Na pousada, provocando o moleque

Deitada de bruços à beira da piscina, minha namorada tinha a bunda velada por um simples fio dental branco que praticamente nada cobria daquele rabo delicioso. Suada, por conta da temperatura que fazia no verão, sua pele refletia os raios do sol dando a superfície do seu corpo uma brilhosidade convidativa. Nós estávamos hospedados no quarto térreo de uma pequena pousada de dois andares. Este cômodo ficava em frente à piscina e, assim como todos os outros quartos, possuía uma sacada que avançava para além da fachada do prédio. Acima do nosso quarto estavam hospedados uma família composta por um casal de quarentões e um garoto bem jovem. Este se encontrava na piscina nadando de uma ponta à outra. Percebi que ao passar por minha companheira, ele virava a cabeça para respirar e aproveitava para olhar com atenção para aquele monumento feminino. Alguns instantes depois, ele decide sair da piscina e ao subir a escada percebo que o garoto está excitadíssimo, dado o volume que se mostrava no seu calção de praia. Minha namorada continua impassível na sua missão de bronzeamento. Se passam cerca de 10 minutos e, repentinamente, vejo que alguns pingos caem na bunda da minha companheira. Não consigo identificar, apesar de saber que não eram gotas de chuva. Ela se assusta, vira-se e passa a mão. Então, ela me chama e diz baixinho: “Amor, que estranho, mas acho que senti jatos de gala caindo na minha bunda!”. Acho que ela está viajando, entretanto, ao levantar discretamente os olhos, vejo que o garoto está em pé na varanda só quando de cima com o pau ereto pra fora do short. Fiquei chocado. O rapaz não aguentou o tesão e bateu uma punheta olhando minha companheira deitada e a força da esporrada lançou jatos de porra que caíram na bunda dela. Disse pra ela o que tava acontecendo. De rabo de olho, ela viu que o rapaz levou a mão até o pau e reiniciou uma outra punheta. Não demorou e ele novamente gozou bastante. Dessa vez, como estou próximo a ela, vejo os jatos baterem e escorrerem na bunda dela. Ela, bem safada, pediu que eu espalhasse o esperma do garoto na sua bunda bem devagar. Não resisto e começo a massagear sua bocetinha com o fluido do garoto. Ela não demora e goza. Levantamos e entramos no nosso quarto para uma foda incrível.

Pela manhã, fomos tomar café. Encontramos o casal com o filho tarado. O moleque demonstrava estar tenso. Parecia que tinha medo de ser dedurado. Minha companheira vendo a tensão no ar, aproveitou-se e sempre que o garoto ia pegar algo para comer ela se demorava na escolha dos alimentos. Usando uma saída de praia branca de crochê via-se com nitidez o biquíni fio dental vermelho que mal escondia o reguinho. Num desses encontros do lado das frutas, ela segurou sensualmente um morango e o mordeu deixando o sumo escorrer pelos lábios descendo pelo queixo até as gotas caírem entre os seios. O jovem ficou com os olhos vidrados entrando num transe hipnótico libidinoso. Ela direcionou o olhar para o short do rapaz que já não podia esconder o tesão que se encontrava. Seu pau estava duro e deixava a frente do short bastante saliente. Minha companheira então adota uma postura mais agressiva e apoia a mão na mesa deixando-a bem próxima do pênis ereto do garoto. Ele então aproxima a cabeça da pica da mão dela que não faz qualquer movimento. Discretamente, o safado roça o pau que começa a expelir um líquido molhando o short azul claro evidenciando o tesão que ele sentia. Ela deixa a mão até que sente que o líquido aumenta e esquenta as costas da sua mão. O moleque mais vez havia esporrado, agora sem precisar tocar na rola. A safada vendo aquilo vai até a nossa mesa e fala no meu ouvido que quer que eu a devore no quarto. Eu largo o café e vou com ela para lá. No caminho, ela não parava de cheirar e mão que ainda exalava o cheiro de esperma do garoto. Trepamos gostoso no banheiro, tomamos um banho e voltamos para terminarmos o café da manhã. O garoto já não se encontrava mais lá. Somente os seus pais. Certamente,tinha ido para o seu quarto bater mais uma punheta na intenção da safada da minha companheira.

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