O Motoboy Negão – 1

Gostaria de informar que, após um período de ausência, retornei para escrever mais alguns contos para vocês. Pouco antes do início desta pandemia que parece não ter fim, ocorreu-me uma experiência muito prazerosa. A maioria dos meus contos é de histórias mais antigas, mas este é bem recente. Ainda sou casada com meu marido, mas não deixo de sair para fazer sexo fora de casa, uma vez que o sexo é quase que inexistente aqui em casa. No que diz respeito ao sexo, temos um relacionamento excelente. Tenho quase certeza de que ele tem outras mulheres fora de casa, uma vez que nenhum homem consegue ficar sem sexo por longos períodos de tempo, mas já fucei no celular e e-mails e não encontrei nada de suspeito. Sendo assim, se ele faz algo fora do casamento, é muito bem protegido, assim como eu. Como já havia mencionado em outros contos, tinha algumas lojas de roupa. Nos últimos tempos, voltei a trabalhar com vendas, dessa vez online. Não sou muito de ficar parado, então isso tem ocupado bastante a minha cabeça e tomado um bom tempo do meu dia. O que vejo está em outra residência, que eu alugava, mas agora uso praticamente como depósito, para não ter pessoas entrando diariamente na minha residência para buscar os produtos. Achei melhor fazer isso, pois é mais seguro. Tenho dois motoboys que trabalham para mim. Eles trabalham praticamente o dia todo realizando entregas, e, apesar de a pandemia ter dificultado a vida da maioria das pessoas, o meu negócio cresceu significativamente, com um aumento significativo no número de entregas. Tenho que ficar apenas no depósito registrando e separando os pedidos e os entregando para eles, o que me impede de conversar por mais tempo. A conversa é mais intensa quando tenho que efetuar o pagamento deles. Os dois são identificados pelo nome de Cláudio e Hudson. Cláudio é baixinho e branquinho, com uma leve barriguinha que, provavelmente, deve ser de cerveja. Ele é muito semelhante a esses homens que passam o final de semana no bar bebendo cerveja. Já Hudson é negro, tem 1,80m e é meio gordo, sendo mais forte do que magro. Pode ter praticado esportes quando era jovem ou feito academia, mas não é minha especialidade. Como eu havia dito, não tinha um grande contato com os dois, mas, no final do mês, Hudson veio-me pedir um adiantamento. Ele explicou a história, mas vou resumir. Hudson tem três filhos com mulheres diferentes, dois deles com a ex-esposa e um com a atual. Um dos filhos não estava bem de saúde e, por isso, teria que pagar uma consulta em uma clínica particular, uma vez que, se depender do SUS, todos nós sabemos como funciona, certo? Ele se comprometeu a tirar fotografias do comprovante e da receita, caso o médico solicitasse alguma informação adicional. No entanto, respondi que não era necessário, uma vez que não me importo em ajudar quando alguém necessita, uma vez que era apenas um adiantamento do salário dele. Nunca dei a mínima importância em liberar o dinheiro antes ou depois da data do vale, caso algum funcionário necessitasse. Ele expressou gratidão por mim, disse que sou uma pessoa extremamente competente e que nunca teve uma patroa tão tranquila quanto eu. Como disse, gosto de ajudar quando alguém precisa. Já recebi inúmeros elogios de funcionários em relação à minha qualidade como chefe. Não sei se isso é apenas uma questão de opinião ou se é uma realidade. Alguns dias depois, ele voltou a me agradecer. Disse que eu o ajudou bastante, que, se dependesse do posto de saúde, a consulta do menino ainda não teria sido marcada. Ele pediu para ver as fotos. Eu disse que não precisava que ele me confiasse. Então, conversamos um pouco. Ele disse que, além de trabalhar comigo, ainda ganha uma boa parte do salário, ainda trabalha à noite com entregas em uma pizzaria, pois ainda tem que sustentar o filho que tem com a atual esposa. Brinquei um pouco e falei, mas quem mandou arrumar um tanto de filhos? Ele sorriu e disse, ahh, eu aprontava bastante há alguns anos, você já viu, certo? E completou, mas agora, trabalhando em dois lugares, quase não sobra tempo nem para minha esposa direito. Nesse momento, não sei o motivo, simplesmente saí. Ele disse, cuidado com isso de não dar atenção à esposa, eu sei bem como é isso, e isso não acaba bem. Após ter dito isso, percebi o erro que cometi. Quase me entreguei. Tentei consertar dizendo que mulheres não merecem isso, mas ele percebeu que eu exagerei e disse-lhe que havia uma entrega a ser cumprida. Não sei se isso se deve à minha declaração anterior. O meu desejo por negros foi mais forte, apesar de eu não ter pensado em fazer nada até aquele momento. Após esse dia, ele sempre puxava conversa comigo e eu retribuía. Ele era bastante simpático e educado, mas, para ser sincera, gosto de homens que, às vezes, não têm vergonha e demonstram interesse em me pegar. Como já disse em outro conto, gosto de homens que não imaginavam que um dia poderiam me pegar, esses fazem com mais vontade, o que é ótimo. Após alguns dias de conversa, percebi que não sairia dali, seja pelo respeito ou medo que ele demonstrava. É aquela história de que, se eu desconsiderasse o chefe, poderia mandar embora, mas, tendo duas famílias para sustentar, seria arriscado. Dessa forma, decidi dar condições. Após alguns anos tendo relacionamentos fora do casamento, às vezes eu desejo apenas sexo, sem envolvimento. Um sexo casual bem gostoso não faz mal a ninguém. Resolvi voltar àquele assunto antigo com ele e disse: e o casamento, como está? Ouviu aquele conselho que eu lhe dei? Ele me disse: “Não sou habituado a ter esse tipo de conversa com mulheres, muito menos com patroa”, já que a senhora perguntou. Ouvi-o, mas não percebi muito e ri. Perguntei o motivo. Ele disse que o cansaço é maior, que a

O Novinho viciou na minha bucetinha

Olá, amores. Como vão? Continuarei a narrar a história entre Hugo e eu. Aqueles que não acompanharam a história, sugiro que acessem a minha lista de contos e leiam o último conto que escrevi para compreender melhor o que ocorreu com o garoto do “primeiro emprego”. Após o dia em que transamos no meu escritório, Hugo não me permitia mais relaxamento. Apesar de ser bastante discreto na frente dos outros, continuamos conversando apenas o necessário. Quando estámos sós, Hugo não conseguia se conter. Não me agarrava a ninguém, talvez pelo respeito por ser sua chefe, mas dizia todos os dias que estava louco para me pegar de novo. Ele não me tocava, mas me provocava com palavras, como: “Está louco para me pegar em uma cama”, “se eu fizer sexo com ele em cima da mesa na cama, ele me mataria. Além disso, mandava-me olhar para a calça dele para ver se estava explodindo de tesão. Perguntei a ele como entraria no motel. Ele disse que não haveria problemas, que iria arrumar a identidade, mas fiquei com medo. Pensa se me descobrirem e chamarem a polícia? Não me sentia segura com isso. Se fosse no carro, seria mais uma transa rápida e ele não poderia cumprir o que prometia. Espero que não sejam apenas promessas. Passaram-se mais alguns dias com ele me provocando e insistindo, e eu também provocando com meus vestidos e saias. Um dia, ele tomou a coragem e me deu uma bela encoxada no estoque, me juntou toda e apertou todos os seios e a coxa. Fiquei bambinha com aquilo, até porque Gabriel estava tendo problemas com sua ex esposa e seus filhos e não nos viamos há alguns dias. Quase pedi para ele me comer ali mesmo, mas, devido ao medo de que alguém nos agarrasse, tenho uma imagem a preservar. Deixei-me ali, rebolei gostoso no pau dele, apertei as mãos que estavam no meu peito e virei a cabeça para sentir a língua dele novamente na minha boca. No entanto, isso não durou mais do que um minuto, o que me deixou ainda mais excitada e atiçada. Alguns dias depois, ao retornar à loja, ele estava bastante animado. Percebi sua animação ao longo do dia, mas não tivemos a oportunidade de conversar. À tarde, na hora do café, fui com ele à lanchonete habitual. No caminho, perguntei-lhe o motivo da animação. Ele disse-me que, no final de semana, teríamos a oportunidade de nos divertir juntos. Perguntei-lhe como. Ele disse que, no domingo, sua família iria ao clube e a casa ficaria livre para nós. Perguntei-me: como eu poderia ir à sua residência? Ele disse que me esperava na entrada do morro e que nos encontrávamos juntos. No entanto, não concordei. Achei a ideia bastante arriscada, especialmente no domingo, quando todos estão em casa. As casas são próximas e, consequentemente, os vizinhos poderiam ver minha chegada, o que seria bastante arriscado para mim. A ideia, contudo, despertou-me um desejo enorme. Nunca subi tão alto um morro, dando para um jovem na casa dele, correndo o risco de sermos pegos por alguém. Pensei nisso, mas fiquei molhadinha com a ideia. Não poderia ir de carro, pois não teria onde deixar e seria perigoso deixá-lo na rua. Ele disse-me que eu teria que retornar à loja no sábado e teria que dar a resposta para ele. Passei o restante da semana pensando nisso. No sábado, desculpe-me, não sabia o que fazer com ele. Cheguei à loja um pouco mais tarde para ter tempo de pensar. Evitei, ao máximo, ficar no escritório ou no estoque, para que ele não me perguntasse nada. Eu queria muito, estava com muita vontade, mas tinha receio de que alguém visse e, posteriormente, faltasse para mim. Mas, em determinado momento, tive que comparecer ao escritório. Ele me seguiu quando eu já estava de volta. Ele parou e me perguntou: e você, está de pé amanhã, minha linda? Não sei o que me deu na hora, mas não pensei duas vezes e respondi que sim. Acho que o tesão falava mais alto que tudo. Ele disse que, assim que a loja fechar, você me explicará onde deve ficar. Fizemos o mesmo esquema. Falei com a gerente que ficaria, pois precisava organizar os pedidos. Abaixamos as portas e ela saiu. Hugo também já havia ido embora. Ele esperou um pouco e voltou para conversar. Ele entrou no meu escritório e, antes de falar qualquer coisa, foi até a minha cadeira e me beijou. Foi uma delícia de beijo. Deu para perceber a vontade que sentia por mim apenas pelo beijo. Ele conseguiu me deixar excitada apenas com o beijo, e eu amei. Depois ele me disse que o pessoal sairia cedo, que eu poderia chegar lá às 10 que era melhor, que não estaria tão cheio ainda por lá, para eu ir de táxi, falei que tudo bem, que faria isso mesmo, descemos as escadas para ir embora, quando chegamos na porta, ele fez a mesma coisa de mais cedo, me agarrou por trás e me encoxou bem gostoso, eu fiz a mesma coisa e rebolei bem gostoso no pau dele, ele me segurou pela cintura, bem forte, foi passando as mãos na minha coxa, levantando meu vestido, até chegar na minha calcinha, enfiou a mão dentro da minha calcinha e começou a esfregar minha bucetinha, eu contorcia de tesão com o dedinho dele passando no meu grelinho, eu colocava a mão pra trás segurando sua cabeça, que beijava meu pescoço com vontade, ele foi e enfiou um dedinho dentro da minha buceta, enfiou todo dentro, primeiro um e depois dois dedinhos, eu já estava ficando doida pra ele me possuir, quando ele para e fala no meu ouvido, agora só amanhã, quero você doidinha pra dar pra mim amanhã, e foi abrir a porta pra ir embora. Fiquei alucinada de tesão naquele dia. À noite, durante o banho, aproveitei para fazer a depilação e, dessa vez, pensei nele. No entanto, isso não me acalmou.

