Amigo da faculdade

Olá, sou Ysabel, morena, 1,65, peso 56 kgs, tenho 21 anos, não sou magra, tenho um pouco de bunda e um pelo par de seios. Nunca fiquei com muitos meninos, gosto mais de namorar com alguém sério. Faço administração e, desde que entrei, fiz amizade com um menino chamado Guilherme, que mora no mesmo bairro que eu, e logo depois que as aulas começaram, ele sempre me dava carona, o que fez nossa amizade crescer. Nasci na faculdade há 2 anos, gostava do meu namorado, mas com o tempo as coisas foram ficando monotonias. A minha amizade com o Gui só ia aumentando, ele me contava suas experiencias sexuais, pois ele era safado. Gui era tipo um filho de papai, forte, branco, tatuado, tinha 3 tatuagens e gostava bastante de academia, então era um pedaço de mal caminho, todas as meninas da sala e de outros cursos ficavam doidas pra ficar com ele, e ele aproveitava isso sempre pegando o maior número de meninas. Ele me tratava muito bem, me respeitava muito e eu confiava nele como se fosse meu irmão. Um dia, eu estava brigando com meu namorado e fui falar com o Gui para desabafar. Ele me chamou para sair, mas eu não vi nada de errado no convite dele. Ele me levou pra casa dele, pra beber umas cervejas e conversar. Comecei a reparar como ele era gostoso, não sei se pelo álcool ou pela carência, mas ele percebeu e até brincou comigo, mandando eu me concentrar e parar de olhar pra ele. Eu chamei ele para dançar para ver se ele estava melhorando. Durante a dança, eu fui chegando mais perto dele e esfregando ele devagar. Senti o corpo dele e vi que estava esfregando a bunda dele. – Se começar Ysabel, vou esquecer que somos amigos e te beijar- pensei que eu ia dar pra ele. Virei para ele e beijei, ele retribuiu meu beijo, começou colocando a mão na minha nuca e na bunda, sentia a língua e o desejo no beijo, sentia o membro dele ficando duro, tirei a blusa e coloquei a mão no short dele, percebi que o pau dele era bem maior que o do meu namorado e punhetei. – Vem me chupar, vadia. Ele me pegou e me levou para o quarto dele, tirou toda minha roupa e começou a chupar minha buceta. Nunca tinha recebido uma chupada tão boa quanto a dele, acredito que gozei em menos de 3 minutos. Virei pra ele e falei me fode. Ele colocou o pau na minha buceta e foi metendo devagar e me beijando. Eu gemi muito. – Me mata, me come, vaaaaaaai. – Vou te matar, puta. Ele me dava tapas na cara e eu ficava feliz ao ver ele me xingando e dando tapas na cara. Ele me botou de 4 e começou a fuder rápido, eu sentia ele dentro de mim, puxando meus cabelos e me batendo. Gozei de novo. – A putinha goza de novo? Hoje a mulher vai levar uma surra de pica, a primeira de muitas – ele me disse. – Eu só gritava e pedia mais, mas estava fora de mim. Ele disse que ia gozar e eu pedi para ele gozar na minha boca. Ele disse que era puta e eu chupei sua cara. Ele gozou na minha cara como nunca tinha visto antes. Ele me levou ao banheiro para lavar o rosto e, enquanto lavava a pia, colocou a pica na minha buceta. Eu não sabia que ia começar o segundo round no banheiro. Ele era muito bom e eu estava tremendo. Ele me jogou na parede do banheiro e empinei a bunda. – Vou fuder esse teu cu gostoso- ele falou, pegando champoo e colocando no pau. – Não gui, eu nunca dei meu cu.

Com minha filhinha no hotel

Ao entrar no quarto à noite, minha filha costumava sair apenas de toalha do banheiro. Ela costumava tomar banho na suíte, que era bastante espaçosa, com banheira. Disse brincando: afff, ajuda vento! Ela sorriu e deixou a toalha cair, com a testa de sua bucetinha virada para mim. Após alguns segundos maravilhosos, ela se recompôs e saiu sorrindo. Fiquei exitado imaginando Julinha na minha vara. Pensei em uma forma de passar um final de semana apenas eu e ela. Em uma viagem, convidei-a para ir comigo até São Paulo. Ela ficou muito contente e quase não saía de nossa cidade. Marquei uma viagem de ônibus, alegando que seria menos cansativa do que a viagem de carro. Na sexta-feira às 22 horas, partimos para uma viagem de aproximadamente 14 horas. À meia-noite, todos já haviam dormido. Estavamos atrás. Peguei uma Manta na mochila. O ar-condicionado do ônibus estava bastante frio e, por isso, nos cobrimos. Julia fez uma pergunta inquieta: “Por que me convidou para vir?” Você costuma viajar sozinho em viagens de negócios. Falei: filha, não consigo esquecer aquela cena do banheiro. Ela sorriu, encostando-se mais em mim. Levei a mão por baixo da blusa dela e subi, toquei timidamente em seu seio esquerdo, ele endureceu na minha mão, minha filhinha gemeu baixinho, não sei se já fazia aquilo com o namorado, fui alternando a massagem entre um e outro, as veses ela mordia minha mão pra não gemer alto e despertar atenção dos passageiros mais próximos de nós. Olhei em volta, todos dormiam, Levei a boca e fui mamando um e outro, minha mão chegou rápido à testa de sua bucetinha, parei e fiquei alisando, ela levou a mão sobre a minha e foi empurrando rumo a grutinha molhada, meu dedo percorreu os lábios, o buraco na entrada da vulva, introduzi devagar, fui massageando o clitoris com o polegar. Seus seios continuavam sendo devorados pela minha boca, percebi que ela ia gozar e a beijei abafando seu orgasmo .. Esperei ela descansar um pouquinho e e a deitei no meu colo, cobri sua cabeça com a manta, sua boca tocava minha barriga, puxei meu moleton pra baixo e liberei a vara, dura como um pau. Esperei ela tomar a iniciativa, em dois minutos já estava mamando, esperei o máximo que pude até jorrar em duas veses bem no fundo de sua garganta. julinha engoliu tudo, logo adormeceu com a boca toda gozada. Chegamos no hotel já de tarde. Deixamos as malas e fomos passear na cidade, Sao Paulo encanta pela sua grandeza. Jantamos em um shopping na zona sul e retornamos ao hotel, perto de dez da noite entramos no quarto, minha filhinha tava curiosa, já havia gozado na minha mão, agora seria na minha boca ou no meu pau, eu não via a hora penetra-la, sentir minha vara sendo engolida por por sua bucetinha apertada…

Lembranças do Colegial

Lembretes do Colegial. Eu conversei com meu irmão sobre minhas experiências no Ensino Médio e ele disse que eu deveria contar, porque eu aproximei bastante durante os três anos do Ensino Médio. Eu me chamo Emanuel, tenho 32 anos, tenho 1.75 metros e peso 86 quilos. Sempre fui um aluno nerd que gostava de estudar, nunca tive problemas com notas, mas era super safado, o meu único problema era com futebol, que nunca tive talento. Quando fazia o primeiro ano do ensino médio, uma professora pediu para fazermos um trabalho em dupla e as duplas seriam sorteadas. Fui sorteado em fazer o trabalho com Amanda, a mais gostosa da sala, que mesmo novinha já tinha um belo rabão, um par de seios e uns olhos lindos, mas ela era burra. Fui conversar com Amanda para saber onde iriamos fazer o trabalho, ela pergunta se posso ir na casa dela, prontamente eu aceitei, combinamos o horário de ir para casa dela e fui para casa. Era um dia quente e fui com um short e uma camiseta branca, quando cheguei na casa de Amanda quase caio para trás, ela estava com um short bem curtinho, o short verde e um baby dool rosinha. Ela disse vamos para o meu quarto, lá tem um ar-condicionado e fica melhor para estudarmos. Depois de quase 2 horas, eu peço para ir ao banheiro, quando volto conversamos sobre a vida, ela pergunta se tenho namorada, qual a menina da sala que eu achava mais bonita, eu respondi suas perguntas e fiz as mesmas perguntas, a conversa andava normal, até que ela me perguntou: – Você já teve um relacionamento com Emanuel? – Já sim – respondi com vergonha e mentindo, pois não era um super galã e naquela época era difícil conseguir um sexo. – Huum, você ficou com quem? – Já transou com minha prima? – Eu transei com o Bruno, que era meu colega de sala. Ele me tirou de mim no ano passado. – Eu perguntei curioso. – Eu acho você bonito, quer transar? Perguntar a um menino que está no ensino médio é como perguntar se uma formiga quer açúcar. Na hora da pergunta, tentei beijar ela, mas o beijo estava fora de forma. Depois de alguns minutos, começamos a encaixar o beijo. Passei a mão na xota e nos peitos e apertei a bunda dela com força. Ela reclamou. Depois de alguns minutos de beijos, eu tirei o short dela e a calcinha dela. Quando ela me deixou tirar, eu chupei-a. O homem que não beija o gramado não merece entrar em campo. Chupava, enfiava um ou dois dedos e ela gemia gostoso. Depois de alguns minutos ela goza na minha boca. Era a primeira vez que eu chegava perto de fazer sexo, nos ouros ficava com uma mão boba ou outra ali. Ela disse me come com força, tirei meu short, peguei meu pau, mirei na buceta dela e enfiei de uma vez. Ela deu um gemido, aquele gemido de quando a mulher é penetrada rápida. Comecei a comer ela devagar, dando tapas na bunda e puxando o cabelo dela, como nos filmes. Mas não consegui ficar muito tempo. Depois de 5/6 minutos, eu gozei dentro dela. Quando ela percebeu que eu estava gozando dentro dela, ela ficou com raiva, dizendo que não tomava remédio. Ficamos se olhando e depois nos beijamos. No momento em que nos beijamos, meu pau ficou duro novamente e eu pedi para ela chupar. Ela chupou e se deitou na cama, dizendo agora vem, mas não goza dentro de novo. Depois de alguns minutos, ouvimos um barulho na porta e paramos de transar. Fomos se vestir porque os pais dela estavam chegando. Continuamos o trabalho como se nada tivesse acontecido, no outro dia apresentamos e entregamos o trabalho, e continuamos tendo vida normal, mas ela disse para mim no final da semana, ei meus pais não vão estar em casa a tarde. Vamos continuar o que estávamos fazendo? …. Este é o próximo conto sobre como comi o cu da Amanda.

