rainha

Minha Esposa Gostosa e os amigos do Trabalho 05

O segurança era um pouco mais velho que eu, mais alto, parecia medir 1,90, e era obviamente mais encorpado. Pela cara de poucos amigos que ele estava fazendo eu suspeitei que não era coincidência ele estar ali, provavelmente ele deveria estar me esperando. Segurança: Com licença, senhor. A Vendedora Layla me informou que o senhor tentou abusar dela em uma festa ontem à noite. Sinto muito, mas não vou poder deixa-lo entrar. Eu: Como é que é? Isso é uma mentira deslavada, deixa eu falar com ela. (Eu tentei entrar, mas ele se pôs a minha frente) Segurança: Eu já disse que o senhor não vai entrar. Na verdade, ela me disse que o senhor tirou fotos comprometedoras dela. O senhor poderia, por gentileza, me entregar seu celular? Essa não. Os vídeos de Emily com os caras e a prova em áudio das confissões de Pedro estavam naquele celular. Mas ele não tinha como saber que eu o gravei, a não ser. É claro, os vídeos de Emily. Nos vídeos Pedro estava bêbado quando mandou, ele nem pensou que isso poderia ser usado como prova de abuso contra ela. Agora mais sóbrio ele deve ter ligado para Layla e avisado ao segurança que se caso eu aparecesse eles deveriam destruir as provas. Esse segurança provavelmente estava com eles no esquema e seu eu entregasse com toda certeza nunca mais veria aquele celular e perderia todas as minhas provas. Eu: Eu não tenho que te entregar nada. Não tem nenhuma lei que me obrigue a isso. Segurança: (Ele se aproximou de mim) Se o senhor não me entregar o seu celular agora eu vou ter que tira-lo de você a força. Nessa hora eu suei frio. Esse cara não se importava em perder o emprego, provavelmente Pedro pagaria ele bem mais e encontraria outro lugar para ele trabalhar. Droga. Eu poderia correr, ou tentar lutar contra ele. Mas ele é maior e mais forte que eu, e provavelmente me alcançaria na corrida e me derrubaria em uma luta. Eu poderia chamar a polícia, mas até lá ele já teria pego o meu celular e o destruído. Eu não podia fazer nada. Não tinha mais nenhuma carta na manga. Mas espera um pouco. Eu não tinha nenhuma carta na manga, mas ele não sabia disso. Eu: Você quer o celular para apagar os vídeos, não é? Segurança: Como é? Eu: Não se faz de idiota. Eu sei que o Pedro te pagou para destruir meu celular. Segurança: Eu não sei o que o senhor está falando. Eu: Ah, não sabe. Bem, então você não sabe sobre os vídeos que ele me mandou. Por que se for sobre isso eu acabei de envia-los para o meu e-mail e eles estão bem seguros lá, se esse celular fosse destruído não mudaria nada. Na verdade isso serviria como prova que você é um cumplice deles, afinal você teria me impedido de denunciá-los. Nessa hora eu pude ver a expressão de medo no rosto dele. Todo mundo sabe o que acontece com estupradores na cadeia, e ele sabia que se fosse ligado a algum crime sexual com certeza não seria nada bom para ele ser preso. Eu: Olha, minha esposa sumiu e foram seus amigos que a levaram e agora ela pode estar em perigo. Pra você eu só vejo duas opções. Ou você é o segurança cumplice que ajudou a impedir o marido de encontrar a sua esposa e que vai acabar sendo preso junto com eles, ou você é o segurança herói que acabou me falando onde está a vendedora que saberia o lugar que a minha esposa foi levada. Então o que vai ser? Ele pensou um pouco, olhou para os lados, para cima e para baixo, e finalmente falou: Segurança: Ela está na área da cantina dos funcionários. Diz que o Jorge te mandou e eles vão te deixar entrar. Eu fui andando e dei as costas para ele enquanto entrava. Quando finalmente entrei na loja eu dei um suspiro longo. Meu coração estava batendo a milhão, eu estava com um puta medo do meu blefe não funcionar, mas agora eu iria encontrar a vagabunda da Layla, e ela iria me falar para onde eles levaram a minha esposa. Eu entrei na cantina e Layla estava sozinha comendo. Na hora que ela me viu ela soltou a comida e tentou correr para a porta, mas eu fui mais rápido, segurei seu braço com força, e a prensei na parede. Eu: Lembra de mim? Layla: Me solta seu maluco, senão eu vou começar a gritar. Eu: grita, vai, fica à vontade. Que se você fizer isso você vai presa, sua puta. Nisso eu contei cada detalhe e cada prova que eu tinha dela. Dos vídeos que Pedro me mandou, das filmagens da loja que a polícia poderia pedir e que acabariam com o emprego dela e que com certeza ela seria presa. Sem surpresas, assim como o segurança, Layla tremeu na base e confessou tudo que eu queria saber. Ela me contou que Emily e os caras estavam e um hotel, em uma parte mais afastada da cidade e me deu o endereço. Eu então pedi o celular dela e rapidamente tirei a bateria e troquei com a minha. (Nossos celulares eram do mesmo modelo, um comum na época) E então fui embora. Mas antes de ir, eu falei pra Layla não avisar nada a Pedro, que se ela fizesse isso eu acabaria com ela. Eu então sai da loja e peguei o meu carro e dirigi com pressa em direção ao hotel. Eu consegui dirigir por um bom tempo, mas as ruas estavam um pouco engarrafadas e o transito estava parado. Mas, com meu celular agora carregado pela bateria de Layla eu pude liga-lo. A primeira coisa que eu fiz foi mandar os áudios e vídeos para o meu e-mail, coisa que eu deveria ter feito antes, e então o mais importante. Eu veria o final do vídeo e descobriria o

Minha Esposa Gostosa e os amigos do Trabalho 4.3

Este é um relato completamente ficcional. Este é o último capítulo, o que foi uma ideia que tive a impressão de que vocês não gostaram. Infelizmente, não sei se vocês vão apreciar este capítulo, mas ele está disponível. Pressionei com força a tela do celular e, imediatamente, iniciou-se o terceiro e último vídeo. Ali, era possível observar Emily e os homens em um quarto de hotel, visto que ela estava sem roupa. A camisa transparente de antes não podia ser considerada uma roupa, mas pelo menos era uma desculpa de cobertura, e agora nem isso é mais relevante. Eu engoli seco ao ver aquilo, sobretudo sabendo que, nesse vídeo, ela iria fazer sexo com eles. No vídeo, Emily estava deitada na cama, aparentando ter um pouco de sono, mas é claro que os homens não a deixariam dormir, mesmo agora que eles finalmente conseguiram a diversão. Alan aproximou-se de Emily e começou a beijar a sua nuca, enquanto passava a mão por sua barriga e pelos seios. Emily se contorceu um pouco, mas Alan segurou seus braços. Felipe veio atrás, segurando sua cabeça e puxando o seu rosto, iniciando a beija-la. Seus beijos eram duros e desajeitados, como se ele estivesse ansioso por aquilo. Alan abraçou Emily e a puxou para longe. Emily: Pessoal, já nos divertimos bastante hoje, mas estou cansada e é melhor encerrarmos por aqui. Pedro: Mais cedo? Não podemos dormir à noite, uma vez que somos crianças. Por que, de fato, não nos divertimos um pouco? Ele disse isso quando se aproximou de Emily e deu um beijo de língua. Suas mãos percorreram o corpo e, certa vez, ele estendeu a mão pelas costas de Emily, chegando até o meio da bunda, onde ele deslizou a ponta de seu dedo levemente. Emily o empurrou, aparentando estar assustada e irritada. Emily, o que está acontecendo? Pedro: Como é que isso? Não foi o que combinado anteriormente? Não tinha a intenção de se vingar de Carlos, de dar o devido valor à sua vingança. Emily: Sim, mas apenas dei um beijo, e repetia isso novamente no carro. Pedro: Pedro, estava apenas lhe beijando. Emily: Sim, mas e essa mão na minha bunda? Pedro: Sim, essa é uma mania antiga que eu não percebi. Emily: Se ocorreu de forma inesperada, está tudo bem. É melhor dormirmos. Pedro, está tudo bem? A pessoa que estava registrando deixou o celular em uma sala para que pudesse permanecer estável e gravar o quarto todo. Em seguida, os homens começaram a tirar as suas roupas. Eles ficaram completamente nus na frente de Emily, com Alan e Felipe tendo seus pênis médios e Pedro com um enorme pênis. Emily: Que estão fazendo? Ela demonstrou uma aparente ansiedade) Pedro: Ah, Emily! O que está acontecendo com você? Estamos apenas nos preparando para dormir, o que não foi o nosso objetivo. Emily: Por que é necessário tirar a roupa? Felipe: Olá, o nosso sono é nu. Emily: Por que não trocaram os seus quartos? Felipe, estamos em nosso quarto? Kkkkkkkkkkkkkkkkkkk Pedro: Emily, reservamos um quarto de hotel, vamos dormir todos juntos nessa cama. Emily ficou chocada. Ela até tentou argumentar, mas, devido à sua bebida, não conseguia pensar direito. Alan: Emily (Ele disse, chegando perto dela e segurando seu pau duro com a mão) Só tinha visto em fotos, e acho bonito ao vivo? Emily: É bonito, mas, por gentileza, afaste-se um pouco. Alan: Por que, por que? Ele disse esfregando a mão na cabeça de Emily. Não gostou? Olhe mais de perto (ele disse puxando a cabeça dela para perto do seu pênis) Emily concorda: Não! Não, não gostaria de ver mais de perto. Pedro: Fique tranquilo, Alan. Deixe a menina respirar. Emily, há uma tarefa que você havia prometido a mim, mas não se lembra? Emily: Qual é o problema? Pedro: Lembra-se de quando enviei-lhe a imagem do meu pênis e você disse que não tinha certeza se era do Carlos ou do meu, que era maior, e que só teria certeza quando o visse ao vivo? Então, está ele aqui. Olhe bem perto e me diga. Emily: Gostaria de ver de perto. Pedro: Por favor, Emily. Você cumpriu a promessa. Eu pensei que você era uma mulher de palavra, não vai me dizer que você gosta de quebrar promessas e mentir, que nem o Carlos? Poxa, vai ser difícil trabalhar com uma pessoa mentirosa assim. Emily: Eu não sou mentirosa! Eu vou ver. Pedro: Então olha de perto. (Nessa hora Pedro se aproximou bruscamente de Emily e seu pau acabou batendo na bochecha dela. Ela afastou um pouco o rosto, mas Pedro a segurou para que ela olhasse de perto para comparar. Emily: Eu..estou vendo, por favor, para de ficar tentando esfregar no meu rosto. Pedro: É pra você enxergar melhor kkkkk Mas diz ai, é enorme não é? Emily: É, é muito grande e veiúdo, e grosso também. Pedro: Agora me diz, qual é o maior, o meu ou o do seu marido? Emily: Eu acho que….o maior é… o do Carlos. Nessa hora eu puder ver a mudança de expressão no rosto de Pedro. Ele parecia estar em choque com aquilo, e depois irritado. Bem irritado. Nessa hora eu fiquei com medo do que ele poderia fazer com Emily. Mas, quando eu iria saber o que aconteceu, o meu celular descarregou. Porra! Eu gritei, e acelerei o carro em direção a loja. Lá eu iria carregar o celular para descobrir o que tinha acontecido e dar uma dura naquela desgraçada da Layla. A única coisa que eu pensava agora era em Emily, e de como eu queria que ela estivesse bem. Eu parei o carro e estacionei na frente da loja. Eu sai do carro e fui em direção a entrada da loja, mas quando eu estava entrando senti uma mão tocando meu ombro. Eu me virei e era o segurança da última vez, e eu tinha a sensação que ele não me deixaria entrar…

