Conversa de bar

Sou obrigada a começar dizendo que sempre tive um corpo muito bonito e um rosto bem harmônico, meus seios sempre foram cheinhos de tamanho médio, bem durinhos, minhas coxas bem modelada e meu bumbum bem carnudos e firmes, e conservo-me assim, com duas horas de academia, cinco vezes por semana. Na adolescência, tive alguns namoradinhos, os mais taradinhos em dispensei logo, aqueles mais gostosos que gostavam de apertar meu corpo contra os paus deles fazendo-me sentir suas rolas duras encostadas no meu corpo, eu conservava por mais tempo, até que conheci meu marido, o Paulo durante meu estágio profissional. Entre namoro e noivado foi um ano e oito meses. Foi o primeiro pau que eu peguei mesmo por cima da roupa e não via o dia do casamento chegar para dar uma pegada pele com pele, pode ser que seja algo ultrapassado para a maioria, mas eu queria casar virgem e descobrir as coisas do sexo durante a vida. Minha lua de mel foi muito romântica e o que quero relatar vem agora. Meu nome é Alessandra.
Com alguns dias de casada, eu sentia alguns espasmos musculares e uma sensação gostosa ao ser penetrada, mas eu sabia que gozar, gozar mesmo eu não estava conseguindo, até que três meses depois de tomar rola todos os dias, tive minha primeira convulsão orgástica, promovendo um show que até apavorou meu marido, quando o orgasmo chegou, vi um clarão e perdi completamente o controle sobre meu corpo, passando a me debater e molhar toda a cama com um liquido incolor com o odor muito suave, que saiu da minha buceta em jatos enquanto eu me debatia. Nos dias seguintes, gozei forte me debatendo, mas o problema de molhar os lenções continuou, procurei minha ginecologista que simplificou tudo na seguinte fase: “Algumas mulheres são privilegiadas, gostam tanto de sexo que se entregam completamente e produzem mais liquido vaginal que a media, parabéns, você uma delas”. Passei a usar tolhas de banho embaixo da bunda para não ter que trocar os lenções a cada metida. Logo concluímos que quando o peso do meu marido não estava em cima de mim, eu me debatia tanto que ficava com dores pelo corpo. Em uma tarde de sábado, já com mais de seis meses de casada, em uma preliminar gostosa, meu marido me colocou de ladinho e deu uma cutucadinha com seu cacete no meu anelzinho virgem, nossa aqui foi tão gostoso que eu pedi para ele fazer novamente, e cada vez que ele repetia aquele cutucadinha, mais aumentava a vontade de ter meu ânus penetrado, cheguei a mordeu meu próprio dedo de tão tesuda que aquilo me deixou, mas o medo da dar o rabinho para aquele dote bem maior e mais grosso que a média , me impedia de tentar. Uma noite quando ele estava me chupando, a buceta, sem qualquer aviso, lambeu meu cuzinho, nossa, parecia que o mundo tinha parado, mas ele não, vendo meu corpo todo arrepiado, enfiou a língua lá dentro e eu gozei forte pelo cuzinho ainda virgem, foi a gota que faltava me coloquei de quatro e falei: Me come por trás e não para até enfiar tudo. Meu marido que queria me arrombar o cu desde a lua de mel, só esperando eu dar o sinal, correu em sua bolsa de trabalho e de lá tirou um tubo de gel novinho e com muita pericia colocou bastante gel até onde seu dedo entrou, nossa eu tremia com aquele dedo ali mexendo de um lado para outro e logo senti meu anelzinho sendo dilacerado e sem me importar com a dor, fui empurrando minha bunda contra aquela rola até engolir ela todinha, em poucos movimentos meu marido gozou, ao sentir o lentinho sendo borrifado bem lá no fundo, me descontrolei e tive uma nova convulsão orgástica e me debati como uma galinha com o pescoço quebrado e tive que reconhecer, não existia nada melhor que dar a bunda, com uma vantagem, escorria bem menos liquido da minha buceta, só molhava minhas coxas, com