Perdendo a virgindade em casa – segunda parte

Naquele sábado maravilhoso, meu pai e minha madrasta, me contaram que por muito tempo, fantasiaram ter com eles, aquela garota a que a cada dia ficava mais gostosa e sensual, eu, como não percebiam em mim a menor disposição para namorar nenhum rapaz e tão pouco qualquer deslise no relacionamento com minhas amigas adolescente, passaram a caçar mulheres bi e ambos as levavam para cama, algumas vezes em separado, mas com o flagrante que eu tinha dado durante a semana, eles resolveram ariscar tudo…
Consumimos as seis garrafas de champanhe que tínhamos em casa, várias cervejas e todos os petisco que encontramos nos dois frigobares e na geladeira, papai me comeu novamente e Suzana me chupou a buceta duas vezes. Papai foi vencido pelo cansaço e pelas cerveja e no fim da tarde, experimentei o gosto da buceta de minha madrasta. Ela deitou na ponta da cama e eu ajoelhei no chão, travei suas pernas com meus braços, olhei aquele grelo rosa e brilhante e suguei exatamente como ela tinha feito em mim, fazendo-a gemer e se contrair o corpo, com vontade de aprender observei cada uma das reações dela para cada modificada de passada de língua e sucção, levando aquele belo corpo ao extasse. Passamos a trocar carinhos enquanto ela me contava sobre as fodas com minha participação virtual, quando papai acordou, tomou um banho e voltou para a cama, minha professora de foda colocou “nossa” pica na boca e me mostrou como meu pai gostava de ser chupado e fiz meu primeiro boquete. Antes de papai gozar, minha professora resolveu mostrar como tinha sido a primeira foda com uma bi que eles tinham conhecido pela internet, Suzana fez o papel da estranha, ajoelhou empinou a bunda e recebeu uma penetração anal, mandou eu deitar a sua frente com as pernas abertas para interpretar sua própria participação e começou a me chupar, nossa que delícia ver uma gostosa tomar no rabo enquanto era chupada por ela ouvindo papai relatar como tinha se comportado com minha presença virtual: Tá gostando filhinha, hamm, o pau do papai está sendo esmagado por seu cuzinho apertado, vai filha, chupa a minha mulher, nossa como seu cuzinho e gostoso, apertadinho …. Vivendo aquela foda que eles tinham tido, meu corpo entrou em convulsão, meus membros passaram a não mais me obedecer e eu me contorci com forte espasmos musculares, terminando na posição fetal sob o olhar extasiado do casal.
Demorei para me recompor e quando o fiz, reclamei que estava com uma fome louca, Suzana ligou para uma pizzaria e encomendou mais cervejas e uma pizza gigante. Quando as encomendas chegaram, consumimos tudo na cama do casal.
Na manhã seguinte, eu e Suzana fomos ao mercado enquanto papai preparava o churrasco.
No mercado encontramos a Nanci, minha melhor amiga e colega da faculdade, que de pronto comentou que eu estava diferente, mais bonita, acrescentou perguntando se eu tinha arrumado um namorado e não tinha falado nada para, não liguei para o comentário, sabia que ela não perdia uma oportunidade de me elogiar.
Ao entrarmos no carro, Suzana afirmou, “sua amiga tem a maior tesão em você”, rebati afirmando que Nanci tinha um namorado por quem era apaixonada. Suzana com ar de sacana não falou mais nada.
Passamos a tarde comendo churrasco, bebendo e nadando, acabamos dormindo cedo.
Na segunda papai esteve em plantão noturno, na terça a noite, fizemos sexo a três e eu dormi na cama deles.
Na quarta após ter dado aula sai da academia e fui casa de Nanci para repassar a matéria pois tínhamos prova no dia seguinte, já próximo de meia noite, minha amiga não resistiu e perguntou: “Quem deu essa chupada no seu pescoço?”. Sem saída, respondi: “Perdi a virgindade no fim de semana”. Nanci esbugalhou os olhos, perguntando: “Você se preveniu?”, então afirmei a ela: “Ele é vasectomizado a muitos anos”. Pegando minhas duas mãos ela perguntou: “Ele é casado?”. Respondi até com certo orgulho: “Meu pai”.
