Férias no nordeste

Desde os primeiros anos da Universidade me destaquei entre os CDFs, no meio do curso, acabei por namorar minha esposa que também foi uma excelente aluna, com alguns meses de namoro a desvirginei.
Em nossa turma regular alguns alunos de anos mais adiantados tentavam eliminar as dependências, era o caso de Claudia e Igor, um casal que levava o curso meio nas coxas, mas como eram muito divertidos, eu Suzana, acabamos ajudando, cheguei mesmo a trocar duas ou três provas resolvidas com Igor para fazê-lo eliminar a matéria.
Depois de formados casamo-nos e progredimos bem em nossas carreiras, juntando um bom capital. Quarentões em pleno vigor físico, resolvemos dar vinte dias de férias coletivas a nossos funcionários e viajamos para o Nordeste Brasileiro. Estávamos conhecendo uma praia famosa quando ouvimos uma voz feminina gritando : Alberto, Alberto …
Suzana abriu os braços e Claudia a abraçou, cumprimentei Igor também com um caloroso abraço e sentamos em um quiosque para conversar. As mulheres cochichavam se afastaram por algum tempo para entrar na agua e quando voltaram, estavam de mãos dadas e bem alegres. Aproveitamos o por do sol e ao nos despedirmos Suzana garantiu a Claudia que as vinte e duas horas nos estaríamos no local, não liguei.
No hotel Suzana me falou: Olha nós vamos a uma festinha na casa de nossos amigos, mas não se preocupa, não teremos que fazer nada que não queiramos fazer.
Mesmo sendo uma frase bastante enigmática, eu não liguei, mesmo porque Suzana estava muito animada.
Regulei o GPS e chegamos ao endereço, uma mansão muito bonita, a porta foi aberta por um nordestino bombadão só de sunga, tive vontade de dar meia volta, mas logo Claudia atravessou a primeira sala correndo, abraçou minha esposa e para minha surpresa, ambas trocaram um demorado beijo na boca, admirado e sem entender nada, ouvi nossa anfitriã passar a mão no peitoril nu do porteiro e dizer para minha mulher: Eu não te disse, o que achou?
Olhei nos olhos de Suzana que ruborizada voltou a falar: Não precisamos fazer nada queiramos fazer…
Éramos em seis casais, todas as mulheres vestindo robe branco e os homens shorts de praia. Minha mulher foi arrastada por nossa amiga e um camarada que certamente era um dos empregados da casa ou contratado me ofereceu um daqueles shots padrão, fui a um dos lavabos e me troquei, o mesmo camarada me falou que na hora de ir embora ele mesmo devolveria minhas roupas.
Passei a examinar o ambiente, chegando a sala com vários sofás com uma grande área vazia ao centro e sentei ao lado de minha mulher que já estava conversando com outra quarentona gostosa. Comecei a saborear um ótimo uísque quando o diminuíram a iluminação e apareceu no centro um casal bem dançando ao som de uma música de strip, acabaram minhas dúvidas, aquilo era um bacanal, o casal foi tirando a roupa em movimentos eróticos e logo o artista estava comendo a linda menina na frente de todos os convidados ao olhar para minha esposa, um novo choque, ela estava trocando um novo beijo lésbico com a mulher com quem conversava antes, Suzana olhou para mim e falou: Não passe vontade, o que acontecer essa noite ficará aqui, aproveite.
Atônito, vi um chegar ao lado das duas um camarada magro, alto com um paninho cobrindo seu pau que era mantido na posição por um fio amarrado a sua cintura, a acompanhante de minha esposa levanta o paninho e eu vi a maior rola do mundo, fiquei apavorado, a coroa sem a menor hesitação, engoliu parte daquela vara fazendo-a ficar maior ainda, depois de alguns minutos, vira o torpedo para o lado de Suzana que olhou para mim, certamente esperando uma permissão, um ciúme louco tomou conta de mim, mas os olhos suplicantes de minha amada e fez balançar a cabeça afirmativamente, nossa minha esposa estava chupando uma jiboia enorme de um desconhecido, nem parecia a mulher que eu conhecia e que tanto amava. Suzana colocou as duas mãos na bunda do camarada e passou a fazer movimentos com a cabeça chegando a engasgar, não escondendo seu prazer naquele oral, só percebi que estava com o pau mais duro que aço, quando uma linda jovenzinha com uma tanguinha igual a do camarada que minha mulher estava chupando alisou meu cacete, seus seios perfeitos, lembravam os seios de Suzana quando ainda estávamos namorando, lindos, não resisti, abocanhei aqueles peitinhos maravilhosos, ela tentou me masturbar, mas impedi queria ver minha esposa que a essa altura estava deitada no sofá com uma rola na boca e a quarentona gostosa com a cara entre suas pernas, já não havia mais ninguém naquele salão além de nós cinco, levantei e me aproximei dos três bem a tempo de ver as contrações musculares de minha mulher que estava gozando diante de meus olhos sem minha participação, seus gemidos familiares me pareceram mais intensos, assim que ela terminou de gozar, a corou puxou o magrão pela mão e desapareceu. A jovem que me acompanhava, beijou meigamente minha mulher falou algo em seu ouvido, os olhos de Suzana brilharam e a menina bateu palmas, apareceram três rapazes, já sem o paninho e todos com suas toras duras. Minha amada esposa até então para mim completamente inocente falou: O do meio. Você que conhecer outra garota.
