LOUCAS AVENTURAS – Episódio II – Minha Esposa e seu Namorado Alemão – Parte I

LOUCAS AVENTURAS

Episódio II

Minha Esposa e seu Namorado Alemão – Parte I

Agora já estávamos casados há uns quatro anos, dei um grande salto no tempo para contar outra aventura. Depois da primeira história, contada no Episódio I, algumas pequenas aventuras aconteceram, porém, nada tão profundo quanto a primeira. Numa delas, a coisa se complicou um pouco, por isso definimos algumas regras. Basicamente, nunca fazer nada na cidade em que moramos e jamais com qualquer pessoa conhecida; nada aconteceria sem que nós dois estivéssemos de acordo; por fim, estabelecemos que, eventualmente, iríamos fazer uma viagem, passar uns dias bem longe, para viver nossa maluquice, nossos fetiches, nossas aventuras. No restante do tempo, vivíamos uma vida completamente normal.

Dessa vez, a aventura louca surgiu por acaso. Certa época, a empresa em que minha esposa trabalhava proporcionou a ela fazer um curso de pós-graduação, com tudo pago. Então, a cada duas semanas, ela viajava para fazer o curso em São Paulo, saia na sexta pela manhã, voltava no sábado a noite, ou no domingo. O curso duraria dezoito meses. Como não fazia parte de nossos planos de aventura, ela se apresentou como ela mesma, mulher casada, etc.., tudo normal.

Fez várias amizades, vez por outra saia com o pessoal para jantar, para um happy hour, nada de anormal. Quando o curso já estava chegando nos últimos meses, um dos colegas, um alemão que já morava no Brasil fazia anos, gerente de uma empresa em São Paulo, começou a tratar minha esposa de forma mais afetiva. Em princípio, tudo bastante discreto, como que sondando o terreno, afinal ele sabia que ela era uma mulher casada.

Quase chegando ao último mês do curso, durante um intervalo de aulas, o alemão foi direto e incisivo com minha esposa, num momento em que estavam apenas os dois, se confessou apaixonado por ela. Provavelmente, o fato de que ele retornaria para a matriz da empresa na Alemanha, assim que o curso terminasse, impulsionou tal ousadia. Pega de surpresa, minha esposa apenas sorriu, dizendo pra ele parar de fazer essas brincadeiras. Mas, no fundo ela sabia que era sério. No final da aula, ela me ligou e contou o ocorrido. Perguntei se ela estava bem com aquilo, se o cara estava sendo inconveniente, ela afirmou que não, disse que era um dos bons amigos que fez no curso. Já carente de boas aventuras e histórias picantes, minha mente sacana começou a trabalhar, talvez esta fosse uma boa oportunidade.

Durante aquela semana, esperei um bom momento e perguntei se ela não poderia encarar aquilo como uma oportunidade de uma aventura, afinal, devido aos compromissos, já fazia um bom tempo que não focalizávamos nossa vida sexual. De princípio ela se fez de difícil, mas senti que, no fundo, ela ficou bastante envaidecida por despertar paixões no gringo. Ponderamos sobre as implicações, se por um lado todos sabiam sua real identidade, que era casada, onde trabalhava, por outro lado, não tinha ninguém que a conhecia, ninguém de nossa cidade naquele curso. Decidimos arriscar.

Sempre tive como hobby mexer com audiovisual e, dessa vez, planejava gravar a coisa acontecendo. Até então, a experiência consistia em ouvir as histórias. Tinha vontade de ver a coisa acontecendo. Mas, ainda tinha que convencer minha esposa a aceitar, visto que ela nem me deixava gravar nossas próprias transas. Para minha surpresa, ela aceitou de boa, na condição de que, depois de assistir, destruiria as fitas. Então, na próxima vez eu iria com ela a São Paulo para colocar o plano em execução.

Chegando no hotel, pegamos dois quartos contíguos, ela ficaria sozinha em um, onde seria o cenário das aventuras, e eu no outro, aguardando ansioso minha esposa estrelando seu filme pornô. No dia em que chegamos, enquanto ela foi para o curso, eu fiquei preparando as duas pequenas filmadoras que tinha, daquelas antigas miniDV, escondidas dentro de umas bolsas.

Minha esposa já havia combinado com o alemão, marcaram para a noite de sexta, no restaurante do hotel. Eu já tinha deixado tudo preparado, ensinado minha esposa a colocar para gravar. Uma câmera ficaria numa posição para pegar uma imagem mais geral, a outra na cadeira próxima da cama, para tentar pegar uns closes legais.