Minha Esposa Gostosa e os amigos do Trabalho 4.2

Este relato é um relato ficcional. O próximo vídeo teve início com eles saindo do carro e parando num posto de gasolina de beira de estrada. Emily ainda estava com as suas roupas intactas. Ela ainda estava com a camisa e a saia, e, pelo modo como ela estava amigável com os homens, apoiando-os e sorrindo um pouco, enquanto segurava uma lata de cerveja, supus que eles cumpriram o que prometeram e não a forçaram. Isso me deixou tranquilo, mas esse momento de tranquilidade logo terminaria. Emily foi filmada conversando enquanto cambaleava enquanto tentava caminhar pelo posto, tanto que só conseguia se manter em pé por estar apoiada em Pedro. No vídeo, eles entram na lanchonete do posto, que estava bastante vazia, e Alan vinha trazendo mais bebida para Emily. No entanto, foi acidentalmente que ele tropeçasse e derramasse toda a bebida, coincidentemente concentrada em uma única pessoa. As roupas de Emily estavam enchidas de bebida alcoólica. Todos os homens demonstraram surpresa e preocupação com a saúde de Emily. Alan: Emily, muito obrigada. Sinto muito, foi um acidente. Emily: Tudo bem? (Ela não conseguia pronunciar uma frase adequada devido à sua situação de sonolência) Pedro: Olha para Emily. Se você estiver com essa roupa molhada, é possível contrair uma gripe ou um resfriado. É melhor tirar essa roupa. Emily: Qual? No entanto, vou permanecer nu aqui. Felipe: Não há problema em solicitar a sua camisa emprestada. Ele estava usando uma camisa larga, que, provavelmente, poderia ser usada como um vestido curto. Emily: Não sei, pessoas. Pedro: Emily, não se esqueça de que estamos sempre viajando a trabalho. Se você ficar doente e atrapalhar as nossas reuniões, eu terá que fazer uma queixa contra você na empresa. Emily tremeu, estava bêbado e Pedro, além de ser ingênua, sabia exatamente o que significava ameaçar o trabalho. Ela, então, foi ao banheiro para trocar a roupa que estava molhada. Pedro: Deixe as suas roupas molhadas aqui para que o Felipe possa lhe entregar a camisa quando você já tiver a tirado. Emily entrou no banheiro sem hesitar e retirou suas roupas sem hesitação. Como ela era ingênua e estava bêbado, não passou pela sua cabeça de vento que Felipe só entregaria a camisa depois que ela tivesse tirado as suas roupas e jogado para fora do banheiro. Em outras palavras, seria perfeitamente possível que ele pegasse as roupas dela e a obrigasse a sair nua. Mas, como se isso não fosse o bastante, Pedro pegou a câmera do celular e olhou para o próprio rosto. Pedro: Está se sentindo bem, corninho? Prepare-se para a sua esposinha gostosa ainda hoje. Aproveite a pipoca para assistir a este filme. Naquele momento, o meu sangue ferveu de raiva, mas compreendi algumas ideias sobre Pedro. No vídeo anterior, fiquei receoso de que ele forçasse Emily a fazer sexo contra sua vontade. Contudo, isso não era o que ele desejava. Pedro era extremamente sádico. Não quer transar com ela de forma forçada, quer que ela se entregue por vontade própria, apenas para que possa me humilhar e se sentir superior. Ele quer que ela se submeta a ele e aos outros, o que resulta na manipulação e elaboração de planos mirabolantes. Dessa forma, ele vive testando os limites dela, sentindo prazer nisso. No entanto, a minha atenção voltou-se novamente para o vídeo ao ouvir a voz de Emily. Emily: Ah! A camisa traz. Ela me chamou e percebi que Alan já havia tomado posse de todas as roupas que ela havia atirado) Pedro, como está a situação? Emily: A camisa que havia sido prometido. Pedro: Como vai ser? Emily, não estamos conseguindo escuda-la adequadamente. Você terá que comparecer aqui. Emily forçou a cabeça para fora do banheiro, sem perceber, deixando os seios esquerdos à mostra e um pouco da xaninha exposta. Emily: Estou me referindo à camisa que vocês me prometeram dar. Felipe: Sim, Felipe. Você está aqui, Emily. Ao se desequilibrar um pouco para trás e mostrar um pouco mais de seu corpo nu. Foi uma situação de humilhação para ela. Pedro voltou-se para o frentista, que estava assistindo toda a situação. Pedro: Olhe para o lado, corninho. Não estamos só nos divertindo, não. Será que posso convidar este homem para desfrutar da sua esposinha com a gente? Ele, então, apontou a câmera para a porta do banheiro e, quando Emily saiu, vi uma cena que me deixou mais irritado do que nunca. Emily estava vestindo uma camisa, mas não a larga que Felipe havia prometido para ela, mas uma camiseta transparente transparente. Era possível notar o corpo escultural de Emily, com seus belos seios e mamilos salientes, sua xaninha raspadinha e o rabão gostoso que ela possuía, tudo isso descoberto e exposto para que todos pudessem apreciar. Pedro voltou a olhar para o frentista, que, por falar nisso, parecia ser muito jovem, e deu para notar que ele, de forma clara, corou com a visão que estava tendo. Não foi diferente com Alan e Felipe, que não conseguiam desviar os olhos do corpo de Emily, dando uma olhada prolongada e descabida para as partes íntimas dela. Era uma situação bastante desagradável. Emily provavelmente não percebeu que a camisa era transparente devido à sua elevada ingestão de álcool, mas aquilo era insuportável. Pedro não apenas desejava me humilhar ao ver minha esposa traindo-me, como também desejava humilhar Emily, apresentando-a como um pedaço de carne ou um troféu que havia conquistado. Perguntei-me como ele conseguiu aquela roupa transparente, mas lembrei-me que Layla esteve presente na festa ao lado dele. Como ela trabalhava em uma loja de roupas, não seria difícil que ela trouxesse para ele, uma vez que este desgraçado tem tudo planejado. Como Emily ainda estava cambaleando, Alan e Felipe foram até ela para a ajudarem a ir para o carro. Pedro ficou atrás, com a câmera mirada na bunda desnuda de Emily, sendo apalpada pelos dois. Ele também filmou a reação das pessoas na rua que viram Emily caminhando daquele jeito. Teve até um cara

Minha Esposa Gostosa e os amigos do Trabalho 4.1

Este é um relato completamente ficcional. Após horas sentados no chão do Hotel, finalmente me levantei. Apesar de estar profundamente apavorado interiormente, não poderia ficar parado sem tomar qualquer atitude, sobretudo agora que minha esposa está desaparecida em um local com um grupo de criminosos. Realizei o que era possível no momento, ligando e enviando mensagens para Emily. Precisava saber onde ela estava e se estava bem. Infelizmente, não tive resposta alguma. Então, peguei o celular e comecei a ouvir a gravação de Pedro diversas vezes. Gostaria de enviar a gravação para a polícia e prender o criminoso, mas, posteriormente, pensei em Emily. Apesar da confissão clara dos esquemas criminosos cometidos por Pedro e outros homens, o fato de Emily não estar envolvida era bastante contestado. De fato, ela assinou os documentos, e a confissão de Pedro não mencionava Emily quando disse que uma “Gostosinha ingênua” assinou documentos sem ler. Em outras palavras, não há evidências concretas de que Emily estivesse ciente das atividades ilegais dos homens, e, caso eu fosse até a polícia, há uma grande probabilidade de Emily ser presa. Estava em um impasse. Era necessário encontrar Emily e mostrar os áudios para que ela pudesse identificar quem Pedro e os homens de fato eram. Dessa forma, se ela acompanhasse-me até a polícia para denunciar, a situação poderia se tornar mais favorável para ela. Ainda assim, não tinha como saber para onde Pedro a levou. Será que havia algum problema? A cidade era bastante populosa e eu não tinha a menor ideia de onde poderia estar, mas eu conhecia um local e uma pessoa que esteve presente na festa de ontem e, com toda a certeza, sabia onde Pedro levou minha esposa. Retornei para o único lugar onde poderia encontrar uma pista, a Loja de Roupas. Peguei o carro e fui até lá, mas quase parei quando ouvi o som de uma mensagem que havia chegado ao meu celular. Era da irmã Emily. Deixei o automóvel e fui para o celular. Contudo, para minha surpresa, apesar de o contato ter sido feito pela minha esposa, não havia indícios de que ela estivesse escrevendo. “Emily”: Que corninho. Tivemos uma festa muito divertida com a sua esposa. Por favor, entre em contato para que eu possa enviar alguns vídeos de como foi. Naquela hora, engoli seco. Tenho plena consciência de que assistir àqueles vídeos poderia alterar significativamente a minha forma de ver minha esposa. Por um momento, antes de assistir aos vídeos, pensei em levar tudo à polícia e permitir que todos eles se fodesse, pois ela havia me traido e merecia isso. Mas, ao analisar os vídeos, percebi que Emily foi, provavelmente, a maior vítima em toda essa situação. O primeiro vídeo mostrava Emily, Pedro, Alan e Felipe dirigindo um carro escuro. Como era chique, o carro era provavelmente de Pedro. No vídeo, Emily demonstrava dificuldades até mesmo para se manter acordada. Ela estava sob efeito de bebidas alcoólicas e, provavelmente, não tinha muita compreensão das coisas, apenas demonstrava irritação e raiva. Pedro estava dirigindo, enquanto Alan e Felipe vinham atrás com Emily. Enquanto Alan apalpava Emily, Felipe segurava seus seios. Alan conduziu sua mão suavemente pelas pernas de Emily até tocar sua virilha. Emily soltou um suspiro e Felipe apertava os seus peitos por baixo da roupa. Felipe: Caramba, que peitão gostoso de ser pego. Estava com muita vontade de fazer isso. Alan: A melhor parte está localizada logo abaixo. Emily: Por gentileza, vamos devagar. Não sei se quero isso. Pedro: Como está, Emily. Durante a festa, combinamos que se vingaria do Carlos. Ele traiu-nos de forma aberta e ainda nos acusou de mentir sobre nós. Você disse que gostaria de receber o reembolso. Emily: A troca era de um beijo, e eu já fiz isso na festa. Estou cansada e acho que gostaria de voltar para casa. Ela se mostrou um tanto tonta) Alan começou a esfregar com mais força a virilha de Emily, até que sua mão escorregou pela vagina e tocou em um local que fez com que o corpo de Emily se contorcesse um pouco. Dessa forma, Alan encontrou seu clitóris. Emily suspirou um pouco e tentou tirar Alan dali, mas Felipe a segurou. Alan, qual será o seu clitóris? Emily: Por favor, pare por um momento. Alan: Ah, Emily, você não pode esperar que eu pare por aqui. Pedro parou o carro e se juntou à “festa”. Pedro: Também quero curtir. Deixe-me ver a sua xaninha, Emily. Emily: Não, Emily. Pedro: Olha, Emily. Ninguém aqui vai te obrigar a fazer nada que você não queira. Vamos fazer assim, você deixa a gente dar uma olhada e depois a gente vai pra casa. Emily: Só uma olhada, e depois a gente vai pra casa. E vocês tem que prometer não tocar. Pedro: A gente promete, agora deixa a gente ver essa bucetinha. Emily: Só uma olhada rápida. Nessa hora Felipe, que estava atrás dela, a segurou pelas costas, segurando sua perna esquerda enquanto Alan segurava sua perna direita. Abrindo suas pernas enquanto a seguravam. Emily: O que vocês estão fazendo? Pedro: A gente só vai dar uma olhada, não foi esse o combinado? Emily: Eu nunca disse que vocês poderiam abrir minhas pernas assim e me segurar. Eu quero levantar, por favor. Pedro: Olha, Emily, o nós estamos cumprindo a nossa parte do acordo, a gente só vai olhar e vamos embora. Ou você vai dizer agora que não confia na gente? Emily: Eu…eu confio, só vamos rápido e vamos embora. Nessa hora Pedro se aproximou de sua saia e a levantou, junto com sua calcinha, expondo sua vagina depilada para os três homens no carro. Alan: Nossa! Essa é a bucetinha mais linda que eu já vi na vida. Felipe: E ainda tá depiladinha, caralho, meu pau tá durasso agora. Pedro: É uma xota linda mesmo, meu pau também tá duro que nem pedra, dá até água na boca de ver uma coisa gostosa dessas. (Ele disse isso aproximando seu rosto da