Dei para o garoto do “primeiro emprego”

Olá, meus amados. Como estão vocês? Tenho recebido diversas mensagens de apoio sobre meus contos. Há pessoas que me solicitam para relatar algumas coisas que não aconteceram. Isso eu já disse em outro conto, mas tudo o que estou escrevendo aqui é verdadeiro. Foram fatos que aconteceram comigo, mas ainda mantenho tudo em segredo. Há pessoas que me pedem contato e eu não me sinto segura para ter medo de ser descoberta. Nunca se sabe se alguém que conheci lê, não é mesmo? Ressalto. Após a morte de Gabriel, libertei-me como mulher e passei a olhar os homens de uma forma diferente, o que não acontecia antes. Passei a dar um ou outro olhar discreto para aqueles que me interessavam, o que me deixava ainda mais excitada ao receber elogios, e não conseguia mais suportar a ausência de sexo. Continuei transando com Gabriel, mas eu queria mais. Apesar de ser o melhor naquilo que fazia, eu queria o máximo de homens que pudesse ficar, para compensar o tempo que perdi, respeitando meu marido, que passou a não me dar mais atenção. Desculpe-me, às vezes, a gente transava, mas não durava 20 minutos, o que é pouco. Gosto de ficar com a bucetinha toda vermelha de tanto dar, ficar exausta, com as pernas trêmulas e não conseguir andar direito depois de um bom sexo. Era isso que eu gostava. Após tudo isso, comecei a me vestir de forma mais elaborada. Apesar de amar vestidos, costumava usar um, embora não fosse vulgar, mas sei usar um sexy quando quero, e chamar a atenção sem me expor excessivamente. Como já disse anteriormente, não sou o tipo de mulher que a maioria aqui adora dizer, mas tenho meu charme. Gosto de usar decotes que valorizam meus seios e vestidos que valorizam minhas pernas. Talvez por isso, chamei a atenção de outro rapaz que trabalha em uma das minhas lojas. Em cada uma das minhas lojas, havia um funcionário que as empresas enviam para nós para dar uma oportunidade de trabalho. Em duas delas, eram mulheres e em uma, um homem. Ele aparentava ser jovem, mas eu o observava com atenção. Antes de tudo, eu nunca tinha dado atenção nem parado para conversar. Era apenas um funcionário que fazia tudo na loja. Organizava as roupas nas araras, repunha o que faltava, organizava o estoque e organizava tudo o que precisava. Às vezes, devido ao seu novo status, as meninas abusavam pedindo coisas em excesso. Observei isso e mandei-o parar. Seu nome era Hugo. Ele era alto e magro, um negro com um tom de pele mais clarinho. Era bonito, mas aparentava ser meio favelado. Peguei sua ficha e, de fato, residia em uma favela conhecida como PPL, como é do conhecimento público. Mas ele não parecia ter nada de errado, apenas o modo como se vestia e a chaga aqui que o denunciava, rsrsss. Como ainda não havia tido experiência com um rapaz tão jovem quanto na minha adolescência, resolvi desejar isso de novo, para esclarecer a minha dúvida se um rapaz com os hormônios à flor da pele poderia apagar o meu fogo. Dado que ele não possuía nenhum anel ou aliança nos dedos, supus que não tinha namorada. Comecei a fazer algumas provocações nele. Às vezes, ele estava no estoque e eu também ia até lá. Abaixava-me para que ele pudesse ver ainda mais meus seios no decote do vestido. Ou, ao contrário, virava de costas e dava uma leve inclinada para frente. Não mostrava toda a bunda, apenas uma pequena parte, para que ele ficasse confuso, sem saber se eu realmente desejava mostrar ou se estava sendo descuidada. Às vezes, puxava conversa e sentava-me cruzando as pernas, deixando o meu vestido um pouco acima do normal, para que ele pudesse ver. Queria deixar ele doidinho, queria fazer com que ele batesse várias punhetinhas pensando em mim. Só de pensar que ele poderia estar fazendo isso em casa, ou até no trabalho, deixava-me doidinha. E tenho plena certeza de que ele fazia isso. Uma das vezes, quis mostrar um pouco da minha bunda para ele, pois queria mais atitude dele. Ele me olhava com os olhos, mas não tinha coragem de dizer nada, talvez por medo de me mandar embora ou pensar que eu estava viajando. No dia em que mostrei uma parte da minha bunda, ele foi ao banheiro e, com certeza, bateu uma pensando em mim, o que me deixou maluca. Nesse dia, liguei para o Gabriel e transamos muito depois do serviço. Não contava para ninguém, achava que era o único homem na minha vida que não era meu marido. Mal sabia que foi ele quem me fez ser a mulher que sou hoje, que adora uma aventura e um sexo sem compromisso. Um dia, ele teve a coragem de me elogiar, me produziu todo, pois naquele dia sairia com Gabriel. Quando ele me viu, não sei se apenas saiu ou se quis investir nessa vez. Eu: Bom dia Hugo tudo bem ? Ele: tudo ótimo, é a senhora ? Desculpa falar, mas está bonita hoje Eu: só hoje ? Ele ficou todo sem graça e disse, não claro que não a senhora está bonita todo dia, mas hoje está mais. Eu: ah entendi, então muito obrigada, e não precisa pedir desculpas antes de fazer um elogio, é sempre bom receber, e eu gosto,e dei um leve sorrisinho safado e sai. Ouvi ele falando quando eu estava indo embora, falou baixinho mas eu ouvi, nossa é delícia demais, pronto era o que eu precisava ouvir, dali pra frente eu passei a puxar ainda mais papo todo dia, sempre que estava no estoque eu dava um jeito de ir para ficar conversando, e ele sempre me elogiando, que estava cada vez mais bonita, e uma hora acho que ele tomou coragem e falou, seu marido é um cara de sorte né, eu perguntei o porque, ele, com todo respeito, tendo uma esposa bonita assim igual a senhora, e também é

Meu marido não me satisfaz, então dei para o Taxista.

