Manobrista – segunda parte

Depois daquela noite, eu esqueci completamente minha ex-mulher e passei a analisar os novinhos do meu cotidiano, duas vezes por semana esperava meu ruivinho sair da escola e fazíamos troca-troca maravilhosos assistindo filmes gays gozávamos muito. Para ajuda-lo sempre dava um dinheirinho para ele, mas com o tempo, percebi que ele estava inventando muitas despesas e comecei a me afastar, comprei dois cacete de silicone e passei a enfia-los no cu enquanto me masturbando e assistia vídeos e comecei a desejar aquelas pirocas lindas.
Uma noite, quando voltava de um jantar de negócios passei devagarinho vendo aquelas bundas lindas e imaginar como seriam as pirocas daquelas travestis e parei. Na cara dura perguntei: Seu pau é grande? O travesti muito simpático, disse: Olha esse sinal maricona, todos aqui entenderão que você quer ver as pirocas. Decorei o sinal. Para os travecos que eu achava bonito, eu fazia o sinal, muitos mostravam o cacete, alguns faziam caras de poucos amigos. Vi uma negra, alta, magra, bumbum carnudo e fiz o sinal. Ela levanta a sainha e me mostra, parecia que ela tinha um braço no meio das pernas, uma coisa realmente impressionante. Fiz sinal para ela se aproximar e perguntei: Funciona? Ela com ar de deboche responde: A pergunta certa não é essa, faz a pergunta que você realmente quer fazer. Meio encabulado falei: Será que eu aguento? Ela abriu um sorriso e disse: Você vai se apaixonar. Animado a convidei para entrar no carro e perguntei: Qual seu nome? Ela olhou para mim com ar de sacana e respondeu: Para você não esquecer, faça a associação com a cobra, meu nome é Naja. Seguindo orientação da Naja, rodamos um pouco e entramos em um discreto motel, eu estava louco para encantar aquela cobra, tirei a roupa e me joguei na cama, a mulata levou a cobra para tomar água e voltou de bainho tomado e sentou a meu lado e falou: Brinca com ela para vê-la crescer. Na verdade quem encantou foi aquela mangueira grossa e cumprida, com um cabeção liso e reluzente eu peguei com uma mão e com a outra alisei o saco e acompanhei a evolução aquela maravilha acordou e não parava de endurecer a sensação de segurar tudo aqui encheu minha boca de saliva em poucos filmes eu tinha visto algo tão grande e certamente nenhum daqueles gigantes tinha uma ereção tão vigorosa e ouvi: Dá uns beijinhos nela: Abri a boca e engoli aquela cabeçorra como quem está comendo um morango. Meu cuzinho não parava de piscar, tentando me controlar mordisquei aquele cilindro de cima em baixo e babei ele todo em dado momento a travesti pegou meu pau e começou a me masturbar, em poucos movimentos eu gozei forte. Naja continuou me hipnotizando e enfiando cada vez um pouquinho mais na minha boca, Naja falando como deveria manter a língua para baixo, levantar o queixo e fazer passar rápido a cabeçona pela base da língua avisando que eu sentiria enjoo e quando sentisse teria que fazer passar rápido pela garganta, depois de algumas tentativas consegui e passando os dedos no pescoço, podia sentir a forma da cabeça na minha garganta, até quase desmaiar por falta de ar, depois de ter conseguido fazer três gargantas profundas engolindo boa parte daquela delícia, Naja enfiou dois dedos de uma mão no meu cu e chupou meu pau, gozamos juntos e nos beijamos com as bocas cheia de porra. O interfone do quarto tocou avisando que tinham acabado as duas hora. Naja tomou outro banho e eu fui para casa sentindo seu cheiro, dormi como uma criança na manhã seguinte, acordei com gosto de porra na boca e dor de garganta.
Não conseguia esquecer aquela tora, resisti por quase uma semana, pois sabia que não conseguiria receber na bunda aquela estaca. Em uma terça feira, eu estava desesperado precisando de uma brincadeirinha e meu carro parecia estar tomando o rumo do ponto de Naja. Parei e fiquei vigiando, alguns minutos depois ela desce de um carro e graciosamente vira o bumbum no sentido do transito, rapidamente encostei ao lado dela que eu me ver diz: Achei que você tinha me esquecido. O que foi não gostou ? Encabulado fiz sinal para ela entrar e não falei nada. Sabendo o caminho, chegamos rapidamente ao motel e Naja sentenciou: Hoje vamos fazer uma brincadeira diferente. Deitamos na posição de sessenta e nove e ela me deu a trolha já bem durinho para brincar, meti a boca e deixei a cobra dura como ferro até então minha pintuda só alisava deliciosamente com as mãos minhas nádegas e quando seu pau começou a pulsar ela enfiou a língua bem dentro do meu anel piscante, nossa foi como um raio, gozei no pescoço dela e ela na minha cara. Nos abraçamos esporrados e ela com o mau meio duro, pincelou meu reguinho, deixando-me todo arrepiado, foi a sua bolsa e tirou de lá dois plugs anais, passou vaselina no mais grossinho e mandou eu ficar de quadro. Naja usou aquela língua deliciosa para excitar meu anel e quando eu já estava gemendo como uma cabrita, lentamente enfiou aquele brinquedo no meu cu, estando com a rola duro ela perguntou: Quer por o brinquedo em mim ou sua pica? Eu a virei e pressionei meu pau em seu cuzinho que ela fazia piscar e usando os músculos da bunda passou a mexer só as nádegas e apertar meu pau, aquele plug estava fazendo sua mágica no meu rabinho e gozei como louco. Ela não deixou um tirar o plug e esfregou seu cacetão em todo meu corpo, desde minha cara até minhas coxas, gozando no meu rego. Novamente fui para casa sem tomar banho com porra seca no rego. Na manhã seguinte, ao tirar aquele leite seco do meu corpo acabei levando um pouco até minha boca. Naquela semana, fui duas noites seguidas ao ponto da Naja não a encontrando. Na terceira noite, a abordei assim que ela chegou, fiz sinal e ela entrou. Naquela noite algo parecia diferente, ela deixou um brincar com seu cacete, em dado momento, ela encheu meu cuzinho de vaselina, passou bastante em seu mastro e mandou eu ficar de cócoras com o maravilhoso apontando meu anelzinho puxou meu corpo um pouco para frente e quando me beijou eu me distrai e ele levantou o quadril e pressionou minha cintura para baixo, senti que estava sendo deflorado, aquela cabeça gigante tinha entrado, parei um pouco e logo senti ela pressionar minha cintura para baixo novamente, sentindo uma dor que radiava por toda a bacia, fui engolindo aquele tora e logo passei a quicar devagarinho sentindo um prazer imenso gozei sem por a mão no pau, ela sorriu e voltou a dar ritmo com as mãos em minha cintura, meu pau nem chegou a amolecer e um passei a quicar e a rebolar como sempre sonhei, minha fodedora pegou meu pau e passou a me masturbar. quando senti o leite de travesti no fundo do meu cu, gozei na mão de Naja. Ao final, quando ela saiu do banho e eu sentindo meu cuzinho bem lubrificado, ela me deu a notícia que no dia seguinte embarcaria para a França e me recomendou que ligasse para uma amiga dela.

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