Remedio para broxadas

Viúvo, pai de seis filhas, com três casamentos nas costas, aos setenta anos, ainda mantinha um ritmo de trabalho intenso, acumulando o cargo de coordenador das equipes cirúrgicas, chefia da equipe de cirurgia cardiovascular, consultório, comecei a apresentar constante broxadas, resolvi romper com minha amante de cinquenta, limitando-me a me masturbar a cada dois ou três dias para desestressar.
Em uma manhã ao sair de uma cirurgia cansativa, uma funcionária estava me esperando do lado de fora e me muito aflita me comunica que uma das minhas duas filhas que ainda estava casada, tinha ligado muito nervosa dizendo que precisava falar comigo com urgência, logo achei que tinha acontecido alguma coisa com minha netinha de dezoito anos, corri para o vestiário e liguei. Ao atender, minha filha não conseguia falar, só chorava, passou o celular para minha neta Claudia que me explicou que tinham passado a noite em um hotel com sua mãe, sem documentos, sem nada, pois o pai as havia colocado para fora de casa com as roupas do corpo. Instrui minha equipe para passar a visita sem mim, e percorri os cento e cinquenta quilômetros que separam nossas cidade como um louco. Ao chegar no hotel, minha filha estava com uma roupa do tipo que usava em seu consultório e minha netinha com uma bermudinha agarradinha camiseta e sem sutiã, esqueci por momentos que aquela bela jovem era minha neta e tive um ameaço de ereção. Trancado no banheiro da suíte só com minha filha, tive muita paciência até entender que seu marido a havia pego em flagrante saindo de um motel com o “melhor amigo” dele, a arrastou para o seu carro, a levou até a casa deles e expulsou as duas inconformado com o chifre. Coloquei as duas no carro e exigi que o zelador do prédio abrisse a porta do apartamento, com o auxilio do funcionário do prédio, chamei um UBER grande e enchemos os dois carros com as coisas das duas, levando-as para minha casa que é grande com duas salas, uma com três e outra com dois ambientes e parte superior Três suítes com closets grandes. Após instala-las, sentamos e combinamos que no dia seguinte providenciaríamos a transferência da faculdade de Claudia que estava cursando o segundo ano de medicina e ainda arrumaríamos alguns plantões para minha filha fazer. Foi mais fácil do que inicialmente um pensava. Passamos a tocar a vida, para dedicar-me mais às duas, pedi demissão da coordenação, diminui meu horário no consultório e passei a participar apenas das cirurgias mais complexas. Eu e Claudia passamos a desenvolver o hábito de rever a matéria da faculdade deitados em um sofá grande, sempre eu junto ao encosto e ela na ponta, não era raro adormecermos naquela posição, até que em uma das ocasiões ela dormiu pesado encostada no meu peito. Excitado coloquei os dois braço por debaixo de sua camiseta e segurei os dois peitinhos durinhos um em cada mão, com os braços cruzados na frente dela, alisei suavemente e senti que estava tendo uma ereção forte como a tempos não tinha, imprudentemente, dei alguns beijinhos naquela nuca branquinha. Já perdido naquela luxuria, passei a língua, quando ouvi ela falar baixinho: “Nossa vovô, continua, estou toda arrepiada”. Dizendo isso ela esfregou a bunda do meu pau que se encaixou no reguinho dela, mesmo por cima dos pijamas, passei a fazer discreto movimentos com o quadril forçando meu pau subir e descer entre aquelas nádegas carnudas enquanto atendia o pedido da minha netinha e continuava passando a língua na nuca dela, não resisti gozei muito, Claudia levantou olhou para a mancha no meu pijama, fez uma cara de sacana e foi para sua suíte. Passei o dia desesperado, ela ia falar para minha filha e eu nem queria imaginar o que aconteceria. Na noite seguinte minha filha estava em casa, jantamos e ambas foram ver algo na TV, peguei uma revista e deitei na posição costumeira, passado algum tempo, minha filha veio me dar boa noite pois tinha plantão no dia seguinte, um sábado. Não demorou muito e minha netinha veio com um livro e perguntou: “Podemos estudar?” e deitou aquele corpinho jovem na minha frente. Abriu o livro e pediu para eu lhe explicar a técnica que estava descrita, comecei e logo senti ela rebolar com a clara intensão de sentir minha pica que vagarosamente reagiu, a safadinha colocou uma das minhas mãos em seus peitinhos e fechou o livro, louco vendo que minha netinha queria “algo mais”, grudei minha