Unidas pela luxúria – terceira parte

Próximas de terminar o curso, era evidente que precisávamos nos afastar de nossos antigos namorados que tinham se tornado nossos amigos e que passaram a ser nossos amantes, enquanto comíamos juntas a advogada deles, passamos a foder com eles em selas de visitas intimas, além dos incômodos que poderíamos ter no futuro, estávamos com saudades daquelas trocas que fazíamos que não podiam acontecer nas celas intimas, então depois de bolarmos um plano, convencemos a Martha a nos acompanhar em um sábado, usando como argumento de que sem ela não tínhamos acesso a sala dos advogados e não podíamos foder juntas com a troca de parceiro que tanto gostávamos.

Naquele sábado, Martha não se apresentou com aquelas roupas típicas de advogada, estava de saia curtinha e camisa fininha, certamente com a intenção de enfiar o dedo na buceta enquanto via seus clientes nos foderem.

Assim que a carcereira trancou a sala dos advogados por fora, eu e Sheila abocanhamos o pescoço da casadinha acanhada e levantamos sua saia, de relance, vi a cara de nossos nerds que claramente não estavam entendendo nada, no início Martha tentou reagir, mas não teve forças para sair dos meus dois dedos que trabalhavam seu grelo e do dedo da minha amiga que alisava seu anelzinho de trás, quando vi seus olhinhos virarem senti que era a hora, mandei Paulinho deitar no chão com a pica para o alto e levei a dominada a assumir a posição de cócoras com a boceta na direção da caceta, enquanto minha parceira cochichava no ouvido do outro macho, ao sentir uma segunda pica humana ser esfregada no seu cuzinho, mesmo com uma piroca enterrada em sua buceta, Martha arrebitou e tomou um segundo pau que invadiu seu cuzinho. Eu e Sheila passamos a alisar aqueles três corpos que faziam uma DP maravilhosa levando Martha a estremecer todo o corpo e arrebitar ainda mais para engolir com o cu toda a pica que lhe empalava por trás.
Fizemos mais algumas visitas e conseguimos perceber que nosso plano tinha dado certo, nossos amigos passaram a receber “assistência jurídica” durante a semana.
Próximo da seleção para a residência médico, tínhamos a desculpa perfeita para espaçar nossas visitas.
Em uma noite quando vestíamos apenas nossos penhoar, o interfone tocou, era Martha, permiti a subida dela, mas ao abrir a porta, vejo que ela nervosa se fazia acompanhar de dois homens, até de aparências boas, mas os três muito nervosos insistiram para que nós o acompanhássemos, vendo que não conseguiriam, um deles ligou o celular e ouviu a voz do nosso orientador do internato dizendo que poderíamos acompanhar o grupo para ajuda-lo. Rapidamente trocamos de roupa e no caminho soubemos que nosso mestre estava tratando de um homem ferido a bala no abdômen e que precisava de ajuda na cirurgia, argumentei que dependendo da gravidade, isso só poderia ser feito em hospital, Martha com voz séria falou que não precisávamos nos preocupar com isso. Entramos a toda velocidade na favela e paramos diante de várias casinhas coladas uma nas outras e entramos, entramos pelo nível da viela e começamos a desce, a medida que íamos descendo, algo inimaginável, piscina infinita com vista da Cidade iluminada, sala de reunião, sala de jantar, portas abertas nos davam ideia do luxo das melhores suítes de hotel, até que chegamos a uma ampla sala de cirurgia com todos os equipamentos para cirurgia de alta complexidade, nosso professor e orientador, com olhar triste diz: Meninas, não temos mais como sair dessa, dinheiro é bom, não é? Bom agora é hora de fazer jus a ele. Esse paciente é importante para esses homens, mãos a obra, temos que salva-lo.
A cirurgia durou mais de oito horas, no final estávamos exaustos. Cada um de nós foi trancada em uma suíte e tempos em tempos um de nós era levado para examinar o paciente e os homens comparavam nossas explicações após cada exame realizado. Passamos três dias sem que ninguém tivesse notícias nossas, a advogada levou a faculdade atestado fornecida pelo doutor para justificar nossa ausência. Até que nos reuniram todos em um quarto já com o paciente fora de perigo. Fomos todos dispensados, cada um com uma quantidade significativa de dinheiro no bolso. Com a ajuda de nosso orientador, fomos aprovadas para a residência médica.