Olá, meus amores. Fico contente que tenham gostado dos meus contos. Tenho recebido muitas mensagens e comentários. Continuem comentando e isso me motiva muito a escrever mais contos. Hoje vou relatar para vocês a terceira vez que traí o meu marido, não a terceira, mas sim a terceira vez, depois que Gabriel e Paulo me fizeram descobrir essa nova vida. No início, não queria aceitar isso. Tentei voltar a me relacionar com meu marido. Cheguei antes dele chegar do serviço e me preparei. Coloquei a mesma lingerie que usei naquele dia no sítio para ele. Deixei os meninos com a irmã para ficarmos só nós em casa. Ele chegou. Ele chegou e ficou surpreso comigo. Perguntou o que estava acontecendo. Respondi que queria ele de novo, pois fazia muito tempo que não estávamos juntos em casa. Ele disse que iria tomar um banho antes, devido ao trabalho. Pensei, hoje tem. Após tomar banho, enviei-lhe um vinho. Tomamos o vinho e ele veio me beijar. Fazia um tempo, uma vez que não nos beijamos assim. Foi uma experiência agradável? Sim foi, mas não foi a mesma coisa do Gabriel e Paulo, ele não tem a pegada que eu gostei de receber dos dois, antes esse jeito dele me satisfazia, hoje nao me satisfaz mais, ele me chamou pra cama e eu fui, fiz um boquete nele o melhor que eu pude, deixei ele louco, ele mesmo disse que nunca tinha chupado ele assim, agora eu conseguia colocar seu pau todo na boca, coisa que nunca tinha feito antes, mas também depois de chupar aquelas duas anacondas o dele era de menos, como já disse em outros contos, ele tinha 14cm de pau, depois de chupar muito pedi ele para me chupar, ele disse que depois faria que eu tinha deixado ele doidinho que ele precisava me comer, eu concordei, ele veio pra cima de mim, tava indo relativamente bem, até porque se eu não gostasse de transar com ele antes não teria casado, mas aí ele gozou com menos de 5 minutos de sexo, foi bem brochante, quando eu estava começando a entrar no clima ele gozou, não quis nem tentar uma segunda vez, falou que ficou cansado, eu fiquei num fogo danado, eu tentei me aliviar sozinha, mas só isso nunca me satisfez, agora então menos ainda. Demorei para dormir e pensei até em sair com Gabriel no dia seguinte. Na hora do almoço, liguei para Gabriel. Ele disse que também estava com vontade, mas não poderia, pois teria que ficar com os filhos à noite e, portanto, não teria a oportunidade de sair. Uma mulher que não se satisfaz com o sexo e fica à vontade acaba se tornando um perigo. Liguei para o Paulo, mas ele é casado e não teria condições de fugir de casa durante a semana à noite. Pensei em fazer a mesma coisa essa noite com meu marido, mas um pouco mais apertada na chupada. Mas eu queria algo a mais, queria uma pegada diferente, uma pessoa que estivesse com vontade de me comer. Como já havia mencionado em outro conto, tenho três lojas em Belo Horizonte, mas não passava todos os dias na loja onde o Gabriel trabalhava. Quase todos os dias, estava em uma. O tempo foi passando e eu não conseguia mais suportar. Nas duas vezes em que fui ao banheiro, tive que fazer um carinho para tentar relaxar, mas, como disse anteriormente, isso não foi suficiente para mim. Fiquei o dia todo na loja da Afonso Pena. O tempo foi passando e, quase na hora de fechar, fui até uma lanchonete que tinha algumas lojas logo após a minha. No entanto, na frente da minha loja havia um ponto de táxi. Às vezes, conversava com um ou outro motorista que eu conhecia. Até que, quando saí, vi dois que eu conhecia, Pedro e Márcio. Eles me comprimentaram e perguntaram se eu havia sumido. Brincaram perguntando se eu tinha abandonado a loja. Respondi que não, que tive que resolver alguns problemas na outra. Mal sabia Informei que iria à lanchonete e o Pedro veio me acompanhar. Ele sempre me cantava, mas eu nunca dei bola para isso. É coisa de homem, de sempre ficar insistindo para ver se rola, mas nunca foi inconveniente. Ele disse que eu estava mais bonita do que o normal e perguntou o que havia acontecido. Ele perguntou: é o casamento? Está se movendo de vento em popa. Quando a mulher está tão radiante quanto você, é sinal de que está tudo bem. Apenas sorri para ele e falei, é claro. Não sei se ele ficou surpreso com a minha resposta, ou se apenas dei um sorriso safado para ele sem perceber. No entanto, ele disse: imagino que, se tivesse uma mulher assim, como você, seria um homem muito feliz. Respondi-lhe, rindo. Sou bem normal, não tenho nada mais do que ele. Você é linda, acho muito sexy, sempre usando esses vestidos que valorizam seu corpo, não é vulgar, mas deixa você muito linda. Para não dizer outra coisa, eu que já estava morrendo de vontade, vi ali uma oportunidade e falei: que tal? Ele começou a falar e, de início, ficou meio sem graça. Nunca havia dado essa abertura para que ele chegasse a esse ponto, e, por isso, acredito que tenha dado uma pausa e disse: “Não, não.” Não quero que você fique irritado comigo e não quero faltar com respeito por você. Gosto muito de conversar e não quero perder a sua amizade. Desculpe-me, mas fiquei curiosa. Gosto de saber o que pensam de mim. Dei um sorriso para ele. Ele foi cauteloso ao dizer, mas disse, com todo respeito, que eu acho você muito, mas muito gostosa. É o tipo de mulher que eu adoro. Sabe ser sexy sem ser vulgar, como já disse. Se eu tivesse uma oportunidade, fosse casada ou namorado, sorriria novamente. Olhei para ele e falei: posso fazer o que? Tenho a impressão de que a minha pergunta

Meu segurança e seu irmão me comeram no sítio, agora sou puta assumida

Olá, meus amados, recebi diversas mensagens positivas sobre o meu último conto e decidi continuar o mais breve possível. Espero que gostem do que aconteceu. Então, quando ouvi ele dizer do lado da cama, “vou xingar muito você” e não tinha como ele fazer isso do meu lado, uma vez que estava na minha frente e não deitado em cima de mim, fiquei em desespero. Pedi para tirar a venda logo. Ele apenas pedia para que eu o deixasse calma, para tranquilizar. Enquanto eu não ficasse calma, ele não iria tirar. Com o tempo, fui me tranquilizando e me acalmando. Ele disse, “vou tirar devagar, ok?” Não se iluda novamente, pois eu lhe disse que não faria nada que não fosse de seu agrado e desse uma conta, lembra-se? Respondi que sim. Quando ele retirou a venda, vi um outro homem sentado sobre mim, nu, com o pênis duro, se masturbando e me fitando. Gabriel, não se preocupe novamente, este é o meu irmão Paulo. Contei tudo para ele e ele ficou interessado em conhecer-me. Já tínhamos compartilhado experiências sexuais anteriores, mas você é singular, tem classe, é elegante, gostosa e é uma puta de um homem na cama. Digo isso com todo o sentido possível. Não sei o que estava acontecendo, mas tudo o que aquele homem dizia me dava tesão. Já começava a ficar molhada novamente, mas não poderia deixar que eles percebessem. Eu, por favor, tirem as cordas de mim. Não quero mais ficar presa aqui. Paulo: Está tudo bem, vamos tirar, mas você precisa prometer que não ficará nervosa novamente. Prometo: só me soltar, não estou me sentindo bem assim. Gabriel: Ok, apenas responda antes. Você gostou? Não estava expressando um orgasmo múltiplo. Quantas vezes houve essa experiência de transar? Quantas vezes foram abordadas dessa forma? Repetia a conversa com Gabriel, mas não conseguia explicar o que acontecia comigo quando ele falava, mas ele tinha total controle sobre mim. O pior é que ele tinha plena convicção disso. Não, eu nunca gozei dessa forma. Nunca senti isso antes. Foi a primeira vez que gozei dessa maneira. Eles já haviam retirado as cordas das minhas pernas e as do meu braço. Eu fechava as pernas e contorcia. O desejo era mais forte do que qualquer outra coisa, e eles perceberam isso. Esqueci de descrever o Paulo. Ele tinha mais corpo do que Gabriel, digo, mais magro. Eles eram bem parecidos no rosto, mas o Paulo tinha a barriga um pouco maior, não só a barriga, mas também o membro. Não conseguia acreditar. Gabriel já tinha o membro Grande e o seu irmão era um pouco maior. Como pode isso? Homens com um membro tão grande? Como poderia suportar uma carga tão grande dentro de mim? Poderia usar as duas mãos para retirar uma boa parte da pele, pensava, e minha buceta estava encharcada. Como eu disse, eles perceberam o meu desejo. Gabriel, que havia tirado as cordas, veio por trás de mim, dizendo no meu ouvido: “Fique calma, chefinha, fique tranquila”, beijou minha nuca e beijou meu pescoço. Enquanto isso, Paulo apertava minhas pernas e começou a me chupar. Ele passava a língua grande na minha buceta, apertava forte minhas pernas e chupava meu grelinho com toda a intensidade. Não acreditava que ele me faria gozar novamente, dessa vez apenas com uma chupada. Como é possível que eu me entregue assim a dois homens? Eu, que até pouco tempo era uma mulher dedicada, mãe de família e que nunca dei a mínima para homens, estava na cama com dois negros, com membros enormes, que ultrapassavam o tamanho do meu marido, tanto em termos de tamanho quanto de grossura. Ao mesmo tempo, pensei em como pude me contentar com uma coisa daquele tamanho por tanto tempo. Não me conformo com o que eu quero para minha vida, basta de coisas pequenas entre minhas pernas. Em determinado momento, mudei-me completamente e disse: “Quero os dois”. Eles ficaram surpresos com a minha afirmação. Gabriel, que estava ao meu pescoço e apertando meus seios, perguntou: “O que você disse?” Estou interessado em vocês dois agora e desejo pau. Gabriel: eu não disse a você que ela é uma mulher bastante safada, meu irmão. Olhe o que esta cachorra está dizendo e, caso retorne atrás, ela pedirá anda, pede piroca. Eu: quero pau, quero os dois, quero ser arrombada durante toda a tarde, quero dar para todos. Estão aguardando o que? Não são capazes de apagar o meu fogo? É verdade? Não sei o que me motivou a desafiar aqueles dois homens, mas estava dando certo e eu via a cara deles dizendo que iriam acabar comigo. Isso era o que eu mais queria. Gabriel veio para a minha frente junto com Paulo, aqueles dois cacetes gigantes na frente do meu rosto. Ouvi um chupa agora. Era o Paulo falando. Coloquei a mão nos dois. A mão quase não fechava nos dois. Minha boca estava salivando de vontade. Comecei a punhetar Paulo e fui chupar Gabriel. Acho que nunca chupei com tanta vontade como naquele dia. Ficava revezando entre os dois, chupando um e punhetando o outro. Tentei colocar os dois na minha boca, mas não tinha como. Depois eu cospi nos dois, deixei eles bem babados mesmo e eu mesma fiquei de quatro e falei, vem logo, quero muito isso, Paulo era mais safado, ele subiu na cama e foi colocando, meu Deus que cacete era esse, nem parecia que ele tinha acabado de me comer, entrava me rasgando, eu abaixei a cabeça no travesseiro e comecei a morder ele forte e gritar alto para abafar meu grito, apertei a cama com toda força, o safado colocou a mão na minha cabeça e puxou meu cabelo pra cima e falou, não vai esconder esse rostinho de puta não, quero te ouvir berrar, quero ver sua cara de safada, e eu realmente estava bem safada, não sei o que acontecia, mas eu pedi, mete forte, quero sentir me cutucar bem fundo,

Agora sou Puta do meu segurança, ele me levou para o sítio e me fez uma surpresa.