Minha irmã se revelou

Em julho de 2018, fomos visitar parentes em uma casa de shows em Boston, nos Estados Unidos. Meu nome é Lucas, 23 anos, 1,78 de altura, branco, cabelos pretos, magro e já ganhando músculos na academia. Minha irmã Patrícia, 25 anos, 1,75 de altura, branca, cabelos pretos lisos quase na cintura, seios médios, quadril mediano e coxas bem compatíveis. Nossa amiga Andrews nos ligou pedindo para nos arrumarmos, ela passaria para nos levar a uma casa de shows, já com os ingressos, ela, o namorado Thomas e eu e minha irmã. Eu e minha irmã adoramos uma balada e já nos arrumamos para ir, vesti uma calça jeans e camiseta, minha irmã uma babylook preta e uma saia jeans curta até o meio das coxas. Era uma casa de shows onde uma banda de rock famosa estava tocando. Ficamos no canto perto da nossa amiga. Minha irmã ficou na minha frente e disse que não queria que homens atrás dela tentassem sarrar ela. Achei que seria melhor porque eu e ela somos muito unidos e não queria ver marmanjos atrás dela tirando casquinha. Eu fiquei encostado na parede e assisti ao show. O que me incomodava era que não conseguia sair do lugar. A banda tocava muito, fora as dançarinas nuas dançando, minha irmã adorou e começou a dançar, era foda, olhava para um lado tinha duas lésbicas se esfregando, olhava do outro tinha um casal gay se amassando e um deles com a mão dentro da calça do outro, o bagulho estava doido, e para deixar o trem mais louco, meu pau começou a endurecer. Ela percebeu e me puxando disse que eu estava safadinho e animadinho, logo continuou dançando e esfregando a bunda no meu pau, aquilo foi surpresa para mim, minha irmã sempre foi recatada e normal, ali parecia transformada. Ela parou, colocou a mão atrás do zíper da minha calça. Eu encostei nela e ela pediu para tirar o zíper. Eu perguntei por que, mas ela respondeu que não, só faz. Eu ajudei puxando a cueca dela sem entender nada. Ela pegou meu pau e colocou entre as pernas dela por debaixo da saia. Ela rebolava com meu pau entre as pernas dela. Isso era inacreditável, além de gostoso, ela virou o rosto e disse, “Nossa Lucas, que pauzão grande você tem, gostei!”. Nunca tive nenhuma intimidade assim com minha irmã, aquilo foi uma novidade. Meu pau estava duro no meio das pernas dela. Eu vi ela puxando a calcinha de lado e senti algo molhado engolindo meu pau. Era a bucetinha dela. Eu fiquei alucinado. Ela rebolava e empurrava a buceta no meu pau até que ele entrou inteiro nela. Eu não disse nada. Eu meti na minha irmã que rebolava na minha rola e esqueci de tudo. Não sei se alguém podia ver o que estávamos fazendo, mas era muito bom. Eu fiquei excitado com a cintura dela e comecei a meter com mais força. Eu encostei no ouvido dela e chamei-a de “gostosa”. Ela virou e disse que minha rola era uma delícia. Continuamos vendo o show. Ela virou o rosto e disse que se quiser gozar, pode deixar que eu deixo! Foi muito bom ouvir isso. Eu já estava me segurando, mas agora eu dei umas metidas gostosas nela e gozei muito. E que gozada! Depois de tirar meu pau e me arrumar, ela deve ter colocado a calcinha no lugar, o que é incrível. Nunca imaginei algo assim. No fim do show, ela disse que precisava ir ao banheiro se limpar, chamou Andrew e foi embora. Voltamos para casa, era madrugada, tínhamos a chave e entramos em silêncio, tudo escuro, os quartos ficavam no andar de cima, ela me puxou para debaixo da escada e me deu um beijo safado. Minha irmã estava muito diferente nesse dia, ela desabotoou minha calça e desceu o zíper enquanto nos beijávamos, tirou meu pau para fora. Depois de um tempo, subiu, pediu para meter mais, levantou a saia, tirou a calcinha, apoiou na parede e disse “vem”. Eita bunda gostosa, penetrei ela e fui enfiando devagar e tirando, com meu pau já meladinho comecei a bombear na bucetinha dela que engolia minha rola fácil, ela tampou a boca para abafar os gemidos. – “Caralho Lucas, como você mete gostoso, continua e pode gozar de novo tá!” Aquilo me deu um tesão enorme, passei a meter sem dó, com uma vontade enorme enfiei a rola bonito nela, ela tampava a boca segurando para não gemer alto, meti intensamente e por fim atolando minha rola inteira dentro dela soltei novamente minha porra dentro dela, eita buceta gostosa de gozar. Tudo terminado e antes de subir, ela me pediu para não contar aquilo para ninguém dizendo que era nosso segredo, me deu um abraço forte, fomos para nossos quartos. Manhã do dia seguinte como se nada tivesse acontecido, voltamos ao normal das nossas vidas, de lá para cá sempre que temos oportunidade acaba rolando sexo, ela é muito safada e eu não nego fogo.

Conto curto – Mom and Son 02

O conto será curto e focado no que aconteceu, sem justificativas, desculpas ou máscaras. A vida segue, mas a mãe foi muito boa. Segunda e terça-feira foram normais, mas quarta-feira não. Cheguei tarde e vi dona Olivia na cozinha preparando o jantar. Aproximei-me e a abracei. Dei um selinho nela. Ela olhava para mim e disse: “Hoje podia ser de língua, né!” Beijei e meti minha língua na boca dela, que ficou molha e picante. Beijei minha coroa e fiquei ali gastando a língua. Ficou muito gostoso. Eu disse que ia tomar banho e saí pelo corredor com o pau duro. Me deu vontade de dar um beijo. Tomei banho, vesti minha cueca e calção, fui à cozinha, peguei uma cerveja na geladeira, abri e dei um gole para ela perto da mesa. Dona Olívia estava simples, uma saia bege até o meio das coxas e uma blusinha preta sem sutiã. Pensei, hoje eu quero ser safado, vou dar uma rapidinha nela aqui na cozinha, o “veio” vai demorar um pouco pra chegar. Eu levantei e fui atrás dela. Abracei ela com vontade e segurei seus peitos. Ela parou de me beijar e me deixou sarrar. – “Que delícia Mateus!”, ela disse. – Vamos sair rápido, estou com vontade! Já disse o que queria. – Sim! Ela ficou feliz. Eu acariciei suas coxas e subi a minha mão por baixo da saia dela. Passei a mão na sua bunda, segurei sua calcinha e comecei a tirar. Eu puxei sua calcinha até o fim e puxei até o fim. Eu puxei uma cadeira e ergui a perna dela, deixando a buceta dela livre. Entrei embaixo da sua saia e dei um beijo molhado nos lábios da buceta dela. Ela estava depilada e lisinha. Acariciei seu grelinho com a língua e ouvi ela gemer dizendo que era gostoso. Continuei brincando com o dedo e enfiei a bucetinha dela. Após um tempinho chupando e acariciando a bucetinha dela, saí debaixo da saia dela e tirei o short com a cueca. Meu pau estava duro. – Vamos gostosa, chupa minha rola! Ela sorriu e beijou minha rola com vontade. Ela bateu na minha rola e fez uma garganta profunda que me fez contorcer. Ele chutou minha rola por alguns segundos e depois se levantou. – Filho da puta mete na minha buceta! Ele virou de costas e levantou a saia. Eu fui atrás dele e enfiei minha rola com vontade. – “Que mulher gostosa!” “Você gosta de rolar, vadia!” – dei um tapa na bunda dela e chupei sem dó. – Mateus! Que delícia, continua, essa vadia vai beber sua porra! Fui metendo forte, que buceta gostosa e molhada, entrando e saindo com facilidade, logo senti que iria gozar. – Eu vou gozar. Ela sentou e começou a chupar minha rola. Foi muito gostoso. Nem segurei e gozei na boca dela, mesmo já tendo gozado. Foi muito bom. Vesti o short e bebi cerveja, ela pegou uma cerveja e ficamos conversando. Não falamos disso no domingo, parecia que era normal, e logo meu pai chegou. Meu pai, Altair, 51 anos, magro 1,78 de altura e moreno claro. Ele me beijou e beijou a bunda dela. Ele disse que ia tomar banho para jantar. Jantamos juntos e conversamos normalmente. Às quartas-feiras, ele vai ao boteco assistir ao jogo. Eu me sentei na sala e minha mãe se deitou no sofá com a cabeça em meu colo. Não demorou muito e ela me beijou. Fiquei apreensivo, meu pai ainda não tinha saído para o bar e poderia pegar a gente daquele jeito. Ele entrou na sala e viu minha mãe devorando minha rola. – “Tô saindo, Mateus vai devagar na minha puta aí, hoje eu quero comer ela antes de dormir, pega leve! depois do jogo eu volto.” Foi muito louco, ele cagou e andou para tudo, ainda pediu para pegar leve que depois era a vez dele. Minha mãe deu uma pausa na boquete e disse: – “Fica tranquilo, seu pai sabe desde domingo que a gente tá trepando, ele gosta e quer que a gente continue.” Putz, mais nem me passou pela cabeça tudo aquilo, mas já que ele gosta de ser corno o negócio é aproveitar. Ela tirou meu short e a cueca, tirou também a blusinha, saia, calcinha e subiu de frente no meu colo, que safada tesuda, a buceta dela já molhada engoliu minha rola, como uma puta que ela é, sentou e rebolou e cavalgou na minha rola, virou de costas e sentou e se aproveitou da minha rola com vontade, que fogo que ela tem. Desse jeito foi difícil até de segurar, minutos depois já disse que iria gozar, ela ajoelhou e ficou mamando a minha rola até eu gozar, depois voltou a deitar no meu colo. Passado algum tempo ela pegou sua roupa e disse que iria tomar banho, eu me vesti e fui para o meu quarto. Era por volta da meia-noite ouvi um barulho no quarto deles, levantei-me e fui na porta deles escutar toda a sacanagem: – “Nossa amor, que rola dura, seu safado, gostou de ver sua puta chupar seu filho né, essa rola dura é por isso, olha como entra gostoso na minha buceta, seu safado, mete na sua puta, mete!” Fiquei de pau duro escutando tudo isso, comecei a bater uma punheta ali na porta. – “Minha cadela gostosa, vou gozar assim! Ouvi um gemido forte do meu pai, fatalmente estava gozando, também com um falatório excitante daqueles. Eu gozei na minha cueca ali do lado de fora, depois voltei para o meu quarto. Continua…

Conto curto – Mom and Son 01

Eu vou contar apenas o que aconteceu, sem desculpas, sem vergonha, sem filtro e sem mimimi. Mateus tem 18 anos, é magro e tem 1,75m de altura. Às 15 horas, minha mãe, Olivia de 46 anos, magra, seios médios, cintura mediana e coxas compatíveis, bateu na porta e perguntou se podia deitar ali comigo. Respondi que sim, ela estava com um vestido caseiro florido. Ela entrou e fechou a porta, dei um espaço no canto para ela deitar e assim ela se deitou, me abraçou e ficou ali. Ela começou a passar a mão no meu peito, gostei do carinho, ela começou a descer a mão e, para minha surpresa, entrou com a mão no meu short e segurou no meu pau. O pinto safado começou a endurecer e gostei da pegada, com ele todo duro ficou melhor ainda aquele carinho. Já no clima levei a mão e baixei meu short, liberando meu pau para ela pegar mais livremente. Ela começou a beijar meu peito e chupar a cabeça da minha rola, um ato incrível e delicioso. Enquanto chupava, ela puxava meu short nas pernas até tirar completamente, depois emendou engolir cada vez mais meu pau e num ato maravilhoso me fez gemer e me contorcer de prazer, soltou e desceu até minhas bolas, chupando-as e me masturbando ao mesmo tempo. Após momentos de prazer vi ela se levantar, tirou o vestido e a calcinha, vi seus seios maravilhosos e seu corpo sem excessos, ela subiu em cima de mim, passou meu pau no buraquinho de sua buceta e sentou fazendo ele entrar inteiro em sua buceta molhada e quente, que tesão, ela começou a subir e descer sentindo cada centímetro da minha rola que facilmente entrava e saía, depois de se divertir subindo e descendo no meu pau, com vontade pegou a rebolar com ele atolado em sua buceta, não satisfeita inclinou-se para frente colocando os seios em meu rosto, entendi o recado e comecei a chupar os seios dela, enquanto apertava sua bunda, ela gemia com excitação e prazer, minutos intensos de sexo e ela caiu de lado tendo um orgasmo, seu corpo tinha espasmos claramente em delírio. Eu não sou bonzinho, disse ela, deitada na cama com a bunda para cima, tentando controlar seu orgasmo. Subi e coloquei meu pau entre suas pernas e encontrei sua buceta. Ela gesticulou forte e eu comecei a dar estocadas fortes e rápidas, sem parar. Eu estava com vontade de gozar rápido e forte, mas não conseguia. Deitei meu corpo sobre ela enquanto meu pau pulsava dentro dela, isso me deixou ofegante, levantei e vesti minha cueca, short, calcinha e vestido, deitamos os dois na cama e dormimos o resto da tarde, sem trocar nenhuma palavra. Segue…

Como salvei meu casamento!

