. – Não gui, eu nunca dei meu cu.

Como salvei meu casamento!

Saudações! Sou Silvia, de 32 anos, 1,62 de altura, branca, cabelos castanhos, seios pequenos e quadril médio, coxas medianas normais. Nos últimos dois anos, tive uma situação estranha e diferente, mas encontrei meu caminho recentemente. Quero contar um pouco sobre isso aqui. Acho que é difícil para muitas mulheres e para mim foi difícil, mas finalmente tudo deu certo. Sou casada há seis anos com Augusto, 35 anos, moreno, 1,78 de altura, magro, dedicado. Tudo começou há dois anos e eu acho que já havia percebido sinais antes disso. Comecei a namorar Augusto aos 18 anos, ele tinha 21, era meu primeiro namorado e eu acredito que era a primeira namorada dele. Sou evangélico e não seguia mais a igreja, mas ainda queria casar virgem. Augusto vinha de família católica, mas não ia na igreja, é bem-educado e respeitador. Quando disse que só queria sexo depois do casamento, ele concordou comigo e aceitou minha imposição. Depois de um ano de namoro feliz, notei que Augusto ficou mais frio e se afastou um pouco, mas não parou de fazer sexo. Eu o vi abraçando com ele e percebi que ele estava duro. Eu sabia que era por causa do vestido que eu usava na época. Ele nunca tentou ou pediu, era cavalheiro, mas eu sabia que queria, mas era normal não ter sexo. Eu já gostava muito dele e sabia que ele também gostava de mim, então decidi não transar com ele, mas sim aliviar o desejo dele de uma forma que ele gostasse e não precisasse ter sexo. Num belo sábado, beijei-o e passei a mão na bermuda dele, ele ficou quieto, abri o botão e o zíper dele, tirei o meninão dele e comecei a fazer sexo oral nele. Pauzão grande e grosso quase não conseguia engolir, adorava o que eu fazia. Ele ejaculou ou, como muitos dizem, “gozou” na minha boca, estava preparada para isso, fui engolindo e chupando até o pau dele parar de pulsar, depois fui ao banheiro lavar a boca para continuar meus beijos. Voltei para a sala e vi ele radiante, mais eufórico. Disse que se ele se comportasse, faríamos aquilo mais vezes. Sempre fazia sexo oral (boquete kkk) nele. Ele adorava, até melhorou o nosso namoro. Para mim era algo sem sabor, fazia mais porque gostava, mas também não tive frescura, chupava e deixava ele gozar na minha boca sem ter nojinho. Isso deu certo porque ele chegou em casa com alianças de noivado. Ainda era cedo para isso, mas ele me pediu em casamento para meus pais, que ficaram muito felizes. Depois de casar, começamos a nos preparar financeiramente para casar. Durante sete anos de namoro, só fizemos masturbação e sexo oral, nada mais. Quando nos casamos, o pastor e o padre celebraram nosso casamento. Logo, o sexo começou a rolar, nunca recusei uma boa trepada em algum cômodo da casa e no quintal. Descobri que era infértil, então decidimos deixar como estava e não buscar ter filhos. Começamos uma situação que virou uma bola de neve. Desde que nos casamos, eu não gosto muito de fazer sexo, mas às vezes fazíamos. O Augusto é muito fogoso e eu não podia negar. Sempre fazíamos, porque quem come bem em casa não come lanchinho na rua. Fica a dica. Tinha dias que fingia ter um orgasmo e enlouquecia para fazer Augusto gozar mais rápido, o que funcionava. Augusto fica muito tempo no sexo. Às vezes, ele fica mais tempo do que eu. Eu considero as preliminares, como chupada no pau dele e chupada na minha bucetinha. Não se esqueçam, mas no “pega pra torar” ele consegue dar duas vezes em menos de 10 minutos. Comecei a não querer fazer sexo, como antes. Comecei a dar desculpas, sentir dores de cabeça, ficar cansada e por aí vai. Às vezes rezava para Augusto gozar logo, mas não tinha muita motivação. Augusto percebeu esta mudança, e conversamos muito sobre isso, porque eu acreditava que aquilo não era normal, procuramos ajuda de profissionais terapeutas e psicólogos, fizemos muitas coisas que foram sugeridas por eles, que às vezes até dava uma esquentada, mas depois voltava à estaca zero. Fiz baterias de exames e tudo dava normal, consultas aos montes, fizemos viagens de relaxamento e descontração, para sair da rotina, e nada de melhorar, ao ponto de Augusto perguntar se eu não o amava mais, ele dizia que me amava muito e não entendia o motivo daquilo, eu chorava muito e me sentia muito mal, nada ajudava e transar nessa situação era só dor. Só para completar, era uma situação muito íntima nossa como casal, Augusto e eu não queríamos que nossas famílias soubessem, medo de sermos julgados e vergonha, isso acrescentava mais peso ainda na situação. Contei de forma resumida pois não quero me ater a isso gente, de preferência esquecer. Mas faz uns dois meses que começou a mudar, absolutamente inesperado e através de algo que nunca se passaria na nossa cabeça se não tivesse acontecido, mais ainda, aconteceu no momento certo em que eu estava receptiva a algo novo que me ajudasse com este problema. Dia de sábado, Augusto e algumas pessoas do trabalho dele organizaram uma festa, seria numa chácara, eu não estava com pique de ir mais para dar um pouco de alegria a Augusto e não ficar em casa remoendo nossa dificuldade, decidi ir, ele também ajudou a organizar eu não quis ser a chata. Fomos para a chácara umas 19:00 horas, ele de bermuda jeans e regata, eu vesti um vestido branco cheio de detalhes amarelinhos bem lindinho que vem até uns três dedos do joelho, sou uma mulher bem feminina e adoro ser assim. Festa bem legal e bem descontraída, tão boa que até deu para esquecer um pouco dos problemas. Algumas moças bem legais do escritório de Augusto e as esposas dos homens, não eram muitas pessoas mais todos muito animados e extrovertidos, fazia tempo que não participava de algo assim. Quando foi por volta das 23:00 horas alguns

Minha esposa passou três ou mais noites com meu amigo.

Minha esposa passou três ou mais noites em minha residência com um amigo. Olá a todos, tudo certo? Meu nome é Claus e estou casado há mais de 20 anos com Ana. Ana é uma mulher belíssima de 47 anos, de cor clara clara, possui um metrô e pesa 65,58 quilos. Tenho 48 anos, sou atlético, 1 metro e 77,79 quilos. Tenho 12 cm ereto. Nossa residência é bem legal, tem piscina e segurança 24 horas. Há câmeras espalhadas por tudo e algumas discretas que até mesmo Ana não tem conhecimento. Certo dia tive que viajar por três dias e ficar em um hotel. Sempre ligava para ela à noite, mas, antes de ir, fazia uma brincadeira erótica com Ana. Disse para ela que, quando eu estivesse trabalhando, chamaria alguém para ficar com ela… Tudo inusitado. Entretanto, devido à necessidade de me ausentar com urgência, fiquei com a “pulga atrás da orelha”. Eu insinuava que ela chamava Valdir, meu amigo de sempre, e ela gozava muito. Mas, como falei da ” pulga atrás da orelha”, fiquei imaginando o que ela faria na realidade. Após ela ligar,eu imaginava que ela tivesse ele na minha cama, besteira minha… Será que é isso? Após desligar o telefone, eu ligava para Valdir. Então, Valdir, como está você? E ele sempre respondia que estava bem e rebatia a questão para mim. Eu me esforçava para ouvir e compreender onde ele estava, mas sempre havia ruídos de veículos, pratos, conversas, enfim, nunca o vi entrando em minha residência. Contudo, solicitei ao Júlio outro amigo que passasse em minha residência para conversar com Ana por pelo menos cinco minutos, e ele o fez durante os três dias seguintes. Assim, fiquei tranquilo ao saber que Valdir não estava presente, e que Júlio a visitava todos os dias para ver como ela estava. Ele me ligava quando eu chegava e, cinco minutos depois, me ligava avisando que estava tudo bem e que já estava saindo. Ana não sabia que eu tinha pedido para Júlio vigiar ela, pois, se ela desconfiasse, eu ouviria muitas merdas ditas por ela. Viajei no dia 6 e voltei no dia 9, mas houve alguns problemas que me obrigaram a permanecer por mais três dias. No terceiro dia, lembrei que tinha as câmeras escondidas e pedi para a companhia de segurança passar o código para que eu pudesse monitorar. A empresa me pediu duas horas e logo me informaram como entrar no sistema. Assim sendo, eles me deram o código e me informaram que eu poderia monitorar meu celular e acessar vídeos de dez dias anteriores pelo sistema deles. Assim que entrei no sistema, comecei a examinar os vídeos salvos… Começarei a contar a partir do dia 26,8 da manhã… Dei um beijo nela e parti. Às oito e 55, Ana atendeu uma ligação e seu rosto estava repleto de alegria e euforia. No 9 e no 30. Júlio chega de carro na minha residência. Ela o encontra na porta e olha para os lados procurando por algo. Júlio vai ao banheiro, onde não há câmeras. Júlio deixa o banheiro sem uma camisa. Júlio agarra Ana pelas costas e dá um beijo em seu pescoço. Ele segura as costas dela e logo levanta seu belo pênis sem esperar muito. Ela rebola como uma mulher desesperada por sexo. Júlio a coloca em cima da mesa de jantar, levanta suas pernas e a mete por mais de 20 minutos. Em seguida, ele a pega no colo e a leva para a sala. Lá, ele a coloca de quatro, passa um gel e começa a enfiar lentamente em seu cuzinho. Ele chupa com uma velocidade que me deixa inquieto. Ele não gritava, ela apenas gemia. Quando ele foi gozar, ele gozou nos seus peitinhos e ela espalhou tudo como se fosse um creme hidratante raro… Logo ele se gruda no pau dele, chupa com vontade e deixa o seu pau bem limpo. Ela lambe e sorri para ele, como se fosse o homem mais importante da Terra. Diz: Você é incrível, completamente diferente… Eu desejo-te sempre dentro de mim… Entretanto, Estava tímido,com ódio,com raiva,mas com tesão. Júlio ia até minha casa todos os dias após minha saída do trabalho. Júlio chega em casa às 12 horas e 30 do dia 06, quando eu parti. Ana estava de calcinha e ela havia servido um almoço saboroso, com vinho, sobremesa, arroz de forno e saladas… Depois, deitaram-se no sofá e ele meteu-a de costas… Eles permaneceram ali por um longo período… Dia 07 por volta das 20 horas: Júlio chega à residência pela segunda vez ao dia. Larga a sua moto na garagem e entra na residência. Ana estava tomando banho no banheiro. Julio pega o celular e liga, ri muito e aperta o botão. Eles estão bebendo e a campainha toca. Ela está surpresa e assustada quando ele entra e sai às 21 horas. No banheiro, não há câmeras. 21 e 20. Júlio vai pro meu quarto e se deita no lado em que eu durmo, mas se deitou pelado. Logo Ana aparece e se senta ao seu lado. Eles ficam no celular e foi quando liguei para ela: Oi amor,como vc esta? Nisso Júlio meche nó celular dele e surge um som,o som era de novela. Falo com ela e vejo ele chupando seus seios,seus não,meus seios. A conversa acaba e logo ligo pro Júlio: O celular toca e ele demora pra atender,mas nisso Ana liga uma gravação de buzinas nó trânsito. -dai Julião,tudo bem? E ele: sim,e vc? bem. Onde vc esta,disse eu. Ele: Claus estou no trânsito. E eu: a sim,estou ouvindo o barulho. E a Ana? Vc foi lá hoje? E ele: sim. Nisso vejo na câmera Ana chupando ele. E ela como está Júlio? Ele está bem. E eu disse: Júlio,eu vou ter que ficar até o dia 12,vc pode ficar indo lá? E ele: sim,sim,mas será se ela não vai desconfiar,digo isso pelo fato de estar indo todos os dias lá? E

