Perdendo a virgindade em casa

Quando eu tinha pouco mais de cinco anos, minha mãe abandonou a mim e a meu pai, deixando as coisas muito mal explicadas. Após algum tempo, papai descobriu que ela estava vivendo no Estado da Bahia, exercendo sua profissão de assistente social, isso parece tê-lo acalmado de alguma forma. Morávamos em um apartamento de dois quartos, próximo do consultório e do hospital onde ele trabalhava, por isso eu as vezes percebia que ele estava com alguém no quarto, mas nunca conheci as pessoas, até que quando eu já estava com pouco mais de doze anos, papai resolveu construir uma casa moderna, ampla e valiosa em um condomínio fechado, foi quando ele me apresentou Suzana, arquiteta responsável pela obra, muito bonita, elegante e com um corpo de causar inveja. Ele já com quarenta e cinco e ela com trinta. A casa ficou pronta, muitas paredes de vidro para o exterior, a frente sem muros, no espaçoso quintal uma cerca viva protegendo a área da piscina e churrasqueira, entrando pela rua de trás uma garagem bem espaçosa. Para surpresa de ninguém, Suzana foi morar conosco. O tempo foi passando e nos adaptamos. Ao atingir os dezoito anos, eu passava o dia na faculdade, em três fins de tarde por semana eu dava aula de caratê e nas outras duas tardes, aulas de pilates. Em uma daqueles começo de noite quando eu deveria estar dando aula, senti uma vontade louca de ir para casa e fui. Estacionei na garagem e caminhei pelo quintal até chegar a lateral da casa, ia entrando pela cozinha, quando algo dentro de mim, me fez percorrer a lateral da casa para entrar pela frente, ao passar pela lateral da sala de estar, pela cortinas entre abertas, vi a sena mais surreal da minha vida, minha madrasta nua da cintura para cima agarrada com outra mulher nas mesmas condições, observei as duas por alguns minutos e as vi subir as escadas só de calcinhas com as roupas na mão. Entrei na casa, silenciosamente, tirei os sapatos e subi a escadaria, parei na porta da suíte master e ouvi gritinhos de prazer, temendo ser surpreendida, fui para minha suíte e tomei a melhor decisão da minha vida, fiquei em pé na porta da minha suíte, caminho obrigatória para elas quando saíssem, cerca de uma hora depois, a porta se abriu e as duas caminharam em minha direção, Suzana não pode esconder o choque ao me ver, bati a porta me trancando em meus aposentos, minutos depois ouço batidas nervosas na minha porta, Suzana implorou para eu abrir, garantindo que poderia explicar. Com uma calma que não me é própria, aproximei-me da porta sem abri-la, falei que o segredo dela estava garantido, que ela não precisava se preocupar. Naquela noite não dormi, levantei bem mais cedo que de costume, coloquei a roupa branca obrigatória e fui para a faculdade. Naquela noite, dei uma aula de pilates bem puxada, a maioria das alunas só conseguiu fazer parte dos exercícios. Passei uma mensagem para meu pai afirmando que estudaria até tarde na casa de uma amiga e que provavelmente dormiria lá e que iria na manhã seguinte iria direto para a faculdade. Como de fato, acabei batendo na porta da minha melhor amiga, ficamos jogando conversa fora, até que ela me convidou para dormir lá. No dia seguinte, não teve como, sexta feira a desculpa de estudar na casa das amigas não ia colar. Assim que cheguei em casa, papai me abraçou forte no meio da sala e minha madrasta aproveitou para me abraçar por trás e inesperadamente beijou minha nuca, aquele beijo mudou tudo, senti algo percorrer minha coluna e minha calcinha molhar na hora, meu corpo tremeu. Sem entender o que tinha acontecido com meu corpo, sentei para jantar com os dois, entre as garfadas, papai quis saber como tinha sido a semana, falei algumas bobagens e subi para minha suíte, como