Saudações! Sou Silvia, de 32 anos, 1,62 de altura, branca, cabelos castanhos, seios pequenos e quadril médio, coxas medianas normais. Nos últimos dois anos, tive uma situação estranha e diferente, mas encontrei meu caminho recentemente. Quero contar um pouco sobre isso aqui. Acho que é difícil para muitas mulheres e para mim foi difícil, mas finalmente tudo deu certo. Sou casada há seis anos com Augusto, 35 anos, moreno, 1,78 de altura, magro, dedicado. Tudo começou há dois anos e eu acho que já havia percebido sinais antes disso. Comecei a namorar Augusto aos 18 anos, ele tinha 21, era meu primeiro namorado e eu acredito que era a primeira namorada dele. Sou evangélico e não seguia mais a igreja, mas ainda queria casar virgem. Augusto vinha de família católica, mas não ia na igreja, é bem-educado e respeitador. Quando disse que só queria sexo depois do casamento, ele concordou comigo e aceitou minha imposição. Depois de um ano de namoro feliz, notei que Augusto ficou mais frio e se afastou um pouco, mas não parou de fazer sexo. Eu o vi abraçando com ele e percebi que ele estava duro. Eu sabia que era por causa do vestido que eu usava na época. Ele nunca tentou ou pediu, era cavalheiro, mas eu sabia que queria, mas era normal não ter sexo. Eu já gostava muito dele e sabia que ele também gostava de mim, então decidi não transar com ele, mas sim aliviar o desejo dele de uma forma que ele gostasse e não precisasse ter sexo. Num belo sábado, beijei-o e passei a mão na bermuda dele, ele ficou quieto, abri o botão e o zíper dele, tirei o meninão dele e comecei a fazer sexo oral nele. Pauzão grande e grosso quase não conseguia engolir, adorava o que eu fazia. Ele ejaculou ou, como muitos dizem, “gozou” na minha boca, estava preparada para isso, fui engolindo e chupando até o pau dele parar de pulsar, depois fui ao banheiro lavar a boca para continuar meus beijos. Voltei para a sala e vi ele radiante, mais eufórico. Disse que se ele se comportasse, faríamos aquilo mais vezes. Sempre fazia sexo oral (boquete kkk) nele. Ele adorava, até melhorou o nosso namoro. Para mim era algo sem sabor, fazia mais porque gostava, mas também não tive frescura, chupava e deixava ele gozar na minha boca sem ter nojinho. Isso deu certo porque ele chegou em casa com alianças de noivado. Ainda era cedo para isso, mas ele me pediu em casamento para meus pais, que ficaram muito felizes. Depois de casar, começamos a nos preparar financeiramente para casar. Durante sete anos de namoro, só fizemos masturbação e sexo oral, nada mais. Quando nos casamos, o pastor e o padre celebraram nosso casamento. Logo, o sexo começou a rolar, nunca recusei uma boa trepada em algum cômodo da casa e no quintal. Descobri que era infértil, então decidimos deixar como estava e não buscar ter filhos. Começamos uma situação que virou uma bola de neve. Desde que nos casamos, eu não gosto muito de fazer sexo, mas às vezes fazíamos. O Augusto é muito fogoso e eu não podia negar. Sempre fazíamos, porque quem come bem em casa não come lanchinho na rua. Fica a dica. Tinha dias que fingia ter um orgasmo e enlouquecia para fazer Augusto gozar mais rápido, o que funcionava. Augusto fica muito tempo no sexo. Às vezes, ele fica mais tempo do que eu. Eu considero as preliminares, como chupada no pau dele e chupada na minha bucetinha. Não se esqueçam, mas no “pega pra torar” ele consegue dar duas vezes em menos de 10 minutos. Comecei a não querer fazer sexo, como antes. Comecei a dar desculpas, sentir dores de cabeça, ficar cansada e por aí vai. Às vezes rezava para Augusto gozar logo, mas não tinha muita motivação. Augusto percebeu esta mudança, e conversamos muito sobre isso, porque eu acreditava que aquilo não era normal, procuramos ajuda de profissionais terapeutas e psicólogos, fizemos muitas coisas que foram sugeridas por eles, que às vezes até dava uma esquentada, mas depois voltava à estaca zero. Fiz baterias de exames e tudo dava normal, consultas aos montes, fizemos viagens de relaxamento e descontração, para sair da rotina, e nada de melhorar, ao ponto de Augusto perguntar se eu não o amava mais, ele dizia que me amava muito e não entendia o motivo daquilo, eu chorava muito e me sentia muito mal, nada ajudava e transar nessa situação era só dor. Só para completar, era uma situação muito íntima nossa como casal, Augusto e eu não queríamos que nossas famílias soubessem, medo de sermos julgados e vergonha, isso acrescentava mais peso ainda na situação. Contei de forma resumida pois não quero me ater a isso gente, de preferência esquecer. Mas faz uns dois meses que começou a mudar, absolutamente inesperado e através de algo que nunca se passaria na nossa cabeça se não tivesse acontecido, mais ainda, aconteceu no momento certo em que eu estava receptiva a algo novo que me ajudasse com este problema. Dia de sábado, Augusto e algumas pessoas do trabalho dele organizaram uma festa, seria numa chácara, eu não estava com pique de ir mais para dar um pouco de alegria a Augusto e não ficar em casa remoendo nossa dificuldade, decidi ir, ele também ajudou a organizar eu não quis ser a chata. Fomos para a chácara umas 19:00 horas, ele de bermuda jeans e regata, eu vesti um vestido branco cheio de detalhes amarelinhos bem lindinho que vem até uns três dedos do joelho, sou uma mulher bem feminina e adoro ser assim. Festa bem legal e bem descontraída, tão boa que até deu para esquecer um pouco dos problemas. Algumas moças bem legais do escritório de Augusto e as esposas dos homens, não eram muitas pessoas mais todos muito animados e extrovertidos, fazia tempo que não participava de algo assim. Quando foi por volta das 23:00 horas alguns

Minha filha enlouqueceu! Real e absurdo

Meu nome é Devair e tenho 52 anos. Tenho um corpo castanho claro de 1,77m de altura e cabelos mesclados de pretos e brancos. Após 30 anos de casamento, minha esposa decidiu se separar e, atualmente, estamos separados por três meses. Ela abandonou tudo e foi morar com outro homem. Acredito que ela me traía, uma vez que foi direto morar com ele. Temos uma filha, Samara, de 29 anos, casada, que mora na cidade vizinha. Ela vem a nós a cada quinze dias para passar o fim de semana com a gente. Às vezes, ela vem com mais frequência. O marido é médico e faz plantões longos ou viaja para congressos e simpósios. Ela aproveita para nos visitar mais vezes. O meu genro, por outro lado, diz que está muito ocupado. Já pedi para ela não se preocupar com isso, uma vez que é algo que ocorre entre mim e a mãe dela e não há mudanças significativas significativas entre ela e mim. Ela admite que irá visitar a mãe, mas prefere passar o fim de semana em casa, uma vez que não aprecia o padrasto. Ela prefere ficar comigo, pois sempre foi apegada a mim, até na fase adulta. Agora, quer me levar ao cinema, aos barzinhos do shopping? É muita atividade para um senhor que só queria ficar em casa no sofá. A história que desejo relatar está completando duas semanas. Sinto-me um pouco constrangido ao relatar, mas, tendo adquirido o hábito de ler as histórias postadas aqui, acreditei que escrever e publicar aqui poderia aliviar um pouco a pressão que sinto em relação a certas ou erradas questões. Samara chegou na sexta-feira por volta das 19:00 horas. A minha residência é bem organizada, pago uma faxineira para limpar a casa toda sexta e, como sou sozinho, nada fica desorganizado. Resolvi pedir uma pizza, pois sei que Samara adora. Comemos e fomos para a sala alimentar nosso vício em novelas. Aproximadamente às 23:00 horas, Samara foi tomar um banho e, aproximadamente quinze minutos depois, ela me chamou. – Pai, perdi a toalha. Pegue-a na minha bolsa! Normalmente, ela desfaz a bolsa quando chega, mas, neste dia, ela esqueceu. Fui ao banheiro e peguei a toalha. Ocorre que o meu banheiro é grande e não é possível entregar a toalha sem entrar nele. Ao entrar, vi minha filha nua. Isso me deixou envergonhado. Samara é muito bonita, tem a pele branca e os cabelos castanhos médios. Tem seios grandes e de volume bonito. Tem quadril médio com coxas grossas e um bumbum bem redondinho. Ela costuma frequentar academias e, acredito, isso a explica o seu corpo. Ela percebeu o meu desarranjo e, tentando manter-me tranquilo, disse: – O que foi o pai para eu estar tão feia? – Não, filha, você está linda. É que está pelada, certo? Não vou ficar olhando! – Meu pai, não se importa com isso, pode olhar! Ao sair do banheiro, fui tentado a olhar novamente. A primeira vez que olhei ao entrar no banheiro foi normal, sem maldade alguma, mas nessa segunda vez foi diferente. Parecia que via cada detalhe do corpo bonito e belo. Fechei a porta e saí pelo corredor com o pinto duro. Achei muito errado olhar minha filha daquele jeito. Fui para o quarto com os pensamentos alterados. Coloquei o short do pijama e a camiseta. Arrumei a cama para deitar e dormir. Samara entrou no quarto pedindo um favor. Quando olhei, a visão foi de tirar o fôlego. Samara estava enrolada na toalha. O volume dos seios se destacava e a toalha malemá cobria o bumbum. Ela estava com um creme na mão e pediu para eu fazer uma massagem nela para relaxar. Eu engoli seco nessa hora. Ela deitou-se na cama de costas para cima e soltou a toalha, deixando o quadril dela coberto. Comecei a massagear as suas costas e ombros de forma suave, dizendo que era o que ela precisava. Acredito que se passaram cerca de 5 a 10 minutos desde que ela solicitou que eu fizesse no quadril e nas coxas. Ela pediu isso e puxou a toalha, ficando completamente nua diante de mim. Logo percebi que aquilo não era normal. Ele tinha alguma intenção com aquilo, mas, fraco, não resisti à tentação. Comecei a massagear seu quadril, passando pelo bumbum e depois pelas coxas. Era uma delícia tocar tudo aquilo. Os gemidos dela, então, eram absurdamente excitantes. Meu pau endureceu tanto que chegou a doer dentro do short. Em seguida, ela se aproximou e pediu para fazer na coxa toda. Que visão maravilhosa. Comecei a massagear as coxas observando aquele “capô de fusca lisinho”. Dava vontade de experimentar. Lutava comigo mesmo para não dar a mão ali, era errado aquilo, mas não conseguia parar e dar um basta, era impossível. Ela abriu a perna, pegou minha mão e colocou na buceta dela. E, enquanto segurava minha mão por toda a buceta, disse: – Pai, é aqui que eu mais preciso! Continuei, fazendo o que ela pediu e, logo em seguida, minha mão ficou molhada e ela gemia. – “Isso, meu pai, não cessa. Continua!” – “Vá para cima para que eu possa pegar no seu pênis!” Nesse exato momento, o meu pênis começou a se contrair dentro do short, mas tentei parar. – “Samara, não devemos prosseguir com isso, vamos parar!” – disse, mas não tirei a mão da bucetinha dela. – Pai, não deixe de vir aqui! Ela se levantou e puxou-me para perto, o que me fez ficar mais próximo. Ela enfiou a mão no meu short, pegou no meu pau e o tirou para fora, segurando-o com força. – Nossa, como está duro! Que delícia! Decidi prosseguir. Foi tão prazeroso que desejei que ela continuasse. Aumentei o carinho na bucetinha dela e ela gemeu firme segurando minha rola. – “Pai, ponha-o em mim, eu quero muito!” Não conseguia mais controlar minha vontade de meter nela. Senti tanta vontade de meter nela que tirei o short e a camiseta