Chegada a hora, escutei minha esposa saindo do quarto e pegando o elevador. Desci escondido logo em seguida, na intenção de ficar oculto no bar do hotel, tentando ver algo daquele encontro. Quando estava no elevador, me dei conta de que em nenhum momento perguntei qualquer coisa sobre o gringo, não sabia nada dele, e minha esposa também não se deu ao trabalho de falar nada. Qual não foi minha surpresa quando vi o cara lá, junto da minha mulher. Para simplificar a descrição, digamos que o Alemão era praticamente um “Poderoso Thor”, um homem alto, de olhos azuis e corpo atlético. A única coisa que me veio na cabeça foi “perdi a esposa”. Aí fui entender o porquê dela concordar fácil com aquela aventura inusitada, coisa que normalmente ela não concordaria. Confesso que senti uma ponta de ciúmes. Voltei para o quarto antes que ela me visse bisbilhotando. Pouco mais de uma hora depois, ela ligou do quarto dela dizendo que o Alemão iria para lá em alguns minutos. Orientei sobre as câmeras e, por precaução, soltei um “eu te amo”.

Escutei quando ele chegou no quarto. Decidi que não ficaria ali, estava enciumado. Bem próximo ao hotel tinha um barzinho legal, com música ao vivo, fui pra lá. Perto de uma da manhã, recebi um SMS no celular, “onde você está? Ele já foi”. O pequeno trecho que caminhei até o hotel durou uma eternidade, eu estava ansioso, já não tinha certeza daquilo, eu ia ver minha esposa transando.

Cheguei no quarto dela, ela já havia tomado banho e o quarto estava arrumado, como se nada tivesse acontecido ali. Estranhei, imaginei que ela me aguardaria ainda exibindo os traços da aventura que vivera há pouco. Mais surpreso fiquei quando ela me disse que estava cansada, me deu as bouças com as filmadoras e me mandou para o outro quarto, porque ela queria dormir. A convidei para assistirmos juntos, etc… ela não aceitou. Bom, minha ansiedade era tamanha que não me importei no momento, corri para o quarto, liguei uma filmadora na TV e me preparei para o desconhecido. Fiquei puto quando descobri que uma das câmeras, a do close, não tinha gravado nada. A outra filmou legal. Como estava sozinho, deitei na cama e me preparei para o espetáculo.

O filme começa, ela abre a porta, o alemão entra levando consigo uma garrafa de vinho já aberta, pela metade, e duas taças. Minha esposa vestia algo inusitado, apenas o paletó do terninho que costumava usar no curso e uma calcinha branca com florzinhas azuis (depois fiquei sabendo que as roupas eram o pedido dele, especialmente a calcinha, que ele havia visto uma vez durante aula).

Ele a beija na boca, terna e demoradamente, depois desce até o pescoço (um ponto franco de minha esposa). Se afasta um pouco, segurando em sua mão faz ela girar lentamente para poder apreciá-la. Ficam por um tempo trocando beijos e carícias, como um casal novo de namorados. Quando minha esposa vai tirar o terninho, ele a impede, a deita na cama e abre os botões daquela roupa, expondo os seios de minha mulher. Pega cada peito com uma mão, de forma que consegue acariciar cada bico com os dedos indicador e polegar. Se colocando entre as pernas abertas de minha esposa, ele vai com a boca, chupa os peitos, os bicos, habilidosamente. Depois desce calmamente pela barriga, beijando e lambendo, até chegar entre as virilhas, aí abocanha a buceta de minha mulher por cima da calcinha, as pernas dela se contorcem levemente. Depois se afasta, com dois dedos puxa a calcinha para a lateral, exibindo a buceta molhada. Aprecia a cena por um instante, depois se inclina e passa a língua por toda área. De repente, usando as duas mãos, num gesto firme, rasga a parte de baixo da calcinha, depois rasga as finas cordinhas laterais, deixando tudo totalmente exposto. Ele mostra a calcinha rasgada para ela e depois a guarda no bolso da calça. Percebo que aquilo deixa minha esposa bastante excitada. Nesse momento eu estava tomado por uma mistura de ciúmes e tesão.

Minha mulher se senta na beira da cama e abre a calça do alemão, até soltar seu pinto e, sem nenhuma cerimônia, o abocanha, iniciando um delicioso boquete (ela é muito boa nisso). Enquanto isso, o cara tira toda sua roupa. Excitado e apreciando o trabalho oral, ele segura minha esposa pelo cabelo e usa sua boca como se fosse uma buceta, fazendo movimentos suaves de vai e vem, aí tira o pau da boca dela, se inclina e a beija apaixonadamente, depois volta a meter o pau na boca de minha mulher. Isso durou um tempo. Depois ele a deixa, vai até a garrafa de vinho, enche as duas taças. No fundo da garrafa, sobra um pouquinho de vinho.

Aí acontece algo surpreendente, que minha esposa nunca me deixou fazer. Enquanto ela bebia seu vinho, ele se agacha e chupa sua buceta, depois brinca com a garrafa, passando seu bico devagar por toda vulva, no clitóris, indo e voltando naquela buceta toda molhada. Depois volta a chupar. Na brincadeira, no clima excitante, ela ficou totalmente entregue àquele homem. Aos poucos, o gargalo da garrafa estava todo dentro da buceta de minha esposa. Ela assistia em êxtase aquele cara brincando entre suas pernas. Ainda com a garrafa enfiada na buceta, ele a segura nas costas e inclina levemente seu corpo, fazendo com que o restinho do vinho da garrafa fosse todo para dentro de minha mulher. Depois, com calma ele retira a garrafa e cai de boca em sua buceta, a usando como sua taça, bebendo todo vinho de saia dali. Aquilo a deixou em um estado de excitação que eu raramente vi. Confesso que até doeu minha barriga de ciúmes e tesão.