Meu amigo indicou sua esposa para ser minha faxineira

Meu amigo sugeriu-me a sua mulher para ser minha faxineira. Boa tarde, pessoal. Como estão? Felizmente, existem mulheres de diversos tipos, mas, desta vez, foi o marido quem criou a situação. Tenho um amigo casado que é extremamente interessante, divertido, feliz e bem casado. Tenho um divórcio há quatro anos. Certo dia, meu amigo, Claus, veio até minha residência para jogar cartas na casa dele. Ao chegar, sua linda e prestativa esposa, Ana, estava preparando um café e já me ofereceu. Já pensaram em um café maravilhoso, que dá vontade de beber de jarra? Eu, Paulo, João e Valdir estávamos jogando cartas quando Claus disse à sua esposa: Que atividades você terá na sexta-feira próxima? Ela fez: Não estou ciente. Julio, estaria disposto a realizar uma limpeza no seu cafofo? Pessoal, a minha residência não tem uma limpeza adequada há 4 anos. Todos os meus amigos que vão lá reclamam da sujeira. Falei para Claus: É bem provável que a Ana faça a limpeza daquela área. Ele ficou: Pagando bem…que mal há? Os outros responderam: “Bem, você precisa dar um trato nisso, parecendo o lixão da cidade”. De acordo com Ana: Julio, eu trabalho sim. João e Valdir concordaram que ajudariam a pagar pelo trabalho, apenas para que pudessem tomar umas cevas e terem um ambiente limpo e agradável. Cada um deu 50 reais. Todos rimos e Ana disse que cobraria 300 reais e deixaria um brinco. Concordei e, na quinta-feira, dei-lhe 400 reais, referentes ao serviço e aos produtos de limpeza. A sexta-feira chegou e Ana bateu à porta. Boa tarde, Julio. Como vai? Estou em paz… Não sei de você após terminar. Ela: precisará trazer um container? Kkkkkkkkkkk Respondi: provavelmente. Ana, faça o que for possível, e o que achar que deveria ser jogado no lixo, o fará. Ana entrou e há começou a pegar as coisas no chão. Passaram-se três horas e Ana entrou no meu quarto e disse: Julio, agora quero entrar aqui. Você pode me permitir sair? Eu disse que sim. Fui para a sala e não conseguia acreditar que aquilo fosse uma sala. A cozinha está perfeita, o banheiro está ótimo e já deu vontade de tomar uma ducha decente. Ana foi recolhendo os lençóis e os colocando em um saco… Ana, vou tomar um banho. Você se importaria? Ela disse que não, é bem capaz. Fui ao banho e me flagrei que não tinha levado cueca e nem toalha. Da minha janela, gritou: Ana,Ana,vc pode me alcançar uma toalha e uma cueca? E ela: Já estou levando,só um minuto. Logo Ana bate na porta e eu só coloco o braço pra fora,mas na parede havia um espelho que dava pra porta do banheiro e Ana me viu peladão. Fechei a porta e gritei dizendo: Obrigado Ana. Me aprontei e fui para o quarto pegar uma bermuda e camiseta. Oi Ana,só vou pegar uma bermuda e uma camiseta. Peguei e fui saindo em direção da sala,foi quando ela disse: Não não não vai pra sala,passei cera no chão,foi pra cozinha,e ela : também não! E ela: troca aqui mesmo e já me dá está toalho molhada que vou colocar na máquina. Fiquei Pensando e ela: vamos vamos,não tenho todo tempo do mundo Então,tirei a toalha e ela ficou me olhando com uma cara de assustada pelo volume na cueca. Julio diz ela,você está com quantas cueca? E eu: como assim Ana? Vc está vestindo quantas cuecas? E eu: uma só? Porque? Ela regalou os olhos e disse: credo Julio,foi por isso que vc está sem esposa todo este tempo. Eu ri e disse: Bem capaz Ana… E ela: o do Claus não laceia a cueca como vc. E eu disse: Eu acho ele pequeno,muito pequeno. E ela: pequeno? Meu deus… Sai pra lá seu cavalo,kkkk Cavalo Ana? Sim vc parece um cavalo. Então sai e fui para o novamente para o banheiro para escovar os dentes. Logo ouvi Ana gritando: O que foi Ana? E ela: uma,duas…três baratas.. Ela estava em baixo da ducha pois estava usando a água do chuveiro para limpar a lajota. Matei as baratas e disse: Tudo bem agora Ana,estão mortas. Ela se abraça e mim e disse: Eu…odeio …barata… Odeio… Nisso meu pau deu sinal. Ela largou meu pescoço e disse: olha só Julio,estás malditas baratas me fizeram entrar de roupa no chuveiro … Aí que nojo deste bicho. E agora como vou terminar a limpeza toda molhada? E eu: Eu posso ir na tua casa buscar roupas pra vc? E ela: não,vou ficar assim mesmo. Mas Ana,vc já ficar doente. E ela: o que vou fazer,não adianta… Vou ficar assim mesmo. Mas se vc tivesse roupa de mulher aqui eu poderia usar. Mas eu não tenho! Mas Ana,vc pode trocar a parte de cima,e usar minha camiseta,pode ser? Sim Julio,por favor. Peguei uma camiseta e dei pra ela,e ela ali mesmo tirou sua blusa e eu vi seus lindo seios saltando do sutiã. Fiquei paralisado olhando. E Ana disse: o que vc está olhando? Tem outra barata em mim? Me diz! Me diz.. ela estava apavorada achando que eu estava olhando uma barata nela e nisso ela se joga nos meus braços ele diz: tira tira por favor!!! Pessoal,nesta hora eu não resisti e apertei ela nos meus braços e já dei uma encostada nela. Ela: Julio,Julio,vc está com o …. E eu: sim! Desculpa. E ela: porque desculpa? E normal. O Claus não fica assim a meses,kkkk. E eu: sério? Sim Julio,ele não me procura a uns três meses ou mais. E vc Ana,o que faz? Eu? Nada,só fico esperando. E vc não sente vontade? Há sim diz ela,sinto muita mas ele não quer. Mas eu também Ana,estou a muito tempo sem nada,não curto prostitutas, não gosto. Nos olhamos por alguns segundo e nos beijamos e fomos se agarrando com uma fúria de dois vulcões e eu fui levando ela aos beijos para o quarto e ela foi tirando minha roupa e eu a dela e

