Vida intensa – Segunda parte

De volta ao Brasil, já com nossas mentes aberta, a cumplicidade entre eu e Arthur passou a ser total, confessamos nossos desejos ocultos, falamos sobre pessoas que conhecíamos, as que nos chamavam a atenção e nossas trocas de carinhos tornaram-se mais intensa, passamos a fazer sexo todos os dias e de todas as formas. Conhecemos muitas boates liberais e comemos muitos casais. Passei meses frequentando todas as quintas e sábado encontros gostosos de grupos de swingueiros que conhecemos, não só da Capital, mas também das cidades próximas.

Em um fim de tarde minha irmã caçula Lu então com 25 anos, quando eu e Arthur já estávamos com trinta e sete me liga, eu não a via a quase um ano, desde que ela tinha casado. Sua voz não conseguiu esconder sua tristeza quando disse que só queria ouvir uma voz amiga. Conversamos por algum tempo e ao saber que seu marido estava viajando e que só voltaria daí a três dias, pedi para ela me encontrar na minha casa. Era uma quarta feira, dia que Arthur saia da firma e ia direto dar aulas, só chegando em casa depois das vinte e três horas.

Lu chegou a nossa casa e nos abraçamos forte. Fizemos um macarrão instantâneo e ela me contou várias coisas sobre nossos parentes que eu também não via a muito, até que chegamos a sua vida, ela com um olhar de profundo desgosto, passou a dizer que tinha certeza que seu marido tinha outra pois apesar de contar com pouco mais de um ano de casada, ele pouco a procurava e pior, ela até então não sabia o que era gozar, pois ele não trocava carinhos, só metia, sem se importar com ela. Fiquei estarrecida, Lu com aquele corpinho bonito, bundinha arrebitadinha, seios generosos, coxas bem torneadas era para ser devorada por qualquer macho digno do nome a toda hora. Lu não conseguiu segurar e as lágrimas que rolaram por seu rosto, eu a abracei, não sei se pelo costume ou por causa da minha mente deturbada, chupei seu pescoço, ela se assustou, olhou nos meus olhos e nos abraçamos novamente, a besteira já estava feita, seduzida por aquele corpinho gostoso, chupei o outro lado de seu pescoço e senti seu corpo tremer e alisei suas costas e antes que fosse repelida, abri seu sutiã e puxando um de seus seios para fora, passei a língua em seu mamilo. Ela gemeu. Falei, nossa você está com muita tesão. Ela choramingando responde, faz tanto tempo que não recebo carinho que até esqueci que você é minha irmã. Antes dela continuar falando eu a beijei, recebendo em minha boca aquela língua gostosa chupei com muito prazer. Ela já se contorcendo interrompe o beijo e diz: Acho que o último beijo assim foi na minha lua de mel. Daí para frente não tivemos mais freios, abocanhei um de seus seios e chupei delicadamente enquanto a desnudava e me livrava de minhas roupas, nuazinhas, nos alisamos, nos mamamos e colocamo-nos na posição de sessenta e nove gozei muito na boca de minha irmãzinha, mas em desespero, constai a dificuldade dela de atingir o orgasmo, a beijei com muita pena, no exato momento que ouvimos as chaves na porta da sala, lembrei que uma das pessoas que Arthur tinha dito dia que adoraria comer era minha irmã caçula, a vi assustada novamente tentando esconder sua nudez com o lençol, falei: Calma, agora você vai ser comida por um homem gostoso. Arthur chegou no quarto nos viu nuazinhas, para ele não ter dúvidas, agarrei o queixo da minha irmãzinha e lhe dei um beijo na boca, virei para ele e já vi a cabana que seu pau tinha montado dentro de sua calça e falei: Minha irmã precisa de um macho que saiba fazer uma buceta chorar.
Coloquei minha irmã de quatro no meio da cama, e assisti aquela caceta dura entrar naquela buceta aos pouquinhos. Louca de tesão enfiei minha cabeça entre as pernas dos dois por trás e sentindo as bolas de Arthur baterem no meu queixa, passei a chupar aquela buceta deliciosa, alguns minutos naquela posição, o corpo de minha irmã dá um pulinho e ela se contorceu passando a produzir um gemido continuo, sua buceta encheu minha boca com seu melzinho e depois de vários solavancos, ela fala chorando, eu gozei…
Emocionadas nos abraçamos, Arthur sem entender nada continua de joelhos na cama com o pau duro e eu disse para Lu: Termina o trabalho. Ela mas do que ligeira, engoliu aquela pica dura e chupou como se nunca tivesse feito, até sua boca se encher de leite de macho. Meu maridinho foi tomar uma ducha enquanto eu masturbava aquela bucetinha de uma gozada só e quando ele voltou a penetrou na posição de ladinho, enquanto eu devorava aqueles peitinhos incríveis e me masturbava ao mesmo tempo, constatando que ela tinha se destravado, pois gozou como uma louca . Naquele fim de semana mesmo Lu mudou lá para casa.

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