Percebendo que ela estava bastante excitada, ele a beija na boca, enquanto seu pau roça na buceta. Minha esposa, já não se aguentando, louca para sentir o pau entrando, vai com a mão e tenta colocar o pinto para dentro da racha. Mas, o alemão está dominando a situação, ele não deixa o pau entrar, apenas se levanta, com umas das mãos a segura novamente pelo cabelo, com a outra mão segurando o pinto, passa ele no rosto e na boca de minha mulher, que ora o chupa, ora apenas sente o pau castigando suavemente seu rosto, batendo nas bochechas, de um lado, depois do outro.

Minha esposa se solta, engatinha até o meio da cama e se posiciona de quatro, arrebitando sua bunda em direção ao alemão, que estava em pé, assistindo aquele convite para o sexo. Ele aceita, vai até ela, primeiro cai de boca, chupando tudo de forma voraz, percorrendo desde o clitóris até o cú. Depois, sem usar as mãos, posiciona seu pau na buceta de minha esposa e, de forma firme e delicada, começa a entrar na buceta da minha mulher que, já excitada, rebola e joga a bunda para trás, fazendo entrar todo enorme pinto dentro dela. O movimento de vai e vem começa suave, depois se intensifica. O cara vai alternando o ritmo. Um tempo rápido, depois calmo… Aquilo estava deixando ela louca de tesão. Minha mulher adora dar de quatro.

Aí acontece algo que eu temia. A bateria acabou. Minha frustração foi indescritível. Como assim, eu não ia assistir o final daquela história? Naquela época as baterias das filmadoras duravam uns 25 minutos, no máximo.

No outro dia, acordei um pouco tarde, ela já tinha saído para o curso. Fiquei intrigado, afinal, ela poderia ter me chamado. Para resumir a história, ela chegou do curso no final da tarde e viajamos de volta para nossa casa. Ela disse, de forma tranquila e até carinhosa, que ainda não queria comentar o que tinha acontecido. Só perguntou se eu já tinha destruído as fitas, respondi que não, porque queria assistir com ela. Ela disse que não ia assistir e que eu destruísse assim que chegasse em casa.

Só uma semana depois conversamos novamente sobre aquele lance. Aliás, foi todo esse tempo sem sexo também. Sofri, mas respeitei. Ela me contou como tinha sido o restante daquela cena. Eles continuaram metendo de quatro até ela gozar. O cara tinha um ótimo autocontrole. Depois ele a virou e continuaram metendo e beijando na boca, num delicioso e tradicional papai-e-mamãe, até que ele, quase para gozar, tirou o pau de dentro da buceta e o levou para ela chupar. Minha esposa chupou até ele gozar, enchendo seu rosto e sua boca de porra. Depois, ele continuou “pincelando” o rosto e a boca dela, aí se beijaram, compartilhando o gozo.

Insisti para ela contar mais, afinal ficaram juntos por mais de três horas. Mas ela se recusou. Apenas falou, sem nenhuma cerimônia, que não rolou anal, porque o pau do cara era muito grande e grosso. Mas ela prometeu para ele que fariam na próxima oportunidade.

Aí questionei, como assim “próxima oportunidade”!? Ela confessou que estava sexualmente apaixonada pelo alemão, que tinha rolado um nível de sintonia muito grande. Disse para eu ficar tranquilo, não havia nenhum outro nível de sentimento pelo cara, apenas tesão. Eu continuava sendo o amor da vida dela, mas ela queria explorar mais aquele sentimento. Por fim, ela me disse que o gringo a convidou para viajarem juntos. Ele ia tirar uns dias após o final do curso, viajar pelo Brasil, antes de retornar para seu país.

Daí ela me colocou em xeque. Disse que, caso eu concordasse, ela gostaria muito de ir nessa aventura. Seriam duas semanas, depois ela voltaria para casa com muitas histórias para me contar. Porém, se eu não concordasse, ela não iria. Mas, também não faria mais nenhuma aventura e nem contaria mais nenhuma história. Essa fase de nova vida sexual terminaria ali.

Sem pensar muito, concordei (eu não tinha mais nada a perder). Fiz apenas uma exigência: que ela falasse a verdade para o cara, que não havia traição entre nós, as coisas aconteciam com consentimento mútuo.

Alguns dias depois, fomos para São Paulo, minha esposa já com as malas prontas para sua viagem. A noite, na pequena recepção para comemorar o final do curso, ela me apresentou ao alemão. Ele ficou surpreso quando, ao cumprimentá-lo, disse: “cuida bem da minha esposa”.

CONTINUA…

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