Casamento erótico
Meu casamento e minha vida tinha tudo para dar errado, farei um breve resumo para que vocês entendam. Ao completar dezesseis anos, um dos meus professores me indicou para um emprego de “mensageiro” na bolsa de valores, tudo que eu tinha que fazer era pegar recado com um corretor e entregar para o outro e tudo que não precisava era acompanhar a evolução das ações, aí é que pesou meu autismo, eu ficava desesperado com a gritaria e para manter-me ali, eu me concentrava nas oscilações das ações, em uma semana eu estava enxergando coisas que aqueles loucos que passavam o pregão inteiro gritando não viam, eventualmente eu pegava os tais bilhetinhos dos caras que eu ia com a cara e levava ao destino, em uma daquelas tarde, eu leio nos lábios de um rapaz mais jovem que os demais meu nome genérico “rapaz”, viro para ele com a calma que ali é coisa que não existe e falo: Se eu fosse você eu aplicaria naquela ação ali e naquela outra. O jovem fala qualquer coisa no ouvido de um senhor que dá de ombros, ele escreve algo no bloquinho e me diz o número do colete de seu funcionário, o funcionário ao ler o bilhete olha serio para o senhor ao lado do jovem para quem eu tinha dado a dica e o senhor faz gesto de compra, durante a semana, além de acompanhar tudo vi aquelas ações subirem que nem foguete. Na semana seguinte quando eu para não perder o costume estava com os olhos grudados nos gráficos, senti alguém bater no meu ombro e reconheci o jovem da semana anterior e li em seus lábios: Qual é a boa? Respondi com a maior naturalidade do mundo: Eu venderia aquelas ações da semana passada e aplicaria tudo naquela ali. Imediatamente o rapaz anatou, mostrou para aquele mesmo senhor e me deu o bilhete, levei até o funcionário dele. Como era de se esperar, naquela semana fui dispensado por não fazer o trabalho. Quinze dias depois, eu estava estudando alguma coisa, quando minha mãe entra no meu quarto e anuncia uma visita para mim, eram os dois homens que eu tinha conhecido na bolsa com seus ternos feito sob medida, sapatos finos, ficou evidente que era pai e filho, com um papo furado que deixou minha mãe desconfiada, com a chegada do meu pai, eles abriram o jogo, queriam me contratar como consultor, pois em poucos dias seguindo meus “palpites” tinham ganham uma fortuna, mas para isso, eu teria que ser emancipado. Para convencer meu pai, deram na mão dele um cheque com um valor maior do que ele ganharia em um ano de serviço. A burocracia foi rápida assim como o uso do dinheiro por parte de meu pai, para ficar com a consciência tranquila, meu pai comprou uma passagem aérea para eu visitar minha irmã em Curitiba, a quem eu não via a muitos anos. Chegando lá, conheci minha sobrinha, ainda menina, foi amor a primeira vista. Ela super carinhosa me dava abraços que me tiravam do eixo. Passei a voar para Curitiba todos os fins de semana levando na bagagem presentes caros para minha sobrinha, que crescia a olhos vistos tornando-se uma adolescente belíssima. Em meses, eu estava louco para namora-la, acabei a acompanhando a um jogo de basquete e para minha felicidade, pude segurar na maior parte do tempo sua cintura e esfregar minha rola em sua bunda, ela sem malícia, nem percebeu quando eu gozei agarradinho nela enquanto ela torcia por um dos times. Naquela noite, quando ninguém estava prestando atenção, eu a beijei, ela correspondeu, alisei seus peitinhos durinhos em fase de crescimento e desesperado coloquei sua mão no meu pau e ela passou a acaricia-lo e trocamos calorosos beijos, levando-me a gozar novamente na calça. Poucas semanas depois, estávamos visitando todos os pontos turísticos daquela bela Cidade sozinhos, ocasiões em que ela gemia muito quando eu esfregava minha pica nas suas coxas e buceta, sem me deixar penetra-la. Alguns meses depois da primeira gozada que eu tinha dado nas coxas Sheila, cheguei ao aeroporto e estranhei a ausência do meu cunhado, minha irmã nervosíssima e minha amada sobrinha de cabeça baixa. Minha irmã coloca o problema enquanto as lágrimas rolavam no rostinho adolescente, Sheila ainda virgem estava grávida, não bastasse isso, se meu cunhado descobrisse, certamente