Trabalhando na obra
Sendo filho caçula, de uma família tradicional residente naquela vila das frias montanhas do Sul do Brasil, vi meu pai ampliar nossa casa a medida que minhas quatro irmãs foram casando, cansado de bater punheta com os ouvidos grudados nas janelas para ouvir vinhas irmãs levarem ferro, resolvi vir para o Estado de São Paulo ganhar a vida, acabei me encantando com o mar e me instalei em uma Cidade do Litoral, o único modo que encontrei de morar de frente para a praia foi aceitando o emprego de ajudante em uma obra de um prédio, que além do pagamento, me foi oferecido duas refeições por dia e alojamento.
Passei a dormir com mais cinco trabalhadores, todos nordestinos e mal encarados, eu era o único branquinho, magrinho e educado. O senhor Severino, um senhor de seus quarenta e cinco anos, era o único que não dormia bêbados, forte, queimado do sol sempre olhava para mim de um modo estranho. No dia do adiantamento, todos foram para a zona, menos eu e o Severino. Aproveitei para atravessar a avenida e tomar um banho de mar e voltei para o alojamento da obra depois das vinte e duas horas. Estava tomando um banho de mangueira, quando ouvi o Severino falar atrás de mim: “Posso tomar banho com você?”/ Recuperado do susto, dei espaço para ele entrar embaixo da mangueira, só então reparei na outra manguei , a que o velho tinha entre as pernas, grossa, comprida, com uma cabeça brilhante e já meio dura. Não pude evitar de admirar aquela coisa linda, perdido na observação minha piroquinha que quase tinha desaparecido com o efeito da agua fria, latejou no exato instante que o coroa me abraçou por trás, encostando aquele cilindro no meu rego, pensei em reagir, mas aquele paio quentinho no meio das minhas nádegas estava tão gostoso que eu dei uma reboladinha, o nordestino segurando o pau com uma das mãos pincelou minha bundinha virgem com aquela caceta que já estava bem dura, me aninhei no braço que me envolvia e deixei ele esfregar o pau na minha bunda, suspirando de prazer. Severino, malando se ajoelho na minha frente e colocou meu pintinho em sua boca, chupou meu pauzinho até ele ficar durinho e me levou para sua cama, a primeira na entrada do alojamento, trancou o ferrolho da porta, deitou de cara para a cama abriu as nádegas e me deixou brincar em sua bunda, gozei antes de consegui penetra-lo, ele me deu um beijo de língua e colocou por baixo, senti e levantou um pouquinho meu bumbum fazendo todo meu corpo vibrar em poucos instante, derramou seu leitinho na minha rosca virgem. Caiu de lado e eu voltei para minha cama com uma vontade louca de ser penetrado, lembrei dos gemidos das minhas irmãs e me masturbei freneticamente ainda sentindo a sensação daquela piroca grossa passando na minha bunda, acho que foi a primeira vez eu rebolei enquanto me masturbava. No dia seguinte, os peões passaram a contar das putas que tinham comido na noite anterior, sexualizando ainda mais minha cabeça, naquela noite, abafada como é comum nos verão ali no litoral, coloquei meu calção e fui para areia e em seguida fiquei brincando na agua no rasinho quando senti a presença de alguém, mesmo na penumbra e com o reflexo que vinha da avenida, reconheci o severino só de bermuda, ele deitou do meu lado e protegidos pela luz fraca quase inexistente, nos beijamos enquanto as ondas batiam em nossos corpos, demos alguns passos na areia molhada, as sem agua, nos deitamos e fizemos o nosso primeiro sessenta e nove, gozei primeiro meu pinguelinho encheu a boca do meu amante e quando seu mastro borrifou acabei me engasgando com aquela quantidade louca de borra, engoli uma parte e saboreei aquele gostinho diferente e salgadinho. Lavamos bem nossas bocas com a agua do mar e voltamos para a obra. Senti-me muito orgulhoso ao ver o Severino admirando minha bundinha branca enquanto tomava banho de mangueira. No dia seguinte, um sábado, antes do fim da tarde, voltamos a ficar sós, pois os outros trabalhadores tinham saído para encherem a cara, tomamos banho e entramos no alojamento enrolados apenas em nossas toalhas nos abraçamos e Severino me mostrou uma lata de vaselina, era tudo que eu queria, dar o cu para um macho como o que estava comigo, ajoelhei em uma cadeira rustica de madeira de obra, segurei bem no encosto e arrebitei a bundinha, para minha surpresa meu fodedor não me arrombou como eu estava louco para ser, meteu a língua fundo no meu cuzinho que na verdade ainda era virgem, a sensação de ter uma língua no cu e a iminência de ser arrombado fez meu corpo inteiro se contorcer, passei a gemer como uma puta e choramingando implorei: “Mete em mim, estou louco para sentir seu pau dentro de mim!”/ Severino não perdeu tempo, passou vaselina no meu anel, no pau, segurou firme com as duas mãos no meu quadril e empurrou a piroca ao mesmo tempo que puxou meu corpo contra o dele, tremi de dor, minha visão por segundos foi só de uma mancha branca, meu gemido foi forte digno de pena e ele parou, passei a mão atrás e constatei que tinha entrado a cabeça e cerca de um quarto do cilindro, mas minha vontade de sentir aquela piroca todo me fez jogar a bunda para trás, a cor continuava forte mas passei a sentir aquele prazer, tentei fazer meu cu piscar, mas a piroca do meu macho era muito grossa e joguei meu quadril novamente para trás no momento que Severino me puxou com mais força, meu pintinho reagiu lançando esperma no encosto da cadeira em que eu estava ajoelhado, eu estava tendo o orgasmo mais profundo e intenso que alguém pode ter, logo em seguida, recebi lá no fundo várias golfadas de leitinho de macho. Meu comedor só parou para aproveitar seu gozo mantendo seu pica lá no fundo, voltando a bambar passei a rebolar no ritmo das metidas que recebia, larguei uma das mãos do encosto da cadeira e passei a masturbar meu anãozinho e gozamos juntos enchendo o alojamento de gemidos.