boca na nuca dela e chupei, uma sensação magnifica de vida tomou conta de mim quando senti aquele corpo jovem se esfregou no meu como uma cobra. Levei a outra mão sobre aquela bucetinha, a danada com voz de tesuda falou baixinho: “Eu nunca namorei”. Fiquei louco, enfiei pela perna do shortinho da menina mulher e encontrei um grelo super duro, passei a massageá-lo, sentindo a respiração dela tornando-se mais forçada e ela passou a gemer baixinho, em minutos ela retesou o corpo e gemeu mais forte, nitidamente ela acabara de ter um gozo. Sem olhar para mim, ela correu para a escada e subiu. Excitado como estava pensei em me masturbar, mas achei melhor guardar forças para outro encontro incestuoso que eu esperava que fosse em breve. Fui para minha cama e fiquei rolando para um lado e para outro. Em dado instante, senti a porta do quarto abrir e aquela silhueta feminina fez meu pau pulsar, sem dúvida era Claudinha minha amada neta. Na penumbra a vi sentar em minha cama e enfiar a mão dentro do meu pijama me pegar meu pau quase duro, mas na melhor ereção que eu podia ter e disse: “Eu sabia que você não conseguiria dormir”. Segurando meu pau com firmeza tentou uma punheta puxando rapidamente a pele para baixo e para cima, segurei em sua mão e mostrei o ritmo certo, alisando aquelas coxas novinhas, gozei na mão da minha neta. Ela ao sentir a porra em sua mão perguntou: “Está bom?”. Maravilhado respondi: “Foi ótimo”. Ela saiu e eu dormi feliz. No horário de almoço, fomos almoçar em um shopping onde estava exposto um automóvel que seria sorteado, ela comentou que adorava aquele modelo, mas preferia branco. Admirado perguntei se ela sabia dirigir e ela falou: “Vovô, você não presta a atenção em mim, estou fazendo auto escola, meu exame já é essa semana”. Fomos para a garagem e dei as chames do meu carro para ela dizendo que queria ver como ela estava dirigindo. Rodamos bastante e vi que apesar da pouca prática ela estava dirigindo certinho, enquanto rodávamos, minha filha ligou avisando que ia dobrar o plantão. Assim que teve a notícia, minha neta tomou o rumo de casa. Assim que entramos ela subiu, eu fui atrás e entrei embaixo do chuveiro pensando em deitar naquele sofá com a certeza que Claudia deitaria comigo. Ao sair do banheiro, vejo minha neta deitada na minha cama usando apenas uma camiseta, fiquei admirando aquelas pernas torneadas por alguns minutos e a vi abrir vagarosamente as pernas exibindo uma bucetinha linda. Acima do rasgo um coração desenhado com pentelhos aparados baixinho e o restante da virilha completamente raspada. Ela com voz romântica disse: “Pedi para a depiladora fazer esse coração para você”. Louco me joguei na cama, agarrei com os braços aquelas coxas grossas e chupei com força aquele grelinho, ela contraiu todos os músculos e gemeu como mulher feita, passei a chupar tentando aplicar tudo que tinha aprendido durante a vida e a levei a tremer todos a musculatura, choramingando, pediu: “Aí, assim, vovô não para, que delícia, isso, isso vou gozar”. E vi minha netinha virgem ter um gozo profundo. Ainda excitadíssimo, me arrastei na cama, coloquei aquele corpinho de ladinho, levantei sua perna e passei a esfregar meu pau naquela buceta virgem. Quando esporrei em seus lábios vaginais ela se assustou, tranquilizei-a revelando que eu era vasectomizado. Ficamos abraçadinhos naquela posição por bom tempo e ela levantou para lavar a buceta que ainda estava toda melecada, na volta nuazinha ela falou com sua voz de suplica: “Vovô quero mais, me chupa um pouquinho…”. Eu a fiz sentar na minha cara e a levei a novo extasse. Pedimos uma pizza e comemos na mesa da cozinha, dormimos cedo em nosso sofá já com roupas de dormir, mas preocupado com o que minha filha poderia dizer, acordei minha netinha no meio da noite e fomos para nossas camas. Minha filha dormiu a manhã toda. Já passava das quatorze horas quando saímos para almoçar. Nada aconteceu na noite daquele domingo. Na segunda feira, Claudia passou o dia na faculdade, a noite estava nervosíssima com o exame de direção que faria no dia seguinte. Eu e minha filha fomos dar apoio e assistimos a aprovação da minha neta no exame. Saindo dali fiz a surpresa que estava louco para fazer, paramos em uma concessionário e presentei minha neta com um carro zero, do modelo que tínhamos visto no shopping na cor branca, como ela pediu.

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