algum treino, aprendemos como evitar acidentes, ele segurando no meu quadril, jogando seu peso em cima de mim e eu esticando meu braço perdendo o apoio dos cotovelos. Próximo do primeiro ano de casada, era religioso, uma comida na buceta logo que acordávamos e uma comida no cuzinho antes de dormir. Em uma sexta feira, fomos encontrar dois casais de amigos em um barzinho e depois de alguns copos, o assunto foi cama, logo, os maridos estavam contando como as esposas gozavam, quando meu marido começou a falar todos prestaram atenção absoluta, especialmente os dois caras, para quebrar o clima de tesão que se estabeleceu, vez que todos ali sabiam que meu marido estava falando sério, eu disse: Ai vai para, eu não sou escandalosa, é verdade que meu corpo treme, mas acho que todas nós fazemos isso. As duas balançaram a cabeça ainda em choque. Uma delas, a Suzi uma ruivinha com cara de anjo, que sempre tive certeza que meu marido queria comer disse: Nós conhecemos uma boate, que fica aqui perto, onde se pode assistir os casais metendo e se tivermos vontade, podemos meter e conferir a representação de nossos maridos. Nos entreolhamos e o marido dela remendou: É mas só mete quem quer, quem não quer só olha. Como estávamos todos muito tesudos pela conversa, andamos a pé umas três quadras e chegamos ao local. Ao entrarmos, estava terminando um show e muitos casais estavam entrando nos corredores das cabines e dos quartos coletivos, achei o máximo tudo aquilo, ver aqueles casais através da treliças das cabines metendo e gemendo como uns loucos me deixou muito tesuda. Quando chegamos a um dos quartos abertos com vários casais sentados nos bancos em volta e nenhum na grande cama redonda, tirei a calcinha coloquei no bolso do meu marido, levantei a parte de trás da saia e ajoelhei com a frente para o meio da cama e cochichei no ouvido do meu macho: Na buceta não porque não quero molhar essa cama toda, estou muito tesuda. Paulo baixou as calças até a altura dos joelhos e eu vi o olhar de encanto da Suzi quando ele mostrou a tromba e ela ajoelhou a meu lado, Suzi ao ver minhas caretas perguntou: Você está dando o rabinho? Com voz de que está com a metade de uma rola enfiado no cu respondi: É a melhor coisa do mundo. Ainda dominando minha consciência, vi minha amiga por a mão para trás e em seguida fazer um “O” com a boca e segurar firme minha mão, tive certeza que era a primeira vez que ela estava tomando na bunda, enquanto eu me deliciava com os trancos na bunda, vi as lágrimas escorrerem pelo rosto dela e por pura tesão a puxei pela nuca e trocamos nosso primeiro beijo lésbico, que potencializou minha erotização e comecei a tremer e meu marido deitou sobre mim e me debati desesperadamente sob seu corpo ainda com a piroca enterrada no meu cuzinho ele gozou gostoso. Assim que voltei a mim, todos na sala estavam se comendo olhando o espetáculo dado por mim e meu marido. Faltaram aplaudir. Fomos ao banheiro para fazer a higiene e sentamos em um sofá para tomar o drink que a entrada dava direito, Suzi deu um jeito de sentar a meu lado e disse: Você me convenceu a fazer o que meu marido tenta a mais de dois anos me convencer e não consegue. Olhando dentro daqueles olhos claros lindos perguntei: Você gostou. Ela olhou bem para mim e acho que esqueceu das pessoas que estavam em volta inclusive do meu marido e do marido dela e me deu outro beijo lésbico demorado e gotosíssimo e disse: A melhor parte foi meu primeiro beijo em uma mulher tesuda, a outra parte foi dolorida, mas para justificar esse beijo para o meu marido, vou dizer para ele que a penetração anal me deixou tesuda e vou ter que continuar dando para ele. Sem pensar no que estava sugerindo falei: Podemos ter mais …

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