Dando Para Três Moleques Novinhos

Olá, amores, está tudo bem com vocês? Hoje vou relatar uma experiência sexual que tive com três homens, ou melhor, três garotos, que deixei que abusassem de mim.

Antes de iniciar, gostaria de informar que o conto é extenso, como é do conhecimento de todos. Gosto de detalhes e pensei em dividir em duas partes, mas vou finalizar tudo de uma vez só.

Isso ocorreu há algum tempo. Tenho uma irmã chamada Helena, mas a chamo de Helen. Se, mais para frente, eu a chamar de Helen ou He, será a mesma pessoa. Não se assustem.

Sou muito adepta da leitura, gosto de, antes de dormir, folhear um livro, mesmo que seja apenas uma ou duas páginas. Esse é um hábito que tenho desde criança e não consigo ficar sem.

Num certo dia, chegou-me o livro famoso, cinquenta tons de cinza, gente do céu. Adorei. Fiquei viciada no livro. Li-o depressa e procurei saber mais sobre os outros. Logo comprei os outros. Eu, que sou um pouco taradinha, como vocês sabem, fiquei daquela forma.

Enviei os livros para Helen, que gostou. Ela disse que ela e Eduardo, seu marido, leram juntos e que o livro pegou as ideias que ela tinha. Essa era a intenção. Minha irmã e eu compartilhamos quase tudo, uma coisa ou outra que eu escondo, ou pelo menos escondia, até que eu pudesse contar para vocês o que aconteceu depois.

Há cerca de três ou quatro anos, vi o lançamento do filme. Gostaria de assistir. Convidei o meu marido para assistirmos. Enviei o livro para ele ler antes de assistir ao filme. Ele ficou interessado, apesar de ter ainda não ter lido o livro, mas disse que gostou do que havia lido até então.

Helen ficou com vontade de ir, mas o Edu não era muito chegado ao cinema. Então, compramos apenas três ingressos para o dia. É claro que iríamos na estréia.

Fiquei ansiosa durante toda a semana. Iríamos ao shopping no centro de Belo Horizonte, pegaríamos a Helen na casa dela. Acontece que, dois dias antes, meu marido desistiu de ir. Tivemos um desentendimento por pouco tempo. Ele disse que não iria mais, inventou que isso era um filme de mulher. Algum amigo deve ter dito algo do tipo para ele, para que ele não desistir assim de repente. Fiquei irritada, mas deixei passar. Não rendi muito, até porque minha irmã iria comigo.

Um dia antes, com raiva, liguei para um amigo que, de vez em quando, nos encontrava e ficamos juntos até a noite. Ele estava tão acesa que não conseguiu apagar o meu povo. Foi gostoso, mas a vontade de sexo não diminuiu, pelo contrário, só aumentou.

No dia seguinte, fiz o mesmo que o meu marido faria. Passei na casa da Helen e a peguei. Chegámos um pouco mais cedo para comprar o que comer antes, uma vez que naquela época, em cinema, era comum comer pipoca. Além disso, compramos alguns salgadinhos, uma garrafinha de refrigerante e demos uma voltinha no shopping, para não parecermos duas mulheres apavoradas, sendo as primeiras da fila.

Compramos uma casquinha de sorvete e conversamos sobre o que esperávamos do filme. Após um tempo, subimos para o último andar, que era o do cinema. Noteimos que a fila estava aumentando e, por isso, decidimos entrar nela.

Havia comprado duas cadeiras no meio da sala, mas num canto. Helen sentou-se na última cadeira do canto e eu ao meu lado. Ao meu lado, sentaram-se três rapazes e uma menina. Percebi que estavam juntos, mas percebi que eles estavam se divertindo, dizendo que vieram para tomar conta dela, pois ela estava necessitada, essas coisas típicas de adolescentes.

A maioria das mulheres presentes na sala, na verdade, era composta por mulheres. Havia um ou outro homem que trouxe a namorada, mas cerca de 80% era composta por mulheres.

