Me apaixonei por uma swingueira
Aos trinta e quatro anos, herdei quadro lojas de dois ramos diferentes, nas quais desde os dezesseis anos foi treinado pelo meu pai que ao completar sessenta em cinco, teve que ceder às exigências de minha mãe, aposentando-se e ambos passaram a viajar para conhecer o mundo. Passei a ter a responsabilidade de cuidar de mais de noventa funcionários sendo mais de setenta mulheres. Seguindo os conselhos do velho, eu mantinha as funcionárias a distancia, algumas bem gostosas, especialmente nos uniformes que meu pai tinha implantado, blusa clara fina e calça social feminina, o que realçava especialmente as bundas das gostosas, mas ainda seguindo as orientações dele, eu ficava atento aos modos de todos especialmente nas mudanças de humor.
Uma de nossas vendedoras, a Maria Aparecida (Cida) era um avião não só como vendedora como também pelo seu corpo perfeito, seu bumbum é daqueles que começa bem em baixo e vai inchando, tipo uma pera cortada na metade, seios cheios e regido, cabelos bem tratados, rosto lindo e muito comunicativa.
Em um sábado, loja cheia, olhando pelo vidro do escritório que fica no mezanino, vejo Cida com gestos lentos, séria e aparentemente sem a menor concentração. Desci, parei ao lado dela e a convidei a subir para falar comigo. Passamos pelos funcionários que fazem a contabilidade e ela não cumprimentou nenhum deles, tomei o cuidado de deixar a porta do meu reservado aberta e perguntei com voz baixa: “Está tudo bem?”/ Os olhos da moça se encheram de lágrimas e ela tentando se controlar pergunta: “Se eu precisar, o senhor adianta o dinheiro das minhas férias e me empresta um pouquinho mais?”/ Percebi que a situação era séria e resolvi cometer uma indiscrição: “Posso saber o porque”/ Ela olhando para trás fala ainda mais baixo: “Acho que estou grávida e tenho que tirar”/ Sem saber o que dizer, pergunto: “Você já falou com seu namorado?”. Ela baixando os olhos responde :”Nós não sabemos se é dele, claro que não pode assumir”. Aquilo foi como um soco na minha cara, ele tinha dito nós… Comovido, respondi: “Não se preocupe com dinheiro, lhe empresto o quanto você precisar”. Ela dá as costa e sai, mostrando-me aquela bunda maravilhosa, naquele instante fiquei com a maior inveja do namorado mesmo sem conhece-lo. Na segunda e terça, observei o mesmo comportamento triste, mas na quarta Cida estava radiante atendendo aos fregueses com agilidade e vendendo muito. Pouco antes do almoço, fiz questão de passar ao lado dela e ouço: Sr. Alberto, posso falar com o senhor?/ Claro vamos subir./ Tomando os mesmos cuidados de manter a porta aberta ouvi a voz firme e alegre daquela mulher adulta de vinte e quatro anos: “Obrigado, seu apoio me transmitiu tanta tranquilidade que ontem no fim da tarde, menstruei, não estou grávida como achava./ Abobado com o desfecho da história, falei sem pensar: “Precisamos comemorar!”. Ela deu uma parada, inclinou a cabeça e perguntou: “Quer encontrar com meus amigos no sábado a noite?”/ Claro, até lá me passa o endereço onde posso encontra-la e vamos conhecer seus amigos. No sábado a tarde recebo a mensagem, com um endereço bem longe do meu, com o horário de vinte e duas horas. Pontualmente cheguei ao local e vi Cida toda produzida, um espetáculo dentro de um vestido agarradinho, perguntei para onde deveria dirigir, ela falou o nome de um bairro de muitas boates, fomos conversamos e próximo ela mandou eu virar para um lado e para o outro até mandar um entrar em um estacionamento, na porta um letreiro, dando conta que ali era um clube para casais, em outras palavras, casa de swing. Puta fiquei louco, tinha achado um bilhete premiado, lá dentro, Cida passou