Minha Esposa Gostosa e os amigos do Trabalho 04

Este é um relato completamente ficcional. O terceiro dia de viagem começou cedo. Emily acordou animada após o dia divertido que tivemos ontem, especialmente devido ao fato de termos passado a maior parte do dia longe daqueles homens. Mas, logo após tomarmos o nosso café, fui cobrar da Emily para que fizéssemos o que havia prometido fazer ontem, conversar com os homens. Estava ansioso por isso. Esses crápulas haviam ultrapassado todos os limites e agora finalmente eu poderia confrontá-los e Emily estaria ao meu lado. Saímos do quarto e descemos pelo elevador até a área dos restaurantes, onde eles estavam almoçando. Emily e eu caminhamos até as mesas e logo fomos recebidos com um sorriso, mas minha expressão estava séria. Emily e eu nos sentamos na parte de trás da mesa, e eu, já nervoso devido à minha ansiedade, dei a resposta imediata para eles. Eu: Olha, rapazes, precisamos conversar de forma séria. Carlos: Carlos, irmão. Está tudo certo? Eu: Não, não está tudo bem, irmão. Estou aqui para conversar sobre o que está acontecendo entre vocês e Emily. Não estou gostando e isso tem que parar. Alan: Carlos, se você está se referindo às imagens que Emily enviou de Topless, isso é apenas uma questão de percepção. Não estou me limitando a este assunto, estou me referindo aos seus comentários em relação à minha esposa. Vendo esses papinhos, passando a mão nela e enviando fotos nuas. Pedro: Espera, o que é isso? Você pensa que estamos dando em cima da sua esposa? Carlos, da mesma forma, você nos ofende. Vocês estão oFENDIDOS? Você se deteve na BUCETA DA ESPOSA. Nessa altura, perdi o controle e fui gritando e atraindo a atenção das pessoas do local) Emily: Carlos, por gentileza, fale baixo. As pessoas estão assistindo. Pedro: É um tipo de acusação insultante. Nós do escritório somos uma família e criamos um laço de amizade profundo com sua esposa. A mão foi inserida na vagina dela, mas com o único objetivo de proteger a intimidade dela. Mas, se você não percebe isso, não vou ficar aqui e ser acusado de forma injusta. Vamos embora, rapazes. Em determinado momento, Pedro levantou-se e Alan e Felipe seguiram-no. Emily: Aguardem, por gentileza. Emily: Conversamos anteriormente. Emily: Carlos, viemos aqui para esclarecer algumas dúvidas e, de fato, fizemos isso. Pedro já explicou que tudo não passou de um mal-entendido. Podemos esquecer tudo isso e continuar sendo o que sempre fomos. Você concorda em continuar? Esses homens me prenderam em uma sala e me deixaram ver eles passar a mão em você. Felipe: Acho que isso é bastante prejudicial, uma vez que você está nos acusando de um crime. Peço desculpas, Emily, pelo término desta conversa. Foram, então, embora irritados. Emily se levantou para ir atrás deles, mas não deixei, então ela permaneceu sentada comigo. Fiquei impressionado com o quão dissimulados e mentirosos aqueles homens eram, mas Emily, por outro lado, se sentiu péssima por ter acusado-os “injustamente”. Ela pegou o telefone e percebeu que havia sido dispensada do grupo de trabalho. Nesse momento, seus olhos começaram a marejar. Ela demonstrou profunda tristeza ao enviar mensagens privadas, mas não obteve resposta positiva. Emily: Analise o que você fez. Ela disse, com lágrimas nos olhos) Agora eles me odeiam. Vai ser como qualquer outro trabalho. Ela não me deixou responder e foi direto para o quarto para se deitar. Confesso que, naquele momento, o meu coração ficou um pouco acelerado. Como já havia mencionado anteriormente, o emprego anterior de Emily era considerado insustentável. As pessoas lá são extremamente egoístas e agressivas, além de a carga horária ser extremamente estressante. Emily desenvolveu depressão e precisou se consultar com um psicólogo por alguns meses. Foi uma experiência dolorosa para ela, e eu não gostaria que isso se repetiria. Fui até o nosso quarto e encontrei-a deitada na cama, chorando bem devagar. Não preciso dizer que me senti um lixo. Fui até a sala e sentei-me no sofá, refletindo sobre tudo o que havia acontecido. Existe a possibilidade de Emily estar certa? A ideia de Pedro ter elaborado um plano com a vendedora e o segurança de uma loja para fazer Emily ir até lá e me prender em uma sala para passar a mão nela é um tanto absurda. Uma pessoa não deveria ter um nível de sangue frio tão elevado. Embora as mensagens tenham ultrapassado um pouco os limites, parece-me que não se tratou apenas de uma amizade. Fiquei em dúvida se isso não era apenas fruto de minha imaginação. Todas as ações tomadas até o presente momento têm demonstrado ser amigáveis, inclusive comigo. Realizaram um churrasco para comemorar a venda da minha esposa e me convidaram. Nunca falaram mal de mim, e Pedro até se ofereceu para comprar uma roupa nova para Emily. Eu amava demais minha esposa, e não queria vê-la triste, principalmente por ideias absurdas de um ciúme doentio meu. Então, decidido a dar um voto de confiança a ela eu fui em direção ao quarto dos caras. Lá eu tive uma conversa franca e me desculpei. Eles foram incrivelmente compreensivos, Pedro até me abraçou e falou que estava tudo bem, que eu só estava tentando proteger a Emily. Nessa hora eu realmente me senti mal, talvez eu fosse um pouco ingênuo, mas eles realmente conseguiram me convencer. Para fazer as pazes de forma definitiva os caras aproveitaram que hoje não teriam mais reuniões e convidaram eu e Emily para ir a uma festa que aconteceria em uma casa próxima dali. Eu admito que fiquei um pouco preocupado, mas eles me prometeram que não fariam nada que passasse dos limites com a Emily de novo. E eu acreditei. Grande erro. Fui até o quarto e contei tudo para Emily. E sério, o sorriso que mina esposa deu aqueceu meu coração. Ela pulou da cama de tanta alegria e me abraçou forte. Eu sei que estou me arriscando demais, só que eu amo a Emily e mesmo que confiar nesses caras seja perigoso eu

Minha Esposa Gostosa e os amigos do Trabalho 3.5

Este é um relato completamente ficcional. Excelentes leitores. Estou de volta, queira ou não. Talvez não seja tão fácil derrubar alguém. Enfim, o motivo pelo qual voltei foi que, depois de apagar a história aqui, me senti muito mal pelo que fiz. Foi um desrespeito com as pessoas que leram e gostaram da minha história, simplesmente apagando-a assim e fugindo como um covarde. Dessa forma, retornei e, desta vez, não permaneço fora. Peço desculpas pelo meu medo e pelo seu envolvimento em uma montanha russa de emoções. Tenho plena certeza de que isso não se repetirá. Os capítulos que foram apagados já estão disponíveis para leitura, se assim desejarem. Enfim, vou-lhes apresentar mais um capítulo, mas, como aconteceu algo extremamente relevante para o progresso dessa história, não poderia deixar de lado isso. Esta ocorrência ocorreu no segundo dia de nossa viagem. Emily e os homens não participaram de nenhuma reunião neste dia, portanto, aproveitamos para relaxar. Tive a iniciativa de pegar Emily e levá-la para conhecer a cidade, longe dos parasitas do Hotel. No entanto, antes de sairmos, enquanto ela estava se arrumando, percebi que ela estava olhando para o espelho e tirando algumas fotografias. Ao me deparar com a sua roupa, percebi que ela aparentava estar fazendo isso há algum tempo. Questionei Emily o motivo pelo qual ela estava tirando aquelas fotografias e ela respondeu que eram para os homens do trabalho. Na verdade, não me dei por surpreendido, já esperava que ela me dissesse algo semelhante, mas, ainda assim, fiquei curioso quanto à desculpa. Emily disse-me que os rapazes ficaram curiosos com a roupa nova que havia comprado, então ela tirou algumas fotos e enviou para eles. Peguei o celular dela para ver e encontrei algumas imagens dela de corpo inteiro, mas também havia imagens focando nos seios e na bunda. Emily: Ah, amor. Ele insistiu para ver se o caimento estava adequado em todas as partes. Como se não tivessem visto ela com atenção enquanto apalpavam-na na loja de roupas) Então, abaixando as mensagens, pude ver algumas imagens de Emily de Lingerie. Fiquei irritado e questionei Emily, mas ela respondeu que o sutiã e a calcinha estavam marcando a roupa apertada e os rapazes queriam saber se as marcas eram da roupa ou do sutiã. Desculpe-se, de verdade, pela ingenuidade da Emily. Embaixo, haviam algumas mensagens apagadas. Perguntei a Emily do que se tratava e ela, um pouco sem jeito e com dificuldade para manter o contato visual, disse que eram apenas fotos repetidas que ela havia enviado. A questão é que haviam mensagens deles apagadas, o que causou uma pulga na minha orelha. Sentei-me com ela e conversamos sobre o que havia acontecido na loja de roupas. De como fui levado pelo segurança, de como pensava que tinha sido algo do Pedro, e, o principal, de como os homens a seguraram e a apalparam. Emily foi franca comigo e disse que não concordava com a minha teoria de que Pedro estaria envolvido em todos os eventos, planejando os eventos. Sinto muito decepcionado pelo fato de minha esposa acreditar mais em um estranho do que em mim, mas logo Emily disse algo que me despertou a esperança diante da situação. Ela me disse que ficou bastante constrangida com a forma como os rapazes a seguraram pelo corpo, e, sobretudo, por Pedro ter tocado sua vagina sem sua permissão. Ela ainda acreditava que tudo era um acidente e que ele apenas queria ajudar, mas, ainda assim, ficou claro que ela se sentiu incomodada. Após uma conversa, convenci Emily a conversar com os homens e demonstrar o seu desconforto com toda essa situação, o que, na verdade, já estava planejando fazer. Ela concordou, mas, ao perceber que ela estava um pouco estressada e talvez até abalada com tudo o que havia acontecido, ofereci que conversaríamos com elas em outro dia e que, hoje, só saíssemos para nos divertirmos. Pedi a ela para se arrumar que eu iria na frente para pegar o carro. Fui, peguei o elevador e fui até a entrada do Hotel. No entanto, percebi que, distante da área das piscinas, Pedro, Alan e Felipe conversavam e sorriam bastante, além de mostrarem os celulares uns para os outros demonstrando grande interesse. Se fosse para adivinhar, diria que eles estavam se vangloriando pelas imagens de Emily, mas, para minha desgraça, era algo mais do que isso. Alan: Caramba, essa mulher é muito bonita. Felipe: Concordo plenamente. Ela desperta o meu interesse. A última mina com quem conversei tinha pouco peito e o mamilo era escuro. No entanto, a Emily, com seus peitões e mamilos rosados, dá vontade de morder. Esses arrombados estavam falando sobre Emily, é claro que estavam. Mas aguarde, eles estavam olhando para o celular enquanto falavam dos peitos da Emily. Como eles tinham fotos dos peitos dela? Quais seriam as imagens registradas na piscina? Achei que sim, mas algo em mim indicava que não era. Pedro: Claro, meu amigo. Quem sabe, em breve, não seja possível realizar o seu desejo. Felipe: Acho que não. Com o marido dela por aqui, é difícil tentar qualquer coisa, e você também está fudendo com tudo. Que ideia foi essa de passar a mão na xota dela? Não sei como você não levou um tapa na cara por ter estuprado a menina. Pedro: Não é nada, cara. Você parece não me conhecer, sei o que estou fazendo. Além disso, vai dizer que ficar passando a mão naquela raba gostosa também não seria assédio? Alan: Isso é diferente, cara. Apenas estávamos percebendo o tecido. Felipe responde: Kkkkkkkkk Pedro: kkkkkkkkk Os filhos da puta estão fazendo piada com toda a situação. O meu sangue estava quente, mas o pior aconteceu agora. Pedro: Mas vocês não sabem o melhor. Quando eu coloquei minha mão na xaninha dela, caralho, minha mão saiu encharcada, serião, tava uma cachoeira lá embaixo kkkkk Alan: Caralho, que safada kkkk Felipe: Ai sim, porra. Eu sabia que essa Emily tava querendo sentar no pau. O foda é

Minha Esposa Gostosa e os amigos do Trabalho 03

Este relato é um relato ficcional. Estimados leitores, olá. Estou de volta para contar mais uma parte da história que ocorreu comigo, minha esposa e seus amigos do trabalho. O que vou relatar neste momento é o que penso ser o ponto crucial desta história, a viagem. Foi aqui que tudo mudou. A viagem foi longa e durou uma semana, portanto, vou tentar ser fiel aos fatos e descrever de forma detalhada como tudo ocorreu. Dessa forma, iniciaremos o primeiro dia. Era por volta das cinco da manhã quando acordei. Estava um pouco cansado, mas ao olhar para a cama ao meu lado, percebi que Emily não estava ali. Ela havia acordado e estava arrumando as malas para a viagem. Eram poucas, pois iria durar apenas uma semana. Ela trouxe algumas roupas casuais e duas formais para reuniões, mas, dada a intensa movimentação durante a semana, apenas uma das peças estava limpa. Emily não se importou com isso, logo que chegasse ao hotel, solicitaria aos funcionários que os lavassem. Alguns minutos depois, já era uma das seis da manhã. Ouvimos o ruído emitido pelo carro de Pedro. Ele, juntamente com Alan e Felipe, ofereceu uma carona para Emily, uma vez que todos estavam indo ao mesmo destino. Emily saiu correndo, toda alegre, e cumprimentou os caras. Todos eles estavam, é claro, muito entusiasmados para viajarem sozinhos com minha esposinha. Pedro pediu logo que as malas dela fossem colocadas no carro, pois eles teriam duas reuniões ainda hoje. Realmente, este momento foi um dos melhores da viagem. Qual foi o motivo pelo qual foi eleito o melhor? Muitos devem estar se perguntando. Pois, quando ele perguntou isso para Emily, eu apareci atrás dela e disse: Ah, já chegaram. É gratificante que possamos comparecer. Eles se olharam confusos e Felipe perguntou: “Podemos fazer isso?” Eu disse: Sim. Acredito que tenha me esquecido de avisar. Estou também. Eles, naturalmente, não ficaram satisfeitos e Pedro logo disse: Pedro: Ok, Pedro. Sinto muito, mas esta é uma viagem de negócios restrita aos funcionários. Estou de férias, mas o problema é que estou de férias e, por incrível coincidência, vou passar as férias justamente na cidade onde vocês estarão. Ficou bem claro, certo? Dessa forma, aproveito para ficar no Hotel com a minha esposa. Tenho plena certeza de que vocês não se importarão. O olhar de desagrado estampado na cara deles foi impagável, e o que mais surpreendeu foi ver eles forçando um sorriso amarelo para confirmar que não havia problema. Dava para perceber a raiva que sentiam por mim naquele momento. Nunca me senti tão bem quanto naquela ocasião, prejudicando os planos daqueles babacas. Emily, então, chamou-me, pedindo para que fossemos logo, para não atrasarmos as reuniões. Fui, mas, antes de seguir, olhei o carro de Pedro. Os bancos estavam repletos de malas. O passageiro da frente estava com uma grande mala, assim como os três de trás. Em outras palavras, havia apenas espaço para dois lugares atrás. Senti um sorriso naquele momento. Aqueles arrojados já haviam usado essa desculpa para obrigar Emily a permanecer no seu colo durante toda a viagem. Mais um de seus planos fracassou e eu consegui proteger minha esposa pela primeira vez nessa viagem. É lamentável que esta não seja a última e, infelizmente, foi uma das raras oportunidades em que tive êxito. Em suma, dirigimos por algumas horas e chegamos ao hotel por volta do meio-dia. Fui até a portaria e fizemos o Check-in. Peguei a chave do meu quarto e da minha esposa, mas percebi que os rapazes apenas tinham a chave. Questionei-me se seria possível solicitar a reserva de mais quartos, mas eles responderam que havia reservado um único para todos. Fiquei surpreso ao ouvir aquilo. Pensei que, caso não tivesse agido e ido atrás com minha esposa, provavelmente ela teria que dormir no mesmo quarto que um número considerável de homens. Emily foi resgatada mais uma vez. Em seguida, deixámos as nossas bagagens no quarto e fomos almoçar no Hotel. Nós conversamos sobre diversas questões, uma delas foi a quantidade de roupas que trouxemos. Emily riu-se do número de malas que haviam trazido, alegando que precisavam estar preparados para tudo, mas eu sabia que eles apenas queriam encher o carro e fazer Emily ficar no colo durante toda a viagem. Sinto muito por esses mentirosos. Alan perguntou se Emily havia trazido roupas o suficiente. Emily respondeu que sim, mas que trouxe apenas duas roupas sociais para ir às reuniões, e que uma delas estava lavando. Todos os homens se olharam por um segundo e pude perceber um sorriso vindo deles. Aquilo estava me causando desconforto, parecia-me que eles estavam planejando algo, mas ainda não tinha certeza do que se tratava. Após um tempo, por volta da uma e meia da tarde, Emily e os rapazes foram à reunião. O evento ocorreu em uma empresa privada da cidade. Acompanhei minha esposa, com a desculpa de que desejava ficar mais tempo com ela e, também, conhecer o local. Infelizmente, tive que esperar Emily na entrada enquanto eles iam para a reunião. Nessa hora eu fiquei um pouco preocupado, era a primeira vez na viagem que Emily ficaria sozinha com eles. Mas depois eu me acalmei, afinal era um local de trabalho, não tinha como eles fazerem nada nesse tempo. Devo admitir que me achei muito esperto na hora, e esse foi meu erro, subestimar a inteligência daqueles miseráveis. Um tempo depois Emily voltou, junto deles, mas havia algo diferente. Sua roupa estava com uma enorme mancha marrom. Emily estava um pouco nervosa e me explicou que Pedro derrubou um pouco de café na roupa dela, mas que o café estava frio e que foi sem querer (Sei, é claro que foi) Mas ela estava nervosa por eu eles teriam uma reunião daqui a uma hora e ela precisava trocar de roupa. Voltamos ao hotel e pasmem, Emily achou a roupa dela totalmente estragada. Parece que alguém foi até a máquina e acidentalmente colocou água sanitária nas roupas