Olá, amores, depois de quase um ano sem escrever, tive a oportunidade de retornar. Estava com saudades de escrever aqui para vocês. Há ainda outros três contos publicados no site sobre a primeira vez que trai o meu marido. Acredito que a maioria de vocês ainda não os leu. Acessem o meu nome e leiam antes de ver este conto aqui. Sou morena, tenho cabelos lisos até a metade das costas e 1,70m de altura. A barriguinha que tinha há um ano, no entanto, perdi recentemente graças à dieta e à academia. Como falei anteriormente, não tinha como objetivo a aparência atraente, apenas a saúde, e conquistei o objetivo. Estou mais sequinha agora, rsrs. Mas vamos lá ao que interessa, depois daquele dia que eu fiquei com o Gabriel no meu escritório, ele me mandou me preparar para passar o sábado todo fora e arrumar uma desculpa, como eu já disse, não era acostumada a passar os finais de semana fora, teria que inventar alguma coisa para o meu marido, passei a noite toda pensando no que iria falar e dormi com isso na cabeça, no dia seguinte de manhã, eu falei que iria para a casa de Letícia no sábado, ela morava no outro lado da cidade, e que provavelmente passaria o dia todo lá, dependendo até dormiria em sua casa, se ele poderia tomar conta dos meninos ou levar para a casa da minha sogra, ele me respondeu que talvez iria ao jogo do Cruzeiro com alguns amigos, e de lá iriam para o bar, que ligaria para a sua mãe durante o dia para me dar as respostas, concordei e fui trabalhar. Cheguei à loja e trabalhei normalmente. Quase ao final do expediente, ele me perguntou: está preparada para o dia de amanhã? Já pensou na desculpa para ele? Eu respondi que sim, estou pronta e muito curiosa, ele me deu um sorriso safado e saiu, o restante do dia passou e fui embora, quase não dormi de tão curiosa que estava, acordei cedo, reforcei na depilação, deixei ainda mais lisinha, me hidratei com vários cremes para deixar minha pele ainda mais lisinha, coloquei um vestidinho, eu adoro vestidos principalmente quando vou aprontar, fica mais fácil, e fui para o serviço, durante o dia eu saí um pouco antes da loja fechar, ele ficou me olhando curioso, achando que eu tinha ido embora, mas na verdade eu fui a uma puta loja íntima que ficava algumas ruas depois da minha loja, e comprei uma lingerie vermelha, com cinta liga, eu estava preparada para ser dele durante toda a tarde, talvez dormir de conchinha, acordar e transar mais durante o dia, nossa quanto tempo eu não fazia isso, na verdade, acho que nunca fiz isso com o meu marido de transar a tarde toda, dormir, acordar e transar de novo, fui embora pensando muito sobre isso, será que minha vida com meu marido era tão boa assim ? Ao final do expediente, fechei a loja com Tamires (meu gerente) e Gabriel. Nos despedimos e cada um foi para o seu lado. Ele disse-me: “Te espero a três ruaa aqui atrás. Você sabe onde está a feira?” Estando próximo da data limite, a hora já está fechada e o movimento está reduzido. Parando, você deve se dirigir ao banco do passageiro, pois sou eu quem o conduzirá. Pensei em como estava me sentindo. Apesar de termos transado, ainda não o conhecia suficientemente bem. No entanto, o desejo e a curiosidade eram mais fortes. Assim que cheguei, parei o carro por cerca de 20 metros dele, para dar tempo de trocar de banco. Ele veio em minha direção, negro, alto e forte, andando de forma imponente, me olhando com cara de safado. Ele chegou e perguntou: está pronta para a surpresa? Respondi que sim, então fomos. Ele saiu do carro e andou um pouco até cair na BR 040. Perguntei-lhe se ele não me sequestraria. Ele, apenas por um dia, promete-me sequestrar e fazer o que eu desejar com você. Ele me olhava, me devorando com os olhos. Eu adorava o olhar dele sobre mim. Sentia-me extremamente desejada e, somente com ele, eu começava a ficar molhadinha. Passamos por aproximadamente 30 minutos na BR e chegamos à região de Ribeirão das neves. Perguntei-me: já sabe onde estamos indo? Ele tem um pequeno sítio com o meu irmão. Vemos lá de vez em quando, mas não nos preocupamos com nada nem ninguém. Perguntei, mas e ele? Não será surpresa, não é mesmo? Ele disse-me que não precisava me preocupar, que não faria nada que eu não fosse capaz de suportar e desejar, que, no final, eu ficaria surpresa consigo mesma. Fiquei sem entender o que ele estava me dizendo e ele também não quis explicar, mas eu estava completamente entregue e nem queria saber. Só precisava chegar logo. Mais alguns minutos e chegamos ao sítio. Apesar de ser pequeno, era bastante aconchegante e bem cuidado. Eles pareciam ser bastante cuidadosos. Não tenho certeza se ele havia ido ao local no dia anterior, mas a casa estava bem arrumada, havia cerveja e vinho na geladeira e uma chachaçinha em um barrilzinho em cima da mesa. Chegamos e começamos a beber e conversar. Ele acendeu a churrasqueira e começou a queimar uma carne. Agora tenho a certeza de que ele havia ido ao local anteriormente. A geladeira estava cheia e havia mais algumas Ele começou a conversar e, logo em seguida, encheu o copo novamente. Brinquei. Você quer me embebedar, certo? Gostaria que você fosse mais corajoso hoje do que eu. Qual é a sua intenção para comigo, seu safado? Já estava bastante alterada quando ele disse: “Não há nada que você não queira”. Ele disse: “Não, deixe-me tomar um banho”. Trabalhamos bastante hoje e tive uma surpresa para você. Fui ao banheiro e ele ficou esperando na sala. Fiz o mesmo ritual. Tomei banho e passei uma loção bem cheirosa. Lavei meus cabelos. Em uma de nossas conversas, ele disse-me que

Dando no meu escritório para o meu segurança negão

Olá, queridos e queridas leitores, vou continuar o que aconteceu após a nossa transa no chão da loja. Para quem não leu os dois contos anteriores, entre na minha página e leia o início do meu relacionamento com Gabriel. Após as nossas transas, sentia-me completamente morta e adorava isso. Gostava da sensação de me sentir assim por causa do sexo, algo que nunca havia ocorrido em minha vida. Chegava em casa e só queria saber se conseguia dormir. Após a última vez, não tivemos mais a oportunidade de transar novamente. Na semana seguinte, saí com meu marido para jantar, bebemos um pouco e, quando chegamos em casa, depois de muito tempo, voltámos a nos amar. Não vou dizer que foi ruim, que não gostei. Foi bom, até melhor do que as últimas vezes que fizemos, mas não senti a mesma coisa que o Gabriel. Ele me preenchia, me dominava e me controlava. Adorei isso. Já com o meu marido, sou eu quem toma conta da situação na maioria das vezes. Ele chegou a dizer que eu estava mais safada na cama, que nunca tinha me visto tão safada. Há mais de quinze dias que não tive relações sexuais com Gabriel e quase uma semana com o marido. Resolvi ir à loja para passar os dois próximos dias, mas, devido ao volume de tarefas que teria que cumprir, não pude comparecer ao almoço. No horário do almoço, não pude comparecer. Uma das meninas foi até o meu escritório para saber se eu não poderia ir ao almoço. Respondi que faria o possível para poupar tempo. Para poupar tempo, se ela fosse almoçar e sobrasse um tempo, poderia trazer uma marmita. Ela trouxe o dinheiro para mim e perguntei se ela poderia fazer o mesmo comigo no dia seguinte. Ela concordou e eu já o entreguei. No entanto, ela almoça quase uma hora depois de mim. Nesse dia, apenas tivemos algumas trocas de olhares, mas nada mais. No dia seguinte, aconteceu o mesmo. Agarrei e não tive tempo de ir embora. Quando estava cerca de 20 minutos do meu horário de almoço, Gabriel entrou na sala com a marmita na mão. Perguntei o que ele estava fazendo ali. Ele contou que viu a Patrícia levando a marmita no dia anterior e perguntou para ela. Ela explicou-lhe o que havia pedido e, como ele almoçava no mesmo horário, disse-me que ele mesmo comprava e trazia para mim, mas que isso era apenas um protesto para beijar minha boca. Ele fechou a porta e começou a me agredir. Pedi para parar, mas ele não ouvia e eu não podia gritar alto. Ele então me beijou e colocou a mão dentro da calça, esfregando minha pepeca, dizendo-me que não teriamos muito tempo para brincar. Eu apenas disse “para” bem devagar, mas era apenas um “para” para que ele continuasse. Já estava ensopada só de pensar nisso. Ele retirou a minha calcinha, molhou o membro e começou a pressionar a minha pepeca. Apesar de não poder gritar, pareceu-me que doeu mais. No entanto, não queria parar. Estava de costas empinadas e não queria entrar. Pedi para que ele sentasse na minha cadeira. Fui sentando lentamente, com dificuldade, mas consegui entrar. Ele me segurava forte pela cintura e me forçava com toda força para sentar forte no seu pau. Eu segurava a mão na boca para não gemer Em um rápido movimento, ele se levantou e voltou à posição em que estávamos anteriormente. Eu empinava de costas para ele. O safado colocou as mãos no meu ombro e estocava forte, mas com intervalos maiores para não fazer muito barulho. Eu via estrelas a cada estocada do meu negao. Era isso que eu precisava, era isso que eu queria, aquilo que me completava, que me fazia gozar. Ele avisou que eu iria gozar. Quando me dei conta, estávamos transando sem preservativo. Pedi para que ele não me deixasse entrar no quarto. Ele me mandou abaixar-me. Fiz o que ele ordenou e gozei na boca. A quantidade de líquido que saiu foi muito grande, caindo no meu rosto, nos olhos e na boca. Tentei engolir tudo, mas fiquei com o rosto todo sujo pelo leitinho do meu parceiro. Peguei guardanapos que encontrei no escritório e limpei-me. Apesar de ter sido uma visita rápida, foi extremamente gratificante. Antes de ir embora, ele disse-me o seguinte: Verifique se inventa alguma desculpa para o seu marido, uma vez que você estará comigo à tarde e retornará tarde. Tenho uma surpresa muito grande para você e tenho a certeza de que você irá adorar. Não tive tempo de perguntar, fiquei muito curiosa e pensando no que diria para o meu marido. Contudo, este será um conto para o próximo. Espero que tenham gostado. Foi uma história breve e não tive a oportunidade de escrever sobre ela. O próximo conto, com toda a certeza, será um conto bastante extenso, dividido em duas ou uma grande história. Vou analisar e, até quarta-feira, publicarei. Contem o que acham e votem também.