Um silêncio se estabeleceu entre nós duas e vi rolar pelos olhos da minha amiga uma lágrima, motivada pela emoção ou influenciada pela afirmação da minha madrasta, dei um selinho nos lábios carnudos de Nanci, ela se afastou olhou nos meus olhos ainda com os delas chios de lágrimas, passou a mão pela minha nuca e me beijou gostosamente, eu a envolvi em meus braços e aquele beijo selou o que aconteceu em seguida, minha amiga falando com voz abafada no meu ouvido falou: “Nossa como eu queria ter estado no lugar do seu pai, esperei um beijo seu desde que estávamos no primeiro grau”. Voltamos a nos beijar levantamos nos afastamos da mesinha de estudos e passamos a trocar carinho, senti o profundo afeto que sempre nos ligou, alisei as nádegas dela e ela meus seios, fomos tirando nossas roupas aos poucos e nos deitamos em sua cama de solteira, senti os seus durinhos dela contra os meus enquanto suas mãos alisavam minhas costas, nossas respirações profundas delatavam nossa vontade de fazer sexo, coloquei minhas coxas entre as pernas dela sentindo a baba de sua buceta molhar minhas coxas. Mordisquei seus mamilos ouvindo Nanci dizer palavras sem sentido até ela falou claramente: “Enfia seu dedo em mim, estoura meu cabaço!”. Maravilhada com o pedido e já louca de tesão, escorreguei sobre o corpo dela, abri suas pernas e passei a língua entre aqueles lábios vaginais babados, sentindo um gosto diferente do gosto da buceta da minha madrasta, dando vazão a meus instintos, enfiei a língua naquela racha e passei a movimenta-la como tinha aprendido no fim de semana e logo ouço um gruído maravilhoso entre gemidos e aquela buceta virgem espargiu na minha cara. Voltei a abraçar minha nova amante e ela falou no meu ouvido: “Não foi meu primeiro gozo, me masturbo a muito tempo pensando na minha boca entre suas pernas, mas foi o melhor deles todos”. Ela escorregou beijando meu abdômen, travou minas pernas com os braços e me chupou como uma profissional, levando-me a um profundo orgasmo. Dormimos duas e abraçadinhas. Acordamos cedo com medo de sermos vistas pela mãe dela daquele modo, tomamos banho separadas e fomos para a faculdade. Dirigi o tempo todo de mãos dada e após as aulas a deixei na porta de casa, sabendo que na minha eu seria comida pelo casal. Na sexta feira resolvemos ir para o apartamento de praia da família de Nanci, no sábado acordamos cedinho, logo que chegamos ao Litoral procurarmos na internet um sexshop e compramos vários brinquedinhos, inclusive uma cinta onde se podia encaixar pintos de silicone, só colocamos o lençol na cama entramos juntas no banheiro e voltamos excitadíssimas para o quarto, lá deitei minha virgenginha com as costas na cama dei-lhe um beijo apaixonado, ajustei a cinta já com um pênis cor da pele de quinze centímetros, levantei suas pernas, apoiando meu peso nelas, manobrei meu pinto de silicone sentindo minha parceira tremer de vontade de ser furada, não conseguia acertar depois de três tentativas ela pegou “meu pinto” e segurou no lugar certo, eu empurrei, ela deu um gritinho e vi novamente lágrimas escorrerem daqueles olhos lindos, tirei um pouco e vi o meu instrumento manchado de sangue, ela voltou a segurar e levantou o quadril, a coisa se encaixou e eu fiz força ela passou a se contorcer e nos unimos em um prolongado beijo, até entrar tudo ele ela passou a fazer movimentos com o quadril e encontramos um ritmo gostoso até que seus gemidos mudaram de tom aquele prazer que “minha mulher” estava sentindo me levou a gozar também de um modo bem diferente do que eu conhecia. Permanecemos naquela posição por bastante tempo, até que ela acariciando minha bunda colocou a pontinha do dedo no meu anel e eu tomei uma decisão: “Já que eu te deflorei pela frente, quero que você me deflore por trás”.
Tirei a cinta e assisti minha parceira trocar a peça de silicone no formato de pênis por um menor e unta-lo com gel. Meu corpo estava todo arrepiado, minha buceta toda babada e usando os conhecimentos que minha amante tinha adquirido com seu ex, coloquei-me de quatro na beira da cama e ela em pé segurou “seu pau”, passou gel na minha argola e enquanto eu sentia o prazer da ponta daquele dedo na entradinha do meu cu, ela achou o sentido do meu canal anal, encostou e empurrou, dei um berro forte, mas aguentei, pedi para ela não deixar sair e empurrar mais e ela fez, senti cada centímetro da penetração, baixei a parte da frente do corpo, apoiando com a cabeça e levei uma das mãos ao meio da minha perna enquanto sentindo aquela dor surda no cu, passei a esfregar meu grelo, até explodir em maravilhoso gozo anal.

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