O início do filme parecia promissor, mas não foi exatamente o que eu esperava. Tive uma expectativa muito elevada e, por isso, tive uma experiência decepcionante. Não foi ruim, mas esperava algo mais.

Helen e eu sempre conversamos sobre as cenas que aconteciam no filme. Às vezes, as mulheres ficavam excitadas com uma cena mais picante. É claro que eu também entrava no clima. Já que já estava pegando fogo na noite anterior, fiquei ainda mais excitada.

Após uma cena em que todos estavam em pânico, o rapaz ao meu lado começou a puxar conversa comigo e comentou sobre a diferença entre o filme e o livro. A partir daí, começou-se a conversar sobre a diferença entre o filme e o livro. Percebi, então, que ele também já havia lido e tinha a mesma opinião que eu em relação ao filme.

Em determinado momento, ele disse-me: “O filme não é tão bom quanto o livro, mas é um espetáculo”. Eu, que já estava no ponto, respondi: “O filme tem cenas maravilhosas”.

Não tenho certeza se sou a única pessoa que é extremamente tara ou se são todos os homens que são dessa natureza, mas parece-me que essas características me perseguem em lugares e pessoas que eu não esperava, o que acaba acontecendo.

Podem pensar que isso é mentira minha, mas não é. Não sei o motivo. Talvez eu tenha dito algo sem perceber ou se ele era apenas um rapaz mais jovem. Mas quando ele chegou mais perto de mim, disse assim. É verdade. No entanto, para mim, que sou solteiro, é extremamente frustrante assistir a esses filmes no cinema, pois desperta uma vontade imensa. Já para a senhora, que é casada, isso é mais fácil.

Nisso a minha irmã me cutucou e perguntou, o que esse menino tá falando com você aí baixinho ? Eu olhei pra ela e pedir pra ela esperar que eu ia contar.

Eu fui e voltei a cabeça pro lado dele, acho que ele entendeu que era pra continuar, e eu realmente queria saber o que ele tinha para falar.

Ele continuou, como eu falei, pra quem é casado é mais fácil depois de ver um filme desses né, eu falei, depende do casamento né, depende do marido, ele falou, ah só se o marido for frouxo né, e continuou, e porque seu marido não veio ? Eu falei qualquer coisa do tipo que ele não gostava de cinema e nem desse tipo de filme.

Ele, “cê é doidoo”, imagina eu com uma esposa igual a senhora, tava aqui do lado, aproveitando ainda no cinema e depois quando chegasse em casa, aiai não gosto nem de pensar.

Confesso que na hora eu fiquei espantada, um pirralho desses falando uma coisa dessas comigo, tinha acabado de me conhecer, e já vem com esses papos, no cinema ainda, me espantei, mas eu não sei o que acontece comigo, eu acho que o meu lado safada fala mais alto nessas horas, vocês devem me achar muito tarada e sem noção, mas depois de um pequeno espanto, eu tive a coragem de perguntar, não gosta de pensar em que ?

Nesse momento, o filme já estava em segundo plano, não sei que a excitação que eu estava desde o dia anterior falou mais alto, mas eu dei mole pra um garoto no cinema.

Ele me olhou bem nos olhos e falou, não sou de ficar falando nada, sou de fazer, mas com uma mulher igual a senhora, depois de ver esse filme, eu não ia dá sossêgo, eu brinquei, você é muito novinho, tem que comer muito arroz com feijão ainda pra dar conta rsrs, ele, não seria arroz com feijão que eu iria comer a noite toda.

Eu só pensava, que garoto mais atrevido, como pode tá falando uma coisa dessas comigo.