de hábito deixei a porta encostada, estava quase pegando no sono quando Suzana entrou e sem acender a luz voltou a me dar um beijinho de boa noite, só que fez novamente em meu pescoço, encostando a ponta da língua na minha pele, ao mesmo tempo que passava a mão na parte de trás das minhas coxas, nossa aquilo mexeu em alto grau com meu libido, ela deu as costas, saiu encostando novamente a porta, passei a mão na minha bucetinha até então virgem, constatando que ela estava toda babada e sensível, passei o dedo entre os grandes lábios e encontrei meu grilinho durinho. Uma sensação gostosa ao passar o dedo na minha pepequinha e já com dezenove anos completos, bati minha primeira siririca e conheci a deliciosa sensação de gozar. Demorei muito para entender o que estava acontecendo até que admiti que estava precisando de sexo.
No dia seguinte, aproveitei para ficar na cama, como em todos os sábados, coloquei um biquini, preparei e tomei um café rápido, pulei na piscina, nadei por um bom tempo, até ver minha madrasta em pé ao lado da borda junto a escadinha. Nadei até a escadinha e ela abriu a toalha para mim, assim que encostei de costas na toalha ela me abraçou e me fez virar, olhamos fundo nos olhos uma da outra e ela sem o menor pudor me brindou com um beijo de língua esplendido o qual correspondi, só voltei a realidade, quando senti o abraço de meu pai por trás e sua pica já dura encostar na minha bunda, recebendo em seguida sua boca em meu pescoço, enquanto minha madrasta passava o dedo na minha rachinha ainda por cima do biquini. Sem entender nada, mas completamente entregue aos meus desejos, virei e beijei meu pai na boca com uma vontade louca de ser comida. Suzana soltou o laço da parte de cima de meu biquini e papai se inclinou e foi o primeiro homem a mamar em meus peitos sua respiração estava tão forçada quanto a minha, minha madrasta baixou a parte de baixo do meu biquininho e passou a língua no meu rego, gemi alto e arrebitei a bunda e ao sentir sua língua no meu anelzinho, passei a emitir aquele som haaa, haaa e gozei ali mesmo em pé entre os dois, até que ouvi ela dizer: Sua filhinha está pronta para você…
Os olhos do meu pai brilharam e ele me beijou novamente com sofreguidão, me fazendo deitar na grama, Suzana puxou o shorts de papai e eu senti sua rola dura na meu abdômen, ele olhou no fundo do meus olhos como que procurando permissão, eu puxei seu corpo contra o meu e abri minhas pernas, ele se apoiou em um dos cotovelos, pegou o pau com uma das mãos e o esfregou minha rachinha que estava implorando por pica, já toda babada senti a minha primeira penetração, papai forçou, senti uma dorzinha entendendo que meu hímen acabara de ser rompido, meu primeiro macho empurrou mais um pouco e sem me esperar encheu minha caverna de leitinho, tirando a caceta de dentro de mim, passou o dedo no liquido que brotava de dentro da minha vagina, uma mistura de liquido vaginal, liquido espermático e um pouco de sangue. Minha madrasta com as suas belas feições faciais completamente modificada para as expressões de mulher tesuda caiu de boca na minha buceta e em poucos minutos eu gozei desesperadamente me debatendo como jamais imaginei que poderia faze-lo. Fomos para dentro de casa, os três nus, enquanto minha madrasta enchia a banheira da suíte, papai apareceu com três taxas em uma das mãos e dois champanhe na outra, nos convidando para brindar a realização da minha maior fantasia, desvirginar a mulher a quem tinha vontade de ter a muitos aanos. Entrelaçamos os braços e consumimos o brinde a minha virgindade perdida.

O que você achou desse conto erótico?

Clique nas estrelas

Média da classificação 4.7 / 5. Número de votos: 7

Nenhum voto até agora! Seja o primeiro a avaliar este conto.