Viciei no meu segurança negão dei no chão da loja

Primeiramente, gostaria de expressar minha gratidão a todos vocês. Fiquei impressionada com a repercussão que o meu conto teve, com muitos comentários aqui e diversos e-mails que recebi. Ainda não respondi a todos, mas vou responder. É falta de tempo mesmo pelos compromissos. Por gentileza, leia o meu conto anterior com antecedência, intitulado “Traindo meu marido pela primeira vez, com o segurança negão da minha loja”. A partir de agora, vou continuar relatando o que ocorreu. Após a nossa estadia na residência do Gabriel, despedimos-nos. Peguei o meu carro e fui para minha residência, sem ter certeza de como entraria. Encontrava-me com o colo todo marcado, um vestido amassado e sem calcinha. Apesar de o meu filho mais velho ter apenas 12 anos no momento do ocorrido, ele não tinha a menor compreensão sobre isso. Se visse-me toda marcada, poderia comentar com o meu marido. Apesar de não termos qualquer tipo de relação sexual, ninguém suporta ser traído. Eu estacionei o meu carro, subi correndo para o quarto, entrei no banheiro e fui tomar um banho de banheira para relaxar, quando eu entrei que eu fui ver o tanto que eu estava acabada, me bateu um cansaço que eu nunca havia sentido, parecia que eu tinha dado duas voltas na lagoa da Pampulha, de tão cansada, eu coloquei a mão na minha pepeca, senti completamente inchada, até para urinar eu sentia um incômodo, mas também, 24cm entrando com toda força dentro de mim, não poderia ser diferente, eu saí do banho e tive que passar maquiagem para disfarçar, mandei a Grazi (minha doméstica) servir a janta dos meninos mais cedo, para não levantar suspeitas e alguém perceber alguma coisa, eu também deitei mais cedo e meu marido nem se deu conta. Pensei seriamente em não trabalhar no sábado, mas o desejo de o ver novamente falou mais alto. No sábado, usei uma roupa mais justa, uma blusinha decotada e um perfume que só usava quando ia para algum lugar importante com meu marido. Fui. Cheguei e o cumprimentei como se nada tivesse acontecido, ele também se comportou da maneira que deveria, o dia passou e eu fiquei no meu escritório, como de costume, sempre na hora de fechar eu e a Tamires, minha gerente, fechava-mos a loja e ele esperava para ir embora também, nesse dia eu dispensei a Tamires mais cedo, falei que ficaria até um pouco mais tarde, que teria que resolver um problema que deu com as notas, e ela acabou saindo, ele fez que foi embora para ninguém desconfiar, passado alguns minutos, ele bateu na porta da loja, eu abri e ele entrou, assim que eu fechei, ele me deu um beijo molhado, disse que já sentia saudades de mim, que o meu perfume estava exalando em toda a loja durante o dia e isso o deixava louco. Apesar do desejo que eu sentia, não conseguiria fazer nada naquele dia. Ainda estava inchada e sentindo incômodos na minha pepequinha. Ele não se conformava e disse-me que eu seria toda dele, apenas dele. Ele me beijou com muita vontade e eu mamei novamente, com mais vontade que na primeira vez. Aproveitei a chupada e ele gozou muito na minha boca, fazendo-me engolir. Ficamos namorando um pouco e, logo depois, fomos embora. Como já havia mencionado no conto anterior, eu tinha mais duas lojas em Belo Horizonte, logo, não podia permanecer em uma única loja por toda a semana, tendo que alternar entre elas. Só voltei à loja na sexta-feira devido a problemas nas outras lojas e ao fato de meu filho ter brigado no colégio, o que me impediu de comparecer na quarta-feira. Na sexta-feira, cheguei, cumprimentei todos e subi. Como não havia muita coisa para fazer no escritório e a loja estava vazia devido ao fim do mês, desci. As meninas conversavam perto do caixa da loja e eu fui até elas. Cheguei e perguntei qual era o assunto. Sim, Gabriel. Perguntei o motivo pelo qual elas estavam conversando. Tamires respondeu que acreditamos que o negão aqui não aprecia a fruta. Rimos. Perguntei o motivo pelo qual elas achavam isso. Ela me disse que quase todas ali tentaram dar uma investida nele, mas ele não deu a mínima importância. Ela disse que a esposa havia se divorciado porque descobriu que ele era gay. Pensei, então, quer dizer que meu filho é fiel a mim e não quer mais ninguém? As meninas eram mais jovens e até mais atraentes que eu. Isso despertou mais o meu desejo pelo meu negro. Já estava totalmente recuperada e pronta para aguentar sua anaconda de novo, mas Grazi ligou-me dizendo que meu filho mais novo estava com febre. Dessa forma, tive que sair mais cedo e não pude aproveitar o final do expediente. No sábado, vesti um vestidinho curto, daqueles que não usava há tempos. Quando cheguei à loja, as meninas brincaram: “A senhora tá que tá em, o maridão hoje tem”, e riram, mesmo sabendo. Coloquei uma calcinha marrom, bem pequena. Durante a semana, recebi alguns e-mails com queixas sobre o atendimento das meninas na loja. Realizei uma reunião com elas no final do expediente e Gabriel ficou ali esperando que elas fossem embora. Logo que chegaram, ele veio com tudo. Disse que eu não deveria ir à loja, pois ele não está se sentindo bem. Já me beijou, apertando a minha bunda. Eu estava completamente entregue a aquele negro, arranhava suas costas e mordia seu pescoço. Sentia fome de sexo quando ele estava por perto. Chamei-o para o escritório, mas ele disse-me que gostaria de me encontrar ali mesmo, no meio da loja, e que havia pensado nisso durante toda a semana. Ele me colocou deitada no chão, retirou a alçinha do meu vestido e engoliu os meus seios com muita vontade. Ele sabia o que fazer com aquela boca. Como chupava bem, eu ficava alucinada a cada mordida que ele dava. Prendi as minhas pernas atrás da sua cintura. Queria aquela boca na minha, morder aqueles lábios

