Salvando meu casamento

Nasci mulher, mas fui para papai o filho que ele não teve, na infância e adolescência quando não estava estudando, estava praticando corrida, jogando vôlei ou basquete, fazendo tudo com muito esforço, pois dois ou três dias sem treinar já era suficiente para sentir um aumento de peso, todos os esportes junto, moldaram meu corpo, coxas grossas e torneadas, bumbum carnudos mas bem firmes, seios menores que o da média das meninas da minha idade, mas com formatos bonitos.

Aos dezesseis anos a única irmã de meu pai me chamou para uma conversa, preocupada com minha voz um pouco mais grossa que o normal e passou a me interrogar, certa de que eu era lésbica, quando então, revelei a ela que nunca tinha tido qualquer tipo de atração nem por meninas ou pelos meninos, certa de que minha tia queria me comer, eu a deixei falando sozinha. No dia seguinte meu pai me levou a uma médica e após inúmeros exames ficou constatado que minha taxa de testosterona (hormônios masculino) era muito maior que o normal, iniciando-se um tratamento hormonal severo, mas o estrago estava feito, meu clitóris já estava muito desenvolvida, com tamanho suficiente para fazer inveja a muitos adolescentes. Durante o tratamento ficou evidente o risco de câncer no meu aparelho reprodutor e aos vinte e dois anos os médicos optaram por retira-lo completamente, deixando para mais tarde uma possível plástica para a redução clitoriana por trazer sérios risco de deixar-me com a área vaginal insensível.

Aos vinte e quatro anos, casei-me com um homem de vinte e oito. Nossa cama era normal e nossa convivência harmoniosa. Com cinco anos de casada, participando das conversas de minhas colegas de magistério aprendi muito, pois a maioria fazia coisas que eu não tinha coragem de fazer, até que em uma quinta feira, meu marido com lágrimas nos olhos confessou que embora me amasse muito, estava insatisfeito e queria a separação, em um lampejo de sabedoria, lembrando das aventuras de uma de minhas amigas, propus a ele um fiz de semana de despedida, ele topou. Já que todas as professoras com quem eu trabalhava afirmaram que todo homem adora ver sua mulher mantendo relações com outros homens, corri na internet e descobri o endereço da casa de swing que uma delas afirmava ser a melhor da região. Naquela sexta feira maravilhosa, não fui trabalhar e passei o dia em um instituto de beleza saindo de lá mais gostosa que nunca, completamente depilada e com um plano na cabeça. A noite, coloquei um vestido tipo tubinho super apertado, sem sutiã e sem calcinha, tomei a direção do carro, ajustei o GPS e após rodar por uma hora, entrei no estacionamento da tal casa, meu marido se espantou e eu disse a ele: No fim da noite você dará sua palavra final.

Entramos e uma mulher muito elegante nos mostrou os vários ambientes, eu podia ver que meu marido não estava acreditando no que estava acontecendo. Sentamo-nos em um dos vários sofás e passamos a assistir a um strip. Logo que acabou o show, puxei meu marido pela mão e entramos nos corredores, senti vária mãos alisarem minha bunda, meu marido não arregalou os olhos ao ver que eu tocava no pau dos homens que passavam por nós, pude ver que seu membro estava super duro, meu plano estava dando certo, até que encontrei o que procurava, uma mulher massageando pênis de seu companheiro, eu pênis enorme, sorri para os dois, ele virou a cabeçorra do instrumento em minha direção, oferecendo-me aquela coisa gigante, passei a língua entre os lábios e quando ia me ajoelhar ela me agarrou e troquei meu primeiro beijo lésbico, senti minhas coxas molharem com o liquido que escorria de minha vagina, nos acariciamos sob o olhar de todos que estavam naquela sala, já excitadíssimas, procuramos uma cabine, no caminho segurei o membro do meu marido sentindo que ele estava com sua ereção máxima. Na cabine a mulher mamou em meus seios como uma loba, até que seu marido encostou a grande no meu rosto, para surpresa de meu marido atônito abocanhei o que pude daquela tora e deitei no sofazinho arregando as pernas assim que vi a mulher colocar o preservativo em seu acompanhante, pouco antes da penetração, vi no olhar de meu marido que ele estava maravilhado com o que via, para minha surpresa, ele impediu que a mulher o chupasse, entendi que ele não queria perder aquela cena que para nós era inédita, sentia a penetração certeira, aquela estaca era mais grossa que meu canal vaginal e eu gemi de dor, a mesma dor que senti na minha coite de núpcias rebolei e ouvi o estranho dizer que eu era muito apertada, pedi para trocar de posição e ajoelhei com aquele mastro na direção da minha menininha que até então só tinha sido penetrada por meu marido cujo membro era a metade tanto em comprimento quanto em grossura do que eu estava recebendo, rebolei de um lado para outro, senti as cabeçadas onde nunca tinha sentido, despertando a puta que habita meu interior, olhando para trás vi meu marido completamente nu, com o pau super duro e pensei “ou acabo de perder meu amor ou o conquisto para sempre”. Em todo nosso casamento, só tentamos algumas vezes relações anais, mas sempre desistimos, pois eu não aguentava a dor. Virei a cabeça para o lado de meu marido e falei o que nunca tinha dita e de uma forma que nunca tinha falado até então: Vem, quero uma dupla penetração, aproveita que esse macho está arrombando minha buceta e mete com força no meu cu.
Meu marido não esperou nem um segundo, ajoelhou atrás de mim e enfiou seu pau duro laceando meu anel, tive a sensação que ia desmaiar com aqueles dois machos esticando as peles até então tratada com todo carinho, mas aquela brutalidade me levou à minha primeira convulsão de prazer e meu corpo passou a se debater, enquanto eu emitia sons de uma fera devorando uma presa, em seguida meus membros enrijeceram e aos poucos os espasmos musculares foram diminuindo e cai de lado completamente sem forças, eu acabara de experimentar o gozo mais intenso e profundo que uma mulher pode ter. Senti meu canal anal lubrificado com o esperma de meu marido e minha buceta ardida pela fricção daquele pau enorme, quando um pensamento veio a minha cabeça, “Se ele ainda quiser me deixar, azar o dele”. Neste momento, vi os olhos arregalados da mulher e em seguida senti seu lábios sugarem meu grelão, ela novamente com aquela atitude de tarada, rugava com muita técnica, lambia desesperada até receber em seu rosto golfadas de meu gozo.

Eu e meu marido nos vestimos, fui com as pernas bambas até o carro onde meu amor pediu perdão e queria viver aquela vida comigo para sempre.

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