Manobrista
Quando assumi minha primeira gerencia, passei a estacionar a uma quadra do serviço, logo no primeiro dia vi uma pessoa baixinha, calculei 1,60 m, cabelos ruivos com um penteado indefinido, usando um macacão cinza bem limpinho e bem passado, o rosto com discretas sardas e olhos verdes lindos, com aparecia de dezoito anos, tinha um quadril bem grande para seu corpinho pequeno, com um jeitinho encantador, não consegui decifrar se era homem ou mulher.
Naquela época eu era casado com uma mulher que era um avião, todos meus amigos me invejavam, mal sabiam eles que ele estava sempre cansada ou indispostas, desculpas não faltavam e quando eu conseguia era uma metida no final de semana e mesmo ganhando um bom dinheiro como corretora de imóveis, ela me custava bem caro. Em um dia de semana, quando fui visitar um cliente importante, vejo o carro dela em um estacionamento de um super mercado bem logo de casa e do escritório dela, intrigado estacionei no fundo do estacionamento e fiquei vigiando o carro por mais de duas horas, quando então a vi dentro do carro do sócio dela, antes de descer, os dois trocaram um beijo cinematográfico, estava claro que eu era corno e o motivo para todas aquelas desculpas. Senti-me traído. Em outra situação, talvez eu até participasse de uma foda a três, mas aquela situação me deixou revoltado. Fui direto para casa e quando eu estava acabando de arrumar uma malinha, ela chega e me pergunta: Onde vai? Para não dar um murro na cara dela falei: Pergunte ao seu sócio na sua próxima trepada. Volto amanhã no fim da tarde, se tiver alguma coisa sua ainda aqui, eu colocarei no lixo. Naquela noite, dormi em um hotel, pela manhã, quando aquele manobrista veio pegar meu carro, senti o aroma de sua colônia, uma delícia. Assumindo o volante do meu carro, aquele Ser gostoso me deu um belo sorriso, era tudo que eu precisava. Naquele mesmo dia deu uma diferença de caixa e ficamos até mais trade na agencia, corri para o estacionamento já achando que teria de ir de taxi para casa, encontrei aquela belezinha sentado no meu carro só me esperando. Pedindo desculpas, perguntei se ele(a) e finalmente ouvi sua voz: Não se preocupe, meu colégio fica a cinco quadro, vou correndo tentar pegar ainda a metade da primeira aula. Sentindo-me culpado falei: Eu te deixo lá, entra aí. Meu passageiro estava com um tênis branco sem meia, uma bermudinha jeans uma camiseta e seu penteado com gel. Sua voz também não dava pista de seu sexo. Antes de descer em um ato voluntarioso, me deu um selinho. Fui para casa curtir minha primeira noite de sexta feira como solteiro. Troquei a roupa de cama e coloquei meu pijama surrado que ela tanto reclamava quando eu colocava. Quase dormindo lembrei daquele sorriso e do perfume do(a) manobrista. No sábado, resolvi atravessar a cidade para almoçar em uma cantina que eu não ia a mais de cinco anos, ao passar por um ponto de ônibus, próximo do estacionamento, vi a aquela pessoa gostosa, parei e perguntei: Para onde você vai. Aqueles olhos verdes olharam para mim e a pessoa sorriu ao me reconhecer e abaixando na janela do carro disse: Estou para a casa de uma amiga. Já cheio de “boas intensões” falei: Sobe aí, eu te levo. Ao entrar virou aquele bundão sentar , deixando-me de pau duro. No caminho, íamos passando por uma praça bem arborizada e ouvi: Nossa que praça bonita. Imediatamente parei e senti aquele rosto pertinho do meu com aquele perfume inebriante e como se fossemos velhos amantes, nos beijamos, e senti meu pau ser acariciado tão delicadamente que aquela parecia ser uma mão de fada. Olhando para os lados vi não ter ninguém, rapidamente baixei minha calça junto com a cueca até os joelhos e antes que eu dissesse alguma coisa tive o pau abocanhado, fazendo carinho naquela nuca, gozei uivando como um lobo, meu chupador(a) continuou com a cabeça baixa e deixou tudo limpinho engolindo todo meu esperma. Subitamente diz: Estou perto, vou a pé. Meio atrapalhado dei meu cartão e disse: Me liga a hora que quiser. Vi a figura se afastar com um andar cativante e já no meio da tarde cheguei a cantina e almocei, comprando ainda uma garrafa de vinho de fabricação da própria cantina. Voltei para casa, liguei a televisão, abri a garrafa de vinho e ainda na primeira taça, meu celular tocou, atendi e escutei: Pode falar? Identifiquei de imediato a voz e respondi: Claro. Do outro lado a voz melodiosa fala. Adorei nossa tarde, sua mulher tem sorte. Sem perder tempo perguntei: Sou separado. Onde você está? Falando meio sem jeito: Me desculpe, vi seu endereço em umas contas que vc deixou no banco do carro e estou a duas quadras. Cheio de tesão falei: Vou te esperar lá em baixo. Desci, peguei no carro o controle do portão e vi meu objeto de desejo chegar, entramos pela garagem subterrânea e subimos pelo elevar de serviço. Assim que entramos nos abraçamos e nos beijamos, sentindo o cheirinho de banho recém tomado peguei aquele tesão no colo e a levei direto para cama. Ao deitar tive meu shorts arrancado com meu pau apontou para o teto , tive o cacete engolido novamente por aquela boca deliciosa ao mesmo tempo que tinha o saco alisado de forma maravilhosa, em seguida aquele dedinho atrevido fez meus cabelos do cu se ouriçarem, doidão abri discretamente a perna e recebi um dedo no buraquinho indo diretamente na parede anal pressionando minha próstata, gozei forte e vi aquele corpinho se dirigir ao banheiro voltando com cheiro de pasta de dente enrolado em uma toalha. A toalha enrolada logo abaixo dos braços e vi aquelas perninhas lindas. Deitando de costas para mim, com a mão constatei que aquela bundinha durinha estava sem roupa e enfiei o dedo naquele cuzinho ouvindo um gemido enlouquecedor e meti a boca naquela nuca branquinha com o ferro duro encostei naquele reguinho e passei a mão para frente, encontrando outro pau duro, não foi uma decepção pois eu até contava com aquela possibilidade e alisei, calculando ser um pau com dimensões parecidas com o do meu e enquanto me esfregava naquela bundinha masturbava aquele outro pau e cedendo a minha vontade virei de costas. Tive meu rego pincelado meu corpo experimentou uma sensação incrível, arrebitei para sentir aquela coisa gostosa bem no buraquinho o que me levou a uma vontade irresistível de ser penetrado. Puxei dois travesseiros e coloquei embaixo do meu quadril e arrebitei segurando minha rola e senti a primeira estocada, meu comedor tinha prática em comer cu e puxou meu quadril fazendo-me ficar de quatro. De joelho atras de mim, aos poucos foi fazendo pressão e quando começou o movimento passei a me masturbar e quando recebi aquela carga quentinha lá dentro, gozei lambuzando todo o lençol. Levei meu fodedor no colo até o chuveiro e nos ensaboamos, querendo conhecer tudo, engoli aquele pau de cerca de quinze centímetro e chupei até receber leitinho.