Minha irmã voltou a me cutucar e falou, aqui você não vai assistir filme não, vai ficar de papo com esse garoto ? eu fui e falei com ela, acredita que ele tá dando em cima mim ? Ela arregalou os olhos e perguntou, como assim ? E você tá dando papo ? Eu disse, eu não, só estou vendo até onde ele vai com esse papo, ela, você está doida Lu ? Falei que não, só queria saber até onde iria.

Eu não sei porque eu falei isso com ela, sempre fui bem discreta, nunca dei mole pra ninguém na frente de nenhum conhecido, mas talvez por ela ser minha confidente, e eu estar cheia de tesão, acabou saindo.

Dali em diante, ele sempre fazia um comentário saliente e olhava pra mim, eu estava adorando tudo aquilo, mas o filme foi passando, e chegou ao final, confesso que eu estava molhadinha quando terminou, e com ainda mais tesão de e quando começou.

Quando terminou o filme, perguntei se a Helen iria no banheiro, ela falou que não, eu disse que iria, ela falou que ia descer e me esperar em frente da entrada do cinema, eu falei que tudo bem.

Eu fui ao banheiro, aí percebi que eu estava encharcada com tudo aquilo que aconteceu, quando saí, ele me esperava do lado de fora do banheiro, não acreditei que ele tinha me seguido até lá.

Perguntou meu nome, pela coragem dele, de me procurar do lado de fora, eu falei, ele me disse que seu nome era Guilherme, perguntou se eu poderia passar o meu telefone pra ele, que gostou muito de conversar comigo, eu falei, menino você é muito novinho, não viaja não, ele, estou viajando é em você, se me passar seu telefone posso te mostrar o que um novinho é capaz, eu ri dele, mas não acreditava que isso estava acontecendo mesmo, eu falei, você é insistente mesmo em, ele, só quando eu quero muito uma coisa, e depois de assistir esse filme, e de tudo que falamos lá dentro, fiquei com muita vontade, eu ainda dando trela perguntei, vontade de que menino ? Ele, como eu disse, não sou de falar, sou de fazer, me passa seu telefone que a gente resolve isso.

Não sei se pelo atrevimento que eu gostei, ou por ser safada mesmo, eu passei, ele anotou no celular dele, agradeceu e se despediu, me deu dois beijinhos, o segundo foi bem perto da minha boca, eu me virei um pouco, achei atrevimento demais, mas eu gostei viu rsrs.

Chegamos no carro e fomos embora, no carro Helen me perguntou o que tinha acontecido no cinema, eu expliquei pra ela, eu comecei do início, apesar dela ser minha confidente, eu nunca fui de falar da minha vida sexual com meu marido, mas dessa vez eu falei, disse tudo, que raramente acontecia alguma coisa, que eu não sabia se ele tinha outra mulher, ou se ele apenas não gosta mais de transar comigo, mas que eu sentia falta, só disso, porque de todo resto ele era muito bom pra mim, nunca deixou faltar nada tirando o sexo, mas que eu era muito carente, e às vezes ficava louca.

Ela me falou, sério ? Eu sempre achei vocês um exemplo de casal em todos os sentidos, ela brincou, será que ele é gay ? Era uma coisa que eu nunca havia pensado antes, mas deu um estalo na minha cabeça, eu fiquei em silêncio só pensando, será que meu marido esconde isso de mim ? Mas ela já veio com outro assunto, mas vocês nunca arrumou outro não né Lu ? Se você falar que já traiu, meu mundo vai acabar, você é perfeitinha pra mim Lu.

Eu olhei pra ela e falei, depois nós temos que conversar muito ainda irmã, ela arregalou os olhos, me olhou e falou, meninaaa sério isso ? Logo você irmã, me conta agora que eu quero saber, se não eu não vou dormir hoje, eu falei que agora não era hora pra esses assuntos, ela, aahhh é hora sim, começou termina, sério ?? Você tem amante ? Jura ? Quem é ? Eu não queria falar, eu achei que ela iria achar muito ruim, mas a reação dela foi de um espanto de quem gostou do que ouviu.