Meu pai e eu na piscina – continuação 3

Antes de prosseguir, é chato, mas vou escrever algumas linhas de explicação. Peço desculpas. O que contei nos primeiros e no segundo conto é real, mas não sou escritora. Estou escrevendo como se estivesse narrando o que ocorreu, como se estivesse assistindo à cena. Estou curtindo muito fazer isso. Há aspectos que julguei desnecessários de serem descritos, uma vez que, com a sequência do conto, tudo seria explicado, sendo correto ou não minhas ações. O que ocorre é que, por ser livre de preconceitos sociais ou religiosos, tenho minha própria perspectiva sobre o que ocorreu. Para mim, sempre foi normal e prazeroso ver meu pai olhando minha bunda e todo o meu corpo e despertando desejo, o que vem de longa data. Ele mesmo me disse que batia muitas punhetas pensando no meu corpo e, ao ter relações sexuais com ele, não via isso como um “bizarro”, mas sim como algo maravilhoso. Para finalizar, gostei, estou adorando e sinto muito prazer ao fazer isso. É claro que sou educada e respeitosa, mas o que aconteceu comigo me fez perceber que posso ser uma mulher diferente e ter uma vida que me traga muito prazer, pois a vida é curta e passageira. O primeiro episódio foi um evento inesperado, talvez inevitável, mas não planejado. O segundo episódio foi planejado para ter a certeza do que eu queria para minha vida e se o próximo passo que tomaria não me traria arrependimentos, o que até aquele momento eu não havia tido e nem tive. O terceiro episódio é este, onde vou relatar o que ocorreu e as surpresas que tive neste momento. A partir de agora, acredito que não será necessário me aprofundar em explicações sobre o que aconteceu ou por que deixei acontecer. Concluo dizendo que as coisas ocorrem de forma rápida e de forma muito fácil, seja por um destino ou outra força externa, ou seja, isso, de certa forma, me causa maior preocupação, mas também me agrada. É para isso que estou aqui, portanto, vamos ao relato deste conto. Embora concorde que uma traição não é uma conduta adequada, considerei melhor conversar com Daniel e solicitar o divórcio. Na verdade, não tinha a intenção de me separar, mas, para ser mais justa com ele, seria mais adequado me afastar e viver de forma independente, sem ter a sensação de estar prejudicando Daniel. Na sexta-feira seguinte ao jantar do sexo, decidi conversar com Daniel. Estávamos na sala e disse a ele que estava querendo me separar. Ele, com um ar de preocupação, questionou-me o motivo. Informei-lhe que estava enfrentando uma mudança pessoal e desejava ter a liberdade de me relacionar com outros homens. Vou resumir de forma bem clara toda essa conversa. Não vou conseguir resumir tudo. Após ponderações de um lado e de outro, Daniel disse para ouvi-lo. – “Alessandra, cometi erros que não contei. Quando sua mãe faleceu, você quase surtou e entrou em depressão. Confesso que traí bastante você com outras mulheres, pois precisava de sexo e não estava conseguindo. Em seguida, permaneci por mais um tempo, pois estava gostando, mas, por fim, parei por conta própria.” Só agora tenho a coragem de lhe contar. – Você deseja se separar de mim porque não me ama mais e deseja ter um novo relacionamento, ou, por não estarmos transando tanto, você deseja fazer sexo com outros homens? Fiquei surpreso com tudo isso. Na verdade, travei nessa hora. Ainda sinto sentimentos por Daniel. Se é amor, não sei dizer, mas tudo está confuso com essas novas experiências que tive. O fato é que o assunto com meu pai não é apenas sexo. Gostaria de continuar com Daniel, mas também queria ter sexo livre com meu pai. Pedi o divórcio por respeito a Daniel e para tentar ser o mais correta possível. Confesso que a revelação de que Daniel havia me traído causou-me grande impacto, não por causa da traição, uma vez que eu também o traira, mas sim por ele não ter me contado e achar que não era necessário, uma vez que já havia parado com as traições. Em nenhum momento, pensei em manter Daniel transando com outro em segredo, mas, de qualquer forma, iria contar para ele. Disse a Daniel que havia sido traído por ele e, por isso, desejava o divórcio para poder ter relações sexuais com outros homens com mais liberdade. – Entendo, você me traiu, teve relações sexuais com ele? Naquele momento, gelei e o meu coração quase parou. Será que ele teve a percepção do que aconteceu com meu pai, como eu sabia? Fiquei completamente sem reação. Ele, percebendo que eu estava totalmente sem reação e tensa, continuou: – Há muito tempo percebi como seu pai olha e como você reage, então eu sabia que algo poderia acontecer. Pelo visto, aconteceu, certo? Fiquei chocada e nervosa, deixando claro para ele que estava pedindo a separação e que estava certo. A calma com que Daniel estava se pronunciando também me deixava assustada. Fiquei em silêncio e ansiosa. – Alessandra, fique calma, permita-me dizer a verdade! Nervosa e com a voz tremula, disse-lhe exatamente o que havia dito. Ele se levantou e foi à cozinha, trazendo-me um copo de água. Tomei-o completamente assustada com aquela situação. – Bem, conte-me como foi, não se envergonha! Por gentileza, informe-me sobre isso. Se você está estranhando essa conversa, imagine que, de um pedido de divórcio, a conversa estava tomando um rumo totalmente diferente. Sou sincera, estou sendo fiel ao que conversamos, sem tirar nem pôr, estou contando a verdade, mas de forma resumida. A expectativa era de que ele gritaria e esbravejaria, o que seria constrangedor, o que, normalmente, aconteceria em situações como essa, mas, ao contrário, ele parecia estar resignado com aquilo. Não sabia como lidar com aquela situação, então comecei a narrar como tudo aconteceu na piscina com meu pai. À medida que ia contando e desenrolando, fui acalmando-me e novamente tomando as rédeas do momento. Assim como contei a vocês no primeiro conto, fui

Minha filha e meu genro armaram pra mim e eu caí!

Sou Silvana, tenho 54 anos, sou viúva há um ano e meu esposo faleceu de infarto. Sou parda, tenho 1,78m de altura, cabelos castanhos médios que chegam até um pouco acima dos ombros. Tenho seios pequenos e quadril médio com coxas normais. O meu corpo está em boas condições e, de certa forma, bem cuidado. Ainda não sou uma miss, mas ainda atraio alguns olhares. Tenho apenas uma filha, Tatiane, de 28 anos, que é parda um pouco mais clara que eu. Tem 1,74m de altura, cabelos castanhos claros, seios pequenos e quadril magro, com coxas normais. Ela está casada há dois anos com André, de 29 anos, negro, de 1,80m de altura, porte médio, com alguns músculos e cabelos pixaim quase raspados. Após três meses em que meu marido faleceu, minha filha veio morar comigo em meu apartamento. Ela não queria que eu morasse sozinha, o que foi extremamente benéfico para mim. Não estou acostumada a ficar sozinha e meu genro é um amor de pessoa e extremamente generoso. Tenho o hábito de, quando estou em casa à noite, usar apenas a camisola. Para ficar mais confortável, não coloco nenhuma peça de roupa íntima ou sutiã. Uso apenas a camisola. Não é nada extravagante e uso de forma recatada. Tatiane também tem o mesmo hábito e André está habituado a nos ver dessa maneira, uma vez que isso vem de muito tempo antes deles se casarem. Minha filha trabalha no turno noturno do hospital, portanto, ficamos somente eu e André em casa. André é uma ótima companhia, sempre atencioso e disposto a ajudar. Mas, recentemente, comecei a perceber alguns olhares insanos por parte dele. Achei que era coisa da minha cabeça, coisa de uma pessoa que já estava há um longo período sem sexo e achava que um jovem como ele tinha alguma intenção impura ao me olhar. Isso se confirmou quando, de repente, vi-o com a mão dentro do short, quase se masturbando, enquanto olhava minha bunda, devorando-a com os olhos. Fiquei envergonhada e um pouco assustada, pois era uma situação incomum. Após ter sofrido o susto, percebi que meu ego aumentou. Apesar de ter consciência de que aquilo era incorreto, senti uma satisfação ao ver um homem jovem me olhando com tanto desejo. Não tive coragem de contar isso para minha filha e, como isso poderia causar uma situação ruim, resolvi ignorar. Me senti valorizada como mulher e, como nada de ruim havia acontecido, não era para tanto. Contudo, o destino prejudicial já havia sido traçado, devido ao aumento das ocorrências e à contribuição da minha filha. Tatiane adquiriu algumas camisolas novas para ela, enquanto eu alegava que elas estavam fora de moda e velhas. Atualmente, uso uma camisola mais discreta, com comprimento próximo ao joelho. Ela adquiriu alguns modelos que eram bastante ousados, alguns chegando até o meio das coxas, enquanto outros ficavam na popa da bunda. São lindas e me deixam mais sexy. Já experimentando, disse a Tatiane que não seria capaz de usá-las, pois as deixavam mais expostas e era extremamente provocativa na frente de André. Ela disse para não fazer besteira, que eu havia ficado maravilhosa e que André iria adorar me ver daquele jeito. Disse que ele me respeitava bastante e que já estava acostumado a nos ver de camisola e que não haveria problemas em usar a minha. É claro que ela não tem conhecimento dos olhares que André me dirige, geralmente não está em casa. Para deixá-la feliz, aceitei. Por outro lado, queria que André me visse mais sexy. Tentei afastar esse pensamento, mas ele continuava a vir. Tatiane não deixou André de fora, tendo comprado para ele diversos shorts curtos e largos, que, por sinal, ficaram muito bem em André e, confesso, são muito bonitos de se ver. Tatiane estava de folga no primeiro dia em que usamos as nossas camisolas. André me olhou com uma sutileza que me fez corar e arrepiar toda. Nesses primeiros dias, até usei calcinha mais por força do hábito, mas acabei não usando mais. Esse foi o ponto inicial de tudo. André tomou a decisão de não usar cuecas ao usar aquele short, o que foi uma grande tentação, uma vez que ele me fitava e ficava de pau duro. Parecia-me que ele não disfarçava ou escondia o que estava fazendo. Fiquei envergonhada e não disse nada. Além disso, gostava de ver ele de pau duro dentro do short. Ficava toda molhadinha, cheia de tesão e extremamente atiçada, mas sempre me segurava e mantinha a minha postura. No entanto, em um último dia, ocorreu o que estava se desenhando para acontecer. O dia havia sido bastante quente e a noite já estava abafada. Um grande temporal se formou ao longe, com trovões e relâmpagos. Tatiane saiu para trabalhar. Passaram-se pouco mais de 40 minutos e caiu um temporal feio, que acabou com a energia. O apartamento ficou um bleu, apenas a luz do celular conseguia iluminar. Tenho um hábito antigo de, em noites de temporal, deitar-me. Disse a André que iria me deitar e ele permaneceu na sala, no escuro. Passados alguns instantes, percebi a presença de André deitado na minha cama, iniciando a acariciar minha coxa e continuando a acariciar minha bunda. Meu coração disparou e não pude dizer nada. Ele encostou a cintura na minha bunda e me fez sentir o pau dele duro dentro do short. Imediatamente fiquei molhada e um desejo gigantesco tomou conta de mim. Em um novo movimento, senti o pau dele grande e quente entre as pernas, bem duro. Não pude resistir. Levantei um pouco a perna e guiei a rola dele até minha bucetinha molhada. A cabeça da rola dele entrou e me fez gemer forte. Ele fez movimentos para a frente e para trás, fazendo com que o pau dele me penetrasse cada vez mais. Minha bucetinha foi sendo e Enquanto recebia estocadas fortes e prolongadas, ele me chamava de gostosa e dizia que minha buceta era uma delícia. Foram vários minutos de

