Encoxando e gozando jogando videogame com a Cris

Quando eu era adolescente (já faz um tempinho, rsrs), meus pais tinham recebido uma moça que era filha de um casal amigo deles para morar em casa por um tempo. Ela era um pouco mais velha que eu mas ainda não tinha feito 18 anos.

Ela era muito gostosa. Sua cor de pele puxava para uma cor morena, pouca coisa mais escura do que um bom bronzeado. Cabelos pretos, cintura fina, pernas grossas e um bumbum bem chamativo.

Cris namorava. Seu namorado às vezes ia em casa e a levava para passear e quase sempre aparecia por lá.

Eu por ser um pouco mais novo e apesar de ser um adolescente com uma libido extrema, que se masturbava umas 3 ou 4 vezes por dia, era muito safado, não tinha coragem de tentar nada com aquela “moça” mais velha que eu e que tinha namorado (ela deveria ter algo entre 17 anos). Nunca pensei que dali sairia alguma coisa para mim. Acredito que nunca cheguei nem a pensar nisso afinal de contas ela estava morando dentro de casa e isso poderia ser algo muito complicado com meus pais.

Havia uma tensão no ar, uma certa disputa, como se fôssemos primos ou irmãos. Ela gostava de me irritar e desafiar, e eu via tudo aquilo muitas vezes como afronta e não gostava de ficar perto dela por muito tempo.

Era comum pequenas discussões idiotas e irritações que hoje eu sinto saudades. rsrs

Em uma certa tarde de calor, todos haviam saído de casa menos eu e a Cris. Eu como sempre jogava videogame à tarde na TV da sala, e ela veio e se sentou do meu lado direito e pediu para jogar também.

Os jogos naquela época eram bem simples comparados com os de hoje. O jogo que eu estava jogando era de partidas rápidas, onde você morria e precisava recomeçar sempre com tempo médio de menos de cinco minutos entre uma jogada e outra.

Eu joguei e morri e Cris deu muita risada dizendo que eu era muito ruim. Aí foi a vez dela. Ela morreu muito rápido e assim começamos uma sequência de provocações. Em uma das vezes que trocamos o controle de mãos depois que perdeu, ela me deu um tapa na coxa bem perto do meu pinto e aquilo mexeu comigo e me deu brecha para depois dar um tapinha nela na minha vez.

Ela tinha um jeito bem irritante de mostrar a língua e bater na perna, até que ela me cutucou a cintura me perguntando se eu tinha cócegas. Eu disse que tinha e no mesmo momento propus que toda vez que alguém perdesse, a penalidade seria ter que suportar cócegas na cintura por um minuto, e ela topou de primeira. Então por ser minha vez, quando eu perdi no jogo ela já veio e sem cerimônia veio com muita força me fazer cócegas. Demos muita risada e eu quase perdi o fôlego, mas acabei ficando de pau duro. Fiquei com receio de que ela percebesse e tentei ficar em uma posição sentado que disfarçasse a situação. Estava com um short de nylon fininho azul e minha cueca era de algodão que já não segurava bem e minha rola dura saiu pela lateral da cueca e apareceu uma pequena mancha molhada na parte de cima do short.