Ela do nada me falou, vamos fazer assim, me fala quem é o seu, eu te conto um segredo meu também, dessa vez eu quem fiquei espantada e falei, o que ? Você tem amante ? Você trai o Eduardo ? Sério isso ? Ela só riu e falou, amante não, mas você lembra quando nós tivemos aquela briga feia ? Aconteceu com outro, eu realmente não esperava isso dela, minha irmã que eu também pensava que tinha um casamento perfeito, por tudo que ela me contava, não esperava isso.

Então disse de novo, me fala quem é, já estava chegando no bairro dela, ela ficou, anda fala logo, eu fui e disse só o nome de um é claro né, não iria contar tudo assim de cara, eu falei, o segurança da minha Loja, ela ficou boba, e falou, Luuuu, você com um segurança, meu Deus que isso, não acredito nisso, eu parei na porta dela e falei, agora você me fala, quem que você ficou, ela, com um taxista que eu pego todo dia pra ir trabalhar, ele faz aquele táxi lotação da avenida Afonso pena, eu também fiquei sem acreditar, que safada pegando taxista.

será que era de família isso ? Rsrs ou apenas as circunstâncias que fizeram isso acontecer com nós duas ?

Eu deixei ela em casa e combinamos de conversar melhor depois.

Fui embora pra casa, cheguei e fui tomar um banho, antes peguei o meu celular, e tinha uma mensagem lá, é você mesma né ? Não me passou número errado não né ? Eu respondi, sou eu sim, e mandei um beijinho, ele viu a mensagem na hora e respondeu, se você deixar, posso dar esse beijinho aí pessoalmente, eu, deixa de ser bobo menino, tenho idade pra ser sua mãe, você tem que dar beijinho é em garota da sua idade, ele, eu gosto de mulheres mais velhas, é bem melhor, eu, sim pode ser, mas o mais velha pra você é vinte, vinte e poucos.

Ele, deixa eu tentar, sério, nosso papo no cinema me deixou doidinho, eu sei que você também ficou, eu perguntei, como você sabe ? Ele, eu notei pelo seu interesse, e se não tivesse também, não teria passado o telefone, deixa ?

Eu não sei o que estava passando na minha cabeça, eu falei que iria pensar no caso, ele falou, pensa com carinho tá ? Posso te mandar uma foto pra você pensar melhor ? Eu, não pode não, gosto de surpresas, nisso já deixei bem claro que eu iria aceitar né, ele mandou várias carinhas com estrelinhas no o olhos rsrs, nos despedimos e fui dormir.

No dia seguinte, durante a tarde recebo uma mensagem, e aí pensou ? Eu falei, já sim, ele, e aí vai deixar ? Eu falei, olha eu não vi o filme direito, perdi algumas partes porque você fala muito, vamos no cinema de novo, aí lá eu decido o que vou fazer.

Ele topou na hora, falou que no meio de semana às vezes poderia dar menos gente, disse que eu não precisava esquentar com os ingressos, que ele compraria, que tentaria comprar lá no fundão, eu me dando uma de inocente, perguntei porque no fundão ? Ele falou, lá eu te explico o porque.

Durante os dias, a gente foi conversando, mais a noite, ele sempre insistindo pra mandar foto dele e eu negando, ele então pedia minha a eu não mandava, é claro.

Ele marcou na quarta, um dia antes, quando fomos nos despedir, eu estava de camisola, eu quem decidi, sem ele pedir, abaixei uma alcinha, deixei ela cair na metade de um dos meus seios, e tirei deitada no sofá, sem mostrar o rosto é claro, um pequeno pedaço do biquinho do meu peito aparecendo, o menino ficou doido, mandou um tanto de mensagem de safadeza que iria me chupar muito, que nunca tinha visto um peito igual o meu, que estava duro igual pedra, é claro que eu fiquei molhadinha.

