Submetida por um prisioneiro

 

Irene está como voluntária no comitê de um partido político. Está trabalhando na candidatura de alguns candidatos. Um deles é o foco dela. Ele se chama Dirceu, de pele amorenada, olhos verdes e de porte atlético. Diferentemente de seu noivo José que tem também os olhos esverdeados, aloirado e é rechonchudinho. Os três frequentam a mesma universidade. Irene faz Direito junto com Dirceu. Seu noivo faz Engenharia.

 

A presença de Irene no dito comitê tem duas razões. A primeira é para passar informações ao noivo que faz parte do comitê rival. A segunda é que ela se sente atraída pelo belo e extrovertido moreno Dirceu, embora não admita isso. Mas, Dirceu já tinha percebido isso e aos poucos foi ganhando a afeição dela.

– Fico pensando que você seja espiã do teu noivo! Voce não é, né!?

– O…o quê!?? Claro! Quero dizer, claro que não!! José tem as convicções dele e eu as minhas!

– Sei não! Prove que você é leal comigo!

– Como assim?

– Saindo comigo para almoçarmos!!

 

Na garagem, Irene treme ligeiramente de emoção e sente seu corpo ferver sem saber porque. Dirceu abre a porta do carro e faz menção pra que Irene entre. Ao chegar junto dele é abraçada e beijada. Passado alguns segundos de susto, ela deixa que lhe acaricie as polpudas nádegas e estremece ao sentir algo se avolumando no seu baixo-ventre.

– Aaammm! Pára Dirrceu, pára!!

 

Mas, Irene não faz nenhum esforço pra interromper o beijo e o abraço. Tenta acalmar sua culpa dizendo “Eu…eu não posso! Não posso! O que está acontecendo comigo!? Por que não consigo afastá-lo!?”

 

Dirceu confiante sabe que ela já está subjugada pelos próprios desejos. Abruptamente, ele a vira de costas e a abraça roçando com destreza sua virilha na bunda dela.

– Sempre…sempre tive atração por você! Não sei o que você viu naquele gorducho! Você tem que ficar comigo! Irmos juntos nessa peleja política! Voce será minha rainha! Eu quero você, Irene! Voce me quer??

– Eu… não sei… eu não…não posso Dirceu! Eu vou casar assim que ele se formar!!

– Ao menos deixa eu ter a ilusão que você por um momento foi minha!

 

Irene, nada responde, mas suspira e de olhos fechados encosta a cabeça no tórax dele. Ela se deixa inclinar em cima do capô e vibra quando lhe suspende a saia e começa a lhe abaixar a calcinha. Ela tenta ensaiar uma resistência segurando as mãos dele. Mas, a calcinha escorrega por suas coxas até os joelhos.

– Me… me deixe possuí-la… do meu jeito! Vou tomar cuidado pra não te engravidar! Tenho uma camisinha aqui! O Zé nunca ficará sabendo de como te possui! A não ser que você conte pra ele!!

 

Apesar de seu senso moral e familiar, Irene sempre seguiu todas as regras de comportamento que lhe foram induzidas. Nunca imaginou que iria transgredi-las de maneira tão rude, imoral e sensual. Ela vibra de tesão.

Irene sente a pirocona de Dirceu invadindo lentamente sua estreita xoxota. Involuntariamente perde a respiração por um segundo e uma onda de calor lhe cobre todo o corpo e faz todo canal vaginal expelir mais fluido deslizante, deixando num estado de puro êxtase, quase desmaiando.

– Acho… que assim já está bom! Voce não deve chegar com a xaninha avermelhada quando chegar em casa!

– Ooh não! Não, não para! Não quero saber se ele vai ver ou não! Por favor! Continua! Faz mais! Mais!

– Quem te disse que ía parar, amor! É esse bundão que eu quero! Sempre te desejei vendo você caminhando ou subindo as escadas com as bandas da bunda balançando e batendo uma na outra! Só relaxa, querida!

 

Irene não entendeu nada que Dirceu disse. Só abriu os olhos ao sentiu certo desapontamento quando ele retirou o pênis de sua vagina e passou a esfregá-lo nela de cima a baixo. E logo sente a rombuda glande se insinuando na boquinha de seu anus. Ela dá um grito e leva um dos braços às costas pra impedi-lo de continuar. Dirceu agarra punho do braço e o torce atrás das costas dela. Dor e lágrimas vêm junto com a humilhação e a passagem de toda a glande pra dentro, abrindo caminho pro resto da piroca.