Assaltaram eu meu pai e meu tio

Eu, meu pai e meu tio fomos assassados. Meu nome é Claus e tenho 28 anos. Sou casado há cinco anos com uma mulher maravilhosa. Tenho 1,61 metro e 70, um porte físico moderado. Tenho dificuldades em relação ao tamanho do meu pênis, que, quando ereto, tem apenas 12 cm. Minha esposa não aprecia muito as trepadas, o que me fez questionar se não existe um produto para aumentar o tamanho do meu pênis. Ela gostaria que eu o preenchesse por completo… Meu pai, 46 anos, está malhado e sei que ele tem um dote de 18 cm na posição mole, mas duro, nem imagino. Meu tio, branco, de 45 anos, casado, malhado e usando sunga, torna-se um modelo maduro, pois o seu volume acentua a sunga. Meu pai e meu tio trabalhavam juntos em uma boate aqui na cidade. Eles só trabalhavam à noite, pois, durante o dia, funcionavam jogos em máquinas de azar. Quando meu pai chegava, tomavamos o café da manhã juntos. Eu ia ao meu trabalho e minha esposa ao seu. Cheguei cerca de 18 horas antes do horário habitual. No dia seguinte, meu pai foi buscar-me no trabalho. Trabalhava em uma farmácia próxima à nossa residência. Minha residência ficava localizada nos fundos da residência dos meus pais. Ao adentrar a residência, percebeu três assaltantes disfarçados. Eles nos levaram para dentro da residência do meu pai, ordenaram que retirassem as roupas, amarraram o meu pai e aplicaram mordaças nele. Eles solicitavam dinheiro, mas meu pai respondeu. Em gestos que eu não possuía. Nesse momento, surge o meu tio João. Ele bateu à porta e os assaltantes o renderam. Mandaram para eles. Ele tirou a roupa e o amaram junto ao meu pai. Fiquei com eles para mostrar a residência. Nessa ocasião, minha esposa me ligou e eles me mandaram atender de forma natural. Agradeço, amor. Obrigado. Como está você? Estamos bem. Você está aonde? No apartamento do pai. Pretendo retornar hoje à tarde, pois tenho que pagar uma hora de serviço. Ok, meu amor. Estou tranquilo. Claus, você é estranho. Não sinto nada, apenas estou cansado. Cansado? Sim. Então vai se deitar um pouco,pois eu vou chegar bem tarde. Tudo bem amor,mas tenho que desligar. Bjo tá. Bjo amor. Nisso os assaltantes acharam dinheiro,era quase dois mil reais. Eles davam pulo de alegria. Perguntaram para meu pai se tinha mais. Ele disse que não. Mas eles continuaram a procurar. Nisso um deles disse: achei mais uma grana. E e o que comandava: seu coroa mentiroso. Este cara era um alemão forte,aparentemente uns 40 anos. Tinha mais dois,o outro era moreno claro e tinha uns 30 anos. O outro era branco e meio gordinho e tinha mais ou menos uns 45 ou 48 anos. Nisso este de 40 anos,disse: Coroa você vai que se desculpar pra nós,por ter mentido. Não pode mentir na frente do filho,mesmo que ele já esteja adulto. Por isso,eu vou te perguntar novamente: Você tem mais grana na casa? E o meu pai: Não,era só isso. Eles deram risada. Seu coroa mentiroso. Nos achamos mais 200 paus. Então por isso,você vai fazer algo para nós animar,pra nós animar,kkkk. Você não,os três. O novinho vai ter que chupar os dois,chupar o papai e o titio. Não,não,não disse eu,por favor,eu sou casado. E eles: kkkkkk Nisso meu pai quis se soltar das cordas e o alemão deu um ponta pé no meu pai… Nisso eu gritei… Tá,tá,tá… Deixe meu pai,eu dou mais dinheiro pra vocês. E o alemão: Hummm,ele tem um porquinho.. Daí rapazes,vocês vão querer o porquinho ou ver ele mamar os coroas? E os dois disseram: Ver mamar né. Então pela maioria,você vai ter que mamar tipo porquinho,kkkk. Mas agora as coisas mudaram um pouco: Está bem coroa,agora vocês vão fuder ele também. E se fizer mais um comentário ou algo que não gostaríamos de ouvir,vai ter penetração dupla. E eu: Nao,não,por favor,por favor. Nisso meu pai disse: -filho,sei que será difícil pra você como será pra nós,mas se você não aceitar você vai ser abusado por eles, e eu e seu tio, vamos ter que fazer também se não eles vão bater em tnos todos. E o alemão falando batendo palmas: Bonito,bonito,bonito… Isso mesmo,conselho do papai. Isso sim. Então,vá até o lado do seu pai,e conversem por 5 minutos. Ok? E eu: sim. Se sentei ao lado do meu pai e do meu tio e meu pai disse: Filho,esqueça o que está acontecendo,tente tirar prazer desta situação,pois vc sabe que se não fizermos o que eles pedem,um de nós pode sair ferido daqui. E eu: Pai,tudo bem,mas como vcs vão me ver após isso,nas reuniões de família,nas festas,no dia a dia? Meu tio: claus,calma pense assim: Este dia estará fora dos nossos pensamentos,este dia morreu pra todos. O alemão chegou e disse: Bora para o início do show,bora bora bora… Ei novinho,vai até seu pai e chupa ele. E eu disse: Quanto tempo tenho que fazer isso? O tempo necessário. E ele,o alemão: Olha só,se chupar com nojo,vamos fazer vc chupar todos a base de porrada. Então chupe com vontade. Me abaixei e comecei… Os caras disseram: o cara quer fazer dupla penetração… Então eu comecei a fazer melhor. E eles: agora sim… Vai garotão,chupa ele… Meu pai estava com os olhos fechados. Mas com a chupada ele abriu os olhos e seu pau começou acordar. O pau dele média uns 25 centímetro e já estava no ponto. Nisso os caras disseram: Agora o titio … Fui até o tio e fiz igual. Estranho eu estava me sentindo,meu pau começou a dar sinal. – agora vamos todos para o quarto. Eu me levantei e fui indicando o local. -agoara vc tira sua roupa. Quando eu tirei a cueca,eles viram que meu pau estava extremamente duro. Meu pai e meu tio se olharam e deram uma pequena risadinha. Os cara caíram na risada – há,assim vai dizer menos né João ? E eu: sim Papai, lubrifica seu pau e mete nele. Sem

Ouvi Minha Esposinha Dando o Cu No Escritório Em Tempo Real Pelo Programa Espião

Olá, novo dia. Isso ocorreu em 10 de abril de 2024. Logo de manhã o cara que vai comer ela no escritório chamou ela no zap. A mensagem era breve e objetiva: – Olá, puta. Dia de te comer. A resposta dela foi somente: 14h. São 14h30 de hoje e estou ouvindo ela gemer no pau dele sendo enrabada. Está dando tapas na bunda e a xingando, pelo jeito comendo em pé. Ele trata minha esposa de forma desumana. Chegou perto das 14h10 e já a colocou pra mamar. Ela segue-o sem reclamar de nada. Ela foi jogada na cara e engoliu abundantemente. Fui cronometrando: o boquete durou aproximadamente 8 minutos. Ele abusou da boca dela, chamou-a de puta boqueteira, bezerrinha, vadia, dentre outros adjetivos. Aí veio o momento fatal. Ele disse: – Viu o cu da cadela? O sujeito não se importa com a bunda. Só dá um cuzinho. Ela deve ter se levantado e logo ouvi um gemido longo e sofrido dela acompanhado de uma risada dele. – Eu arregaço as suas pregas, não é? Ele gemia alto. Ela suspirava e pedia para ele meter: – Soca na minha bunda. Tudo quebra. Eu amo meu cu. Falava coisas dessas e eu ouvia as batidas da barriga dele na bunda dela. Há cerca de 15 minutos, ele está metendo no cu dela. Ela está sentada com o cu no pau dele, descendo e descendo, enquanto ele elogia e xinga ela. Há pouco ele disse: – Senta com esse cu aqui no meu pau. Ela afirmou: – Eu adoro me sentar na sua cama. Ele está enterrando e, pelos gritos dela, acredito que vão gozar logo. Ele diz coisas como: – Senta esse cuzinho no meu pau, vadia rabuda! Meu pênis parece uma pedra. Toda semana, a cadelinha está enrabando o homem com seu belo cuzinho. Eu liguei agora e ela recusou a ligação. O homem questionou a mulher e ela respondeu: – É o corno, mas, se eu atender, vou chamar-o de corno e gemer. Eu gozei e o sujeito riu. Além disso, afirmou: – Você é muito puta para um homem só. Não dá para apagar o fogo desse cu. Tá levando praticamente todos os dias, certo piranha? Ela estava gemendo. – Tenho vários que estão me comendo e os fdp contam para os outros, aí eles me chamam para comer. Caso deixe, vejo uma piranha aqui no centro. Ela começou a gemer e o homem celebrou a gozada dela. O sujeito pediu para ela se abaixar e colocou toda a porra na boca dela. Assim como em ocasiões anteriores, ele apenas se veste e sai. Quase uma hora de sexo oral. Quando ele foi embora ela disse alto: – Que sensação agradável no meu cu. E foi ao lavatório. Hoje são 14h43. Depois de se aliviar no meu cu e na boca, o indivíduo saiu e está com o cu arregaçado no trabalho. Acabou de enviar uma mensagem: – Olá, amor. Você conseguiu entrar em contato comigo? O que pensam dessa situação?

