Conversa de bar – segunda parte
Eu e Suzi conversamos a semana toda por telefone e contamos uma para outra de como eram nossas camas, mas sempre voltávamos a falar dos nossos dois beijos. Na quarta feira ela me contou que na noite anterior, mesmo ainda com a rodinha ardida, Raul, seu marido tinha penetrado seu cuzinho e não tinha sido tão doido quanto na primeira vez. Fiz a previsão de que ela ia viciar, quando então pela primeira vez ela falou da ferramenta de Paulo, dizendo não sabia como eu aguentava aquilo tudo no cuzinho. Assim que ela acabou a frase, imaginei ela levando aquela coisa maravilhosa no cu e não consegui deixar de falar, ela com aquela vozinha de eu quero respondeu que achava que não ia aguentar. Acho que naquele instante na cabeça das duas nasceu a ideia de uma putaria a quatro, eu tinha certeza que pela tara que Paulo tinha por ela, a coisa podia rolar, mas não sabia quanto a Raul e perguntei para ela: Seu marido comeu alguém na sua frente? Ela disse que quando foram conhecer a boate, o acordo era se tivessem vontade, fariam, ela super se animou, mas ele não se envolveu com ninguém. Naquela noite, quando estava me deliciando com a jeba de Paulo todinha enfiada no meu cu falei: Hoje, dei uma descansada depois do almoço na poltrona do escritório e sonhei com aquele corpinho pequeninho da Suzi aguentando esse seu pauzão. Ele gozou na hora e me convenci que ia dar certo. Quando íamos saindo do prédio, falei para ele: Convida o Raul para um papinho amanhã a noite nesse barzinho aqui da esquina. Na mesma noite, enquanto eu preparava o lanche, Paulo fala: Convidei o Raul, ele todo animadinho topou na hora, devia estar lembrando de você.
Na sexta, vinte horas, já estávamos esperando os dois que foram pontuais e sentamos em uma mesinha para quatro um pouco mais afastadas e batemos um papinho furado quando Raul fala: Nossa, o Paulo estava certo, você dá espetáculo quando goza, imagino o quanto é gostoso segurar seu corpão daquele jeito. Antes que eu pudesse falar alguma coisa Paulo emenda, a Suzi também rebola gostoso. Eu e Suzi estávamos passando uma a mão na perna da outra a algum tempo e resolvi dar a cartada final: Aqui está muito barulhento, vamos beber lá em casa. Mal acabei de falar os três levantaram e andamos a meia quadra. Em casa para o deleite dos dois, ainda na sala, eu e Suzi nos abraçamos e nos beijamos passando as mãos uma no corpo da outra e acabamos o beijo só de calcinhas, Suzi fascina por meios seios, foi mamando em mim até o quarto, no corredor abandonamos nossas calcinhas e nos jogamos na cama já posicionadas para um sessenta e nove como se fossemos lésbicas experientes, eu por ser maior acabei por baixo, vi aquela bucetinha pequenininha e só então percebi que ela era ruiva de fato e abocanhei com vontade, Suzi ao levar na cara as primeiras golfadas da minha buceta molhada, gozou desesperadamente e eu a segui encharcando o cabelo dela com meu abundante liquido vaginal. Ao vermos nossos maridos já com as pirocas na mão, agarrei a mais próximas de mim e meti a boca, era diferente, dava para colocar todinha na boca sem engasgar e de canto de olho, vi Suzi se deliciando com a caceta que eu conhecia bem, a do meu marido, se eles não queriam fazer troca, pelo menos, nos deram a oportunidade de ter um pau diferente na boca, mas meu marido fez a Suzi deitar, arreganhou as pernas delas, deu o primeiro empurrão, ela deve ter sentido a diferença, pois arregalou os olhos, tanto quando os olhos de seu marido que parecia hipnotizado ao ver a sua mulher ser traçada com entusiasmo por Paulo. Raul parecia mais interessado em ver sua mulher levar ferro do que meter, enfiei dois dedos na buceta e comecei a desfrutar daquela visão, mas logo Raul caiu na real e me fez ajoelhar na beira da cama, sem tirar o olho da mulher que se contorcia toda, meteu a vara toda no meu cu com dois empurrões, mal Raul começou os movimentos, encheu meu cu de porra ouvindo os gritos de gozo de sua esposa. Paulo ainda deu umas belas bombadas no fundo do canal vaginal que pela diferença de comprimento dos dois paus ainda não tinha sido usando, gozando com o saco bem grudadinho na nossa amiga. Esperei ela sair debaixo do meu maridinho e dei um beijo nele. Aquela carinha de anjo de Suzi era só para enganar e ela se encostou em Raul toda dengosa e eu entendi a dúvida dela, para nosso alivio ele a beijou apaixonadamente. Fomos os quatro para o chuveiro e fizemos uma bagunça bem alegre com todos passando a mão em todos. Na volta, resolvi que sendo a única que tinha levado cacete e só gozado na língua da Suzi puxei os dois machos que já estavam de pau duro novamente e joguei me marido de costas na cama, coloquei meus joelhos um de cada lado dele sem soltar a mão de Raul, engoli aquele cacetão com a buceta, só soltei a mão de Raul para abrir minhas nádegas e recebi pela primeira vez uma dupla penetração, assim que os dois começaram o movimentos comecei a gozar me debatendo entre os dois, tive a convulsão mais forte da minha vida até então. Completamente sem forças, fiz sinal para Suzi e ela assumiu meu lugar passando a levar vara nos dois buracos. Foi lindo ver os três gemendo com o marido de Suzi lhe penetrando por trás e o meu marido pela frente.
