Meu marido é autista

Ainda novinha fiz intercâmbio, morando e estudando no exterior por três anos. Voltando para o Brasil, conheci meu ex-marido nos bancos da faculdade, concluindo a graduação resolvemos casar, mesmo contrariando a vontade de minha família, o casamento não chegou ao primeiro ano. Decepcionada com os homens, aos vinte e seis anos, passei a dedicar-me à minha carreira de secretária executiva. Em um fim de tarde, entrei na sala da toda poderosa dona da firma e a vi com um copo de whisky na mão e um olhar super triste, meio embaraçada, pedi desculpas e já ia saindo quando ela mandou eu sentar e me ofereceu um drinque, recusei educadamente e ela olhando no fundo dos meus olhos, resolveu falar de seu filho de trinta anos, um gênio das finanças, mas de comportamento completamente antissocial, segundo suas palavra, economista formado em um instituto de renome. Especialista em aplicação financeira, negava-se a trabalhar fora de casa, fazendo tudo remotamente e ela não conseguia ajuda-lo. Durante o monólogo, sempre evitan

Minha chefe mandou redecorar parte da cobertura em que morava fazendo uma sala anexa ao amplo escritório onde trabalhava seu filho, passei a trabalhar nessa nova sala, cuidando da agenda de Paulo, fazendo traduções, cotações e tudo mais, entrava e saia do escritório sem receber um só olhar do meu novo patrão, sequer conhecia sua voz. Tudo mudou em uma manhã que cheguei bem mais cedo para trabalhar, depois de ter passado a noite em uma balada, fui direto para o serviço, para melhorar a aparência da noite não dormida, entrei no banheiro social da cobertura, ainda sob o efeito de vários drinks, deixei de trancar a porta, fiquei um bom tempo em baixo do chuveiro só com a agua fria aberta ,com o rabão voltado para a porta e com as duas mãos apoiadas nos azulejos, quando me volto para pegar a toalha, vejo Paulo com aquela expressão de autista com os olhos grudados em meu corpo, não sei a quanto tempo ele estava lá, mas a marca na sua bermuda, não deixou dúvida do tamanho de sua ferramenta, assustada, minha reaçãotaier e fui sentar em minha sala, em poucos minutos, Paulo ainda de pau duro entrou pela primeira vez na minha sala com um rascunho de um email na mão e tentando enxergar através de meu decote, tentou me explicar o trabalho que eu já fazia para ele a mais de dois meses e sorriu…

Naquela tarde, meu comportado patrão me convidou para ir com ele ao cinema no dia seguinte, aceitei, após o cinema fomos a um caríssimo restaurante e na porta do meu apartamento ele me deu um beijo no rosto, aproximando-se o suficiente para eu sentir o roliço duro encostar na minha coxa.

Pouco antes do horário do almoço de domingo a chefona me ligou agitadíssima, perguntando o que eu tinha feito, pois o filho dela não parava de falar em mim, respondi que Paulo tinha me visto nua, a velha quase tem um infarto e me chama para almoçar com ela e lhe contar os detalhes. Seis meses depois, ajudada pela chefona, eu estava no altar com seu filho que eu já sabia ser virgem. Após a recepção, fomos transportados por um helicóptero da firma à casa de praia da família.

Após um demorado banho em uma banheira enorme, encontrei meu homem ainda puro recostado na cabeceira de uma cama king usando um fino robe, fiz para ele um strip de fazer inveja a qualquer profissional e me aproximei dele completamente nua, Paulo estava nas nuvens assim como seu mastro cabeçudo, comprido e grosso, não respeitei sua virgindade e cai de boca naquela rola magnifica, sentindo na garganta sua espetacular ereção, a sensação de chupar um macho com aquelas qualidades foi tão intensa que só notei ter exagerado quando recebi na garganta vários jatos de esperma, temendo ficar na mão, o fiz deitar ajoelhando-me com Paulo entre as pernas, recebi pela primeira vez seu falo em minha gruta faminta, quiquei como uma puta e tive um de meus orgasmos múltiplos para descontar os seis meses só de siriri , caindo para o lado em êxtase, tive as últimas contrações musculares na posição fetal ao lado do meu inocente marido. Quase tendo recuperado o fôlego, meu fodedor deitou sobre mim e em dois trancos sua imensa  jeba estava toda dentro de mim, dada a sua pratica sexual toda baseada em punheta, meus lábios vaginais passaram a arder, mas meu marido não diminuiu a violência e passou a socar o fundo do meu canal vaginal, provavelmente o mais fundo que qualquer outra piroca tinha alcançado levando-me a outro gozo forte que foi acompanhado por Paulo. O que não tinham me contado é que os autistas não têm limites, não se cansam nunca e suas ereções persistes mesmo após várias gozadas. Na manhã seguinte eu estava com os lábios vaginais esfolados e com uma dor surda em todo canal vaginal tive que me defender na base do boquete. Durante meses era pica na boca pela manhã, rola na buceta a tarde e piroca no cu a noite, em estava exausta e o filho da puta de pica dura o tempo todo, consultei dois psiquiatras e ambos afirmaram que remédios ministrados ocultados em líquidos ou na comida, poderiam diminuir o problema, mas poderia também desencadear crises de raiva de consequências imprevisíveis.

O que você achou desse conto erótico?

Clique nas estrelas

Média da classificação 5 / 5. Número de votos: 1

Nenhum voto até agora! Seja o primeiro a avaliar este conto.