me mataria. Dei meia volta e embarquei no primeiro voo de volta para São Paulo, juntei os papeis necessário e na segunda, estava na porta do cartório esperando abrir acompanhado da minha amada, minha irmã e do meu cunhado com cara de inimigo. Quinze dias depois casamos e eu a trouxe para São Paulo, já para um apartamento novinho com móveis de primeira. Naquela mesma noite deitei a minha esposa adolescente nuazinha em nossa cama e explorei todo seu corpo com minha língua, da cabeça aos pés ouvindo seus gemidos e gritinhos, gozei sem por a mão no pau, abocanhei sua bucetinha e a fiz gozar pela primeira vez sem culpa, ela gritou a pleno pulmões quando estava gozando, sem medo de ser ouvida, já que o nosso era o único apartamento do andar que já estava ocupado, levantei suas pernas travando-as com meus braços, só então notando sua discreta barriguinha de grávida e bati minha pica nos lábios vaginais ainda virgens da minha esposa, ouvindo o som molhado no liquido que dela escorria e enfiei a rola, ela deu um gritinho e imediatamente me beijou já como uma mulher deflorada e gozei pela primeira vez dentro dela. Metemos como dois loucos até o médico dela proibir as relações. Percebemos facilmente que a bolsa tinha estourado, pois no momento ela estava me fazendo uma chupeta e eu a masturbando. Corremos para a maternidade e minha filha Andrea nasceu de parto natural. Nossa vida financeira era tranquila, mas nosso ritmo continuou intenso, eu fazia faculdade a noite, trabalhava a parte da manhã e a tarde toda e Sheila continuava os estudos pela manhã. Tudo corria muito bem, até que em um sábado a tarde, minha esposa recebe três colegas em casa para fazer um trabalho para escola, entre elas Martha um tesão em forma de mulher, que tinha se transformado na melhor amiga da minha esposa. Ao notar a cumplicidade das duas, até fiquei com ciúmes. Martha me olhou várias vezes com aquela sua cara de sedutora e foi a última a sair. Ao se despedirem, tive a nítida impressão de Martha estava dando algum tipo de apoio a minha mulher, tanto que li em seu lábios: Vai mulher, você vai adorar e ele vai amar.
Naquela noite Sheila colocou nossa filha para dormir e veio para cama com uma daquelas roupas para dormir bem fininha de alça sem sutiã e sem calcinha, eu já estava esperando de pau duro como em todas as noites, mas naquela foi diferente, a gostosa deitou de ladinho, colocou minha mãos em seus seios, esfregou a bunda que apesar de dois anos de casada ainda era virgem no meu pau, vi pelo espelho do guarda roupas sua cara de sacana voltei a esfregar aquela bunda com meu pau, como nos tempo de namoro e vi minha mulher pegar um tubo de gel, coisa que nunca tínhamos usado antes. Sheila arrancou aquela espécie de bata, colocou um pouco de gel no dedo, levou a mão à bunda e baixou a parte da frente do corpo, mostrando-me aquele corpo no formato de violão que eu amava, só que daquela vez, ela abriu as nádegas, mostrando-me seu anelzinho rosa e virgem. Entendi na hora, a amiga a havia convencido a fazer um anal. Segurei aquele quadril feminino e encostei a pica no alvo, pressionei com firmeza controlando minha ansiedade, minha amada, gemeu de modo diferente e soltou as nádegas para puxar o lençol com as pontas do dedo, enquanto mordia uma das chupetas da neném, seu cuzinho apertado a todo instante piscava e amassava ainda mais minha rola, não demorou muito para a fêmea mostrar em sua musculatura dos braços e das pernas contrações que eu amava mas quando os espasmos musculares apareceram em suas costas, Sheila entrou em convulsão orgástica, caindo na cama como se tivesse tendo um ataque epilético, maravilhado com o espetáculo, sem por a mão no pau, ainda de joelho lancei esperma no ar atingindo o corpo daquela mulher tesuda que com uma mão no meio das pernas ainda tremia na posição fetal. Foi um marco em nossa vida sexual, mesmo depois de alguns minutos quando a abracei, ela ainda tinha alguns espasmo e uma espécie de soluço excitante, até que conseguiu falar: Nossa, que viagem maravilhosa, nunca poderia imaginar, achei que meu coração ia estourar, pela manhã vou querer mais, agora preciso dormir.