Traindo meu marido pela primeira vez, com o segurança negão da minha loja

Estimados leitores, vou escrever um ou dois contos por semana sobre a minha vida. Vou descrever minha vida, me chama Luana, hoje tenho 45 anos, casada a 25 anos, mãe de três filhos, 24, 20 e 18, três homens, o mais velho já é casado e dentista, o do meio e formado em administração e está noivo, o mais novo começou a pouco tempo a faculdade de engenharia, meu marido trabalha na Fiat a anos, hoje sou dona de casa, mas já tive lojas de roupas no centro de BH, Afonso pena, Savassi e Barro preto, somos relativamente bem de vida, fico vendo os contos aqui, as mulheres escrevendo que são super gostosas, rsrs gente coloquem na cabeça de vocês, esse tipo de mulher não perde tempo aqui escrevendo contos rsrs, sou morena, cabelos lisos até a metade das costas, 1,70 de altura, uma certa barriga pela idade e pelos filhos, mas ultimamente tenho feito caminhadas e comecei na academia, não espero ficar gostosa, apenas manter a saúde, tenho 95cm de bunda e seios médios. Tudo começou quando eu tinha 12 anos de casado. Quando chegamos a esse período de casamento, as coisas não são mais as mesmas. Para nós mulheres, não é tão fácil quanto para os homens que vão ao puteiro e conseguem uma transa casual. Para nós mulheres, é mais difícil. A culpa que sentimos é a de não encontrar uma pessoa confiável e pensar que a culpa é nossa por não ter rolado. Há mais de um ano, meu marido e eu não tínhamos qualquer tipo de vínculo afetivo, apenas nos deitamos para dormir. Nesse período, ouvimos algumas cantadas na rua, alguns papinhos de clientes e representantes que nos fazem sentir bem de vez em quando, o que é benéfico para o nosso ego. A minha loja do Barro preto havia sido assaltada nos últimos dois meses e, pelo que as meninas falavam, eram os mesmos bandidos. Então, decidi contratar um segurança para inibir um pouco mais a ação dos bandidos. Coloquei o anúncio no jornal e, em pouco tempo, começaram a aparecer alguns ou outros durante a semana. Preferi conversar e saber quem seria o responsável por administrar a minha loja. Precisava escolher um para trabalhar na semana seguinte e, na quinta-feira, um negro de 1,90m, com um sorriso muito bonito, não era forte, mas era bonito. Disse-me que já havia trabalhado em alguns shoppings e boates à noite, mas que queria voltar a ser segurança. Vi o anúncio no dia anterior e decidiu tentar novamente. Conversamos sobre assuntos que, inicialmente, não me parecem relevantes. Gostei dele. Ao mesmo tempo em que aparentava uma expressão fechada e séria, ele exibia um sorriso malicioso e safado. Gostei muito da conversa. Disse que ligaria caso o escolhesse, mas já tinha a certeza de que seria ele. No sábado, liguei para dizer que, na segunda-feira, ele poderia ir à loja, que precisava fazer o exame admissional, essas coisas todas. Na quarta-feira, ele começou a trabalhar na loja. Após mais de um mês de trabalho, só conversamos sobre o que era relevante para a loja, uma vez que eu tinha outras duas lojas e não ficava apenas nessa, então mantinha pouco contato com ele. Na semana seguinte, decidi que passaria a semana toda praticamente nessa loja. Almocei em um restaurante próximo e o cumprimentei por educação. Perguntei se ele não queria sentar-se comigo. Ele concordou. Conversamos bastante e fiquei sabendo que ele era divorciado e tinha um casal de filhos gêmeos. Brinquei, sem nenhuma intenção de maldade, sobre gêmeos. Na verdade, não sei o motivo pelo qual disse isso. Nunca tive a oportunidade de conversar e ter liberdade com nenhum funcionário, apenas sai. Ele me olhou com uma expressão bastante safada e perguntou-me quanto tempo eu estava casada. Respondi-lhe que estava casada há 12 anos. Ele disse-me que era bastante tempo, o casamento já não é mais o mesmo. Há homens que, após esse tempo, deixam de ser homens. sorriu. Eu não respondi nada, mas pela cara que eu fiz, deu para entender que ele estava certo, ele continuou, e não sei como esses caras conseguem, com todo respeito, mas eu com uma mulher feito a senhora, não daria sossego e sorriu novamente, eu apenas disse, já tenho três filhos o corpo muda e perdem o interesse né, eu estava caindo no papo dele sem perceber, ou percebi e estava gostando, ele retrucou, muda mesmo, muda para melhor, eu por exemplo, não gosto dessas meninas magrinhas demais, novinhas, prefiro uma mulher mais experiente, madura, inteligente, com conteúdo, tanto físico quanto intelectual, aquele homem estava me levando no papo e eu estava adorando a investida dele, me fez me sentir mulher novamente, e saber que um homem daquele tamanho me queria me deixava excitada. Não descrevi meu marido, ele era um pouco maior que eu, 1,73, branco, 6 anos mais velho, com uma barriguinha de cerveja que tomava quase todos os dias e uma entrada na cabeça. O nosso encontro naquele dia foi bastante proveitoso, mas o tempo passou e o nosso horário terminou. Voltámos para a loja e para nossos compromissos. Nos dias seguintes, repetiram-se as conversas, com muita flerte. Eu, como estava gostando, retribuía. Comecei a me vestir melhor durante a semana, variando entre saltos, vestidos mais curtos e decotados ou calças mais justas no corpo, a fim de que ele me olhasse com os olhos quando estava na porta da loja. Em seguida, partia do escritório para a loja. Na quinta ele me fez um convite, perguntou se eu bebia, eu respondi que socialmente, que fazia algum tempo que eu não saia para beber, eu falei que não sabia, pois o que eu falaria para o meu marido, que sairia com outro homem para beber, e se mentisse alguém poderia me ver e contar pra ele. Que absurdo, esqueci de falar o nome do segurança, ele se chama Gabriel, ele me disse que se eu não se importasse, poderia ir em um barzinho que ele sempre

Férias com minha prima – CAP I

Olá, amigos, vou contar a história das férias que alteraram a minha vida… Sou Gustavo e tenho 26 anos. A história de hoje é de quando tinha apenas 19 anos. Quando terminei o ensino médio, decidi servir no exército. Passei o ano seguinte ao ensino médio apenas treinando e fazendo TG (Tiro de Guerra). No final do ano, meus pais me convidaram para ir à casa da minha avó, que ficava no interior. Quando cheguei à casa da minha avó, houve uma grande festa, com vários primos e primas que eu não via há muito tempo. Minhas tias e tios ficaram impressionados com a minha força e beleza, afinal, eu era o neto mais velho, então, coincidentemente, era o mais forte entre os meus primos. Após alguns dias, minha prima Karol me convidou para uma festa que iria ter no sítio de uma amiga dela. Como não tinha nada para fazer, aceitei. Era uma oportunidade de sair de casa e, quem sabe, beijar umas meninas. Minha prima tinha 18 anos, recém completados, mas já era uma mulher forte. Tinha um belo par de seios, uma bunda bem redondinha e era bem branquinha. O cabelo dela era bem escuro. O apelido dela na infância era Branca de Neve. Preparei-me para essa festa, comprei minha melhor roupa e usei o melhor perfume que tinha. Por volta das 22:00, minha prima passou na casa de vó com um colega e me pegou. Fomos para essa festa no interior. Lá, ela me apresentou sua turma: Elias (o amigo gay), Fernanda (um pouco mais nova que minha prima, bem magrinha, mas com uma cara de safada), Raíssa (uma morena, acho que de minha idade), tinha fama de ser bem rodada, tinha uns lábios bem grossos e acho que deveria fazer um Minha prima estava magnífica, vestindo uma roupa de couro preto com uma cola bem colada. Fiquei impressionado com as curvas da minha prima. Ao chegarmos ao local, fizemos uma aquisição de um combo de bebidas. Como não sou habilidoso com bebidas alcoólicas, fiquei apenas experimentando, devagar, enquanto as meninas e Elias bebiam com vontade, dando grandes goles. Fiquei pensando em como seria a volta para casa, pois, caso Elias estivesse bêbado, seria prejudicial, uma vez que era o motorista. Minha prima sugeriu que eu dançasse, mas ela disse que ensinaria. Após uns três ou quatro minutos de dança, já tinha aprendido a dançar de forma concentrada, sentindo cada centímetro daquele corpo. As amigas delas também me convidaram para dançar e comecei a dançar com elas. A intenção dessa festa era tentar pegar alguém, e eu nunca havia pensado nisso até então. Minha prima começou a se sentir enjoada e solicitou que eu a acompanhasse no carro para que ela pudesse se deitar um pouco. Eu fui com ela, pois não podia deixá-la sozinha. Quando chegamos ao carro, ela perguntou: – Primo, o que achou da festa? – Está bem, prima. Há diversas pessoas bonitas. – respondi. – Você está interessado em alguma amiga minha? – ela me olhou nos olhos e ficou esperando uma resposta. – Sabe prima, todas as mulheres são bonitas e sensuais, mas não me interessei por nenhuma delas em particular. – respondi sem ter certeza do que iria responder, pois queria saber o que ela tinha em mente. – Primo, você acha a mim bonita? – Concordo, uma vez que, dentre suas amigas, você é a mais bela. – Certo, primo? – Naquele exato momento, seus olhos brilharam intensamente. – Concordo, se não formos primos… – Que é isso, primo? Por gentileza, informe-me. – Deixe isso para depois, é melhor que permaneça em silêncio. – Obrigado, primo. Ficaremos apenas entre nós. – Eu te beijaria – disse com receio da reação dela, uma vez que não a conhecia de fato, tendo visto-a apenas umas 3 ou 4 vezes ao longo da minha vida. – Enxague. Imediatamente após a sua declaração, iniciamos um beijo intenso, apaixonado e molhado. Comecei a deslizar a mão pelo corpo dela, o que ela não negava, ao contrário, abria mais as pernas e o nosso beijo foi se intensificando. Tentei colocar a mão na calcinha dela, e ela estava ensopada, fiquei dedilhando e ela gemendo baixinho, afinal ainda estávamos no estacionamento, não podíamos fazer muita zuada ou seriamos visto. Ela disse primo, eu não posso te dar aqui, mas dorme lá em casa que eu prometo que você não vai se arrepender, mas vamos voltar para festa. Voltamos para a festa como se nada tivesse acontecido, mas parece que a festa demorava uma eternidade para acabar, depois de quase 2 horas, os amigos de minha prima decidiram ir pra casa, voltamos no carro bem calmos, mas só nós dois sabíamos o tesão que estávamos. O amigo dela nos deixou na casa dela.