Desde o dia que eu assisti o filme, eu não transei e nem me toquei, é claro que ali eu já sabia o que iria rolar, fiz um charminho pra ele mas sabia que queria dar, então eu queria chegar no dia com um fogo incrível.

Na quarta eu lembrei que ele não tinha me falado o principal, a hora do filme, eu perguntei, ele me disse que tinha comprado pra mais tarde, eu perguntei, tá doido menino ? Sua mãe não vai achar ruim não ? Ele disse que estava acostumado a chegar tarde, que não teria problemas, não rendi muito, já que ele falou.

Marquei com ele na entrada do cinema, cheguei e ele já estava lá me esperando, não comprei nada de comer dessa vez, queria só “curtir o filme”.

Entramos e sentamos lá no fundo mesmo, o cinema não estava cheio, mas tinha muita gente, ele comprou duas cadeiras perto da parede, tinha um banco vazio do meu lado, aí tinha o meu, o dele, e mais alguns dois vazios do lado dele, e depois vinha mais gente, um pouco antes do filme começar, sentou um outro cara duas cadeiras depois dele.

O filme começou e as luzes se apagaram, não demorou muito, ele começou a falar na minhã orelha que eu estava linda, ele estava de mochila, perguntei porque ele veio de mochila, pegou ela e colocou no colo dele e falou, pra disfarçar, eu perguntei, disfarçar de que ? Ele começou a dar um cheiro na minha orelha, e colocou uma das mãos na minha perna, eu como sempre de vestido, é sempre mais fácil pra aprontar rsrs.

Eu falava baixinho com aquela vozinha, para menino, alguém pode ver, ele ia apertando a minha coxa forte e falava, ninguém vai ver não, tô tampando com a mochila, eu estava com a mão em cima da mão dele, mas sem fazer força, só para parecer que eu não queria, mas morrendo de vontade.

Ele foi subindo mais a mão, chegando na parte interna da minha coxa, eu virei e falei, paraaa, más foi aquele para que significa continua vai, coloca logo.

Ele entendeu e falou, agora que eu não vou parar mesmo, foi subindo até a minha calcinha, começou a passa a mão sobre ela, forçava um dedindo sobre meu grelinho, depois foi pra dois, estava maravilhoso, eu rebolava devagarinho no dedo dele.

Eu abri mais as pernas, ele perguntou, tá gostoso tá ? Eu falei, tá sim, ele foi e disse, vai ficar mais gostoso ainda, o safado conseguiu colocar minha calcinha de lado, conseguiu enfiar um dedinha na minha buceta e falou, nossa tá muito molhada, ele ficava alisando meu grelinho, depois enfiava o dedindo todo dentro, tirava e fazia tudo de novo, eu já estava fora de mim.

Ele dava leves mordidinhas, lambia minha orelha, já tinha tempos que eu não fazia isso no cinema, pra ser sincera eu era adolescente quando fiz isso, e lá estava eu de novo, com um adolescente fazendo a mesma coisa rsrs, isso me dava muito medo, mas o tesão estava incontrolável.

Ele fazia cada vez mais forte e mais rápido, eu segurei sua mão e falei, devagar, alguém vai ver, ele, desculpa eu não tô aguentando, olha como eu tô, eu coloquei a mão por cima do short dele e apertei, o seu pau estava muito duro, apertei forte pra ele sentir que eu estava com vontade.

Ele voltou a enfiar um dedo em mim, ficava mexendo lá dentro, eu fiquei doida, comecei a ficar de olhos fechados, só curtindo, nem ligava para o filme, como eu pude ser tão safada desse jeito, deixar um adolescente enfiar o dedo em mim assim, mas estava gostoso demais.

Quando eu menos esperava, eu sinto alguém passando por mim e sentando ao lado, eu levei um susto, fechei as pernas na hora e tirei a mão dele de mim, eu não tive nem coragem de olhar pro lado, com toda certeza a pessoa viu o que aconteceu, me deu vontade de levantar e sair correndo dali, até porque se a pessoa chamasse a polícia poderia dar problema pra mim, eu ali com um adolescente me bolinando.

