Visita amiga
Divorciado com quarenta e oito anos, tendo durante a vida feito todos os tipos de putaria possíveis e imagináveis, foi apresentado em uma boate a uma roda de potrancas, a mais belas entre elas era a Margô, alta, linda de rosto, bustos fartos, com o peso certo para sua altura, ancas maravilhosas e foi amor a primeira vista. Eu sabia que os vinte anos que separavam nossas idades acabaria levando-me a ser corno, mas colocando fé no meu taco, língua e dez dedos, a levei para morar comigo. Metemos por muito tempo como se não tivesse amanhã, ela era uma máquina de fazer sexo, não tinha frescura topava qualquer loucura. Margô não tinha um só buraco que eu não tivesse esporrado dentro, no cariz, nas orelhas, nas axilas, entre os dedos dos pés, tudo. Com dois anos morando juntos, depois de gozar naquele rabão gostoso, perguntei se ela sentia falta de alguma coisa do tempo de solteira, ela com aquela carinha de puta me responde: Tenho saudades de uma buceta. Excitado com a resposta perguntei se de alguma em particular, ela pensou e respondeu: O grelão da Fátima marcou. Lembrando da Fátima, outra cavalona deliciosa e falei: Porra convida ela para passar um fim de semana aqui em casa. Ela fazendo aquela cara de tarada que me deixava doido falou: Deixa comigo. Para não demonstrar minha ansiedade, não voltei ao assunto. Na noite seguinte ela fala: Não marque nada para sábado a tarde, a Fátima vem nos visitar, mas tem uma regra: Você só pode participar, quando e se for solicitado. Sem retrucar fiquei na expectativa fazendo mil planos, preparei minha câmera profissional, conferi o zoom e no sábado a tarde esperei nossa visita. A interfone tocou, dei um pulo na poltrona para atender, Margô que estava usando um tomara que caia branco agarradinho e uma sandalha de salto fez sinal e eu sentei de novo, vi aquele tesão de mulher cruzar a sala e aguardar na porta sua presa. Fátima aparece em uma micro saia, mostrando aquelas coxas torneadas com a musculatura adquiridas em muitas horas de academia e uma blusinha curta mostrando seu abdômen malhado, com um salto agulha que a deixava mais alta . Ainda com a porta escancarada, a duas trocam excitante beijo e dirigem-se ao sofá da sala de estar sem nem mesmo olharem para mim, me senti um bosta. Levantei e fui fechar a porra da porta. As duas ficam se olhando sentadas lado a lado passaram a beijar e a se olharem nos olhos até que se atracam em um sensual beijo, meu pau já estava explodindo, quando Margô tira a calcinha branca e dá para Fátima cheirar. As duas voltam a se beijar e foi a vez de Fátima tirar a calcinha e ambas cheiraram juntas. Sem falarem nada, dirigiram-se a suíte, desfilando no corredor de mãos dadas. Ao lado da cama entre beijos e alisamentos desfizeram-se das roupas, ao ver aqueles dois corpões de puro sangue se apalpando não deu para segurar, duas ou três punhetadas eu gozei na mão. Fátima deitou de ladinho com a cabeça para o lado da cabeceira da cama, quando pude ver seu grelo gigante nervoso e minha mulher encaixou as pernas em forquilha à forquilha da outra gostosa e duas passaram a roçar as bucetas como duas malucas com gritinhos, gemidos e som das bucetas molhadas, mataram a saudade gozando juntas. Não satisfeitas e sem descanso, viraram o corpo e partiram para um sessenta e nove, cada uma devorando a buceta da outra como se fossem duas lobas famintas. Quando eu estava no meio da segunda punheta Fátima grita para mim: Fode meu cu caralho… Pulei na cama já de joelhos e enfiei naquele cuzão mordedor bem a tempo de gozar forte lá dentro, Fátima ao sentir meu leito dentro dela começou a gozar fazendo eu som gutural fantástico arrastando minha mulher para oe gozo. Sem me dirigir a palavra, as duas entraram no banheiro da suíte . Continuei deitado ainda excitado e com uma ereção intermediária, quando as duas voltaram, agarram meu cacete e passam a fazer uma chupeta em conjunto, enquanto uma lambia a outra chupava, só davam breves paradas para trocarem seus beijos, vendo que minha ereção já estava boa, Margô fica de cócoras de frente para mim e engole com o cu minha vara e pude ver o bucetão da Fátima com seu famoso grelo grande sentar na minha cara. As duas enquanto rebolavam e gemiam se mamaram, se beijaram e gemiam em uma sinfonia inesquecível, até que senti a buceta que eu chupava borrifar na minha cara e as duas mudaram o gemido, aumentei a velocidade das subidas e descidas do meu quadril gozando no cu da Margô. As duas levantaram e novamente me abandonaram na cama com o pau desmaiado. Vi Fátima desfilar no quarto já vestida e Margô atrás dela enrolada em uma toalha, levando-a até a porta de saída. Na volta Margô me pergunta: Ela não é ótima?
