Três gerações de tesudas

Sempre fui muito amiga de minha mãe, bem como de minhas filhas. Mamãe nos dotou de uma herança genética formidável, tanto a mim quanto a minhas duas irmãs e que transmiti a minhas filhas com muito orgulho, sabemos conservar nossos corpos com muita prática de esportes e aplicação de cremes e principalmente adoramos sexo. Mamãe teve a sabedoria de controlar nossos impulsos e nos ensinando a foder muito nos momentos certos, a receita, só não funcionou com minha irmã caçula que virou mãe solteira.
Quanto eu ainda estava no inicio do ensino fundamental, conheci o Raul, rapaz esperto e muito gostoso, eu o encontrava três vezes por semana e depois dos amassos, voltava para casa subindo nas paredes, em um sábado cheguei em casa depois de encontro com ele e entrei debaixo do chuveiro, certa de que naquela semana mesmo, eu perderia o cabaço, mamãe esperou todos dormirem, foi no cesto de roupas sujas e pegou minha calcinha toda babada, me acordou e tivemos uma longa conversa depois levou-me ao banheiro me colocou sentada no chão do box, tirou o chuveirinho da mangueira e me ensinou a masturbação com o jato de agua da mangueirinha, eu tinha dúvida se tinha ou não gozado no dedo de Raul e quando gozei durante a aula de mamãe soube que meu namorado tinha me levado até a porta do céu sem abri-la completamente. Eu estava com muita tesão acumulada, naquela mesma semana mamãe me ensinou várias outras forma de me excitar e de me aliviar. No fim de semana seguinte, já devidamente instruída por mamãe, quando voltávamos andando para nosso bairro, paramos na calçada e aproveitando a cobertura de um caminhão estacionado, fiquei de costas para um muro, tirei a calcinha e coloquei no bolso do meu amado, fiquei de cócoras, abri o zíper da calça de Raul e vi pela primeira vez uma rola dura, encantada, alisei aquela estaca, e engoli ainda meio desajeitada. Enquanto me engasgava e fazia a perna do macho tremer, enfiei a mão por debaixo da minha saia e passei a manipular meu grelo duro, o inexperiente não conseguiu me esperar e me fez conhecer o maravilhoso gosto de esperma. Deixando-me na porta de casa com muita vontade de gozar, corri para o banheiro e usando a baba da minha buceta, esfreguei meu grelinho e gozei gostoso. Na semana seguinte, voltamos ao mesmo lugar e daquela segunda vez, consegui gozar levando jateada de porra na garganta, entre masturbações e chupetinhas consegui manter meu cabacinho durante todo o ensino médio, mas Raul teve que ir fazer faculdade em outro Estado e eu acessei o curso superior em nossa própria região. Naquela altura, eu já compartilhava um excitador de clitóris com minha irmã mais velha e passei a namorar meu atual marido, o Paulo, que chegou a nossa lua de mel sem nenhuma experiencia sexual, exceto algumas punhetas que bati para ele, já quando estávamos noivos. Na lua de mel, não o deixei me penetrar na primeira noite, assim que ele me despiu completamente, com os olhos vidrados, me agarrou e nos jogamos na cama, eu já tinha a ideia perfeita de como era sua bela pica e após sentir aquela piroca no meio das minhas pernas, me controlei e fiz para ele a nossa primeira chupeta, que foi espetacular, até hoje lembro de seus gemidos gozando na minha boca, certo de que era a primeira chupeta que eu fazia, tentando me furar logo em seguida, o induzi a primeiro a me chupar e experimentei um gozo profundo naquela boca que continua me dando prazer, passamos o resto da primeira noite nos alisando e conhecendo com nossas mãos e com nossas bocas os lugares mais íntimos um do outro, inclusive nossos anéis. Com o sol nascendo Paulo já estava com o ferro hiper duro só então seguindo as orientações de mamãe puxei minhas pernas contra o troco travando-as com a parte interna dos cotovelos, arreganhando a buceta em uma posição que mamãe dizia ser a posição do sapinho e meu marido me furou, limpando o sangue do pau em um lenço que guardou para mostrar aos amigos. Naquela posição engoli a caceta inteirinha e tomei as primeiras cabeçadas no fundo do meu canal vaginal, tendo um gozo maravilhoso encantando meu macho.