É a Minha Filha

É a Minha Filha

É a Minha Filha: Enquanto o marido e a esposa se divertiam no banheiro, a filha precisou usufruir do ambiente. Ela desperta a atenção dos dois, mas eles continuam tendo relações sexuais ali mesmo, sem se importar. A situação em discussão desperta o interesse da garota, que logo demonstra interesse em participar.

Minha Namorada gosta de Apanhar

A todos, obrigado. Venho apresentar mais uma das minhas histórias, pois parece que vocês parecem gostar quando as conto. Como é habitual, todos os nomes de pessoas e lugares foram alterados em respeito à privacidade dos envolvidos. Em seguida, vamos à história. O meu nome é Carlos e este é um relato de um relacionamento que tive anos antes de conhecer minha atual esposa, Emily. A história se passa no período em que eu estava cursando uma faculdade. Havia uma jovem na minha sala que vou chamar aqui de Gabi. Gabi era uma morena baixinha gostosa, do tipo em que a falta de altura é compensada pelo rabão, como diziam meus amigos. Aquilo era uma delícia, fico com água na boca só de pensar. Além disso, ela ainda tinha uns coxões que, só de olhar, já dava vontade de enfiar a mão no meio das pernas dela e ser apertado por eles. Gabi era, sem dúvida, muito mais do que um rosto bonito. Ela era bolsista e, provavelmente, a pessoa mais inteligente da nossa sala. Ela conseguia as melhores notas, era confiante e proativa. Confesso que, como jovem recém-saído do ensino médio, apaixonei-me de imediato por ela. Eu não tinha ideia do que ela estava escondendo. Durante um tempo, conversamos e, um mês depois, começamos a namorar. Por ter sido criado por uma mãe solteira e em uma casa repleta de mulheres, e por ter ouvido frases como “Não se deve bater em mulher”, eu sempre evitava fazer qualquer coisa mais dura com ela, pois homens não batem em mulheres. Será que isso está de acordo? Continuando, quando transavamos, o sexo básico era, na maioria das vezes, papai-mamãe e, ocasionalmente, quatro mulheres. Não que isso fosse ruim, pelo contrário, mas também nunca foi excecional, apesar de termos transado bastante. Gabi nunca foi considerada uma feminista, mas sempre demonstrou uma severa crítica à forma como a sociedade trata as mulheres. Por diversas vezes, ela reclamou do fato de, nos filmes de horror, as mulheres estarem sempre nuas e servindo de objeto sexual. Dessa forma, nunca tentei dar uma estocada mais intensa, pois tinha a impressão de que ela não se importaria e começaria a brigar comigo. Aí, eu estava enganado. Tudo mudou durante uma noite em que eu estava na cozinha lavando os pratos, uma atividade que era habitual entre nós dois. Um dia eu lavava e outro dia ela lavava. Já estava cansado e faltava uma grande quantidade de panelas, quando Gabi apareceu e deixou um prato sujo de bolo que ela estava comendo. Quando vi isso, fiquei irritado, mas não tanto, mas deu uma raivinha. Reclamei com ela, mas ela deu a habitual risada marota de sempre e voltou para a sala. Não sei explicar o motivo, talvez seja por causa da raiva, mas, por algum motivo, quando ela se virou, dei um tapa na bunda dela. Isso era incomum para mim. Gabi ficou surpreso e, inclusive, parou para me encarar. Apesar de não ter sido tão forte, eu já estava ansioso para o sermão que ela iria me dar. No entanto, ela não disse nenhuma palavra, apenas prosseguiu caminhando para a sala. Pensei que ela não tivesse dado atenção, mas ainda pensava que ela estaria irritada na sala e poderia ter uma discussão comigo mais tarde. Ela entrou na cozinha, pegou outro pedaço de bolo e foi para a sala, sem olhar nos meus olhos. Tenho plena convicção de que ela estava irritada. Tentei lavar os pratos com rapidez, mas ele voltou à cozinha e deixou o prato de bolo sujo na pia. O prato estava completamente sujo, ela nem sequer havia comido e, além disso, deixou o copo também. Parecia-me que ela havia feito aquilo de propósito. Gabi: Está tudo bem. É preferível manter tudo em ordem. Sinceramente, quando ela disse isso, fiquei surpreso. Sempre brincavamos um com o outro, mas o tom que ela usou parecia ter sido intencional para me deixar irritado. Em determinado momento, não consegui suportar e tomei a iniciativa de dar um tapa na bunda gostosa. Contudo, logo me arrependi. Gabi deu um grito e eu sabia que havia batido um pouco mais forte do que o planejado, tanto que estava de shortinho curto e pude perceber que uma parte da região da bunda dela havia ficado levemente vermelha. Naquele momento, só conseguia pensar: “Droga, acho que fui longe demais”. Gabi andou depressa para a sala e, quando acabei de chegar, percebi que ela não estava ali e já havia ido para o quarto dormir. Fui até lá e, ao adentrar, vi Gabi deitada e enrolada na cama, virada para a posição contrária à minha. Deitei-me devagar e me sentia muito culpado. Pensei que havia causado danos a ela e, agora, ela estava irritada comigo. Esta é uma das raras vezes que eu fico feliz ao dizer que estava errado. Cheguei perto dela para me desculpar e, de repente, essa mulher saltou para cima de mim. Ela estava nua e nem me deixou dizer nada, logo foi puxando minha roupa e avançando contra mim. Sem conseguir me levantar, Gabi simplesmente montou em cima do meu pau e começou a cavalgar. A bucetinha dela estava molhada de uma forma que eu nunca havia visto. Esta foi a primeira vez que tivemos uma relação sexual nessa posição, com ela cavalgando em cima de mim, e, com toda a certeza, não será a última. Quando acordei no dia seguinte, não encontrei Gabi ao meu lado. Fui até a cozinha e a peguei para preparar o café da manhã. Ela havia feito o meu prato favorito e, ao me ver, pulou em cima de mim para me beijar. Nunca havia sido tão carinhosa comigo e nem preciso dizer que tivemos uma relação sexual novamente na cozinha. Enquanto estava tomando meu café, olhava para Gabi. Creio que a causa dessa mudança repentina de comportamento e do nosso sexo incrível tenha sido a agressão física que lhe dei, mas Gabi não se deteve sobre isso. Era excessivamente

Os Simpsexys 09 – A Versão da Filha

Os Simpsexys 09 – A Versão da Filha

Os Simpsexys 09 – A Versão da Filha: Homer enfrenta uma situação difícil, pois, por um lado, vê sua esposa tendo relações sexuais com o diretor da escola, enquanto, por outro, está comendo a própria filha. Uma observação relevante: qualquer uma das hipóteses apresentadas acima não corresponde à realidade.

Maria Pisca Pisca: a putinha da rua

O que vou contar também é um caso real, pode demorar um pouco, mas é necessário para compreender a história. Na adolescência, como todo garoto aos 15 anos, já ficava com uma garota aqui e outra ali, mas nunca tinha um namorado sério. Bem, um dia conheci a “Maria” (nome ficctício), que tinha 19 anos, mas a aparência dela não condizia com a idade. Ela era franzina, baixinha, aproximadamente 1,50m, magra, não tinha curvas acentuadas no corpo, cabelo castanho, e não era uma beleza de mulher pra dizer que era bonita esteticamente. Inicialmente, solicitei que um amigo meu que a conhecia desenvolvesse o esquema e ela concordou. Não sei o motivo pelo qual me interessei nela, mas procurei ficar com ela. Comecei a namorar “Maria” e, em algumas reuniões, o clima ficou mais quente. Em pouco tempo, ela iniciou um namoro que eu concordei. Com Maria comecei a ter relações sexuais constantes. Antes dela, eu já transava com uma garota. Essa garota me fez experimentar a melhor coisa, ela só dava cú pra mim. Quando ela ia para minha casa, eu, que tinha apenas 12 anos, usava uma sainha curta, o que facilitava a penetração. Assim, quando todos estavam dormindo, eu só eu e ela fomos para cama. Eu perdi minha virgindade comendo cú e, por isso, me tornei viciado em cú e rabo de mulher. Antes de começar a namorar com “Maria”, ela já tinha me dito que não era mais virgem. Entendi bem. Eu também informei que não havia mais, mas não expliquei o que havia comido. Bem, em termos de sexo, “Maria” era mediana. Demorou um bom tempo para eu ter um bom tesão por ela, pois, apesar de ser mais velha, ela parecia ser meia-inocente. Para mim, ela afirmava ter tido apenas duas relações sexuais e, portanto, não possuía muita experiência. Por não parecer saber fazer muita coisa nos encontros, meu pau nunca ficava duro até finalizar a foda. Como sempre fui fascinado por bundas, sempre virava-a de costas para ficar olhando para a bunda dela, que não era grande, mas era bem rodinha. Apesar de ser magra, dava para ter um tesão, então sempre procurava comer ela de 4 ou numa posição que eu pudesse ficar olhando o rabinho dela. A primeira vez que ela chupou meu pau foi depois de uma festa na madrugada, em um beco, onde ficamos. Ela tirou meu pau duro e começou a chupar. Não demorou muito, mas lembro que ela disse assim: Você ficou satisfeito? respondi: -Sim, é claro. Adorei. Ela: – Eu também gostei, foi minha primeira vez e foi logo contigo. Estou muito feliz. Durante as primeiras relações sexuais, percebi algo inusitado. Embora eu nunca tivesse experimentado uma buceta, percebi que aquilo não era comum. Sempre que eu metia o pau nela, ela fazia um som alto de “peido”. Ela sem graça disse que era porque havia entrado vento e eu inocente acreditava. No entanto, ela sempre fazia esse som e eu não sentia meu pau apertado lá. Ela sempre afirmava que o vento entrava por causa da sua buceta grande e carnuda. Eu acreditei de forma inocente. Um dia, indaguei a uma prima mais velha, mas apresentei-me como se tivesse assistido a um filme pornô para evitar a suspeita de que se tratava da buceta da “maria” que estava falando. eu: Prima, vi num filme pornô o pau do cara entrando na buceta da mulher e saiu um som alto como se fosse um peido. Você acha que foi vento que entrou na buceta dela? A partir daí, ela começou a rir e disse: Será que há vento? kkkkk Desde então, me senti escancarado e com isso em mente. Mas o tempo foi passando e fui descobrindo que as fodas tinham algumas limitações que eu não gostava. Por exemplo, ela não deixava dar tapas na cara dela, não deixava chamar de vagabunda e nem deixava gozar na cara e na boca dela. Quando eu gozava da boca dela, ela não engolia esperm e sempre cuspia, fazendo cara de nojo. Além disso, não deixava eu comer o cú dela, alegando ser virgem. Com o passar do tempo, o relacionamento foi se deteriorando, até que ela decidiu permitir que eu a penetrasse. Um dia de domingo fomos para um trabalho de um parente dela que tinha a chave do apartamento. Naquela tarde, a foda foi boa. Sempre que ela chupava meu pau, eu imaginava metendo no cuzinho dela. Comi ela de 4 em uma cadeira, ela gozou, saiu um liquido da buceta dela, depois deitei numa mesa e ela começou a cavalgar novamente. Aí, ela me perguntou se eu queria comer o cu dela. Nem pensei duas vezes. Coloquei-a de 4, usei o gozo que ainda estava na buceta dela e lubrifiquei o cuzinho. Anunciei que ia meter e, devagar, fui metendo. O que achei estranho foi que, para um cuzinho que dizia ser virgem, entrou rápido demais, sem ela reclamar de dor e não achei apertado como da minha ex-namorada. Naquela tarde comi e gozei no cuzinho dela, a reações dela depois da foda me chamaram atenção. Logo assim que terminei, ela levantou da posição falou meio atonita: tu viu o sangue? eu: que sangue? ela: que saiu do meu cuzinho, porque ele era virgem eu: não vi nada não. ela: saiu aqui só que já limpei acho q tu não viu mesmo. Então na mesma noite eu encontrei ela, ela estava pedalando uma bicicleta, e perguntei como ela estava (aquela pergunta que fazemos naturalmente por educação) logo ela me disse: eu estou ruim aqui pedalando essa bicicleta eu: mas porque? ela: to com o cuzinho todo doído de hoje a tarde quando tu tirou a virgindade dele. Fiquei calado e não disse nada. Bem, passaram umas semanas e ela me suvinava o cu, não queria mais dar pra mim alegando que doia muito. Uma certa vez, ela saiu do trabalho com um vestidinho preto que eu gostava dela usar era de um tecido bem molinho