– Cacete! Como eu sonhei com esse dia, Irene!! Com essa bunda…esse cusinho! Rraaarr! Fica quieta! Voce querendo se soltar só tá “mastigando” meu cacetão e vai me fazer gozar logo!! Deixa que eu me mexa!!

 

Irene achou melhor seguir o conselho dele. Afinal, só sentia dorzinha do expandimento do anelzinho e ainda um desconforto de entupimento! Mas, fora isso, estava suportável a rolona se mexendo dentro do seu cusinho. Talvez pra acelerar e acabar logo com aquilo e tentando negar que começava uma exótica sensação de prazer, Irene passa a contrair e relaxar os glúteos. Chega até a dar umas reboladinhas.

 

Dirceu leva uma das mãos em concha e invade com dois dedos a bocetinha dela, ao mesmo tempo que estufa a camisinha com a ejaculação que chega a espirrar pra fora, umedecendo sua virilha e a bunda da noivinha do Zé.

Irene, com as sobrancelhas querendo se juntarem, aperta a cabeça de encontro o capô e contrai o anus conforme o orgasmo se espalha pelo corpo todo. Dirceu joga a camisinha longe, se arruma e sai caminhando. Irene permanece estática em cima do capô sem saber o que aconteceu e ainda tremendo.

– Se ainda quiser almoçar, me encontra na praça de alimentação! Vou te pagar um hamburguer!!

 

Irene além de estar humilhada com a atitude de calhorda de Dirceu, também se sentia culpada. Primeiro por sua atração involuntária. Segundo por ceder a luxuria dessa atração. Achou melhor silenciar, engolir o sapo e não denunciá-lo por estrupo. Não valia a pena o escândalo. O casamento estava perto.

 

No dia seguinte evitou qualquer contacto, mesmo visual, com Dirceu. Ele também a ignorava. E isso doía.

Algo naquilo tudo deixava seus pensamentos confusos ao mesmo tempo que seu corpo a traia. Sua calcinha ficou tão melada que ela foi ao banheiro e se masturbou, imaginando se Zé faria a mesma coisa nela um dia.

 

Passado outro dia, Dirceu com uns papéis na mão, se aproxima da mesa de Irene. Como se estivesse conversando sobre qualquer assunto cotidiano, ele pergunta cinicamente e sorrindo.

– Acho que teu fiofó já voltou ao normal, né!? Rosado e apertadinho! Vamos fazer de novo!?

 

Irene se indignou e o olhar que dirigiu a Dirceu fez com que ele assumisse que tinha ido longe demais. Rapidinho se afastou dali. A raiva compensou a humilhação que Irene sentia. Ficou mais aliviada. E resolveu abandonar o comitê apesar de José insistir que ela pelo menos ficasse mais dois dias.

– Voce não pode fazer isso agora. Aos nossos olhos vai parecer que você se acovardou!

– O quê!? Sou eu que fico sofrendo assédio e sendo estigmatizada por ser a noiva do líder da oposição!

– Minha querida! O assédio faz parte e você tem que tirar vantagem disso! O fim justifica os meios!

– Se eles se encostam em minha bunda, passam a mão em mim ou mesmo se tentam me beijar, é normal!?

– É aceitável… como eu já disse, faz parte do jogo e o fim justifica os meios! Não se acovarde! Volte lá!

 

Irene voltou lá. Chamou Dirceu num canto e passou a tarde inteira sendo mamada nos seios, na xana e na bundinha. Se acostumou com a rolona dele lhe entupindo o cusinho e controlando o orgasmo de ambos com seu rebolado em cima da virilha dele. Próximo ao gozo, ela se desvairava tanto que as nádegas se batiam entre si como se estivessem batendo palmas.

 

Os meses foram passando. Dirceu foi eleito. José se formou e dias antes do casamento, Dirceu e Irene se comprometeram a nunca mais se verem e treparam de todos os modos e meios, até mesmo sem camisinha.

– O Zé vai receber a mais bela e fascinante deusa sexual como esposinha!

 

Vinte anos se passaram. Irene e José tiveram um casal de filhos. Sandra já estava com dezoito anos e Eurico um ano mais novo. Vamos encontrar Irene com uma cliente que disse que foi estrupada pelo seu chefe. Já com o plano de ação em mente, ela convidou a cliente a irem almoçar juntas. Disse que ele a chantageou e que forçou o sexo anal, acontecido uma semana atrás. E estava de casamento marcado, etc etc.

– Ooh, meu deus! É ele! É ele que está entrando aqui!