Gozada na Cara

Preparava um lanche, pegava uma cerveja na geladeira e a fumaça do meu baseado tomava conta da cozinha. Com um vestido de laycra quase explodindo nos meus quadris. Mesmo estando dentro de casa. Além de uma gargantilha de ouro no pescoço. Ele achava que eu deveria usar gargantilhas… Da cozinha para a sala, levava o lanche que havia acabado de preparar, servindo o meu negão que assistia televisão no sofá. Toda maquiada, toda produzida, chapada de maconha. Servi a cerveja do meu nigga e me sentava no colinho dele, enquanto ele assistia basquete na televisão. Esta era a minha rotina durante o período em que morei na residência do King Kong. A brasileira loira virou a coelhinha na mão da negada. Bunny era como era conhecido por todos. Os beijos foram trocados sentados ao seu lado. As mãos se concentraram nas minhas coxas. O pênis dele estava para fora da calça. As minhas mãos seguravam a piroca preta. Ele costumava me chamar de Bunny. Ele começou a me chamar de bitch. Ele chamou-me de cocksucker. As mãos dele me puxaram para baixo até eu me ajoelhar no chão. virando-se para a TV. Em frente a uma piroca negra. Ele gostava de usar a gargantilha, achava que isso me dava um ar mais cocksucker. Há uma relação de posse em relação a mim. Quase uma coleirinha demarcava que eu era a bunny boqueteira dele. A mão dele na minha cabeça me empurrava para subir e descer na pica do meu negão. Minha boquinha desliza na rola do meu King Kong. O batonzinho borrado na vara. A minha dignidade se encerrou naquele instante. Ainda não. A dignidade era interrompida de vez em quando por ele. Gozava em minha direção. Era o momento de máxima dominação e perversão. A menina loira sentou-se para um homem de mais de 130 kg, chupando a rola e levando uma gozada na cara. Chegara a um nível de submissão que me deixava louca de tesão, mas isso me deixava terminal naquele papel de bunny cocksucker, levando uma gozada na cara de um macho dominador. Isso afeta muito a minha vida… Estou escrevendo para a Bunny, [email protected], para expressar minha opinião sobre o tema. Outro dia, conversando com um leitor, ele me perguntou qual eu considerava a coisa mais humilhante no sexo. Achei a pergunta tão complexa e erótica que resolvi fazer um post sobre isso. Em minha opinião, sexo e dominação são elementos que, quando se encontram, tornam o clima na cama muito mais quente. O jogo de poder, a dominação psicológica, a imposição e a submissão são elementos que tornam a relação sexual mais excitante e prazerosa. Toda submissão tem, ou pode ter, alguns requintes de humilhação. Submissão é se expor, se entregar, aceitar pequenas atitudes para agradar o outro mais do que você. Se a questão abordasse o que acredito ser a característica sexual mais dominante, a resposta seria simples: apanhar de pauladas. Esta situação me deixa alucinada de desejo! Na verdade, nada me deixa mais manso e submissa do que uma boa surra de rola na cara. É tão direto que não há tempo para reflexão, aliás, nem dá para pensar em nada ao mesmo tempo. Um tarado filho da puta judia, abusa e senta a vara na minha cara, o que torna impossível não me manter quieta e obediente. Se há algo que me deixa mais tranquila e calma, é uma boa dose de pirocadas na cara, seguidas de xingamentos. Qualquer ordem que surgir após isso, será prontamente atendida… Como a pergunta não foi sobre dominação, mas sim sobre o que considerava mais humilhante, vou seguir uma linha semelhante para responder a isso. Acho que não há nada mais desmoralizante que levar uma piada na cara. O rosto é extremamente pessoal. É a parte do nosso corpo que nos representa, a nossa imagem. Deixar alguém gozar no meu rosto é como se fizesse algo que me desonrasse e diminuísse a minha imagem. Como se fosse a representação da dominação e da submissão extrema. Último nível de humilhação no sexo. A posição de inferioridade máxima que eu teria em relação a alguém na cama. Uma revelação clara e impactante. O homem sentado em posição de superioridade, imponente, gozando e sentindo prazer, ao passo que eu estou ajoelhada, numa posição extremamente submissa e inferiorizada, dando a cara a tapa, ou seja, levando tapa, sem sentir prazer algum com isso, mas, mesmo assim, aceitando e permitindo que façam isso comigo… É uma ofensa à minha honra, à minha dignidade, algo que ficará marcado para sempre na minha vida. Sempre que eu olhar nos olhos dessa pessoa (com vergonha eterna), ficará aquela sensação de “já gozei na sua cara”. É algo automático, cria um vinculo dominante que é bem difícil de se desfazer. Com que moral eu vou me impor com uma pessoa que já gozou na minha cara? Alias com que moral eu vou fazer qualquer coisa??? Ao deixar um tarado filho da puta fazer isso, a minha moral simplesmente se acaba naquele momento. Passo a ser a eterna putinha que o cara fez o que quis e ainda comeu a cereja do bolo no final… No meu caso, a coisa ainda fica mais amplificada por causa dos meus gostos e taras pessoais. Imaginem o que é para uma patricinha cheia de pose e frescurinhas, levar uma gozada dessas na cara, de um nigga Sério, eu nunca sei aonde entra um lado preconceituoso meu ou são as minhas taras falando mais alto. Mas se eu falo que já dei ou chupei o pau de 15 caras, vão me rotular de piranha ou promíscua. Daí se eu falo que já rodei na mão de uma meia dúzia de negros, a reação das pessoas é muito mais assustada ou tarada. Parece que quando eu falo que já levei vara de um preto, a pessoa abre um sorrisinho debochado de tarado no rosto, me achando 30 vezes mais vagabunda do que se eu desse pra um branquinho qualquer.

Sendo Feita de Puta Pros Traficantes

Aproveito para relatar um pouco mais das minhas experiências durante a minha estadia nos Estados Unidos. Há alguns meses, residia na residência do King Kong. Ele era um pequeno revendedor de drogas local. Eu era a única negra a habitar o bairro dos negros, o que já me chamou a atenção e todos sabiam que eu era a coelhinha branca do Kong. Essa foi uma das coisas que mais me viciaram nessa viagem, virar um bandido e andar pelas ruas com todos os olhos fixos. A [email protected] é uma brasileira de 20 anos, loira de Florianópolis, snow bunny ou coelhinha branca, como os niggas me chamavam, e vou relatar um pouco mais sobre o meu intercâmbio com a negada nos Estados Unidos. Deitou-me de costas na cama, esmagada por baixo do King Kong, levando a minha rotina de piroca diária… No bumbum… Kong costumava me puxar pela cintura, o que demonstrava o seu desejo de dominação de uma loirinha. Gostava de ser dominada pelos niggas que moravam na casa do Kong. Logo após o término, Kong apareceu para me dar um baseado para fumar e começou a explicar-me que, naquela noite, receberia dois intermediários que trariam mercadorias para ele. Achei isso normal, pois já havia acontecido outras vezes. Em geral, quando isso acontecia, eu ficava no quarto para não me envolver com os negócios do Kong. No entanto, desta vez, ele disse que precisava da minha ajuda. Tem alguma ajuda? Não poderia ser diferente. Em suma, ele solicitou que eu providenciasse um pouco do meu mel para preparar um agradinho para os convidados. Eu residia com o King Kong e mais três parentes dele naquela residência. Passei o dia todo sendo alimentado pelos quatro, mas a relação sempre foi de dependência entre eles. Foi a primeira vez que o King Kong solicitou que eu doasse brinquedos para outras pessoas. Na verdade, ele não mencionou a oferta, mas fiquei paralisada por alguns segundos ao assimilar a ideia de ser prostituída daquela forma. Kong continuou falando de forma safada, me mandando tomar um banho, vestir um vestidinho rosa que havia comprado para mim e aparecer na sala quando os convidados chegarem. O safado ainda me tranquilizava dizendo que seriam todos irmãos negros e que nunca resistiriam a uma coelhinha branca. Ele disse isso, apertando e dando um tapa na minha bunda. O negão aparentava um ar de safadeza que despertava o meu desejo de ser uma piranha de bandidos. Apenas fumava o baseado e começava a curtir essa ideia. Tomei o banho com cautela, usando uma lingerie mais elaborada, o vestidinho rosa de laycra que Kong havia me dado, e um salto mais alto. A laycra do vestido apertava meu quadril, o que destacava minha bunda. O decote na frente permitia uma ampla distribuição dos meus peitos. Olhava para o meu reflexo e me parecia uma stripper indo para um pimp club. Os convidados chegaram e um dos integrantes do King Kong veio-me avisar. Kong ainda está negociando com eles, e eu seria a última moeda de troca. Se eu estava gostando de ser a bitch do King kong, seria a primeira vez que me tornaria uma puta de verdade, sendo oferecida a homens que nunca tinha visto na vida. Foi a primeira vez que solicitei uma balinha antes de ver os rapazes. Estava completamente tomada de medo e adrenalina, só tomando um aditivo para enfrentar aquela situação. Sempre fui de família rica no Brasil. Ir para os Estados Unidos para ser chamada de puta pelos niggas era um desejo único para ser realizado. Isso causava grande impacto no meu comportamento. O King Kong me chamou na sala, pegou-me pela mão e me levou até os caras. Apresentando uma mercadoria, solicitando que eu dê uma voltinha e, ainda, dizendo: Não avisei vocês? Dois negros sentadas no sofá, com aparência de filme de máfia ou de filme pornô, rindo, fumando e avaliando-me enquanto eu era oferecida como uma moeda de troca. Que coelhinha bonita você tem aqui! Não tinha noção do nome deles, mas os homens riram, dizendo que você é uma coelhinha bonita. Era o ponto culminante da minha experiência sexual naquela viagem. O King Kong me forçou a sentar-me no colo de um dos convidados. Disse que iria contar todas as mercadorias e me deixar à vontade com os dois convidados. Em uma sala com todos na mesma sala, Kong e um dos parças sentados à mesa conversavam sobre os negócios, enquanto eu no sofá jogava no meio de dois negrões com cara de tarados doidos para chupar a bunnyzinha loira no meio deles. Eles me fitavam, riam, pegavam minha mão e a colocava por cima da calça de um deles. O volume da lâmina dura era tentador. O efeito da balinha já estava presente em minha mente e eu só pensava em segurar aquele objeto com força na minha mão. Com beijos no pescoço e mãos por todos os lados, já segurava uma rola de cada lado sem ter consciência do que estava fazendo. Continuei a me tornar uma prostituta e estava viajando para assistir a uma série de filmes pornográficos. Uma mão apertou a minha cabeça para que eu caisse de boca numa piroca preta, enquanto eu empinava de quatro com a bunda na cara do outro safado. Já não pensava mais, apenas engolia aquilo, com direito a uma plateia sentada na mesa me assistindo. A piadinha de SC caiu de vez na mão da negada nos Estados Unidos. Gosto muito disso… Fui arrastada pelo sofá, caindo de joelhos no chão, na frente de dois homens tarados que estavam com o pau na minha cara. Apanhava de pau na cara pela direita e da esquerda. Não sei se era efeito das drogas ou se gostava mesmo disso, mas não conseguia mais controlar o meu desejo no meio daquela surra de pica que a negada dava na minha cara. As mãos pesadas que seguram minha cabeça causam-me a morte. Ele é extremamente dominador e sacana, e eu fico completamente

