Sexo no Hospital de Brasília

Cheguei às portas do Hospital de Brasília. Estava devastado. Minha namorada havia sofrido um inesperado acidente e eu era o único que ainda a via como alguém vivo. O tempo pareceu parar quando ela deixou de cantar as canções mais românticas que existem. Não pudemos ter o relacionamento que tínhamos sonhado, principalmente depois que a coordenação do hospital decidiu me impedir de visitá-la. Não podia ver seu rosto corado, ou ouvir sua voz.

Ao me aproximar dos corredores, lembrei-me de uma das ultimas conversas que tivemos. Mais precisamente a parte em que eu havia proposto a visita para Brasília. Ela sempre adorou a cidade e não perdoou quando não conseguimos ir.

O Sexo no Hospital de Brasília

O sexo no Hospital de Brasília era apenas um sonho irreal. Pude ter felicidade por um instante. Foi como um sonho, mas ao mesmo tempo tinha a realidade. Meu coração estava pulsando de tão forte. Sabia que não era um sonho, mas naquele momento não importava.

Eu abri a porta para o quarto dela juntamente meu medo do que estava para acontecer. Mas aquilo não era desconhecido, tínhamos nos aproximado naquele estado da mesma forma centenas de vezes. O medo era grande, mas o desejo era maior.

Ela estava deitada na cama quieta e eu me aproximei suavemente. Segurei com suavidade sua mão quente e a beijei. Ela pareceu despertar de seu sono e me pediu para entrar. Quando entrei, o cheiro intenso de iodo me deixou extasiado.

Tirei minha roupa devagar enquanto ela me olhava com sua curiosidade. Ela repousava seus lábios sobre os meus e apalpar o meu corpo. Eu estava literalmente coalhado de suor.

Deitamos na cama, entrelaçando nossas pernas enquanto suava cada vez mais. Ela me guiava através daquele lugar inimaginável. Meus dedos acariciavam sua pele como se fosse a primeira vez. Ela me olhou com seus olhos esverdeados mexendo seu quadril como se quisesse mais e mais.

Eu comecei a mexer meu corpo devagar mas com rapidez gradualmente, ela gemia cada vez mais. Sentia meu corpo estremecer. Eu sussurrava diversas frases ternas; ás vezes mais quentes, enquanto eu continuava mexendo meu quadril.
Minhas mãos deslizavam por seu corpo até chegarmos ao ápice. Enquanto ela gemia alto me pedindo mais, eu não parava. Eu estava vibrando de tanta excitação. Ela praticamente tremia de satisfação.

Naquela estranha mistura de tristeza e felicidade pude sentir o quanto ela havia se apegado a mim. Seus lábios e olhos choravam por seno e eu não conseguia me segurar e chorei também. Em seguida abraçamos e nos entregamos um ao outro, consolando-nos mutuamente.

Depois de um romance incrível entre o sexo no Hospital de Brasília e o sentimento multiplicado de nossa paixão, soubemos que era hora de dizer adeus. Ela se levantou e olhou para o sol se pondo e disse que nos encontraríamos novamente. Este foi um dos últimos momentos que tive ao seu lado.

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