 

Irene não deixa que a cliente lhe veja o quanto surpresa ela está. De volta ao escritório, Irene pede que o noivo esteja presente em todos encontros e audiências.

– Vamos arranca uma nota desse filho da puta!

– Amor, eu não quero dinheiro nenhum! Só quero que ele pague pelo que me fez!

– Tá certo, tá certo, querida! Mas uma grana só porque ele te roubou um beijo, viria bem a calhar.

 

As duas mulheres se entreolham num pacto consentido de não deixar o noivo saber do que aconteceu.

– Bom… Isso terá custas. A priori, quero todos os direitos se qualquer dos dois escreverem um livro e…

– Meu tio pode ajudar! Ficou viúvo e tem uma companhia de navegação na Itália. Vou falar com ele!

– Aah, isso mesmo querido! Vamos convidá-lo pra ser nosso padrinho!

 

Depois que o casal saiu, Irena pega o telefone, faz algumas inquirições que acabam com Dirceu atendendo o chamado dela. Trocam palavras amáveis e como Irene esperava, ele logo passa a se insinuar.

– Sentiu saudades de mim, é!?

– Eu!? Eu não!! Mas, meu fiofó sim!!

 

Em minutos estavam num luxuoso hotel e Irene voltou a sentir todo o poderio da rolona em seu cusinho adormecido. Dirceu ainda tinha o mesmo ímpeto de vinte anos atrás e Irene aprimorou sua sexualidade oral em estagiários que lhe agradavam, mas que nunca eram contratados por ela. Ela culpava os diretores.

 

Nesse mesmo dia, à noite, a cliente foi a uma delegacia e denunciou que foi estuprado horas atrás. Mostrou evidencias do esperma remanescente em sua vagina.

 

Durante as audiências a filha rebelde de Irene a acompanhou, já que ela estava fazendo Direito, contra sua vontade. Dirceu era o estuprador. Numa das vezes que se cruzaram no fórum ele perguntou incrédulo.

– Por que você a está representando? E como ela conseguiu aquelas provas com meu esperma!?

 

Irene apenas o encarou com um sorriso cínico. De repente ele se conscientizou do que houve.

– Ooh não! Não! Não acredito! Foi você! Foi você!! Voce coletou meu esperma da nossa última…trepada!

– Não se deixa uma ex-virgem abandonada em cima do capô de um carro numa garagem escura! Nem se deve dizer à futura esposa que ela tem de relevar as encoxadas e o assédio constante, pra alcançar metas!

 

Sandra se aproxima da mãe e diz que o resultado seria anunciado. Irene se afasta sorrindo abertamente.

– Que foi isso!? Voce não poderia estar falando com ele!

 

Ele não teve fórum privilegiado e foi condenado a quatro anos de regime fechado. Sua esposa pediu o divórcio.  A cliente de Irene casou com o tio do agora ex-noivo. O Partido o expulsou e ele perdeu o mandato. Só teve os privilégios dos que tinham instrução superior. Uma semana depois Dirceu é chamado para ir ao cômodo de visitas intimas.

– Porra! Não acredito! Voce me condenou, sua filha da puta! O que você quer aqui!??

– Eu!?? Eu nada! Meu fiofó sim!

 

E Irene deixou que ele extravasasse toda sua ira no corpo dela. Não se importou que ele não usasse camisinha nem quando ele estava prestes a gozar dentro do cusinho, obrigou que ela se ajoelhasse em frente a ele e fez com que engolisse sua tora e gozasse em sua garganta. Nem mesmo quando ele deu algumas bofetadas no rosto.

 

Quando que ele se exaustou por completo, Irene o levou pro banheiro, fez ele sentar embaixo do chuveiro e antes de abrir a torneira, colocou uma coxa por cima do ombro do estuprador e lhe urinou na cara. Depois esfregou a xaninha no rosto dele até urrar, como louca, de tanto prazer.

– É bem ajeitadinho por aqui! Uma sala com cama kingsize, frigo-bar e banheiro! Uma suíte! Puta que pariu! Até na prisão, vocês parlamentares são privilegiados!

– Olha, Irene! Voce me ensinou uma lição! Voce não sabe o quanto estou arrependido de todas essas mulheres que abusei… mereço passar o resto da vida preso!

– Que nada, babaca! Dentro de seis meses você já terá cumprido um sexto da pena e te dá direito a liberdade condicional! Já estou tratando disso!!

– Meu deus! Meu deusinho! Isso é demais! Por que você está sendo tão boa depois de ter me condenado!?