Meu pai e eu na piscina – continuação 2

Boa noite, pessoal! Alessandra retorna para relatar mais eventos. Em primeiro lugar, gostaria de expressar minha gratidão pelos comentários e pelas estrelinhas no primeiro relato. Fiquei surpreso e grato. Gostaria de me desculpar pelo atraso na publicação de novos eventos, mas não foi possível escrever tão rapidamente, pois minha vida está completamente alterada e há muitas mudanças acontecendo. Confesso estar um pouco assustada com tudo e temer que esteja me perdendo nesses eventos. Em muitos momentos, não consigo reconhecer minha identidade e prazeres que me despertam a vontade de mais. Mas vamos lá, a vida está girando e, até o presente momento, estou adorando e vivendo experiências um tanto estranhas, mas muito, muito prazerosas. Sinto uma sensação de liberdade. Tudo começou no domingo e se estendeu por dois dias. Na quarta-feira, chamei meu pai para jantar em casa, o que é bastante comum, mas eu estava com segundas intenções. Queria novamente ter um momento de sexo com ele. Essa foi minha primeira grande mudança. Senti vontade de fazer sexo com ele de novo e, falando abertamente, ficava empolgada só de pensar nisso. A ideia de fazer besteirinhas com meu pai, mesmo com Daniel por perto, me excitava muito. Acho que o perigo e o proibido juntos mexeram comigo. Comprei cerveja e itens para o jantar. Sei que Daniel e meu pai costumam beber cerveja e conversar antes do jantar. Voltei para casa e tomei um banho para ficar cheirosa. Utilizei um vestido azul marinho delicado que tenho. Ele tem uns quatro dedos para cima do joelho. Não coloquei um sutiã. O vestido tem alcinhas, mas cobre bem os seios. Como é flexível e flexível, se precisar descer é fácil. Pensei em tudo. Teria que ser algo que se resolvesse rapidamente caso houvesse um evento inesperado, mas que deixasse o sexo bem à vontade. Só precisaria de sorte. Daniel, depois do jantar, sempre joga vídeo game e eu contava com isso para ficar à vontade com meu pai. Se o contrário acontecesse, não daria para fazer nada do que eu queria. Queria muito que desse certo. É claro que seria possível ter um sexo prazeroso na residência do meu pai sem a necessidade de me preocupar com qualquer risco, mas é justamente esse o risco que eu gostaria de correr. Terminado o jantar, chamei os dois para jantar. Jantamos e conversamos um pouco. Confesso que estava um pouco ansiosa, mas me contive. Daniel pediu licença, dizendo que iria aproveitar a presença do meu pai ali para me fazer companhia e jogar um pouco online. Meu pai disse que ele poderia ficar à vontade, pois iria me ajudar a lavar a louça. E lá foi Daniel, o seu vício em jogos é enorme. Tiramos a mesa e fomos para a cozinha. Na cozinha, meu pai me abraçou por trás, beijou o meu pescoço e perguntou se eu poderia dar uma rapidinha antes dele ir. Respondi que poderia fazer de tudo, pois Daniel não sai do quarto para nada quando está jogando. Ele estendeu a mão por baixo do meu vestido e acariciou minhas coxas e bumbum. Em tom de provocação, disse: “Pegue a sua calcinha, assim será mais fácil!” Como amo essas coisas, adoro dizer putaria, pois me parece que isso torna tudo mais prazeroso. Ele desceu e eu fiquei de costas para ele. Ele puxou minha calcinha e a tirou. Eu ergui a perna e apoiei no vão do gabinete da pia. O safado, na hora, compreendeu o que eu queria. Ele beijou minha bucetinha e, com muito prazer, chupou minha bucetinha maravilhosamente. Sua língua brincava no meu grelinho enquanto seu dedo bolinava o buraquinho da minha bucetinha. A minha bucetinha extremamente úmida deixou o dedo dele meladinho e o safado começou a roçar o dedo no meu cuzinho. “Ai que tesão!” De repente, ele entrou no meu cuzinho, que já lubrificado e lubrificado, permitindo que entrasse livremente. Cheguei ao êxtase, quase gozando, com ele chupando a minha buceta e penetrando o cuzinho com o dedo. Precisei me segurar muito nesse momento. Após alguns instantes, ele parou e levantou-se. Deu um beijo de língua gostoso e, novamente, beijou minha bucetinha, que estava babando de excitação. Enfiou dois dedos nela e começou a me masturbar com força enquanto me beijava. Eu gemia dentro da boca dele de prazer. Meu pai estava de camiseta e bermuda jeans. Ele parou e pude dar uma acalmada. Ele desabotoou a bermuda e abaixou o zíper. A rola dele estava bem dura. Nem precisou pedir. Abaixei e iniciei uma boa chupada no pau dele. Ouvi-o dizer: – “adoro quando você chupa”. Foi aí que caprichei ainda mais. Adoro chupar a rola dele. Após fazê-lo até se torcer de prazer, parei. Já não suportava mais preliminares. Levantei-me e pedi para ele meter a rola em mim. Virei de costas e apoiei na pia, empinando a bunda para ele. Ele levantou o meu vestido e colocou a rola no buraquinho da minha buceta, fazendo movimentos para molhar a cabecinha e enfiou tudo. Puta que pariu, que entrada gostosa. Ele segurou minha cintura e, com muita vontade, começou a meter a rola na minha bucetinha. Que delícia. Ele socava devagar e eu me segurava para não gemer alto. Tudo estava indo bem além do que eu esperava. Daniel, sem dúvida, não poderia nos ouvir, pois, quando joga, coloca um fone de ouvido com cancelamento de ruído. Fui até ele, que comprei para ele há um tempo. Acredito que foi um bom presente que dei para ele. Após uma estocada gostosa na buceta, demos uma pausa. Meu pai pegou uma cadeira e se sentou. Em seguida, baixou a bermuda e a cueca até os pés e pediu para eu sentar na rola dele, que parecia uma estaca de tão dura. Sentei-me e, enquanto rebolava no pau dele, ele baixou a alça do meu vestido e deixou meus peitos descobertos. Ele começou a chupá-los enquanto a rola dele torcia a minha buceta. Adorei e isso me fez ter ondas de prazer.

Mãe e filho e algo mais!

