Sertaneja
Nasci em uma região muito pobre no Sertão Pernambucano, a casa que eu morava com meus pais e mais quatro irmãos ficava a uma hora de caminhada da sede da fazenda. Desde que me lembro, servi aos caprichos de meu pai e de meus quatro irmãos, cada um mais dotado que o outro, faziam questão de me machucar por dentro e riam quando eu gemia ou dava gritinho de dor. Minha mãe achava natural tudo aquilo, pois as fêmeas da família era para aquilo mesmo, meu pai era o mais bestial de todos, com uma jeba que parecia a pica de jumento enfiava tudo com força e quando começava os movimentos, parecia que a cabeça da coisa socava a boca do meu estômago. Meu prazer era um só trabalhar de dia na casa principal, levantava cedinho e logo que chegava lá, podia tomar um banho, colocar a roupa de empregada e aprender com a esposa do coronel, que era uma francesa, perdida naquele fim de mundo. Ela me ensinou tudo sobre cozinha, decoração de prato, a ler e escrever e montar aqueles pratos maravilhosos seguindo receitas da sua enorme coleção de revistas. Tornei-me diferente da sertaneja clássica. Em um daqueles dias sentindo dores horríveis lá em baixo, contei para ela os abusos que sofria e ela compadecida, separou algumas roupas, me colocou em seu carro, me embarcou em um ônibus para São Paulo fornecendo-me uma carta de referencia escrita em francês dirigida ao dono de um grande restaurante, mais tarde vim a saber que minha bem feitora tinha sido a grande paixão do homem que poderia me estender a mão. Cheguei lá e fui recebida pelo senhor Peter que até tremeu quando reconheceu a letra da carta, me contratou na hora, passei a auxiliar o “chefe da cozinha” e logo me tornei sua queridinha, sua confidente, fiquei sabendo dos casos deles com todos os garçons e ricaços frequentadores da casa, bem como da vida das mulheres ali frequentavam . Duas dessas madames me chamavam mais a atenção, ambas muito elegantes, bonitas e de corpos creio de curvas, jantavam e saiam sem falar com nenhum daqueles homens que ficavam babando por elas. Por razões familiares o chefe teve que ir a França às pressas e eu o substitui, os clientes mais exigentes notaram a diferença sutil no sabor e aplaudiram. Pouco antes da chefe voltar, as duas mulheres pediram para me conhecer , a loira que parecia ser a alfa entre as duas, colocou que estavam meio enjoadas dos mesmos pratos em todos os lugares onde iam e perguntaram se eu tinha algo fora do cardápio, lembrando do sertão do tempo que eu fazia arranjo de sabores dos ingredientes que sobravam dos pratos preparados para os patrões, afirmei que sim, com mil ideias na cabeça, sentindo minha boca salivar ao lembrar da minha composição favorita, passei a preparar o prato. Convicta de que as duas formavam um casal, arrumei o prato na forma de dois seios e mandei servir, pouco tempo depois o Sr, Peter entra desesperado na cozinha e me puxa pela mão até a mesa das duas, a loira com mais encantador sorriso que alguém pode ter afirma : “Nós já comemos nos melhores restaurantes do mundo, feitos pelos chefes mais famosos, você superou todos eles. A ruiva com um olhar penetrante pergunta: “Como é o nome desse prato?”, olhando para o degote generoso das duas só me veio uma coisa na cabeça: “beaux seins”(seios bonitos em francês) elas se entre olharam e nitidamente uma olhou para os peitos da outra. A loira vira para o Sr. Peter e olhando para meus seios tão bonito quanto os delas só que mais jovem e coberto pela roupa de chefe e diz: “beaux seins deveria constar do cardápio”. A ruiva olhando-me nos olhos e pergunta : “Você não faria um jantar intimo para nós em sua noite de folga, saberemos recompensa-la?”, aceitei e na semana seguinte, na segunda cheguei no meio da tarde a uma bela cobertura, coloquei minha roupa de trabalho, encontrando na cozinha todos os ingredientes que tinha pedido e fiz dois pratos com uma composições que eu gostava. Com tudo pronto, fui a sala e lá estavam as duas trajando penhoares um verde clarinho e outro azulzinho, ambas claramente sem sutiã, ao ver aqueles dois pares de seios, senti uma quentura na barriga, mas …, ao tentar me despedir a ruiva, falou : “Nós prometemos