– Você é um canalha simpático! E me fez sentir livre dos grilhões da hipócrita, racista e opressora moral que uma família da classe abastada se sujeita pra manter privilégios de classe dominante elitizada. Só isso!

 

Certo dia, Dirceu recebeu a visita de José e da filha, Sandra. Irene teve que viajar e instruiu os dois para que comunicasse a ele quais seriam os termos para que fosse trabalhar na firma do marido, sendo esse um dos fatores para a sua liberdade, ter um emprego.

– É isso então!? Vou ganhar cinco salários mínimos pra me manter e três por cento pra fazer lobby para as licitações da tua firma?

– É pegar ou largar!

– Pô, Zé! Vamos nos desarmar! Não há riqueza nesse mundo que pague o que vocês estão fazendo por mim!

– A idéia foi da Irene! Sabe como ela é nisso da desigualdade social e de não se dar uma segunda chance.

 

Alguns dias depois, Sandra foi levar uns documentos pra Dirceu assinar quando viu sua mãe indo em direção ao carro, no estacionamento do presídio.

“- Uéé! Se ela veio aqui… por que o escritório me mandou que eu trouxesse esses papéis!?”

 

Dirceu apareceu na sala de visitas, bem barbeado e parecendo que tinha tomado banho alguns minutos atrás. Já com algumas rugas, marcando seus quarenta e poucos anos, com seus alegres olhos verdes e um belo sorriso, era fácil pra ele conquistar corações e fazer alguém mudar de opinião.

– Voce tá comendo minha mãe, não é!?

 

Dirceu ficou silencioso, mas sua respiração teve uma ligeira alteração. Ele assinou os papéis tremendo.

– Já pensou o que meu pai faria? E se escritório dela souber!? Quero que você a convença de ter um apartamento só meu, que eu vá trabalhar com meu pai e de me deixar abandonar a porra da faculdade!

– ôô menina querida! Não posso fazer isso! Voce tem que se impor com essas questões que deseja! Tem que conquista-las de modo que eles não te tomem de novo!

– Como!? Mais ninguém tem influencia com minha a não ser você!!

– A coisa é mais complexa do que a simples influencia! Por outro lado, podemos traçar algum plano complexo. Isso vai levar um tempo porque não se resolve uma coisa complexa de uma hora pra outra!

– Muito bem! Vou seguir tua orientação! Mas não é um favor… será tua obrigação! Senão…

– Entendi. Mas… há quanto tempo você não dá uma trepada!?

– Cretino! Que pergunta!! Voce é mesmo um psicopata sexual!

– Psicopata não! Eu simplesmente sinto o cheiro dos feromônios!

– Vá se fuder, seu filho da puta! Vou chantagear a Irene pra conseguir o que quero!

– Não é por aí, Sandrinha! A Irene é muito poderosa! Eu, logicamente iria negar tudo! Ela apagaria todos os registros e você ficaria mal vista na família e amigos, como uma simples alcaguete. Perderias o amor dela!

– Vá se fuder!!

 

Sandra se levanta guarda os papéis na pasta olhando pra dentro da pasta, e com voz tremula pergunta.

– Quando… quando você me quer?

– O quê! Ah sim! A Irene sempre vem as quintas… Tua mãe consegue vir o quanto ela quiser! Mas os dias de visita tem de serem marcados com antecedência. Mas, posso arranjar pra amanhã!

–  Vou ficar menstruada, acho que na terça…

– Adoraria te fazer gozar só chupando! E também tem outro modo…!

 

Sandra disse aos pais que tinha um trabalho de grupo pra fazer a tarde depois da faculdade. Meia hora depois estava sentada em cima do rosto de Dirceu. Ela se contorcia não só pela caricia da boca em sua xaninha, mas também porque Dirceu obrigava que ela não saísse de cima de sua face porque a mantinha presa com um dos braços em volta da sua cintura e com a mão descida até o cusinho e dois dedos inteiros dentro dele.

Sandra tinha dois amigos que só queria que ela fizesse boquete e mais nada. Dizia eles que não queria envolvimento com mulher nenhuma devido ao movimento feminista. Assim ela os chupava e se acariciava pra pelo menos ter algum prazer. O curioso que ela era tão ou mais gostosa que sua mãezinha.

– Deixa… deixa eu te chupar! Isso eu sei fazer bem!

 

O modo que os dois amigos acostumaram Sandra a chupá-los era ficarem sentados com ela ajoelhada entre as pernas deles, colocar toda a rola dentro da boca e ficar punhetando até que eles gozassem.

