Vida intensa

Todos me tratam pelo nome abreviado, Bete contando com 32 anos na época do relato, mesma idade de meu marido Arthur. Fomos criados no mesmo bairro em São Paulo, minha melhor amiga de Infância e adolescência, é a Stella cujos pais tinham uma casa bem em frente da casa dos meus pais. Ali no bairro, todos estudavam muito, pois éramos a primeira geração com possibilidade de cursar universidade. Todos os fins de tarde, eu e Stella sonhávamos juntas que nossos maridos ficariam ricos e que nós duas passaríamos o dia fazendo comprar e passeando em belas praças, nessa época, ela já namorava o Mário. Talvez por influencia desses relacionamentos eu e Arthur acabamos no mercado de capitais, e minha amiga e Mario que veio a tornar-se seu marido no ramo de medicina veterinária. Nossos amigos acabaram indo trabalhar em uma fazenda de vaca leiteiras na Suíça.
Eu e Arthur, já estabilizados na vida mas ainda morando no mesmo bairro de descendentes italianos, resolvemos viajar para a Europa, na bagagem o endereço de nossos melhores amigos que já não víamos a mais de cinco anos. Chegamos a residência dos dois, uma confortável casa, com decoração típica local, com muitos espelhos na sala, corredores e quartos. Já na primeira noite, os homens sentaram-se em duas poltronas com os pé virados para a lareira, eu e minha amiga deitamos nas peles jogadas em frente a fonte de calor. Bem juntinhas conversávamos sobre a vida de casada, bem baixinho, ouvindo os dois falarem da vida profissional quando ela falou que ali a maioria dos casais de nossa idade adotavam o “estilo de vida intensa”, não dei importância, mesmo porque o nome não me dizia nada, achei natural e muito gostoso o carinho que ela fazia com as mãos em meu corpo por baixo das peles que nos envolvia e passei a fazer o mesmo, mas ela é muito sensual e quando enfiou a mão no meu pijama de flanela e alisou minhas nádegas, um calafrio tesudo invadiu meu corpo, não sei se ofereci meus lábios ou se apenas estava naquela posição por acaso, mas recebi meu primeiro beijo lésbico e correspondi a ele com a buceta em chamas, deve ter durado bastante tempo, e procurei com as mãos os seios de Stella que sempre foram muito bonitos, abri seu pijama, levantei a camiseta que ela usava por baixo e sem me dar conta que estávamos sendo observadas por nossos maridos, continuei mamando enquanto ela com uma das pernas no meio das minhas, esfregava a buceta em mim, por certo os machos acharam que já fazíamos aquilo desde a adolescência, mas não, era a primeira vez que dávamos vazão a aquela amizade profunda e a nossos desejos inconfessos. Ainda abraçadas com muita sofreguidão, viramos nossas cabeças para a lareira e de modo leve e suave tiramos a parte de cima de nossas roupas, o silencio era cortado apenas por nossos gemidos, quase sai do transe quando senti que a calça de frio que usava embaixo do pijama estava sendo removida, mas estavam tão gostoso, tão reconforte e tão inebriantes os carinhos que continuei, abraçando, beijando e mamando, sendo abraçada , beijada e mamada, senti uma boca mordiscar meu grelo duro e em seguida uma língua invadir minha buceta molhada. Naquela noite fria, sentindo o calor da lareira, recebendo os carinhos da minha amiga tive junto com ela um orgasmo fantástico, provavelmente o mais intenso de toda minha vida, sendo seguida por minha amiga. O clima de cumplicidade era total, sem qualquer estranheza, constatei que a boca que tinha me chupado era a do Mario e que meu marido tinha chupado a minha amiga. Sem ciúmes ou remorso, recebi o corpo de nosso anfitrião sobre o meu e sua penetração gostoso, vendo meu marido comer minha amiga, gozei novamente ouvindo vozes carregadas de sensualidade e emitindo sons com igual teor. Enquanto fumávamos um cigarro, o termo “estilo de vida intenso”, foi esclarecido, conhecíamos por “estilo de vida liberal”. Nos recolhemos em nossos quartos, ali Arthur me abraçando perguntou no meu ouvido se eu tinha gostado, sem esperar minha resposta disse que tinha adorado me ver sendo comida por outro homem e que percebeu que eu tinha gozado forte, sorri e o beijei, perguntando a ele se tinha gostado de comer a Stella, ele malandro respondeu que melhor que comer minha amiga foi me ver gozando. Pela manhã, um sábado, Mario saiu para supervisionar a ordenha das vacas logo cedinho, levando Arthur com ele, com todo aquele frio, fui para a cama quentinha de Stella e ela passou a me contar dos encontros de casais, deixando-me excitada e maravilhada com a narrativa e ali nos masturbamos mutuamente. Minha anfitriã disparou alguns telefonemas e no meio da tarde, chegaram mais dois casais, todos aparentando ter nossa idade e todos com garrafas e pratinhos na mão. Eu e meu marido usando todo nosso vocabulário de inglês, conseguíamos pescar uma palavra ali e outra aqui, mesmo sem entender quase nada do que estava sendo dito acabei de quatro recebendo a penetração de um completo estranho, enquanto meus seios eram devorados por sua esposa, mas meu marido estava certo, foi muito gostoso ver uma mulher quicando no pau dele e o mais importante, toda aquele clima de troca de carinhos era feito com tanta naturalidade e prazer, que resolvi realizar minha mais intensa fantasia, esfregando minha bunda no pau de Arthur, estiquei meu corpo e iniciei uma chupeta no pau de Mario e puxando Artur para cima de mim e montando em Mario, não foi difícil faze-los entender que eu queria uma dupla penetração e consegui. Ter um pau na buceta e outro no cu é algo que toda mulher sonha em ter, tive uma verdadeira convulsão orgástica. Naquela viagem, fomos iniciados na “vida intensa” e nunca mais conseguimos voltar a vida monótona de antes.

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