Ao voltarmos para casa metemos em todos os cômodos de nosso apartamento novinho, em cima da pia da cozinha, no tapete da sala, no chão do box, em pé na área de serviço, até o dia que descobri que estava grávida de três meses, para dar a notícia para Paulinho, deitei de ladinho e esfreguei minha bunda nele, em minutos a caceta já estava pronta para a ação, peguei na gaveta do criado um tubo de gel sem uso e quando lambuzei o pau do futuro papai, ele entendeu que era o dia de arrebentar minhas pregas, enfiei bastante gel no meu buraquinho virgem e compartilhei com meu homem as dores de um anal. Experimentamos naquela data um prazer inigualável, sofri aquelas dores sabendo que era o preço a pagar para ter muito prazer no futuro. Durante minha primeira gravidez viciei em anal, e meu marido em comer meu cuzinho. Cada posição nova que experimentei com meu marido durante todo meu casamento, relatei com detalhes para minha mãe, ouvindo dela a repetição de suas lembranças, veio minha segunda filha e estourou o escândalo, minha irmã caçula ainda solteira estava grávida, em uma reunião de irmãs e mãe, ela contou em detalhes suas idas a motéis. Naquela noite, após a reunião, Paulo ouvindo eu contar das aventuras de minha irmã parecia um tarado, meteu em mim com tanta força que parecia outro homem e gozamos juntos três vezes.
Com nossas filhas mocinhas continuei o velho hábito da família de aconselhamento e trocas de experiencias entre mulher e meninas. Seguindo os conselhos de minha mãe, com jeitinho, arrancava os detalhes tesudos das descobertas das meninas e ao transmiti-las a Paulinho, ele apresentava aquele comportamento tarado, vivemos nova lua de mel através das meninas. Uma noite quando a menor estava estudando em seu quarto e a mais velha então com dezoito anos namorava na varanda de casa, eu e Paulo assistíamos televisão, vi minha filha mais velha entrar e subir a escada de um modo estranho, fui atrás e ela ainda aflita me contou que quando estava sendo mamada pelo namorado, ele colocou o dedo em seu grelo, ela ficou louca de tesão, mas para preservar o cabaço, se segurou no guarda corpo da varanda e deixou o namorado colocar a cabecinha dentro de seu cuzinho virgem, o rapaz estava tão louco que esfiou a cabeça e um pouco mais e gozou lubrificando o canal que nunca tinha levado ferro e continuou a bombar até lhe dar uma segunda leva de porra no cu e ela estava com muita dor. Fui a nossa caixa de remédio e peguei a minha velha pomada cicatrizante, coloquei um pouco com meu próprio dedo, e vendo minha filhinha toda arrombada, a aconselhei a massagear o grelo estava para colocar o aplicador de pomada quando ela geme indicando que estava gozando com aquele bundão lindo característico da família pertinho da minha cara sentindo em seguida aquele cuzinho recém invadido morder meu dedo. Quando ela acabou de gozar, me deu um beijo no rosto dizendo que eu era a melhor mãe do mundo, a levei para o banheiro e a fiz enfiar a mangueirinha no cu e depois forçar a agua a sair assim fazendo parte da porra sair, sabendo que ela teria dificuldade para fazer as necessidades no dia seguinte, usei o aplicador e enchendo seu canal de pomada, deixando com ela um supositório caso tivesse dificuldade. Quando acabei o socorro, Paulo estava dormindo em frente da televisão, eu o acordei e o puxei para a varanda e falei no ouvido dele: “Enquanto assistíamos televisão, sua filha deu o cuzinho para o namorado assim…” e assumi a posição que ela me descreveu. Paulo como um louco baixou meu shortinho, arrancou sua calça de pijama e como um tarado enfiou o cacete quase todo no meu ânus, fazendo-me ver estrelinha, sem ligar para minha clara demonstração de dor, empurrou mais duas ou três vezes segurando minha cintura com força começou a bombar, estava uma delícia, ele puxava deixando só a cabeça dentro e logo em seguida empurrava tudo para dentro de novamente com força, gozamos juntinho, e eu falei: “Ela tomou duas enrabadas seguidas”. Ainda com aquela cara de tarado, Paulo diminuiu a retirada e passou a bombar lá no fundo, senti seu pau pulsar e ficar a cada bombada mais duro, logo estávamos metendo com vontade, gozei profundamente sendo seguida por ele, no instante que percebi um movimento atrás da cortina, era nossa filha mais nova, o xodó de Paulo.

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