Casamento erótico – quinta parte
Realmente depois de tido o privilegio de ver minha esposa ser comida por nosso vizinho enquanto eu comia sua irmã, recebemos a Suzi sozinha em casa em uma noite que nossa filha estava estudando na casa de uma amiguinha, passei a desconfiar que minha mulher deveria estar recebendo Paulo em segredo também, talvez até o casal de irmãos sem minha presença, mas isso me excitava. Passei a ver todas as mulheres como potenciais devassas e sabia que elas só precisavam de uma oportunidade para cair na putaria. Aproveitando nosso novo horário com as noites livres e nossa filha já crescida, vasculhávamos a internet procurando algo diferente, até que encontramos um perfil que chamou nossa atenção, um casal cuja mulher era uma mulata bi com o corpo super malhado e o marido um afrodescendente com um pau do tamanho do mundo, assistimos os filminhos anexo ao perfil, em um deles, uma branquinha novinha não aguentou o pau do macho na buceta e em seguida foi chupada pela fêmea, coloquei minha mulher de quatro e enterrei minha pica em sua boceta enxarcada. Naquela mesma noite deixamos um recado no perfil e no dia seguinte, lá estava o número do celular deles disfarçado. Ligamos e colocamos no viva voz, uma mulher com voz sedutora de quem estava metendo atendeu e a ela se juntou um macho com voz de locutor de emissora FM, ficamos mais de uma hora em uma conversa a quatro e combinamos um encontro na praça de alimentação de um shopping da cidade, para a tarde seguinte que era um sábado. Ao chegarmos no local, logo identificamos os dois, adorei da forma que Pedro olhou para a bunda da minha mulher e quase fico de pau duro vendo a beleza do corpo da mulata, durante o lanche, percebi que as duas se alisavam por baixo da mesa e logo estávamos a caminho de um motel, no automóvel do casal, já que tínhamos ido para o encontro de UBER. Aproveitando o vidro filmado do carro, as duas se atracaram no banco de trás e a mulata fez minha mulher ter uma de suas convulsões orgásticas, o casal ficou maravilhado com o show, deixando-me orgulhoso da mulher que tinha. As duas entraram na suíte agarradas e tirando as roupas, a luta entre as duas para ser a dominante foi dura e sem vencedora, pois acabaram na posição de sessenta e nove de ladinho e passamos a ouvir além dos gemidos o som característicos de chupadas, as duas pareciam louras balando as cabeças em uma alucinante foda. A mulata gozou logo, em seguida minha mulher, voltou a dar aquele espetáculo ao entrar em sua costumeira convulsão orgástica com as convulsões musculares acentuadas, o mulatão arregalou os olhos maravilhados e sem pedir permissão, levantou seu celular e começou a filmar, assim que ela voltou ao normal resolvi esnobar dizendo: “Ela sempre goza assim”. Sentei na cama abracei minha por trás com a perna aberta a encaixei e empurrei a bunda dela até o limite do colchão, aparando suas costas em meu peito, levantei uma das pernas dela e mostrei seu bucetão ao moreno. Os olhos do macho se iluminaram e quando ele baixou a cueca pude ver a maior e mais grossa piroca do universo, preparei o celular empolgado falei : “Pode enfiar até o talo”. Vi a morena fazer uma cara de dúvida, mas o touro estava motivado, estiquei a mão como se fosse tirar uma self apontando câmera para a bucetinha que por muitos anos tinha sido só minha e comedor segurou na perna livre Sheila e empurrou com força, ouvi minha amada fazer um som semelhante ao faz quem toma um soco no estômago e a tela do celular não deixou dúvidas, o cara tinha conseguido enfiar a metade daquela trolha na buceta que eu amava, senti as costas de minha mulher tremendo no meu peito e a parte superior de suas nádegas no meu pau, o cara continuou a missão, pressionando para colocar o resto, Sheila fazendo cara de dor, contorceu o corpo para um lado e para o outro, com voz de sofrimento ela fala baixinho, isso é para eu pagar o que fiz com a trans. Segurei bem firme o corpo de minha mulher sentindo junto com ela a dor das cabeçadas que deviam estar atingindo o útero, seus músculos começaram a indicar que ela ia gozar, mas no lugar de seus costumeiros gemido roucos a todo instante ela dizia: “Aí, aí” e se contorcia, até que falou no meu ouvido novamente: “Meu amor, estou toda arrombada”, dizendo isso começou a se debater mudando seu lamento para um demorado hummmm. Gozei forte sentindo minha esposinha gozar nos meus braços com um pau gigante enterrado em sua boceta. O cabra não aguentou o tesão e encheu a camisinha de porra.
Tomamos banho e chamamos um UBER, no caminho ela cochicha no meu ouvido: Sei que você adorou, mas nunca mais foi encarrar um pau daquele tamanho, estou toda machucada por dentro.
