Relação em novo patamar
A minha relação com a Fe (Fernanda), não é muito fácil de entender, ela tem a mesma altura que eu, 1.75 m , cabelos castanhos curtinhos e eu uso cabelo comprido, normalmente preso na forma de rabo de cavalo, ela tem a musculatura bem definida, pois faz musculação a muitos anos, ela gosta de usar blusa de botão e eu camiseta, só concordamos em uma coisa, gostamos de cerveja e vinho branco. Eu sou arquiteto e ela psicóloga. Assim que as coisas começaram ficar sérias entre nós, ela confirmou algo que eu já desconfiava, ela é fascinada por mulheres com menos de vinte anos e quando resolvemos morar juntos em uma casa que eu mesmo projetei, a única exigência dela era de não abrir mão de suas conquistas das meninas e que eu nunca assistiria ela comendo as mesmas. Quanto a mim, ela não quis saber do meu passado e nunca me liberou para sair com outras mulheres. Acabamos desenvolvendo um costume maravilhoso, sempre que ela me aponta alguma menina, na nossa próxima foda ela conta como foi a conquista e principalmente, como ela comeu a tal mulher, tudo nos mínimos detalhes, o que apimenta muito nossas fodas. Na época dos acontecimentos, já estamos morando juntos a quatro anos, ela com vinte e oito e eu com trinta e dois anos de idade.
No almoço em um restaurante perto de casa, ela me apontou uma jovem de uns dezoito anos que ara uma delícia, voltando para casa, depois do almoço e de termos tomado no mínimo meia dúzia de cervejas, Fe entrou primeiro no chuveiro, acabou o banho e deitou nuazinha na cama pronta para me contar como tinha sido com aquela menina, entrei rapidamente embaixo da ducha para ouvir o relato e comer aquela buceta deliciosa, mas percebi um movimento na casa ao lado que eu sabia que estava para alugar, abri uma fresta no vitro do box e vi três rapazes se beijando, logo um deles passou a punhetar os outros dois e em seguida um dos que estava sendo punhetado, ficou de quatro no chão da área de serviço da casa vazia e arrebitou a bunda sendo o que estava punhetando ajoelhou atrás dele, apontou uma rola linda no rabo que estava a sua frente e o terceiro deu o pau para o que estava levando rola na bunda chupar. Hipnotizado pela cena, passei a bater punheta ali mesmo de pé, sem perceber a aproximação da minha mulher, estava lembrando dos meus tempos de rapaz, Fe muito observadora, quando olhou pela fresta de imediato entendeu a minha situação e alisou minha bunda, tomei um susto, mas a alisada estava tão gostosa que eu arrebitei e ela movimentou os lábios sem emitir som, e eu “li que delícia continua” e continuei, Fé continuou a alisar minhas nádegas e quando percebeu que eu ia gozar, encostou a ponta do dedo no meu anel, percebendo claramente que ele estava piscando, deu uma forçadinha, esporrei nos azulejos. Sorrimos um para o outro, ela muito sacana percebendo que eu não queria perder a cena dos três sentou no chão do box, colocou minha piroca em sua boca e continuou alisando minhas nádegas como nunca tinha feito antes, nossas aquilo era muito gostoso e quando eu já estava gemendo, ela derramou champô em seu dedo médio e o enfiou todo no meu cuzinho, onde nada entrava desde minha adolescência foi tirando aos poucos, até achar a próstata onde passou a massagear, minhas pernas tremeram e eu enchi a boca da chupadora com uma quantidade imensa de leite.
Fomos para a cama, eu estava exausto e meio bêbado, adormeci.
No fim da tarde, acordei com Fernanda enfiando a língua no meu cu e com um vibrador enfiado na buceta, tentei reagir, mas ela pediu para eu esperar ela gozar, nossa aquela língua entrando e saindo do meu anel me fez lembrar de um dos meus coleguinhas que adorava fazer aqui comigo, o pinto dele era pequeno, mas ele chupava um cu como ninguém, Fe gozou como sempre, parecendo uma fera enjaulada, emitindo sons guturais bem roucos e alto, eu estava com a tesão toda e aquela foi uma das raras oportunidade que não tive que pedir para fazer anal, ela mesma se arrastou na cama para o meu lado, levantou a perna, pegou minha piroca, esfregou em seu anelzinho e forçou a bunda para trás, engolindo todo o meu cacete, durante aquele anal maravilhoso, ofereceu um dos seios para eu chupar, quando viu que eu estava quase chegando lá perguntou: “Depois você me conta como foi a primeira vez que esse cu gostoso levou rola?” Imediatamente gozei como um louco. Fe levantou, foi ao banheiro e depois a cozinha, quando voltou para cama, estava com duas cervejas geladinhas na mão. Contei para ela várias de minhas “brincadeirinhas” dos velhos tempos. Passamos horas alternando minhas lembranças e as dela. Na madrugada, estávamos excitadíssimos, ela foi ao guarda roupas e tirou sua maletinha de couro marrom de lá, uma bolsa que eu nunca tinha mexido, pois era fechada com uma chave que ela usava na correntinha do pescoço, para minha surpresa, tirou de seu interior uma cinta na qual acoplou um pênis de silicone, untou com gel e ordenou, “deita o corpo na cama de barriga para ela e mantenha os pés no chão, arrebita bem essa bundinha que vou comer esse cuzinho saudoso de rola”. Não sabia se obedecia ou não, mas o tesão falou mais alto, ela ficou de pé atrás de mim, dobrou um pouco os joelhos e mandou com voz de macho; “Abre esse cu!” apontou o consolo para minha portinha e empurrou sem dó nem piedade, dei um grito, me contorci e gemi como gente grande, olhei para trás e vi as feições de loba faminta, seu rosto refletia toda sua tara e ela passou a fazer movimentos para frente e para trás, para minha surpresa, minha fodedora gozou forte como se aquele pinto artificial fosse realmente parte de seu corpo e eu gozei sem por a mão no meu. Caímos os dois na cama e ela falou: “Agora nossa relação assume novo patamar”.
