Seita do prazer

Sempre fui muito religiosa, desde de criança faço meditação e tudo mais. Casei-me aos dezoito anos, nesse aspecto não estava feliz, pois em um ano de casamento, eu ainda não conhecia os prazeres da carne, meu marido, a cada dia mostrava-se mais tosco e só me machucava. Muito triste, procurei novos caminhos e encontrei uma seita muito legal, os jovens faziam encontros de meditação, as mulheres pareciam muito alegres e todos eram muito gentis. Depois de muito insistir, consegui que meu marido não só permitisse minha participação de um acampamento de jovens adeptos, como acabou me acompanhando na empreitada. Fomos para um local lindo, os rapazes passaram o dia levantando barracas para vinte pessoas cada e as mulheres fazendo comida e assistindo palestras juntamente com os maridos na hora de descanso, em uma dessas palestras acabei abrindo meu coração para a esposa do bispo, uma mulher de corpo escultural e muito sensual, quando ela me acalmou e pediu para eu ter fé que “logo” eu encontraria o cajado abençoado.

Ao anoitecer, caiu um temporal tremendo, derrubando as barracas, ficando apenas uma de pé. Os homens estabeleceram uma escala para vigiar as coisas e fora os que estavam de no horário da escala completavam a lotação da barraca. O chão da barraca ficou forrado de gente, estava super apertado, escuro e húmido, mas vencida pelo cansaço, acabei adormecendo, não sei qual foi o horário em que senti aquela mão me acariciando que passei a sentir choques em todo o corpo, inclusive na vagina, onde um dedo estava fazendo uma massagem maravilhosa, senti pela primeira vez meu clitóris duro. Sem me mexer na posição de conchinha, um cajado maravilhoso me penetrou sem me machucar e seu quadril passou a ir para frente e para trás, senti aquela mão tapar minha boca evitando os gemidos que eu não conseguia controlar, aquele anel metálico comprimindo meus lábios davam um toque todo especial e gozei profundamente pela primeira vez. Agradeci aos astros por terem transformarem naquele acampamento o meu esposo em um homem gentil, gostoso e viril pois mesmo sentindo-se lubrificada com o depósito de seu sêmen ele continuava e voltei a ter um novo extasse. Antes de adormecer completamente relaxada, recebi um anelzinho de presente que me foi colocado no dedo mínimo da mão esquerda. Pela manhã, fui acordada pelo movimento dentro na barraca e alguém abriu a porta de lona e a luz inundou o ambiente. Levantei e vendo meu marido sentado em um tronco com alguns outros homens me aproximei toda faceira, ele olhou para mim e perguntou. Dormiu bem? Nós não pregamos os olhos, todos aqui somos da escala da meia noite, mas o papo estava tão legal, que acabamos deixando vocês dormirem direto, afinal a barraca já estava lotada.

Tomei um choque, o cajado que tinha me penetrado não era o do meu marido, eu tinha vivido um adultério involuntário, pior eu tinha adorado.
Desesperada procurei a mulher do bispo, ao encontra-la ela olhou para o anel no meu dedo e disse toda feliz: Você encontrou o cajado abençoado e ganhou um anel verde que lhe dá direito a visitar o reservado da congregação às quartas feira no fim da tarde e participar da reunião especial depois do culto de domingo a tarde…

Fiquei sem entender nada, mas senti-me privilegiada.
Não falei nada para o meu marido e nem para ninguém. No final do acampamento ao me despedir da Sheila mulher do bispo, ganhei um selinho, o que nunca tinha acontecido antes.
Naquela primeira semana, mesmo sentindo a tentação, não fui ao reservado da congregação, pois estava sentindo um pouco de culpa.

Na semana seguinte não resisti e fui, queria saber o que aconteceria. Chegando lá encontro a Sheila que me dá um afetuoso abraço, sentindo o aroma de seu perfume que imediatamente aguçou meu libido, a obedeci quando ela pedir-me para me despir inteirinha. Vi o brilho em seu olhar quando estudou as curvas do meu corpo, puxa-me pela mão e me leva a uma saleta separada ao meio por uma cortina, pede para eu ajoelhar em uma cadeira de costas para a cortina e pede para eu me concentrar e fica na minha frente, passando suavemente as mãos por meus ombros, aqueles choques que eu havia sentido naquela noite, voltaram a percorrer o meu corpo, quase em transe senti aquela penetração maravilhosa e a respiração de Sheila próximo a meu pescoço, em seguida sua língua percorreu meu ombro e quando o movimento do membro dentro de mim torna-se vigoroso sem ser violento, Sheila mama meus seios, tive um orgasmo mais forte que os que tinha tido no acampamento, desta vez gemendo bem alto, sentindo que a minha cintura era segurada por alguém que usava um anel metálico do tipo que tinha tapado minha boca. Quando voltei a mim, Sheila me brindou com um excitante beijo de língua, eu queria mais, porém Sheila me estendeu a mão que segurava minhas roupas. Me vesti e sai sentindo-me uma mulher completa, com a certeza de que eu não gozava com meu marido por culpa dele.

No domingo, não via a hora de terminar a cerimônia para entrar no reservado. Assim que terminou, esperei abrir a passagem e fui. Ali estavam várias mulheres todas com anéis de diversas cores, todas casadas, com as mais diferentes idades, desde novinhas como eu até aqueles com aparência de que poderiam ser minhas mães, eu as conhecia, eram todas adepta da seita, todas com aparência felizes, todas se entreolhando, até que Sheila entrou na sala e os pares se formaram e todas passaram a se alisar a se tocar e a gemer, recebi os carinhos de uma mulata bem alta, com musculatura de quem frequenta academia, estava muito gostoso quando entra o bispo usando uma capa do ombro até o chão, mas que dava para ver que ele estava sem nada por baixo e com o cajado ereto. O bispo coloca uma cadeira no centro que me deu a impressão de ser a cadeira que eu tinha ajoelhado. Logo após despir-se, Sheila ajoelhando na cadeira sendo imediatamente penetrada pelo bispo. Todas as mulheres passam a tirar umas as roupas das outras ainda trocando carinhos, algumas dupla passaram a deitar nas esteiras espalhadas no chão, outras mulheres ajoelhavam-se diante de suas parceiras, como fez a mulata que estava comigo. Adorando o que estava vendo e sentindo, tive minha perna levantada pela mulata que apoiou minha coxa em seu ombro e abriu meus lábios vaginais com sua língua, levando-me a um estado de excitação incrível até atingir um orgasmo fabuloso, fazendo minha buceta morder aquela primeira língua que ali esteve. Sentindo-me motivada, troquei de posição com a mulata ouvindo a gemedeira generalizada, devorei aquela minha primeira buceta, enquanto masturbava meu grelo com meu dedo médio, gozando novamente. Semana pós semana, aquelas reuniões se sucederam. Embora eu nunca tenha visto o rosto dos machos, tenho certeza que o cajado que me fecundou do meu primeiro filho é de um dos pastores, pois todos usam anel metálico do tipo que sempre vejo nas secções da cadeira.

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