Minha madrasta
Naquele dezembro extremamente quente eu cursava o segundo ano da graduação em medicina, usava até então cabelos que iam até a altura da cintura, nunca tinha depilado a virilha, toda minha experiencia sexual era ter pego no pau de dois namoradinhos e sentidos suas mãos apalpando meus seios. Na primeira quarta feira do mês, fiz minha última prova e fui para casa louca para tomar uma ducha gelada, mas ao ver a piscina do quintal de casa, não resisti, pulei de roupa e tudo naquela agua gostosa, dei umas braçadas mas com a roupa colocada no corpo, ficou difícil nadar, sabendo que meu pai estava de plantão no hospital até as vinte horas e que minha madrasta estava em seu escritório ou no fórum e que a faxineira só nos atendia às terças e quinta, fui tirando peça por peça de roupa ainda dentro da agua, até ficar completamente nua, nadei bastante, até perceber um vulto na borda da piscina, era minha madrasta Claudia, linda mulher então com 35 anos, esguia, falsa magra de traços faciais e modos muito elegantes.
_ Oi Suzi, está gostoso aí? Vou por um biquini e já, volto, ou melhor, você se incomoda se eu também ficar sem roupa?
Meio sem graça, balanceia a cabeça informando que não e pela primeira vez vi as particularidades do corpo de Claudia, bumbum firmes, coxas bem torneadas, seios bem feitos, maiores do que pareciam quando ela estava vestida, seus lábio sempre me impressionaram, pois exalavam sensualidade, eu entendia perfeitamente o porque meu pai tinha abandonado minha mãe para ficar com a Claudia.
Ela pulou de cabeça e nadou até onde eu estava e trocamos três beijinhos no rosto e ficamos ali uma ao lado da outra olhando para o nada até que ela enrugou a testa e perguntou porque eu não aparava os pelos da púbis sorri meio sem graça e respondi que não via motivo para isso.
Saí da piscina primeiro e não pude deixar de notar que minha madrasta mediu com os olhos todas as partes do meu corpo, mas achei natural, pois eu também tinha feito o mesmo quando a vi tirar a roupa.
Naquela noite, ao passar em frente da suíte master, ouvi os urros de orgasmo do meu pai. Ao deitar, passei a lembrar da buceta raspadinha e testuda da minha madrasta, dos seus mamilos pontudos e de seus lábios carnudos, pela primeira vez na vida, passei os dedos entre meus lábios vaginais e percebi que minha buceta estava toda babada.
Pela manhã, fui acordada por Claudia com uma xicara de café na mão e uma maletinha na outra dizendo: Bom dia, hoje será seu dia de princesa até combinei com as faxineiras para voltarem amanhã e nos deixarem sozinhas. Ela estava linda, com um penhoar branco e uma calcinha fio dental da mesma cor, estranhamente tive vontade de beijar aqueles lábios carnudos, o que me deixou bastante confusa, já que nunca tinha sentido nada por mulher alguma.
Tomei rapidamente o café e ela mandou eu tirar minha camiseta e deitar no chão, obedeci e ela passou um creme em baixo dos meus braços, colou um adesivo e puxou, doeu bastante, mas o que as mulheres não fazem para ficarem bonitas… Passou o mesmo creme no meu abdômen e arrancou os poucos pelos que eu tinha ali, na hora de eliminar a carreirinha que ia da púbis até o umbigo, pediu para eu tirar meu shortinho, a partir daí cada gritinho que eu dava, ela alisava suavemente um dos meus seios e sorriu ao ver meus mamilos enrijecerem, na virilha ela primeiro usou uma tesoura e depois um barbeador elétrico, meu coração estava batendo na boca, mas aquela sensação a cada toque de seus dedos eram as melhores que eu já tinha sentido, quando ela passou o creme nos meus lábios vaginais eu gemi e meu corpo se contorceu, eu estava sentindo algo desconhecido dentro de mim e a puxei pelo braço, nossos lábios se uniram em meu primeiro beijo lésbico, nossas línguas invadiram nossas bocas e foram chupadas alternativamente, meu corpo inteiro estremecia minha vontade de sentir aquele prazer desconhecido explodiu quando ela massageou meu grelo que nunca estivera tão duro e eu gozei pela primeira vez, Claudia espertamente tirou seu penhoar e eu senti seus seios contra os meus, ficamos um bom tempo nos beijando e eu queria mais daquilo, foi quando minha madrasta já gemendo também passou a língua em meu ombro, novamente aquela sensação gostosa de o prazer estava chegando novamente e ela me fez levantar e caminhar em direção ao banheiro, entramos juntas na ducha fria e voltamos para o interior da suíte nos enxugando. Já na cama, Claudia me fez ficar de quatro e sem eu esperar, passou a língua entre minhas nádegas fazendo-me agarrar com as pontas dos dedos o lençol da cama enquanto um raio explodia na minha cabeça, relaxei enquanto ela explorava meu rego com aquela língua treinada. Sem aviso, ela invadia com a língua meu cuzinho, gritei alto de prazer e rebolei meu cu virgem ainda cabeludo se contraiu para sentir melhor aquela língua gostosa, Claudia em um movimento rápido inverteu nossos corpos e entrelaçou nossas pernas, encostando buceta com buceta passou a movimentar o quadril fazendo nossos grelos percorrem nossos lábios vaginais nos dois sentidos, a sorte era não ter ninguém casa, pois nossos gemidos e gritos de prazer ecoaram por todo o imóvel quando gozamos juntinhas como duas lobas famintas.
Ficamos ali algum tempo esperando nossas bucetas pararem de pulsar, nos abraçamos e nos acariciamos. Minha amante levantou e em pé ao lado da cama, disse a frase que mudou minha vida : Você é ainda mais gostosa do que eu e seu pai fantasiamos.
Antes que eu entendesse o que ela disse, vi aquele corpo perfeito sair da suíte.
