A professora do turno da noite

Eu vim duma família muito pobre então tive que começar a trabalhar muito novo. Ainda com 16 anos trabalhava durante o dia e estudava a noite. Uma delícia minhas professoras era uma morena baixinha e bem magrinha, com um rosto angelical. Parecia uma adolescente.

Quase todas as noites quando eu estava indo pra casa avistava ela no ponto do ônibus. O que me chamava atenção nela era a bunda. Bem redondinha e saliente. Num belo dia ela pediu pra que eu fizesse a leitura de um texto pra a classe. Tentei imitar um repórter narrando um acontecimento e ela adorou. Então todas as vezes ela me botava pra ler os textos.

Com isso fomos ficando amigos. Algum tempo depois lá estava ela no ponto do ônibus outra vez. Eu tinha que andar por quase uma hora até em casa, um trajeto de uns dez minutos de ônibus. Foi por isso que ela me chamou e fui de ônibus pela primeira vez até em casa.

Já próximo das férias de meio do ano eu estava com dificuldade na matéria dela então fui até sua mesa e pedi ajuda como era uma sexta feira já quase na hora do final da aula ela falou pra que fosse até sua casa no dia seguinte e me ajudaria.

Como eu só trabalhava de segunda a sexta teria tempo de sobra no sábado. por volta das duas da tarde fui até sua casa. Quando ela abriu a porta levei um susto. Ela estava com um shortinho super curto e uma camiseta. Eu nunca tinha visto ela assim. Metade da sua polpa da bunda estava de fora. Ela me pediu desculpas pois não tinha certeza de que eu iria e que não deveria estar tão a vontade. Eu falei que não tinha problema, claro eu adorei ver ela daquele jeito.

Ela me levou até uma mesa e abri o caderno. Quando ela se curvou para fazer a explicação sua blusa que era um pouco folgada desceu e eu pude ver seus seios pois ela estava sem sutiã. Eu fiquei hipnotizado com aquela visão. Ela falava comigo mais eu não estava ouvindo. Olhava pra dentro da sua blusa.

Ela então notou e segurou meu rosto virando na direção do seu e falou. Presta atenção menino. Mais eu não conseguia mais, só pensava nos seus peitos. Fiquei tipo abobado. Ela então riu vendo minha situação e além disso estava com meu pau super duro.

Ela me olhava com o rosto bem próximo do meu. E de repente falou. Adoro meninos inocentes. E beijou o canto da minha boca. Eu quase desmaiei de tanto prazer. Ela deu um sorriso lindo e me beijou a boca de verdade. Sentir sua língua invadir minha boca foi o máximo.

Eu parecia um manequim duro feito estátua. Então ela pegou minha mão e me levou pro sofá. Lá ela começou a acariciar meu peito e beijava minha boca. Sua mão foi descendo até minha barriga e logo estava acariciando meu pau por cima da bermuda.

Meu pau da fisgadas de tão duro. Ela retirou minha camisa e começou a abrir minha bermuda. Eu continuei feito estátua. Então ela falou. Relaxa você está muito tenso. E encostou minha cabeça nos seus peitos.  Meu coração batia tão forte que achei que ia desmaiar.

Então ela terminou de abrir minha bermuda e me fez tirar ela e ficou olhando meu pau por alguns segundos e falou. Que delícia. Aproveitou que eu estava em pé, se sentou me puxando pra si e começou a me chupar.

Quando senti seus lábios quase gozei. Eu olhava ela se deliciando com meu pau e fui acalmando. Quando ela acabou de tirar a própria roupa eu a fiz sentar e foi minha vez de chupar ela. Eu sempre quis fazer isso então chupava com prazer real.

Ela gemia e acabou gozando na minha boca. Segurava minha cabeça forçando contra sua buceta enquanto gozava. Depois me puxou e me fez sentar e veio por cima de mim segurou meu pau e encaixou na sua buceta deixando o corpo descer.

Quando senti meu pau entrando nela foi a glória. Ela começou a rebolar gemendo gostoso e beijava minha boca. Sua buceta estava encharcada e muito quente. Sentia os nossos fluídos escorrerem pelo meu saco.

Depois de um bom tempo ela começou a levantar o corpo até que meu pau escapou. Mais uma vez ela segurou meu pau e encostou no seu cuzinho. Assim como fez na buceta foi deixando o corpo descer e fui entrando no seu buraquinho.

A pressão do seu cuzinho era tanta que não aguentei e comecei a gozar. Ela rebolava gemendo e falava um monte no meu ouvido. Mesmo tendo gozado meu pau não ficou mole pois ela não parava de rebolar.

Depois de muito tempo comecei a gozar outra vez e perdi as forças. Então ela se levantou e me levou pro banheiro e me fez tomar um banho frio. Já recuperado fomos pra cama e lá recomeçamos. Até hoje faço uma visita a ela pelo menos uma vez por semana.

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