Minha perdição

Não que eu seja safada, mas desde novinha sempre tive uma queda pelo meu irmão mais velho, Arthur tem uma barriga de tanquinho, veias grossas na virilha, bunda bem dura, braços fortes, peito peludo, em fim , um tesão de macho. Aos dezoito anos eu estava com os hormônios na flor da pele não podia ver o Arthur que minha bucetinha babava. Naquela época, tínhamos uma empregada que tinha um corpo sensacional, a gostosa era passista de uma escola de samba que ensaiava às quinta feiras e meu irmão ia a quase todos os ensaios, eu já estava desconfiada. Em uma manhã de sexta feira, meu pai estava passando uns dias em uma colônia de férias com a minha mãe, logo eu estava sem carona para ir a faculdade, levantei no horário normal, lavei a cabeça e ainda com uma toalha enrolada na cabeça e outra no corpo, dirigi-me ao quarto do meu irmão para acorda-lo para me levar, ao chegar a porta, quando eu ia bater, escuto a voz da Cleusa, nossa empregada:
– Aí, não Arthur, dói muito, sua piroca é muito grande, eu não aguento;
– Só um pouquinho, adoro esse seu cu quentinho;
– Minha buceta também é quentinha;
– Mas seu cu é mais apertadinho, deixa vai, prometo que meto devagarinho;
– Ai, aí devagar, puta merda, como dói;
– Que delícia rebola tesão;
– Hum, assim devagarinho, vai lá no fundo, está gostoso;
– Tá vendo, você gosta de dar o cu para mim, faz ele piscar, esfrega seu grelinho para gozar pelo cu junto comigo;
– AAAiii, filho da puta você está me fazendo gozar de novo.
Ouvindo aquela foda e imaginando a rola do meu irmão entrando e saindo no cu da Cleusa, me masturbei ali mesmo, esfregando meu grelo como uma louca, corri para o banheiro arranquei o chuveirinho da manguei e me masturbei com o jato de agua lembrando daquele diálogo erótico. Logo que terminei ainda sem ar, escuto meu irmão bater na porta do banheiro e grito:
– Usa o banheiro da suíte do papai, já estou atrasada, vou perder a primeira aula.
Saí do banheiro fui para a cozinha e encontrei a mulatona ainda esquentando a água para fazer café, olhei aquele bundão e imaginei que devia estar cheio de porra.
Quando meu irmão entrou na cozinha ainda com a camisa na mão, meu cuzinho piscou, tomamos o café rapidinho e no caminho perguntei o que ele ia fazer depois de me deixar, ele disse que teria que voltar em casa porque tinha esquecido o celular, eu sabia que o filho da puta ia voltar para dar mais uma.
No fim da tarde, nadei em nossa piscina por mais de uma hora, até ver Arthur parado perto da escadinha gritando para mim:
-Aí você não vai encontrar a turma?
-Estou indo, estica a toalha para mim.
Meu irmão gostoso esticou a toalha e eu virei de costa e encostei minha bunda na pica dele, senti um choque por dentro e fiz aquele canudo encaixar no meu rego. Por uns instantes achei que ia receber o que queria, meu irmão ao colocar a toalha no meu ombro, deu um beijinho no meu pescoço, senti seu pau pulsar, mas ele virou de costas e saiu andando.
Fui ao banheiro bati uma agua no corpo coloquei minha micro calcinha e a bermuda mais apertada que eu tinha, amarelinha de tecido elástico fininho, uma camiseta sem sutiã e uma sandalinha de tirinha. Ao entrar no carro vi que meu irmão que já estava lá impaciente, mediu meu corpo inteirinho e disse: Vou ter que ficar de olho em você a noite toda, vestida assim, alguém vai acabar perdendo a cabeça e te estuprando.
Logo que cheguei me juntei às meninas e comecei a dançar e a beber. Não eram nem vinte e duas horas ainda quando tive uma ideia.
Cheguei perto do pessoal e encostei a bunda no colo de um cara que tem fama de comedor, tomei o capo da mão do Arthur e perguntei fazendo voz de bêbada:
– Você não quer dançar?
Arthur me puxa pelo braço puto da vida e me leva a um cantinho e fala:
– Porra Sheila você tá louca, tá querendo levar ferro no meio das pernas?
Fingindo estar mais bêbada do que realmente estava, respondi:
– Não, só querendo ser iniciada em um anal bem gostoso.
Arthur saiu me arrastando pelo meio da turma e me jogou no carro, parecia uma marido ciumento que acabava de saber que era corno.
No caminho de casa, fingindo ter dormido, levei a mão ao colo do meu irmão e a deixei lá. Arthur não tirou minha mão, deu um tempo e a colocou em cima de seu pau. Eu segurei aquele pau grosso e acariciei, senti que ele deu um pulinho no banco e seu pau ficou mais duro. Na garagem de cara, ainda fingindo que estava dormindo, vi quando ele abriu a porta do passageiro já de pé ao lado do carro, esperei ele se dobrar para soltar meu cinto sem dar tempo para ele reagir, passei o braço pelo pescoço dele e o beijei, enfiando a língua em sua boca. Ao sentir que ele estava chupando minha língua tive certeza que eu levaria ferro naquela noite.
Ele me levou no colo até o chuveiro e abriu a torneira da agua fria, me ajoelhei, abri seu zíper e puxei aquela piroca que eu tanto queria na boca. Ele ficou parado, quando olhei para cima, meu irmãozinho estava torcendo o pescoço enquanto segurava minha cabeça.
Levantei e falei com voz tesuda no ouvido dele: Mete no meu cu como você fez ontem com a Cleusa.
Arthur não perdeu tempo, tiramos as roupas ao mesmo tempo, ele colocou um de meus pés em cima da borda do vaso sanitário, esticou minhas mãos indicando que eu devia me apoiar no móvel da pia do banheiro, esfregou o pau duro na minha bunda, abriu minhas nádegas e empurrou, segurei firme no móvel, sentindo a grossura daquele caceta em meu cuzinho virgem, consegui evitar o grito, mas não o gemido, eu queria tanto aquilo que me deliciei com cada centímetro que entrava no meu rabo e quando percebi as bolas baterem na minha coxa de apoio, soltei uma das mãos e esfreguei meu grelo super duro, bem a tempo de gozar junto com meu irmãozinho. Senti um abraço gostoso na minha cintura e falei:
– Quero mais …
Meu irmão se virou e lavou o cacete, em seguida deixou a agua cair em seu corpo pegou uma toalha e foi para o meu quarto. Entrei embaixo da agua lavei a parte de baixo sentindo um ardido na rodinha, mas tinha sido bom demais para deixar aquilo me atrapalhar, me enxuguei e caminhei nuazinha para meu quarto. Lá estava ele, deitado na minha cama com o mastro apontando para o teto. Ele sentou e admirou meu corpinho, me deu a mão, ficou de pé ao lado da cama e me colocou de quadro com a bunda virada para a borda, se inclinou abriu minhas nádegas com as duas mãos enfiou a mingua na minha argola, nem tentei evitar o gritinho de prazer e comecei a rebolar me concentrando no que estava sentindo. Logo, senti a cabeça da cobra procurando a toca e nova enterrada, dessa vez mais forte e mais ardida, sincronizamos nosso movimentos de tal forma que eu sentia a pica sair quase inteira e logo depois entrar até o fundo. Gozei antes dele sem por a mão na buceta e antes de acabar de gozar, ele me segurou com força e manteve o pau todo enterrado em mim, gozando bem lá no fundo.

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