Experiência com meu Genro
Me chamo Celeste. Sou gaúcha, de origem alemã, do interior do Rio Grande do Sul. Viúva há vinte anos.
Tenho cinquenta e nove anos, quase sessenta. Um corpo razoável para a idade, ainda firme em alguns pontos, ainda chamando atenção em outros — principalmente nos seios, que sempre foram generosos comigo.
Tenho três filhos. Apenas o mais velho continua casado. As meninas seguiram outros caminhos.
Hoje, minha vida se resume à casa, às rotinas e ao silêncio. Mas, por muitos anos, fui massagista. Conheço o corpo, conheço seus pedidos escondidos, seus limites frágeis.
Convivi com meus dois genros, mas um deles sempre foi diferente. Fernando. Apenas seis anos mais jovem que eu. Moreno, lindo, sorriso cativante e um olhar que prende. Atencioso, educado, carinhoso. Fazia questão de me incluir nas conversas, nos programas de família. Nunca foi desrespeitoso.
Ainda assim, eu percebia seus olhares. Às vezes, demorados demais nos meus seios. Outras, acompanhando minhas curvas quando eu passava.
Eu fingia não notar.
Não sou mais uma mulher “gostosa”. Já fui. Já tive minha fase. Hoje, carrego marcas, histórias, saudades.
Mas desejo… isso ainda existia.
O que aconteceu foi cerca de um mês antes da separação dele e da minha filha.
Naquele dia, estávamos sozinhos em casa. Eu cozinhava, vestindo uma legging justa e uma camiseta fina. Ele conversava comigo, ríamos como sempre.
Comecei a reclamar das dores nas costas.
— Acho que estou ficando velha — brinquei.
— Justo você falando isso? — ele riu. — A massagista da família?
Eu mexia as panelas quando senti suas mãos pousarem nos meus ombros.
Me assustei.
— O que você está fazendo? — perguntei, rindo.
— Te ajudando.
O toque era firme. Seguro. Profissional… no início.
Fechei os olhos sem perceber. Respirei fundo.
— Assim não consigo cozinhar — murmurei. — Está bom demais.
— Então desliga tudo — respondeu, perto demais. — Vamos cuidar disso direito.
Desliguei. Ficamos ali.
Eu, parada. Ele, atrás de mim.
Suas mãos deslizavam, apertavam, encontravam meus pontos sensíveis com precisão. Meu corpo respondia sem pedir permissão.
Aos poucos, senti sua presença mais próxima. O calor. A respiração perto do meu ouvido.
Então aconteceu.
Um leve toque.
Seu pau encostando, quase sem querer, na minha bunda.
Meu corpo inteiro se arrepiou.
Fingi não notar. Mas ele repetiu.
Dessa vez, um pouco mais firme.
— Você está muito tensa — sussurrou. — Precisa relaxar…
Suas mãos continuavam trabalhando, enquanto seu corpo acompanhava o movimento.
Na terceira vez, não foi acidente.
Foi escolha. E eu soube. A encoxada foi forte, e ele ali permaneceu, com o corpo colado no meu. Sentia sua excitação pulsando de encontro à minha bunda.
Meu coração acelerou.
Minha consciência gritava.
Mas meu corpo… meu corpo pedia silêncio.
Meu corpo reagiu antes da minha razão.
Senti o sangue correr mais rápido. A pele aquecer. A respiração perder o ritmo.
Eu continuava parada, de olhos fechados, fingindo que nada estava acontecendo.
Mas tudo estava.
As mãos dele já não eram apenas firmes. Eram lentas. Calculadas. Desciam nas minhas costas um pouco mais do que deveriam, subiam com preguiça, demoravam onde sabiam que me enfraqueciam.
Meu pescoço. Meus ombros.
A lateral dos meus seios, quase por acaso. Quase…
Um arrepio me atravessou inteira.
— Assim… — murmurei, sem perceber. — Assim você vai me deixar mal-acostumada…
Ele riu baixinho. Aquele riso perto demais.
— Esse é o perigo, né, Celeste?