Agradecemos aos leitores. Apresentarei uma história real que ocorreu recentemente entre mim e minha mãe. Decidi alterar os nomes para evitar problemas e permitir uma maior liberdade de comunicação. Sou Ricardo, tenho 29 anos, 1,76m de altura, cabelos castanhos e pele parda. Sou magro e engenheiro civil. Há três anos, ele está casado com Raíssa, de 30 anos, e é gerente de qualidade de uma multinacional. Minha mãe, Vania, tem 56 anos e 1,72 de altura. Apesar da idade, está muito bem. Não é uma beldade, mas está bem e tem uma bunda que chama a atenção. Tem seios grandes já caidinhos, quadril mediano e coxas normais. É uma mulher bonita, viúva há três anos e mora sozinha na cidade vizinha. Minha esposa já se cansa de insistir para vir morar comigo, mas ela não quer, diz que vai tirar a nossa privacidade e que também não quer deixar a casa que construiu junto com meu pai. Tenho uma residência de dimensões consideráveis, adquirida através da herança deixada pelo meu pai. Sou filho único e minha mãe não quis receber nada da herança, apenas a casa que eles construíram. A casa é composta por uma piscina e vários quartos. Minha mãe vem uma vez por mês nos visitar e, uma vez por mês, vamos à casa dela para passar o fim de semana e aproveitamos para visitar minha sogra, que mora na mesma cidade que minha mãe. Minha esposa iria viajar na sexta-feira para participar de um treinamento promovido pela empresa dela. Minha mãe chegou perto da hora do almoço e almoçamos juntos. Às 15:30 da tarde, levámos Raíssa ao aeroporto. Ela embarcou às 16:00 horas. Saímos do aeroporto e fomos ao mercado. Pedimos cerveja e vinho, pois minha mãe aprecia vinho, e fomos para casa. Estive sob um forte calor e sugeri que entrassemos na piscina. Ela achou uma ótima ideia. Vesti a minha sunga e a dela um biquíni. Partimos para a piscina para nos divertirmos. Após nadar um pouco e conversar, decidi colocar uma música. Saí da piscina, peguei a minha caixinha de som e adicionei um “Fala Mansa” para tocar. A maioria das vezes que a minha mãe vem à minha residência, ela participa de um baile de forró na cidade. Além disso, minha esposa também aprecia esses eventos. Tomei um vinho e uma cerveja para mim e, enquanto caminhava para a piscina, percebi que minha mãe estava saindo. Coloquei as bebidas e participei da dança, pois a música é muito boa. Minha mãe é extremamente talentosa na dança, muitas vezes sendo ela quem me conduz à prática. Iniciámos a dança ali perto da piscina. Minha mãe é daquelas que cola o corpo na gente, eu de sunga e ela de biquíni. Os nossos corpos se esfregaram bastante, até nas coxas. Foi automático. Meu pau endureceu todo, ficou bem duro. Dava para sentir, mas ela ignorou e continuou dançando. Quando terminamos a música, soltamos-nos e ela disse: – Que maravilha! O seu filho mais novo despertou-se com a nossa dança. Tenho orgulho da minha mãe e sinto-me orgulhoso por isso. Quando era mais jovem, bateva muitas punhetas pensando na bunda dela e nos seios. Expliquei: – Concordo plenamente. Vou saltar na água para ver se está sossegada! Naquele momento, pulei na piscina. Ela pegou uma lata de cerveja e um corpo de vinho e os colocou na borda da piscina. Ele chegou até mim. – E aí, esse menino já está dormindo ou ainda está acordado? – ela me questionou com seriedade. – Está acordado! Ela se aproximou com rapidez e passou a mão no meu pênis por cima da sunga. – Nossa, tudo isso apenas com um bate-boca daqueles? – respondi que sim. Ela se aproximou, enfiou a mão dentro da minha sunga e pegou nele. A pegada gostosa que ela deu me deixou ainda mais excitado. – Nossa, como está difícil! Ric, que delícia, Ric! – disse, puxando-o para fora e acariciando-o com carinho. – “Há muito tempo não seguro uma rola dura assim!” Não vou disfarçar ou disfarçar, vou dizer abertamente. Naquele momento, eu realmente estava querendo comer ela, um desejo antigo. Não recuaria, pelo contrário, avancei. – “Mãe, acho melhor nos divertirmos na piscina, pois será mais prazeroso.” Tenho um grande apreço por esses jogos, que demonstram uma ausência de acontecimentos significativos e, ao mesmo tempo, provocam a ocorrência. – Ric, se eu tirar o biquini e nadarmos como deseja, você sabe o que pode acontecer, certo? – “Sim, é exatamente o que quero!”, respondi sem hesitar. Ela me olhou por alguns instantes e, repentinamente, disse: – “Tem certeza”, meio baixo e temeroso, mas com um certo tesão envolvido. – Tenho a certeza de que será maravilhoso e só nós dois sabemos disso, será nosso segredo íntimo! Estava extremamente excitado, louco para foder a buceta dela com gosto, mas não conseguia controlar. O momento era de deixar acontecer. Foi um negócio estranho, de um simples banho de piscina para uma excitação e uma vontade absurda de trepar com ela. Ela me olhou por mais alguns instantes e, repentinamente, vi que ela retirou o top do biquini, deixando os seios maravilhosos à mostra. Aproveitei e tirei a sunga enquanto ela tirava a parte de baixo do biquini. Vi sua buceta toda depilada. Puxei-a e dei-lhe um beijo de língua bem saboroso. Apertei a mão em suas costas e acariciei sua bunda. Ela se virou de costas, coloquei meu pau entre as pernas dela e subi a mão para acariciar os seios dela enquanto acariciava embaixo. Ela começou a gemer e, com uma voz doce e cheia de desejo, disse: – Ric, será que devemos mesmo fazer isso? – “Sim devemos” coloca ele pra dentro!” – respondi doido para socar gostoso nela. Ela abriu um pouco as pernas e colocou ele na portinha e de imediato a cabeça do meu pau entrou, empurrei e entrou inteiro, ela gemeu e eu também. – “Ric, como entrou gostoso, que delícia!” Comecei a meter e que

A irmã da minha esposa!

Olá, meu nome é Carlos e tenho 43 anos. Tenho 1,80m de altura, cabelos pretos, sou magro e tenho um pouco de barriga. Tenho uma união estável de 20 anos. Minha esposa tem 40 anos, é magrinha e tem 1,68m de altura. Tenho uma filha de 18 anos. A situação ocorreu quando minha cunhada, Suzy, de 27 anos, irmã mais nova da minha esposa, branca, com 1,75m de altura, cabelos castanhos claros, seios entre pequenos e médios e quadril mediano, ofereceu-lhe um curso motivacional. Ela passaria três dias em um retiro. Durante o retiro, tive uma semana bastante atribulada e agitada no serviço. Suzy me deu a oportunidade de escrever três cartas que seriam entregues à minha esposa durante os três dias de retiro. Escrevi duas frases bem simples e mandei para ela, mas não pude escrever a terceira, pois estava muito apertado no trabalho e sua insistência me deixou muito irritado. A minha esposa foi ao retiro na sexta-feira, mas a irmã dela ficou incomodando-me, o que me fez ingratidão. Sábado, estava trabalhando e ela tentava me ligar e enviar mensagens extremamente chatas. Um dia de trabalho pesado. Cheguei em casa e vi minha filha se arrumando para ir ao shopping com as amigas dela. Desde então, ela não está mais em casa. Tomei um banho, abri uma cerveja e sentei-me no sofá. Um descanso merecido. Minha filha me beijou e saiu para o passeio. Meu celular tocou e era Suzy a chamar a minha atenção. Disse que estava organizando as cartas do domingo e que faltava apenas a minha. Disse que iria buscar, mas não tive tempo de dizer que não havia feito e ela desligou-se. Abri outra cerveja, peguei uma folha de sulfite e uma caneta e sentei-me na cadeira da cozinha para tentar escrever algo. Nesse momento, escutei uma batida no meu portão. O portão é todo fechado e não era possível ver quem era. Mal abri, Suzy entrou, falando pelos cotovelos, me criticando e invadindo a casa. Ela perguntou da minha filha e eu disse que ela havia saído. Fiquei hipnotizado com a roupa que ela estava usando em casa e, de certa forma, atazanou-me. Ela usava uma sainha bem molinha que chegava ao meio das coxas, pouco abaixo do joelho. Não sei o tecido ou o modelo, uma blusinha de alcinha larguinha e, visivelmente, sem sutiã. Era uma tentação enorme. Que coxas lindas e sexy ela estava. Meu pau foi endurecendo ao ver aquela roupa. Ela estava dentro da sala, próxima à porta, quase encostada na parede. Meu pau ardia ao extremo. Aproximei-me dela e, de imediato, a abracei e beijei a boca dela. Quando soltei, ela disse “Carlos, o que é isso?”. Então, voltei a beijar, agora enfiando a língua na boca dela e, por um breve momento, rocei a língua dela. “O que está fazendo, Carlos, porque fez isso!” Eu estava sem entender, vestido apenas com um short curto e regata. Enfiei uma mão dentro do short e tirei o meu pau para fora enquanto segurava a mão dela. “Por isso”, apertei a mão dela no meu pau, que estava duro, mas não deixei ela reagir e beijei-a novamente, enfiando a língua novamente na boca dela. Não sei se foi por impulso ou surpresa ou os dois. Ela segurou minha rola e eu movimentei a mão dela. Não demorou muito e fui puxando-a para o sofá, que estava próximo. Quando encostou no sofá, ela se sentou-se. Sem esperar, passei as mãos em sua coxa e inclinei o corpo em cima dela. Ela tentou evitar o beijo, mas as minhas mãos já estavam na calcinha dela e, sem sequer perceber, puxei-a para baixo. Não sei se foi por susto, surpresa ou outro motivo. Em nenhum momento, ela me empurrou ou tentou me puxar. Talvez, por não ter dado tempo ou espaço para que pensasse, consegui tirar a calcinha dela com uma facilidade incrível, o que me deixou surpreso. Avancei o corpo e voltei a beijar. Puxei o corpo dela para que se sentasse no sofá. Ela se deitou e, ao se deitar, abriu as pernas. De imediato, desci e dei uma chupada saborosa na buceta rosada dela. Tinha apenas um pouco de cabelos castanhos na testa. Nunca ouvi tanto o meu nome quanto naquela hora. Enfim, ela começou a gemer delicadamente e colocou a mão na minha cabeça. Sua bucetinha parecia um rio, de tão molhada. Subi e passei a cabeça da minha rola no buraquinho da bucetinha dela e penetrei forte, empurrando tudo para dentro. Ela não resistiu. Comecei a bombear firme e ela gemia docemente, sem dizer mais nada. Deitei-me sobre ela e beijei-a. Fui ao ouvido dela e perguntei: – Você é muito gostosa, posso meter dentro da sua buce Esperei o meu pau parar de pulsar e saí de cima dela. Disse-lhe que iria escrever um recadinho para a irmã dela e ela já levaria. Ela estava calma, parecendo meio apavorada com tudo. Disse apenas que iria ao banheiro se limpar. Se levantou e foi ao banheiro. Eu ajeitei o meu pau dentro do calção e me sentei na cozinha para escrever um recadinho na folha de sulfite. Ela saiu do banheiro e chegou perto de mim. Eu estava dobrando a folha. Levantei-me e entreguei-a para ela. Ela ficou olhando-me e perguntou o que havia acontecido comigo para fazer tudo aquilo. Nessa hora, engoli seco. Respondi que ela estava tão bonita vestida daquela maneira que não consegui me conter. Ela me observou por mais alguns instantes e chegou perto de mim, o que me surpreendeu bastante. – Ainda não tenho calcinha, quer aproveitar um pouco mais? Eu nessa hora fiquei totalmente sem reação, não esperava isso, meu pau por conta própria endureceu todo, ela pegou no meu calção e tirou meu pau para fora e segurou fazendo o movimento para cima e para baixo, dei um beijo gostoso de língua nela, ao terminar o beijo ela virou de costas e ergueu a saia mostrando aquele bumbum lindo, coloquei

