De mulher para mulher

Se tenho três coisas que posso me orgulhar são: Minha memória; Meu senso de observação; Meu corpinho malhado. Essas três coisas definiram quem sou hoje.

Desde muito pequena, sempre tive muito prazer em ver minhas amiguinhas trocarem de roupas na minha frente. Especialmente no ensino fundamental, antes das aulas de educação física, eu era a primeira a entrar no vestiário e quando conseguia só saia de lá quando a próxima turma acabava de trocar de roupas. Acompanhei o desenvolvimento dos peitinhos, das bundinhas e dos pentelhos de muitas gostosas. Já no ensino médio, sem aulas de educação física, passei a treinar vôlei, mas minha tara precisava de mais, passei a fazer academia todos os fins de tarde, especialmente naquele horário em que a mulherada sai dos escritório, vai direto para academia para depois ainda irem para faculdades. Houve uma época que andando no shopping eu sabia exatamente como eram os seios, os pentelhos e a bundinha das mulheres que passavam por mim, especialmente as meninas que ali trabalhavam. Essa minha tara me levou a cursar Educação Física e por esse motivo, acabei mudando também de academia. Ali, todos os frequentadores eram antigos, logo nas primeiras aulas, os rapazes caíram matando com todo tipo de papo, loucos para me comerem, eu não me ligava neles e também, nunca tinha tido coragem de tocar em nenhuma mulher, só adora os corpos femininos, especialmente os malhados.

Em uma manhã chuvosa de sábado, a frequência da academia estava baixa, quando vejo a Andrea entrar no vestiário, uma lindíssima mulata, bunda grande e lisinha, braços musculosos, seios pequenos bem durinhos. Como de costume corri para o vestiário e sentei no banco de madeira bem a tempo de vê-la tirar a calcinha em frente a seu armário. Vi que ela olhou para mim, mas eu estava hipnotizada medindo com os olhos aquele formoso grelo e nem me dei conta de que ela caminhou em minha direção, levantou a perna, apoiou o pé no banco e com voz doce falou: Gostou? É a terceira ou quarta vez que você vem me ver nua. Quer passar o dedo? Completamente dominada pela magia daquela buceta, levei o dedo médio a aquela bolinha branca avermelhada durinha e o esfreguei com delicadeza, ela alisou meus seios e com aquela voz tesuda disse que poderia me dar uma carona depois do treino. Voltei para o salão e assisti ela treinar e sorrir para mim a cada troca de aparelho. Quando ela terminou entrei no vestiário com ela e tomamos banhos nos chuveiros vizinhos, quando ela terminou a chuveirada ficou na minha frente e eu dei vasão a meu impulso, alisei aqueles seios super duro dizendo: Eu nunca toquei em outra pessoa, tenho medo de te decepcionar. Andrea com um sorriso cativante falou: Não se preocupe, conheço o potencial de uma lésbica virgem, vou te ensinar tudo. Sem eu esperar, recebi meu primeiro beijo na boca.
Vestimo-nos e embarcamos no carro dela, depois de circularmos por cerca de quinze minutos com ela alisando minhas coxas na maior parte do tempo enquanto eu sentia o coração batendo na boca e uma sensação esquisita da boca do estômago, entramos em seu prédio e ela estacionou o carro na garagem subterrânea. Antes de entrarmos no elevador ela perguntou se eu era maior, afirmei ter dezoito anos e ela me apontou a câmera de vigilância. Entramos no apartamento de um quarto e ela me abraçou, sentindo meu corpo tremer ela perguntou se era tesão ou medo, respondi que as duas coisas e passamos a nos beijar, ela tem uma técnica muito aprimorada, cada vez que ela passava a língua em meu pescoço, minha tremedeira aumentava e ela pacientemente alisava minhas nádegas, quando minha bunda se contraia, ela mamava nos meus seios levando-me quase a um desfalecimento. Cada chupada que dava em linha língua fazia líquidos ensoparem ainda mais minha calcinha. Ela me fez deitar de barriga para cima e puxou minha calcinha, aquela sensação dentro da minha barriga tornou-se critica. Abri ligeiramente as pernas, ela abriu minhas coxas com suas mãos elétricas e se encantou ao ver uma buceta que nunca tinha sido depilada e pentelhos que nunca tinham sido aparados e aproximou vagarosamente sua boca do meu clitóris senti o ar quente saindo dela e sair de mim uma golfada de liquido vaginal. Os lábios grossos da negra encostaram nos meus lábios vaginais, lembrei que tinha que respirar e me perdi quando senti aquela língua treinada me invadir e gozei pela primeira vez na vida. Ela vendo minha cara de espanto, sorriu, me abraçou e ofereceu os seios para eu mamar, ensinando-me como fazer para dar prazer a quem é mamada. Boa aluna a fiz gemer gostoso, quando tentei chupa-la, ela me segurou dizendo que eu ainda tinha que ver mais uma coisa. Mandou-me ajoelhar na cama apoiando os cotovelos e sem dizer o que ia fazer, abriu minhas nádegas e enfiou a língua no meu cuzinho virgem, gritei de prazer e meu corpo foi para frente por reflexo e ela me puxou pelo quadril, voltando a penetrar minha argolinha com a língua, levando-me a um novo gozo, mas diferente do anterior, meus músculos entraram em convulsão antes do orgasmo e não controlei o som semelhante a um choro, som que nunca pensei em produzir, tendo um gozo mais prolongado e agitado, demorei para retomar o folego.

Só quando eu estava completamente recuperada ela empurrou minha cabeça delicadamente em direção a sua cintura. Vi aquele bucetão de pertinho, o mais lindo entre todos que já tinha visto, fiz como ela, respirei pertinho, mordisquei o grelo e penetrei com a língua fazendo os mesmo movimentos que ela tinha feito dentro de mim, levando-a a se debater e gozar gostoso na minha boca. Ela beijou-me docemente e disse: A aula de hoje está paga. Amanhã devo chegar à academia por volta das dezessete e trinta e devo treinar até as vinte, se você quiser a segunda aula, esteja lá.
Passei todas aquelas horas pensando na minha mulata gostosa e as dezessete horas eu estava lá, já trocada para o treino, junto com ela entra uma outra mulher grandona e ao me ver ser beijada pelo “minha namorada”, a branca de cabelos tingidos de meia idade falou: Essa é o sua cabacinho? Também quero participar de uma brincadeira gostosa com ela.

Como planejado, fomos para o apartamento dela e depois de muitas mamadas nos colocamos em uma posição de sessenta e nove, ela por baixo, explicando que o ideal é que a parceira maior fique por baixo, continuou a me ensinou onde e como apertar a virilha da parceira para aumentar o prazer dela, como e quando alisar a parte de trás das coxas e principalmente como e quando passar a língua no cuzinho e passamos a nos chupar, gozei antes dela, mas ela também gozou gostoso na minha boca. Não satisfeita, depois de uma sessão de alisamento, tentei chupa-la novamente, mas ela preferiu uma lição de reforço na técnica de sessenta e nove, quando gozamos juntas. Na noite seguinte, depois de me beijar carinhosamente várias vezes, falou que precisava me desvirginar por termos muitas posições dependiam de penetração profunda, concordei, ela passou a chupar minha bucetinha que já estava ficando viciada em língua e delicadamente enquanto chupava meu grelo, introduziu seu dedo médio, fazendo gostosos aperto nas laterais sentiu o hímen parou de me chupar e nos olhamos nos olhos e ela deu uma forçadinha certeira e eu senti uma pequena dorzinha, foi o instante que me tornei mulher.

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