Eu vi que ela olhou. Ficou claro que ela percebeu e ficou séria e pegou o controle de minha mão enquanto eu tentava disfarçar. Eu achei que ela tinha achado ruim e que fecharia a cara.
Ela estava vestida com um short comportado mas curto e com uma blusa solta de algodão que dava para perceber nitidamente os seus peitos empinados, que eram uma delícia.
Aí de boa ela começou a jogar e ficou me provocando dizendo que a próxima vez ela iria me fazer passar mal de tanta cócega que ela queria fazer em mim, e tinha um sorriso malicioso e eu fui ficando mais excitado ainda, mas com medo de que aquilo tudo pudesse dar algo ruim.
Então ela começou a me dar pequenos tapas na coxa enquanto jogava dizendo que eu não era de nada, que queria ver o que eu era capaz de fazer na minha vez, como quem estivesse desafiando e querendo irritar ao mesmo tempo. Eu comecei a olhar para as pernas dela e para o volume dos seios debaixo da blusa que já estavam mostrando os bicos. Foi quando ela perdeu a vida no jogo e foi a minha vez…
Eu disse: “Morreu!” Você não é de nada! e a peguei na cintura, passando o braço direito por trás de suas costas. Comecei a fazer cócegas e encostei minha coxa direita na coxa esquerda dela e o meu cacete meio que empinou para cima e ficou mais visível ainda no volume do meu short, e foi aí que aconteceu o que eu não esperava: Ela levantou a bunda do lado esquerdo me “convidando” a entrar embaixo dela, o que fiz mais do que rápido, e fazendo cócegas e a encoxando, consegui encaixar meu pau bem no meio daquela lomba generosa. Ela ficou inclinada de lado e eu “engatado” fazendo cócegas e ela dizendo que aquelas cócegas não eram de nada, que aquilo estava mais para um carinho gostoso e foi quando eu subi um pouco minha mão esquerda e mesmo com muito medo toquei o seio dela. A Cris começou a rebolar no meu pau e eu encaixado de lado nela, sentindo o cheiro do cabelo dela, o peito na minha mão e a delícia de pela primeira vez na vida estar encoxando uma mulher muito gostosa (ela era uma mulher feita na minha visão de adolescente). Aí ela deu um pequeno gemido e eu comecei a me tremer dos pés à cabeça tendo aqueles pequenos espasmos do orgasmo, me agarrando bem forte ao corpo dela e parando somente quando acabei de gozar. Eu pressionei com muita força o meu cacete encaixado perfeitamente nela como se quisesse forçar a entrada da buceta dela. Foi o que eu senti. Ela ficou rebolando com mais intensidade até que foi parando aos poucos e eu a soltei.
Eu nunca tinha gozado com uma mulher antes e quando percebi o que aconteceu, fiquei sem graça e disse que eu tinha que ir ao banheiro. Ela ficou me olhando e pegou o controle para continuar jogando.
No banheiro tirei o meu short e ele estava todo sujo de esperma pelo lado de dentro e todo marcado de humidade do lado de fora. Meu pinto estava latejando e a cabeça estava o dobro do tamanho que eu estava acostumado a ver. Meu saco estava doendo e meu pau não amolecia de jeito nenhum.
Ela lá da sala me perguntou se estava tudo bem e seu eu precisava de algum tipo de ajuda. No dia não entendi o que ela estava propondo e disse que estava tudo bem e inventei que estava com dor de barriga.
Com meu cacete duro como pedra e aquela dor no saco, fiquei pensando no que tinha acabado de acontecer e comecei a me masturbar inconscientemente. Gozei novamente em menos de um minuto. Eu gemi e acho que ela ouviu, porque perguntou novamente se eu queria alguma ajuda dela. (como eu fui ingênuo… Me arrependo até hoje de não ter pedido para ir ver uma coisa lá no banheiro.)
Me limpei como deu, coloquei outro short no meu quarto e voltei para sala para continuar o jogo, mas ficou tudo meio estranho. Eu estava totalmente sem graça, tinha gozado duas vezes e na realidade nem queria mais jogar videogame.
Então ela se levantou e disse que teria que sair para comprar alguma coisa qualquer e que iria se trocar e falou com ênfase: “Olha, eu vou me trocar e vou deixar a porta aberta, não é para você ir lá me espiar, heim?” e eu disse. Está bem!!! Eu não fui. Fiquei com medo de algo dar errado, sei lá.

Hoje eu olho para trás e vejo a oportunidade que eu perdi. Tenho certeza que ela estaria pelada no quarto esperando que eu fosse lá. Ela me viu de pau duro, viu meu short molhado, se ofereceu para ser encoxada de lado, deixou eu colocar a mão naquele peitinho durinho e bicudo e ficou rebolando na minha pica até me fazer gozar. Ela queria mais!

Ela demorou uns 15 minutos para voltar do quarto dela, me olhou e disse, “bem, já me troquei né…” e saiu.

Corri para o banheiro e bati mais uma gostosa para ela.
E bati várias para ela por muito tempo. Não sei dizer quantas foram.
Na realidade vou bater mais uma agora porque ter revivido tudo isso para escrever aqui me fez sentir aquele tesão todo novamente.

Algumas décadas se passaram. Cris está casada, já é avó, e a vi em uma foto de redes sociais dela que ela está com uns pernões deliciosos. Agora somos coroas mas tenho vontade de meter nela até hoje.

Para próximos contos vou adiantar que naqueles poucos meses ela me fez gozar mais três outras vezes depois disso: Uma foi durante a noite que deitei sobre ela encoxando e ela com a bunda para cima, uma vez que estávamos lutando e eu a agarrei no chão, e uma última vez que eu a encoxei por trás dentro do mar, mas nunca transamos ou chegamos às vias de fato.

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