Ele queria voltar com a mão em mim, eu segurei e xinguei ele baixo para parar, ele falou, calma não fica assim, eu falei, não viu que chegou gente, tá doido, ele, calma, é meu irmão, ele falou que iria vim, eu não posso sair sozinho e chegar tarde sem ele, na hora eu espantei e falei, você é doido chamar o seu irmão assim, ele pediu desculpas de novo e falou, ele sabe de tudo, eu conto tudo pra ele e ele me conta tudo também, ele é um ano mais velho do que eu, tem dezoito.

Na hora eu fiquei espantada e perguntei, você falou sobre a gente ? Ele falou que sim, que eles e seu primo dividem tudo, até porque o seu primo também mora com eles e também tem a mesma idade dele, falou que tinha pedido um tempo pra eles, pra deixar a gente sozinhos um pouco, eles concordam, mas agora chegaram.

Eu perguntei, e você acha que vai acontecer o que agora ? Eu queria levantar e ir embora dali, tinha quase acabado o clima ali, mas ele me pediu mil desculpas, falou que não sabia onde estava com a cabeça, de início não aceitei, mas o filme foi passando, ele toda hora me pedindo desculpas, falando que tinha gostado muito de mim, foi aproximando do meu rosto de novo e me dando beijo na orelha, eu não sei o que me deu, mas eu estava querendo aquilo.

Ele voltou a apertar minha coxa, eu olhei pro lado dele, seu primo estava sentado do seu lado, olhando pra gente, olhei pro outro lado, o irmão dele também estava olhando pra gente, eu estava começando a gostar disso, se saber que tinha gente olhando, eu abri as pernas devagarinho, ele começou a subir as mãos, a chegar de novo na minha calcinha, não pensou duas vezes e colocou ela de lado de novo, eu fechei meus olhos e comecei a curtir de novo, meu tesão estava maior ainda.

Quando eu estava lá curtindo, eu senti uma outra mão na minha perna, dessa vez na outra, eu sabia o que acontecia, mas não abri os olhos direito, deixei rolar, sabia que era o seu irmão, ele não demorou nada e subiu a mão, os dois ficavam brigando com os dedos na minha bucetinha, cada hora um empurrava a mão do outro para enfiar o dedindo em mim, eu me sentia muito puta fazendo isso.

Não aguentava mais de tanto tesão, queria sentir outra coisa que não fosse dedos, eu virei pro lado e falei, vamos sair daqui logo vamos, desce cada hora um, não vai junto não.

Eu fui na frente, não demorou muito o Guilherme veio atrás de mim, seu irmao se chamava Gustavo, e seu primo Leandro, não descri os três até agora, me esqueci rss.

Guilherme era moreno, magrinho, deveria ter seus 1,80 mais ou menos, Gustavo era pouca coisa maior do que ele, no máximo 1,82, também era moreninho mas um pouquinho mais escuro que o Guilherme e era mais fortinho também, já o Leandro era mais baixinho, um pouco maior do que eu, seus 1,75. E também magrinho.

Os três desceram, me perguntaram pra onde iríamos, eu falei que não sabia,. Ao tinha como entrar com eles em motel, Guilherme me falou, não esquenta não, tenho identidade falsa, mesmo assim eu fiquei com medo, vai que alguém desconfia, quem iria rodar seria eu.

Gustavo me disse que conhecia um que pra ser sincero não era “cinco de estrelas” mas lá não tinha perigo de descobrir, depois deles insistir tanto eu acabei aceitando, não sei o que aconteceu comigo, mas eu estava tramando ir para o motel com três meninos novinhos.

Eu falei com meu marido que iria pro cinema de novo com a Helen e talvez ficaria por lá na casa dela mesmo, então eu poderia demorar esse dia.

