Santos de casa

Meu nome é Alessandra, filha do meio de um casal bem tradicional, meus irmãos são: Paulo, um ano mais velho que eu; Raul um ano mais novo.
O que vou relatar aconteceu quando um tinha vinte e dois anos, naquela época, eu usava um cabelo que ia até a metade das costas e modéstia a parte, já tinha um corpão que deixava a macharada babando, não tinha namorado fixo, curtia um a cada fim de semana, mas tinha um coroa que embora casado, era meu fixo que inclusive bancava a minha faculdade e mais umas coisinhas que as vezes eu pedia para ela. Leal era o nome dele, mesmo tendo mais de cinquenta anos, tinha uma ereção fantástica, estava sempre com a ferramenta pronta, e que ferramenta, só de lembrar fico com tesão. Ele trabalhava em turno, então tinha semana que íamos a um quitinete que ele mantinha junto com um amigo só para me comer e em outras semanas eu ia na parte da tarde. Quando eu chegava lá, já caia de boca naquela pica maravilhosa e dávamos duas ou três metidas, sempre uma delas no meu rabão deixando minha rodinha sempre bem lubrificada, mas como nem tudo são flores, ele acabou transferido para trabalhar em outro Estado, cara de palavra, antes de ir embora, adiantou o restantes das mensalidades da faculdade, pois eu me formei no fim daquele ano. Com a perda daquele cacete gostoso, eu andava subindo pelas paredes, porque os novinhos com quem saia, não conseguiam dar conta do meu apetite. Uma manhã ainda meio sonolenta, vi que alguém estava na porta do meu quarto, me virei e vi meu irmão mais velho passageando o pau e com o olhar fixo na minha bunda. Ele para disfarçar, me avisa que estava saindo para jogar bola e que eu ficaria sozinha em casa, creia de tesão, resolvi conferir. Aproveitando que durmo só de calcinhas, levantei e me espremi entre o batente da porta e meu irmão, sentindo aquele cilindro roçar na minha bunda, pedi para ele esperar que eu ia tomar um banho rapidinho e logo depois estaria alerta para cuidar da casa. Propositalmente, deixei a porta do banheiro aberta e entrei no box, abri a agua mas com a atenção na porta, não deu outra, ele empurrou a porta já nu e me olhou com aquele olhar de devorador, virei de costas e esperei ele tomar a iniciativa, ele me abraçou por trás e empurrou corpo para frente, me apoiei nos azulejos e empinei o bundão, o safado flexionou os joelhos e invadiu minha buceta com tanta vontade que deve ter entrado mais de dez centímetros daquele caibro grosso, com os dois braços na parede passei a rebolar gostoso e quando senti aquele jato quentinho lá dentro gozei como uma louca, só então me virei e trocamos o nosso primeiro beijo incestuoso, mas eu queria mais daquele ferro, que acabara de provar que santo de casa faz milagre sim, puxei meu irmão de volta para o meu quarto, ali com a rosquinha piscando, segurei a cabeceira da cama com uma mão e com a outra abri minhas carnudas nádegas, Paulo estava se saindo um comedor tão bom quanto o Leal, meu antigo amante, pincelou meu anelzinho carente segurando a pica com uma mão e a outra banda da minha nádega e fez pressão, nossa fazia quase seis meses que eu não dava o cu, aquele piroca era o que eu estava precisando, as cabeçadas no fundo do meu canal anal passaram a ser tão fortes que eu tive que largar a bunda e segurar com as duas mãos na cabeceira da cama e comecei a ter um orgasmo profundo sem tocar no meu grelo, assim que ele percebeu por meus gemidos e movimentos de cintura que eu estava gozando, ele encheu meu cuzinho de porra. Ele foi ao chuveiro deixando-me estatelada nuazinha e satisfeita em minha cama. Tornamo-nos amantes, todos os dias , meu café da manhã era piroca do meu irmão, exceto nos fins de semana que nossos pais não trabalhavam e ficavam em casa. Em uma daquelas manhãs Raul não tinha aula, permaneceu dormindo com a porta fechada. Nós não sabíamos, o quarto dele era parede com parede com meu quarto e quando estávamos naquele anal delicioso, meu irmão mais novo é atraído pela batida ritmada da cabeceira da minha cama na parede e nos surpreende. Nós três ficamos sem ação, sabendo que aquele era o filhinho predileto da minha mãe, era certo que ele contaria para ela o que tinha visto, mas como sempre tive mais sangue frio que os dois, me ajoelhei na frente dele e vi aquela tora ainda mais grossa que a do meu irmão mais velho e abocanhei a vara dele fazendo dois ou três movimento de cabeça, depois fiquei sabendo que ele era virgem até aquele dia. Joguei meu irmão na minha cama com a pica parecendo um mastro, subi na cama e de cócoras engulo a jeba e esqueci as preocupações passando a quicar gostoso, ficou melhor, quando Paulo ajoelhou atrás de mim e realizei meu sonho, Paulo enfiou seu cajado no meu cuzinho e tive minha primeira dupla penetração. Até hoje, os santos de casa fazem milagres sempre que podemos.

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