Minha Esposa Gostosa e os amigos do Trabalho 2.5

Este é um relato completamente ficcional. Boa tarde, pessoal. Primeiramente, gostaria de expressar minha gratidão por todas as mensagens de incentivo recebidas. Sei que todos desejam saber o que aconteceu na viagem que Emily fez, e podem ter certeza de que aconteceu muita coisa. Contudo, gostaria de relatar um evento ocorrido alguns dias antes, que não causou grande impacto, mas, ainda assim, me deixou bastante preocupado. Dessa forma, apesar de ser breve, achei que seria benéfico compartilhar. Em uma tarde qualquer, alguns dias antes da viagem, estava assistindo TV com Emily. Assistia a um programa que ela apreciava muito, uma série de comédia que ela apreciava muito. No entanto, quando a virei para Emily, ela estava distraída pelo celular. Às vezes, ela sorria, mas, em determinado momento, fazia uma cara de surpresa que me deixou curioso. Após assistirmos Emily, Emily preparou algo para nós. Fiquei no sofá, mas, é claro, a curiosidade não me deixou tranquilo. Então, peguei o celular para dar uma olhada. Emily tinha diversos nomes, mas eu sabia exatamente onde procurar, no grupo de trabalho. Ingressei no grupo e, aparentemente, não havia nada de extraordinário. Há algumas brincadeiras, outras besteiras, mas a maioria é assunto do trabalho, como números de vendas e outras coisas. Todavia, de repente, havia uma fotografia do pênis de Alan. Fiquei surpreso ao constatar que a imagem estava com uma boa qualidade e muito próxima, mas o pênis dele era claramente menor do que o meu. As mensagens estavam abaixo. Alan: Sinto muito, vocês. Enviei errado. Era para a loirinha gostosa que estou com muita vontade de pegar. O fato de Emily ser loira me deixou irritado, mas não era possível que ele dissesse isso dela de forma tão clara. Será que era isso mesmo? Felipe: Olá, Felipe. Há uma moça no grupo. Emily não tem a capacidade de visualizar essas coisas. Emily: Está tudo em ordem. Se houve um acidente, não há problemas. Alan: Por favor, Emily. Nunca houve um tamanho tão grande quanto este. Emily: De fato, vi que o do meu marido é bastante maior. Apesar de toda a situação com minha esposa, ver a foto do pau de outro homem me deu uma grande satisfação. Era como se eu estivesse marcando território com aqueles babacas. Nunca me sentia tão bem, mas é claro que a minha alegria durou pouco tempo. Pedro, o que é maior que este aqui? Pedro enviou uma foto do pênis dele, que estava trincado, duro e enorme. Não sei ao certo, mas parecia ter cerca de 20 centímetros. Não era possível determinar quem era o maior, eu ou ele, mas era, sem dúvida, o maior. Pedro: Emily, está bem? Qual é o tamanho maior? Emily: Sabemos que o primeiro nude foi um acidente, mas sou casada. Tenho dificuldade em troca-los. Pedro: Nossa Emily esteve mal. Dado que somos tão amigos, achei que não haveria problema em brincar desse tipo. Ok. Se não se sentir confortável, podemos criar um grupo para conversarmos mais à vontade, sem você. Você pode também deixar o grupo. Emily respondeu: Não. Por gentileza, pensei que essa imagem tivesse intenções escusas, mas, como foi uma brincadeira entre amigos, não há problema. Por gentileza, não é necessário utilizar este produto. Peço desculpas por pensar assim em vocês. Minha esposa estava com medo de ser excluída do emprego anterior. Mas ela era ingênua o bastante para não perceber a manipulação que o arrojado Pedro estava realizando. Ele não queria criar outro grupo nem excluir ela, apenas queria que ela pensasse nisso e desse mais liberdade para ele. Além disso, ainda fez com que ela visse a foto do pau dele e pedir desculpas para ele. Esse filho da puta sabia exatamente o que estava fazendo. Pedro: Está bem, uma vez que você pediu com jeito, vamos deixá-lo. Em primeiro lugar, você deve determinar quem é o maior pênis, eu ou seu companheiro? Emily: Não sei. Tenho plena certeza. Não é possível ter certeza apenas através de uma imagem. Emily era, além de ser tímida, sincera. Qualquer pessoa poderia mentir, mas ela não conseguia esconder a verdade. Essa foi uma das razões que me levaram a me apaixonar por ela. Pedro: Bom, se não dá pra ver só pela foto acho que você vai ter que ver ao vivo. Na viagem eu te mostro kkkkk Brincadeira kkkkk Alan: kkkkkk Felipe: kkkkkk Emily: kkkkkkkkkkkkkkkkk Apesar do tom de brincadeira eu estava seriamente preocupado que ele fosse fazer realmente isso. Emily geralmente nunca ri com tantos “kkkk” eu sabia que ela só estava rindo para agradar seus colegas e por que estava com medo de ir contra a “piada” de novo. Eu fiquei muito irritado lendo aquilo, o modo como eles fizeram a cabeça dela e viraram o jogo para fazer com que ela saísse como errada no final me deixou puto. Eu queria falar com Emily sobre isso, mas eu já sabia o que ela ia dizer “É só brincadeira” “É coisa de amigos” “Foi só por foto” e outras dessas desculpinhas fracas. Obviamente ela estava animada com a viagem e não iria querer arrumar briga com os caras para estragar isso, afinal eles estavam tão animados para essa viagem quanto ela. (Eu sabia que eles estavam bem mais animados) Por isso eu não falei nada, não queria que ela viajasse com esses marmanjos com raiva de mim. Mas o que posso dizer é que essa viagem não vai ser tão agradável quanto eles esperavam…

Minha Esposa Gostosa e os amigos do Trabalho – 2

Este é um relato completamente fictício. Agradeço de novo. Vim aqui apresentar a continuação do meu relato. Antes de começar, devo dizer que recebi alguns comentários em relação à minha conduta, criticando (normalmente imaginei que isso aconteceria). Pra vocês, é uma coisa ver a história por dentro é outra, viver é bem diferente, por isso tomei as atitudes que tomei. Finalmente, vamos prosseguir com o relato. Algumas semanas se passaram depois do churrasco na casa de Pedro. Emily passou a frequentar uma academia e se sentiu ainda mais agradável, como se fosse possível. Ela também começou a trabalhar mais, o nosso sexo ficou um pouco mais raro. Passamos de transar quase todos os dias para apenas uma ou duas vezes por semana, mas sempre que acontecia era uma delícia, tínhamos uma química que sempre explodia na cama. Emily afirmou que o churrasco não afetou sua relação profissional, na verdade, ela afirmou que o churrasco apenas contribuiu para a união de todos, o que a tornou mais popular e conectada com sua equipe. À medida que os dias passavam, ela se encantava com seu trabalho, sempre elogiando Pedro, Alan e Felipe. Ela os considerava como irmãos mais velhos, mas no fundo sabia que eles não a enxergavam da mesma maneira. Ela conversava frequentemente com eles pelo WhatsApp. Eles criaram um grupo de trabalho no qual trocavam mensagens, e era evidente que as imagens do churrasco apareciam frequentemente. Apesar de Emily ter pedido para que a foto fosse removida, o que todos haviam prometido fazer, eu sabia que era mentira. Um tema recorrente era quando seria o próximo churrasco, o que sempre estranhei, pois o último tinha sido uma comemoração e agora não havia motivo para comemorar, mas, felizmente, minha esposa sempre recusou, pois estava sempre ocupada com o trabalho. Com o decorrer do tempo, percebi que Emily estava protegida das investidas dos seus novos amigos. Contudo, é evidente que minha paz chegaria em breve. Um dia Emily veio até mim animada, ela recebeu um convite para a comemoração de 10 anos da companhia. Ela sorria de orelha a orelha, achou incrível ter entrado nesse ano e estava animada para ir. A festa seria uma cerimônia particular dentro da organização, e era muito chique, por isso os funcionários tinham que comparecer com trajes de gala. Fiquei um pouco apreensivo, mas ver a alegria nos olhos de Emily derretia meu coração. Disse a ela que iria comprar um terno ou um smoking para ir, mas o que ela disse me fez sumir. “É só para os funcionários da organização!” Nesse momento, suei frio. Minha esposa iria ficar horas sozinha com aqueles caras que praticamente comeram ela com os olhos no último churrasco? Não suportava aquilo. Tentei insistir e pedir para ir, mas ela disse que não podia, que era contra as regras e que não queria causar confusão no lugar onde ela amava trabalhar. É evidente que pedir para ela não comparecer não estava em consideração. Emily notou minha preocupação e me tranquilizou, dizendo que não havia motivo para preocupação, que o trabalho seria apenas na empresa e que, assim que o expediente terminasse, ele viria correndo para casa para uma noite quente comigo. Ela disse isso me beijando e colocando a mão no meu pau. Claro que concordei, mas ela tinha que dizer algo no final para me deixar apreensivo: Se acontecer algo, os rapazes tomarão conta de mim. Eu conheço a minha esposa, e sei que ela falou isso na mais pura inocência, mas a ideia daqueles marmanjos “cuidando” da minha esposa me deu até ânsia de vômito. A noite chegou e Emily estava o mais animada possível se arrumando para ir na festa. Por conta da academia, das compras e do trabalho ela não conseguiu comprar uma roupa chique para ir, ela então teve que usar um antigo vestido que ela tinha usado na festa de formatura da faculdade. Era um vestido chique, um Maxi preto com duplo decote arrebitado e costas abertas. Era um pouco curto, e o estilo fazia com que as alças servissem como a parte superior inteira, mas apesar disso não era vulgar, muito pelo contrário, mas também não era exatamente o que se usaria em um local de trabalho. Ela colocou o vestido e estava linda de morrer as fendas da saia mal chegavam a seus quadris e o decote do vestido descia até um pouco abaixo de seus seios e seus cabelos loiros estavam penteados com cachos elegantes. A única coisa que não combinava era seu sutiã. A parte da frente do vestido era decotada e a parte de traz também, mostrando totalmente as costas de Emily, ao mesmo tempo as tiras que seguravam o vestido não eram seguras o suficiente para impedir seus seios de saltarem e eventualmente repetir o mesmo descuido que ela fez no churrasco. Emily brincou um pouco que ela até poderia ir assim e arriscar, afinal não é nada que os caras do trabalho já não tenham visto. Eu fiquei um pouco irritado com a brincadeira, mas não quis reclamar, por que eu sabia que Emily estava só se divertindo. Como eu disse minha esposa pode ser ingênua para algumas coisas, mas ela também pode ser muito inteligente engenhosa para outras. Para resolver o problema do vestido ele trouxe uma solução criativa. Ela comprou pétalas de sutiã, que eram nada mais que pequenos adesivos, no formato de pastéis, que eram grudados nos seios para cobri-los. Eles eram cor de pele, e Emily desceu as alças para coloca-los cuidadosamente em seus mamilos. “Uau” ela falou ‘Eles são mais pegajosos do que eu pensava, é como colocar um band-aid” Parecendo satisfeita Emily se levantou e começou a balançar seus seios para testar os pastéis, ele se seguraram bem e em nenhum momento ameaçaram cair. Depois Emily colocou o vestido e os pasteis ficaram imperceptíveis, quem visse diria que ela estava sem sutiã. Ela então me deu um beijo e pegou um Uber para a empresa. Eu confiava plenamente em Emily,