De todo jeito eu fiquei nervosa, nunca fiz isso, nunca passei por esse tipo de situação com garotos tão novos assim.

Chegamos no motel, até o atendente olhou pra mim com cara de sacana, eu com três garotos, o Gustavo cumprimentou ele, era bem provável que já deveria ter frequentado lá com outras garotas, mas eu não estava nem ai, só queria dar.

Eu parei o carro e subimos pro quarto, nos mal entramos e aquela garotos me atacaram, Guilherme começou a beijar a minha boca, Gustavo veio por trás, começou a beijar a minha nuca, foi abaixando a alça do meu vestido, que na hora caiu, nesse momento ele parou, vi que eles estavam tirando seus shorts e suas calças, eu vestia uma lingerie nova, vermelhinha, eu sempre gosto de comprar umas novas pra essas ocasiões, comprei aquelas de rendinha na frente da calcinha e a parte de cima também dá pra ver o peito.

Eu comecei a sentir o Gustavo relando atrás de mim, colocou seu pau no meio da minha bunda, eu rebolava gostoso enquanto sentia eles fazendo um sanduíche em mim, Leandro beijava o meu pescoço, beijava e mordia bem gostoso, enfiava a mão dentro da minha calcinha, enquanto Guilherme tirou meu sutiã e começou a mamar gostoso meu peito.

Nossa não tinha sensação melhor do que essa, do que ter três bocas me devorando, seis mãos me apertando e fazendo de tudo comigo, nunca me senti tão puta, eu rebolava e gemia mesmo sem ser penetrada, de tão gostoso que estava tudo aquilo.

Eu perguntei se tinham trago camisinha, Gustavo pediu o Guilherme pra ir na mochila na pegar, tinha muita camisinha.

Pedi Guilherme para deitar na cama, queria sentar nele primeiro, percebi que seu pau deveria ter seus 18cm, não era tão grande assim mas era grosso, já do seu irmão tinha mais 20cm só que mais fino que o do Guilherme, já o do Leandro era o menor, deveria ter seus 16cm, só que bem grossinho também, todos os três tinham a rola muito gostosa.

Eu sentei gostoso no Guilherme, não quis sentar devagarinho não, queria cavalgar com tudo, não aguentava mais de tanto tesão, estava faminta por rola, sentei com tudo, comecei a cavalgar com vontade, Leandro veio me dar seu pau para chupar, eu mamei com vontade, conseguia colocar seu pau todo dentro da minha boca enquanto cavalgava, sentia Guilherme chupar meu peito enquanto isso, senti falta do Gustavo, quando parei e olhei pra trás, ele estava pegando uma pomadinha e passando na minha bunda, já estava com a rola encapadinha, batendo uma com uma mão e passando pomada no meu cuzinho com a outra.

Leandro pegou minha cabeça e virou e virou pra frente de novo, colocou tudo dentro da minha boca, começou a socar seu pau na minha boca me segurando pelo rosto, como se tivesse comendo minha bucetinha.

Senti Gustavo segurando minha cintura e colocando devagarinho no meu cuzinho, nossa estava gostoso demais, ele não quis nem saber e falou, você gosta de rola mesmo né puta, bem que meu irmão falou, se gosta é puta vou te tratar feito uma, vou te tratar igual às puta que eu pago, eu tirei o pau do Leandro da boca olhei pra trás e falei, cala essa sua boca e fode meu cu logo seu filho da puta, tá falando demais.

Ele não teve pena de mim, enfiou tudo de uma vez, eu senti uma dor enorme, mas o tesão era maior, eu cravei as unhas nas coxas do Leandro, ele sentou o tapa na minha cara, falou pra não fazer isso mais, eu disse que faria a hora que quisesse, ele sentou mais um tapa na minha cara, dessa vez mais forte ainda, me juntou pelo cabelo, virou minha cara pra ele e perguntou, você gosta de ser tratada feito puta ? Eu olhei nos olhos dele e disse, ADORO, mete na minha boca, e abri a boquinha pra ele, coloquei a linguinha pra fora, ele enfiou com tudo, metia com mais vontade ainda.

