Meu marido é autista – Segunda parte
Na primeira parte relatei o excesso de sexo que vivi nos meus primeiros meses de casada com Paulo, um autista que passei a amar por sua inteligência e por suas qualidades na cama, mas a frequência era absurda, foi quando lembrei de uma amiga dos tempos da faculdade, Marly, com quem estive em algumas “festinhas”, era bi, dona de um corpo de fechar o comercio e adorava pica grande, passei a colocar o plano em marcha. Aluguei alguns DVDs, todos com duas mulheres e um homem e os colocava para rodar na televisão de nossa suíte, sempre que Paulo me arrastava para a cama, foi fácil induzi-lo a aceitar outra mulher junto conosco e quando disse a ele que provavelmente eu conseguiria convencer uma amiga a nos acompanhar, levei duas pauladas seguidas na bunda.
Tudo combinado, aquele foi o único sábado de casada que não acordei chupando a piroca de Paulo, pois o convenci que tínhamos que reservar todas as nossas energia para nossa convidada.
No meio da tarde, recebo a gostosa na porta da cobertura que desde o casamento era só nossa e para alegria de meu maridinho que até então só conhecia o meu corpo e das mulheres dos filmes, troquei com ela um beijo lésbico, durante a apresentação, Marly mediu com os olhos o tamanho da jeba e fez cara de espanto cochichou no meu ouvido que a coisa era maior que ela imaginava, isso porque a ereção estava sendo contida pelo tecido da bermuda jeans do pirocudo. Sentamos os três no sofá com minha amiga no meio, comecei a contar a ela sobre a vida de casada, mas as palavras cessaram em menos de cinco minutos, eu a atraquei com um novo beijo lascivo deixando Paulo desesperado, era uma situação completamente nova para o tarado, mas eu o havia advertido que ele só poderia tocar na visita depois que eu falasse. Já seminuas e descalças nos dirigimos para a suíte, jogamo-nos na cama e passamos a trocar carícias, acabei por deixar a delícia nuazinha, deixando-a prontinha para o abate, antes de autorizar a foda, olhei por alguns segundos a cara do tarado autista que disfarçadamente dava pulinhos ao lado da cama, estava lindo com aquele piroca enorme apontando para nos, coloquei um travesseiro embaixo do quadril da caça que estava ansiosa para ser penetrada, disse ao macho que podia experimentar aquela buceta encharcada. Paulo deitou sobre aquele belo corpo e para azar dela, ele tinha aprendido nos filmes a escancarar as pernas das fêmeas com os braços forçando suas coxas contra seus troncos, deixando suas bucetas vulneráveis a penetração profundo, minha amiga não conseguiu segurar o grito ao sentir a cabeçorra acompanhada de vários centímetros de rola grossa invadir sua gruta de prazer, fez cara e bocas, me olhou com aqueles belos olhos azuis como que pedindo socorro, fazendo um grande circulo com os lábios ao sentir que seu comedor enfiava com força como se ela fosse uma boneca erótica, ver aquela tora arrombando uma buceta carequinha me encheu de tesão, quando meu maridinho começou o vai e vem, todo o corpo de Marly já estava coberto de suor, a putinha comeu a rebolar em baixo do touro ensandecido, o sacana tinha aprendido rápido, quando a gostosa ameaçou gozar, ele segurou a jeba lá no fundão e soltou sua semente, a mulher gruiu gozando naquela piroca irresistível. Minha amiga já meio mole devido ao gozo forte segurou na minha mão agradecida pelo por compartilhar aquele macho maravilhoso, mandei ele se afastar um pouco pois eu também queria gozar, escancarei minhas pernas, puxei a cabeça da bi para o meio delas, ao sentir aquela língua gostosa no meu grelo passei a gemer, minha descuidada amiga ajoelhou e virou o bundão para Paulo, logo entendeu o risco que estava correndo, o gostosão pincelou seu rego com seu pinto, ela parou assustada e disse que aquele pau era muito grande para sua bunda e que ela não aguentaria um anal, Paulo não perdeu a vontade e mirou naquela buceta que acabara de arrombar e carcou percebi que Marly já estava com aquela dor na caverna e falei para Paulo que ele tinha que ser mais delicado na penetração, minha chupadora ficou mais tranquila voltou a enfiar sua língua em minha grutinha, gemendo descontroladamente, borrifei a cara da gostosa com meu liquido vaginal, gozei gostoso vendo a cara do autista fodedor que estava concentrado com os olhos fixos nos glúteos durinho de Marly, até que ela puxou o gozo acompanhado por ele. Naquela tarde selamos uma parceria e conhecendo meu esposo como conhecia, ele estava construindo em sua mente autista uma obsessão pelo cu da Marly.