Experiência Bi com um casal amigo

Sou Givanildo, tenho 44 anos, tenho cabelos pretos e brancos pelo meio, tenho 1,72 de altura e sou moreno claro. Estou divorciado há dois meses, após um relacionamento tóxico que durou mais de 20 anos. Há 18 anos, Marcos e Márcia estão juntos há 18 anos. Conheço Marcos desde o ensino médio e somos grandes amigos. Márcia veio depois, um amor de pessoa. Marcos tem 43 anos, é negro, tem 1,80m de altura e tem um corpo interessante. Faz uns três anos que fazemos academia juntos. Márcia tem 44 anos, loira platinada, cabelos compridos até o meio das costas, pele branca, seios médios, quadril médio e coxas normais. Nada de extraordinário, mas é bastante atraente. Era um sábado de manhã e tínhamos terminado o treino na academia. Marcos sugeriu que comeríamos uma porção e tomassemos uma cerveja na residência dele à noite. Aceitei de imediato, pois não havia muito o que fazer. Eles são bastante divertidos e, como é habitual, estamos juntos em barzinhos e festas. Cheguei à residência deles por volta das 19:30 da noite. Márcia estava magnífica, vestindo um vestido branco com estampas de flores pequenas. Marcos estava de regata e short. Eu estava bem à vontade, vestindo uma camiseta regata, bermuda jeans e chinelo. Tomamos cerveja e Marcia tomou Vodka com sabor. A noite estava quente e, por isso, tomávamos cerveja. Ela estava bastante animada. Pedimos salgados e pizza. O sertanejo tocou ao nosso lado e cantamos juntos. Eles são um casal bastante divertido. Amo-os. Às 22:00 horas, Márcia disse que era hora da surpresa. Pediu para esperar um pouco e foi para o quarto. Fiquei curioso sobre o que seria, pois já estávamos um pouco altos em termos de bebida. Marcia retornou depois de alguns minutos, deixando-nos de boca aberta. Ela estava usando um sutiã branco, calcinha branca de tamanho reduzido, meia calça branca até as coxas. Era uma tentação, uma visão maravilhosa e muito sexy. – “E aí, meninos?” – É hora de vocês me alimentarem. Meu pau endureceu na hora. Já fazia dois meses que não transava. Marcos sorriu e disse: – Por gentileza, pode-me ajudar a comer esta comida saborosa? Apesar de não ter compreendido completamente o tema, respondi: “Claro que vou ajudar”. Marcos começou a beijar ela. Eu cheguei por trás e acariciei a bunda dela. Ela parou de beijar e Marcos se virou para me beijar. – Pesquisem essas roupas, pois eu gostaria de rolar! Vá logo! – ela dizia com uma safadeza sem par. Tirei toda a minha roupa e o meu pau estava duro. Ela pegou na minha rola e disse: “Que delícia, Giva!” e começou a chupar com uma vontade absurda. Marcos estava completamente nu e ela já pegou na rola dele. Ele alternava entre chupar a minha rola e a dele. Marcos me olhou e disse que era a primeira vez que faziam isso. Então, perguntou: – Gostaria de experimentar o seu membro? Se não quiser, fique tranquilo! Dado que tudo aquilo era novo para mim, o pedido dele já não me surpreendeu tanto. Naquele momento, disse que, se quisesse, poderia experimentar. Ele desceu e segurou o meu pau. Marcia subiu e ficou ao meu lado, observando o marido dela começar a devorar minha rola inteira. Ele fez uma chupada tão gostosa que me fez gemer de prazer. Além disso, ele chupava melhor do que Márcia. – “Que prazer ver a sua boca sendo chupada dessa forma!” Márcia disse, logo se esfregando em mim. Enquanto Marcos chupava minha rola, Marcia tirou a calcinha e o sutiã e começou a me beijar. Apertei a mão em sua bucetinha e acariciei. Ela ergueu a perna e apoiou no sofá, deixando-me à vontade para sentir a bucetinha dela, que estava ensopada. Ela gemia junto comigo. Marcos permaneceu por um longo período, chutando até minhas bolas, o que despertou a atenção de Márcia. Ela pediu para Marcos deitar-se no sofá e ficou de quatro chupando o pau dele, que rabão gostoso o dela, fui por trás e penetrei ela enfiando minha rola inteira com vontade. – “Ai Giva que delícia, continua assim que eu adorei!” Comecei a dar estocadas fortes e com vontade, a buceta dela engolia meu pau gostoso, estava maravilhoso, ela disse que eu metia muito gostoso, que mulher safada nunca imaginei que ela fosse assim. Passados alguns minutos, demos uma pausa e Marcos veio chupar novamente meu pau enquanto Márcia foi no quarto e voltou com um lubrificante. Ela me entregou e disse: – “mete no meu cuzinho!” Eu nunca comi um cuzinho, minha ex-mulher nunca me deixou meter no cuzinho dela, caramba eu nem acreditava. Márcia sentou na rola de Marcos e começou rebolar, eu passei lubrificante no meu pau inteiro e passei no cuzinho dela, ela rebolava tanto que meu dedo até entrou no cuzinho dela, ela me chamou de safado gostoso. Coloquei meu pau na boquinha do cuzinho dela e forcei para entrar, o cuzinho tentou resistir, mas se entregou e engoliu minha rola com certa facilidade, Márcia gemeu bem forte e pediu para meter no cuzinho dela que ela adorava. Passei a meter no cuzinho dela com vontade, ela gemia tanto que dava tesão. – “Aí caralho, que gostoso, mete que eu gosto!” Márcia estava transformada, gemia como uma vadia em delírio, pedia para não parar, não demorou muito e Márcia soltou: – “Eu vou gozar, porra, que delícia” Marcos se manifestou: – “Vai gozar na nossa rola, não vamos parar, Giva continua metendo firme nessa vadia gostosa!” Obedeci e continuei metendo no cuzinho dela e Marcos muito bem encaixado mantinha a rola dentro da buceta dela, eu já estava no meu limite já tentando segurar para não gozar. Márcia entrou em êxtase gozando, Marcos segurou ela firme e eu também grudando em sua bunda dava metidas curtas pois o cuzinho dela contraía querendo expulsar minha rola de dentro dele, ela gemia alto soltando palavrões, ela chegava a tremer. Marcos então não resistiu e soltou um grande gemido gozando dentro da bucetinha dela,

Meu pai e eu na piscina

Sou Alessandra, sou nova aqui e, depois de contar o que aconteceu comigo, vou explicar como conheci o site. Tenho 29 anos e 1,65m de altura. Sou morena clara, com cabelos castanhos médios que começam no meio das costas, olhos castanhos claros, seios médios, quadril mediano com coxas torneadas, bumbum redondo e duríssimo, graças ao meu vício em atividades físicas. Tenho 4 anos casada com Daniel, 30 anos, 1,72 de altura, branco, cabelo preto e olhos pretos. Quando nos casamos, ele era magro, com alguns músculos, e me acompanhava nas caminhadas. Atualmente, está bem diferente. Vou voltar um pouco no tempo para que vocês possam compreender melhor. Preciso contextualizar a compreensão para uma compreensão mais aprofundada. Em fevereiro de 2020, minha mãe faleceu vítima de um infarto, o que representa um grande pesadelo para mim, uma vez que sou extremamente apegada aos meus pais, tanto que moro duas casas abaixo da residência onde meus pais moram. Em março, teve início a pandemia. Se estiver errado, perdoem-me. Foi uma fase difícil. Com a pandemia e as restrições, parei de frequentar academia. Para não ficar sem exercícios, comecei a usar uma máquina de exercícios que meu pai tem em casa. Como ele não costuma frequentar academia, comprou essa estação de exercícios para fazer exercícios e manter-se em forma. No entanto, afundei-me em exercícios e caminhadas para preencher o vazio deixado pela falta da minha mãe. Daniel passou a trabalhar em casa. Ele trabalha com TI e isso foi uma mão na roda para ele. Na verdade, toda a sua rotina foi alterada. Trabalho em um escritório de contabilidade e, como tenho uma sala só para mim, não precisei ir ao escritório. Daniel sofreu uma grande transformação ao longo dos últimos três anos, e, em 2024, ele está bastante diferente do que era anteriormente. Ele está bastante gordo. A última vez que pesou, atingiu 120kg. Isso se deve ao hábito de vida que teve durante esses três anos, caracterizado pelo sedentarismo. Daniel é um apaixonado por jogos, podendo ser considerado um viciado. Joga online, em jogos ranqueados e em grupos, tem um computador dedicado exclusivamente a jogos, uma cadeira de gamer, e as tranqueiras dele são bastante perceptíveis. Além disso, quando nos casamos, ele já era assim. Não me importo com isso. Prefiro ele assim do que ir a bares e beber uma quantidade excessiva de álcool. O torcedor fanático do Corinthians assiste a todos os jogos e, praticamente, não sai de casa para nada, exceto para visitar os pais que o visitam. A principal justificativa apresentada por ele é o trabalho. Sempre insisti para que ele começasse um regime para perder peso, pois isso é muito ruim para a saúde. Ele sempre diz que vai começar e nunca começa. Deixei de falar. Além disso, isso também interfere na escolha sexual, que é feita de forma aleatória e dependente unicamente de mim. Isso torna-se bastante cansativo. No início, não me incomodou, pois estava fragilizada pela morte da minha mãe. Mas, após o luto, sinto muita falta do sexo. Sou daquelas mulheres que gostam de rolar, mas, às vezes, ficamos mais de dois meses sem transar e, quando vamos fazer, a motivação dele é zero. A casa do meu pai tem, nos fundos, ao lado da área de churrasco, uma piscina azul. Acredito que seja fibra. O tamanho deve ser de 2m x 4m, para se refrescar em dias quentes. Era domingo, eu e Daniel fomos para a casa do meu pai assar uma carne e almoçar, seria apenas nós três, como estava bastante calor levei meu biquíni para entrar na piscina, na verdade é um fio dental, sempre usei fio dental me sinto bem, já peguei até meu pai olhando minha bunda, mas nunca levei na malícia, se até meu pai olha minha bunda é sinal de que estou gostosa. Meu pai de sunga entrou comigo na piscina, Daniel ficou adiantando a carne na churrasqueira, depois de uns 30 minutos saí da piscina sobre os olhares de meu pai, confesso que sempre me agradou ele me olhar daquele jeito, me sequei e coloquei uma saída de piscina. Comecei adiantar o arroz e um pouco de feijão, meu pai saiu da piscina e foi lavar a salada, logo tudo estava pronto e almoçamos conversando e rindo, gosto desses momentos em família, me faz sentir bem. Ficamos ali sentados umas duas horas até que Daniel deu louca de ir para casa, disse que tinha umas coisas para fazer, mentira, ele queria aproveitar e ir para casa jogar online. Despediu do meu pai e me disse para continuar aproveitando a piscina, falei que logo iria para casa e ele disse para não ter pressa. É um sacana, ele sabe se eu for pra casa vou querer ficar com ele, e ele, queria ficar jogando, então vai e eu vou me divertir na piscina pensei comigo. Ele foi, meu pai chamou: – Vamos entrar na piscina, tá calor! Correu e pulou dentro da piscina. O nome do meu pai é Carlos, tem 54 anos, moreno claro, tem 1,70 de altura, magro com poucos músculos, está em forma, sempre se cuidou, não no extremo igual eu, mas leva uma vida bem saudável. Ele é engenheiro civil, atualmente constrói casas pra vender, depois que minha mãe faleceu ele me disse que não queria se casar de novo, ele iria tentar curtir um tempo a vida de solteiro. Eu também entrei na piscina, fui até meu pai, ele me puxou e me abraçou por trás e ficou abraçado, eu adorei ficar assim com ele. Acariciou minha barriga e desceu a mão em minhas coxas, estranhei um pouco mais não falei nada, logo suas mãos foram para minha bunda, estranhamente me senti excitada com aquilo, ele vendo que eu não falei nada subiu a mão e acariciou meus seios por cima do biquini, eu senti um desejo que ele continuasse e uma excitação forte começou a brotar, de repente ele deu um beijo em meu pescoço e uma leve mordidinha,

