Férias com minha prima – CAP I

Olá, amigos, vou contar a história das férias que alteraram a minha vida…

Sou Gustavo e tenho 26 anos. A história de hoje é de quando tinha apenas 19 anos. Quando terminei o ensino médio, decidi servir no exército. Passei o ano seguinte ao ensino médio apenas treinando e fazendo TG (Tiro de Guerra). No final do ano, meus pais me convidaram para ir à casa da minha avó, que ficava no interior. Quando cheguei à casa da minha avó, houve uma grande festa, com vários primos e primas que eu não via há muito tempo. Minhas tias e tios ficaram impressionados com a minha força e beleza, afinal, eu era o neto mais velho, então, coincidentemente, era o mais forte entre os meus primos.

Após alguns dias, minha prima Karol me convidou para uma festa que iria ter no sítio de uma amiga dela. Como não tinha nada para fazer, aceitei. Era uma oportunidade de sair de casa e, quem sabe, beijar umas meninas. Minha prima tinha 18 anos, recém completados, mas já era uma mulher forte. Tinha um belo par de seios, uma bunda bem redondinha e era bem branquinha. O cabelo dela era bem escuro. O apelido dela na infância era Branca de Neve.

Preparei-me para essa festa, comprei minha melhor roupa e usei o melhor perfume que tinha. Por volta das 22:00, minha prima passou na casa de vó com um colega e me pegou. Fomos para essa festa no interior. Lá, ela me apresentou sua turma: Elias (o amigo gay), Fernanda (um pouco mais nova que minha prima, bem magrinha, mas com uma cara de safada), Raíssa (uma morena, acho que de minha idade), tinha fama de ser bem rodada, tinha uns lábios bem grossos e acho que deveria fazer um Minha prima estava magnífica, vestindo uma roupa de couro preto com uma cola bem colada. Fiquei impressionado com as curvas da minha prima.

Ao chegarmos ao local, fizemos uma aquisição de um combo de bebidas. Como não sou habilidoso com bebidas alcoólicas, fiquei apenas experimentando, devagar, enquanto as meninas e Elias bebiam com vontade, dando grandes goles. Fiquei pensando em como seria a volta para casa, pois, caso Elias estivesse bêbado, seria prejudicial, uma vez que era o motorista. Minha prima sugeriu que eu dançasse, mas ela disse que ensinaria. Após uns três ou quatro minutos de dança, já tinha aprendido a dançar de forma concentrada, sentindo cada centímetro daquele corpo. As amigas delas também me convidaram para dançar e comecei a dançar com elas. A intenção dessa festa era tentar pegar alguém, e eu nunca havia pensado nisso até então.

Minha prima começou a se sentir enjoada e solicitou que eu a acompanhasse no carro para que ela pudesse se deitar um pouco. Eu fui com ela, pois não podia deixá-la sozinha. Quando chegamos ao carro, ela perguntou:

– Primo, o que achou da festa?

– Está bem, prima. Há diversas pessoas bonitas. – respondi.

– Você está interessado em alguma amiga minha? – ela me olhou nos olhos e ficou esperando uma resposta.

– Sabe prima, todas as mulheres são bonitas e sensuais, mas não me interessei por nenhuma delas em particular. – respondi sem ter certeza do que iria responder, pois queria saber o que ela tinha em mente.

– Primo, você acha a mim bonita?

– Concordo, uma vez que, dentre suas amigas, você é a mais bela.

– Certo, primo? – Naquele exato momento, seus olhos brilharam intensamente.

– Concordo, se não formos primos…

– Que é isso, primo? Por gentileza, informe-me.

– Deixe isso para depois, é melhor que permaneça em silêncio.

– Obrigado, primo. Ficaremos apenas entre nós.

– Eu te beijaria – disse com receio da reação dela, uma vez que não a conhecia de fato, tendo visto-a apenas umas 3 ou 4 vezes ao longo da minha vida.

– Enxague.

Imediatamente após a sua declaração, iniciamos um beijo intenso, apaixonado e molhado. Comecei a deslizar a mão pelo corpo dela, o que ela não negava, ao contrário, abria mais as pernas e o nosso beijo foi se intensificando. Tentei colocar a mão na calcinha dela, e ela estava ensopada, fiquei dedilhando e ela gemendo baixinho, afinal ainda estávamos no estacionamento, não podíamos fazer muita zuada ou seriamos visto. Ela disse primo, eu não posso te dar aqui, mas dorme lá em casa que eu prometo que você não vai se arrepender, mas vamos voltar para festa.

Voltamos para a festa como se nada tivesse acontecido, mas parece que a festa demorava uma eternidade para acabar, depois de quase 2 horas, os amigos de minha prima decidiram ir pra casa, voltamos no carro bem calmos, mas só nós dois sabíamos o tesão que estávamos. O amigo dela nos deixou na casa dela.

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