Comi a policial: uma noite de obediência invertida

Era uma sexta-feira quente quando comi a policial. A morena de uniforme, cintura fina e bunda empinada me abordou numa blitz, mas nunca imaginei que aquela noite terminaria com ela gemendo no meu ouvido enquanto eu socava meu pau na buceta dela.

Ela se chamava Alinne, e quando me pediu os documentos, eu já estava de pau latejando só de olhar para aquela boca carnuda e peitos fartos apertados pelo colete à prova de balas. Percebi o jeito como ela me encarou quando me devolveu o RG—um olhar de safadeza pura.

— Você parece um bom menino… Só não sei se vai obedecer se eu mandar você fazer algo hoje… — ela disse, mordendo os lábios.

Foi aí que percebi: comi a policial não só no sexo, mas naquela inversão de papéis onde eu era quem mandava—e ela adorou.

a abordagem virou convite

Depois da checagem, ela me fez estacionar mais à frente, numa rua escura. Quando desci do carro, ela já estava sem o colete e com os botões do uniforme desabotoados o suficiente para mostrar um sutiã preto rendado.

— Você sabe que eu podia te multar por isso, né? — ela sussurrou, passando uma mão pelo meu peito. — Mas acho que tem outras formas de você pagar a infração…

Nem pensei duas vezes. Puxei ela pelo cinto e encostei ela contra a viatura. Apertei aquele corpo delicioso contra o meu enquanto ela gemia baixinho.

— Quer ser punido, é? — ela provocou.

— Não, hoje eu quem vou punir você… — respondi, metendo a mão entre as pernas dela e encontrando a buceta já melada.

comi a policial no banco de trás da viatura

Antes que ela pudesse reagir, abri a porta de trás da viatura e empurrei ela para dentro. A policial estava toda rosada, arfando enquanto eu tirava o short dela, revelando uma bucetinha lisinha e pronta pra ser devorada.

— Já está assim tão molhadinha, seu? — provoquei, passando os dedos nela e sentindo os calafrios que percorreram o corpo dela.

— Fala sério, você é gostoso demais… Desde que te parei já tive vontade de sentir seu pau dentro de mim — ela confessou, abrindo as pernas ainda mais.

Não perdi tempo. Baixei o zíper da minha calça, deixando minha piroca dura e pulsante à mostra. Ela ficou hipnotizada, lambendo os lábios antes de agarrar meu pau e começar a chupar como uma louca. O boquete foi molhado, intenso, com ela engolindo até as bolas e olhando pra cima como se estivesse mesmo sendo punida.

Mas eu queria mais.

a policial levou gozada no cu

Puxei ela pra cima, coloquei ela de quatro no banco e cuspi na bunda dela antes de enfiar um dedo no cu, fazendo ela gemer alto.

— Isso, delícia… Tá perfeita pra levar meu pau — falei, alinhando na entrada apertadinha dela.

Quando enfiei, ela gritou, mas logo começou a rebolar, implorando por mais. Meti com força, sentindo aquele cuzinho quente me apertando enquanto ela gemia:

— Porra, assim mesmo! Enche o cu dessa vadia!

Não demorou muito até eu sentir o orgasmo dela—ela tremeu toda, a buceta escorrendo, enquanto eu continuava metendo sem dó.

— Vou gozar! — avisei, puxando o cabelo dela.

— Goza dentro, porra! Enche meu cu de leite! — ela gritou.

E eu obedeci. Jorrei tudo dentro dela, sentindo cada jato quente enquanto ela se contorcia de prazer.

depois da punição, a recompensa

Quando terminamos, ela ainda estava ofegante, com as pernas trêmulas e um sorriso de quem adorou cada segundo.

— Nunca fui tão bem punida… — ela disse, lambendo os lábios.

— Pode chamar quando quiser mais — respondi, sabendo que aquela noite não seria a última vez que eu comi a policial.

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