Gang Bang no intercambio 4

O bikine fio dental está completamente enfiado na bunda, com saltos nos pés e cerveja nas mãos. Era assim que eu andava pelo quintal do King Kong, enquanto ele fazia um churrasco americano nas grelhas eletricas. Rebolando com força num bikine brasileiro, ao lado dos amigos dele. Sou a única mulher entre os homens. Eu era a única negra no grupo de recusados. Recebendo tapinhas na bunda, risadas e puxadas para sentar no colinho. Eram quatro machos e todos ali já haviam me comido. Realizava, de fato, as minhas maiores ambições de realizar o fetiche de ser a bitch da negada. Foram três meses de filmes pornográficos e uma viagem que marcou a minha vida. A [email protected] é uma brasileira de 20 anos, loira de Florianópolis, snow bunny ou coelhinha branca, como os niggas me chamavam, e vou relatar um pouco mais sobre o meu intercâmbio com a negada nos Estados Unidos. Se há uma coisa que as brasileiras têm e as estrangeiras não têm, é a bunda. Em geral, as latinas e negras apresentam quadril maior do que as branquelas. A visão de uma snow bunny branquinha com traços de brasileira despertava o desejo dos homens. Outro aspecto relevante eram meus bikinis. Bikine americano é um modelo fraldão que cobre toda a bunda. O fio dental é considerado um tabu na língua espanhola. Parece-me uma espécie de stripper, pois uma menina que usa fio dental é considerada uma piranha. Gostaria de ser considerada uma piranha. Ali no jardim, com a raba de fora, no meio dos machos, sentada no colinho, tomando cerveja. A vizinhança olhava-me com um olhar julgador. Nigga está de volta. O pedido de piranha foi negado. Era exatamente assim que todos me encaravam. Estava num bairro de negros, o que tornava a presença de uma branquela ainda mais tabu, ainda mais sendo uma bunny novinha com fio dental no meio dos homens. Senti o olhar de julgamento e desejo dos vizinhos sobre mim. Senti um olhar de vitória. É como se os homens da rua sentissem a impressão de que os irmãos negros estavam penetrando a loirinha dondoca. No fundo, sentia-me atraído pelo clima de piranha loirinha na mão da negada. Ele colocou um cordão de ouro no meu pescoço. Isso não era um presente, era uma posse. Isso significava que eu era a piranha dele. O Boss e a Bunny Bitch. A comunidade inteira tinha consciência disso e me respeitava por isso. Pelo menos mantinha os homens afastados, pois ninguém queria se envolver com a mulher do chefe. O churrasco estava em andamento quando um dos homens nos puxou pela mão para fumarmos algo dentro da residência. Confesso que, durante o meu intercâmbio na casa do King Kong, passei a maior parte do tempo chapada e a outra metade comendo pica. Em muitos casos, as duas coisas estavam juntas. Sentada no sofá, a fumaça e a onda batendo na cabeça. Os outros homens chegaram e eu já estava tímida e risonha, sem me dar conta de que estava de bikinezinho no meio de quatro black bulls que estavam prestes a meter a rola na coelhinha branquinha. Eu realmente vivia em um filme de sexo explícito. A minha memória não me permite mais narrar com clareza tudo o que aconteceu naquele dia. No entanto, em determinado momento, o homem que estava no sofá se aproximou e começou a me empurrar para baixo. Vocês têm consciência do motivo pelo qual… Enquanto o cachimbo passava pelas mãos e bocas dos meus negões, outra coisa passava pela minha boca. Grande, grosso e resistente. A mão do meu compadre apertou a minha cabeça, forçando-me a subir e descer naquela rola. Os vizinhos estavam certos, eu era a Nigga ́s Bitch daquela casa. Deitado no sofá, com uma rola preta na boca, percebi que outro homem estava se aproximando, beijando minha bunda e desenterrando o bikine do meu rabo. Ele apertava a minha bunda com as mãos e metia a mão na minha xota e no meu cuzinho. Eu estava completamente chapada de ervas e não conseguia compreender tudo ao mesmo tempo. Outras rolas surgiram na minha cara. Sentia muito tesão, achava-me uma atriz porno mamando três ou quatro caralhos pretos de uma só vez. Os xingamentos em inglês deixavam-me em um clima de filme pornô. Senti a força dos Niggas na minha cabeça, forçando minha cabecinha loira a engolir uma quantidade considerável de rola preta. Aquilo demonstrava uma total dominação. Uma mulher branca dondoca ajoelhada mama a piroca de um black bull. Pelo menos era isso o que alimentava os desejos na minha cabeça. O King Kong me deu um cachimbo para fumar mais um pouco. Ele queria deixar-me completamente chapada. Perguntou-me se eu havia apreciado o churrasco e a comida gratuita oferecida. Os homens rindo, todos chapados. Mas foi quando o King Kong falou que estava na hora de pagar pelo churrasco. Eu estava ajoelhada mamando a pica de um dos caras que estava sentado no sofa. O King Kong por tras de mim, foi se abaixando e beijando as minhas costas. Se encaixando como um touro negro atras de mim. Eu tava muito, muito chapada mesmo. Cheia de tesão com toda aquela putaria e com a cabeça viajando nas nuvens com toda aquela fumaça. Eu acho que demorei pra entender o que tava acontecendo. As risadas, o King King. Os caras me segurando mais firme. Um cara sentado no sofa, na minha frente, uma piroca na minha cara. A mão segurando firme a minha cabeça. Um gorila gordo se encaixando atras de mim. Um caralho preto se encaixando no meio da minha bunda. Foi assim que eu demorei pra entender o que estava acontecendo. A cabeçona preta forçando o meu cuzinho rosinha. Acho que eu já tava com metade da pica quando me dei conta que ele tava empurrando no meu rabo. Completamente dominada, chapada, cheia de tesão, mamando outra rola. Não era mais o fio dental, era um caralho preto enfiado na raba. A liorinha dondoca