Fomos orientadas a procurar um gerente de banco que administraria nosso dinheiro. Quase três mês de silencio total, já fazendo a residência, quando recebemos um convite para um jantar, dois vestidos longos de lantejoulas de etiqueta caras, um verde e outro azul, com degotes generosos e com vãos que iam até a virilha e acessórios fazendo conjunto, além de duas micro calcinhas, dois vales de dia de princesa em um conceituado instituto de beleza. O convite esclarecia que um carro nos pegaria às vinte horas do sábado no instituto. Ficamos receosas de não aceitarmos. Naquele sábado entramos no instituto de beleza carregando os vestidos, saindo de lá as vinte embarcamos no carro de luxo e fomos levadas a uma cobertura.
Assim que chegamos Júlio nos anunciou como seus anjos da guarda a todos os presentes em traje de gala, fazendo questão de nos apresentar seu irmão gêmeo André. Ambos muito elegantes e atléticos, bons vocabulário e aparentemente donos de tudo aquilo. Júlio passou a me cortejas a noite toda e André a cortejar minha parceira. No fim da noite, não aceitaram nossas despedidas e nos convenceram a acompanha-los em um passeio de veleiro. Vimos um helicóptero pousar acima da cobertura, não tivemos como negar e nos foi indicado um quarto onde poderíamos nos trocar de onde saímos trajando minúsculos biquinis e por cima, finas saídas de banho e assim embarcamos, voamos para o Litoral, chegando a uma marina junto com o sol. Embarcamos em um belo veleiro com uma tripulação de uniformes impecáveis. Sentamos em um ambiente em que a metade é coberta e a outra metade aberta. Ali passamos a aceitar amassos dos gêmeos, olhamos uma para outra e entendemos que tínhamos que fazer aqueles dois se apaixonarem por nós. Quando eles nos puxaram para dentro de um corredor que levava a dois quarto, os surpreendemos, forçando-os a entrar conosco no mesmo quarto e assim que entramos tiramos a parte de cima dos biquinis e nos beijamos, como ensaiado fizemos o que estávamos acostumadas a fazer com nossos antigos namorados, os puxamos pelas mãos e os fizemos nos abraçar por trás fazendo-os ouvirem nossos gemidos, os gangsteres refinados ficassem loucos e para mostrar o que os esperava ajoelhamos na cama com eles se esfregando em nossas bundas, passamos a alisar os seios uma da outra e arrebitamos recebendo seus paus em nossas bucetas e gememos de modo que eles jamais poderiam esquecer, depois de uma bela gozada em grupo, demos o golpe fatal nos gêmeos, trocamos de machos que só conseguíamos diferenciar pelo corte cirúrgico no abdômen de Júlio beijando-os e fomos os quatro nus a uma jacuzzi ao ar livre, nenhum dos tripulantes a vista, André foi a uma geladeira horizontal e tirou dois champanhe e voltou a jacuzzi com quatro taças na mão, o primeiro golo dei com os braços entrelaçados com Júlio, beijando-o ardentemente na boca, enquanto minha amiga fazia o mesmo com André e com a graça que aprendemos com o tempo repetimos o ritual com os irmãos trocados e finalmente tomei o restante da taça com os braços entrelaçados com minha “amante quase secreta”. Mas nós não avaliamos bem os machos eu estávamos encantando. Voltamos para aquele quarto e ambas colocadas de bruços e pude ver o sorriso dos dois ao abrirem nossas nádegas e que apavorei com o que estava por acontecer. Tínhamos vivido anos de putaria, mas nossos rabinhos eram virgens e senti varias pincelada do pau duríssimo de Júlio e minha amiga agarrou minha mãe do mesmo jeito que o fez quando fomos defloradas. Ela apertou com força minha mão no exato instante que deu um berro pavoroso em seguida senti meu rabinho ser rasgado e contrai todos os músculos do corpo aguentando firme tentei relaxar enquanto aquela rola dura invadia meu canal virgem, Sheila chorava baixinho e eu a beijei com muita dó, o que só deixou os machos mais loucos ainda, mas nossos instintos de putas falou mais alto e passamos a gemer de dor e prazer e logo estávamos rebolando e levando porra no fundo do rabo. Os dois com indisfarçáveis ar de satisfação tiraram as picas nos deixando abraçadas, com muita dor no cu, apoiei Sheila e entramos juntas no pequeno box e lavamos com agua quente nossos rabinhos arrombados.
Tornamo-nos amantes dos irmãos e em todas as folgas, curtimos a vida a quatro.

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