Eu ouvia todo tipo de xingamentos, safada, cachorra, piranha, sem vergonha, vagabunda, mas o que eu mais gosto de ouvir é PUTA.

Nossa Gustavo metia gostoso demais, ele com toda certeza estava arrombando meu cuzinho, a maior rola foi logo no meu cu.

Leandro quis comer também, ele metia muito gostoso também, mas o Gustavo já tinha feito o estrago.

Ele tirou a camisinha e eu passei a chupar o pau do Gustavo, era muito gostoso, não conseguia colocar ele todo na boca, mas colocava uma boa parte, deixava ele doido, gosto de chupar olhando nos olhos, fazendo cara de safada, levando tapa na cara, assim que é bom.

Leandro tirou o pau do meu cuzinho, começou a colocar na minha buceta também, nossa aí eu gritei, estavam me arrombando muito, dois paus na buceta, entrando juntos, indo fundo em mim.

Eu comecei a gritar com o pau do Gustavo na boca, doía mas estava gostoso demais, quando menos esperava Gustavo disse, eu tive uma ideia, vamos tentar uma coisa que eu vi em um filme.

Ele tirou o pau da minha boca, colocou a camisinha de novo, perguntei o que ele iria fazer, ele mandou o Leandro sair, falou para eu empinar bem a bunda, pediu o Guilherme para colocar um travesseiro debaixo da bunda dele, eu fiquei mais empinada ainda, voltei a colocar o pau do Gui na bucetinha, ele veio e subiu em mim, ficou de pé, ficou mais em cima e colocou no meu cuzinho de novo, pediu para o Leandro meter na minha bucetinha junto com o Guilherme.

Gente falo para vocês, foi a melhor sensação da minha vida, os três metendo juntos, dois pau na bucetinha e um no cuzinho, eu tive que me forçar na cabeceira da cama, de tão forte que estavam socando, eu berrava, eu não gemia e nem gritava, eu berrava, posso dizer para vocês que eu tive vários orgasmos, eu gozava, tremia, mordia, apertava, foi gostoso demais.

Depois eles trocavam de posições, mas sempre desse jeito, dois na buceta e um no cuzinho, depois de um bom tempo dando assim, eu passei a ter um em cada buraquinho, e sempre um na boca, Guilherme e Gustavo eram quem mais me comiam, já Leandro gostava mais de ser chupado, ele acabou gozando na minha boca pouco minuto depois.

Mas não demorou muito para ficar durinho de novo, nossa eu passei a noite dando a buceta e o cuzinho, vez ou outra eu ficava só com dois, ou só cavalgando em um deles, enquanto o outro descansava, eu dei de quatro, de pé, deitada, no chuveiro, foi a noite que eu mais transei, realmente os novinhos tem um fôlego fora do comum, e um apetite por sexo que é sem lógica.

Nessa noite eu ganhei muito leitinho na boca, engoli muito leitinho, gozaram no meu peito, na minha bunda.

Mas chegou uma hora que eu comecei a ficar muito dolorida e inchadinha, depois até para fazer xixi estava ardendo, aí nós tivemos que parar, tomamos um banho, depois deitamos um pouco, eu ali deitada com três rapazes na cama, me senti do jeito que eu gosto, muito puta.

Depois nós tivemos mais alguns encontros, mas aí eu escrevo em outro conto.

Espero que vocês tenham gostado.

Ah no próximo eu vou contar sobre a minha conversa com a minha irmã, a reação dela e o que aconteceu depois.

Beijo meus amores, a partir de agora vou começar a responder vocês direito, desculpem se não estou falando muito, beijos.

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