De menina inocente a mulher tarada – terceira parte
Depois que o casal foi embora, trocamos muito carinho e conversamos sobre nossas impressões, Ana confessou que o toque de Claudia era muito gostoso e que ela jamais tinha imaginado que a amiga era bi, acrescentando que tinha adorado a chupada dela que era diferente, tão boa quanto a minha, fazendo questão de dizer ainda que jamais teve vontade de fazer sexo com mulheres, mas tinha que admitir que era muito gostoso. No domingo fodemos muito. Na segunda feira, Ana me contou que o clima entre as duas foi de muita sensualidade e que ambas estavam dispostas a outro fim de semana como o último.
Na terça, Ana chegou contando que a amiga lhe tinha relatado como tinha sido a primeira ida do casal a uma boate liberal, após saber dos detalhes fizemos um anal louco, deixei meus dedos carimbados naquele bumbum gordinho usando a técnica de beliscar o grelo de Ana enquanto ela gozava, levando-a a um orgasmo múltiplo. Na quarta quando ela contou da primeira troca de casais da amiga, entendi tudo, não sabia se teria coragem de ver outro homem comendo minha esposa, mas não disse nada. Na quinta novo relato de troca de casais, já na sexta, Ana contou que as duas tinham trocado amassos no banheiro do laboratório, fiquei louco de tesão e demos duas sem tirar de dentro.
Sábado, não eram nem nove horas quando o casal chegou, nos pegando ainda com roupas de dormir, eu preocupado com os olhos brilhantes de Peter, estava claro que ele estava louco para meter o pinto nos buracos que só eu conhecia. Ana improvisou um café da manhã, sentamos os quatro à mesa e passamos a falar sobre o trabalho das duas, quando senti o pé de Claudia acariciando minha rola, olhei para minha mulher imaginando que ela poderia estar fazendo o mesmo com Peter, mas ela estava falando animadamente e percebi que não era corno, pelo menos ainda não.
Resolvemos ir a piscina, Ana foi na frente, atrás dela, na minha frente a Claudia rebolando aquela bundona volumosa, por último Peter. No meio da escadaria, Claudia para e cola seu bundão em mim, eu a abracei por trás e subimos o restante da escadaria grudadinhos, no alto da escada ela se vira e me beija com volúpia, vi seu marido massagear o pau fazendo cara de prazer, Ana nem suspeitou de nada. Ao chegarmos no terraço, Ana já estava dentro da piscina, Claudia correu e se jogou de bunda arremessando agua para todo lado, abraçando em seguida minha esposa por trás amassando-a contra a borda colou sua boca no pescoço que só eu tinha chupado, uma onde de ciúmes tomou conta de mim, mas ou ver minha esposa virar a cabeça de lado e fechar os olhos para sentir melhor a chupada, me controlei. Abri a geladeira, peguei duas latinhas de cerveja, dei uma Peter e abri a outra. Quando olho para as duas vi a carinha que minha mulher fazia quando estava gozando, presumi que minha rival a estava masturbando. As duas saíram da água e vieram em nossa direção, Ana arrebata a latinha da minha mão e consome todo o liquido que ainda estava lá, vai a geladeira e pega três latas, dá uma para amiga, me oferece a outra, meio sem saber que atitude tomar, disse que não queria, ela então dá a cerveja para Peter. Depois de breve silencio, Ana pede para Claudia contar “do Negão”, a amiga não se faz de rogada, começando a narrativa dizendo ter sido a única pica que ele não tinha conseguido aguentar na bunda. Enquanto contava os detalhes, tirou a parte de cima do biquini e mostrava com os dedos como o tal negão mordia seus mamilos, Ana sentou no meu colo enquanto ouvia esfregava seu rego na minha pica e quando chegou na parte que Claudia fugiu na primeira entocada no rabo, Ana apertou com as mãos ambos os seios, Claudia não deixou de perceber. Claudia se aproximou de onde estávamos sentados, soltou o sutiã de minha mulher e mamou nela e enquanto mamava, beliscava um de meus mamilos. Em um ato rápido, Ana levanta e puxa pela mão eu e a amiga, nos conduzindo à suíte, no caminho, minha amada se desfaz da calcinha do biquini. Ana se joga na cama, deitada de costas no colchão, levanta os joelhos e se arreganhou toda, Claudia se dobra na beira da cama, arrebita aquela bunda lisinha e enorme, cai de boca na buceta da minha mulher e esquece de mim, diante da oferta, joguei minha bermuda de lado, abri aquelas nádegas grandes e duras, enfiei o dedo naquele rabinho e em seguida empurrei minha rola para dentro, passamos a gemer, já muito louco vi o outro macho se masturbando a nosso lado, por alguns instante, minha ereção até deu uma fraquejada, mas o som de gozo de minha mulher fez meu pau voltar a boa forma e continuei bombando, enquanto minha presa se contorcia de prazer a cada entocada, minha mulher, levanta da cama, senta no chão, empurra o quadril da amiga afastando-o da cama e enfia a cabeça no meio de nossas pernas, a amiga solta um haaa, ao sentir a boca da minha esposa na sua xana, olhei para o espelho de corpo inteiro e vi minha mulher devorar a buceta da amiga, foi o suficiente, gozei loucamente junto com Claudia que sacodia o corpo como se tivesse tendo um ataque epilético. Minha Ana levanta e me beija com gosto de buceta enfiando a língua na minha boca, aquela língua que acabara de penetrar a vagina da amiga estava deliciosa e minha amada esposa um dia tão inocente estava completamente pervertida.