Gang Bang no intercambio 2

Após chupar a rola do King Kong, segurando-me pela cabeça e dando uma surra na cara, fiquei pirada de tesão. Senti-me num filme pornográfico, mamando aquele caralho preto. Um negão dominador me segura a cabeça e me chama de bitch. Submetendo-me a chupar a rola preta dele. A Big Black Black Cock. Acho que o fato de estar nos Estados Unidos e do tarado me xingar em inglês, me levou diretamente para os milhares de filmes pornográficos que já havia assistido. Senti muito desejo de sentir essas atrizes loiras na mão de um negão daquele tamanho. Ele me xingava com gosto, costumava me chamar de Snow Bunny e enfatizava que eu estava chupando um caralho de um negro negro. Ele falava com tanto tesão com tanto revanchismo na fala dele, que eu estava completamente dominada por isso. Apanhando de pau na cara da forma mais pervertida que eu nunca tinha feito na vida. E estava adorando ser uma piranha atriz porno na mão do King Kong. Olá, eu sou a Bunny, tenho 20 anos, sou de SC, e vou continuar contando como eu fui completamente fodida e dominada pelos niggas da black street. Pra quem quiser um papo safado [email protected] – E pra quem quiser só saber o final da historia, vamos a ela… Num sofá velho, com um negão pesado em cima de mim. Eu desaparecia debaixo daquele mamute. Tava rolando um frango assado, em que só a minha cabeça sobrevivia pra fora do corpo do negão, e minhas perninhas em volta da sua cintura balançavam a cada pirocada que ele socava na minha bucetinha. Um caralho grosso, diferente dos que eu estava acostumada, minha xaninha de princesa se alargava pra aguentar tanta coisa dentro dela. A respiração quente no meu pescoço, os xingamentos na minha orelha, o sofá chegava a tremer tamanha era a fúria que o King Kong socava na sua coelhinha. Ele fazia questão de me chamar de coelhinha branquinha, fazia questão de perguntar se eu gostava de um preto me comendo. Nos EUA o racismo e segregação estão num nível 300 vezes pior que no Brasil. Eu sentia nos olhos dele, as taras mais profundas de comer uma branquinha. Era a conquista do Black Lives Matter enquanto o King Kong metia a pica na Snow Bunny que ele tinha acabado de capturar. Esses caras eram claramente caçadores de branquinhas, dava pra perceber a tara que eles tinham em levar a gente pro abatedouro deles. E não demorou pros amigos do King Kong começarem a sair dos quartos. Se sentando em poltronas pela sala, com as minhas amigas sentadinhas no colo de cada um. E todo mundo me assistindo sendo jantada. Um Black Bull enorme em cima de mim, cravando pica sem parar, minhas perninhas balançando, meus gemidos manhosa no ar e a galera em volta incentivando e batendo palmas. Os amigos dele mandando o cara meter mais pica na branquinha. As minhas amigas rindo e me incentivando pra aguentar. Era tanta coisa acontecendo naquela sala, que a mina mente saiu do meu copro. Eu não era mais a patricinha de santa catarina e já tinha virado a vadia dos negões. Eu gozei, e já nao enxergava mais nada. A sala girava, o sofa balançava e um gorila de mais de 100 kg todo montado em cima de mim, fazendo uma farra na coelhinha branca que ele tava fodendo. Eu fui fodida por um nigga. Em clima de farra. Como um troféu. E tava adorando aquela putaria. Isso nunca mais seria desfeito, eu seria pra sempre a branquinha trofeu que o king kong passou a pica. Isso mexia tanto com a minha cabeça que não sei descrever quanto tesão eu sentia debaixo daquele gorila. O fato de estar viajando, de ninguem ali me conhecer e saber que nunca mais veria aquelas pessoas, me dava a inconsequência pra falta de pudor. Não teria ressaca moral, entao que se foda. Eu ia virar o papo de pedreiro, o dia que os caras comeram as 3 branquinhas riquinhas. Que tesão pensar nisso… Só errei na parte de achar que nunca mais veria aquelas pessoas. A pegada do negão foi tão forte que eu viciei naquela porra. Eu realmente gostei de ser a bitch do boss. Cai na rotina de trabalhar a semana toda, e voltar pra casa dos niggas nos meus dias de folga. o intercambio foi longo, mas isso eu conto num próximo conto. Beijos para os punheteiros  

Gang Bang no intercambio

Acho que, devido à experiência de assistir alguns filmes pornôs americanos, sempre tive a curiosidade e o fetiche de me imaginar numa cena dessas. Uma turma de homens, falando inglês, e um clima de putaria como nos filmes. Acredito que, por ser loira, o desejo por negros aumentava ainda mais o clima de filmes pornô. Quando fui para o exterior, tive a oportunidade de fazer essas taras secretas… Sentada em cima dos meus calcanhares. Entre as pernas de um gorila negro que estava no sofá. Senti uma mão pesada empurrando minha cabeça para baixo. Uma fumaça e um aroma característico de maconha tomam conta da sala. Um black bull americano com um cordão de ouro e me xingando em inglês. Pareceu uma cena de filme pornô, mas era o meu intercâmbio nos Estados Unidos. Eu subia e desceria minha cabeça engolindo um caralho grosso, aniquilando todas minhas ambiguidades e desejos. Olá, sou a Bunny, [email protected], tenho 20 anos, sou de Santa Catarina e vou contar como realizei todas as minhas fantasias num intercâmbio da putaria. Fui estudar e trabalhar nos Estados Unidos com mais duas amigas, como a maioria das garotas da minha bolha faz para aprender inglês e ganhar experiência de vida nessas viagens. Eu sempre vivi em uma atmosfera de conforto e seria a minha primeira experiência em morar fora da residência dos meus pais. Aquela vontade de aproveitar para fazer tudo o que sentia, mas tinha que fazer escondido para não dar merda e morar. Fui residir numa espécie de república com outros brasileiros. Trabalhamos durante toda a semana e, durante a nossa folga, aproveitamos para beber, fumar e desfrutar da liberdade em liberdade. Numa balada em um clube, eu e mais duas amigas brasileiras dançamos na pista quando notei que uma das garotas já estava se agarrando a um homem. Ele estava devidamente preparado com um arsenal de doces e cigarrinhos, já partilhando com essa amiga. Não levou muito tempo para que mais dois amigos dele se juntassem a nós, formando três casais. Havia diversos tipos de substâncias ilícitas disponíveis para agitar a noite, e a vontade de desfrutar da liberdade longe dos meus pais acabou me permitindo enfiar o pé na estrada com os zé-drogas que encontramos. Os três eram negros, com cara de bad boy de filme americano. Eu sou uma mulher loira e minhas duas amigas são morenas. Acho que isso deixou o clima mais putaria, com os caras querendo fazer uma farra nas branquinhas e a gente querendo provar o pirulito de chocolate. Nunca tinha ficado com um negro e, sentada no colo de um dos caras, completamente chapada, e com as girias de negão do gueto em inglês, me sentia em um filme porno. A atmosfera do black gangsta vai me consumir completamente. No meio da madrugada, eles nos convidaram para uma comemoração na residência do seu chefe. Só deles dizerem “Boss” já deixou muito mais clima de putaria e filme de gueto. Eles disseram que ali teriam mais liberdade para fumar o que quisessem, pois na boate a gente tinha que dar uma pitada escondida, a todo custo. Quando todos estavam chapados e excitados, senti uma piroca dura roçando na minha bunda enquanto me sentava no colo do meu companheiro. Eu deixei que todos me carregassem para a tal festa. Entramos no veículo deles e fomos até a residência do Boss. Chegamos e não se tratava de uma comemoração. Havia apenas dois indivíduos e uma outra jovem fumando na sala. Os dois eram negros e a garota era latina, possivelmente mexicana ou algo do tipo. Nessa hora, tive um pouco de medo, mas, ao mesmo tempo, muito tesão, pois tive a certeza de que estava numa cena de filme porno. Quando chegamos, os amigos nos apresentaram ao chefe, quase que entregando uma mercadoria. “Olha o que fizemos na boate”. O tal Boss de nome era King Kong. Sim, era exatamente assim que chamavam o homem. Alto, largo, meio gordo e meio forte, com cordão de ouro, bebendo uma cerveja e recebendo as 3 branquinhas que chegavam na residência. Eu era a única loira da casa e talvez por isso, o King Kong sorriu tacanhamente para mim e logo parabenizou os amigos, dizendo algo como “Jungle Bunny”, ou seja, uma coelhinha selvagem. Nos Estados Unidos a segregação é bastante forte, nem se compara ao Brasil. Se misturar ao bairro dos negros é um tabu muito grande. São conhecidas como snow bunnys as coelhinhas brancas e jungle bunnys as coelhinhas mais raras, como se fosse uma caça mais selvagem para se obter. E foi exatamente o que aquele gorila negro me rotulou: uma Jungle Bunny. Já passando a mão na minha cintura e dizendo aos meus amigos que eu seria ele. A partir daí, a casa começou a ter música alta, bebidas e maconha liberadas. Eu tinha plena convicção de que seriamos completamente consumidas pelos black bulls, e em vez de receio, eu já experimentava um fogo que nunca havia sentido antes. Por estar com amigas, sinto-me mais segura. Devido à minha condição física, me senti insegura. Por estar fora do país, eu sentia a liberdade de ser a maior piranha de Santa Catarina sem que ninguém que eu conheça fosse saber disso. Sentia-se a liberdade. E eu só queria ser a jungle bunny da negada e, pelo menos naquela noite, me sentir uma vagabunda sendo fodida por todos aqueles caras. Enquanto fumava, eu me entorpecia fumando para me anestesiar da surra de piroca que seria levada. Minhas amigas foram embora para os quartos, até que me encontrei sozinha no colo do King Kong enquanto ouvia uma música hip hop de putaria que estimulava o sexo no sofá. Ele enfiava um dedo na minha boca e me pedia para chupar. A coelhinha selvagem que está sendo devorada pelo king Kong. Não demoro pra ele botar outra coisa pra fora e me mandar chupar também… Ajoelhada sentada por cima dos meus próprios calcanhares. Entre as pernas de um gorila negro que estava