Minha Esposa Gostosa e os amigos do Trabalho 1

Este é um relato completamente fictício. Saudações a todos! Não uso esse tipo de site, mas precisava de um lugar para conversar e acredito que aqui seja o lugar ideal. Através deste relato, venho compartilhar uma história que ocorreu comigo e minha esposa há alguns anos, e que alterou nossas vidas para sempre. Antes de iniciar, é importante informar que tudo o que estou relatando é a mais absoluta veracidade e que todos os nomes, lugares e profissões foram modificados para proteger minha identidade, minha esposa e todos os envolvidos. Pois bem, minha trajetória começou quando eu, Carlos, e minha esposa, Emily, acabamos de nos mudar. Emily trabalhava em uma companhia de vendas, mas o ambiente era ruim e a deixava muito estressada, então resolvemos nos mudar logo que ela conseguiu um emprego em outra. Não vou dizer o nome dela, mas podem acreditar que vocês conhecem. Enfim, o emprego foi quase um presente para Emily. Ela se encantou com tudo, com o lugar, com as pessoas. Para ela, era como um sonho realizado, mas para mim acabou se tornando um pesadelo. Entendam, não sou o tipo de um corno clássico. Tenho uma boa aparência, com 1,87 de altura, um corpo atlético e um pênis de 19 centímetros. Por isso, nunca achei que poderia ser traído, sobretudo por homens mais bonitos que eu. Emily, minha esposa, tinha um corpo maravilhoso, tinha 25 anos na época, era loira, tinha um corpo gostoso e cheio de curvas. Tinha pele clarinha, um par de seios perfeitos e mamilos rosados que, só de pensar, me davam água na boca. Além disso, tinha um belo par de coxas e uma bunda escultural. O sexo era incrível e eu tinha plena convicção de que ela me amava. Talvez esse tenha sido o meu maior erro. Enfim, depois da mudança e do novo emprego de Emily, nossa vida parecia perfeita. Nós ganhamos bem, tínhamos relações sexuais frequentes, tínhamos momentos divertidos e Emily parecia estar realmente feliz, assim como eu. E assim é por muito tempo. No entanto, as circunstâncias começaram gradualmente a mudar. Tudo isso começou alguns meses depois de ela ter começado a trabalhar na empresa. Emily estava sorrindo sobre uma grande venda que havia realizado e sobre como seus colegas de trabalho a parabenizaram. Ela disse que todos os presentes a aplaudiram e de como Pedro foi maravilhoso. Era a primeira vez que ela falava sobre sua equipe, que eu achava bem diferente, composta por homens e mulheres. Mas ela me surpreendeu ao dizer que era a única mulher no seu setor. Senti um pouco de desconforto, mas não era nada absurdo, especialmente considerando a felicidade de Emily. O trabalho anterior dela era horrível e todas as pessoas passavam a perna umas nas outras. Então, ela sempre sorria, contando como seus novos colegas eram gentis e sempre a tratavam bem, a ajudando e apoiando. Imaginei que o principal motivo para tanta “gentileza” era o fato de Emily ser a única mulher que estava lá, ela ainda era uma puta de uma gostosa, mas preferi não comentar para não estragar a alegria de Emily. Afinal, não havia acontecido nada de errado. Pelo menos até o presente momento. Para celebrar a expressiva venda de Emily, a equipe da empresa organizou um churrasco com todos na residência de Pedro. Esta casa era grande, com piscina e tudo mais. Emily, que nunca teve uma boa relação com os colegas de trabalho, aceitou na hora, e eu, é claro, fui com ela. Entendem que minha esposa é uma mulher muito inteligente e capaz. Para os negócios, ela é bastante ingênua, então eu quis ver de perto toda essa “amizade” que estava acontecendo. Como estava quente e iria ter piscina, Emily pegou um biquíni branco antigo, que nunca usava, pois tinha a pele branquinha e quase nunca ia à praia, e o colocou na roupa, usando uma camisa e um shorts por cima. Nós fomos e, quando chegamos à residência de Pedro, fomos recebidos praticamente como suas celebridades. Emily, naturalmente, era a estrela do churrasco. Todos foram extremamente gentis comigo e Emily, embora alguns deles estivessem acompanhados de suas namoradas e esposas. Todos foram extremamente acolhedores e amigáveis, convidando-me para beber, comer uma carninha e conversar sobre futebol. Senti-me mal por ter desconfiado de Emily. Todos aqueles caras eram realmente legais e pareciam se tratar como família, principalmente Pedro, que me acolheu quase como irmão mesmo sem me conhecer direito. Eu estava realmente tranquilo e minhas dúvidas não eram mais relevantes. Entretanto, algo ocorreu. Emily, que estava com seu biquíni, estava tirando sua camisa e a puxando pela cabeça, quando, sem perceber, acabou tirando o biquíni e revelando a parte de baixo de seus seios. Sem perceber, ela forçou mais e ao tirar a camisa, ela abriu um pouco de seu seio para exibir para todos na festa seu belo e rosado mamilo esquerdo. Ela parecia sexy naquela posição, enquanto eu fiquei chocado ao avistar. Seus colegas de trabalho estavam completamente embasbacados, com um olhar vidrado, sem desprender os olhos nem um segundo da incrível visão que estavam tendo. Nesse ponto, só poderei dizer: Amor, olá. Abra o seu coração! Emily olhou para mim, olhou para baixo e, finalmente, percebeu que um dos seus seios estava fora. Ela exibia uma expressão autêntica de surpresa em seu rosto. Emily então baixou os braços para cobrir o peito e se inclinou para frente, com vergonha. Ela rapidamente tirou o biquíni para se cobrir enquanto corria de vergonha. Ela se desculpou, completamente envergonhada. Seus erros não duraram mais que alguns segundos, mas pareceu ter durado bem mais tempo, tanto para mim quanto para os outros. Parecia que algo havia despertado neles, como se finalmente percebessem o quão gostosa era minha esposa. Caso tenham visto minha esposa apenas como uma amiga, isso claramente mudou. O churrasco prosseguiu e, aos poucos, as pessoas se esqueceram do que havia acontecido. Emily, depois de algumas cervejas, estava bem mais alegre de novo e já não tinha mais

Dando Para Três Moleques Novinhos

Olá, amores, está tudo bem com vocês? Hoje vou relatar uma experiência sexual que tive com três homens, ou melhor, três garotos, que deixei que abusassem de mim. Antes de iniciar, gostaria de informar que o conto é extenso, como é do conhecimento de todos. Gosto de detalhes e pensei em dividir em duas partes, mas vou finalizar tudo de uma vez só. Isso ocorreu há algum tempo. Tenho uma irmã chamada Helena, mas a chamo de Helen. Se, mais para frente, eu a chamar de Helen ou He, será a mesma pessoa. Não se assustem. Sou muito adepta da leitura, gosto de, antes de dormir, folhear um livro, mesmo que seja apenas uma ou duas páginas. Esse é um hábito que tenho desde criança e não consigo ficar sem. Num certo dia, chegou-me o livro famoso, cinquenta tons de cinza, gente do céu. Adorei. Fiquei viciada no livro. Li-o depressa e procurei saber mais sobre os outros. Logo comprei os outros. Eu, que sou um pouco taradinha, como vocês sabem, fiquei daquela forma. Enviei os livros para Helen, que gostou. Ela disse que ela e Eduardo, seu marido, leram juntos e que o livro pegou as ideias que ela tinha. Essa era a intenção. Minha irmã e eu compartilhamos quase tudo, uma coisa ou outra que eu escondo, ou pelo menos escondia, até que eu pudesse contar para vocês o que aconteceu depois. Há cerca de três ou quatro anos, vi o lançamento do filme. Gostaria de assistir. Convidei o meu marido para assistirmos. Enviei o livro para ele ler antes de assistir ao filme. Ele ficou interessado, apesar de ter ainda não ter lido o livro, mas disse que gostou do que havia lido até então. Helen ficou com vontade de ir, mas o Edu não era muito chegado ao cinema. Então, compramos apenas três ingressos para o dia. É claro que iríamos na estréia. Fiquei ansiosa durante toda a semana. Iríamos ao shopping no centro de Belo Horizonte, pegaríamos a Helen na casa dela. Acontece que, dois dias antes, meu marido desistiu de ir. Tivemos um desentendimento por pouco tempo. Ele disse que não iria mais, inventou que isso era um filme de mulher. Algum amigo deve ter dito algo do tipo para ele, para que ele não desistir assim de repente. Fiquei irritada, mas deixei passar. Não rendi muito, até porque minha irmã iria comigo. Um dia antes, com raiva, liguei para um amigo que, de vez em quando, nos encontrava e ficamos juntos até a noite. Ele estava tão acesa que não conseguiu apagar o meu povo. Foi gostoso, mas a vontade de sexo não diminuiu, pelo contrário, só aumentou. No dia seguinte, fiz o mesmo que o meu marido faria. Passei na casa da Helen e a peguei. Chegámos um pouco mais cedo para comprar o que comer antes, uma vez que naquela época, em cinema, era comum comer pipoca. Além disso, compramos alguns salgadinhos, uma garrafinha de refrigerante e demos uma voltinha no shopping, para não parecermos duas mulheres apavoradas, sendo as primeiras da fila. Compramos uma casquinha de sorvete e conversamos sobre o que esperávamos do filme. Após um tempo, subimos para o último andar, que era o do cinema. Noteimos que a fila estava aumentando e, por isso, decidimos entrar nela. Havia comprado duas cadeiras no meio da sala, mas num canto. Helen sentou-se na última cadeira do canto e eu ao meu lado. Ao meu lado, sentaram-se três rapazes e uma menina. Percebi que estavam juntos, mas percebi que eles estavam se divertindo, dizendo que vieram para tomar conta dela, pois ela estava necessitada, essas coisas típicas de adolescentes. A maioria das mulheres presentes na sala, na verdade, era composta por mulheres. Havia um ou outro homem que trouxe a namorada, mas cerca de 80% era composta por mulheres. O início do filme parecia promissor, mas não foi exatamente o que eu esperava. Tive uma expectativa muito elevada e, por isso, tive uma experiência decepcionante. Não foi ruim, mas esperava algo mais. Helen e eu sempre conversamos sobre as cenas que aconteciam no filme. Às vezes, as mulheres ficavam excitadas com uma cena mais picante. É claro que eu também entrava no clima. Já que já estava pegando fogo na noite anterior, fiquei ainda mais excitada. Após uma cena em que todos estavam em pânico, o rapaz ao meu lado começou a puxar conversa comigo e comentou sobre a diferença entre o filme e o livro. A partir daí, começou-se a conversar sobre a diferença entre o filme e o livro. Percebi, então, que ele também já havia lido e tinha a mesma opinião que eu em relação ao filme. Em determinado momento, ele disse-me: “O filme não é tão bom quanto o livro, mas é um espetáculo”. Eu, que já estava no ponto, respondi: “O filme tem cenas maravilhosas”. Não tenho certeza se sou a única pessoa que é extremamente tara ou se são todos os homens que são dessa natureza, mas parece-me que essas características me perseguem em lugares e pessoas que eu não esperava, o que acaba acontecendo. Podem pensar que isso é mentira minha, mas não é. Não sei o motivo. Talvez eu tenha dito algo sem perceber ou se ele era apenas um rapaz mais jovem. Mas quando ele chegou mais perto de mim, disse assim. É verdade. No entanto, para mim, que sou solteiro, é extremamente frustrante assistir a esses filmes no cinema, pois desperta uma vontade imensa. Já para a senhora, que é casada, isso é mais fácil. Nisso a minha irmã me cutucou e perguntou, o que esse menino tá falando com você aí baixinho ? Eu olhei pra ela e pedir pra ela esperar que eu ia contar. Eu fui e voltei a cabeça pro lado dele, acho que ele entendeu que era pra continuar, e eu realmente queria saber o que ele tinha para falar. Ele continuou, como eu falei, pra quem é casado é mais fácil depois de

