De menina inocente a mulher tarada – segunda parte
Ana a cada dia mais me assombrava, apareceu com um exemplar Kama Sutra, experimentamos todas as posições, mas ela não dispensava os tapinhas na bunda. Acabamos descobrindo que ela tinha orgasmos múltiplo com beliscada no grelo quando ele já estava duro. Eu estava super satisfeito com minha LOBA FODEDORA, mas começava a ficar exausto, chegava em casa, tinha que dar uma ou duas, antes de sair pela manhã tinha que dar mais uma, estava difícil, parando em um sinal fechado, olhei para o lado e vi a vitrine de uma loja de artigos para adultos, estacionei e saí de lá com uma sacola creia de “brinquedinhos”, Ana usou tosos com grande satisfação.
Depois de mais de dois anos de casamento, Ana me pergunta se podia convidar sua amiga e confidente Claudia e o marido dela Peter para um churrasco no sábado em casa. Seriam nossas primeiras desde o casamento.
Desde que casamos, passamos a morar na cobertura duplex do pai dela, com quatro suítes, duas salas cada uma com três ambientes, terraço com piscina e churrasqueira, o que nos obrigava a manter duas empregadas mas que não trabalhavam aos sábados, tive que abastecer o frigobar do terraço, preparar a carne, tudo sozinho.
Por volta das onze e meia, chega o casal, eu só os conhecia de nome e ao vê-los tive ótima impressão, ambos por volta dos quarenta e cinco, ela ainda com um belo corpo, ele magro com aparência saldável, ambos muito alegres. Logo que chegaram os conduzi para o terraço, sentei com Peter perto da churrasqueira e as duas pularam na piscina, papiamos por algum tempo e vi que tinha esquecido os fósforos, entrei pelo corredor e quando ia descendo a escada, escuta Claudia dizer em voz alta: Nossa, esse parece ótimo e vibra forte. Curioso cheguei na porta da suíte master e vi nossa visitante com um dos consolo encostado no rosto. Ana estava mostrando para a amiga nossos brinquedinhos, achei graça, desci, peguei os fósforos, subi, pus a carne no fogo e passamos a beber e comer conversando alegremente.
Após vários assuntos, todos já tendo tomado mais do que estávamos acostumados, Claudia começou a contar as experiencias do casal em campos de nudismo, Ana alternava entre ruborizada e empolgada, até que fala: Acho que não tenho coragem de ficar nua na frente de estranhos. Já meio sem noção por efeito das bebidas, falei: Eu ia ficar com muito tesão vendo os caras babarem olhando para esse bucetão greludo. Ana ficou mais vermelha que um pimentão, Claudia iluminou o olhar e falou quase em tom de suplica: Mostra, mostra. Levantei de onde estava beijei minha mulher, segurei o laço da parte de cima de seu biquini e perguntei: Posso? Minha esposa com uma cara de sacana que eu nunca tinha visto balanço a cabeça afirmativamente. Delicadamente removi o sutiã de minha amada esposa, exibindo para o casal aqueles belos seios no formato de pera e a beijei excitadíssimo. Ela ainda meio vermelha fala para amiga: Vem para cá o Arthur vai sentar ao lado do Peter, para não ter risco. Sentei ao lado do meu novo amigo e vi que seu pau forçava a bermuda. Claudia chegou ao lado de Ana e depois de um charminho tirou o sutiã do biquini, ela deve ter feito cirurgia pala levantar as tetas pois aqueles seios lisinhos estavam muito empinadinhos para uma quarentona. Claudia sorriu para Ana e em seguida baixou a parte de baixo do biquini, levantando a perna, apoiou o pé em uma cadeira e pudemos ver seus pentelhos cortados bem baixinho por igual como se fosse um gramado, eu e Peter já estávamos massageando nossas cacetas com os olhos fixos nas duas. Ana após mostrar alguma incerteza, baixou vagarosamente a calça do biquini, colocando o pé na mesma cadeira onde estava o pé da amiga. Claudia abriu seus olhões azuis e sem aviso ajoelha na frente Ana e abocanha a bucetinha que só eu tinha colocado a boca. Ana olha para mim sem ação, vendo-me arrancar o pau de dentro da bermuda e iniciar uma masturbação e segura a cabeça da amiga entre suas pernas, em minutos estava com aquela cara de tarada que eu conhecia, virando os olhinhos. Peter a meu lado gemeu e esporrou na mão e eu fiz o mesmo logo em seguida, Claudia com uma das mãos no meio das próprias pernas chupava a buceta da minha esposa com grande ferocidade e ainda com as picas duras, ouvimos os gemidos de gozo das duas. Levantei arrancando a bermuda jogando-a longe, abracei minha esposa por trás socando de uma só vez minha rola ainda melada de porra na buceta de minha esposa, que se apoiou com os dois braços na cadeira onde antes estava seus pés, Peter correu e fez o mesmo as duas trocaram o primeiro beijo lésbico de minha esposa enquanto tomavam ferro nas bucetas, Ana a toda hora arriscava soltar a mão do encosto da cadeira para alisar as mamas de Claudia até que cada uma passou a apoiar uma mão só na cadeira. Unidas por aquele beijo molhado passaram a usar a outra mão para se alisarem mutuamente e estabelecemos uma sinfonia de gozo e palavras incompreensíveis, as duas fêmeas gozaram primeiro e logo sentiram o leite de machos em suas entranhas. Eu e Peter tomamos banho ali mesmo no chuveiro da piscina, as duas foram para o banheiro da suíte. Passado algum tempo, resolvemos ver porque as duas estavam demorando. A porta da suíte estava escancarada e vimos a mais bela cena do mundo, as duas usando o único brinquedinho que ainda era virgem, uma piroca de duas cabeças. As duas com as bucetas creias com o brinquedinho azul, grosso e comprido enfiado nas bucetas gemiam como loucas procurando o orgasmo, comecei a ter nova ereção quando as duas passaram a gritar juntas em uma explosão de gozo fabulosa. Após voltarem ao normal, tiraram o azulão de dentro delas e caminharam de mãos dadas para o banheiro da suíte, ouvindo o motor da banheira, entendi, desci até a cozinha, peguei um champanhe, quatro taças e me juntei aos três que estavam recebendo os jatos da banheira nas costas, abri a garrafa e brindamos a nossa amizade.