Abestalhado como dizem lá no Nordeste, balancei a cabeça afirmativamente e apareceram três moças ainda mais jovem que a que nos acompanhavam todas com copos espetaculares e o frescor da juventude, escolhi a que tinha os maiores seios, em movimento sincronizado todos desapareceram entre as cortinas permanecendo no ambiente nós um casal completamente inexperiente com uma esposa deslumbrada agora com uma cara de tarada e fogos nos olhos a peituda e o camarada escolhido entre os três por ter a piroca mais grossa.
A menina delicadamente tirou meu shorts enquanto o roludo beijava a mulher que até o inicio da noite tinha sido só minha, enquanto ela se arreganhava toda oferecendo a buceta para ele chupar, a peitudo aproveitando que eu estava em pé, colocou meu pau entre seus seios e iniciou uma maravilhosa espanhola, o macho da minha esposa, não se deu ao trabalho de chupa-la, a puxou para o canto do sofá, apontou o torpedo e empurrou sua tora grossa devidamente encabada na bucetinha apertada de minha amada esposa, de onde eu estava pude ver os lábios vaginais de Suzana incharem com a penetração e ouvir seu grito de dor e prazer, logo que ela começou a rebolar, lambuzei os seios da garota com fartos jatos de esperma e passei a ouvir o som da foda alucinante de minha esposa que acabara de provar que buceta é realmente um órgão bastante elástico até aquele instante eu jamais imaginaria que ela era capaz de receber algo tão grande e grosso, a menina toda esporrada levantou e saiu, Suzana rebolava embaixo daquele macho como nunca tinha feito comigo, meu pau estava novamente com ereção máxima quando aparece uma daquelas jovens que eu havia rejeitado, com uma bunda linda ajoelhou em um sofá apoiou o cotovelo no encosto do móvel e empinou o rabo, em um só golpe enfiei a metade de minha rola naquele cuzão que passou imediatamente a mastigar meu pau, enquanto eu ouvia minha mulher gozar novamente. Enquanto eu metia com força, o comedor de minha esposa saiu do ambiente e entrou outro pauzudo, minha amada assumiu a mesma posição da minha acompanhante, não, não era possível que ela ia comer a insanidade de dar o cu para aquele dotado. O camarada pincelou o rego de Suzana que olhou para mim sorriu por alguns segundo com um olhar de alguém que está em transe, logo seu rosto se contraiu e ela trava os dentes e as lágrimas rolam por seu rosto que estampava a dor que ela estava sentindo, o camarada estava arrombando o cu de minha amada, aquele cuzinho que eu comia com tanta delicadeza estava sendo dilacerado, gozei como louco, com o pau enfiado até naquele cuzinho lindo e mastigador, provavelmente o melhor que eu tinha comido até então. A rabuda sumiu e eu me aproximei do casal, minha gostosa se contorcia tentando ainda se acostumar com aquela empalação, seu corpo estava coberto de suor ela ao perceber minha aproximação esticou o braço e me puxou aplicando-me o melhor beijo da minha vida, sem descolarmos nossos lábios senti a convulsão de prazer que o corpo de minha esposa estava experimentando ao gozar pelo cu.
Ao retirar aquela tora de dentro de minha mulher, o dotado deixou um circulo enorme aberta, minha amada confessou que não aguentava mais e pediu para irmos embora, na saída um dos bombados contratados me apresentou uma nota de despesa, preenchi um cheque sem questionar.

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