Subimos os quatro e nos jogamos nus na piscina, durante o papo, tirei uma tonelada de peso das minhas costas, quando ficou claro que nosso amigo só penetrava a própria esposa, seu negócio era ver…
Por várias semanas aquelas as fodas a quatro se repetiram, comi muito nossa amiga junto com minha amada sob o olhar de Peter que chegou a filmar algumas cenas, eu estava me considerando o maior comedor do pedaço, até que em uma noite, Ana deita no meu peito e massageando meu pau diz: Quero experimentar outro desse…
Puta merda, o que eu temia ia acontecer, eu me tornaria corno. Sem moral para dizer não, só emiti o som gutural de concordância. Ana deu um pulo na cama com um brilho nos olhos que jamais esquecerei. Dizendo: Não se preocupe, vou combinar tudo para sábado a tarde.
Chegando o sábado, Ana estava agitada, trocou de roupas umas três vezes, lembrei daquela menina inocente que ficou toda acanhada quando recebeu o primeiro selinho, da garota que gemeu quando recebeu a primeira língua no pescoço, da mulher que achou bom o gosto de porra na primeira chupeta que fez, quase lamento minha obra transformando-a em uma devassa. Tremi ao vê-la colocar na bolsa um tubo de gel sem uso. Descemos embarcamos em meu carro e ela apressadamente ajustou o GPS, a rota levava a um luxuoso motel. Na portaria ela apenas falou o número da suíte e entramos. Baixei a lona e subimos a escadaria. O nó na minha garganta só aumentava, a porta da suíte estava aberta e entramos, vi deitado na cama um negão magro mas com musculatura desenvolvida, só de cueca, foi como um soco na cara, aquele certamente era o tal Negão que Claudia não tinha aguentado.
Sem cumprimentar o cara sentei em uma poltrona para tentar acalmar meu desespero, o camarada ficou de pé ao lado da cama, a puta safada sem o menor pudor ajoelhou a sua frente e puxou sua cueca até o chão, deliciando-se com a visão. Ao ver o tamanho da ferramenta, quase caí para trás, as veias saltadas na linha de cintura do cara iam em direção a seu pau. O caralho continha veias tão grossas quanto as da cintura. A rola já estava a meio pau e calculei no mínimo vinte e cinco centímetros, com uma cabeça enorme, aquilo ia arrombar irremediavelmente a buceta que eu tanto amava, com certeza Ana não aguentaria aquela coisa. Depois de admirar a cobra super desenvolvida, minha amada abre a boca ao máximo e com muito gosto coloca o que conseguiu na boca chupando com grande sofreguidão, parecendo uma louca. Aquelas expressões de prazer da minha puta e seu desespero de dominar aquela mangueira, começou a me dar tesão, e quando ela olhou para mim com aqueles olhos vidrados me fez levar a mão ao pau que estava mais dura do que nunca. Enquanto a tarada ficava de pé na cama de frente para mim e de costas para a cabeça do Negão tendo aquele quadril de macho entre os pés, aquele mastro apontando para cima me deixou louco. Vi a ninfomaníaca dobrou os joelhos e encostou a racha no cabeção, com as pernas arreganhadas me fornecia uma visão perfeita, passei a sentir as sensações que a fêmea estava sentindo e dei minha primeira gozada e continuei me masturbando, vi a cabeçorra entrar, os lábios vaginais da mulher que já não eram pequenos estufaram, ela não deve ter calculado bem a descida pois repentinamente sua boca descreveu um circulo e seus olhos esbugalharam, ela deu uma pequena levantada sem tirar o martelo da buceta deve ter mantido lá cerca de dez centímetros, com certeza as caretas que fazia era devido ao alargamento do canal vaginal. Voltou a descer, de sua vulva escorria liquido em abundancia, sua cara de tesão e prazer me levou a novo gozo forte, evitei fechar os olhos para não perder nada, já não estava mais com nenhum resquício de ciúmes, estava sentindo tesão pura, depois de ter engolido pouco mais da metade daquele poste, com a mão apoiada no peito do Negão, a devoradora passou a mexer o quadril em circulo e gritou alto quando começou a gozar, seu descontrole durante o gozo foi tão grande que ela por segundos perdeu o apoio dos braços e engoliu tudo aquilo tendo novo orgasmo múltiplo, não resisti, batia tão forte aquela punheta que quase arranco a cabeça do pau quando gozei de novo. Ela ergue o corpo com dificuldade, fiquei imóvel vendo a arrombada cambalear para o banheiro. Saiu já vestida, meteu a mão na bolsa e tirou um maço de notas e colocou sobre a cadeira em que eu estava sentado. Apoiou-se em mim e descemos a escada. No caminho de volta, vendo a minha animação, pergunta: Gostou? Balancei afirmativamente a cabeça e ela completou: Com o próximo, vou tentar um anal, mas a Claudia tem razão, não pode ser daquele tamanho.
