Quente e frio
Depois de estudar dezoito horas por dia, sete dias por semana, durante quatorze meses, conquistei uma bolsa de estudos para pesquisar a nível de doutorado em uma das regiões mais fria do mundo, onde a temperatura para as pessoas que vivem em regiões tropicais, parece ficção científica. Éramos seis pesquisadores, do Brasil eu criado em Fortaleza e que conclui meus estudos de graduação e pós no Rio de Janeiro e Ricardo de Belém que estudou em São Paulo, os outros quatro de sangue nórdicos. Fomos transportados para a área de estudos no verão, quando ainda tinha luz natural, em nosso alojamento coletivo, havia uma fornalha, eu e Ricardo escolhemos as camas pegadas e quase no centro do ambiente. O tempo foi passando e a temperatura diminuindo, apesar das roupas apropriadas, da fornalha e todos os recursos artificiais disponíveis, nada como o calor humano. Passou a ser hábito acordamos agarradinhos, foi aí que aprendemos que brasileiro não maturidade para enfrentar o frio, enquanto os nórdicos apelavam para o álcool, nós apelávamos para algo bem nosso, a punheta e o abraço, logo estávamos um sacaneando o outro com beijinhos no pescoço. Lá não tem noite nem dia, é escuridão durante os dez meses do ano, assim, ninguém tinha horário para sair em equipe para o campo, tão pouco para usar os laboratórios, embora ele pesquisasse na área de química e eu na de física, ajustamos nossos horários para estarmos juntos no alojamento. Como passar óleo contra o frio nas costas é difícil, um passava o produto nas costas do outro. Por sacanagem no inicio, os beijinhos na nuca eram diversão, aos pouco foi se tornando tesão, até quando sentamos no chão um de frente para o outro, próximo a fornalha com as peles nas costas. começamos a passar o óleo de proteção no saco, olhei para o pau dele e constatei que estava tão duro quanto o meu, enchi a mão no óleo de proteção térmica e passei em sua caseta e continuei acariciando , sem dizer uma palavra Ricardo fez o mesmo em mim, naquele instante mágico, começamos a nos punhetar mutuamente e o beijo na boca foi inevitável, assim como passar a mão livre pelas costas do outro. Gozamos gostoso sem culpa ou vergonha e dormimos agarradinhos. No período de descanso seguinte, após regularmos a temperatura da fornalha, entramos entre as peles de animais que cobriam nossas camas, nus da cintura para baixo, e constamos como era gostoso acariciar as nádegas do outro, tão bom quanto receber aquele carinho. Dar as costas para Ricardo e sentir seu pau no meio do meu rego me levou a masturbação, o mesmo acontecendo com ele, desejar a penetração foi só o caminho natural do que estava acontecendo, passei a amar aquela piroca quentinha no meu ânus e quando Ricardo confessou que tinha gozado sem por a mão no pau, só com minha pica enterrada nele, não foi novidade pois aquilo já tinha acontecido muitas vezes comigo. Ao final dos dois anos, cada um voltou para sua universidade de origem. Voltei a morar em meu apartamento em frente da praia, inicialmente tomando sol na varanda, quando comecei a sentir falta de rola, comprei um consolo, de costas para o sol, enfiava os quinze centímetros de silicone no cu e me masturbava gostosamente, isso toda manhã preparando-me para dar minha carga horária de aulas obrigatórias para depois montar meus experimentos no laboratório. Meu ajudante o técnico de laboratório Marcos, rapaz forte, de voz mansa e peitoral largo, acompanhava todas as minhas pesquisas. Em uma tarde de sexta feira, notei que Marcos estava bem triste e ao interpela-lo ele disse que tinha rompido um relacionamento de mais de dois anos, comovido, o convidei para tomar umas cervejas em meu apartamento. Estávamos conversando calmamente ambos no sofá, quando ele pegou na minha mão e a levou até seu pau que já estava duro, nossa aquela sensação maravilhosa de segurar uma rola deu um choque em minha cabeça, abri o zíper de sua calça e saquei uma rola linda, mais comprida e mais grossa que a do Ricardo e fiz o que nunca tinha feito, engoli com a boca o quanto pude daquela maravilha, sentindo um gostinho salgado diferente do gosto do óleo de proteção contra o frio que normalmente sentia quando chupava o pescoço de Ricardo e sentir uma cabeçorra forçar o fundo da garganta era muito melhor que chupar o pescoço do parceiro. O sacana vendo que eu estava entregue, me abraçou e nos beijamos, caminhamos agarradinhos para o banheiro, tomei meu primeiro banho de chuveiro com alguém, ali com a agua quente caindo sobre nossos corpos me apoiei nos ladrilhos arrebitei a bunda e senti aquela coisa dura invadir meu ânus carente. Deliciando-me com a nova grossura que meu anel estava suportando, mais uma vez gozei sem por a mão no pau. Somos molhados mesmo para a cama e sem dar descanso para meu fodedor, tomei uma nova carga de porra quentinha no fundo do meu cu. Marcos foi apenas o primeiro, depois dele vieram muitos outros, nunca mais pensei em voltar para as Terras Geladas, pois não aguentaria ficar sem as pirocas cariocas.