Uma noite com o EX-Padrasto

Meu Ex Padrasto Meu nome é Bia e vou contar como me tornei amante do meu ex-marido. Desde que minha mãe nasceu, meu pai não me quis conhecer e eu não tenho o nome dele no meu RG. Quando tinha 4 ou 5 anos, minha mãe conheceu Paulo, com quem ela teve um relacionamento por quase 15 anos. Ele foi minha figura paterna, mas, devido trabalhar como caminhoneiro e minha mãe ser muito ciumenta, eles se separaram no ano passado. Depois do fim, eu e ele mativemos o contato. No inicio do ano, tive uma decepção com meu namorado, descobrir que ele me traía com minha melhor amiga, e pedi ao meu pai para me levar em uma dessas viagens. Ele perguntou o que minha mãe achava e ela aceitou prontamente. Quando fomos viajar, vi meu padrasto mais forte e com os braços cheios de sangue. Fiquei molhada, mas consegui me conter porque ele era quase meu pai. Paramos em um hotel e só tinha um quarto. Ele perguntou se tinha algum problema dividir o quarto. Eu disse que não. Eu sou bonita e tenho 1.60m, peso 54 kg e sou rata de academia. Sou branquinha e gosto muito da minha bunda, que atrai muitos garotos. Quando chegamos ao hotel, eu tomei meu banho, coloquei meu pijama e meu padrasto foi tomar banho. Quando ele saiu do banheiro, fiquei surpresa. Ele tinha 53 anos, mas não tinha barriga de chop. Fiquei chocada. Acho que ele percebeu. Conversamos no quarto e ele já estava me beijando. Ele estava me beijando e mordendo, dizendo que eu ia provar o que era uma rola de verdade. Quando eu desci, fiquei surpresa. Uma rola grande, de 25 cm, cheia de veias e grossa, não cabe na boca, mas eu queria mamá-la. Quando pensei que ia gozar, ele me colocou de 4 e me chupou tão gostoso como nunca antes. Ele me pediu para arrebitar a bunda e me comer com força. Eu pensei que era forte, mas quando senti a rola entrando em mim, eu me senti quebrado. Ele metia e eu gemia feito uma puta, ele falava que eu ia ficar apaixonada na rola dele, que ia ser a putinha dele, a cachorrinha dele. Eu não conseguia pensar, só queria mais rola. Quando ele disse que ia me gozar, eu disse que não estava tomando anticoncepcional. Ele disse que não se importava se a putinha merecesse ser gozada no cu. Quando ele gozou em mim, tive um grande orgasmo com ele. Ficamos na cama do hotel e descansamos por alguns minutos. Ele disse que ia procurar lanche para nós e que eu ia dar o meu cuzinho para ele. Nos próximos contos, conto o resto da viagem…

Renda Extra – Dei para o Fotógrafo

Olá, primeiramente bom dia / boa tarde / boa noite, gostaria de me apresentar me chamo Nicole, tenho 22 anos, sempre gostei de malhar e de ter uma alimentação saudável graças á isso sempre tive um corpo muito bonito fisicamente, também sempre fui muito vaidosa em passar cremes, hidratantes, perfumes e tudo mais por isso sempre fui considerada uma das garotas mais bonitas da minha cidade. Quando completei 20 anos, tinha um namorado mas decidi acabar meu namoro para buscar melhores oportunidades de trabalho e de estudos, pois a cidade que eu nasci era bem pequena com menos de 30 mil habitantes, como tinha uma tia que morava na capital, pedi para morar com ela pelo menos por uns meses enquanto procurava um emprego para me manter na cidade, ela prontamente aceitou, quando me mudei minha vida mudou e a série de contos que irei contar é deste tempo que morei na Capital. Logo após me mudar para capital, arrumei um emprego no Shopping, neste shopping tinha uma academia de rede muito famosa, já me matriculei na academia, afinal treinar sempre foi minha paixão. Passou alguns dias neste meu emprego novo, soube que na loja ao lado estava contratando garotas para ser modelo de uma coleção novas de roupas não perdi tempo e me inscrevi, afinal toda renda extra que eu ganhasse seria bom. No dia da seleção acabei chegando um pouco atrasada devido ao meu trabalho, mas deu tudo certo, na seleção tinha umas 10 ou mais garotas, umas bonitas outras mais ou menos, porém não me abalei sabia que nenhuma daquelas mulheres eram mais bonitas que eu, esperei me chamarem, acabou que como cheguei atrasada fui a última garota a ser entrevistada. Quando vi o fotográfogo notei que ele era um gato, super gostoso, malhado, bem branquinho, uma barba bem feita, musculoso, um verdadeiro Deus Grego, mas mantive minha postura, converesei com ele, batemos as fotos, no final da sessão ele pediu para eu esperar, pois queria me fazer uma proposta. Ele veio conversar comigo perguntando se eu tinha algum compromisso após as fotos, falei que não, ele disse que fazia uns vídeos pornôs amadores para uma plataforma chamada OF (ONLY FANS), perguntou na cara se eu queria filmar um conteúdo com ele, ele disse que pagaria muito bem, fiquei em choque, afinal tinha transado pouco na minha vida, até o momento só tinha tido 3 namorados, e um destes namorados não tínhamos feito sexo. Expliquei a ele que toparia, dependendo de quanto ele pagasse, afinal estava precisando de dinheiro. Ele me pediu meu pix e eu dei, ele fez um pix de R$ 1500 para gravar um vídeo de 3 minutos, apenas chupando o pau dele, eu fiquei sem acreditar, afinal eu ganhava esse valor por mês e ia ganhar 1500 apenas para fazer um boquete. Pedi a ele uns 5 minutos para me preparar, fui ao banheiro, retoquei a maquiagem, e já vim apenas de lingerie, começamos a se beijar para esquentar, ele ligou a câmera, eu fiquei de joelhos e comecei a chupar ele com gosto, pense num pau gostoso, tinha uns 20 cm, grande, grosso e bem limpinho, chupei por uns minutos até ele me pedir para me comer, fiquei assim receiosa, ele sussurrou no meu ouvido, me da a buceta que pago 5000, não acreditei, mas já que estava lá, aceitei a proposta, ele me botou de 4, me chupou bem gostoso e começou a me comer. Foi uma verdadeira surra de pica, ele me comia com gosto, enfiava com toda força e eu como uma boa safada, gemia gostoso, ele pediu apra eu ir por cima, cavalgar, e eu fiz, fiquei por uns minutos cavagalndo no pau no dele, quando ele mandou eu me ajoelhar que ele ia gozar, chegou lá gozou nos meus olhos. Quando terminou fui ao banheiro me limpar, e ele fez um pix de 5000 reais e me deu 100 reais para pedir um uber e voltar para casa, depois daquele dia a minha vida mudou, decidi que iria virar uma garota de programa.

Rapidinha com o desconhecido na lanchonete

Olá, sou Safira, tenho 26 anos e conto um dos melhores sexos da minha vida. Desde criança, morei fora de casa porque estava fazendo faculdade em outra cidade. Não vou relevar a cidade porque sou pequena e se eu falar, alguém da cidade de linguarudos descobrirá e falará para os meus pais. Recentemente fui fazer uma prova em outro estado e comprei uma passagem de ônibus. Vi que era quase 13 horas de viagem e decidi vestir um vestido confortável. Tive uma briga com meu namorado e acabei terminando o namoro. Descobri que ele traiu uma colega de trabalho e, mesmo triste, decidi fazer a prova. Mal sabia que essa viagem me renderia a melhor foda da minha vida. O ônibus parou em uma lanchonete e eu comecei a conversar com um homem gostoso. Ele parecia ter uns 30 anos, era forte e malhado. Fiquei olhando para ele e decidi escrever meu número de telefone para que ele pudesse conversar durante a viagem. Entreguei o papel e fui para o banheiro. Quando percebi, ele me seguiu, entrou no banheiro e fechou a porta. Sem falar nada, começamos a nos beijar. Ele me pediu para chupar a rola dele. Eu amo chupar rolas e sou boa em chupar rolas. Eu obedeci e pude ver uma rola grande de 18 cm dura e gostosa. Comecei a chupar e disse a ele para chupar rápido porque o ônibus ia sair. Ele me coloca de 4 e começa a me fuder com força, batendo na minha bunda e me chamando de gostosa, eu começo a gemer e implorar pra ele ir mais rápido, e parece que meu corpo está ficando molinho. Depois de 8 ou 10 minutos de sexo intenso, ele muda de posição e pede para empinar mais um pouco, e eu fico como uma boa puta, e ele disse que vai gozar dentro de mim, sem pedir. Depois que ele goza, ele tira a roupa e sai. Eu fico no banheiro, coloco uma calcinha e um vestido e volto para o ônibus feliz e feliz.