O treinador – Parte III – Festa acabou em boquete e maconha

A minha rotina nas próximas semanas foi a seguinte: treinava no clube, depois ia à casa do Seu Lucas para comer a Dona Patricia. Quando chego em casa, bato uma e durmo para manter o foco, mas às vezes ainda consigo comer uma novinha do meu bairro entre fuder a patroa pela manhã e “ser fodido” no trabalho. Com o decorrer dos dias, fui tomando mais liberdades com Seu Lucas, o que me deixava cada vez mais confiante. Comecei a pegar mais minas. Numa festa do clube, uma coroa de 10/10 chegou até mim: Olá, menino. Como vai? Como está o meu estado? “Chamo-me Rose.” – disse ela, com um sorriso safado. Certo? Como está, Rose? A situação está melhor agora em sua companhia. Agradecemos antecipadamente. Você trabalha aqui, correto? Sim, mas, atualmente, sou sócio. Já observei-o algumas vezes na piscina. Você tem quantos anos? Apesar de ter 19 anos na época, cometi uma mentira. Tenho 21 anos, e você, 21? Não é educado perguntar a idade de uma mulher, mas tenho 40 anos. Senhora, peço desculpas, Rose. Você não parece tão velha. Obrigado. Você aprecia a figura de um coroa? Ah, não dá para dispensar, certo? – Parecia-me a umidade que percebia ao ouvir aquelas palavras. Fomos até o carro dela, que estava em um estacionamento. Como o local estava completamente deserto, resolvemos permanecer por ali. Logo entramos no carro e ela começou a me agarrar. Puxei o meu pau para fora e ele estava duro como ferro. Ela o agarrou e foi mamar, mas puxei sua cabeça em minha direção e disse que não. Ela ficou inicialmente chocada com a minha atitude, mas logo a beijei e ela se entregou por completo. Enfiei a mão por baixo do seu vestido e percebi que a safada já estava sem calcinha. Puxei-a para o meu colo e enfiei o pau na sua bucetinha quente. Imediatamente, ela começou a cavalgar com toda a força enquanto eu chupava seus grandes seios de mamilos rosados. Após algum tempo sentado naquela posição, pedi cinco reais para a coroa e pedi para o manobrista, que eu já conhecia de longa data, me arrumar maconha. Dessa forma, finalmente deixei que ela mamasse no meu pau. Julio, ao se deparar com aquela cena, ficou chocado e um pouco curioso. Para minha surpresa, Rose o convidou para comparecer à festa, o que ele prontamente concordou. Confortamos-nos no banco de trás e, com um beck aceso, colocamos-lhe para mamar os nossos paus, o que ela achou gratificante, uma vez que Julio é um homem que descobri ter um pênis quase do tamanho do meu. Gozamos juntos na boca dela e fomos para o salão. Ao chegar lá, ela viu o seu marido e disse que precisava ir, mas, antes que ela fosse, pedi para que beijasse o seu marido, ainda com a língua ainda suja de nossa transa. Ela sorriu e seguiu em frente. Após me deliciar com essa cena, ainda fui para casa de madrugada e estava morto de medo de ter que trabalhar de manhã. Ainda hoje…

O treinador – Parte II – Finalmente um Alpha

Passamos toda a tarde na piscina. Estava em um paraíso, com uma mulher me chupando e seu marido supervisionando meus cuidados. Ficamos assim até o momento em que o Seu Lucas nos avisou de que seu filho logo retornaria à sua residência, mas não deveria me preocupar, pois ele me deixaria no serviço. Entramos em seu carro e, agora, ele dirigia em silêncio, constrangido por estar ali depois de tudo o que fizemos. Tentei, então, puxar conversas com ele. O senhor ficou satisfeito? O objetivo é fazer minha esposa feliz e, pelo que parece, ela gostou bastante. Afinal, qual homem não gosta de ver um pau sendo chupado com gosto? Por que o senhor não se importaria se ela tivesse relações sexuais com outros homens? Nos meus primeiros casamentos, aprendi que a mulher está à nossa frente e que o melhor a fazer é tentar agradá-la, mas, infelizmente, nem todos têm essa sorte. Reparei que seu pênis não é muito grande. Quais são os seus recursos? Possui 13 cm de altura. Ah, mas você precisa saber usar… Não há essa de que mulher gosta de pau grande, aprendi isso desde cedo. Há homens que nascem para dominar, para ser machos de verdade, alpha, enquanto outros nascem para obedecer… para ser… Cadelinha… Chegamos ao clube e fui trabalhar com a mente borbulhante pelo que havia acontecido naquela tarde. O meu pau ficava duro só de lembrar e isso era benéfico para as mulheres que não tiravam o olho dele. A noite parecia não ter terminado, quando cheguei em casa, entrei em sono pensando no que poderia acontecer no dia seguinte. Entrei na residência do Seu Lucas e fui logo tirando a roupa e entrando de sunga na piscina para aproveitar antes que eles acordassem. Fiquei nadando de um lado para o outro até que Patricia apareceu de camisola no quintal. Gritou que seu esposo ainda estava trabalhando, mas que bom que eu já estava lá. Saí da água e comecei a beija-la. Fomos então ao banheiro, onde entramos juntos no chuveiro quente. Comecei a apertar seus seios firmes e sua bunda, pressionando seu corpo contra a parede. Fui descendo a mão até chegar à sua buceta e enfiei dois dedos, abrindo caminho para o meu pau. Dessa forma, percebi o quão apertada ela era e o quanto não devia ver um pau como o meu havia muito tempo. Diante da situação, coloquei ela de quatro apoiada na parede e meti com força naquela bucetinha. Ela gemia alto, o que me deixava ainda mais excitado. Em duas ou três estocadas, já havia enfiado cerca de 23 cm do meu pênis nela, que se contorcia de prazer até que, em poucos minutos, gozou no meu pênis. Nesse exato momento, vi Seu lucas na porta do banheiro, batendo punheta, observando-nos. Fiquei furioso e fui até ele e disse: Quem lhe concedeu a permissão para bater punheta, vendo-me? Rodrigo, desculpe-me, é que… Sem desculpas, você será o treinador a partir de agora. Como gosta de chutar chifres e não tem pau para ser macho, terá que me obedecer. Tudo está em conformidade com o que o Senhor deseja. A partir de agora, larga o seu pintinho e vem até aqui e bate uma para mim. Sou hetero, deixe a sua mulher bater ou a coloque para mamar. Cala a boca e me obedece. – disse eu gritando. Ele chegou até mim e começou a punhetar lenta e lenta. Como assim? A resposta é negativa. Você não é adequado nem para bater punheta. Já pegou em um pau desse porte? Nunca. Aproveite para sentir o peso do seu corno viado. A partir de hoje, não quero você batendo punheta. Sou eu e apenas eu que gozo. Fiz-lhe uma punheta ajoelhado na minha frente, enquanto sua mulher chupava o meu pau sujo com o seu gozo. Ficamos assim até que não aguentei mais e gozei na cara dele, que ficou puto, mas terá que aprender que, a partir de agora, sou eu quem manda. Com o pau ainda duro, meti no cu dela sem dó nem piedade. Enquanto ela gemia e gritava de dor, eu tirava sarro do corninho que assistia com lágrimas nos olhos. Quando terminei, percebi que o seu pau continuava duro. Então, cheguei mais perto e dei um chute no saco dele. Enquanto ele se contorcia de dor no chão, disse que nunca mais ficaria daquele jeito na minha frente. A partir de então, só poderia usar cinto de castidade enquanto eu estiver lá.

