Da tortura ao prazer
Aos vinte e oito anos, já com um bom consultório montado em sociedade com Claudia de quarenta e dois, divorciada a cinco, subi ao altar de véu e grinalda, onde era esperada por Arthur de quarenta e cinco, homem lindo, desejado por todas as minhas amigas. Cheia de sonhos somos direto da recepção para o aeroporto. No avião, não vi nada de mal no que foi o primeiro aviso, adormeci nos braços do meu marido e fui acordada com um beliscão no mamilo que doeu até na alma, mas ele já era o meu marido, só tinha feito uma brincadeira de mal gosto. Já no hotel, usando minha roupa especial para a lua de mel, aguardei meu príncipe em pé ao lado da cama, ele saiu do banheiro me agarrou e chupou gostosamente meu pescoço, fazendo meu corpo inteiro vibrar, ao mesmo tempo que sentia suas mãos apertarem minhas nádegas, agradeci por ter encontrado o homem da minha vida, sabendo ter um corpo que era elogiado por todas as minhas amigas e claramente desejado por todos que conhecíamos, pretendia tornar meu esposo o homem mais feliz do mundo. Ele me pegou no colo e me jogou na cama, até que foi divertido. Pulou em cima de mim, puxou meus seios para fora da roupa e os sugou até eu conseguir levantar sua cabeça. Desesperado de tesão rasgou minha calcinha com a mão e enfiou seu membro duro sem dó nem piedade, entendi seu comportamento, a muito ele queria me deflorar, só não teve jeito para faze-lo. A lua de mel foi toda assim, ele fodendo minha buceta como um louco várias vezes ao dia. Voltamos para casa e as coisas não melhoravam a cada dia uma brutalidade nova na cama, beliscão nos mamilos, no grelo, tapa na bunda, apertão no pescoço, até que em um domingo, ele me colocou de quatro e do modo mais brutal possível penetrou meu cuzinho virgem com sua rola dura dando-me a impressão que ia me matar empalada. Não adiantou implorar, ele parecia um animal comendo uma presa, quanto mais eu chorava, mais violento ele ficava, gozou duas vezes no meu rabinho.
No dia seguinte, consegui atender dois pacientes em pé, pois estava toda arrebentada, não conseguia sentar, aproveitei uma janela em nossos horários e entrei na sala de Claudia, assim que ela me viu disse: Silvia, o que aconteceu?
Não tive forças para falar, a abracei inclinei minha cabeça em seu ombro e chorei compulsivamente, tentando contar a tortura que tinha sofrido no dia anterior, ela foi até nossa secretária, deu ordem para remarcar todos os pacientes do dia, me colocou no seu carro, sentei de ladinho ainda chorando e gemendo. Ela parou em uma farmácia e comprou uma pomada antibiótica com aplicador e fomos seu apartamento, no banheiro tirei a calcinha e vimos que ela estava cheia de sangue, minha amiga me colocou no box, me encostou nos azulejos deixando a agua cair no meu bumbum, quase morri de vergonha ao sentir que ela estava abrindo minhas nádegas, em seguida passou o dedo bem de leve no meu anelzinho que ela falou estar em carne viva, apesar da dor, senti prazer com o toque de Claudia em minhas nádegas, ela mandou eu ajoelhar, com o dedo, untou meu anelzinho, encheu o aplicador e como muito cuidado o introduziu no meu dolorido reto. Senti um grande alívio com a pomada e deitei na cama dela com o rabo para cima, só com uma toalha cobrindo meu corpo. Em minutos, dormi profundamente, já que estava a mais de vinte e quatro horas sem dormir. No meio da tarde ela me acorda e me leva novamente para o chuveiro, manda eu enfiar a mangueirinha na xota ajoelhou e ficou vendo a agua sair, enquanto alisava carinhosamente minhas coxas. Acho que foi o primeiro momento que senti algo diferente, em seguida obedeci quando ela mandou-me ficar de quatro no chão do box e com o jato de uma seringa de grande, limpou meu anel e pediu para eu enfiar a mangueira no ânus , ela estava só de calcinhas para não se molhar, quando notei seus mamilos arrepiados e mostrei os meus para ela com marcas das torturas sofridas, senti que ela ficou chocada. Após trocar a pomada do ânus, voltei para a cama, onde ela me serviu um lanche, passei a relatar boa parte de tudo que tinha acontecido, devo ter falado direto por umas duas horas, o quarto estava na penumbra quando o rosto dela estava pertinho do meu, sua boca convidativa apresentando uma pequena abertura, encostei meus lábios no dela, ela me abraçou e nos beijamos demoradamente, passamos a alisar nossos braços, nossos abdômen e adormecemos abraçadinhas. Pela manhã, coloquei uma calça de moletom branco de Claudia e fomos para o consultório. De pé na porta estava meu marido. Claudia nem deixou eu falar e com voz controlada falou: Você não se atreva falar nada. Não esteja a tarde no apartamento que nós vamos com nossa advogada pegar as coisas dela e não volte mais aqui.
Arthur com cara de quem não estava acreditando no que acabara de ouvir olhou para mim com carinha de vítima, dei as costas para ele e entrei no consultório. Na hora do almoço, fomos ao escritório da advogada que tinha feito o divorcio de Claudia, dali fomos a delegacia, ao IML e no fim da tarde a meu apartamento, enchi três malas e levamos tudo para o apartamento de Claudia.
Cansada, mas sentindo-me leve, deitei na cama de Claudia só com uma toalha enrolada no corpo e a vi entrar no quarto só de calcinhas, ao sentir aquele calorão dentro de mim, previ o que estava por acontecer e eu queria muito, assim que ela sentou na cama eu a abracei e a beijei, enfiei minha língua em sua boca e meu corpo arrepiou inteirinho ao sentir que ela estava chupando minha língua, coisa que meu marido nunca tinha feito e sem parar de beijar ela deitou-se a meu lado e passou a alisar minhas coxas, descontroladamente passei a gemer, coisa que nunca tinha feito, e minha amiga desceu beijando meu corpo, encontrando meu grelo super duro, passou a língua nele, gemi mais alto e meu corpo se contorceu, ela abocanhou minha bucetona gordinha e passou a língua de baixo para cima na minha fenda, meu corpo estremeceu, ela continuou o trabalho, e para minha surpresa, tive meu primeiro orgasmo. Maravilhada com a nova sensação, puxei minha amante e nos beijamos, senti o meu gosto na boca que beijava, tendo prestado a atenção de como ela tinha feito, levei minha cabeça até o meio das pernas dela e vi uma boceta encharcada, com um aroma delicioso e a chupei exatamente como ela tinha feito comigo e descobri que diferente de mim, ela gozava choramingando e soluçando, enquanto seu corpo sofria trancos, uma delícia de se ver.
Uma semana depois estávamos na frente do juiz e assinamos os papais do divorcio, ao chegar em casa Claudia me deitou na cama, levantou minhas pernas e enfiou a língua no meu cuzinho já recuperado, preparando-me para nossa primeira tesourinha.
Nunca mais ouvi falar do meu marido e faz cinco anos que moramos juntas.