a me apresentar uma mulher mais gostosa que a outra, com as quais trocava selinho, assim como com os caras, eu não sabia com qual conversar, em determinado instante, Cida se atraca em um beijo com uma cavalona loira, ali mesmo entre as mesas, passaram a se alisar, o acompanhante da loira, só sorria com a cena, meu pau já estava explodindo, quando Cida me puxa pela mão e entramos em um corredor acompanhados pelo casal, nos trancamos em uma cabine, a loira passou a mamar nos lindos seios da minha funcionário que tinha ido para boate sem sutiã, puxei meu pau para fora no exato instante que a loira deitou minha acompanhante em assento comprido, virou a bunda para meu lado e passou a chupar a buceta raspadinha de Cida. Grudei os olhos naquele belo bucetão que estava a minha frente e o cara fala: Vai, come ela. Sem pensar duas vezes, coloquei uma camisinha e penetrei a buceta da mulher que chupava a Cida em um das melhores gozadas da minha vida até então. Voltamos para o salão, agarrei um copo de uísque e tomei uma dose dupla em um gole só. Já doidão, vi Cida falando animadamente com um casal mais maduro, que entendi estar conhecendo naquela noite, a coroa bem gostosa alisou meu pau vendo que estava a meia bumba, fez um sinal de positivo com a cabeça para Cida que me puxa pela mão. Fomos para uma das cabines e lá as duas mulheres deitaram lado a lado levantando e arreganhando as pernas, o coroa penetrou a buceta da minha acompanhante e eu a buceta da mulher dele, tive que me controlar para esperar a mulher em que estava metendo gozar, pois era muito gostosa e se contorcia feito uma cobra, assim que ela gozou, enchi a camisinha de porra. Sai da boate deslumbrado, nunca tinha vivido nada tão intenso. Levei Cida para casa e ao me despedir, ganhei um beijinho no rosto, perguntei quando poderíamos fazer aquilo de novo, ela respondeu que nas quintas, sempre ia outra boate, para encontrava outro grupo de amigos, só que, como tinha que trabalhar na sexta, teríamos que dormir em um hotel nas proximidades da boate. Assim foi por mais por um mês, em uma das quintas feiras quando dormíamos no hotel após a boate, tentei comer aquele rabinho lindo, pelo qual eu estava eu estava fissurado, ela ficou braba e não deixou. No sábado, descobri o motivo, quando pedi o cuzinho de uma amiga do grupo. “Sou como a sua acompanhante, só faço anal com meu namorado, faço tudo com todos os machos gostosos, mas isso, só quando estou namorando”. Na segunda feira, quase no fim do expediente, disfarçadamente encostei no balcão onde Cida estava e perguntei se ela não queria jantar comigo no dia seguinte. Ela me olhou assustada e com seu lindo sorriso respondeu que sim. Durante o jantar, perguntei a se ela não queria ser minha namorada. Cida me deu um gostoso beijo na boca, percebi que apesar de tudo, ela nunca tinha me beijado na boca, ela mandou eu pagar a conta e fomos direto a um motel, lá depois da ducha que tomamos juntos, nos amassando fomos para a cama, ela abre com os dentes um travesseirinho de gel, unta meu pau, coloca um pouco em seu anelzinho, deita com dois travesseiro em baixo do quadril, abre as nádegas com as duas mãos e fica paradinha, deitei sobre aquele corpo maravilhoso e penetrei devagarinho aquele cuzinho apertado sem camisinha a medida que agasalhava minha rola , o cuzinho mordia com mais força, o som que ela emitia parecia música, vi seu rosto no espelho, suas feições eram de puro prazer e sem mexer na buceta seu cu passou a piscar apertando meu pau, seu corpo inteiro passou a tremer com certeza que ela estava gozando pelo cu, enchi aquele rabinho lindo de porra. Passamos a namorar discretamente, mas continuo em uma segunda parte.