O Garçom Haitiano me Comeu

Olá, meus amados, tudo bem com vocês? Espero que sim. Hoje, vou relatar uma experiência que tive no ano passado, quando um rapaz começou a trabalhar no restaurante onde eu almoço. Antes de mais nada, vou explicar o motivo pelo qual muitas pessoas me questionam em relação ao meu casamento, o motivo pelo qual não me separo do meu marido. Como já disse em outros contos, a nossa relação é bastante boa, com exceção da parte sexual. De resto, não tenho o que reclamar, mas também não consigo ficar sem sexo. Uma vez, tivemos uma discussão sobre o divórcio, mas ele não concordou, então isso provavelmente não acontecerá. Retomando o conto, antes de iniciar o relacionamento com os meus motoboys, tive uma breve experiência amorosa com um funcionário de um restaurante em que almoçava todos os dias. Sempre comia no mesmo local. Não vou dizer onde fica, pois o cara ainda trabalha lá e isso poderia me causar problemas. Mas é um local muito agradável, com uma boa comida e não estava cheio. Não gosto de lugares muito lotados, gosto de sentar e almoçar em paz. Cheguei a almoçar quase sempre quando o restaurante estava se esvaziando, portanto, sempre havia um garçom ou balconista sentado para almoçar. O sistema é de atendimento individualizado. Sempre estava sentado e alguém perguntava o que eu queria para beber. Sempre escolhia um suco natural diferente e era sempre servido pelos mesmos garçons. Um dia, surgiu um outro indivíduo que eu ainda não conhecia. Ele era negro, não muito alto, aparentando ter 1,78m. Foi quando ele chegou e perguntou-me uma coisa. Não entendi direito. Percebi que ele não era brasileiro. Pediu desculpas e falou devagar. Dessa forma, entendi o que eu queria. O atendimento foi bastante engraçado, pois ele demorou para compreender e eu tive que ficar tentando explicar-lhe o que queria beber. Ele era bastante simpático, tinha um sorriso bonito, uma boca carnuda e era forte. No entanto, havia um outro garçom que costumava me atender na mesa ao lado almoçando. Ele ouvi a nossa conversa e explicou-me. De acordo com o que ouvimos, era o primeiro dia de trabalho do outro. Ele disse que era do Haitiano e seu nome era Joseph. Sugere que, provavelmente, haveria um outro funcionário que entraria no próximo mês, mas, antes disso, a dona do restaurante realizaria um teste com este. Ele chegou logo em seguida trazendo o meu suco. Agradeci e desejei-lhe boa sorte no emprego. Acredito que ele compreendeu o motivo pelo qual agradeceu. Nos dias seguintes, ou era ele quem me atendia ou estava ali almoçando. Aos poucos, conseguimos nos comunicar. Como sou bastante curiosa, fiquei sabendo bastante sobre sua vida. Ele chegou há pouco tempo. Tinha uma filha no seu país e uma namorada, que provavelmente tentaria trazer para cá. Ele trabalhava na construção civil, mas o salário não era muito bom. O seu irmão veio primeiro e, agora, ele conseguiu vir. Ele havia chegado há pouco tempo. Com o decorrer do tempo, ele foi se familiarizando rapidamente com a nossa língua. É claro que tinha um sotaque forte, mas agora eu conseguia compreender perfeitamente. Ele sempre me perguntava sobre a sua vida e a sua família. Sua filha tinha 2 anos quando me mostrou uma imagem dela pelo celular. Era uma graça. Sua namorada também era bonita, uma negra com um bocão muito bonito, um pouco gordinha, mas que era realmente bonita. Eles formavam um casal encantador. Perguntei-lhe se seria de grande valia a pena ficar sem sua filha e namorada. Ele respondeu que sim, mas que sentia ainda mais falta da filha, uma vez que era muito “junta” com ele. Perguntei-lhe se a namorada também não seria de grande utilidade, certo? Ele disse que faria, sim, mas fazer o que. Acredito que, até este exato momento, eu não havia conversado com ele com intenções escusas, apenas por curiosidades. Nunca tinha conhecido ninguém do Haitiano. Contudo, após essa conversa, comecei a pensar que um negro como ele, sozinho aqui, sem namorada, sem namorada, não era capaz nem de ser safado, pelo contrário, era safado. A partir daí, fiquei pensando: será que os haitianos também têm pegada semelhante à maioria dos negros que eu conheci aqui no Brasil? Essas ideias sempre estavam na minha mente. Aos poucos, fui me perguntando se ele não sentia falta de uma mulher por perto. Ele, com sua timidez, dizia que sentia, mas que não podia fazer nada, apenas esperar o dia em que elas viriam. Como tenho uma amiga que possui um buffet, perguntei a ela se seria possível oferecer uma vaga no final de semana para um garçom do restaurante onde eu frequentava. Expliquei a história e ela concordou de imediato. No dia seguinte eu conversei com ele, perguntei se ele tinha interesse, ele me falou que é claro que iria aceitar, que assim conseguiria um dinheiro extra, que não sabia como me agradecer por isso, é claro que eu sabia como ele iria me agradecer rss, mas só pedi ele seu telefone para “passar pra ela”. Mais a noite, depois que eu saí do depósito, eu mandei mensagem pra ele, e falei que até o final de semana ela mandaria mensagem confirmando tudo. Ele voltou a me agradecer, dizendo que eu era uma mulher muito bonita. Ele disse que não tinha palavras para agradecer. Apenas falei, pode deixar que eu iria “cobrar” dele e ri. Ele disse, pode cobrar sim, farei o que a senhora solicitar. Isso me ajudou bastante. No dia seguinte ele não me atendeu e nem almoçou perto de mim, eu estranhei e perguntei ao outro que me atendeu, me disse que ele tinha faltado, mas não sabia o porquê. A noite ele voltou a me mandar mensagem, dizendo que já estava tudo combinado sobre o final de semana, e que o dinheiro era ótimo, e voltou a falar sobre não saber o que fazer, eu brinquei, já que você não sabe, eu aceito uma cervejinha qualquer dia desses, faz um bom

Meu Afilhado me Comeu nas Férias em Família

Olá, meus amados. Como vão vocês? Espero que sim, amores. Hoje vou contar para vocês uma história que ocorreu no final do ano, quando saímos de férias. Viajamos eu e meu marido. Tanto os filhos mais novos quanto os mais jovens já estão casados. Apenas o meu mais jovem de 19 anos viajou com a gente. Sempre nos dirigimos para o Nordeste e o Nordeste durante as férias, mas desta vez, fomos para o Tauá resort em Araxá. Alguns de vocês devem ter ouvido falar sobre isso. É um paraíso, perfeito. Há anos eu queria ir lá, mas meu marido só me enrolava, mas dessa vez, surpreendi-me e fomos para lá. Mas, dessa vez, não fomos sozinhos. Foram mais dois casais de amigos. O filho deles, de 20 anos, se chama Júlio. Ele é muito amigo do meu filho. Eles trabalham juntos em uma loja de motos, que meu marido e o pai dele, Pedro, abriram quando eram maiores. Eles sempre gostaram de motos, sempre andaram, então os colocamos em cursos para aprender a arrumar, montar, essas coisas que não entendo bem. Os nomes dos dois casais são Pedro e Maria, pais do Júlio, e Gustavo e Cintia, que são nossos amigos há anos. Uma coisa que esqueci de mencionar é que meu marido e eu somos padrinhos de batismo do Júlio. Conhecemos-no desde o início. Ele cresceu brincando com o Lucas em casa. Além disso, fomos a diversos aniversários dele e viagens juntos quando eram mais jovens. Ou ele ia com a gente ou o Lucas ia com eles. Sempre fomos muito próximos. No entanto, ficaríamos uma semana no local. Reservamos quatro quartos, sendo três para nós, casais, e dois para os meninos. Isso é típico de jovens que desejam ficar sozinhos. Insistimos que havia suítes com dois quartos, mas eles se recusaram a ficar com os pais nos quartos, dizendo que dariam privacidade para nós, mesmo sabendo que o pai já não nos amas. É certo que o casal deve ser amigo, mas não na cama, é claro. O local foi extremamente propício para a prática de esportes, especialmente tênis. Havia um parque, piscinas e lagoas. Fiquei na piscina emanatória para relaxamento corporal, além de trilhas. Além disso, havia diversos espaços gastronômicos excelentes. Aproveitei ao máximo tudo aquilo. Foi uma semana maravilhosa, superior a muitas praias. Em primeiro lugar, vamos ao que aconteceu. Às vezes, tínhamos encontros de casal, mas, na maioria das vezes, os homens ficavam juntos, bebendo e as mulheres também, conversando e aproveitando. Às vezes, os meninos também apareciam para ficar por perto. Logo na primeira noite, Lucas disse-me que Júlio havia encontrado duas garotas e que iria sair à noite com elas. Isso é coisa de jovens, certo? Não me importei muito, até porque já era de maior idade. Apenas falei para ter cautela e se cuidar. Ele fez aquela cara de aí vem minha mãe A noite chegou e pensei que poderia acontecer algo com meu marido, por impulso. Antes da viagem, comprei uma camisinha branca, de seda, para que, quem sabe, possa acontecer algo, já que viagens sempre animam as pessoas. Já mencionei em contos anteriores que, no ano passado, comecei a praticar caminhadas e frequentar academia. Nunca tive a intenção de me tornar magra ou nada do tipo. Tenho um corpo adequado para a idade, no alto dos meus 46 anos e mãe de três filhos. No entanto, consegui emagrecer e perder um pouco da barriga. Atualmente, não tenho quase nenhuma gordura abdominal, com 96cm de bunda e seios médios. Já pensei em colocar silicone, mas acredito que, por enquanto, não será necessário. Gosto de me olhar no espelho A noite chegou e meu marido foi tomar o banho primeiro. Não demorou muito e ele saiu. Eu fui para o banheiro para tomar o meu banho e passei cremes para ficar bem cheirosa. Não sei o que acontece, mas essas viagens mexem com a gente. Ficamos mais excitadas e dispostas a aventuras. Mais cedo, conversamos entre nós mulheres, e as três estávamos doidas para chegar a noite logo. Coloquei a minha camisolinha, bem decotada e transparente. Quando saí do banheiro, meu marido já estava lá. Fui trocar de roupa e deitei-me na mesma hora, mas quase não dormi, de tão irritada que fiquei. No dia seguinte, levantei-me cedo, comprei um biquíni e, por cima, aquelas “saídas de praia”, e fui tomar um café. Em seguida, iria para a beira da piscina tomar sol para relaxar. Sinceramente, não fazia mais questão de transar com o meu marido, mas no dia anterior fiquei muito revoltada, pois era o dia ideal para, pelo menos, uma vez, mas, pelo que parece, ele não Eu estava bem pensativa na beira da piscina deitada na cadeira, de óculos escuro, mas ainda de saída de praia fechada, nem lembrei de abrir para pegar sol, mas como eu disse, estava bem destraida, nem vi quando o Júlio chegou, ele estava nadando na piscina, quando vi estava parado do meu lado, todo molhado, fazia muito tempo que eu não ia no clube com ele, a última vez ainda era bem novo, e pela primeira vez, eu vi ele já homem, e que homem, aquele corpo novinho, ele era esses morenos cor de jambo, deveria ter seus quase 1,90, corpo todo malhado, eu nunca liguei pra corpo, nunca mesmo, isso pra mim não faz diferença, mas não sei se pelo que eu passei a noite, a raiva e o tesão retraído que eu estava, eu não sei o que me deu, mas eu não desfarçei quando ele chegou eu e me comprimentou, eu tirei o óculos e o olhei de cima abaixo, o comi com os olhos, eu nao sei se ele percebeu na hora, mas logo falou, não vai tirar essa roupa não madrinha, tá calor já essa hora da manhã, eu concordei e falei que estava só relaxando, mas só abri a saída e ele sentou do meu lado. Começamos a conversar e ele disse que a madrinha,

Fui Chantageada, Meus Dois Motoboys Me Comeram

Olá, amores, está tudo bem com vocês? Hoje vou prosseguir com a história que vem ocorrendo no meu depósito, onde guardo os meus produtos, e tenho dois funcionários motoboys, Cláudio e Hudson. Se ainda não leu as outras, entre na minha lista e comece pelo “meu motoboy negão – 1”. São três antes deste, então vamos aos fatos. Hudson estava agitando as coisas com Hudson. Sempre que havia uma oportunidade, transavamos em depósitos, escritórios, banheiros e, às vezes, até mesmo no chão liso. Às vezes, conseguiamos, às vezes, até duas vezes ao dia, matar o desejo. Passamos uns dois meses em sigilo, apenas curtindo, até que, no dia do pagamento, aconteceu uma coisa que eu não esperava. Devido ao nosso relacionamento, eu pagava Cláudio primeiro, para aproveitar com Hudson depois. No entanto, nesse dia, tive que pagar Hudson primeiro, pois ele tinha outras tarefas para fazer e não poderia ficar comigo. Fiquei triste, mas concordei, até porque não me envolvo a ponto de proibir alguém de fazer algo. No momento em que o Cláudio chegou ao escritório, houve uma breve conversa sobre o serviço, uma vez que as vendas estavam aumentando, o que era benéfico para mim e para Hudson, etc., e, na hora de ir embora, ele disse: “Se para mim, trabalhar aqui já é satisfatório, imagine para Hudson, que, além de ganhar mais dinheiro, ainda ganha mais coisas”. Fiquei surpreso, mas perguntei: “Como assim? Não entendi, ele continuou, uai se pra mim tá bom, pra ele tá ótimo, além do serviço bom e dinheiro, ainda tem você, pela primeira vez ele não me chamou de senhora, só pelo tom de voz e a cara de sacanagem que ele fez, deu pra entender o que ele queria comigo, mas é claro que eu neguei tudo, falei que não sabia do que ele estava falando, como ele poderia falar assim comigo, mas ele continuou, não esquenta que ele não me contou nada, eu quem vi, na semana passada, quando fui fazer uma entrega e tive que voltar, porque tinha ido no banheiro, e esqueci o celular mais a carteira em cima da mesa, não entrei de moto, não a abri o portão que faz barulho, entrei pelo social, e vi vocês dois no sofá pela janela, e isso porque são casados em, imagina se alguém fica sabendo. Não sabia o que dizer, não conseguia pronunciar uma única palavra. Fiquei sem saber o que dizer, mas ele foi saindo e disse-me: não se esqueça, ainda vai acontecer muita coisa boa. E saiu. No dia seguinte, contei para Hudson, que ficou surpreso, mas disse que, na hora do almoço, conversaria com ele. Fiquei angustiada, não conseguia me concentrar adequadamente. Gostaria de saber o que havia acontecido. Pouco depois do almoço, Hudson voltou. Disse que conversou comigo, que até uma fotografia havia tirado e que não enviaria para ninguém. Disse que chegaram a ter um princípio de discussão, mas que a entrega não iria levar a lugar nenhum, que temos problemas no casamento e que Hudson não tinha nada a ver com isso. No entanto, disse que não tinha intenções escusas, prometendo até apagar a imagem, mas também teria que participar, pelo menos uma vez. Fiquei muito nervosa, pois, a não ser naquela ocasião em que fiquei com o irmão do Gabriel, meio que sem ter conhecimento, nunca havia sido chacoteada. Não é o que eu gosto, pois sou eu quem escolhe com quem fico, e não o oposto. Mas isso poderia acabar com meu casamento e, até mesmo, com minha vida, caso uma imagem fosse divulgada, uma vez que sou mãe, filha e uma mulher muito correta para os olhos de quem me cerca. Inicialmente, disse que não concordaria. Nos dias seguintes, não conseguia mais ficar com Hudson. Foi então que recebi uma mensagem no celular. Você tem certeza de que não quer? A sequência da imagem, seguida de uma mensagem, é apenas uma vez. Tenho plena certeza de que você se surpreenderá. Não conseguia responder. Apaguei a imagem no mesmo instante, mas, depois de um tempo pensando, respondi. Posso pensar mais um pouco? Ele mandou-me mais dois dias. Quero saber a resposta, por mensagem ou pessoalmente, você pode escolher. Hudson conversou comigo e disse que não iria aceitar isso, que tentaria pegar o celular do Cláudio, pois seria sacanagem fazer isso comigo, e que não aceitaria me dividir dessa forma. Fiquei na onda dele e deixei-o tentar. Na sexta-feira à tarde, recebi uma mensagem. Vocês armaram uma armadilha contra mim. Agora, não posso aceitar o não como resposta. Gostaria que você fizesse o possível para me encontrar, com ou sem o seu amante, e me enviasse um endereço. Aproveitei a oportunidade para elaborar um plano insignificante, que não deu certo. Era óbvio que falharia, mas não estava preparado para isso. Mandei uma mensagem para Hudson, que nem dormi direito naquela noite. Passamos um bom tempo conversando. Ele disse que iria comigo, pois também tinha culpa. Concordei com ele. Contei-lhe que, alguns anos atrás, tive um caso com uma pessoa e ela me tinha amarrado, vendado e trazido o seu irmão, o que foi o mais próximo de uma chantagem que já havia sofrido. Ele então teve uma ideia. Mas, se ainda não tiveram a oportunidade de ler este caso e ainda não o fizeram, entrem na minha lista de primeiros contos. Ele disse-me para fazer o mesmo, com uma venda nos olhos. Não queria concordar, mas aceitei. Fui ao local e fiz o mesmo que fiz quando saí com o Gabriel. Mandei uma mensagem para Cláudio no sábado à tarde. Ele havia agendado um motel muito conhecido na BR040. Pedi para que pagasse e entrasse no banheiro, pois precisava me “preparar”. Dessa forma, fizemos o trajeto de carro com o Hudson. Aguardamos um pouco antes do motel para que ele ligasse avisando que havia chegado e reservado o quarto. Esperei por alguns minutos e entrei. Hudson havia dito que iria buscar as coisas para mim, para que eu não me