Meu nome na boca dele soou diferente.
Mais íntimo. Mais proibido.
Seu corpo agora colava no meu sem disfarçar. Eu sentia sua respiração na minha nuca, quente, irregular. Sentia a pressão discreta do seu pau duro, denunciando o que ele não tentava esconder.
E, pior…
Denunciando o que eu também sentia. Tesão puro e intenso.
Minhas pernas ficaram fracas.
Ele percebeu. Apertou levemente minha cintura, puxando meu corpo contra o seu.
— Calma… — sussurrou. — Relaxa…
Mas aquilo não era relaxamento.
Era fogo.
Era saudade de uma mulher que eu achava que já não existia em mim. Uma mulher que despertava ali, aos cinquenta e nove anos, nos braços do homem errado.
As mãos dele deslizaram mais uma vez. Dessa vez, bem mais atrevidas. Me abraçou com um dos braços, e sua mão encontrou meus seios, enquanto a outra alisava minha xoxota já encharcada.
Sem pedir permissão.
Sem pedir desculpa.
Meu gemido escapou baixo, quase inaudível.
Mas ele ouviu.
Parou. Por um segundo.
Depois aproximou ainda mais o rosto do meu.
— Você está bem? Quer que eu pare? — perguntou.
Eu poderia ter dito sim.
Poderia ter me afastado.
Poderia ter lembrado que ele era marido da minha filha.
Poderia.
Mas não quis.
Ele sorriu contra minha pele.
Suas mãos voltaram a me acariciar. Eu estava tremendo, quase entrando em convulsão. Fazia muito tempo que eu não era tocada. Mas agora eu estava sendo.
E não como sogra.
E não como mãe.
Mas como corpo.
Como desejo.
Como tentação.
Meu quadril se moveu sozinho, buscando mais contato. Levei meu corpo para trás para sentir cada milímetro daquele pau pulsante.
Ele gemeu baixo.
— Celeste… vamos para a cama. Eu quero você.
Me virei, ficamos nos olhando, e perguntei se realmente deveríamos continuar num caminho que sabíamos não ter volta. Ele não falou nada. Me deu um longo beijo de língua, acabando com minhas dúvidas.
Peguei na sua mão e o levei para meu quarto. Sentei na cama, abri o zíper da sua bermuda e tirei para fora o seu mastro, literalmente. Ele tinha um pau enorme e lindo. Abocanhei com gosto. Senti na língua a baba que soltava e comecei a punhetar aquela vara com vontade. Por vezes ficava sem ar e me engasgava.
Ele pediu para retribuir meu carinho, me despiu e começou a me chupar de uma maneira incrível, o que me fez explodir em gozo em menos de cinco minutos. Pensei que fosse infartar.
Me recompus, pedi que ele deitasse, subi em cima dele e cavalguei muito. Meus seios balançando diante dos seus olhos o deixavam louco. Aqueles seios que anteriormente falei que chamavam atenção, pois, mesmo com minha idade e sendo naturais, eram apenas um pouco caídos.
Ele os sugava, apertava, mamava e me dizia que ali depositaria todo o seu leite.
Mudamos de posição, ele me colocou de quatro e enfiou aquela verga na minha buceta babada. Bombava com força, e eu , com a cabeça enfiada no travesseiro, urrava de prazer.
Quando ele anunciou o gozo, me virei para lhe dar o que queria. Ele ajoelhado na cama , terminava na punheta e gozou com muita intensidade sobre meu peito. Uma gota respingou na minha testa e outra no meu lábio inferior. Ele passou o dedo para limpar minha boca mas segurei a sua mão e conduzi para minha boca dizendo: este é meu.
Nós jogamos na cama por um tempo, exaustos e satisfeitos.
Nos recompomos e depois do banho, Fernando saiu pela porta.
Este foi o começo da nossa história e das minhas safadezas. Se gostarem, continuarei aqui.

Eu aqui Lou pra ter uma coroa gostosa assim. Mas se tu uma bunda deliciosa eu quero mais ainda.