A irmã da minha melhor amiga

Comi a minha irmã. Meu nome é Roberto, mas todo mundo me chama de Beto. Tenho 20 anos, sou branco e um pouco forte, tenho 1,81 de altura e peso 83 kg. Não sou bonito, mas não sou feio. Sou amigo da Rafaela há 6 anos, ela namorava com uma colega de sala, e nossa amizade foi rápida, logo depois meu namoro acabou, e continuei amizade com a Rafa. Fui convidado para seu aniversário de 15 anos e conheci sua família. Acabei sendo amigo da família também. Passamos o terceiro ano e fomos fazer faculdade fora da nossa cidade. Decidimos alugar um apartamento juntos para fazer faculdade. Rafa tinha uma irmã mais nova, Isadora, de 4 anos de idade, então eu sempre tratei ela como irmãzinha. A mãe das meninas mandou a Isa morar conosco para fazer o 2o ano do ensino médio e 3, e se preparar melhor para uma faculdade. No começo não fui bem com isso, já que eu gostava de andar só de cueca, não tinha vergonha da Rafa, ela já me viu nu várias vezes. Rafa namorava um cara e às vezes ia dormir na casa dele, deixando minha irmã sozinha. Em uma noite, chamei a Isa pra ver um filme no meu quarto, fizemos pipocas e fomos assistir, um comédia pastelão. Começamos a conversar e foi a primeira vez que olhei pra Isa com maldade. Ela era magrinha, tinha um corpo ainda em desenvolvimento, mas parecia que ia ser mais bonita que sua irmã, apesar de nova, já tinha um pouco de peito, uma cintura invejável e uma bunda grande e redondinha. Terminamos o filme e decidimos assistir outro. Durante o segundo filme, começou a chover e Isa disse que tinha medo de trovão. Chamei ela para dormir aqui se aceitasse. Depois do filme, ela foi ao quarto dela para trocar de roupa e colocou um baby dool que ficou muito gostoso. Não sei se era a intenção dela, mas ela estava muito feliz. Ela se deitou e fiquei conversando, talvez por instinto, começamos a deitar de conchinha, mas eu fui ficando de pau duro e fiquei com medo dela perceber, até que ela veio e encostou e ficou parada, percebi que ela sentiu o meu pau duro. Ela ficou parada por alguns segundos, mas começou a dar pequenas reboladas. Senti um clima de tesão e fui colocando a mão nela. Coloquei a mão no peito dela e senti sua respiração ficar mais forte. Apertei o peito dela e rocei a barba no pescoço dela. Ela ficou arrepiada e me olhou nos olhos. Começamos a nos beijar. Sinto a buceta dela inchar, comecei a dedilhar, quando menos espero ela goza na minha mão. Virei e pedi pra ela me chupar, mas ela disse que não sabia, pois nunca tinha feito isso. Eu disse você começa a lamber e depois vai chupando, e lá foi ela, mesmo sem muita habilidade, vi ela me chupando, às vezes batia o dente, mas não estava muito aí, só queria aquela ninfeta me chupando. Quase gozei na boca dela, virei e perguntei se ela queria ir além, ela disse que sim, chupei-a com vontade e disse que ia meter o pau, ela disse vai com calma que sou virgem, eu ta certo, fui metendo centímetro por centímetro pra ela se acostumar, vi ela chorando e perguntei se ela queria parar, ela disse que não. Deixei o pau parado por alguns minutos e fui mexendo devagar, tirando e colocando, pra ela se acostumar, depois fui acelerando, quando vi ela se empolgando. Eu puxei ela para cima e mostrei a ela como subir e descer, mas ela não conseguia parar, gemia e gritava coisas sem sentido, sempre de olhos fechados. Coloquei ela de 4 e disse que ia ser mais rápido, ela disse vai bebê, e metia nela com força, e ela gozou. Coloquei ela pra me chupar novamente e gozei na boca dela. Foi a primeira vez que transamos, depois começamos a transar quase que diariamente. A Rafa perguntou se eu tava ficando com a Isa, e eu neguei, mas toda vez que a rafa saia indo pra faculdade ou pro namorado, eu e a isa aproveitamos pra transar. Eu transei com a Rafa em casa, na cozinha e na sala, sendo ela uma rapidinha. Depois conto como comi o cu da Isa e o dia em que comi as duas.

Amigo da faculdade

Olá, sou Ysabel, morena, 1,65, peso 56 kgs, tenho 21 anos, não sou magra, tenho um pouco de bunda e um pelo par de seios. Nunca fiquei com muitos meninos, gosto mais de namorar com alguém sério. Faço administração e, desde que entrei, fiz amizade com um menino chamado Guilherme, que mora no mesmo bairro que eu, e logo depois que as aulas começaram, ele sempre me dava carona, o que fez nossa amizade crescer. Nasci na faculdade há 2 anos, gostava do meu namorado, mas com o tempo as coisas foram ficando monotonias. A minha amizade com o Gui só ia aumentando, ele me contava suas experiencias sexuais, pois ele era safado. Gui era tipo um filho de papai, forte, branco, tatuado, tinha 3 tatuagens e gostava bastante de academia, então era um pedaço de mal caminho, todas as meninas da sala e de outros cursos ficavam doidas pra ficar com ele, e ele aproveitava isso sempre pegando o maior número de meninas. Ele me tratava muito bem, me respeitava muito e eu confiava nele como se fosse meu irmão. Um dia, eu estava brigando com meu namorado e fui falar com o Gui para desabafar. Ele me chamou para sair, mas eu não vi nada de errado no convite dele. Ele me levou pra casa dele, pra beber umas cervejas e conversar. Comecei a reparar como ele era gostoso, não sei se pelo álcool ou pela carência, mas ele percebeu e até brincou comigo, mandando eu me concentrar e parar de olhar pra ele. Eu chamei ele para dançar para ver se ele estava melhorando. Durante a dança, eu fui chegando mais perto dele e esfregando ele devagar. Senti o corpo dele e vi que estava esfregando a bunda dele. – Se começar Ysabel, vou esquecer que somos amigos e te beijar- pensei que eu ia dar pra ele. Virei para ele e beijei, ele retribuiu meu beijo, começou colocando a mão na minha nuca e na bunda, sentia a língua e o desejo no beijo, sentia o membro dele ficando duro, tirei a blusa e coloquei a mão no short dele, percebi que o pau dele era bem maior que o do meu namorado e punhetei. – Vem me chupar, vadia. Ele me pegou e me levou para o quarto dele, tirou toda minha roupa e começou a chupar minha buceta. Nunca tinha recebido uma chupada tão boa quanto a dele, acredito que gozei em menos de 3 minutos. Virei pra ele e falei me fode. Ele colocou o pau na minha buceta e foi metendo devagar e me beijando. Eu gemi muito. – Me mata, me come, vaaaaaaai. – Vou te matar, puta. Ele me dava tapas na cara e eu ficava feliz ao ver ele me xingando e dando tapas na cara. Ele me botou de 4 e começou a fuder rápido, eu sentia ele dentro de mim, puxando meus cabelos e me batendo. Gozei de novo. – A putinha goza de novo? Hoje a mulher vai levar uma surra de pica, a primeira de muitas – ele me disse. – Eu só gritava e pedia mais, mas estava fora de mim. Ele disse que ia gozar e eu pedi para ele gozar na minha boca. Ele disse que era puta e eu chupei sua cara. Ele gozou na minha cara como nunca tinha visto antes. Ele me levou ao banheiro para lavar o rosto e, enquanto lavava a pia, colocou a pica na minha buceta. Eu não sabia que ia começar o segundo round no banheiro. Ele era muito bom e eu estava tremendo. Ele me jogou na parede do banheiro e empinei a bunda. – Vou fuder esse teu cu gostoso- ele falou, pegando champoo e colocando no pau. – Não gui, eu nunca dei meu cu.

Com minha filhinha no hotel

Ao entrar no quarto à noite, minha filha costumava sair apenas de toalha do banheiro. Ela costumava tomar banho na suíte, que era bastante espaçosa, com banheira. Disse brincando: afff, ajuda vento! Ela sorriu e deixou a toalha cair, com a testa de sua bucetinha virada para mim. Após alguns segundos maravilhosos, ela se recompôs e saiu sorrindo. Fiquei exitado imaginando Julinha na minha vara. Pensei em uma forma de passar um final de semana apenas eu e ela. Em uma viagem, convidei-a para ir comigo até São Paulo. Ela ficou muito contente e quase não saía de nossa cidade. Marquei uma viagem de ônibus, alegando que seria menos cansativa do que a viagem de carro. Na sexta-feira às 22 horas, partimos para uma viagem de aproximadamente 14 horas. À meia-noite, todos já haviam dormido. Estavamos atrás. Peguei uma Manta na mochila. O ar-condicionado do ônibus estava bastante frio e, por isso, nos cobrimos. Julia fez uma pergunta inquieta: “Por que me convidou para vir?” Você costuma viajar sozinho em viagens de negócios. Falei: filha, não consigo esquecer aquela cena do banheiro. Ela sorriu, encostando-se mais em mim. Levei a mão por baixo da blusa dela e subi, toquei timidamente em seu seio esquerdo, ele endureceu na minha mão, minha filhinha gemeu baixinho, não sei se já fazia aquilo com o namorado, fui alternando a massagem entre um e outro, as veses ela mordia minha mão pra não gemer alto e despertar atenção dos passageiros mais próximos de nós. Olhei em volta, todos dormiam, Levei a boca e fui mamando um e outro, minha mão chegou rápido à testa de sua bucetinha, parei e fiquei alisando, ela levou a mão sobre a minha e foi empurrando rumo a grutinha molhada, meu dedo percorreu os lábios, o buraco na entrada da vulva, introduzi devagar, fui massageando o clitoris com o polegar. Seus seios continuavam sendo devorados pela minha boca, percebi que ela ia gozar e a beijei abafando seu orgasmo .. Esperei ela descansar um pouquinho e e a deitei no meu colo, cobri sua cabeça com a manta, sua boca tocava minha barriga, puxei meu moleton pra baixo e liberei a vara, dura como um pau. Esperei ela tomar a iniciativa, em dois minutos já estava mamando, esperei o máximo que pude até jorrar em duas veses bem no fundo de sua garganta. julinha engoliu tudo, logo adormeceu com a boca toda gozada. Chegamos no hotel já de tarde. Deixamos as malas e fomos passear na cidade, Sao Paulo encanta pela sua grandeza. Jantamos em um shopping na zona sul e retornamos ao hotel, perto de dez da noite entramos no quarto, minha filhinha tava curiosa, já havia gozado na minha mão, agora seria na minha boca ou no meu pau, eu não via a hora penetra-la, sentir minha vara sendo engolida por por sua bucetinha apertada…