O Motoboy Negão – 3

Agradeço imensamente pelos comentários, o que me estimula ainda mais a escrever, mas desta vez não vou me alongar, vou direto ao ponto. Após a conversa com ele, naquele dia, um pouco mais tarde, ele voltou e, após um tempo, foi direto ao ponto e disse, sobre o que a senhora havia dito, que não me deu nem tempo de responder. Eu disse: “Você pensou demais”, achei que não tinha nada a dizer. Ele disse, é claro que tenho. Perguntei o que, ele respondeu. Não sou de falar muito, gosto de mostrar e fazer. Não disse nada, apenas sorri, até porque já estava tarde. Como eu disse no conto anterior, os motoboys entregavam apenas os pedidos em BH e região próximas. Os de fora, eu ia de carro até o correio e fazia as entregas. Como já estava quase chegando a minha hora de sair, não rendi, apenas sorri e deixei ele com a pulga atrás da orelha, se eu estava ou não interessada. No dia seguinte, logo após o almoço, ele pediu para que eu dissesse, olha, aquilo que a senhora me disse ontem não saiu da minha cabeça. Eu falei, mas não disse nada, apenas perguntei o que era e você não quis me dizer. Dei um sorriso safado. Adoro ficar nesse joguinho, plantar a semente e, depois, fingir de desentendida. A maioria das mulheres gosta de fazer isso, só para ver os homens correndo atrás de nós, querendo a todo custo. Sei que fui eu quem fez isso. Estávamos na sala onde estão a maioria dos produtos. Ele foi se aproximando de mim. Eu fingi que não estava compreendendo, mas ele prosseguiu a repetir. Respondi que sou capaz de fazer e não de falar. Fui e perguntei novamente: mas fazer o que? Não estou conseguindo compreender o que ele disse. Vou mostrar-lhe. O negro se aproximou de mim, passou uma mão no meu pescoço, por baixo do meu cabelo. A outra mão foi para a cintura e, deslizando até as costas, me puxou. Colocou o meu corpo no dele e me beijou com uma pegada bem gostosa. Adoro quando um homem me abraça desse jeito, mostrando para que veio, que é Homem com H maiúsculo. Ele foi encostando-me na parede sem parar de me beijar. Eu engolia sua língua, uma língua gostosa e grossa de macho dominador. Ele foi descendo as duas mãos na minha bunda. Primeiro, apertou por cima do meu vestido. Depois, apertou ainda mais a bunda, levantando o meu vestido e apertando com força a minha bunda. Adoro isso, fico molhadinha só com uma boa apertada na bunda. Ele foi descendo até o meu pescoço, quase engolindo-me. A vontade de beijar a senhora era tanta que tive que dizer, vai com calma. Sou casada, não posso chegar em casa com marcas no pescoço. Ele disse, mas você é muito gostosa. Nunca imaginei que isso pudesse acontecer. Passei a noite toda pensando na senhora, morrendo de vontade. Aproveitei e falei, está esperando o que para matar essa vontade toda? Ele desceu as mãos na minha coxa e me levantou. Fiquei do tamanho dele, beijando-o com mais vontade. Dessa vez, foi ele quem devorou minha língua. Acho que isso despertou ainda mais o meu desejo. Ele me levantou ainda mais. Adoro quando um homem tem a força necessária para me levantar, como se eu não tivesse nenhum peso. Fico completamente entregue a um homem assim. Ele beijou-me com os seios na direção da sua boca. Ele me beijou com vontade, chupou-me com vontade e chupou-me em seguida. O Cláudio poderia chegar a qualquer momento para buscar mais produtos, e eu estava ansiosa para sentir aquele negro dentro de mim. Pedi que ele me devorasse com uma mordida na orelha. Ele pegou-me no colo e me colocou em um sofá que havia no canto. Ele não me colocou no sofá, apenas disse: “Está se comportando como uma puta, então vou te tratar da maneira que você merece”. Não queria chupar o seu pau ou ser chupada dessa vez. Não queria preliminares, apenas queria ser fudida com força. Ele retirou a camisinha da carteira e disse: comprei hoje antes de vir para cá. Tinha a certeza de que iria comer essa buceta branquinha hoje. Abriu e encapau o seu pau, enquanto eu tirava a minha calcinha. Quando vi aquela rola preta na minha frente, não era tão grande quanto eu já havia experimentado, devia ter uns 18cm, mas era bem grossa. Digo-lhes que, às vezes, a rola nem precisa ser muito grande, mas, se o cara souber fazer, é muito mais prazeroso. Ele encaminhou-se em minha direção, beijou minha bucetinha e começou a introduzir o negro negro, pesado e gostoso, dentro de mim. Ele começou a meter devagarinho e me perguntou: “Está gostoso, minha puta?” Tive dificuldade em responder devido ao desejo que estava experimentando. É extremamente prazeroso ter um negro com a piroca toda dentro de mim. Ele foi aumentando o ritmo conforme eu apertava as costas dele. Gosto de cravar minhas unhas à medida que o ritmo aumenta. Isso me deixa excitada. Ele tirava e colocava com vontade em mim. Eu mordia seu ombro enquanto ele metia cada vez mais forte. Peguei sua cabeça e voltei a beijar, beijando e gemendo, chupando sua língua. O seu pau estava muito fundo na minha bucetinha. Ele me levantou sem tirar a rola da minha buceta e sentou-se no sofá. Disse-me que queria você sentando e rebolando no meu pau. Não perdi tempo. Apoiei a minha mão atrás na sua perna e rebolava com força, bem forte. Queria sentir aquela rola grossa me rasgando. Não parava de rebolar e rebolava com ele todo dentro. Rebolava com vontade, mostrava para ele como eu gostava de rola e como sabia tratar bem aquela anaconda preta e grossa.

O Motoboy Negão – 2

Olá, meus amados, muito obrigada pelos comentários. Isso só me incentiva mais a escrever, mas dessa vez não vou ficar enrolando e vou direto ao ponto. Depois do que eu disse para ele, naquele dia, um pouco mais tarde, ele voltou e teve um tempo, foi direto ao assunto e disse, sobre aquilo que a senhora me disse mais cedo. Não tive nem tempo de responder, eu falei, uai você pensou demais, achei que não tinha nada para dizer. Ele disse, é claro que tenho, perguntei o que, ele disse, não sou muito de falar, gosto de mostrar e fazer. Não disse nada, apenas sorriu, até porque já estava tarde. Não disse no conto anterior, os motoboys entregavam somente os pedidos em BH e região mais próxima, os de fora. Eu ia de carro até o correio antes de fechar, e fazia as entregas. Como já estava quase chegando a minha hora de sair, não rendi, apenas sorri e deixei ele com a pulga atrás da orelha. Se eu estava ou não interessada No dia seguinte, logo após o almoço, ele pediu um breve intervalo e disse: “O que a senhora me disse ontem não saiu da minha cabeça”. Eu respondi, mas não disse nada, apenas perguntei o que era e você não quis me explicar. Eu sorri e sorri. Eu adoro brincar desse jogo, plantar a semente e depois fingir desentendida. A maioria das mulheres gosta dessa prática, só para ver os homens correndo atrás de nós. Eu sei que fui eu quem comeu. Enquanto estávamos na sala onde estão os produtos, ele se aproximou de mim e eu fingi que não tinha entendido nada. Ele repetiu a afirmação e eu respondi que eu sou capaz de fazer e não de falar. Eu fui e perguntei novamente, mas fazer o quê? Não estou compreendendo, ele disse, ah é não está? Vou te mostrar como o indivíduo negro se aproximou de mim e colocou uma mão no meu pescoço, por baixo do meu cabelo, e outra na minha cintura, deslizando até minhas costas. Ele me puxou, me colocou em seu corpo e me beijou, um beijo molhado e cheio de desejo. Só por esse beijo, percebi que ele era um homem com H maiúsculo. Ele me acariciou na parede, sem parar de me beijar. Eu adorei sua língua, aquela gostosa e grossa de macho dominador. Ele desceu as duas mãos em direção à minha bunda, primeiro apertando-a por cima do meu vestido, depois descendo ainda mais e apertando ainda mais minha bunda. Eu adoro apertar a bunda com força. Ele foi descendo para o meu pescoço, quase engolindo meu pescoço, tamanha vontade que ele me beijava. Eu tive que falar, vai com calma, sou casada e ele disse, mas você é muito gostosa, nunca imaginei que isso pudesse acontecer. Passei a noite toda pensando na senhora, morrendo de vontade, aproveitei e falei, tá esperando o que pra matar essa vontade toda? Nossa, ele colocou as mãos na minha coxa e me levantou. Fiquei do tamanho dele, boca a boca, e ele me beijou com mais vontade, dessa vez foi ele quem devorou minha língua. Acho que isso despertou ainda mais meu desejo por ele. Ele me levantou ainda mais. Adoro quando um homem tem a força de levantar-me, como se eu não tivesse peso algum. Fico completamente entregue a um homem assim. Com os seios na direção de sua boca, ele chupou-me com vontade, chupando cada um em seguida. Não tínhamos muito tempo disponível, o Cláudio poderia chegar a qualquer momento para buscar mais itens, e eu estava ansiosa para sentir aquele negro dentro de mim. Então eu pedi que ele me devorasse, lambendo sua orelha. Ele pegou-me no colo e me colocou em um sofá que havia no canto. Não me colou, mas me jogou no sofá e disse: “Está se comportando como uma puta, então vou tratar você do jeito que merece”. Eu não queria chupar seu pau ou ser chupada dessa vez, não queria preliminares, só queria ser fudida com força. Ele tirou uma camisinha da carteira e disse, comprei hoje antes de vir aqui. Tinha a certeza de que ia comer essa buceta branquinha hoje. Abriu e foi encapando o seu pau, enquanto isso eu tirava a calcinha. Quando vi aquela rola preta na minha frente, não era grande como eu já tinha provado, devia ter 18cm, mas era bem grossa. E vou confessar para vocês, às vezes a rola nem precisa ser grande, mas, sendo grossa, e o cara souber fazer, é muito mais gostoso. Ele encapou e veio em minha direção. Deu uma molhadinha na minha buceta e foi colocando-a dentro de mim. Foi muito bom, sentir aquele negro, pesado, gostoso, entrando todo dentro de mim. Ele começou metendo devagarinho e me perguntando, tá gostoso, minha puta? Eu mal conseguia responder, tamanho o tesão que estava sentindo. É bom um negro com a piroca toda dentro de mim. Ele foi aumentando o ritmo, eu fui apertando as costas, gosto de cravar as unhas à medida que ele ia aumentando o ritmo, fico doidinha. Ele tirava e colocava com vontade em mim, mordia seu ombro enquanto ele metia com mais força. Peguei sua cabeça e voltei a beijar, beijava e gemia chupando sua língua. Nossa, ia muito fundo seu pau na minha bucetinha. Sem tirar a rola da minha bunda, ele sentou-se no sofá e disse: “Quero você sentando e rebolando no meu pau”. Eu não perdi tempo, apoiei minha mão atrás da sua perna e me sentei com força, bem forte, ansioso por sentir aquela pica grossa me rasgar. Parava de sentar e rebolava com ele todo dentro de mim, demonstrando minha habilidade em tratar aquela anaconda preta e grossa. Ele voltou a chupar meus seios, chupava e mordia, quase que engolia meu peito quase todo, tamanha vontade que ele estava, eu voltei a quicar com força, ele gemia alto, estávamos completamente entregues um ao outro, correndo risco do Cláudio pegar eu sentava