– Aaarrr… que boquinha maravilhosa, Sandrinha! Mas… agora… avança mais com a boca! Não vai te machucar! Vais sentir ele pulsar como uma coisa viva, que é! Assim assim… mais um pouco! Um pouquinho mais! Assiiiimmm, garota linda! Caramba! Esses olhos verdes conquista qualquer homem que você quiser!!

 

Quando alguma vez os rapazes lhe falariam essas coisas enquanto ela se esforçava para que eles gozassem? Assim, como um modo de agradecimento por elevar a sua auto-estima de boqueteira, em vez de ser humilhada, a filhinha de Irene se esforça e engole toda a rolona até ser tocada no fundo da garganta.

 

Dirceu se surpreende por ela ter aprendido tão rápido. Seria instinto? Pois logo ela deixa deslizar metade da rola pra poder respirar. Mas logo seguida engole todo o musculo até seus lábios encostarem-se na virilha dele. Num paroxismo compulsivo, Sandra tenta engolir os bagos também. Não consegue. Mas fica lambendo-os com a língua.

 

Em dado momento, a filhinha do Zé sente um ligeiro tremor nas coxas de Dirceu. Sabe que vai gozar. Com as duas mãos segurando firmemente pela base, impedindo que a ejaculação siga seu caminho pela uretra, ao mesmo tempo que lambe a glande, lhe pergunta.

– Eu nunca engoli esperma direto na garganta! Ou você que gozar no meu rosto!?

 

Não aguentando mais de tesão tendo aquela composição do rostinho da ninfeta e seu imenso caralho a frente dele, o velho Dirceu segura com ambas as mãos o rostinho se inclina pra beijá-la. Esse movimento faz as mãos de Sandra aliviarem o aperto na base do cacete.

Enquanto as línguas dos dois fazem uma dança frenética dentro das bocas, uma descarga de esperma, como Sandra nunca tinha sentido antes, lhe atinge os volumosos seios e embaixo do queixo, resvalando para os lados e pra cima da virilha dele.

Dirceu está possesso. A tremenda ejaculação significou que ele gozou, mas não foi suficiente para que seu pau amolecesse. Sandra foi a glória por saber que fez um homem gozar pra logo imediatamente ele querer possui-la. Tudo ajudou para que a torona entrasse na xaninha sem machucá-la apesar de ambos se contorcerem como loucos com os baixo-ventres se esfregando fortemente entre si.

Sandra urrou em menos de um minuto. Enquanto o orgasmo a prendia na agonia do prazer ela parecia choramingar e balbuciar, deixando saliva escorrer pra fora da boca. Dirceu lhe lambia os lábios e o queixo.

 

Enfim, Sandra ficou imóvel recuperando a respiração. Ela sibilou o ar por entre os dentes quando sentiu que a rola dele estava dentro si e pulsando. Enaltecendo ainda mais sua auto-estima pela aquela demonstração de virilidade por ela, Sandra fez a penúltima façanha que lhe colocaria no mesmo nível de Irene, sua mãe.

– Qu…quero sentir teu gôsto! Me dá teu esperma! Goza na minha boca! Goza!

 

Foi isso que aconteceu. Sandra gozou esfregando a xotinha no tornozelo dele e nunca se sentiu tão satisfeita, tão femea. Dirceu teve que puxar a jeba de dentro da boca da linda ninfeta com corpo de mulher a madura. A última façanha não aconteceu naquele dia, mas na quarta-feira. Eles treparam enlouquecidos.

 

Sandra não imaginava que ela pudesse ter tal poder sobre a libido dos homens. Dirceu nunca imaginou que, de todas as mulheres que teve ou que estuprou, jamais houve alguma que se comparasse a Irene e Sandra.

 

Na quinta, Irene apareceu pra dar o cusinho. A performance de Dirceu não foi satisfatória.

– Hãããmm… É, você tá envelhecendo ou você andou trepando com mais alguém!?

 

Antes de Dirceu esboçasse qualquer reação, ela completou.

– Eu guardei um saquinho com algo dentro no meu frízer! Sabe que conteúdo é!?

– Meu esperma!?

 

Irene balançou a cabeça levemente, se posicionou entre as pernas engoliu o máximo que pode da rolona semiadormecida.

Dirceu fechou os olhos e passou a acariciar o alto da cabeça de Irene pensando em Sandra.

E Irene mais uma vez foi pra casa saciada.

 

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