Mudando meu estilo de vida
Aos trinta e cinco anos, dei uma guinada na vida, assumi o cargo de professor na renomada escola de saúde onde graduei e conquistei minha primeira especialidade. Assumi a especialidade em que doutorei-me, cirurgia de tórax e abdômen, não porque acho menos importante a cirurgia de emergência ou por causa dos plantões noturnos, mas sim pelo ambiente profissional cheio de fofoqueiros, bajuladores, invejosos e outros. Aos quarenta e cinco, mantendo uma rotina puxada, com cirurgias pela manhã, visitas pós operatórias no fim do período, aulas no início da tarde, consultório com consulta só pelo particular com fila de atendimento até por volta das vinte e uma hora. Para mim, sobrava apenas comer uma garota de programa no sábado a tarde, encher a cara a noite e comer outra GP no domingo a tarde. Eu caí na real, precisava fazer algo por mim. Até que durante uma consulta um senhor, um dos poucos com quem tive paciência para conversar, ouvindo dele o comentário de que era proprietário de um barracão próximo ao consultório com equipamento completo de musculação, que durante o dia ele atendia a molecada carente, mas que a noite, iam poucos profissionais liberais que contribuíam financeiramente para a manutenção do local. Puxei o talão de cheques e preenchi com uma boa quantia, ele tirou uma chave do bolso e me passou o endereço. Quando ele saiu, chamei minha secretária e a avisei que daquele dia em diante ela não agendasse mais consultas além das dezenove horas, ela colocou a mão na cabeça mas teve aceitar. Passei a sair do consultório já com roupa de academia e a percorrer as cinco quadras correndo, lá passei a fazer musculação por uma hora e ao final voltava ao prédio do consultório, pegava o carro e ia para casa. Só isso me deu novas forças. Em um dos treinos, fui surpreendido com a presença de uma mulher magnífica, que com sua roupa de ginástica coladinha, mostrava suas esplêndidas curvas, bunda maravilhosa, buceta bem volumosa, cabelos bem tratados bem preso na forma de rabo de cavalo, quase da minha altura, seios firmes, olhos de mulher fatal, aparentemente com bom poder aquisitivo. Aquela mulher me lembrava alguém, mas …
Os treinos tornaram-se melhores vendo aquele corpão fazendo exercícios. Duas ou três semanas com encontros diários, eu estava louco para trocar algumas palavras com ela, até que a vi com dificuldade para baixar uma barra com pesos que ela tinha levantado acima da cabeça, corri segurei a barra e meu rosto ficou por instante pertinho do dela, sentindo seu hálito fresco, ouvi seu gemidinho sex ao soltarmos o peso no chão. Aquilo fez meu pau dar o ar da graça e mostrar sua forma a meio mastro na bermuda de ginástica, a gostosa deu uma cuidada e passou a língua entre os lábios antes de agradecer. Depois entendi que a sequencia foi calculada. Ela deu as costas para mim, exibindo sua bunda perfeita, foi a barra que fica sustentada por duas hastes fixas, colocou os pessoas e levantou, demonstrado flagrante dificuldade para baixar, naquele aparelho, eu só poderia ajudar por trás, corri novamente para ajudar, só que dessa vez tive que encostar meu pau latejante em sua bunda, ainda segurando a barra com os pesos acima da cabeça, ela jogou a cabeça trás e gemeu no meu ouvido, por pouco não largo a barra e seguro sua cintura. Terminada a operação de socorro, deitei no banco de exercício e comecei a fazer exercícios para o tronco, ficando com o pau bem a mostra, ela se aproxima olhando para meu cacete e falou: “Desculpe, não agradeci”. Caralho, a gostosa estava esfregando a buceta na minha cara e que buceta gigante. Na hora de ir embora perguntei se ela queria carona, ela fala que sim, mas que não estava com presa de ir para casa, eu a convidei para ir para minha, ela respondeu que não ficaria bem, que se contentaria com uma voltinha para tomar ar fresco, caminhamos até o prédio do meu consultório, no caminho, peguei em sua mão. Dentro do carro, ainda na garagem do prédio ela tirou a camiseta, seu top mostrou seus dois mamilos bicudos, com certeza ela estava excitada. Passei a dirigir sem rumo, arisquei passar a mão em suas coxas, ela me olhou com olhos de tarada e alisou meu pau, tentei encher a mão em sua buceta, mas ela me impediu, achei um lugarzinho tranquilo e parei embaixo de uma arvore frondosa, ela puxou o cordão da minha bermuda desatando o nó, puxou meu cacete para fora abocanhando como se fosse um doce, se alguém pode ser chamado de boca macia era quem estava chupando minha rola, aquela sabia fazer uma chupeta melhor que todas as putas que eu já tinha comido alisando aquele traseiro fantástico enchi a boca da vadia de borra, ela mostrando completo domínio da arte, engoliu tudo e falou: Por hoje é só, pode me deixar em um ponde de taxi qualquer. Apesar de eu insistir pra leva-la em casa, ela não aceitou, imaginando que ela era casada, a deixei realmente em um ponto de táxi. Por dois dias treinei sozinho, desesperado para ver aquela mulher novamente. Na sexta feira, após o treino, quando em frente ao portão do prédio do meu consultório eu a vi em pé, dentro de um vestidinho preto apertadinho, em cima de eu salto agulha, com a bolsa combinando com o sapato, com uma maquiagem que a tornava ainda mais linda, brincos combinando com o colar, tudo para matar qualquer um do coração, parei a sua frente quase não acreditando no que via e ela perguntou: Você ainda quer me levar para dar uma voltinha de carro?