Me Vinguei de Minha Noiva e Acabei Virando Escravo

Após a noite memorável que tive, decidi deixar Julia sair com qualquer um e eu me divertiria também. Depois da faculdade, fomos ao cinema e ela me mamava gostoso enquanto eu dirigia. Apesar de tudo, as coisas estavam bem. Até o momento em que deixei-a em casa e vi uma mensagem no meu celular, fiquei bastante entusiasmado, esperando por uma nova noite.Quando abri, encontrei um vídeo meu mamando-o e a mensagem: Você é minha cadelinha. Em estado de choque, fui para sua residência, batendo diversas vezes ao longo do caminho. Ao chegar, o segurança não me permitiu entrar, uma vez que não tinha conhecimento do seu nome. Entrei em contato com ele, que prontamente me recebeu. Ao chegar à casa dele, fui insistentemente xingando-o. Como você pode fazer isso comigo? Tenho plena confiança em você. Calma, cadelinha, não fiz nada de extraordinário, apenas pedi uma garantia. Como não realizou nenhuma ação relevante? Enquanto eu estava vendado, você filmou-me. Se você for uma cadelinha obediente, não acontecerá nada. Nessa altura, tomado pelo ódio, fui para cima dele com um soco que ele defendeu, segurando-me em um mata-leão. Ele então começou a rir, me soltou e, enquanto se levantava do chão, disse-me: Você não tem a capacidade de me puxar. Se não cumprir o que for solicitado, publicarei, na internet, todos os vídeos que fiz, bem como um link para o seu Facebook e um número de telefone. Não é permitido fazer isso. Desejo que você se sinta satisfeito. Tenho planos para você no final de semana. Te pegarei na sexta-feira depois da aula. Não estarei presente. Tenho uma namorada. Mas, neste final de semana, será a minha cadelinha obediente. Tive medo e decidi deixar o local. Até a sexta-feira, fiquei pensando em tudo aquilo e se seria capaz de me submeter a essa situação. Qual seria a opinião da minha noiva em relação a mim? Mas nada que ele fizesse poderia ser pior do que o que meus irmãos já haviam feito comigo, então decidi aceitar. Na sexta-feira, antes da aula, tomei um banho delicado e me preparei. Quando saí da aula, ele estava embaixo da mesma árvore. Entrei e ele dirigiu em silêncio por muito tempo. Saímos da cidade e caminhamos por quase meia hora em uma estrada de terra até chegarmos a uma porteira que ele abriu e me levou para dentro de seu sítio. Dentro da casa, ele, sem dizer nada, tirou minha roupa e me mandou ajoelhar. Pensei que ia mamar, mas ele me mandou ficar de quatro e amarrou uma corda em meu pescoço, amarrando-me aos pés para que eu me enforcasse se tentasse esticar as pernas. Ele me arrastou até o canil, de onde saiu um homem de quatro braços. Era estranho para mim, pois tinha a impressão de já tê-lo visto antes. Então, ele correu em direção ao homem que o havia ordenado e sentou-se como se fosse um cão. Muito bem, trouxe um amigo para você brincar. Finalmente, minha cadelinha terá uma cachorrinha exclusiva para ela.- Disse isso, deixando-me com um outro homem que reconheci como um colega de trabalho, Pedro. Pedro, então, veio em minha direção, montando-se em mim e metendo forte o seu grande pau preto. Após alguns minutos, ele começou a dar socos nas minhas costas e peito. Ao se levantar, deu dois chutes no meu saco e um nas minhas costelas. A dor é tão intensa que comecei a me contorcer, mas isso só me fez apertar a corda. Enquanto me debatia, ele começou a mijar em mim e, como se nada tivesse acontecido, voltou a meter no meu cu. Dessa vez, ele estava de frango assado e pude perceber a raiva em seus olhos. Após mais alguns minutos, ele gozou no meu cu e me levou para dentro da residência. Lá chegando, me levou ao banheiro e me deu um banho, sem me permitir sair da posição de quatro. Por fim, nos levou ao nosso proprietário, que nos aguardava sentado no sofá da sala. Você gostou da putinha? Amanhã você será minha. Agora, você vai dormir. Paulo me levou para o canil e sentou-se ao meu lado, com os olhos fechados. Parecia ter despertado imediatamente, mas não tive a mesma sorte e passei a noite chorando pela dor das pancadas e pelo remorso das minhas escolhas.

Levei Chifre e Acabei Levando No Cu

Olá, meu nome é Gustavo e já escrevi um conto chamado humilhado por ter um pau pequeno (https://www.casadoscontos.com.br/texto/). Nele, contei o início do meu drama devido ao tamanho do meu membro. Tenho vinte anos e moro em São Paulo, capital, onde faço faculdade à noite e trabalho de manhã como promotor de vendas. Aqui conheci Julia, uma garota maravilhosa com quem comecei a sair há algum tempo e que acabamos nos tornando noivos. Minha vida estava em plena expansão, finalmente consegui um emprego que não era particularmente promissor, mas já me permitia manter-me, além de uma noiva maravilhosa e um casamento que estava por vir. Certa vez, durante as visitas aos supermercados da minha rota, o carro da empresa quebrou o motor. Passei metade da manhã esperando o guincho chegar para levar o carro ao estacionamento da empresa para reparo, mas fui informado de que, como não havia outro carro disponível, eles me dariam uma carona até em casa. Decidi, então, fazer uma surpresa para minha noiva. Fui até seu apartamento para preparar um café da manhã, tendo em vista que ela costuma levantar tarde. Ao adentrar o edifício, encontrei um velho amigo nosso no corredor. Ele residia em dois andares abaixo e costumava nos encontrar com sua namorada. cumprimentei-o e entrei no apartamento. Comecei a quebrar os ovos para uma omelete enquanto não conseguia imaginar o que Marcelo estaria fazendo aqui em cima. Apesar da dúvida, prossegui com a preparação de um suco e pão na chapa com manteiga. Julia saiu do quarto apenas de calcinha e me olhou com surpresa. Pedi então que ela se sentasse para comer. Julia, então, puxa uma cadeira e se senta enquanto eu sirvo a comida. Enquanto comíamos, contei-lhe o que havia acontecido no trabalho e sobre ter encontrado Marcelo no corredor. Ela também estranhou isso. Após terminarmos, ela se sentou no meu colo e começou a me beijar, o que me deixou eximido. Percebendo isso, pegou meu mau por baixo da bermuda e acariciou-o, o que me deixou alucinado. Peguei-a no colo e a levei para o seu quarto. Ao chegar lá, percebi um cheiro de sexo no ar que me deixava incomodado, mas só terminou quando vi um pacote de camisinha jogado no chão. Fiquei furioso e perguntei o que era aquilo. Ela, calmamente, respondeu que deveria ser de algum dia em que nos transamos, uma vez que ela não limpava o quarto há muito tempo. Então, ela veio me beijar e eu tentei acreditar, entregando-me aos braços dela, mas meu pau não concordava com isso. Por mais que ela tentasse chupá-lo ou brincar com ele, ele estava murcho e tão pequeno que parecia apenas uma pele. Após muito tentar, desistimos e eu fui para casa com a desculpa de um trabalho da faculdade que tinha que entregar. Enquanto estava em casa, não sabia o que pensar. Não conseguia compreender como minha noiva, a mulher que amava, poderia estar fazendo isso. Com raiva, entrei em um grupo de bate-papo na internet e comecei a procurar uma mulher para me vingar, mas nenhuma demonstrou interesse em mim. A maioria dos homens procura um homem bonito, forte, de ombros largos e um pênis grande, mas eu nunca tive essa sorte. Após descrever-me, poucas pessoas mantinham uma conversa, enquanto a maioria simplesmente parava de responder. Foi quando um homem me chamou. Seu nome era DomHxH. Ele não estava à procura de um homem, mas já havia perdido todas as esperanças e, na terceira mensagem, acabei respondendo. Ele se apresentou, perguntou-me quem eu era e o que estava procurando. Contei minha história e ele demonstrou grande interesse. Ele insistiu em me convidar para ir à sua residência à noite. Disse que não poderia comparecer devido à faculdade, mas, na verdade, não sabia se gostaria de ficar com um homem. Por fim, aceitei o convite para que ele me procurasse na universidade. Às 10:40, recebi uma ligação no exato momento em que soa o sinal de saída. A voz grossa disse que estava esperando por mim embaixo do ipê amarelo, apesar de estar anoitecendo. Conhecia a arvore e fui direto para lá. Havia uma S10 vermelha com os faróis acesos. Bati no vidro escuro e fui autorizado a entrar. Ao entrar, encontrei um homem de 38 anos, vestindo uma camisa e calça social. Apesar da idade, aparentava-me muito jovem e exibia um sorriso que me atraiu. Durante o trajeto, conversamos e ele contou-me que era dono de uma empresa na cidade e sempre gostou de pegar um garoto como eu para transformar em cadelinha. Essa última parte me deixou assustado. Tentei desviar os olhos, mas ele continuou a fazer perguntas. Quando chegamos à sua residência, fiquei surpreso pelo tamanho. Era uma verdadeira mansão dentro de um condomínio fechado. Ao entrarmos, tentei beija-lo, mas ele desviou o olhar. Ele então me levou para um grande quarto com uma cama de 2 metros quadrados, onde se sentou e mandou que eu tirasse a roupa. Com grande vergonha, fui retirando a roupa até estar apenas de cueca. Ele ordenou que eu retirasse, o que fiz com receio. Ele começou então a desabotoar a camisa, revelando um peitoral e abdomem definidos, além de braços grandes e fortes. Quando pensei que ia tirar a roupa, ele veio até mim e me observou com uma gravata, dizendo que, se eu não tirar, vou embora. Obedeci e senti sua boca quente tocar a minha. Levei minhas mãos até seu peito enquanto sentia seu corpo me levar para a cama. Percebi então que as luzes se acenderam e fiquei assutado, mas ele disse-me que gostava de ver a cadelinha dele. Essa palavra me deixou frio na espinha. Ele beijou-me novamente, desta vez com força e acariciamento do meu saco. Na mesma hora, fiquei de pau duro, o que o fez rir. Em seguida, ajoelhou-se sobre mim e pude ouvir o som do zíper se abrindo. Com os lábios molhados de saliva, sinto a cabeça do seu pau esfregar na minha boca. Em sinal