Liberei minha esposa

Liberei minha mulher para dois homens. Olá, sou claus de 46 anos, casado com Ana de 47. Quando conheci o meu lado voyeur. A minha esposa, Ana, e eu estamos casados há vinte anos e felizes. Ela é uma amante extraordinária, brilhante e apaixonada por todas as formas de sexo. Ela tem longos cabelos avermelhados escuros e é extremamente bonita, apesar de não ter plena confiança em si mesma devido ao fato de estar um pouco acima do peso. Após beber alguns drinques com amigos, o assunto nunca se tornou sexo, apenas brincadeiras. Ana deixou escapar que sua fantasia final era estar com dois homens ao mesmo tempo. Fiquei bastante surpreso e, quando chegamos em casa, falei isso para ela. Fiquei muito magoado com o comentário dela, mas, ao mesmo tempo, fiquei muito excitado. À medida que percebia a possibilidade de acontecer isso, comecei a assistir filmes pornográficos. Ao imaginar que minha amada Ana estava entre os dois pênis duros do filme, tive uma ereção intensa. Contei à Ana sobre as minhas fantasias, que estavam de acordo com as dela. Pensei que ela não estava muito entusiasmada, dizendo que nem todas as fantasias deveriam ser concretizadas, mas, após um tempo, ela concordou e deixou todos os arranjos para mim. Fiquei mais excitado com a ideia de assistir do que atuar, um voyeur, então meu plano agora era conhecer dois homens, já que essa era a minha fantasia. Além disso, utilizei um site de “contato” para pesquisar homens com potencial para transar com ela. Em breve, tive a surpresa de encontrar dois homens de 40 e 41 anos, ambos brancos, com cabelos castanhos, cavanhaque e peludos. Eles estavam situados a apenas 10 quilômetros de distância de nossa residência. Pensei: que sorte. Na primeira pesquisa, encontrei estes homens atraentes, sexys, virils e próximos… Não poderia ter sido melhor. Após entrar em contato com o número, falei com Valdir e contei-lhe as nossas fantasias. Gostaria de participar, pois ele me ofereceu um amigo. Julio poderia se juntar a mim e Ana em minha residência. Mas gostaria que fosse na sua… Terminado… A noite finalmente chegou. Com a câmera completamente carregada e alguns drinks para Ana, partimos para uma noite memorável. Ana ainda não tinha ideia de que seria fodida e amada por dois homens que não eu. Ana havia tomado o seu banho e realizado a depilação. No entanto, ela não demonstrou a calcinha que iria usar. Chegamos por volta das 20 e 30 e fomos recebidos na porta por Valdir. Ele era um homem de cabelos claros, de fala mansa, de 40 anos e pesando cerca de 90 quilos. Usava óculos com ares de professor. Ele nos conduziu até a sala, onde sentamos-nos no sofá e conversamos por um tempo. Ele nos ofereceu bebida, e nós concordamos. Ele estendeu a mão e reduziu a intensidade das luzes. Em apenas cinco minutos, Valdir me perguntou se eu gostaria de conhecer a mansão… Disse-lhe que poderia ir para qualquer lugar que desejasse. Nesse momento, eu e Valdir saímos e disse a Valdir: “vamos contar a Ana sobre a surpresa”. Ele acenou com a cabeça, demonstrando calma, e disse-nos: “Fiquem à vontade, já volto”. Ele desapareceu por cerca de 10 minutos e, posteriormente, retornou para nos apresentar Julio. Julio tinha 40 anos, era um pouco rechonchudo e pesava cerca de 85 quilos. Era alto, tinha 1 e 80 de altura, cabelos lisos e sorria bastante. Ana pareceu bastante perdida por alguns segundos, então um sorriso irônico se espalhou pelo rosto, pois ela sabia que também teria uma boa visão. Terminamos as nossas bebidas e perguntamos se seria possível dançar… Ana respondeu: É claro que gostaria. Levei Ana pela mão, mas Julio a pegou e eu retornei ao sofá. Enquanto Valdir e eu assistimos ao dançar, Valdir disse: vamos até o quarto para você conhecer. Então, deixámos os dois sozinhos na sala e fui com Valdir para o quarto. A Analista Ana Julio e Julio entraram no quarto, trancando a porta. Ana sentou-se na ponta da cama, enquanto eu ia para a sala pegar a câmera. Voltei e sentei-me em uma cadeira ao lado da cama. Quando Júlio e Valdir se aproximaram da cama, Ana se levantou e os puxaram para perto deles. Ela mantinha um braço em volta de cada um deles, enquanto eles acariciavam os seios através de uma blusa. Isso não perdurou por muito tempo, pois Julio a beijou intensamente. Ana estava bem vestida para a noite, com um belo vestido roxo e preto, que revelava seus enormes seios. Eu podia ver que os homens estavam gostando muito dela e, com um sorriso conhecido, um elogiou o outro. Valdir, então, puxou a saia de couro para baixo, revelando a calcinha branca. Julio sorriu novamente. Pensei que Ana acariciava os seus seios duros através de suas calcas. Ana se sentou na cama e abriu o zíper da calça de Julio. Acredito que ele era o seu favorito. De lá, saiu um pau grosso, reto, de aproximadamente 25 centímetros. A cabeça estava brilhando levemente. Ela lentamente levou a boca ao encontro do pau que estava à sua frente. Ana olhava para mim e sorria. Seu rosto acariciava o pau de Julio. Logo, a linha de Ana começou a lamber suavemente o prepúcio, depois chupando suas bolas enormes e caidas. Com a outra mão, ela estava desabotoando a calça jeans de Valdir. Ele a puxou para baixo, revelando seu pênis, um pouco menor que o de Julio, mas mais grosso. Fiquei de cara fechada durante a filmagem. Julio retirou a camisa e as calças, enquanto Valdir continuava a chupar o pênis dele. Ana se sentou no meio da cama. Eu tinha plena consciência do desejo que ela sentia de ser penetrada. Os homens, é claro, sabiam o que estavam fazendo. Julio logo estava na buceta e sua língua estava sondando sua buceta molhada e clitóris. Valdir manobrou para que Ana tivesse acesso ao seu pau duro. Ela não precisou perguntar duas vezes quando o pegou

Minha esposa trouxe dois amigos para casa

Minha esposa trouxe os seus dois amigos para a residência. Temos mais de 20 anos de casamento e somos extremamente fiéis… Sexo é uma atividade que realizamos todos os dias, com raras exceções. Confirme o dia, fantasiamos mais alguém com você, mas é apenas uma fantasia, apenas uma fantasia. Minha esposa, Ana, é enfermeira em uma clínica de reputação reconhecida. Ana é uma mulher de quarenta e sete anos, com um metro e 65 centímetros de altura e um corpo extremamente bem torneado, pesando 65 quilos. Ela tem uma pele bronzeada, seios tipo pera e uma buceta raspada maravilhosa, algo que jamais imaginaria. Ela costuma se vestir com roupas sexys e atrair o olhar de homens e mulheres quando saímos. Sou Claus, tenho 46 anos, um metro e oitenta e 70 quilos. Tenho a cabeça raspada, sou moreno claro, tenho os ombros largos e um pau de 12 centímetros duro. Parece-me pequeno, certo? Treino regularmente, sou musculoso, bonito, elegante,romântico e tarado.Atualmente, trabalho em uma companhia de academias. Aprecio ouvir a Ana dizer que, ao observar seus colegas de trabalho vestindo roupas sexys, fica excitado ao ver os volumes deles. Isso desperta tanto interesse que torna difícil descrever. Contudo, sei que isso é apenas uma fantasia dela. Tenha cautela, sou um homem apaixonado e adoro estar com minha esposa ou envolvido em nossas brincadeiras. Gosto de fantasiar na hora da foda com Ana, pois parece que estamos fazendo o mesmo com outro homem ou com outra mulher ou com um casal. Mas, ao vê-la se entregar completamente à fantasia, fico alucinado de prazer, ou imaginar ela sendo amada ou fodida é hipnotizante. Mas é apenas uma ideia. Portanto, antes de aborrecê-lo com mais detalhes sobre nós, permita-me falar sobre o que aconteceu na noite passada. Podemos compartilhar mais de nossas aventuras com você, se você gostar desta. Há cerca de uma semana, Ana disse-me que haveria uma festa exclusiva para os funcionários. Eu concordei, com tranquilidade, com suas amigas de trabalho e clientes. Ela exerce a função de enfermeira em um grande consultório médico. Às vezes, eles saem para jantar e tomar alguns drinques depois do horário de trabalho. Sempre digo que ela deve se cuidar, pois há muitos lobos soltos na rua e ela é uma carne nobre e fresca. Mas também a provocava e dizia para que pegasse alguém para trazer para a nossa residência. Ela simplesmente sorria e não respondia. Como de costume, sempre me envia mensagens informando como ela está… As mensagens sempre trazem uma fotografia do local. Eu particularmente, particularmente Pensava que Ela estava dançando com um homem forte, que apertava a sua bunda ou a provocava. Isso não é incomum, mas era só isso. A noite parecia ter sido tranquila, até que recebi sua mensagem de texto. Ela disse que todos estavam indo para casa e estava preparando uma surpresa. Sinto-me surpreendido com isso, para dizer a verdade. Ela parecia ter se mostrado mais sedutora nesta noite, mas nunca havia deixado nada acontecer quando estava com as amigas. Pensei nisso; ela provavelmente está apenas me provocando e será surpresa quando eu chegar aqui. Passados cerca de quarenta e cinco minutos, ouvi um carro parar na entrada da garagem. Levantei-me e fui espiar pela janela da frente. O carro permaneceu parado por aproximadamente 10 minutos. Congelei por um instante; não reconheci o carro estacionado ao lado de fora. Observei que a porta do motorista se abriu e, logo depois, uma porta traseira. Vi, então, uma pessoa saindo do lado do motorista e outra saindo por trás do carro. O homem atrás parecia estar estendendo a mão, mas logo percebeu que estava ajudando minha esposa a sair do banco de trás. Percebi que ela os conduziu de forma apressada até a porta e, quando eles entraram, ela me apresentou a João e julgou. Os homens aparentavam ter entre 30 e 35 anos. Eram bastante atraentes, um branco forte e simpático, e o outro loiro forte cabelo ondulado e olhos azuis. Ana, nas fantasias, demonstra uma predileção por tipos musculosos, e pude perceber o motivo pelo qual esses dois me chamaram a atenção. Ela exibia um sorriso maligno e travestido no rosto. Era possível que ela estivesse me solicitando a permissão para realizar uma das nossas fantasias. Apenas fiz um sinal com os ombros e sorriu. Enquanto ela pedia aos homens que se sentissem em casa, ela dizia que eles deveriam se sentir em casa. Os homens pareciam inseguros com a situação e eu não tinha a mínima ideia do que havia acontecido ou do que ela havia dito a eles. Tenho plena certeza de que ouvirei tudo sobre isso mais tarde. Ela os tranquilizou enquanto os segurava pelas mãos e os conduzia até a nossa sala de estar. Fiquei assistindo enquanto sua bunda balançava para frente e para trás em sua saia preta e salto alto. Ela os levou ao sofá e disse que voltaria logo, pois apenas queria se refrescar um pouco. Percebi que os homens observavam sua bunda enquanto ela caminhava em direção ao banheiro. Fui interrompido pelo silêncio e perguntei aos homens se gostariam de tomar uma bebida. Eles disseram que uma cerveja seria ideal ou, se eu tivesse whisky, seria melhor. Fui até a cozinha para pegar o pedido. Quando voltei para a sala, entreguei-lhes uma cerveja e uma dose de whisky.Júlio misturou e bebeu em um único gole. Ri por não ter compreendido a atitude e tomei a iniciativa de buscar algo para João. Voltei a me sentar na cadeira em frente deles. Na verdade, eu gostaria de nos concentrar. Fiquei confuso com a situação, uma vez que ela nunca trouxe amigos e nem fizemos qualquer tipo de acordo. Contudo, a cada instante, tornava-me mais consciente do que estava acontecendo. Mas eu queria acreditar e ao mesmo tempo não acreditar. Mas, como ela disse que seria uma surpresa, percebi que ela faria um show e, então, fiquei no mesmo lugar para assistir a um possível show que Ana planejava dar. Júlio