Mais do que depressa, acionei o controle do portão, falando qualquer merda, desci a rampa correndo e acelerei o carro até a calçada, ela embarcou com todo seu charme dando-me um beijinho no pescoço, dizendo logo em seguida: “Acho que deixei uma marca de batom, sua esposa não vai gostar”. Não me dei ao trabalho de responder e assim que parei em um sinal fechado, dobrei meu pescoço recebendo um excitante beijo de língua. Ao nos aproximarmos de um drive in ela ordenou entra aí. Meu pau quase explodiu. Assim que o funcionário baixou a lona, ela conhecendo perfeitamente o banco da BMW baixou na medida certa, ficou de costas para o para-brisa e ajoelhou no acento, puxou o vestido, mostrando suja calcinha fio dental e fez aquela cara de tesuda, as luzes do painel refletindo naquelas nádegas me fizeram esquecer do mundo, ajoelhei atrás dela abri sua bunda com as duas mãos e enfiei o cacete devagarinho, a medida que minha rola entrava as mordidas daquele cu pareciam mais fortes, a gostosa passou a tremer a choramingar e levou uma das mãos ao meio das pernas, eu podia sentir seus braços mexerem, indicando que ela estava manipulando aquele bucetão, até que sua respiração ficou mais fortes, seus gemidos mais volumosos e eu gozei naquele rabo como um desesperado. Ela tirou uma toalhinha de dentro da bolsa e a prendeu com a calcinha que eu tinha colocado de lado para acessar o buraquinho mágico. Me virei peguei no porta luvas lenços umedecidos e me limpei, voltando a sentar no banco do motorista, ela colocou o banco do pessegueiro na posição normal, e me deu outro beijo fabuloso, sem eu indicar como deveria fazer, baixou o quebra sol e retocou o batom e com aquele olhar de mulher misteriosa me pergunta: Ainda quer me encontrar?
Rapidamente virei, peguei minha mochila no banco de trás, acessei minha carteira e dei meu cartão para ela dizendo: Se eu não atender o celular de pronto, deixa recado na caixa postal.
Naquele sábado pela manhã, fiz as visitas a meus pacientes um pouco mais tarde que o normal, com o celular ligado no bolso. A caminho de casa, parei em um restaurante já com a certeza que não chamaria nenhuma garota de programa como era a rotina de sábado e o telefone toca. Numero privado, mas atendi assim mesmo. Quase pulei da cadeira quando ouvi:
-Nem precisei deixar recado. Ontem foi uma noite maravilhosa. Quer passar a tarde comigo e descobrir meus segredos?
Por pouco não grito que sim. Ela completou: “Estou passando minha localização e te esperando”.
Sem tocar na comida que estava sendo servida naquele instante, calculei o valor, puxei a carteira, dei o dinheiro na mão do garçom e mais do que depressa embarquei em meu carro. Chegando ao local, um prédio alto padrão, digitei o número do apartamento no interfone e acessei o apartamento. Ela estava usando uma dessas roupas de dormir comprida que ia até os pés, tecido fininho verde clarinho, cabelos soltos impecavelmente penteado. Recebi um beijo embriagante, sem dizer uma palavra ela me puxou pela mão até uma suíte com espelho por todos os lados, inclusive no teto e ao centro uma cama king, ela me induziu a abraça-la por trás e caminhamos em direção a cama, juntinhos, ela se livrou daquela parte mais comprida e pude ver pelo espelho seu shortinho molinho da mesma cor da capa, tirei minha calça com ela com as mãos para trás puxando firmemente minha bunda para frente, tirei minha camisa enquanto ela tirava aquela blusinha delicada e finalmente pude encostar meu peito nu em suas costas, só ao ver seus volumosos seios no espelho que pude notar a marca de biquini em seu corpo bronzeado, só faltava ela tirar a calcinha, mas antes de faze-lo, ela ajoelhou na cama, arrebitou aquele rabo pelo qual eu já estava fissurado e puxou a calcinha de lado mostrando-me a cor de seu furinho rosa enfiei tudo em dois trancos e comecei a bombar, quando vi no espelho ela se masturbando, mas não sua buceta e sim sua rola, eu não estava comendo o rabo de uma mulher e sim o cu de um travesti, ela olhou para minha cara através do espelho e apertou minha pica com seu canal anal ao mesmo tempo que emitia a gemida mais sensual por mim ouvida, gozamos nos encarando pelo espelho.
Jogamos nossos corpos na cama ela ou ver minha cara de pensativo falou com aquela voz melodiosa no meu ouvido: “Agora você conhece meu segredo”.
Não vendo reação em mim, levou minha mão a sua rola, alisei aquele pau meia bomba como nunca tinha feito com nenhum outro exceto o meu, ela me beijou segurando meu cacete que senti pulsar naquela mão delicada e sem sentir passei a masturba-la, deixando-a com uma ereção plena, ela delicadamente me virou na cama, entrou entre minhas pernas e passou a esfregar seu pau entre minhas nádegas, acho que nunca senti tanta tesão quanto naquele instante e ela colocou a pontinha na minha entradinha, instintivamente arrebitei, ela parou por uns instante se esticou pegou embaixo do travesseiro o tubo de gel, passou delicadamente no meu anel e em seu pau puxou meu quadril, deixando-me de quatro, ficando de joelhos atras de mim, empurrou, dilacerando meu cu virgem, a dor foi intensa, mas a pratica daquela travesti fez com que eu logo passasse a sentir o prazer de ser empalado e começou a bombar e eu sem perceber passei a rebolar naquela vara deliciosa. Hoje somos amantes e sei que ela é neta daquele velhinho dono do barracão. Durmo na maioria das noites em sua casa e passamos quase todos os fins de semana em minha casa de praia.