recompensa-la, nos permita…”. Puxando-me pela mão me levou a uma suíte com espelho por todos os lados inclusive no teto acima de uma cama redonda, entregou-me uma toalha branca felpuda, entrei embaixo da ducha e me deliciei com o banho refrescante, ao procurar minhas roupas, não as encontrei, havia somente um penhoar branco de tecido fininho, nada de sutiã nem calcinha, o coloquei e ao chegar na sala de jantar, notei que a mesa estava posta para três pessoa, a loira se aproximou de mim e me deu um selinho, puxou a cadeira da cabeceira para eu sentar, colocando em seguida uma taça de champanhe na minha mão, logo a ruiva aparece com os pratos que eu tinha decorado , eu já estava incomodada com meus seios coberto apenas por aquele tecido fino, quando aquela mulher de toque magnifico passa suavemente a mão em um dos meus seios, meus mamilos na hora se enrijeceram a loira foi buscar o outro prato e o depositou na mesa, fizemos um brinde e eu senti uma mão em cada uma das minhas pernas, aquelas mãos tanto a da loira quanto a ruiva pareciam eletrizadas, todo meu corpo arrepiou, elas mostrando naturalidade deram algumas garfadas eu sem saber o que fazer tentava disfarçar o tesão que estava sentindo, aos vinte e dois anos, sem nem mesmo lembrar que sexo existia a mais de três anos, com verdadeira aversão às lembranças das picas que tinham me arrombado toda, estava sentindo uma vontade imensa de beijar aquelas duas mulheres lindas, mal toquei na comida preparada com tanto esmero apenas bebia a champanhe, as duas alisando minhas coxas e não deixando minha taça fazia, quando uma delas tocou meu grelo com a ponta dos dedos, eu gemi, ambas levantaram, cada uma segurando uma de minhas mãos me fizeram levantar e me afastar da mesa, a loira me abraçou pela frente e a ruiva por trás, a ruiva afastou meu cabelo e encostou seus lábios em minha nuca, não deu para disfarçar, passei a tremer flagrantemente dos pés a cabeça, a loira sem piedade lambeu meus mamilos, gemi alto como nunca imaginei que alguém poderia fazer e ao ter o seio engolido choraminguei, as duas manobraram com tal destreza que minha próxima percepção era estar ajoelhada no tapete vendo a buceta com bigodinho loura a minha frente, ela embaixo de mim, passando a língua em meu lábios vaginais, enquanto a ruiva ajoelhada atrás de mim passava a língua no meu rego, emiti um som gutural muito forte e alto, parecia uma fera, sentindo espasmos musculares fortíssimos tive meu primeiro orgasmo de toma minha vida até então, borrifando a cara da loira com meu liquido vaginal. Passiva na mais inteligente sedução lésbica que se pode ter conhecer notícia, senti-me uma mulher completa e tesuda a partir daquele instante. Agradecida pela transformação que acabara de sofrer, troquei meu primeiro beijo de língua com a loira, sem seguida com a ruiva que mais descarada falou : “Agora e minha vez de comer essa bucetinha gostosa”. A loira respondeu: “Quero sentir o gosto desse cuzinho”. Levaram-me para a suíte espelhada e me colocaram embaixo da agua morna, não tive o trabalho de me esfregar, elas enfiaram com muita delicadeza os dedos em meus buracos enquanto eu dava pulinhos de prazer e fomos para a cama onde fui novamente colocada de joelhos e a ruiva entrou em baixo de mim, quase em uma posição de sessenta e nove a loira assumiu a posição parecida com a que a ruiva tinha ficado, diferente da loiro, a ruiva não se limitou a lamber e a chupar meus lábios vaginais, enfiou a língua lá dentro sem aviso prévio, por reflexo e por tesão, levei o quadril para trás e a loira diferente da ruiva, não se limitou em passear com a língua em meu rego, enfiou a língua no meu cuzinho, passei a me comportar como uma sirene, mudando de tom a cada comportamento diferente das línguas dentro de mim . Sem pensar, enfiei a língua naquela buceta de pentelhos ruivos, não sei se a loira estava se masturbando, mas a verdade é que gozamos as três juntas com direito a muito som tesudos. As duas deitaram sobre mim, uma de cada lado do meu corpo e trocamos nosso primeiro beijo triplo. Do nada a ruiva fala : “Sempre ouvi falar, agora vi que é verdade, as nordestinas gostam de foder mesmo”.
